ESTUDIO SOBRE LOS METEORITOS

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SEMANARIO FARMACÉUTICO
ESTUDIO
SOBRE
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LOS METEORITOS
por
(Continuación)
8. H i e r r o n i q u e l a d o , — B a s e de los meteoritos metálicos: se encuentra en las piedras. Bajo este nombre se comprenden diversas
aleaciones, de las cuales las m á s principales son: i.ft la Tcenita,
cuya densidad es de 7,380 y cuya composición es de 6 equivalentes
de hierro para 1 de níquel; 2.a Kamacita, cuya densidad es 7,652 y
cuya composición es de 14 equivalentes de hierro y 1 de n í q u e l ; 3.a
Plessita, cuya densidad es de 7,850 y su composición 10 e q u i v a l e n tes de hierro y 1 de n í q u e l ; 4.a Cletibbeita, cuya densidad es de 6,854
y su composición 2 equivalentes de n í q u e l y 1 de hierro, etc.
9. T r o i l i t a . — S u l f u r o , que según algunos químicos es protosulfuro, y según otros, compuesto a n á l o g o á la Pirita m a g n é t i c a : se e n cuentra en ciertas piedras y en casi todos los hierros.
10. P i r i t a m a g n é t i c a . — E n cristales en el meteorito Jubinas,
según Gustavo Rose, y en el de O r g u e i l , según D a u b r é e .
11. S u l f u r o d o b l e de h i e r r o y n í q u e l . — R e s u l t a de la unión d'el
protosulfuro de n í q u e l y sexquisulfuro de hierro. En la piedra de
Gold-Bokkeweld, según Wcehler y Harris.
12. O l d h a m i t a . — S u l f u r o de calcio, en la piedra de Bustec, seg ú n Maskelyne.
13. * D a u b r e e l i t a . — S ú l f i d o de hierro y cromo encontrado en
el meteorito de Cohahnila.
14. H i e r r o c a r b u r a d o . — B a j o este nombre se agrupan: i . 0 La
Chalypita, que contiene 2 equivalentes de hierro y 1 de carbono
(hierro de Niakornak, s e g ú n Forchhammer); 2.0 La Camphellita, que
ofrece la composición del acero y que se encuentra en un gran n ú mero de hierros.
15. S c h r e i b e r s i t a . — F o s f u r o doble de hierro y níquel con magnesio: densidad igual á 7,103.
16. M a g n e t i t a . — E n la piedra de C o l d - B o k k e w e l d . Según Washler, la corteza de los hierros m e t e ó r i c o s ofrece en el estado de pureza la composición de una magnetita niquelífera.
17. H i e r r o c r o m a d o . — E n muchas piedras, como en la de Chassigny. En varios hierros, como el de S é n e c a falls.
18. A g u a . — E n las piedras carbonosas, en las que tal vez sea
h i g r o s c ó p i c a . En la piedra de Jurruma y en la de Zebrak.
19.
C u a r z o . — E n la piedra de O r g u e i l ( D a u b r é e ) ; en los n ó d u los de T r o i l i t a de ciertos hierros.
20. * A s m a ñ i t a . — E s t a d o isomérico del cuarzo, encontrada en
SEPTIEMBRE 4 DE 1892.—AÑO XX.—NÚM. 49.
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el meteorito de Breitembach por Maskelyne. Los elementos del c r i s tal, son: a : b : c = 1,7437 : 1 : 3,3120.
I 100 : 101 — 27° 46'
\
Ángulos diedros.]100 : 110
600 40'
(
Ejes ópticos comprendidos en el plano paralelo 010.
L a bisectriz principal perpendicular al píano lOO,
110 : 101 = 63° l'J' Angulo aparente en el aire alrededor
de 107°
No se puede dudar que la asmanita es o r t o r r ó m b i c a .
2 1 . L a u r e n e i t a . — P r o t o c l o r i d o de h i e r r o ; en varios hierros,
como el de Craborne, pasa á percloruro y altera la c o n s e r v a c i ó n de
los meteoritos.
