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SEMINÁRIO
A ECONOMIA DAS LÍNGUAS PORTUGUESA E
ESPANHOLA
19 de maio de 2011
9:30 – 18:00
Instituto Camões
CURRÍCULOS RESUMIDOS DOS PARTICIPANTES
SESSÃO DE ABERTURA
ANA PAULA LABORINHO – Presidente do Instituto Camões
Nasceu em 26 de Abril de 1957, é professora auxiliar da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.
Bacharel em Filologia Românica (1978), licenciada em Filologia Românica (1981), mestre em Literatura
Francesa (1987) e Doutorada em Estudos Literários (2007) pela Faculdade de Letras da Universidade de
Lisboa. De 1976 a 1982, foi docente do ensino secundário. Desde 1982, é docente da Faculdade de Letras
da Universidade de Lisboa. Em 1988, foi requisitada à República pelo Governo de Macau para exercer
funções no Instituto Cultural de Macau, onde coordenou os Leitorados de Português do Oriente; dirigiu o
Departamento de Formação e Investigação e instalou os Serviços Culturais das Embaixadas de Portugal
em Nova Delhi, Bangkok, Pequim, Seul e Tóquio. Em 1989, integrou a comissão instaladora do Instituto
Português do Oriente (IPOR), instituição encarregada de promover a língua e a cultura portuguesas da
Índia ao Japão. De 1989 a 1992, exerceu funções no Departamento de Estudos Portugueses da
Universidade de Macau, onde integrou a respectiva comissão directiva, coordenou a variante de
Literatura do Mestrado em Estudos Luso-Asiáticos, leccionou cadeiras no âmbito do mesmo mestrado e
do programa de licenciatura, assim como diversos níveis de Língua Portuguesa. Em 1995, foi requisitada à
Faculdade de Letras de Lisboa para exercer funções como assessora do Gabinete do Secretário -Adjunto
para a Comunicação, Turismo e Cultura do Governo de Macau. De 1996 a 2002, exerceu funções como
presidente da direcção do Instituto Português do Oriente (IPOR), tendo assegurado o período da
transferência de administração de Macau de Portugal para a República Popular da China. Desde 2007,
integra o Centro de Estudos Comparatistas da Faculdade de Letras da Lisboa, onde coordena a linha de
investigação Orientalismo Português. Integrou diversas comissões pedagógicas do Departamento de
Literatura da Faculdade de Letras, bem como a respectiva comissão executiva. De 2007 a 2008, integrou o
grupo de trabalho, presidido pelo Prof. Doutor Carlos Reis, responsável pelo relatório «A
internacionalização da língua portuguesa. Para uma política articulada de promoção e difusão».
***
JOSÉ MARÍA MARTÍN VALENZUELA - Director do Instituto Cervantes de Lisboa
es Licenciado en Lingüística Hispánica y en Literatura por la Universidad Complutense de Madrid.
Catedrático de Lengua y Literatura de Bachillerato, ha desempeñado diversos puestos docentes y de
gestión académica. Ha sido profesor en Mérida, Lisboa y Sevilla. Profesor tutor de la Universidad
Nacional de Educación a Distancia y colaborador en las Universidades Nova, de Lisboa, y Mohamed V, de
Rabat.
Participó en la redacción del Diccionario manual e ilustrado de la lengua española, de la Real Academia,
dirigido por D. Alonso Zamora Vicente. Ha publicado artículos relacionados con la lexicografía y con el
español como lengua extranjera.
Como ponente o como director ha participado en seminarios de formación y cursos organizados por el
Instituto Cervantes y Ministerio de Educación, Cultura y Deporte en Marruecos, Túnez, Brasil, Italia,
Suiza, Francia, Grecia, Rusia, Japón, Serbia y Montenegro y Venezuela.
Fue miembro del Consejo Asesor de los Diplomas de Español como Lengua Extranjera, en representación
del Instituto Cervantes.
Ha participado, como ponente y coordinador de panel, respectivamente, en los Congresos de
Internacionales de la Lengua Española de Valladolid (2001) y de Rosario (Argentina, 2004).
Ha sido director de los Institutos Cervantes de Rabat, Fez y Lisboa. Se incorporó a la Sede Central del
Instituto Cervantes en el año 2000 como Jefe del Departamento de Gestión Académica de los Diplomas
de Español como Lengua Extranjera. Posteriormente, desde 2001 a 2004, desempeñó el puesto de
Subdirector Académico. Fue asimismo Director del Área de Diplomas y de Gestión Exterior. Director de
EOI América. Vocal Asesor del Gabinete de la Ministra de Educación y Ciencia (2007-2008).
Actualmente es director del Instituto Cervantes de Lisboa.
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ALBERTO LAPLAINE GUIMARÃIS – Secretário-Geral da casa da América Latina
NOME : Alberto Luís Laplaine Fernandes Guimarãis
LOCAL E DATA DE NASCIMENTO : Guimarães, em 1959/11/15
ESTADO CIVIL : Casado, 1 filho
- Frequentou o Colégio S. João de Brito e o Liceu Rainha D. Leonor durante o período de ensino primário e
secundário.
- Nos anos 1979/84 obtém a Licenciatura em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade Clássica
de Lisboa, onde em 1983/84 foi membro do seu Conselho Directivo e, de 1982 a 1984, membro da
respectiva Assembleia de Representantes.
