El Pensamiento Español: Diario Católico, Apostólico, Romano del

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A ñ o 'V i l . — Número 2107.
Sábado" 10 (If* N r.vicnibre Je IS fifí
Año V II.— Número 21U".
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de
DIARIO CATÓLICO, APOSTÓLICO, ROMANO.
PsECios DE SDscBicion.— En Madrid-. I ® rs. al mes.— En PTñvincias:
rs. al mes y 6 0 p o r trim estre en casa de los comí»
sijo ad o s, y 1 9 rs. al mes y 5 # trim estre en la administración.—E n el Earíronjero: 7 0 rs. trim estre.— En ültramar-. 9 0 rs.
trimestre.— La admiuistracion no responde de los sellos q ue se le rem itan en carta sin certificar.
PARTE EXTRANJERA.
Ni ios p eriódicos e x tra n je ro s llegados a y e r, y
q ue liemos exam inado detenicicunente, n i las c o r­
resp o n d en cias p articu lares, n i el telégrafo, dan
espücacion alg u n a resp ecto á las dos g rav es no*
ticias d e q u e ay er n o s hicim os c arg o e n la par<
t e e x tra n je r a y e n la d e fondo; esto e s, <le la p r ó ­
x im a ida de l a e s cu a d ra d e l re in o d e Italia á Civ ita Veccliía y d e los q u in c e m il Toluntarios ga<
ribald in o s q u e e stá n p re p a ra d o s y arm ad o s.
A guardem os, pues, a n te todo, q u e se coníirm e
ó desm ienta la n oticia , p e ro vivam os p rev en id o s
p o rq u e , co m o h em o s d ic h o ya, e n el estado á q u e
h a n llegado las cosas n ad a h ay im po sib le. El
m ism o valor q u e d e m u e s tr a P ió IX en t>us ú lti­
m as alocuciones h a p u esto fu era d e si á los r e ­
volucionarios, y m ovidos com o e stán p o r el d e s ­
p ech o y p o r la ráb ia ¿de q u é no s e r á n capaces?
N oticias telegráficas d e Venecia h a b la n de la
e n tra d a de V ícto r M anuel en aquella ciudad el
d ía 7, y p in ta n con los m á s vivos c o lo res el e n ­
tu s iasm o co n q u e el pueblo h a re c ib id o á S. M.
T am b ién se celeb ró c o u g ra n e n tu sia s m o el t r i u n ­
fo de G aribaldí en Sicilia, y hoy los h ab itan tes
de esta isla viven in tra n q u ilo s e n t r e e l te m o r
de u n a n u ev a in s u rre c c ió n y los re s to s d e b p r i ­
m e r a , y a terro rizad o s p o r los m e d io s d e r e p r e ­
sión usados p o r tas a u to rid ad es m ilita re s. Los
sicilianos viven en estado d e sitio y am en azad o s
quizá d e nuevos tra s to rn o s , y los h e r m a n o s r e ­
d im id o s del Véneto e n t o n a n albricias p o r su
cam bio de n acio n alid ad y d e S o berano. Los que
a b rie ro n su s brazos á G aribaldí e n 18C0 y a n h e ­
laban v e r l u c ir el d ia d e la em a n c ip ac ió n de
Venecia y R om a, re n ie g a n d e s u s u e r te al c u m ­
p lirse la p rim e r a p a rte del q u e h a sido p o r t a n ­
to tiem po el p ro g ra m a d e todos los itallanísim os. ¿Quién sab e si a l c u m p lirse la seg u n d a,
dado caso d e q u e la P ro v id e n c ia deje q u e la r e ­
volución se ap o d ere d e Eloma, los h a b ita n tes
del V éneto s e e n c o n tra rá n e n ig u a les c irc u n s ­
ta n cias q u e hoy lo s sicilianos?
L a aleg ría oficial p o r la c o n q u ista d e l Vénete
1 0 obsta p a ra q u e co n tin ú e n las c o n d e n a s á d o ­
micilio forzoso. El m ism o d ia en q u e Ricasoh
d ec la ra b a q u e cesab an en el re in o la s m edidas
estraletjales, salían d e Mesína e m b a rc a d o s c a ­
torce su p e rio re s de casa s religiosas condenados
á alejarse d e su p á tria sin s o m b ra d e d e lito. De
esos cato rce respetabilísim os S ac e rd o te s, cinco
fuero n destinados á T u r i n , cinco á Milán y c u a ­
tr o á Curaeo. P a r a la saUda d e l próxim o vapor
q ued ab a d isp u esto en Mesina u n n u ev o c a r g a ­
m en to de frailes. Si alg ú n S acerd o te ó algún
Obispo so n p u e sto s e n lib e rta d a l cabo d e cinco
ó seis m eses d e rele g a c ió n , p ro n io se e n c arcela
á o tro s S acerd o tes ó religiosos. «¡Sublim e c o ­
m e n tario á la ú ltim a A locucion d e S u Santidad! >
exclam a u n diario d e T u r i n q u e p u b lica las p r e ­
c ed en tes noticias.
E l r u m o r d e la alianza e n t r e P ru sia y Rusia
a dq u iere cada dia m a y o r co n siste n cia. C o n trib u ­
ye en c ie rta m a n e r a á d á rs e la u n a rticu lo p u b li­
cado eu u n o d e su s úlcímos n ú m e ro s p o r la
Gacela d e M oscou, a c erca d e la f u tu r a actitu d
d e llu sía. E s te d ia rio sie n ta fra n c a m e n te q u e
despues d e los cam b io s o c u rrid o s re c ie n te m e n ­
t e en E u ro p a , los in te re s e s d e e s ta re c la m a n
u n a política d istin ta d e la q u e h u b ie ra exigido
h ace u n o ó dos a ñ o s ; q u e los ú ltim o s ac o n teci­
m ien to s h acen q u e A u s tr ia se a c e rq u e m á s á
F r a n c i a , y n o p u d ie n d o l’ru s ia te r c ia r en este
concierto e n t r e A u stria y F ran cia , re s u lta in d i­
cado o tro e n t r e los G abinetes d e 13mlín y San
P ete rsb u rg o .
E l diario im perialista L a F r a n c e to m a p o r su
c u e n ta el a rtíc u lo do s u colega m oscovita, y
despues d e a d v e rtir q u e este n o tien e ya el ca­
r á c t e r semí-olicial q u e te n ia a n t e s , c o n lo cual
8in d u d a t r a t a d e a m e n g u a r la im p o rta n c ia de
sus palab ras, in te n ta d e m o s tr a r q u e n o tienen
fun d am en to los proyectos y tendencias q u e en
ellas traza, y las razo n es q u e su p o n e p a ra ello
q u e P ru sia d eb e estar y a satisfecha co n sus
decientes triu n fo s, q u e es sig n a taria d e los t r a ­
tados de P arís, y p o r co n sig u ie n te , tie n e interés
la cu estió n d e O rien te, y q u e P ru sia y R usia
Encontrarían fre n te d e «i reu n id o s el in te ré s d e
Francia y el de In g la te r ra , e l d e A u stria y hasta
®1 del rein o de Italia, q u e peleó en Criiflea con
aliados.
No n o s co n v e n c e n , n i so n p a ra c o n v en cer á
*'3die, las razonen q u e alega L a F ra n ce . Que
^'•■«sia n o está todavía satisfecha lo sab e p e r ­
fectamente el diar.o b o n a p a rtista ; q u e el in te rés
'|u e te n g a el Gobierno d e B erlin en la c u estió n
Oritíiite lo tr u e q u e p o r e l apcyo co n veniente
P^ra seguir ad ela u te la o b ra d e la unificación
Alem ania, cosa e s q u e n o p u ed e s o r p re n d e rá
J^iadie, y p o r ú l t i m o , tam poco es p a ra h acer
“erza la razón d e q u e a l in te ré s de P ru sia y
*usiu, aliadas, se o p o n d ría el d e to d a s las naC'ones q u e c ita , en p rim e r lugar, p o rq u e es m uy
^d"So q u e todas estas naciones se entendiesen,
y ad em as, p o rq u e p recisam en te la posibilidad, ó
m e jo r si se q u ie re , la p ro b ab ilid ad de qite para
oponerse á los pla nes am biciosos de R usia en
O r ie n t e , se u niesen algunas P o ten c ias del O cci­
d e n te , es lo q u e d e t e r m i n a r á ó h a b r á d e te rm i­
nado al G abinete de S a n P e te rs b u rg o á b u sc a r
un aliado y ofrecerle u n p rem io .
P o r n u e stra p a r t e , n o tr a ta m o s de d a r a l a r ­
ticulo del D ia rio d e M oscou m ás im p o rta n c ia de
l a q u e m erezca; ta l vez tenga razón L a F ra n c e al
s u p o n e r q u e ese artíc u lo es u n a especie de li­
sonja á P ru sia p a ra d is p o n e r á la o pinion p ú b h c a d e aquel pais á que ^e m u e s tr e m ás benévola
q u e h a sta aquí hacia R u s ia , p e ro esto p o r si sólo
ya da alg u n a im p o rta n c ia á las p ala b ra s del dia­
rio ruso y a u n á los r u m o r e s de alianza rusop ru s ia n a . ¿No es, p o r o tr a p a ríé , digno de no­
tarse que lo q u e L a F r a n c e llam a proyectos y
te n d en cias del D iario d e M oscou, convenga casi
con ex a c titu d 'con las noticias que se h a n p u b li­
cado com o p o rm e n o re s de ias condiciones de la
alianza? E llo es q u e el d ia rio citado ase g u ra q*e
P ru s ia ha h e c h o indicaciones p a r a u n a alianza.
