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Farm - Manual de propietario eiman617 (002)

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SECADORES FARM
250/500/750
A LEITURA DESTE MANUAL É
NECESSÁRIA PARA A CORRETA
UTILIZAÇÃO DOS EQUIPAMENTOS.
MANUAL DO PROPRIETÁRIO
EIMAN 617
4000005641
MANUAL DO PROPRIETÁRIO
EIMAN 617
SECADORES FARM 250/500/750
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HISTÓRICO DA REVISÃO
Revisão:
Descrição / Motivo da Revisão:
Data:
Data:
Responsável:
Alt.:
Ass.:
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SECADORES FARM 250/500/750
3
LISTA DAS PÁGINAS VÁLIDAS
FOLHA
ALTERAÇÃO
DATA
CAPA
02
03
04
05
06
07
08
09
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
Este documento é de nossa propriedade, sendo proibidas as cópias, ampliações ou reduções totais ou parciais,
nem podendo ser cedidos a terceiros, salvo com nossa autorização, de acordo com a legislação brasileira.
ELABORAÇÃO
DATA: 30/10/2002
NOME: CLEIA DENISE KRUGER DOS SANTOS
Data:
Alt.:
VERIFICAÇÃO E APROVAÇÃO
DATA: 30/10/2002
NOME: CARLOS ALBERTO ABRAHÃO
Ass.:
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SECADORES FARM 250/500/750
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ÍNDICE
1 - INTRODUÇÃO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6
2 - CUIDADOS E PRECAUÇÕES . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 7
3 - SEGURANÇA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 8
3.1 - CASO DE INCÊNDIO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 8
4 - INÍCIO DA OPERAÇÃO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 9
5 - SECAGEM . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 11
6 - LUBRIFICAÇÃO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 12
7 - REVISÕES . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 13
7.1 - DESCARGA MECÂNICA: . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 13
7.2 - CORREIAS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 13
7.2.1 - Esticamento das correias em “V”. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 14
7.2.2 - Substituíção das correias em “V” . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 14
7.3 - ROLAMENTOS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 15
7.3.1 - Procedimento para verificação dos rolamentos durante a operação: . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 15
7.3.2 - Montagem e desmontagem do rolamento. Cuidados gerais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 15
7.3.3 - Rolamentos de Motores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 16
7.4 - MOTOVARIADOR . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 17
7.4.1 - Troca da correia “V” . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 18
8 - LIMPEZA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 19
9 - CARREGAMENTO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 20
10 - ETIQUETAS DE IDENTIFICAÇÃO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 21
11 - ENDEREÇOS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 22
Data:
Alt.:
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APRESENTAÇÃO
Prezado Cliente:
Desejamos, inicialmente, expressar a nossa satisfação em poder registrá-lo entre os
proprietários de SECADORES FARM 250-500-750 marca “KW”.
Aproveitamos a oportunidade para felicitá-lo pela escolha de um equipamento da
renomada marca “KW”, pois temos a certeza que V. Sa. saberá apreciar as suas qualidades, bem
como a eficiência da nossa Assistência Técnica permanente, sempre que for solicitada.
A seguir passaremos a apresentar o “Manual do Proprietário” dos SECADORES FARM
250-500-750, que temos certeza em muito irá contribuir para o seu eficiente funcionamento, para
a sua longevidade e, sobretudo, para que V. Sa. possa conhecer melhor todos os conjuntos e
detalhes que compõem os SECADORES FARM 250-500-750, o esmerado acabamento e a alta
qualidade dos materiais empregados em sua construção.
Este manual foi elaborado para complementar os demais documentos técnicos utilizados
no canteiro de obras. A sua leitura e utilização permitirá um melhor desempenho o que evitará o
desperdício de trabalho e material.
Atenciosamente,
KEPLER WEBER INDUSTRIAL S/A.
Data:
Alt.:
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1 - INTRODUÇÃO
Este manual contém as informações necessárias para a correta operação do secador.
Portanto, antes de operar leia atentamente as instruções contidas no mesmo.
Os secadores Farm foram desenvolvidos para a secagem de arroz, podendo entretanto
ser utilizados para a secagem de outros tipos de grãos vegetais.
Grãos com alto teor de umidade estão sujeitos à deterioração rápida, sofrendo reações
exotérmicas com aceleração do ataque de insetos. A conservação fica comprometida pelo môfo,
fermentação e pelo princípio de germinação. O objetivo da secagem é diminuir a umidade a um
nível adequado para o armazenamento, cujo tempo é diretamente proporcional à umidade e à
temperatura retidas pelos grãos.