22. S a l amoniaco.—Existe entre otros en el meteorito de O r gueil.
23. C o r d i e r i t a . — E n la piedra de Bishopville, según Shepard.
24. G r a n a t e . — E n el hierro del Condado de la U n i ó n , según
Shepard.
25. I d o c r a s a . — E n la piedra de Noblchorangh en granos, s e g ú n
Shepard.
26. Esfena — E n l a piedra de Juvinas, s e g ú n Rammelsberg.
27. O r t o s a . — E n la piedra de Petersbourg, s e g ú n Smith.
28. L a b r a d o r . — E n un gran n ú m e r o de piedras, como la de
Bishopville (según Waltershausen), la de Stavropol (según A v i c h ) , y
la de Richnnond (según Shepard), * Maskelinita, var. de labradorita,
en la piedra de Sergotty.
30. O l i g o c l a s a . — * En el meteorito de Gopalpuz.
3 1 . A n o r t i t a . — E n la piedra de Lixna ( s e g ú n Grothus), J u v i nas, etc.
32. P e r i d o t o . — i.0 En un gran n ú m e r o de meteoritos, donde es
algunas veces muy abundante como en la piedra de Chassigny;
2.0 En los sisideros ( A t a c a m a , Pallas, e t c . ) . * Monticellita
(Ca Mg)4 S i 0 4 : parecida al peridoto encontrada en la A n g r i t a .
33. * P e r r o s i l i e i t a . —Silicato de p r o t ó x i d o de hierro, encontrado por Shepard.
34. Shepardita.—Sexquisilicato de magnesia: en la piedra de
Sierra de Chaco (según Rose).
35. E u s t a t i t a . — E n una multitud de meteoritos; constituye por
sí sola la piedra de Maneganm ( s e g ú n Maskelyne). *Victorita (eustatita incolora), meteorito de Deesaz. *JBron^íía (eustatita parda), en
el meteorito de Breitenbach.
36. C h l a d n i t a . — S i l i c a t o m á s á c i d o que los precedentes: base
del meteorito de Bishopville; Smith la identifica con la Eustatita.
37. * D i o p s i d a . — E n el meteorito de Busti.
38. H o w a r d i t a . — E n las piedras de Jowa y de Nanjemoy (según
Shepard).
39. S h a l k i t a ó P i d d i n g t o n i t a . — M i n e r a l negro, c a r a c t e r í s t i c o
de la piedra de Shalka ( s e g ú n Haidinger); está en estudio.
40. A n t h o p h y l l i t a . — M i n e r a l próximo á la Hipperstena, descubierto por Hanghton en el meteorito de K i l l e t e r .
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4 1 . M i c a . — E n la piedra de Weston, según Shepard.
42. C h a t o n n i t a . — S i l i c a t o negro en venas negras que se encuentra en las piedras de Chatonnay; constituido por silicato de las s i guientes bases: (Mg. Fe. Na. A l . (Fe Ni) ( t r o i l i t a ) : dur. 6,5 á 7;
dens. 3,48.
43. S e r p e r t i n a . — E n los meteoritos carbonosos, s e g ú n Wcehler.
44. W o l l a s t o n i t a . — E n la piedra de Kahowe, según Harris.
45. A u j i t a . — E n la piedra de Stanner ( s e g ú n Rammelsberg) y en
las d e m á s piedras aluminosas. En el meteorito de L i x n a (según G r o thus), y en el de Petersbourg (según Smith).
46. H o r n t a l e n d a . — E n varios meteoritos, como el de Monstel
Pauk, según Gobel.
47. Caliza.—Sobre el hierro del Candado de Newton, según
Smith (tal vez terrestre).
48. * A r a g o n i t o . — S e ha hallado este mineral en el meteorito de
Cohahnila.
49. * S a l g e m m a . — E n el meteorito de L a u c é (Authon).