- Em 1988, é bolseiro nos E.U.A. do German Marshall Fund of the United States.
- Curso de Gestão Integrada da CML (1990)
-Curso Mestrado em Gestão do Desenvolvimento e Cooperação Internacional, U.M (Escolar).
- Curso de Defesa Nacional-2003/2004
FUNÇÕES QUE DESEMPENHA
-Secretário Geral da Casa da América Latina
-Director do Gabinete de Apoio ao Investimento da Câmara Municipal de Lisboa
-Administrador da Fundação Cidade de Lisboa
-Director do Grémio Literário
-Membro da Direcção da Parque Junqueira SA
-Membro do Conselho Consultivo da Câmara de Comércio e Indústria Luso-Espanhola
-Membro do Conselho Português do Movimento Europeu
-Membro da Academia Europeia das Artes e Ciências
-Curador da Fundação da Liga Portuguesa de Deficientes Motores
FUNÇÕES DESEMPENHADAS RECENTEMENTE
- Secretário Geral Adjunto da Organização Mundial de Cidades – CGLU
- Secretário do Conselho de Estado
- Adjunto do Gabinete do Presidente da República
- Director do Gabinete de Consulta Jurídica
- Professor Auxiliar da UM - Regente das Disciplinas: Sistemas Jurídicos Comparados e Geografia Humana
e Política, Análise da Desinformação e Contra-Informação e Geopolítica - Geoestratégia
-Advogado
-Administrador da Willis Portugal SA
-Membro do Conselho Fiscal do Sporting Clube de Portugal
-Presidente da Assembleia-Geral da Full Circle, S.A.
-Presidente da Comissão Organizadora da Regata dos Grandes Veleiros
-Liquidatário da Ambelis SA- Agência para a Modernização da Base Económica de Lisboa
CONDECORAÇÕES
É Grande Oficial da Ordem do Infante D. Henrique (Portugal), da Ordem de Isabel a Católica (Espanha) e
da Constantinian Order of Saint George e Comendador da Ordem do Rio Branco (Brasil) da Ordem de La
Couronne (Bélgica) e da Ordem Le Wissam Alaoite (Marrocos
***
1.ª SESSÃO – LÍNGUAS, COMÉRCIO EXTERNO E INVESTIMENTO ESTRANGEIRO
MODERADOR
ADRIANO MOREIRA – Vice-Presidente da Academia das Ciências de Lisboa
Professor, político, jurista e sociólogo (nasceu em Grijó de Vale Benfeito, Macedo de Cavaleiros,
15.9.1922). Licenciado pelas Faculdades de Direito de Lisboa e de Madrid, concitou as atenções do
mundo jurídico quando, em 1946, apresentou a petição de habeas corpus, e, pouco depois, produziu
teses sobre o Direito Corporativo. Professor na antiga Escola Superior Colonial (1948) defendeu tese de
concurso para professor na mesma escola (que, entretanto, passara a designar-se Instituto Superior de
Ciências Sociais e Administração Ultramarina), com a obra O Problema Prisional do Ultramar (1953)
distinguido com o prémio Abílio Lopes do Rego, da Academia das Ciências de Lisboa. Marca esta obra um
ciclo de reflexão sobre o Ultramar e os problemas ultramarinos, ciclo esse aprofundado na política
internacional, uma vez que, sem prejuízo de outras responsabilidades (membro da Câmara Corporativa e
da Junta Nacional de Educação) participante da delegação portuguesa na Organização das Nações
Unidades (1957-1959). Director do Instituto Superior onde se formara, Salazar chamou-o, em momento
de crise, ao lugar de Subsecretário de Estado da Administração Ultramarina (1960-1961), o que significou
um acto de renovação do regime, dado o perfil do novo Subsecretário, considerado representante de
uma "esquerda moderna" descomprometida das grandes linhas do regime. Em outro momento de crise,
no contexto das movimentações de Botelho Moniz para alteração da ordem estabelecido, foi nomeado
Ministro do Ultramar (1961-1963).