Daí a necessidade de secar e resfriar o cereal e decidir qual a umidade máxima para
cada caso.
A maioria dos grãos é considerada seca quando com 11 a 13% de umidade. De 14 à
14,5% pode oferecer, ainda, boas condições de conservação.
Data:
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2 - CUIDADOS E PRECAUÇÕES
O exaustor do secador deve trabalhar livremente, sem telas para poeira ou outra
obstrução qualquer que possa prejudicar a livre passagem do ar. As correias de acionamento
devem ser mantidas na tensão adequada e toda máquina deve poder trabalhar nas melhores
condições.
O mau funcionamento do exaustor causado pela falta de limpeza pelo tensionamento
incorreto das correias, por rolamentos em mau estado de conservação e por falhas elétricas de
seu motor de acionamento, irá diminuir o desempenho do secador e da fornalha.
IMPORTANTE: Não entre no secador quando o ventilador estiver ligado.
Data:
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3 - SEGURANÇA
3.1 - CASO DE INCÊNDIO
O cereal poderá se inflamar em circunstâncias de sobreaquecimento (provocado por
exemplo, por fagulhas em grande quantidade, acúmulo de impurezas como cascas e pó no corpo
do secador ou temperatura de secagem muito alta). Isso entretando não é comum.
Se ocorrer tomar as seguintes providências para abafar o fogo:
ÿDesligar o exaustor
ÿDesligar o sistema de alimentação de cereal
ÿAbafar a fornalha fechando os cinzeiros
ÿAbrir as portas de alimentação de lenha
ÿAbrir a chaminé
ÿDesviar o fluxo ( impedindo o retorno do produto ao secador)
OBS. : Cuidar para não ultrapassar a capacidade do elevador.
NOTA: Não jogar água.
Após descarregado o secador, verificar o ponto de princípio de incêndio e retirar o cereal
que ficou no mesmo.
Data:
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4 - INÍCIO DA OPERAÇÃO
1- Regulagem do fluxo
a) Antes de Efetuar a Carga do secador:
ÿVerificar se as tampas para limpeza localizadas a baixo das eclusas estão todas fechadas e trancadas e se nenhum pino de segurança das eclusas está quebrado. (é um
pino para cada eixo, localizado na engrenagem de acionamento).
PINO
TRAVAS
ECLUSAS
ENGRENAGEM
DE ACIONAMENTO
FIG. 01
ÿVerificar se as correntes do acionamento estão limpas e corretamente posicionadas.
ÿRegular o motovariador em aproximadamente 40,5 rpm para o Farm 750,30 rpm para o
Farm 500 e 18rpm para o Farm 250. Com esta regulagem, o fluxo deverá ser 120 ton/
h e 48 ton/h respectivamente para o Farm 750, Farm 500 e Farm 250. A regulagem no
motovariador é feita girando-se o manipulo localizado na parte frontal do mesmo.
IMPORTANTE: Nunca regular o motovariador parado.
b) Carga do Secador
ÿPosicionar o fluxo do sistema de modo que o produto que esteja saindo do secador
retorne ao funil de carga.
ÿLigar o elevador de carga
ÿLigar os demais equipamentos que antecedem o elevador no fluxo do cereal úmido.
NOTA: Manter o motor do exaustor desligado.
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CONTROLE DE NÍVEL
O secador é dotado de controle de nível máximo de cereal. Este dispositivo está situado
na câmara de repouso e é de fácil acesso através da plataforma de serviço e funil de carga.
Nota: Por não possuir cano ladrão, é importante que este dispositivo de controle de nível
esteja sempre funcionando, para evitar o enbuchamento do elevador de carga.
O controle de nível é constituído de uma chave automática que pode acionar um alarma
sonoro ou visual e/ ou desligar a alimentação.
O controle de nível não regula a capacidade estática máxima do secador.
Ele é posicionado de modo que seja possível, uma operação segura durante o
carregamento, dando tempo suficiente para que o operador interrompa o fluxo do produto,
evitando o embuchamento do elevador.
c) Quando Secador Estiver Carregado
Após completada a carga do secador o operador deverá tomar as seguintes
providências:
ÿFechar o registro da moega
ÿBloquear as máquinas que antecedem o elevador, evitando assim o embuchamento.