50. B r e u u n e r i t a . — ( E s un carbonato doble de hierro y magnesia): se encuentra en cristales en la piedra de A r g u e i l , según Des
Cloizeaux.
5 1 . A p a t i t o . — E n la piedra de Juvinas, s e g ú n Rammelsberg; en
la de Little Pihey y en la de Fortsyth, según Shepard.
52. V i v i a n i t a . — E n la superficie del hierro de A r v a , según H a i dinger.
53. E p s o m i t a . — E n las piedras carbonosas.
54. Y e s o . — E n las piedras carbonosas.
55. T h e n a r d i t a . — E n las piedras carbonosas.
56. * P e c k a m i t a . — U l t i m a m e n t e se ha reconocido esta substancia
en los meteoritos de Estherville, L o g r o ñ o y Sierra de Chaco, y está
constituida por 4 9 , ó o d e s í l i c e , 15,78 de óxido de hierro y 33,01 de óxido
de magnesio, pareciendo corresponder á la fórmula: 2 Si R + Si 2 R.
Estas son, en definitiva, las principales especies m i n e r a l ó g i c a s
que entran á formar parte de los meteoritos, de lo que resulta c u á n
compleja es su composición.
VI.—Modo de formación
Este capítulo, uno de los m á s importantes d e l presente estudio,
en el que se hace mención de los interesantes trabajos llevados á
cabo por D a u b r é e , h a b r é de dividirlo en dos partes, encaminadas á
demostrar en primer lugar el modo de constitución ó formación de la
substancia m i n e r a l ó g i c a constituyente de los meteoritos, y en segundo lugar el aspecto sui géneris que presenta la estructura y facies
exterior de estos materiales, dependientes una y otra del origen
extraterrestre y de la presión atmosférica dentro de nuestra esfera
de a t r a c c i ó n respectivamente-
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PRIMERA
PARTE
A l estudiar los diferentes tipos de meteoritos, hubimos de observar las grandes diferencias que presentaban (de a q u í su división en
grupos), las que revelan indudablemente una f o r m a c i ó n d i s t i n t a .
Atendiendo á este modo probable de f o r m a c i ó n , se pueden separar los meteoritos en tres grupos:
i.0 H o l o s i d e r i t o s , S i s i d e r i t o s y E s p o r a s i d e r i t o s (Polisideros
y Oligosideros), producidos al parecer por vía seca.
2.0 E s p o r a s i d e r i t o s (Crtptosideros), meteoritos aluminosos, los
cu-ales, por su estado cristalino, proceden probablemente por v i a
mixta, es decir, por procedimientos en que interviene el agua sobrerecalentada.
Y 3.0 A s i d e r i t o s (meteoritos carbonosos), los que parecen derivar
de la v i a húmeda propiamente dicha.
Distinción que se halla justificada por las grandes relaciones que
existen, s e g ú n M r . Boisse(i), entre las rocas m e t e ó r i c a s y las terrestres; para l o cual compara un corte teórico representado por una esfera de capas c o n c é n t r i c a s donde se hallan los meteoritos, ordenados
s e g ú n sus densidades (los m á s densos en el centro, los menos en l a
superficie), con otra sección ideal del globo terrestre.
Bellamente representada dicha c o m p a r a c i ó n en el siguiente c u a dro, nos llama la atención por l a analogía g r a n d í s i m a que se observa
entre los meteoritos y las rocas terrestres, hecha e x c e p c i ó n de los t e rrenos sedimentarios y extratificados.
Capa superficial
nocas meteóricas
Rocas terrestres
Densidad
Densidad
Meteoritos carbonosos.
Meteoritos aluminosos
Meteoritos peridóticos.
Meteoritos del tipo común,.
Polisideros (Sierrade Chaco)
Sisideros (Pallas;
Holosideros ( C h a r c a s ) . . . . . .