P arece q ue cierto n ú m e r o d e h o m b r e s palití c o s d e la A lem ania del S u r , q u e no participan
de las sim patías m anifestadas po r algunos m ie m ­
b ro s d e la s co m arcas de aquellos E stados hacía
P r u s i a , h a n convocado en S tu t tg a r d una A sam ­
blea de p atrió la s p a r a p o n e rs e d e acu e rd o acer­
ca de la pohtica q u e d eben seguir en las c u e s ­
tiones a le m a n a s. A l efecto, h a n p u b h cad o u na
carta en la cual d icen q u e A lem ania está p r o ­
visionalm ente desgarrada en tr e s po rcio n es, por
la política de h ie rro y sangre; q u e pesa u n a
a m a rg a aflicción s o b re todos los am igos de la pátria, causada p o r el u ltra je inferido á la nación y
a s u d e re c h o , á la u n í d a d y á la lib r e d is p o s ic io n
de a q u ella, y c o n el obje to de q u e el p e sa r no se
co n v ie rta en desaliento es p reciso q ue los h o m ­
b re s p ensadores se u n an . L os au to re s de esta
c a rta c r e e n n ecesaria la C onfederación del S u r
y del N o r te , p e r o a s e g u r a n q u e no p u e d e te n e r
lu g a r sino sobre u n a b a s e fe d erativ a t>con la g a ­
rantía de la a u to n o m ía justificada y del libre
desenvolvim iento c o n stitu cio n al de los E stados
p a rtic u la re s, tal com o s e l o r m u la pn la C o n s titu ­
ción del Im p e rio de 184!). y en la declaración
de los derechos fu n d a m e n ta le s del pueblo alem a n .»
L os disid en tes, p u e s así p o d em o s llam a rlo s,
poncluyeu in v ita n d o á los que com o ellos p i e n ­
s a n á u na g ra n re u n ió n q u e ha d e c eleb rarse
e n u n a fonda de S tu ttg a r d el 11 del c o r r ie n t e .
A un no se ha c o m p letad o la unidad de Ita lia ,
y p uede a s e g u ra rse q u e no hay pueblo d e los
q ue coadyuvaron á esa obra q u e no esté p e sa ro ­
so de h aberlo h echo; el d e s c o n te n to es general,
¿Sucederá lo m ism o e n P rusia? Tal vez está su­
cediendo ya.
OESPACnOS TJLB5RÍFIC0S.
9 .—El Monileur desmiente la noticia da­
da por algunos periódicos de que el Gobierno fran­
cés habla hecho una declaración de gnerra al Gobieroo real de Corea.
El Gobierno francés, poco enterado hasta ahora
de los sucesos ocurridos, han enviado al alm irante
Roze coa la misioa especial de hacer un recono­
cimiento de las costas de Corea y tom ar informes
sobre el verdadero estado de las cosas.
P
N
a r ís,
oeva- Y obk,
7.—Precio del algodon, 40.
D.— Se ha declarado oficialmente la
desaparición de la epidemia colérica en esta ca­
pital,
V e s e c i a , 8 . — E l Rey Víctor Manuel continúa
aquí, siendo objeto de grandes ovaciones.
A msterdab,
P a r í s , 'J.— La córte saldrá para Compiegne el 13
del corriente m es.
Cuarenta y dos estudiantes han sido puestos en
arresto el miércoles p a s a d o , en el café de la pla­
za de Saint-Michel (Sao Miguel), bajo la prevencioo de estar reunidos clandeslioamente en asocia*
cion secreta.
CotizacioQes oficiales de la Bolsa:
El ó po r l&O fran cés, 69-15 (15 céntim os en
alza).
El 4 li2 francés, 97-20 {20 céntim os en alza.)
Consolidados ingleses, 39 l [ ^ á 5[8.
Fondos españoles:
3 por 100 interior, 32.
5 po r 100 diferido, 33.
A U S T R I .k . — La G acetade Vícnoanuncia ofi­
cialmente la coQvocacion de la Dieta h úngara para
el 19 del actual.
Se atribuye á M. do Beust este cambio de actitud
de la córte austríaca respecto de la iluogria. S a ­
bido es que la inteligencia con este pais es la base
del plan que el hom bre de Estado sajón h a for­
mado p a r a l a restauración del Imperio austríaco»
B sti dispuesto, segLin se dic>% á hacer á los h ú n ­
garos grandes concesiones para llegar á una tran­
sacción que asegure su apoyo á la corona de los
Ilapsburgos.
A l i E l l . l ü ' I A D E L S l i l í . —La .Vaecíi Gace­
ta alemana inserta una invitación dirigida á los
patriotas alemanes por varios hombres políticos
del Sur, enemigos declarados de la influencia prusiaoa en su país. P a ra d;ic un centro de acción á
los trabajos de este grupo político, proponen los
PiníTOs DI soscmcioit.__Madrid: En la adm inistración, calle de Pelayo, núm eros 38 y 40. cuarto principal de la derecha.—
__Provincias: En los puntos que se anuncian el último dia de cada mes.— PaiHs: Agencia franco-espaflola deD . C. A. Saavedra, 55, Rué Taitbout.— íí(ini7a: D. Francisco Zudaire, Presbítero y D. Quintiu Zavildea.
reanimación general el cambio de política im pe­
rial, y que derogados los impolíticos é irreligiosos
decretos sobre cementerios, estos habrán vuelto á
ser entregad is á la autoridad eclesiástica, con la
intervención que siempre tuvo la civil respecto de
la salubridad.
ñrmafftes de la carta que se celebre u na Asam­
blea en Stuttgard el dia 11 del actual, i la cual
son convocados los verdaderos am antes da la pá­
tria alemana amenazada. Asimismo lo dice la invi­
tación.
Entre los firmantes figuran MM. W elker. Slittermaier, Hitzig, lleid e lb erg , cuatro diputados de
Carlsrühe, dos deS tuttgard y tres de Baviera, i n ­
cluso el presidente de la Cámara, Mr. Pcerl.
P I l M O l i T E . —El Temps de P arís asegura
que Víctor Manuel hn sufrido no ha mucho en
T urin un vómito de s a n g r e , accid en te, aíiade,
bastante común en las personas de complexión
sanguínea, como lo es el Rey del Piamonte, y que
solo ofrece peligro cuando se repite con fre­
cuencia.
C í i T A n O S P 0 . \ T i F l C 1 0 S . — Los mismos
periódicos que días atrás hablaban de la próxima
sahda de Roma de Francisco 11, aseguran hoy que
parece positivo que el Rey de Nápoles ha recha­
zado la coodicion que se le imponía por el Gobier­
no de FioreBcia p ara devolverle sus bienes p a t r i­
moniales, y que consistía en su salida de Italia.
Francisco II piensa perm anecer en Roma todo
el tiempo que esté allí el Padre Santo.
—El patrimonio de San Pedro que actualm ente
posee el Soberano Pontífice hoy consta de 700,000
habitantes, y de ellos pertenecen 203,896 á Roma,
14.000 áViterbo, 13,000 á Velletri, 11,370 á A la tri
y 10,000 á Civita-Vecchia. El resto de la pobiacion está esparcida en los campos.
— Los em bajadores de Austria y Francia cerca
de la Santa Sede están ya en camino de Roma y el
duque de Saldana, que lo es de Portugal, ha r e ­
cibido de! Rey la orden de regresar á la capital del
mundo cotólico. Inglaterra tiene tam bién en la
ciudad Eterna algunos de sus primeros hom bres de
Estado.
F R A I Í C M . —Según nos comunicó el telégrafo,
el 6 se reunió en las Tulleiias, con asistencia del
Emperador, la comision nom brada para proponer
u n nuevo sistem a de reorganización del ejército.
La comision se separó sin fijar dia p ara reunirse
de nuevo, pero se cree que m uy pronto se verifica­
rá su segunda reunión, pues cada dia se conside­
ra en Francia más urgente prepararse p ara las
eventualidades g uerreras que todos temen.
En prueba de ello, véase cómo se esplica el Mo­
nitor dei ejército, diario oficial del imperio:
• Hace tiempo que los periódicos se entregan
conjeturas más ó menos erróneas sobre el resul­
tado de los futuro* trabajos de la comision supe­
rior establecida para lu r e o r g a n i z a c i o Q de nuestro
estado militar^ por decreto im perial de 2G de Oc­
tubre últim o.
Varios piensan que se va á sustituir una especie
rffi Guardia nacional movilizada al ejército p e rm a ­
nente , y calculan las economías que una medida
de esta clase perm itiría hacer, según e llo s , en ej
presupuesto de la Guerra. Conviene que no tomen
crédito semejantes errores. Los guardias naciona­
les no son. ni serán nunca, m ás que u na reserva.