Data:
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5 - SECAGEM
Os secadores Farm foram projetados para realizarem secagem tipo “intermitente”,
também chamada secagem por cargas.
Quando a carga estiver seca, esvazia-se o secador, para iniciar nova carga.
Com o intuito de ganhar tempo de uma descarga completa, pode-se operar
conjuntamente a descarga do produto seco com a carga do produto úmido, com o cuidado de
medir a umidade de saída do grão em intervalos menores. (desde que o lay-out - fluxo - permita).
NOTA: Este procedimento pode ser respeitado por no máximo uma semana ( se o
produto for limpo), ou dois ou três dias se houverem impurezas, quando então o secador deverá
ser esvaziado e limpo.
A temperatura de secagem recomendada é de 120ºC. A regulagem da temperatura é
feita nos registros de ar frio da fornalha, que deverão ser abertos até que se obtenha a
temperatura desejada.
IMPORTANTE: Deve ser feito o resfriamento do produto para uma armazenagem
segura.
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6 - LUBRIFICAÇÃO
Apenas a descarga e o exaustor dos secadores necessitam de lubrificação periódica.O
lubrificante indicado é graxa sabão de lítio, NLGI nº.2 e a aplicação por bomba manual deve ser
feita na correntes / engrenagem e por enchimento nos mancais de rolamento do exaustor.
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7 - REVISÕES
7.1 - DESCARGA MECÂNICA:
Diariamente devem ser revisadas as correntes do acionamento, se estão limpas,
corretamente posicionadas e esticadas. O esticamento é feito através do parafuso esticador. Deve
ser verificado também se as tampas sob as eclusas estão fechadas e travadas, e se não há algum
pino de segurança quebrado ( é um pino por eixo localizado na engrenagem de acionamento). Se
algum estiver quebrado, substituí-lo por outro com igual diâmetro 8mm (maciço) e semelhante
resistência mecânica (aço SAE 1020).
PINO DE
SEGURANÇA
ENGRENAGEM
ESTICADORA
ENGRENAGEM
ENGRENAGEM DA
DESCARGA
CUBO
ENGRENAGEM DO MOTO VARIADOR
FIG. 02
NOTA: Não devem ser usados pinos com aço de qualidade superior à recomendada nem
pinos elásticos, pois desta forma em casos de sobrecarga nas eclusas os mesmos não romperiam
deixando o motovariador sem proteção, sujeito à tensões que poderiam danificá-lo.
7.2 - CORREIAS
As correias em “V” possuem a tendência a alongar-se com o uso, de modo que deverão
ser inspecionadas periodicamente. Se as correias vibrarem muito, verificar a tensão das mesmas
(ver figura 3), o alinhamento das polias e se polias estão montadas sem folga em seus eixos.
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T(CÃ
O
T
100
)
TENSÃO CORRETA DAS CORREIAS
FIG. 03
Não deixe as correias funcionarem frouxas.
7.2.1 - Esticamento das correias em “V”.
Para esticar as correias em “V” do exaustor, é necessário afastar o motor, soltar (não
tirar) as porcas de fixação e forçar o deslocamento do motor por meio do parafuso esticador
horizontal com o desalinhamento, que inicialmente também deve ser afastado para permitir esta
operação. Feito isto, com o auxílio do parafuso de alinhamento, recolocar o motor em posição
paralela anteriormente ocupada. A razão disto é que com o uso só do parafuso horizontal, o motor
permaneceria em posição oblíqua (enviesado) devido a resistência oposta pelas correias (ver fig.
4).
MODO DE TENSIONAR AS CORREIAS
PARAFUSO
DE
ALINHAMENTO
PARAFUSO ESTICADOR
POLIA
CORREIAS
VERIFICAR O ALINHAMENTO DAS POLIAS
FIG. 04
7.2.2 - Substituíção das correias em “V”
No caso de substituir as correias, use sempre um jogo das correias em “V” do mesmo
número, código e fabricante.
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Para efetivar a troca, soltar o esticador das correias e retirar óleos, graxas, ferrugem e
qualquer asperezas das polias.
O novo jogo de correias deve ser colocado sem o uso de ferramentas.
Esticar novamente as correias e verificar o seu alinhamento. Após as primeiras horas de
funcionamento, tensionar novamente as correias.
7.3 - ROLAMENTOS
A vedação altamente eficiente dos rolamentos usados na descarga, evita penetração de
sujeira no rolamento e saída de graxa do mesmo, sendo dispensável sua lubrificação periódica.