O pouco tempo em que chefiou o Ministério, num momento
dificílimo, em que importava corrigir sucessivos erros acumulados, por forma a garantir alguma
credibilidade internacional à política ultramarina, ficou assinalado por um importante conjunto de acções
jurídicas, diplomáticas e de aprofundamento cultural e social: revogação do Estatuto do indigenato e do
trabalho forçado; publicação do Código de Trabalho Rural (considerado o mais avançado em África); a
criação das Juntas de Povoamento e dos Institutos de Serviço Social; a criação dos Estudos Gerais
Universitários em Angola e Moçambique; a criação do Centro de Estudos Políticos da Junta de
Investigações do Ultramar, etc. A imagem positiva que obteve em largas camadas da população, que
viram no Ministro fortes motivos de esperança no futuro da Nação Portuguesa na sua integridade (ainda
que requerendo mudanças estatutárias) viu-se prejudicada por alguma contestação de alas do aparelho
militar. Importa mencionar o relacionamento de A. M. com o falecido bispo da Beira, D. Sebastião Soares
de Resende, considerado referencial de oposição ao regime (Cf. Sebastião Soares de Resende, Profeta em
Moçambique, 1994, pp. VII-XIV o prefácio de A. Moreira). Regressando ao ensino, preside (1964) à
Sociedade de Geografia de Lisboa e dá largas a um incontornável génio fundador de que são exemplos: os
Congressos das Comunidades, a União das Comunidades de Cultura Portuguesa e a Academia
Internacional de Cultura Portuguesa (1960). Afastado das lides governamentais, o elenco dos seus livros
denota a abertura de um novo ciclo que designaríamos de pneumatologia política: reflexões dos
problemas universais e de conjuntura segundo uma leitura ético-política, com acentos de uma quase
anterioridade religiosa. Colabora em múltiplos órgãos de imprensa (assinala-se apenas o que tem
publicado em Estudos Políticos e Sociais, Boletim da Academia Internacional da Cultura Portuguesa e,
ultimamente, no jornal Roteiros do Instituto D. João de Castro, de que é fundador), forma discípulos que
realizam obra autónoma (citamos os nomes de António Marques Bessa e de José Adelino Maltês, entre
outros) e obtém o doutoramento em Direito na Universidade de Madrid, com a tese A Europa em
Expansão (Lx.', 1974, ed. Brasileira S. Paulo, 1976). A seguir aos conflitos político-sociais de 1974
manteve uma atitude de lealdade e de prudência. Demitido da função pública (1975) exilou-se no Brasil,
onde foi professor contratado da Universidade Católica do Rio de Janeiro, ali fundando o Instituto de
Relações Internacionais. Preferiu exercer influência através da doutrina, como o demonstram os títulos
publicados entre 1974 e 1980, onde prevalece uma iluminada conciliação entre razão e humanismo, entre
realismo e idealismo, sem risco de utopismo. Constituído em "reserva" nacional para muitos portugueses,
regressou à política activa como Presidente do C.D.S. (Centro Democrático Social) que salvou de uma
profunda crise institucional e económica (1985-1988) sendo eleito deputado por todas as legislaturas à
Assembleia da República até 1995 (e dela foi Vice-Presidente), ano em que se despediu da vida
parlamentar, recebendo justa homenagem dos deputados de todas as formações, pelos quais foi voz
escutada e considerada. Além de diversíssimas condecorações, é doutor honoris causa pelas
Universidades de Baía, Brasília, Manaus, Rio de Janeiro e S. Paulo.
***
TEODORO CONDE – Secretario Geral do ICEX
DATOS PERSONALES
APELLIDOS:
Conde Minaya
NOMBRE:
Teodoro
FECHA NAC:
2/04/1954
LUGAR:
Madrid
Correo:
[email protected]
DATOS ACADEMICOS
Licenciado en Ciencias Económicas y Empresariales.
Universidad Complutense de Madrid.
Postgraduado en ICADE.
Master Dirección Financiera en Centro de Estudios Financieros.
Funcionario de Carrera, escala Titulado Superior del Consejo Superior de Investigaciones Científicas.
Nivel 30 consolidado.
Consolidado el nivel de Director General en la Administración Central.
DATOS PROFESIONALES
1973- Departamento Técnico del Centro de Investigaciones Biológicas del CSIC.
1975- Departamento Técnico de Biología Molecular del CSIC en la UAM.
1979- Administración del Centro de Biología Molecular del CSIC en la UAM.
1985- Gerente del Real Jardín Botánico del CSIC.
1988- Consejero Técnico (n 28) en los Servicios Centrales del CSIC.
1989- Subdirector General. Jefe de la Oficina Presupuestaria (Nivel 30) en el Presidencia del Gobierno
1993- Subdirector General de Servicios (Nivel 30) en el Ministerio de Comercio y Turismo.
1996- Director de Administración en el Instituto Cervantes.
1999- Secretario General del Instituto Cervantes.
2006- Secretario General del Instituto Español de Comercio Exterior ICEX.
OTROS
-. Secretario del Consejo de Administración de Instituto Cervantes.
-. Consejero en el Consejo de Administración de TELFISA
-. Consejero en el Consejo de Administración de la Sociedad de
Garantía Reciproca
-. Consejero en el Consejo de Administración de AGESA
-. Consejero en el Consejo de Administración de MERCASA.
-. Consejero en el Consejo de Administración de Sociedad Español P4R
***
MARIA TERESA GONÇALVES RIBEIRO – Administradora da AICEP
Data de Nascimento: 27 de Maio de 1954
Habilitações Académicas: Licenciatura em Filosofia, pela Faculdade de Letras da Universidade
Clássica de Lisboa.
Driving Government Performance in Portugal na Harvard University – John F. Kennedy School of
Government.
Estágio na Comissão da União Europeia em Bruxelas (1987).
Curso de Adido de Imprensa, organizado conjuntamente pela Direcção Geral de Informação de
Portugal e pelo Conselho da Europa (1976).
Actividade Profissional:
Desde 13 de Abril de 2010 – AICEP – Agência para o Investimento e Comércio Externo
de Portugal, E.P.E. – Membro do CA como Administrador Executivo responsável pela
Comunicação, Sistemas e Tecnologias de Informação, Contact Center e Site e pelo
Património, Logística e Compras.
Nov. 08 a Out. 09 – Secretária de Estado dos Assuntos Europeus
De Fev. 97 a Out. 09 – Directora e Presidente do Instituto de Comunicação Social
De 1995 a 1999 – Vice-Presidente e Presidente do Comité Director dos Mass Media
(CDMM) no Conselho da Europa
De 1993 a 2000 – Professora Auxiliar do Ensino Superior no curso de Estudos Europeus
da Universidade Moderna
De 1992 a 1997 - Gabinete de Apoio à Imprensa (organismo que sucedeu à DirecçãoGeral da Comunicação Social) – Coordenadora do sector de Estudos e Relações
Internacionais.