P or lo ta n to , antes de tener una reserva, es m e­
nester te n e r un ejército, y con el sistema preco­
nizado por algunos p erió d ico s. ni habría ejército
ni reserva.
No es el mom^^nto o p o rtu n o , cuando los acon­
tecimientos que acaban de tener lugar en Europa
imponen al Gobierno el deber de elevar las fu er­
zas militares de la Francia al nivel de las de las
Potencias vecinas, p ara tr a ta r de disminuir el
efectivo del ejército. Es de presum ir, por el con­
trario, que una de las primeras resoluciones de la
c o m i s í o D superior será conservar la cifra de 400,000
hombres, establecida ya hace tiempo para la si­
tuación de paz.
El objeto de sus trabajos será probablemente
buscar los medios de constituir una reserva bas­
tante fuerte p ara poder elevar en caso necesario
nuestro pié de guerra á un efectivo respetable. En
u n a palabra, si hasta el presente el máximum de
este efectivo de g uerra ha sidí de 600,000 h o m ­
b re s , es fácil com prender que hoy esta fuerza
seria insuficiente y que no podría ocurrir á t o ­
das las eventualidades más que con el auxilio de
una reserva más considerable que la que existe,
mejor in s tru id a , mejor ejercitada y siempre dis
ponible. Seria absurdo , por ta n to , creer que esa
institución puede obtenerse al mismo tiem po que
las reducciones en el presupuesto de la G uerra.
E il a , por el c o n tra rio , ha de im poner algunos
sacrificios que no h a y nadie que no reconozca qne
son indispensables p a ra el honor y la seguridad
del país.
En todo caso, y cualesquiera que sean las com ­
binaciones que el Gobierno del Emperador juzgue
conveniente adoptar, se puede asegurar que se
tendrán en cuenta y serán cuidadosamente consi­
derados los intereses del Tesoro y los de los p u e ­
blos.lié aquí los resultados de la últim a guerra de
Alemania.
á
—Una carta de P arís dirigida á un periódico
monárquico-religioso de Vizcaya, dice que la e n ­
fermedad que padece el Em perador de ios fran­
ceses presenta síntom as muy semejantes á la que
sufrió el marqués de Pida!. Sin embargo, com o se
ha acudido i tiempo, parece que es notable la m e­
joría que ha encontrado desde su viaje á Biarritz
y que ha continuado luego enSaint-Cloud. A esto
es debido que el Em perador pudiera perm anecer
tres horas á caballo durante la últim a revista p a ­
sada en la capital de Francia.
—El Gobierno de Ilannover ha
declarado el servicio míiitar obligatorio para lodos
los c iu d ad an o s, y llamado sobre las arm as á los
quintos de este ano y los dos precedentes. Los so l­
dados antiguos pasarán á la reserva.
.H I lJ I C O . — Escriben de Méjico que á conse­
cuencia del cambio ministerial se habia nombrado
nuevos gobernadores p ara la m ayor parle de h s
provincias, Tambiea dicen que habia causado una
Ayuntamiento de Madrid
I K L 'S I A .—Los diarios extranjeros han re p ro ­
ducido el siguiente articulo de la Gaceta de 3/oscow acerca de la alianza de R usia y Prusia, a r ­
ticulo que indudablem ente tiene grande im portan­
cia política:
• Ilem osdado bastantes pruebas de nuestras dis­
posiciones pacificas, y nos hemos abstenido por
bastante tiempo de toda participación en las cuestíonesque han surgido en Europa.
Pero una sana política debe conformarse con
el estado de cosas existente, y sin anticiparse á
los sucesos, debe modificarse cuando cambian las
situaciones. Lo que era bueno ayer, puede ser m a­
lo hoy.
Los intereses de Rusia en este año, despues do
los cambios verificados en Europa, reclaman en
muchas cuestiones otra política que h ubieran ta l
vez reclamado esos mismos intereses hace uno ó dos
añosEl resultado m á s í o t a b l e de los acontecim ien­
tos de este año es que han preparado el camino á
una inteligencia entre Austria y Francia, cosa que
se deja ya sentir, especialmente p ara Prusia. Sí
por efecto de esos acontecimientos Austria se acerca
más que nuoca á Francia, los mismos acontecimien­
tos acercarán por otra p arte la política prusiana i
la de Rusia. ÍÍo hallándose, en efecto, las cosas en
una situación tal que Prusia pueda colocarse de t e r ­
cera en el concierto del Austria con Francia, resul­
ta de ahí la perspectiva de una ioteligencia entre
Prusia y Rusia.
¿Hasta dónde puede ir esa inteligeocia? Y en
circunstancias c a d a s , ¿podrá establecerse sobre
bases igualm ente provechosas á las dos partes?
Cuestiones son estas que no nos atrevemos á re­
solver; pero es innegable que la m archa de los s u ­
cesos ha hecho nacer intereses que en el momen­
to iTctual predisponen á las dos Potencias á aliar­
se activam ente. Lo q ue también sabemos es que
por parte de P rusia se han hecho indicaciones en
e s e sentido.
El arte de la política consiste en adivinar el
momento o p o rtu n o , en saber aprovecharlo y en
sacar de él el mejor partido. En materia de inteli­
gencias, provocadas por intereses comunes, im por­
ta asegurarse de la m edida en que cada p arte pue­
de sacar provecho de los servicios que se le prestan
á cambio de los suyos. Prusia no tiene intereses
que le sean propios eu Oriente, y sobre esta cues­
tión puede tom ar de concierto con Rusia aquella
actitud que corresponda al provecho puc puede
esperar de nuestro concurso sobre otros puntos
que le interesan más particularmente.
Prusia, sin estar directam ente interesada en los
asuntos de O rien te, no debe dejar de tom ar en su
cualidad de gran P o te n c ia , una parte al menos
indirecta en las soluciones que puedan presentarse
y proponerse. El nombramiento de Mt. de Beust
para el ministerio de Negocios extranjeros de A us­
tria, quiere decir que esta Potencia se acerca m ás y
más á Francia, y la consecuencia, el corolario n a t u ­
ral de este hecbo , es necesariam ente que Prusia,
en el m om ento actual, debe acercarse más y más á
R u sia.'
No era de suponer que los periódicos franceses
dejasen de contestar al diario moscovita, y en efec­
to la France le dedica un artículo de tres colum ­
nas en el que abandona su le n g u a je , de ordinario
reservado y diplom ático, p i r a devolver resuelta­
mente am enaza po r am enaza. La France finje p r i­
mero no d a r crédito á dicho p ro y e c to , procura
luego desvirtuar su valor, en el caso de que se
realice, y por últim o, escribe los siguientes p á r­
rafos:
ruso-prusiana encontraría enfrente de sí í u n m is ­
mo tiempo los intereses reunidos de Francia é I n ­
glaterra que están identificados, e a cuanto i T u r­
quía, no solo por la gloriosa confraternidad de los
campos de Crimea, sino por las más fuertes t r a d i­
ciones de la política de ambos países.
También tendría en contra á Austria , gustosa
en tom ar una revancha brillante; á I t a l i a , que ha
peleado con Rusia bajo los muros de Sebastopol, y
que no podría tolerar q ue se convirtiese en una
Potencia m editerránea ; á los Estados scandinavos,
q u e no querrán aceptar el humilde papel de vasa­
llos de San Petersburgo, y á Turquía, por lln, que
no h a d e dejarse aniquilar sin combatir.
Instantánea seria la coalícion del derecho e u ro ­
peo contra una alianza que am enazaría por su í n ­
dole turbar la paz del mundo. La m ism a gravedad
de estas eventuslidadcs nos hace considerar como
absolutam ente inverosímiles las aseveraciones de
la Gaceta da Moscou.*
Las palabra-: de la France van derechas al cor a z ó n , y son un verdadero cartel de desafio. A la
alianza m pectore de Rusia y Prusia se responde
con uoa coalícion inm ediata de la Europa central,
de ias Monarquías del Norte y del Imperio turco.
Con esta terrible revancha amenaza á los p resu n ­
tos aliados el periódico imperialista.
El
p e n s a m ie n t o
K iD R IU ,
D
10
D E NOVIEMBRE DE
e cómo l a im p r e n t a l l e g ó
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P OR LA P ROT ECCtO S DE U S
-
1866.
aporeo
en
E
s­
IXQUiSIO OR CB -
SERAL.
E s im posible n a r r a r , siqui ira sea lígerísímam c n te, com o lo estam os h a c ie n d o , la historia
tipográfica española, sin d etenerse u n in s ta n te
á c o n te m p la r el m ás g ran d ío io m o n u m e n to d e l
a r t e en el siglo XVI; la famosísima Biblia poli­
glota com p lu te n se, honra no solo de n u e s t r a n a ­
ción, sino d e E u r o p a .
'
P o rq u e , en efecto, la poliglota de Alcalá d e
l l e n a r e s , no solo es la p rim e r a en su g é n e ­
r o , pero adem as es el p r i m e r libro e n q u e
se e m p le a ro n ciertos c a ra c té re s exóticos, y la
edición q u e ha gozado p o r su g r a n d e e sm e ro y
co rrección de g ra n d e autoridad pntre los c a tó ­
licos, re co n o cid a p o r los Papas. E sp a n ta solo
el c o n s id e ra r la g randeza del p en sam ie n to d e la
Biblia c o m p lu te n se , concebido cuand o la i n ­
vención de G u ten b erg contaba ap e n a s m edio s i ­
glo; m as no son m énos m aravillosos los medios
de que se valió s u a u t o r F r a y F ra n c isc o J i m é ­
n ez de C isneros para llevarlo á cabo.