(Os rolamentos são fornecidos com graxa à base de lítio).
7.3.1 - Procedimento para verificação dos rolamentos durante a
operação:
1. Ruído: Coloque um bastão de madeira ou uma
chave de fenda contra o alojamento o mais próximo possível do
rolamento. Coloque o ouvido na outra extremidade e ouça. Se
tudo estiver bem, deverá ser escutado um ruído suave. O som
de um rolamento danificado é diferente, podendo apresentar
características irregulares. Em caso de dúvida, desmontar e
verificar o rolamento.
FIG. 05
2. Temperatura: Verificar a temperatura do mancal,
simplesmente colocando a mão no alojamento do rolamento. Se
a temperatura parecer além do normal, ou com variações
bruscas, é uma indicação de que algo está errado. Neste caso
desmontar e verificar o rolamento.
FIG. 06
7.3.2 - Montagem e desmontagem do rolamento. Cuidados gerais
a) DESMONTAGEM:
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Quando um rolamento vai ser novamente usado após a desmontagem, em hipótese
alguma a força de desmontagem deverá ser transmitida através dos corpos rolantes.
Os rolamentos podem ser removidos do assento pela aplicação de pequenos golpes de
martelo por meio de um punção adequado ao redor da face do anel, ou mediante um extrator de
rolamentos. As garras do extrator deverão ser aplicadas contra a face do anel a ser desmontado
(ver fig. 7), ou sobre uma peça adjacente.
FIG. 07
b) MONTAGEM
Todos os componentes da aplicação de rolamentos (caixas, eixos, etc.) deverão ser
cuidadosamente limpos, eliminando-se todas as rebarbas; as superfícies em bruto das caixas
fundidas deverão estar isenta de areia. Os rolamentos novos deverão ser conservados em sua
embalagem originais até o momento da montagem, para evitar a contaminação. Em geral, o
protetor antioxidante aplicado nos rolamentos novos deve ser retirado apenas da superfície
externa e do furo do rolamento. Os rolamentos fornecidos pré-engraxados nunca deverão ser
lavados antes da montagem.
Antes de montar os rolamentos, as superfícies dos assentos deverão ser ligeiramente
cobertas com óleo.
Os rolamentos poderão ser montados sobre seus assentos aplicando-se pequenos
golpes de martelo sobre um pedaço de metal mole, preferivelmente em forma de tubo, disposto
contra a face do anel. Os golpes devem ser distribuídos uniformemente para evitar que o
rolamento fique desalinhado sobre seu assento.
7.3.3 - Rolamentos de Motores
É essencial que a desmontagem de um motor para trocar rolamentos, seja feito por
pessoal competente e com uso de ferramentas apropriadas.
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Os rolamentos do motor elétrico são fornecidos com graxa suficiente para um período
longo de funcionamento.
O intervalo de relubrificalção com condições normais de trabalho.
25 CV - 6P
15 CV - 6P
7,5 CV - 4P
16.000 HORAS
16.000 HORAS
15.000 HORAS
TABELA
Graxas Recomendadas Para Rolamentos de Motores
(Temperatura de Trabalho de -20ºC a 1302ºC)
FABRICANTE / GRAXA
FABRICANTE / GRAXA
ESSO
Beacom 2
Atlantic
Litholine 2
Shell
Alvania 2
Ipiranga
Isaflex ep2
Petrobrás
Lubrax Gm A2
Texaco
Multifak 2
PROCEDIMENTO
Com o motor desmontado e sem remover os rolamentos do eixo, deve-se retirar toda a
graxa e lavar os rolamentos com óleo diesel ou querosene até ficarem completamente limpos.
Depois da lavagem, preencher imediatamente com graxa os espaços existentes entre as
esferas e as gaiolas dos rolamentos.
Nunca fazer girar os rolamentos secos após a lavagem. Para inspecioná-los, colocar
algumas gotas de óleo de máquina.
Na realização dessas operações, recomenda-se o máximo cuidado e limpeza a fim de
evitar qualquer penetração de detritos e poeiras que poderiam causar danos aos rolamentos.
Todas as peças externas devem ser limpas antes da remontagem.
ATENÇÃO: Não use graxa em demasia. O excesso de graxa é mais prejudicial do que
sua falta para os rolamentos.