De 1983 A 1992 – Direcção-Geral da Comunicação Social – onde exerceu funções de
assessoria em assuntos internacionais, imprensa regional e definição de apoios estatais e
publicidade do Estado.
De 1976 a 1983 – Adida de Imprensa, sucessivamente, nos Ministérios da Habitação,
Equipamento Social e Agricultura.
Funções Públicas desempenhadas:
De 2007 a 2008 - Secretária da mesa da Assembleia Geral da Lusa
De 2005 a 2008- Membro do Conselho Consultivo do ICP-ANACOM
De 2003 a 2008 – Membro do Conselho Consultivo da Escola Superior de Comunicação
Social
De 2003 a 2008 – Membro do Conselho Estratégico a APDC – Associação Portuguesa para
o Desenvolvimento das Comunicações
De 1996 a 2008 – Membro do Conselho Consultivo da Comissão Nacional da UNESCO
De 1998 a 2000 – Presidente do Conselho Directivo do Obercom
Em 2002, foi membro do Observatório da Publicidade aos Serviços Financeiros
Em 1996, foi membro do Grupo de Reflexão sobre o Futuro da Televisão
Representante nacional no Programa Internacional para o Desenvolvimento da
Comunicação (PIDC) da UNESCO
Responsável pela gestão de projectos com os Palop, financiados por Portugal no quadro da
UNESCO.
***
JOÃO PEDRO LEITÃO PINHEIRO DE FIGUEIREDO BRITO – Administrador da Galp
Licenciado em economia pelo Instituto Superior de Economia da Universidade Técnica de Lisboa,
especializado em Economia Internacional e Financeira. Pós-graduado em gestão pela Universidade Nova
de Lisboa.
João Pedro Leitão Pinheiro de Figueiredo Brito é membro do Conselho de Administração da Galp Energia
desde Maio de 2005 e foi membro da Comissão Executiva de Maio de 2005 a Maio de 2008 com o
pelouro da área comercial de produtos petrolíferos na Península Ibérica e com o pelouro do Marketing.
João Pedro Brito desempenhou diversas funções de primeira linha no segmento de negócio de Refinação
e Distribuição da Galp Energia, nomeadamente director da área comercial de clientes directos, director da
unidade de negócio de GPL, tendo ainda exercido funções de administração em várias empresas de gás
natural do Grupo Galp Energia.
***
ANTONIO VALCÁRCEL - Administrador Delegado de Repsol Gás Portugal
-Puesto actual: Administrador Delegado de Repsol Gás Portugal.
-Ingeniero de Caminos,Canales y Puertos (Ingeniero Civil) por la Universidad Politécnica de Madrid.
PDG por el Instituto de Estúdios Superiores de la Empresa (IESE) de la Universidad de Navarra.
-Inicié mi etapa profesional en el Banco Urquijo y después en Técnicas Reunidas.
-Posteriormente entré en REPSOL donde llevo 26 años,en distintas posiciones:
» Director de Distribución de Productos Petrolíferos.
» Director de Planificación y Control de GLP.
» Director de Desarrollo Internacional de Gás LP.
-He sido miembro de distintos Consejos de Administración de empresas del Grupo REPSOL:
» Gás Valladolid,Gás Burgos y Repsol Butano en España.
» YPF Gás (Argentina),Lipigas (Chile),Solgas (Perú),Duragas (Ecuador),Repsol Bolívia,Repsol Brasil,Repsol
Francia,Repsol Portugal,Repsol Marruecos y EIIL en
Índia.
Esta experiencia internacional creo que me facilita poder comentar algo sobre las “ventajas económicas”
de nuestras lenguas,español y português.
***
FRANCISCO CARY - Vice-Presidente Executivo do Banco Espírito Santo Investimento, S.A.
Vice-Presidente Executivo do Banco Espírito Santo Investimento, S.A. (Portugal) (desde 2005) e Deputy
Chief Executive Officer (desde 2008), tendo a seu cargo a coordenação das áreas de Tesouraria,
Investimentos, Trading, Private Equity, Risco e Operações. Entrou para o banco em 1990 como Analista de
Corporate Finance e desenvolveu a sua carreira profissional interna em fusões e Aquisições e
Reestruturação de Empresas até 1998. Foi eleito para o Conselho de Administração do Banco em 1998
tendo sido entre 1998-2002, responsável pelo desenvolvimento das suas actividades no Brasil. Nesse
contexto foi entre 1998-2000, Director Executivo do Banco Boavista InterAtlântico, SA, responsável pela
área de banco de investimento e grandes empresas, e no período 2000-2002, Diretor-Presidente do BES
Investimento do Brasil. No âmbito das suas actuais responsabilidades executivas é ainda vogal do
conselho de administração da Espírito Santo Investimentos, SA (Brasil), do BES Investimento do Brasil, SA,
da 2bCapital, S.A. (Brasil), da Espírito Santo Investment Holdings (Reino Unido) e Presidente dos
Conselhos de Administração da Espírito Santo Capital, SA e da SES IBERIA Private Equity (Espanha). Exerce
um conjunto de outros cargos não executivos, relacionados com a actividade profissional no Grupo Banco
Espírito Santo, como vogal dos Conselhos de Administração da Espírito Santo Ventures, Sociedade de
Capital de Risco, S.A., da FOMENTINVEST, SGPS, SA, Banque Espírito Santo et de La Vénétie (França), da
EMPARK Aparcamientos Y Servicios, S.A. (Espanha) e da COPORGESTE – Companhia Portuguesa de Gestão
e Desenvolvimento Imobiliários, SA e Vogal do Conselho Fiscal da “Casa da América Latina” e Membro do
Conseil de Surveillance da FINANCIÈRE MANDEL (França).