« P ara c u m p lir su deseo, d ic e F r a y P e d ro de
Q uintanilla, estando en la dich» ciudad d e T o le ,
d o , se inform ó de algunos h o m b r e s d octos, y
m andó lla m a r, en p a rtic u la r al egregio v arón, y
p adre de la latinidad c o m p lu te n se, el m aestro
A ntonio de N ebrixa, al bachiller Diego López de
Z úúiga, D . í'e r n a n d o Nufioz el P in c ia n o , ó da
V alladolid, del h á b ito de Santiago, B a rto lo m é
d e C astro, llam ado el M aestro B u rg en se, D em etr ie C re te n se , griego de n ació n , el d o c to r Ju a n
de V «rgara, todos estos h o m b r e s in sig n e s y d o c­
tísimos en las lenguas, y en p a rtic u la r la g riega,
y latina: al m aestro Pablo C oronel, y al m a e s ­
tr e Alonso m édico, al doctor .\lo n so Z am ora,
g ra n d e s h o m b r e s en las lenguas h e b re a y caldea.
Los dos p rim e r o s p o rq u e e ra n estos ju d ío s de
n ació n , y h a b ía n servido de doctores rabinos,
en s u s sinagogas, si b ie n e ra n ya católicos y
b u e n o s cristianos. L a p rim e r a diligencia q u e se
hizo, fué j u n t a r los originales, que h a b ia e n E s­
p a ñ a , q ue no e ra n pocos los q u e q u e d a ro n , d e
algunas sinagogas, que se conservaro n en ella,
y en p a rtic u la r e n la de Toledo, y M aqueda, h a s ­
ta el año de i 6 9 ’2 .»
iD e s ta s sinagogas, pues, en alg u n a s librerías
antiguas, q uedaron m uchos originales sagrados
en todas le n g u a s, en p a rtic u la r el T estam ento
• P or otra p a r t e , cuando la G acetad e Moscow A ntiguo, q ue es sola la profession de los ju d ío s;
habla del desiuteres de P rusia en los asuntos de
ansí m ism o ju n t ó el b endito P relado o tro s in s­
Oriente, comete un notorio error. Prusia es sig­
tr u m e n t o s , m u y auténticos y de m u c h a i m p o r ­
nataria del tratado de París y ligada está por él á
ta ncia; y á los doctores referidos, y papeles, los
las prescripciones del derecho público europeo
tr u jo á esta villa de A lcala, y dándoles g ra n d e s
creado p ara protejer al Imperio otomano contra
salarios
em pezaron á tr a b a ja r e n la Biblia T r i­
toda ambición exclusiva. Desligarse bruscamente
lin
g
ü
e
.
el
referido año 1502.*
de aquel tratado, equivaldría i conjurar contra si
• J u n t á r o n s e ansím ism o m u c h o s e sc rito s, q u e
á todas las otras grandes Potencias interesadas en
la coDservacion de Turquía.
contenían los L ibros sagrados, y e s ta b a n e n le ­
Demasiado sabemos que en nuestro tiempo no se
tr a gótica, de m a s de ochocientos a ñ o s, q u e se­
da un -gran valor á los pactos internacionales; p e ­
g ú n decía el D r. Zamora, profesor d e lengua
ro en Oriente, no es la letra m uerta de un tratado
hebrea, costaron m uchos ducados traellos á .Vldiplomático, sino un interés superior y perm anen­
calá. De la h b r e r ía B aticana se copiaron o rig i­
te lo qne u n e á las P otencias occideotales, y ese i n ­
nales de la Biblia de g ra n d e antig ü ed a d , con l i ­
terés, que tan enérgicam entefuédefendidoeo 1854,
cencia y b eneplácito de la S a n tid ad d e L eó n X.
no será abandonado por ellas en 1860.
q
u e d i ó g ra n d e au to rid a d /i l.i B iblia C o m p lu te n ­
La alianza de P rusia con Rusia no puede tener
se , p e ro el costa fué g ra n d e . B u scá ro n se p o r
otro objeto sino el da poner en riesgo, por la parte
todas la s p a rte s del m undo ex em plares y c ó d i ­
de ConsiantÍQopla, las garantías establecidas en el
Congreso de París, y el de favorecer el progreso
ces antiguos, de am bos T estam en to s, p ara c o m ­
de la dominación rusa por e! lado del Báltico y
probación de los unos y de los o tro s, y sa c a r en
del Mar Negro. La alianza de Rusia con Prusia no
limpio, y acrisolar lo sólido, y firnie de n u e s tra
puede llevar otra idea que la de ayudar ciertas
Biblia. L a s u m a de ducados que gastó el Siervo
ambiciones secretas en Alemania y e n el Occiden­
de Dios en las copias, y re c o g e r estos ex em p lares,
te, ambiciones de naturaleza cai^z de com prom e­
lodos confifssan fué con excesso, y lo m anifies­
te r de nuevo, y m uy gravemente, el equilibrio de
t a cla ra m e n te , lo que costaron siete ex em p la re s,
E uropa.
q u e se s a c a r o n de la an tig u a librería de Venecia,
Hecha bajo este doble punto de vísta la alianza
El
qup el Siprvo de Dios dexó e n la suya fie Alcalá
p o rq u e ya ll>*garon ta rd e, y se valió d e ellos, el
Hoy I'liili[H) el Pntdenl*^ p ara su Biblia R egia'
estos co staro u cu atro m il escudos d e o ro . y fué
en cosa q u e no a p ro v ech ó n a d a á n u estra
o])ra.i'
"E l traiiiijo solo d e la co rrec c ió n , y aju sla m it'n to (le los lu g a res d a la Sagrada E s c r i tu r a , y
in tn p retacio u es, y o tro s estudios d u r ó diez años
coiUinuos, y cada dia, te n ia n j u n t a s o b re lo q u e
se ib a o b r t u d o , y co n fe ria n , y a rg ü ía n , d e se n ­
frailando las dificultades, n o soto los referidos
d o lo re s, sin o o tro s m u c h o s , q u e fu e ro n llam a­
dos p ara el lu cim iento d esta in sig n e o b ra , en
p a rtic u la r d esd e el año de 508, (jue lué el p rim e ­
ro desta U niv ersid ad , y m u c h a s veces, ó las mas,
presidia la j u n t a , y era el q u e resolvía la d i­
ficultad el Siervo d e Dios F r . F ra n c isc o X im enfiz, com o los m ism o s d o to re s confessabaii, y
co n s e r ellos tan doctos en esta m a te ria d e es­
c r i tu r a , d a b a n e l p r i m e r lu g a r á N . C a rd e n a l,
p o rq u e mas d e c u a re n ta años n o p ro fesó otra
ciencia, y te n ia algunos p rin cip io s d a las le n ­
guas. La im p ressio n tu v o p rin c ip io el año
P e n s a m i e n t o E s p a ñ o l . — Sábado 1 0
consideraba la n ueva Inquisición com o la o b ra
m aestra de u n G o b iern o católico. No so lam en te
la defendió c o n tra todos los ata q u e s q 'ie la d i ­
rigían al-.:unas c é rp o ra c io n e s, q u e veiaii en los
jiriv ileg io s de q u e gozaba com prom etidos sus
p ro p io s fueros, s i n o íj u e tomó á p echos q u e disb'utara de ella todo país q u e el valor español
s o m e tia á la m on;irquía, en cuyos d o m in io s n u n ­
ca se punía el sol.»
üisneros llevó efectivam ente la Inquisic ión es­
pañola a l Africa y A m érica. «De Jím e u e z pu­
die ra d ecirse, a ñ a d e el c ita d o a u t o r francés, que
s u genio de e x p o rtació n política en el siglo XVI
co n tra b a la n c e a el de la p ro p a g a n d a b r itá n ic a en
el X IX . E l p la n teab a la In q u isic ió n en todas
p a rte s , com o esta las lib erta d e s constituciona­
les y las C artas d efábrica inglesa. Cuando nues­
tr o siglo, com o el siglo de Cisneros, haya t e r ­
m inado su c a r r e r a y la h is to ria , la verdadera
historia. Laya podido poner á e n tra m b o s e n b a ­
lanza, entónces d ir á q u é p ueblos lian sido más
m o rig erad o s y m ás d ic h o s o s ; si los q u e lian
aceptado el regalo de I n g l a t e r r a ó ios q u e se han
som etido á la influencia de E sp añ a.»