7.4 - MOTOVARIADOR
ÿNunca regular quando parado
ÿFazer regulagem completa uma vez por semana
(Variações completa da rpm mínima até a máxima)
As únicas manutenções necessárias no motor consistem em verificar o livre acesso ao ar
de refrigeração, a limpeza das aletas da carcaça e o controle auditivo dos rolamentos. Durante
uma desmontagem os rolamentos deverão ser limpos e engraxados.
Quando o motor opera um ambiente poeirento ou muíto úmido, é importante juntar os
encaixes com cola de vedação e vedar a caixa de ligação.
Os variadores não necessitam de manutenção, exceto um controle ocasional da correia
larga “V”.
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Observar que as entradas e saídas de ar de refrigeração estejam livre. Caso haja autovariação (variar varia por si só) do volante (4), deverá ser desrosqueada a porca sextavada (5) e
em seguida dado um aperto no parafuso (6).
A
B
POLIA MOTORA EV
1
2
3
POLIA MOVIDA EVF
FIG. 08
7.4.1 - Troca da correia “V”
Caso seja necessário uma troca da correia, deverá ser procedido da seguinte forma:
ÿElevar a velocidade do variador à rotação máxima e desligá-lo.
ÿAtravés do volante de variação manual (que é girado a esquerda), abrir o conjunto de
discos de acionamento até o encosto.
ÿRetirar as duas tampas da ventilação como também a tampa (2), que é bipartida,
desparafusar a tampa mancal (3) e removê-la.
A metade da carcaça do variador (A) após remoção dos quatro parafusos sextavados (1)
é facilmente desmontável.
ÿRetirar a correia e substituí-la.
ÿFixar a metade da carcaça (A) à metade (B)
ÿFixar as tampas (2) e (3).
Após fixação das tampas de ventilação o variador está apto ao funcionamento.
Antes do teste de funcionamento faz-se necessário o esticamento da correia, o que
ocorre girando-se o volante de variação à direita, até que se sinta uma resistência ao mesmo.
Outros serviços de manutenção não são necessários.
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8 - LIMPEZA
Considerados de grande importância, a seguir são enumerados os pontos vitais do
complexo que não podem ficar sem serem limpos, ao mesmo tempo em que é indicado onde,
quando e como fazer a limpeza.
a) Difusor da Fornalha e do Exaustor: A limpeza dos difusores (retirada dos grãos no lado
da fornalha e do lado do exaustor) deve ser realizada imediatamente após o carregamento.
b) Câmara de secagem: É necessário limpar semanalmente a câmara de secagem,
evitando com isto que o cereal ou as impurezas, eventualmente retidas,
excessivamente secas entrem em conbustão. Em caso de produto com muita
impureza, limpar a cada dois dias.
c) Descarga: A descarga deve ser limpa semanalmente.
A operação de secagem deve ser monentaneamente interrompida para remoção de
qualquer elemento que eventualmente penetre no secador.
Para tanto, realizar o seguinte procedimento:
ÿDesligar o sistema de ar quente
ÿDesligar o exaustor
ÿDescarregar o secador
ÿAbrir as tampas sobre as eclusas
ÿAcionar a descarga de alguns minutos, para que as impurezas ou o restante do cereal
caiam para o funil.
ÿLigar por alguns minutos o exaustor, para que seja removida toda e qualquer palha ou
outra impureza, através da passagem de ar pelos dutos.
ÿLimpar através dos registros o pé do elevador.
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9 - CARREGAMENTO
Cada embarque ou carregamento é verificado antes de deixar a fábrica. Todas as peças
e componentes da máquina são relacionados item por item na nossa lista de carregamento que
acompanha o pedido.
O número e descrição de cada item, embalagem, avulsos, etc, são listados no
conhecimento de embarque. Ao transportador cabe a responsabilidade pela entrega segura de
toda mercadoria no seu destino, na mesma ordem em que foi proposto ao embarcador. Em caso
de falta ou dano, o cliente deve reclamar contra a transportadora por falta de material ou
danificações.
O cliente encontra na lista de embarque todos os itens do carregamento. Confira cada
peça com a lista. Verifique a descrição, especificação, quantidade, etc. Se houver qualquer
diferença, notifique-nos imediatamente.
Peças pequenas, como arruelas e parafusos são tão importantes como as maiores.
Certifique-se de que elas estejam colocadas e verifique qualquer embalagem antes de jogá-la
fora. Não nos responsabilizamos por perdas que estejam listadas ou incluídas nas nossas lista de
embarque.