Tem um MBA do INSEAD (Fontainebleau, França, 1993) e é licenciado em Administração e Gestão de
Empresas pela Universidade Católica Portuguesa (1982-1988) onde leccionou como Assistente entre 1988
e 1992.
***
JOSÉ MARIA ROBLES FRAGA – Diretor de Relações Externas do banco Santander
Nacido en Bogotá, Colombia, el 1 de abril de 1956. Casado y con tres hijos.
Licenciado en Derecho por la Universidad Complutense de Madrid, en 1979.
Ingreso en la Carrera Diplomática en 1982.
1993 – 2001: Secretario de relaciones internacionales del Partido Popular y miembro del Comité ejecutivo
nacional del PP.
1993 – 2001: Diputado al Congreso de los diputados por Córdoba.
1993 – 2000: Miembro y Vicepresidente de la Delegación española en la Asamblea Parlamentaria del
Consejo de Europa.
1993 – 2001: Miembro de las Comisiónes de Asuntos exteriores, Defensa, Asuntos europeos, Cooperación
y Desarrollo y del grupo de Amistad Hispano-italiana. Miembro de la Diputación permanente.
2000-2001: Portavoz del PP en la Comisión de Asuntos. exteriores del Congreso de los Diputados.
2000 – 2001: Presidente de la Delegación Española en la Asamblea Parlamentaria de la OTAN.
1996 – 2001: Secretario General de la Fundación Popular Iberoamericana.
Noviembre 2001 – Junio 2004: Embajador de España en al Federación de Rusia con acreditación en
Georgia, Turkmenistán, Bielorusia, Uzbekistán y Armenia.
Marzo 2005 – Febrero 2009: Embajador de España en la República Islámica de Pakistán.
Diciembre 1009 hasta la fecha: Director International Corporate Affairs del Banco Santander. Madrid
Idiomas: español, inglés, francés e italiano. Conocimientos básicos de ruso.
Condecoraciones de España y otros países( Portugal, Colombia, Francia y Venezuela)
***
2.ª SESSÃO – VALOR ECONÓMICO DAS LÍNGUAS PORTUGUESA E ESPANHOLA
MODERADORA
MARIA DE LURDES RODRIGUES – Presidente do Conselho Executivo da Fundação Luso-Americana para
o Desenvolvimento
Maria de Lurdes Reis Rodrigues (Lisboa, 19 de Março de 1956 (55 anos)), professora universitária e
política portuguesa.
É Professora Associada do ISCTE-IUL, onde lecciona desde 1986. Aí concluiu o doutoramento em
Sociologia, em 1996, e prestou provas de agregação, em 2003. Foi representante nacional no Working
Party of R&D and Innovation Survey no Eurostat (1996-2002), presidente do Observatório das Ciências e
das Tecnologias do Ministério da Ciência e da Tecnologia (1997-2002) e representante nacional no Grupo
Indicadores para a Sociedade da Informação da OCDE (1999-2002). Exerceu ainda actividades de
consultoria e gestão de recursos humanos e formação profissional em diversas instituições.
É autora de dezenas de artigos publicados em revistas científicas e obras colectivas e dos seguintes títulos
monográficos: Sociologia das Profissões (1997), Os Engenheiros em Portugal (1999) e A Escola Pública
pode fazer a Diferença (2010).
Maria de Lurdes Rodrigues é, desde Maio de 2010, Presidente do Conselho Executivo da Fundação LusoAmericana para o Desenvolvimento.
Entre 2005 e 2009 foi Ministra da Educação e, de 1986 e 2005, foi docente no Departamento de
Sociologia do ISCTE, Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa, na Licenciatura de
Sociologia, bem como investigadora do CIES, Centro de Investigação e Estudos em Sociologia, tendo
ocupado o cargo de Presidente do Conselho Científico desta instituição, entre 2004 e 2005 .
Foi ainda Presidente do Observatório das Ciências e das Tecnologias do Ministério da Ciência e da
Tecnologia (1997-2002) e representante nacional em várias organizações internacionais como o Grupo
Indicadores para a Sociedade da Informação (WPIIS) da OCDE (1999-2002), o Working Party of R&D and
Innovation Survey, do Eurostat e o Grupo NESTI (Working Party on National Experts on Science and
Technology Indicators) da OCDE (1996-2002).
***
LUIS ANTERO RETO – Reitor do ISCTE-IUL
Reitor do ISCTE-IUL desde Novembro de 2009
Presidente do ISCTE de Fevereiro de 2005 a Outubro de 2009
Nasceu em Castelo Rodrigo em 1951.