E n tr e ta n to nos c o n ten tam o s con r e p e t ir que
á u n fraile, á un in q u isid o r, á un h o m b r e que
fué el a lm a de la In q u isic ió n española e n su
tie m p o , se le d ebe in d u d a b le m e n te el m ás glo­
rioso y a d m irab le m o n u m e n to del a rte tipográfi­
co en el siglo XVI.
d e 1 5 1 2 , y no fué lo m e n o s dificultoso, n i lo que
costó poco, a n te s pareció en aquellos tiem pos lo
m a s dificil. No había e n n u estro s re y n o s q u ie n
supiesse h a c e r o h a rac te re s e n Siebreo, caldco, y
g riego, p o rq u e en n in g u n a p a rte d el m u n d o se
h a b ía n im p res so o brad, e n e sto s id io m a s, y co ­
F. N avarro V il l o sl a d a .
m o e r a la p r i m e r a vez, fué n ecesario b u sc a r
q u ien lo eu ten d ie sse , y assi fu é traíd o d e las
E x tr a ñ o s c o n tra ste s, d ice L a E p o ca , ofrece la
p a rte s d e A lem an ia, A rnaldo G u illerm o B rocacasualidad en estos tiem pos. L a m ism a c o rr ie n ­
rio ( l i . el p rim e r im p re s so r desta U niversidad,
te elé c tric a nos ha co m u n icad o la n oticia de la
q u e lab ró los c h a rac te res e n to d a s le n g u as, los
sujeción c o m p leta d<; n u e s t r o s h e rm a n o s los m m á tic o s candiotas p o r el p o d e r m u su lm án , y
p r im e r o s d e l Orbe, no sin m u c h a costa, y afan,
la de la fastuosa en tra d a de V íctor M anuel en
p o rq u e so n u n a s le tra s , q u e mas fuerza ti e n e la
Venécia, <|ue es sin duda n in g u n a u n paso más
ap u n tació n q u e lo p rin c ip a l d e la form a. De es­
e n el cam ino de Boma.
to s c h a ia c te re s se valió d e sp u es A lia s M ontano,
C ontrastes extraños son efecto, según el s e n ­
p a ra la Biblia H egia, q u e esta b a n e n esta U aíti r melifluo y conciliador de L a E po ca ; ¿ no es
p o r e x tre m o s'-rp ren d en te y c o n trad icto rio que
■versidad, e n p o d er de J u a n B ro ca rio , im p re s so r
m ien tras e n Italia se va paso á paso realizando
d e ella, y hijo del p rim e r o , y c o n la form a q u e
u n deseo
que solo cabe en pechos
le s dtó r.iiristophoro i’la n tin o , ya se lia hecho
de h e r o e s , en Candía su cu m b en n u e s t r o s h e r ­
fácil esta im pression en h e b re o , caldeo, griego
m a n o s los c im iá íic o s p o r centem placionea de la
y syriaco, pero débesele la p rim acía á lo s chaegoísta d ip lo m a c ia eu rop ea ?— S on p ala b ra s de
L a Epoca.
ra c t c r e s d esta escuela.»
•
E l estilo q u e llevó esta o b ra fué, q u e los c u a ­ P ositivam ente, esto es ine om prensible, p o r ­
q u e , aun a p a rto de lo que tie n e n de cismáticos
tr o p rim ero s tom os q u e e s tá n todos en folio m a ­
los candiotas, ¿cómo han sido victim as del fa­
y o r , salió en las c u a tro le n g u a s p rin c ip a le s h e ­
natism o m u s u lm á n los q ue lucliaban p o r el Dios
de sus p a d re s y por la lib ertad , m ien tras en I t a ­
b re a , g riega, latina , y la c h ald ea: en e sta form a,
lia. con el beneplácito de E u ro p a , se lleva a c a ­
en p r i m e r lu g a r e l o rig in a l h e b re o , q u e le c o r ­
bo la gigantesca em p re sa de la nnii{ad p ara lo
re s p o n d e la edición V ulgata, q u e es la traslación
q u e se acecha la c o y u n tu ra de d o m in a r ta m b ié n
la tin a d e S an G erónim o: e n seg u n d o lu g a r está
la c á te d ra de San P edro?
la versión g rieg a d e los s e te n ta in té rp r e te s , q u e
L a E poca no halla explicación satisfactoria
p ara este fenóm eno y casi se indigna, en cuanto
l a ilu stra y co rre sp o n d e la In terlin ia l la tin a , y en
p u e d e in d ig n a rs e L a E poca, al ver el egoísmo
t e r c ^ ' lu g ar la le n g u a ch ald áica, q u e le dá títu*
de la di doniacia europea. P u e s nosotros, con
lo d e P a r a p h a s is , co n u n a v ersió n la tin a q u e
p e rd ó n del periódico conciliador, creem os que
le c o rresp o n d e de verbo a d v e rb u m . E l T e s ta ­
no h ay c o n trad icció n de n in g ú n g énero en la
m e n to N uevo, está el o rig in a l en g rieg o sglo,
c o n d u cta de la diplom acia. C onsiente q ue el fa­
n a tis m o m u su lm án ahogue la voz de los ca n d io ­
p o rq u e fué e n esta le tra e sc rito , y se c o rre sp o n ­
ta s y p o r la m ism ísim a razón tolera q ue el fa­
d e la traslació n la tin a d e S a n G eró n im o : p e ro
natism o p a tr io te ro en Italm ahogue la voz del
e s tá n todos los o rig in ales m u y en m e n d ad o s, y
d ere c h o y de la ju sticia.
co n g ra n d e utilidad p a ra c o n firm ació n d e n u e s ­
T o le ra q ue en la antigua F lera d e a sucum ba
u n p u ñ a d o de valientes, com o dice L a E poca,
t r a fiC, co m o p od rá v e r e l curioso' en lo q u e d i­
y p o r idéntico motivo to le ra q ue en E u ro p a s u ­
cen los au to res d é l a m a rg e n d e esta Biblia c o m ­
cu m b a en c ie rta m a n e ra el Vicario do J e s u c ris ­
p lu te n s e . E l sexto to m o es m u y curioso, q u e se
to . S i la causa de lus candiotas es la cansa de
d á título de Diccionario g rie g o , y e n él se ha*
la ju s tic ia , com o piensa L a E p oca, y es causa
Jla u n b o cavulario h e b ráic o d e todo e l T e sta ­
cuya violacion m ira in d ife re n te m e n te la diplo­
m a cia. la causa del P ap a, con m é n o s d u d a, es
m e n to A ntiguo, co n todas las dicciones chaldáitam bién la de hi ju s tic ia (no se a tre v e rá á ne
cas del m ism o T e sta m e a to : u u a in te rp re ta c ió n
g arlo L/i E po ca), y con sobrada tolerancia m i ­
d e los n o m b r e s h e b re o s, caldeos y g rieg o s de
r a asim iím o su violacion la egoista diplom acia
am b o s á dos T e sta m e n to s, en to d o a lphabelico:
e u ro p e a . /D ónde están, p u es, los té rm in o s c o n ­
tradictorios? M ientras a q u i ae acecha el m o ­
a n a in tro d u c c ió n d e la G ra m á tic a hebrea-,- para
m e n to de e n t r a r á saco en R om a y p ro f a n a r el
s a b e r la le e r, y p ro n u n c i a r , y p o r liu d a la obra,
sagrado re c in to de S an P ed ro , en C a n d ía s e sa­
o tr a in tro d u c c ió n d é l a s le tra s g riegas, q u e a u n ­
crifica á los cism áticos, no p o r lo que tienen de
q u e brev isiin a, e s m u y del i u t e u to »
cism áticos, sino p o r lo q u e tienen de c ris tia ­
tA lv a r G ó m e z , y to d o s N . a u to re s, p o n ­
nos. E n n o m b re d*íl estúpido fanatism o p a t r i o ­
tero se p ersigue al P a p a ; e n n o m b re del e s tú p i­
d era n d o los gastos d e q u inc e a ño s co n tin u o s,
do fanatism o m u s u lm á n se persigue á los c a n ­
del su ste n to y p rem io d e los h o m b r e s doctos,
d io t a s . ¿ N o vé L a E po ca que estos su c e ­
copias d e los o rig in a le s, tra íd a s d e todas las par*
sos q ue ella apellida estraños contrastes son
le s dbl m u n d o , im p re s so re s, y dificultad d e los
co incidencias e x tre m a d a m e n te lógicas ? Alce un
poco la m e n te hácia con.-iideraciom-^ de otra n a ­
nuevos c liaractére s, ílicen q u e toda la o b ra costó
tu r a l e z a , tom e p o r regla en sus racíociniiH el
t n d s d e cin c u en ta m i l escudos d e oro.»
p rincipio piira y ra d icalm en te C í i t ó l i c u y verá
L a sencillez de l p re c e d e n te relato es propia
(pie todos lo s actuales acontecim ientos del m u n ­
d e la g ran d e z a d e l a su n to . P o n d e re n los doctos
do se u n e n en esta causa p r im e r a : el ódio á la
el n ú m e ro d e sabios q u e se n e c e sita p a ra d ar
v erd ad .