As peças devem ser armazenadas de modo que possam ser facilmente localizadas e
protegidas das intempéries, principalmente componentes sensíveis como motores, rolamentos,
correias, etc.
NOTA: Não usar os componentes ou peças para outros fins, a não ser para a instalação à qual os
mesmos se destinam.
Data:
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10 - ETIQUETAS DE IDENTIFICAÇÃO
As etiquetas de identificação apresentam a descrição,
código e número de série dos equipamentos KW e devem ser
fixadas nas placas de identificação.
A “não fixação” da etiqueta dificulta a identificação futura
do equipamento.
Estas informações são muito importante para a
identificação futura do equipamento, principalmente para reposição
de peças e ampliações.
VEJA AO LADO, INSTRUÇÕES PARA
A FIXAÇÃO DA ETIQUETA
A etiqueta a ser fixada na placa de identificação deve ser
destacada, sem ser dobrada, para isto proceda conforme figura ao
lado.
Deve se tirar o papel da etiqueta e após colada sobre a
placa de identificação do equipamento.
CLIENTE:
EQPTO:
REF:
SÉRIE:
Estr.:
Localização das placas de identificação no produto:
1104133510 - na descarga próximo ao acionamento.
SÉRIE - corresponde ao
pedido, obra, seqüência
e ano.
ADESIVOS DE SEGURANÇA
CÓDIGO
LISTADO
ESPECIF
DESENHO UM QUANT
DESCRIÇÃO
LOCAL
1104133684 9121182553 UN
01
PERIGO Não abrir as tampas com o equipamento em operação 01 por módulo descarga
1104133692 9121182758 UN
02
PERIGO Não abrir a porta com o equipamento em operação
porta de acesso
1104133730 9121183150 UN
01
PERIGO Mantenha as mãos afastadas
01 por módulo de descarga
1104133765 9121183452 UN
02
ATENÇÃO Manter a tampa fechada
funil carga e descarga
1104133846 9121184254 UN
01
CUIDADO Suba com segurança
escada externa
Data:
Alt.:
Ass.:
MANUAL DO PROPRIETÁRIO
EIMAN 617
SECADORES FARM 250/500/750
22
11 - ENDEREÇOS
Data:
Panambi - Fábrica II
Av. Adolfo Kepler Júnior, 1500
Fone (0xx55) 3375-9800
Fax (0xx55) 3375-3166
CEP 98280-000 Panambi - RS
CNPJ 87.288.940/0002-97
Inscr. Est. 090/0016124
Goiânia
Av. Castelo Branco, 1587
Quadra 38 - Lote 32 - Setor Coimbra
Fone / Fax (0xx62) 233-4500
CEP 74533-010 Goiânia-GO
CNPJ 87.288.940/0007-00
Inscr. Est. 10.179.438-9
Panambi - Peças e Serviços
Rua Hermann Faulhaber, 216
Fone (0xx55) 3375-9800/ 3375-4000
Fax (0xx55) 3375-4277
CEP 98280-000 Panambi - RS
CNPJ 87.288.940/0003-78
Inscr. Est. 090/0016132
Cuiabá
Rua 57, n° 90 - Boa Esperança
Fone (0xx65) 627-1087
Fax (0xx65) 627-1885
CEP 78068-530 Cuiabá - MT
CNPJ 87.288.940/0006-10
Inscr. Est. 13.038.137.7
Porto Alegre
Rua Andaraí, 566
Fone (0xx51) 3361-9600
Fax (0xx51) 3341-2578
CEP 91350-110 Porto Alegre - RS
CNPJ 87.288.940/0011-88
Inscr. Est. 096/2029645
São Paulo
Av. Sen. Casemiro da Rocha, 609
6º Andar - Salas 63/64 - Mirandópolis
Fone/Fax (0xx11) 5581-1166
CEP 04047-001 São Paulo - SP
CNPJ 87.288.940/0018-54
Inscr. Est. 113.503.879.115
Cascavel
Av. Presidente Tancredo Neves, 1643
Fone (0xx45) 226-5422
Fax (0xx45) 226-6924
CEP 85804-260 Cascavel - PR
CNPJ 87.288.940/0005-30
Inscr. Est. 41.007.959-A
Bauru
Rua Domingos Biancardi, 1-116
Distrito Industrial
Fone (0xx14) 230-3070
Fax (0xx14) 230-1406
CEP 17034-420 Bauru - SP
CNPJ 54.423.918/0001-72
Inscr. Est. 209.086.832-113
Alt.:
Ass.:
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