1,9
3,0 á 5,5
3,5
3,5 á
6,5 á
7,1 á
7,0 á
Terrenos extratificados.
Granito y gneiss. . . * . . .
Lavas piroxénicas
2,6
2,7
2,9
Peridoto...
3,5
Lherzolita.
3,5
3,8
7,0
7,8
8,0
Centro
Se puede suponer que uno de los globos complete el otro, y en
este caso no repugna creer que las partes más profundas d e l planeta que habitamos, se hallen representadas por materiales de una den(1) Memoires d é l a Societé des lettres, sciencies et arts de l'Aveyron: tomo V I I ,
año 1850.
SEMANARIO
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sidad mucho mayor que la de la costra terrestre, tanto m á s , cuanto
que la densidad media de nuestro globo es de 6,5, mientras que la
de su costra es de 2,5 á 3 solamente.
De esta c o m p a r a c i ó n resulta t a m b i é n con bastante fundamento,
que los meteoritos se han formado de una manera semejante al de las
capas terrestres, supuesto que los más superficiales son de origen
acuoso en r e l a c i ó n con los terrenos sedimentarios, más profundamente los meteoritos aluminosos de origen mixto en r e l a c i ó n con las
rocas p e r i d ó t i c a s , y , finalmente, las rocas p l u t ó n i c a s relacionadas
con los meteoritos holosideros, sisideros, etc.
Estas relaciones son a ú n mayores, si tenemos en cuenta las semejanzas que existen entre los meteoritos aluminosos (Stannern,
Juvinas) y ciertas lavas v o l c á n i c a s de la Thjorza (Islandia); tanto es
así, que comparado el análisis del meteorito de Stannern hecho por
Rammelsberg, con el de la lava de T h j o r z a por M r , Gent, las d i f e rencias que presentan son tan p e q u e ñ a s , que muy bien pudieran c o n siderarse como fragmentos de una misma roca terrestre.
En c o m p r o b a c i ó n de esto, hé aqui los análisis de ambos seres,
s e g ú n dicta Meunier:
Sílice...
Alúmina
Protóxido de hierro
»
de cobalto
*
de manganeso...
Magnesia
Cal
Sosa
Potasa
Hierro cromado
Protosulfuro de hierro
Meteorito
de Stannern
Lava
de Thjorza
48,30
12,65
19,32
»
0,81
6,87
11,27
0,62
0,26
0,54
indicios
49,60
16,89
11,92
indicios
7,52
13,07
1,24
0,20
»
L o mismo sucede, es decir, las mismas a n a l o g í a s encontramos,
como pudimos ver anteriormente entre los meteoritos p e r i d ó t i c o s c o locados en el grupo de los Chassignitos y los peridotos terrestres, ó
mejor t o d a v í a , entre aquéllos y la roca de Nueva Zelanda, llamada
por Hoctetter D u n i t a : pues ya dijimos en otro lugar, que tanto en la
parte p é t r e a p e r i d ó t i c a de aquéllos como en el peridoto de ésta, se
observan al microscopio p e q u e ñ o s granos de hierro cromado.
Si se atiende á la composición cualitativa, podemos decir que
existen t a m b i é n semejanzas entre los meteoritos del tipo c o m ú n y las
rocas eruptivas magnesianas, cuyo tipo es la Lherzolita, con sólo la
diferencia que en éstas los cuerpos oxidables están oxidados, m i e n tras que en los meteoritos están l i b r e s .
En una palabra, que los meteoritos y las materias terrestres es
probable se hayan formado de una manera semejante, lo c o m p r u e ban finalmente las muchas experiencias s i n t é t i c a s que relativas á
estos seres ha llevado á cabo e l sabio D a u b r é e , profesor de Geología
del J a r d í n de Plantas de P a r í s .
Dichas experiencias tienen por objeto imitar los diversos grupos
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meteóricos, asociando elementos tomados de la costra terrestre, de
las que deduce consecuencias que anotaremos.