Licenciado em Psicologia Clínica pelo Instituto Superior de Psicologia Aplicada de Lisboa. Doutorado em
Psicologia Social pela Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade de Louvain-la
Neuve (Bélgica). Agregação em Marketing no ISCTE (2001). Professor Catedrático (2003). Foi Director do
ISPA (1983 a 1985) e Presidente do INDEG/ISCTE (1998 a 2005). Direcção Técnica do Centro de Sondagens
da SIC (1997/2002). Sócio-fundador da RSE Portugal – Associação para a Responsabilidade Social das
Empresas. Presidente do Centro de Estudos de Economia Pública e Social (CEEPS/CIRIEC). Autor de oito
livros e dezenas de artigos científicos.
***
JOSÉ LUIS GARCÍA DELGADO – Professor Catedrático da Universidade Complutense
Nace en 1944 en Madrid, donde estudia Derecho y Economía.
Catedrático de Economía Aplicada desde 1975, ha desempeñado la cátedra ininterrumpidamente desde
entonces, explicando economía española, primero en la Universidad de Oviedo y después en la
Universidad Complutense, a partir del Curso 1981-82. Como profesor invitado o conferenciante, ha
participado en actividades académicas de más de cincuenta Universidades, dentro y fuera de España.
Desde 2005 es titular de la Cátedra “la Caixa” Economía y Sociedad,
Rector de la Universidad Internacional Menéndez Pelayo (1995-2005), ha sido también Vicerrector de esa
misma Universidad (1983-1989) y de la Universidad Complutense (1982-83). Igualmente, ha sido Decano
de la Facultad de Ciencias Económicas y Empresariales de la Universidad de Oviedo, Director del
Departamento de Estructura Económica y Economía Industrial de la Universidad Complutense y Director
de la Escuela de Economía del Colegio de Economistas de Madrid. Durante el curso 2006-2007 ha sido
también Director del Instituto Universitario de Investigación Ortega y Gasset.
Académico de número de la Real Academia de Ciencias Morales y Políticas (desde 2002), ha sido investido
como Doctor honoris causa por las Universidades de Oviedo (1994), de Lima (1999) y de Ciencias
Empresariales y Sociales de Buenos Aires (2002), recibiendo la Medalla de Honor de la Universidad
Complutense en 2003.
Consejero a título de Experto en el Consejo Económico Social de España (1992-1995), ha sido patrono
(2003-2008) de la Fundación del Centro de Estudios Monetarios y Financieros (CEMFI) y es desde 2004
vocal del Consejo Académico de la Escuela de Finanzas Aplicadas (Grupo Analistas).
Fundador de las Revistas Investigaciones Económicas (1976), Revista de Economía (1989) y Revista de
Economía Aplicada (1993), ha sido Secretario del Consejo de Redacción de la primera de ellas y Director
de las otras dos, presidiendo actualmente el Consejo Editorial de la última. Desde 1983 forma parte
también del Consejo de Redacción de la revista Economistas.
Director de la Biblioteca de Economía de la Editorial Espasa Calpe (1989-1992) y de la Biblioteca de
Economía y Empresa de la Editorial Thomson-Civitas (desde 1993), pertenece al Consejo Editorial de
Marcial Pons, Historia, sello editorial que contribuyó a fundar en 1999.
Especializado en el estudio del desarrollo económico de la España contemporánea, ha publicado artículos
sobre el tema en revistas académicas acreditadas (Anales de Economía, Información Comercial Española,
Economía Industrial, Investigaciones Económicas, Revista de Trabajo, Moneda y Crédito, Papeles de
Economía Española, Economistas y Revista Econòmica de Catalunya, entre otras) y numerosos libros,
entre los que se cuentan La formación de la sociedad capitalista en España, 1914-1920 (1973), Orígenes y
desarrollo de la sociedad capitalista en España (1975), España, economía (1988), Economía española de la
transición y la democracia, 1973-1986 (1990), Un siglo de España. La economía (dos ediciones: 1999 y
2001, y traducción al italiano, La Spagna del novecento. L’economia, 2004), España, economía: ante el
siglo XXI (1999), Franquismo: el juicio de la historia (dos ediciones: 2001 y 2005), La modernización
económica de la España de Alfonso XIII (2002), La España del siglo XX (con dos ediciones, 2003 y 2007), así
como los cinco volúmenes de la Historia de España de Menéndez Pidal en que ha colaborado (1984-2003).
En paralelo a esa línea de estudios y formando parte del cuerpo central de su trabajo de investigación
sobre la economía y la sociedad de la España contemporánea, ha abordado el análisis del proceso de
modernización económica a escala regional, publicando casi medio centenar de trabajos sobre el tema,
incluidos en revistas académicas (Hispania, Anales de la Real Academia de Ciencias Morales y Políticas,
Arquitectura Viva, Papeles de Economía Española, Economía Industrial, Economistas, principalmente), en
obras relevantes de autoría colectiva (como la dirigida por los profesores J. Nadal y A. Carreras, Pautas
regionales de la industrialización española, 1990), y dirigiendo las tres ediciones (1999, 2003 y 2007) de
Estructura Económica de Madrid.
Es director y coautor también de un manual universitario de amplia proyección: Lecciones de economía
española (con nueve ediciones desde 1993).