E n la E u ro p a cuita com o en la m u s u lm a n a ,
cim a a tan d esc o m u n a l y h asta la sazón ja m a s
e n el an tig u o como e a el njievo m u n d o no hay
acom ulída e m p re sa lite r a ria ; calculen los polí­
otro m'ivil para atro p e lla r toda s u e r te de d e r e ­
tico s el riq u ísim o c a u d al d e ilu stració n q u e a t e ­
chos q ue el ódio profundo á la verdad, r e p r e s e n ­
so rab a u n put^blu q u e su p o d a rla c im a y feliz
tada por el Vicario de Jesu cristo . ¿ P o r q u é , pues,
re m a te ; a só m b ren se los econom istas d e lus m i­
esa diplomacia que L a E poca califica de egoísta
no ha de co n se n tir lo m ism o el sacrificio ile los
llo n es en ella in v e rtid o s: los p e rito s en el a rte no
candiotas que el triutifu de la fuerza en Roma?
p o d r á n m en o s de re c o n o c e r q u e la Biblia P o lí­
g lo ta c o m p lu te u se es la gloria tipográfica d e la
m c i o u y au n d e l siglo e n q u e se dió á luz. En
cfeuto, ja m á s se había visto en el m u n d o cosa
s e m e ja n te ; ja m á s h a vuelto á verse e n nuoairo
su elo . Aqui se hacian e n tó n c e s, n o solo punzo­
n e s du le tra v u lg a r, sin o de c a ia c té re s exóticos,
alg u n o s di! e l L s p o r p rim e ra voz en E u r o p a ; aquí
m a tric e s , aquí f u n d ic io n e s , a q u í e l p a p e l , aqui
la ti n ta : aqui se vió p o r p r i m e r a y ú n ic a vez
u n c o n ju n to tipográfico co m pleto. E l a r t e de
g ra v a r p u n zo n es n u n c a h a vuelto á llo re ce r en
Ei^paña, ni a u n cu tiem pos d e I b a r r a , á p e ía r
de los laudabilísim os e^sfuerzos q u e h iciero n eu
el siglo pasado l ’ra d e it. E sp in o sa y algunos arti
fices m énos conocidos.
E n c u a n to á n o so tro s nos lim ita ré m o s á o b ­
s e r v a r q u e la im p re n ta española llegó á s u a p o ­
geo en el siglo X V I, gracias al talen to . piedad,
p ers ev eran cia , m iiuiiicencia é ilu stra c ió n d e u n
fraile fian ciscan o . y lo q u e e s m á s de u n in q u iaidor g sn eral.
E ralo . 0.11 efecto el v e n era b le y n u n c a como
se d eb e p o n d erad o C ard en al Jim e n e z de Cisneros. «Jíinenez, d ic e Morel, q n e c ifra b a to d a la
ciencia política en la salvación d e las almas,
(1) Kn esto aoduvo trascordado e! P ad re Quintauilla, pues Arnaldo (luillermo Brocar foéii Alca­
lá de llenares desiie Pamplona, donde y a tenia impreula en M95.
Despties de las ú ltim as .Vlocuciones de S u S an­
tid a d , en q u e ha confirm ado s u irrevocable r e ­
solución de no transigir j a m á s con las ideas y
los hechos revolucionarios, c re c e de dia en día
el in te ré s de las noticia s que re f e re n te s á la lla­
m ada cuestión de B om a n o s llegan del e x tra n je ­
ro . No hay corazon católico que no palpite al con­
sid e ra r el tre m e n d o conflicto en 1 ue d e n tro du
breves dias va á verse el V icario de Jtísucristo.
L a ansiedad con que se e sp e ra b a n las noticias en
la ú ltim a g u e rr a de A u stria, es nada en co m p a ­
ra c ió n del anhelo con (|ue ae ag u a rd a la co n c lu ­
sión del famoso convtrnio d«l 15 di> S etiem bre.
L os periódicos revolucionarios e x tran jero s no
se m aniliestan m uy satisfechos de su |>ro¡iia obra.
L a Alocucion los ha a te rra d o , y en cada ^ucoso
c re e n ver el d e sm o ro n am ien to del ediüvio por
ellos m ism os levantado. No q u ie re n al 1 ' a j i a en
R o m a, y tiem blan a n t e la idea de q u e el Papa
salga de Roma. Los asunta la idea de verlo en
o tr o pais, y c re e n que este acontecim iento lia de
s e r e l principio del ü n d e s ú s triunfos liasta a h o ­
r a con stan tes.
E l Valenciano, periódico que se publica en la
capital d e E spaña, cuyo n o m b r e lleva, cree que,
no p u e d e n egar n u e s tro país n n asito á Pío IX,
en el caso de q u e S u Santidad prefiriese, al ver­
s e obligado á salir de R >ma, l a residencia en
las islas B aleares á c u alq u iera otro p u n to de
E u r o p a . , A quel diario no p uede a c u stu m b rarse á la idea de q ne Su S a n tid ad tuviese qne ir
á b u s c a r hospitalidad en Malta, posesion de I n ­
g la terra.
de
E n t r e todas las c o m b ín ic io n es q ue
r a se han hecho a c e rc a de la futura
del P apá, á nadid se le ha o cu rrid o ,
a lo i franceses, que vaya á b u s c a r u n
F ran cia.
Noviembre de
h asta a h o ­
residencia
uí siq u ie ra
refugio en
L as co rrespondencias de P a r í s que publican
los periódicos bflgas dicen q u e , en el caso, po­
co probable de i|ue el P apa abandone á B om a y
s e r e lu g i e en E spaña, fijará su residencia en T o­
ledo, ciudad cé le b re p o r sus recuerdos histó ri­
cos y s u s m o n u m e n to s religiosos.
In ú til es, eu n u e s t r o concepto, p e rd e r s e en
c o n je tu ra s a c e rc a de lo qne h a rá N u e stro Sautisim o P a d re , si llega el tristísim o caso de te u e r
q u e a b a n d o n a r la capital del O rbe católico.
P ío IX h a dicho en s u Alocucion del
de O c ­
tu b r e que to m a rá e n to n ces el cam ino q u e le in ­
d iq u e la inspiración divina. Nada, p o r consi­
g u ie n te, d e b em o s ni podemos saber. Si podemos
a se g u r a r q ue si el Papa viene á E sp añ a, ^ o le d o
se consideraría m a s a fo rtu n ad a con d arle h o sp i­
talidad q u e con h a b e r servido de c ó r t e á los m o ­
n arcas godos, y m as p reciaría c ie rta m e n te su
titulo de ciudad pontilicia que el que tan glorio­
s a m e n te lleva de ciudad imperial.
O tro ta nto re lativ am en te sucedería á todas las
ciudades, á todos los pueblos d e la católica E s ­
paña.
Dice L a E p o c a :
«La Gaceta de J/oitow, órgano del partido o r ­
todoxo en Rusia, publica un articulo, que no h e ­
mos visto integro, y en el cual ataca agriamente
á l a Francia y á España por sus esfuerzos para
destruir la Iglesia griega, fundiéndola en la Igle­
sia rom ana. >'o comprendemos cuales hayan sido
las causas que han podido dar lugar á semej'antes
ataques, pues es m uy dudoso que la Francia ha­
ya pensado en esa fusión; y por lo que hace á
la Kspana, d o sabemos quá medios b aya podido
•emplear p ara coiiseguir ese objeto, por más que
debieran celebrarlo todos los pueblos cristianos.
D i nuestra influencia en Constantlaopta es tal que
pudiéramos inspirar k los griegos de Oriente el
deseo de volver a Ja comunioo de la Igle.'ia. La
coiiducta que la Francia acaba de tener con los
cristianos Qg Creta, no le dá tampoco fuerza m o­
ral bastante para influir en favor de una reconci­
liación de las dos grandes Iglesias cristianas. Sólo
nos explicamos, por tanto, el arranque de la üacf.la lie Muscow, por las simpatías que en nuestro país
ha encontrado la suerte de los infeUces católicos de
P o lo n ia.>
1866.
La rabia de cierta parte gangri^nada dü la p re n ­
sa europea, viene duplicándose en razón de su im -poteocia, y nunca se apüeó con más oportunidad
que ahora lo hacemos, aquello de I.-» fdbula:
■ Y LA. l.VáESSATA MÜRlIfA EN U.NA LIMA DE
ACERO-*
E scriben de Paria á E l E s p ír it u P úblico que
había p ro d u cid o tal a so m b ro y tan g ra n d e s e n ­
sación t‘u las T ullerías la Alocucion <lel Papa,
que ininediatauienle se había a c o rd a d o d a r se­
g u rid ad es á S u SaiiLídact de q u e se le m a n t e n ­
d ría en R o m a , á pesar de las m aquinaciones de
la revolución. ¿Qué clase de se g u rid a d es serán
estas? ¿IráiN a¡w leoná e c h a r á los garibaldino.s
si in v a d e u la Ciudad Santa?
En la P a trie de París leemos estas líneas:
■Nuestra colonia de Argelia ha tratada siempre
de aum entar sus relaciones marítimas y com ercia­
les con Bspari:t. Con este objeto el Cousejo general
de la provincia d e O r a n h a acordado eu u s a expo­
sición largamente motivada, establecer uu servicio
re g u la r de buques de vapor entre aquel puerto y
el de Cartagena, que está unido con un camino de
hierro con Madrid y con Francia.
La ejecución de este proyecto, tan útil para los
dos países, se ha encontrado hasta aqui detenida
por el mal estado del puerto de Cartagena; pero
sabemos que el Gobierno español, atendiendo á los
deseos de aquellos habitantes y del comercio, va á
rem ediar este estado de cosas, y que ha destinado
una sum a de ocho millones quinientos mil francos
p ara construir un muelle, un desembarcadero y un
dique. Lo% trabajos deben empezar inm ediatam en­
te, y cuando estén concluidos, podrá ponerse en
ejeoucion el proyecto recomendado por el Consejo
general de la provincia de Oran.*
Dice La Epoca, y c o n flrraat'/ Espíritu Público,
que la casa de los Sres, Miranda normanos está
terminando uua negociación ventajosa, eu virtud
de la cual recibirá 40 millones de reales, cuya
sum a destina á dar nuevo impulso á las obras de!
ferro-carril de Galicia.
Los buques q ue salen de Marsella, reciben ya
patente limpia. Asi lo anuDciao los periódicos de
aquella capital.
Una de las victimas de la persecución rusa en Po­
lonia, citada en la últim a alocucion del Papa, m o n ­
señor Kalniski, administrador de la diócesis de
Chelm, acaba de sucumbir á los padecimientos de
su deportación.
tiembro de 1865, se recaudaron 1,505,55-1 escudos
y en igual m^'s dol año corrirtnti! 1.4.^6,459 esc u ­
dos inclusos en esta cantidad los derechos dejados
de cobrar por las hiirinas im portadas y ix p o rtacioo; esto i s 100,094 escudos de menos.
Piir real órden de 3 dfl actual h m sido destina­
dos II. Ignacio Morales y F e rrer. coronel g ra d u a ­
do, teniente coronel de infantería de reemplaza en
Valencia, de teniente coronal prim er je fe del bafilloa provincial de Moiifortt, núm . lil. vacante
por retiro d-i I». Florencio Bec<’rril y de la Gorda,
que lo servia.— b. Miguel Almagro y García, te­
niente coronel de infantería de reemplazo en Cas­
tilla la Nueva, de teniente coronel prim er je le del
batallón provincia! de Murcia, núm , 10, vacante
por pase á otro cuerpo de D. Antonio Lizarraga y
Esquiroz, que lo servía.— D. Antonio Garces de
Matcilla, C o r o n e l graduado, teniente coronel del
batallón provincial de Tortosa, oúmero 70, de terúente coronel primer jefe del segundo batallón del
regimiento infantería de Aragón, núm.
vacan­
te por a.scenso do D. Juan Iliía y Santomé, que lo
servia.— 0. Ramón Puig y Lozano, teniente coro­
nel de reemplazo en Castilla la Nueva, de teniente
coronel prim er jefe del batallón provincial de la
Corufia, núm . 42, vacante por pase á situación de
reemplazo de I». Pedro Pardo de la Casta, q u e lo
se rv ia .
Ayer se cotizó el consolidado á 33-90, 34-30 y
25,— El diferido so cotizó á 29-90, 30 y 3 0 -1 0 .2 0 ,
35 y 25,
P A R T E OFICIAL D E L A GACETAREALES
nSCRETOS.
De conformidad con lo propuesto p o r mi Conse­
j o do m in is tro s. y oido el presidente del de Esta­
do, vengo en destinar al consejero D. Francisco
Ainat y Funes á la sección de Hacienda del expre­
sado cuerpo.
—De conformidad con lo propuesto por mi Con­
sejo do m inistros, vengo en nombrar concejero de
Estado al teniente general D. Juan Zapatero y Na­
vas, como comprendidí) en la categoría prim era
del art. C.*de la ley orgánica del Consejo de Esta­
do. y en destinarle á la sección de Guerra y Mari­
na del expresado cuerpo.
Dado en Palacio á nueve de Noviembre de mil
ochocientos sesenta y seis.—Están rubricados de
la Real mano.— El Presidente del Consejo de m i­
nistros, Haraun María Narvaez.
¡nslruccion pública.
limo. Sr.: P ara llevar á debida ejecución el
Escriben de Madrid á un periódico de Bafcelona:
Real decreto de 7 del corriente dando nueva o rg a­
• E lS r . Barzanallana continúa ocupándose d élas nización á los estudios de la facultad de medicina,
cuestiones do su competencia, aunque no puede
la Reina {Q. D. (í.)se ha servido dictar las dispo­
L a C aceta publica hoy la siguiente i m p o r ­
traslucirse con certeza do los piones que han de
siciones siguientes:
ta n te B eal o rden , sobro la cual llamamos la
resolver los asuntos financieros; de m anera que to­
1.’ Serán admisibles á la m atricula del prim e r
atención de n uestros lectores:
do cuanto se diga no pasa de infundadas conjetu­
aoo de medicina p ara seguir la caí cera de faculta­
ras.
Es
cierto,
si,
que
el
seQoc
ministro
de
líacieñMIXISTERIO DE LA GUERRA.
tivo de segunda clase los alumnos que prueben h a­
da trabaja sin descanso, y de su reconocida ilu stra ­
ber ganado en dos ó mas cursos académicos las
BEAL ÓltDEN.
ción son de esperar acuerdos im p o rta n te s y bene­
asiguaturasde segunda enseñanza á que se refiere
■ Excroo. Sr.i la Hcina (Q. D. G.l ha tenido á ficiosos.»
el a rt. 6.° del citado Real decreto.
bien disponiT que con toda brevedad dé V. K. las
2 ’ Lo serán asimismo los bachilleres e n artos
órdenes convenientes á fln de que desde luego se
Asi como Málaga, Sevilla y otras poblaciones han
q ueliubieren empleado seis aflos en la segunda
expida la licencia absoluta para el pueblo de su
acabado por entenderse con el Tesoro, apenas la
enseñanza sin haber perdido ninguna asignatura por
naturaleza á todos los sargentos reenganchados
administi ación ha anunciado la subasta para el ar­
reprobaciouó fílta s de asistencia; pero te n d rá n la
del arm a de su cargo, exceptuándose únicamente
riendo de lus consumos en dichas capitales., el
obligación de sim ultanear con dicho prim er ano la
á aquellos que por circuostancias especiales estén
ayuntam iento de Córdoba ha autorizado también
ampliación do la física y la química general. Esta
sujetos ó debau sujetarse á procedimientos crim i­
al conde de Torres-Cabrera, que ha llegado á Ma­
disposición es aplicable á los que hayan d e seg u ir
nales.
drid, p ara conciliar las diferencias que existen hoy
la c a rre ra de Medicina en toda su extensión.
De Real órden lo digo á V. E. para su conoci­
entro el Tesoro y aquella municipalidad.
3.‘ Los bachilleres en artes que solo hubieren
miento y efectos consiguientes; en el concepto de
Vemos, por lo tanto, que de las ciudades donde
em plea 10 en la segunda enseñanza cinco afios es­
que deber,i dar cuenta 4 este ministerio de que­
existiau derechos de puortas recaudados por la a d ­
tudiarán precisamente en el actual curso a cad é­
dar cumplimentada esta Real disposición. Dios
ministración, la inmensa mayoría h a coutretado
mico el preparatorio de medicina ta l como se h a ­
g uarde á V. E. muchos afios, Madrid, 6 de No­
aquellos con la Hacienda,
lla establecido, bien sea que h ayan de se g u ir la
viembre de 18C6-— Valencia.—Seflor director ge­
carrera de facultativo da segunda clase ó la d e li­
neral de Artillería.*
cenciado eu medicina.
Tomando en consideración lo propuesto por la
T am b ién m e re c e s e r conocido el artic u lo que
Y 4." Los alumnos quo en eí curso anterior g a ­
(iirp.nr.ioo generí] de administración m ilitar, r e s ­
on higar p referente publica hoy E l E spa ño l.
naron la s asignaturas correspondientes al cuarto
pecto á la variación de divisas en el cuerpo de su
año de la facultad de m edicina, y tengan proba­
Dice a s i el diario m inisterial:
cargo, y accediendo á que en vez de las que se d e ­
das todas las que según cl programa de la misma
• Los alarmistas de oficio, que viven y se ali­ terminaron, se restablezcan las que desde 1770
son necesarias p ara aspirar al grado de bachiller,
y 17Ufl distiuguiau i los jefes y oficiales de a d m i­
m entan de la depreciación de los valores públicos,
ménos una de os que forman el preparatorio, p o ­
nistración
militar,
como
recuerdo
do
sus
servicios,
han encontrado en los últimos dias uu nuevo pre­
drán en este curso sim ultanear la que les falte coa
se ha dispuesto que se usen nuevamente las divi­
texto p ara infundir en los ánimos imaginarios te­
las del quinto ai)o de medicina.
sas últim am ente citadas sobre los uniformes
mores. El motivo de que se valen los enemigos del
De R«al órden lo digo á V. I. p ara su conoci­
se hallan aprobadas on la actualidad, suprim ién­
crédito del E.stado. es que el Gubierno al hacer
miento y efectos consiguientes. Dios guarde á V. I.
dose toda clase de indicación de los empleos en los
uso do una luy, discutida en los Cuerpos colegis­
muchos atlos. Madrid 9 de Noviembre de 1806.—
sombreros, roses y gorras. Es igualmente la vo­
ladores y sancionada por la Corona, con el lauda
Orovio,— Seiior director general de Instrucción
luntad de S. M. que no se haga ninguna alteración
ble propósito de que el órden público se conserve
pública.
en el uniforme de los alumnos.
ioalterable en todo el reino, esta minando su exis­
tencia ministerial.
Como quiera que los rum ores esparcidos en la
l'A R T E R E L I G I O S A ,.