Y desde 2005 ha dirigido dos extensos proyectos de investigación: uno sobre la dimensión económica del
Tercer Sector en España y otro sobre la economía del español en tanto que lengua de comunicación
internacional. Resultado del primero han sido dos volúmenes: Las cuentas de la Economía Social. El Tercer
Sector en España (2004) y Las cuentas de la Economía Social. Magnitudes y financiación del Tercer Sector
en España (2009). A su vez, el segundo proyecto, aún en curso, se ha materializado en una serie de once
volúmenes, de los que ha cofirmado el que sirve de introducción: La economía del español. Una
introducción (con dos ediciones, 2007 y 2008), y el que sirve de compendio del conjunto: El español,
lengua global. La economía (2010).
Además, ha cultivado ocasionalmente la crítica literaria y cinematográfica en revistas culturales, como Los
Cuadernos del Norte (entre 1981 y 1991) y El Mirador de la Complutense (entre 1982 y 1985), entre otras.
Fundador y primer Presidente de la Asociación Libre de Economía (2003-2009), preside también desde
1997 el Patronato de la Fundación Archivo de Indianos-Museo de la Emigración.
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LÍNGUAS, CULTURA E COMUNICAÇÃO
MODERADOR
JOSÉ DUARTE DE ALMEIDA RIBEIRO E CASTRO - Presidente da Comissão Parlamentar de Negócios
Estrangeiros e Comunidades Portuguesas
(Lisboa, São Sebastião da Pedreira, 24 de Dezembro de 1953) é um advogado e político português.
Advogado de profissão, é licenciado em Direito, pela Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa.
Militante do CDS-PP, participou na criação da Juventude Centrista e da Fundação dos Trabalhadores
Democratas-Cristãos.
Foi deputado à Assembleia da República, eleito em 1976, 1980, 1999 e 2009. Foi adjunto de Roberto
Carneiro, então ministro da Educação do X Governo Constitucional, de 1985 a 1995. Em 2004 foi eleito
deputado ao Parlamento Europeu, onde foi vice-presidente da Comissão do Emprego e dos Assuntos
Sociais.
A nível autárquico foi deputado na Assembleia Municipal de Odemira, eleito em 1982, e presidente da
Assembleia Municipal de Sintra, em 2001.
Em 1996 foi director da campanha de Diogo Freitas do Amaral para Presidente da República.
Foi vice-presidente da Direcção do Sport Lisboa e Benfica e membro do Conselho de Administração da
TVI, onde também exerceu as funções de director de informação da TVI.
É presidente da Comissão Parlamentar de Negócios Estrangeiros e Comunidades Portuguesas, desde
2009.
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JOSÉ PEDRO RIBEIRO - Presidente do Instituto do Cinema e do Audiovisual
Licenciado em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade Clássica de Lisboa (curso de 1985-1990);
Advogado inscrito na Ordem de Advogados de Portugal, desde 1992; Autor de artigos sobre variados
temas jurídicos que foram publicados no jornal Semanário Económico;
Assessor da direcção de uma empresa de publicidade (1990-1991); Em 1990 e 1995 trabalhou no
escritório de advogados CRA—Coelho
Ribeiro e Associados, em Lisboa; Vogal da mesa da assembleia geral da sociedade IBERVISÃO, S. A.
(sociedade de direito português, detida maioritariamente pelo Grupo Finlandês Nokia); Em 1996 e 1998,
foi o responsável em Moçambique da filial desse escritório de advogados;
De Fevereiro de 1998 até Maio de 2000 foi o responsável pelo Gabinete de Assuntos Jurídicos do BCI—
Banco Comercial e de
Investimentos, S. A. R. L. (banco moçambicano integrado no Grupo Caixa Geral de Depósitos), onde
acumulou essas funções com as de secretário-geral; Vogal da mesa da assembleia geral da sociedade de
direito moçambicano GCI—Sociedade Gestora de Fundos, S. A. R. L., onde exerceu funções; 2000-2002—
Consultor jurídico do Instituto Português de Conservação e Restauro; 2000-2002—Consultor jurídico da
Inspecção-Geral das Actividades Culturais; Em 2000 e 2003—Assessor jurídico do Instituto do Cinema,
Audiovisual e Multimédia; De 2003 a 2005 exerceu funções de vice-presidente do Instituto do Cinema,
Audiovisual e Multimédia; Representante português no Programa de Cooperação Ibero- -Americana
IBERMEDIA; Representante do Ministério da Cultura na ANACOM; Representante do Ministério da
Cultura na Comissão de Acompanhamento do Canal 2 da RTP; Membro do Grupo de Trabalho de
Regulamentação da Lei do Cinema;
É presidente do Instituto do Cinema e do Audiovisual desde 2005.
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BENITO BURGOS – Assessor Técnico do Diretor do ICAA, Instituto de Cinematografia
Licenciado en Derecho y en Ciencias Económicas y Empresariales por la Universidad Pontificia ComillasICADE. Desde el año 2002 es miembro del Cuerpo Facultativo de Conservadores de Museos del Ministerio
de Cultura. Ha trabajado en la Dirección General de Bellas Artes y Bienes Culturales del Ministerio de
Cultura como coordinador de exposiciones y gestionando el programa de Patrimonio Mundial ante la
UNESCO. Posterior y sucesivamente ha sido el responsable del gabinete jurídico del Museo Nacional
Centro de Arte Reina Sofía, Subdirector General Adjunto a la Gerencia, Jefe del Área Económica y
Comercial y Coordinador General de Colecciones de este museo. Actualmente ejerce como asesor del
Director General del Instituto de la Cinematografía y las Artes Audiovisuales -ICAA- del Ministerio de
Cultura.