La ju n ta de instrucción pública de Vizcaya t r a ­
Bolsa tienen un objeto y reconocen un deseo, f á ­
baja para que se establezcan en aquella provincia
cil de adivinar, vamos á hacer púbhcas algunas
escuelas públicas nocturnas, áfln de q u e l o s adul­
S amto de b o y .
San A n d ré s Avetino , con­
consideraciones, p ara que su comprenda hasta qué
fesor.
tos, sin perder su trabajo, puedan acudir á recibir
punto es necesario que los hombres de nego­
la instrucción.
S.ÍNT05 DK
El Palrocinio de N uestra
cios, y todos los que se interesan por la suerte
S e ñ o ra y San M artin, Obispo.
de este rtabajado pala, desoigan toda clase de i n ­
venciones at)surdas, y tengan confianza en las
Parece, según dice un peri''dico de Málaga, que
fuerzas del Gobierno y en los iniereses de la n a ­
por disposición superior ha sido disuelta la socie­
dad que en aquella ciudad llevaba el titulo de
ción.
De todos es sabido q ue algunas personas, bien
Circulo Mercantil.
contadas en núm ero, se mueven y se agitan por
L eem os en E l P a y s:
hacerseincom patibles con el orden, base y pros­
La Eporn desmiente la noticia dada por los pe­
■ Sabemos positivamente que esta semana se v e­
peridad de ios tlstados, y sin el cual ni la iiiduss
riódicos francesp-í il« que el duque de Rivas haya
rificará la m archa de M. de Sartiges á Roma. Es­
tria florece, m el comercio se de-sarrolb, ni la.
ido á i \ i z a . lia perntanecido en Florencia hasta
taban desprovistos d e fundam ento los ru m o res que
r.lasfíS productoras encuentran Terdad*>ra y sidida
primeros di; <sui ui-;s, que coa el resto del cuerpo
han corrido en contra de esta noticia.garantía, ni la autoridad conserva su pre>tigio.
diplomálico ha ido á Venecia.
Pues bien; el Uobiél'no, que sabe esto, que vigilaSobre este m ism o a s u n to leem os e n u n a c o r­
. ..
que lodo lo ve y todo lo observa, que procura
respondencia de P a r í s dirigida al Jo u r n a l d e
sentir los latidos y hasta penetrar en la respira,
El duquo de T e tu a n , según noticias de L a Cor­
B ruxelles:
clon de los reroluoiouarios , ha llevado á e fecto,
respondencia, se encuentra y» restablecido de su
• M. de Sactiges ha procurado que se deüniese
en cumplimiento de un deber legal y de concien­
últim a enfermedad, que aunque grave, no ha ins­
perfectamente su responsabilidad al volver á su
cia, las disposiciones uecesarias para evitar con
pirado serios cuidados ni por un momento á la
puesto; algún diplomático que se ha manifestado
tiempo lo q ue podría producir más tarde lágrimas
ciencia ni i sus amigos. El general 0 ‘llonnell, d i ­
abiertam ente partidario de la supresión de la so­
y sangre.
ce el mismo periódico, se propone pasar todo el
beranía temporal no desearía tampoco ser el ínsEl cumplimiento de esas obligaciones, siempre
invierno en París.
truiupnto du esa supresión, y yo creo que no seria
sagradas y patrióticas, porque se encaminan á p ro ­
fácil encontrar hoy un em bajador p ara lloma. P u es
teger i la vez el órden y las altas instituciones del
bien; JI. Sactiges h a conseguido poner á salvo su
Estado, es causa para que u q o s cuantos bajistas
I h llegado á Granada el limo. Sr. Obispo de
responsabilidad; ha obtenido y llevará consigo una
lleven la alarm a á la Bolsa y la inquietud á los
Guadix.
carta del Em perador en donde se le dan in s tru c ­
hombres timoratos.
ciones formales p ara oponer un veto ¿ cualquier
En realidad el sistema adoptado hasta el dia, 1éPor la autoridad militar de Valencia se ha publi­
desmán de la revolución italiana.»
jo9 de producir desconñanza, debe inspirar á las
cado el siguiente bando:
personas honradas la seguridad de que nadie se
<D. Ju a n de Lara é Irigoyen, capitan general
mueve ni intenta destruir la paz pública, sin que
U n diario de los Estados-U iiidos p u b lica las
del distrito m ih ta r d e Valencia, e t c .,e tc ,,e t c .
la autoridad esté encima de los revoltosos, sean
siguientes lineas;
Con
arreglo
á
la
reserva
que
hizo
mi
antecesor
quienes fueren y llámense como quieran.
• El domingo tuvo lugar la clausura del gran
en el a ri. 4.° de s u bando de i.° de Agosto del cor­
Es necesario, pues, que los hombres de órden,
Concilio católico de Baltimore en medio d e im p o ­
riente ano, y competentemente autorizado por su
pero de ánimo apocado, se convenzan de que dan­
nentes ceremonias, á que daba nuevo esplendor la
majestad la Reina (Q. 0 . G,} en Real órden de 5
do crédito á indignas falsedades y ridiculas p apar­
resencia del presidente Johnson y de sa famiha.
del que rige, vengo en disponer:
ruchas, lanzadas para ganar unos cuantos marave
a magnifica catedral de la ciudad monum ental
Articulo único. Los delitos de robo y asesinato
dises en la liquidación de fln de mes, aum entan la
apenas podia contener la inmensa m uchedum bre
quo se com etan en e-te distrito, serán .“ometidos
intranquilidad, y soa causa, aunque indirecta, del
que haljiri acudido de todos los puntos del país p a ­
n la comision militar, y los reos aprehendidos, se
descenso de los valores pdblicos.
ra asistir á fas ceremonias finales do la sesión do
sometpriln á mi autoridad con dich'j olg,.ílo.
Hoy el Gobierno está al tanto de lo que ocurre
una \sara b le s eclesiástica, cuyareunion es tan poce
Valencia, 8 de Noviembre de 1860.—Juan de La­
entre los perturbadores de obra y de palabra, y las
frecuente, que es un verdadero acontecim iento. La
ra é Irigoyen.'
autoridades, ántes de castigar con toda la severi­
Misa, celebrada por M, Oblo, Arzobispo de Nuedad de las leyes, proveen y evitan los aconteci­
va-Orleaus, ha sido de las más solemnes; y los sermientos, que tal es a misión de ios Gobiernos,
Dice el Diario de Bruselas:
moces,'pronunciados sucesivamente por los Arzo­
C^ta es la verdad lisa y llana. Cuanto digan los
■ Es perfectamente exacto que España y A u stria, bispos de San Luis, de Daltimore y de Cincinnatit
turistas y cuanto tcateo de realizar sus amigos y
y principalmente la primera *oti>ncia , se han d i ­
fueron escuchados religiosamente p o r todos los
compañeros, se estrella aute la tranqnilidad del
rigido al Gobierno francés para manifestarle su
asistentes. El presidente d< m ostraba pr«star gran
país, la fuerza d 1 Gobieroo, y el espíritu conser­
flrmc deseo de salvar al ménos lo que resta del po­
atención á la parte del sermón del Arzobispo Purvador de todas las clases sociales.*
der temporal del Papa.
cell en que hablaba de las cuestiones políticas del
Es perfectamente exacto que España y Austria
día. Despues de la Misa, se leyeron en atín los d e­
H em os luido con m u c h a satisfacción Jas si­
han propuesto una declaración de prot'“CCion c o ­
cretos expedidos por el Cuncílio, decretos que nO
g u ie n te s lineas de E l Pabellón I^'acional:
lectiva, ó una ocupacion con contingentes iguales
entrarán cu rigor hasta despues de haber sido rati*
d.‘ las tres Poteticias.
flcadoi por el Papa. Cada miembro del Concibo ha
■ Un digno sucesor del Páre Ducbesne. L^EtenEs perfectamente exact^' que el Gobierno im p e ­
puesto su firma, y despues se ha declarado te rm i­
d a r d , periódico rojo que se publica en la capital
rial ha qiieiido eludir este compromiso , no por
nada la sesión. Al salir de la catedral, el presiden­
del vecino Imperio, dice refiriéndose al venerando
m fdio de notas, sino de meras conversaciones d i ­
te fué acogido con demostraciones de simpatía po^
anciano que ocupa hoy el solio de San Pedro;
plomáticas, no de ta nta formalidad,*
la m uchedum bre que estaba en los alrededores de
■ Las palabras del Papa son cada vez más agresi­
la iglesia metropolitana.)
vas: SUS LOCAS PROVOCACIONES NOS AUTORI­
ZAN P a r a t o d o .*
La Gaceta publica hoy el estado que demuestra
No queremos ni con mucho dejar que estalle la
la r-’c a u d ajio n verificada par lasadiianas de Cuba
E d ito r respotua ble: l> . M a .s ü e l i >b T o ü i ^
indigiiacioii que arde en nuestro pecho al leer tan • en el mes de Setiembre comparado con igual mes
desatentadas frases.
l del afio anterior. De este estado resulta que en SeIm pU. de E l P essajiiístü E si\ v*ol , Pelayo. 34.
L a explicación de L a E po ca
tislactoria.
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nos p arece sa-
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Ayuntamiento de Madrid
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