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MANUEL LUCENA GIRALDO – CSIC, membro do Conselho de ABC Cultural
es Doctor en Historia de América, Investigador del Consejo Superior de Investigaciones Científicas de
España y profesor asociado del Instituto de Empresa. Ha sido profesor visitante en la Universidad de
Harvard, /Lecturer /en Stanford University y /Visiting Professor/ en Tufts University e investigador
visitante en el IVIC de Venezuela, la Pontificia Universidad Javeriana de Bogotá, el Colegio de México, la
Universidad de Londres y el St. Antony’s College de la Universidad de Oxford. Sus publicaciones se han
ocupado de viajeros y expedicionarios ilustrados, la imagen histórica de los imperios, el reformismo
borbónico y la historia urbana americana. Es colaborador habitual de ABC Cultural y Revista de Occidente.
Sus últimos libros son "Naciones de rebeldes. Las revoluciones de independencia latinoamericanas"
(Taurus, 2010) y "Francisco de Miranda. La aventura de la política" (EDAF, 2011).
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JOSÉ CARLOS VASCONCELOS – Diretor do Jornal de Letras Artes e Ideias
Nasceu em Freamunde, a 10 de Setembro de 1940, mas viveu e estudou (ensino primário e liceal) na
Póvoa de Varzim, onde começou a colaborar muito novo no semanário local o comércio, onde dirigiu
também uma página literária, como aconteceu noutro semanário, de Espozende, o fangueiro. Ainda na
Póvoa começou a ter também intensa actividade de intervenção cultural.
Foi presidente da Assembleia Magna da Associação Académica de Coimbra (a maior associação de
estudantes do país), membro do Secretariado Nacional dos Estudantes Portugueses (ilegal), chefe de
redacção da Via Latina, orgão da AAC e depois dos “estudantes portugueses”, dirigente e ator do teatro
universitário (TEUC). Também chefiou a redacção da revista cultural Vértice, pertenceuà direcção do
Cine-Clube, etc. Como advogado, defendeu numerosos democratas nos tribunais especiais da ditadura,
assim como jornalistas e intelectuais acusados de “crimes de abuso de liberdade de imprensa”. Participou
em múltiplas iniciativas da Oposição Democrática.
A nível sindical foi, além do mais, antes do 25 de Abril, presidente da Comissão de Liberdade de Imprensa
e membro do Conselho Técnico e de Disciplina, e, depois de 1974, presidente da Assembleia Geral. Foi
ainda, a outro nível, presidente da Associação Ibérica de Imprensa Privada (AIPI). Na área política, após o
25 de Abril, pertenceu ás Comissões Políticas das candidaturas à Presidância da República do general
Ramalho Eanes, assim como às Comissões de Honra das candidaturas de Jorge Sampaio. Nunca tendo
tido, nem antes nem depois, filiação partidária, nem aceite qualquer cargo público ou político, foi um dos
principais fundadores e dirigente do PRD, deputado e vice-presidente do seu grupo parlamentar,
abandonando depois o partido por entender que se afastara dos seus princípios e objectivos, que visavam
o aprofundamento, a renovação e consolidação, com mais ética e participação dos cidadãos, do regime
democrático português, num momento em que atravessava um período particularmente difícil.
Ainda como deputado foi presidente da Comissão Inter-Parlamentar Luso-Brasileira. Mais recentemente
pertenceu à Comissão Coordenadora dos Estados Gerais para uma Nova Maioria e à Comissão de Honra
das Comemorações dos 500 Anos do Descobrimento do Brasil. E foi, desde a sua criação, no I Governo
Constitucional, chefiado por Mário Soares, até à sua extinção, num governo de Cavaco Silva, membro da
Comissão do Livro Negro sobre o Regime Fascista e Instaladora do Museu da República e da Resistência,
no âmbito da Presidência do Conselho de Ministros.
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SESSÃO DE ENCERRAMENTO
ANA PAULA LABORINHO – Presidente do Instituto Camões
CARMEN PÉREZ FRAGERO RODRÍGUEZ DE TEMBLEQUE – Secretária Geral do Instituto Cervantes
Nacida en Córdoba. Es Licenciada en Ciencias Geológicas por la Universidad Complutense de Madrid
(1972) y Diplomada en Hidrología Subterránea en la Universidad Politécnica de Barcelona (1974).
Funcionaria por oposición en el Cuerpo Especial de Estadísticos de AISS desde 1975, ha sido Jefa de
Servicio (1991-1992) y Consejera técnica (1983-1989) en varios ministerios de la Administración del
Estado, y Subdirectora General de Cooperación en el Instituto de la mujer (1989-1993). Durante cinco
años residió en Estados Unidos, donde siguió numerosas actividades de formación y perfeccionamiento.
En el Instituto Cervantes, desde 1998, ha ocupado los puestos de Jefa de la Unidad de Apoyo de la
Secretaría General, Directora del Gabinete Técnico de la Secretaría General y Directora de Planificación y
Control de Gestión.
Desde enero de 2009 ocupa el puesto de Secretaria General dentro del Instituto Cervantes.
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