I m i t a c i ó n de l o s H o l o s i d e r o s . — C o m i e n z a D a u b r é e (por medio
de la fusión) á asociar el elemento hierro con las substancias p r i n c i pales que le a c o m p a ñ a n en el grupo de los Holosideros, y obtiene de
esta manera productos artificiales que en parte presentan los caracteres del grupo en cuestión.
Ahora bien; pulimentada una sección de un producto así obtenido, y sometida á la a c c i ó n de un á c i d o , observamos si el c a r á c t e r
de las figuras de Widmanstaetten, pero no con la regularidad que en
los hierros meteóricos ú Holosideros; lo cual depende de la temperatura elevada que se necesita para la fusión de las substancias (hierro,
n í q u e l , silicio, fósforo, azufre, etc.) T a n verdad es esto, que f u n dido el meteorito de Caille y d e s p u é s del enfriamiento lento, p u l i mentada una sección y sometida á la a c c i ó n del á c i d o , p e r d i ó la
regularidad primitiva de las figuras que á él le caracterizan; lo cual
indica que los productos artificiales no puaden presentar en absoluto
los caracteres de los Hierros.
(Se continuará.)
ASUNTOS
NOTA
CIENTÍFICOS
SOBBE LOS N U E V O S
por
M.
EEMEDIOS
Adrián
(Continuación)
ÁCIDO
GAÍACOL-CARBOXÍLICO
C
H ^0C02H
C o m b i n a c i ó n de Gaiacol y á c i d o c a r b ó n i c o , obtenida calentando
á una temperatura de 100o en vaso cerrado una mezcla de Gaiacol
iodado y á c i d o c a r b ó n i c o , y descomponiendo el producto por un
á c i d o . Este compuesto ha sido preconizado hace p r ó x i m a m e n t e dos
a ñ o s como antiséptico y antipirético, pero su uso no se ha g e n e r a l i zado, y no ha entrado formalmente en el comercio de productos
f a r m a c é u t i c o s . E l ácido Gaiacol-carboxilico cristaliza con dos m o l é c u l a s de agua; al estado anhidro se funde á cerca de 150o; á una
elevada temperatura se descompone en Gaiacol y á c i d o c a r b ó n i c o .
Á C I D O S A L 1 C Í L I C O Y SUS
C
6
DERIVADOS
H ^ O H
4\COa H
El ácido salicílico y sus derivados son en su mayor parte antisépticos poderosos, pero poseen igualmente propiedades antipiréticas y
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antirreumáticas, que permiten clasificarlos indiferentemente en uno
ú otro grupo. En una nota precedente ( i ) hemos estudiado ya estos
productos; no insistiré sobre ellos. Sin embargo, se ha propuesto ú l timamente como a n t i r r e u m á t i c o un nuevo derivado del ácido salicílico, el Salofeno, sobre el cual entiendo útil decir algunas palabras.
.
Ó
EL
SALOFENO
ACETALPARAMIDOSALOL
^ N H . CO. CH,
" ^ O C O . C8 H4 O H
Se prepara haciendo reaccionar el oxicloruro de fósforo sobre
una mezcla de partes iguales de á c i d o salicílico y paranitrofenol, r e duciendo el é t e r formado para transformar el grupo NOs y NHÍ y
acetilando finalmente el paraamidosalol. El cuerpo formado de este
modo se descompone en el intestino, pero no en el e s t ó m a g o , á la
manera que el salol en ácido salicílico y acetilparaamidofenol; para
que esta d e s c o m p o s i c i ó n sea completa, es necesario no pasar de la
dosis de 4-5 gramos. El Salofeno es menos tóxico que el Salol, lo que
unido á la falta absoluta de olor, parece debe c o n c e d é r s e l e la p r e ferencia; sin embargo, no es conocido a ú n por bastante tiempo para
poder fijar el porvenir que le está reservado.
El Salofeno se presenta bajo la forma de p e q u e ñ a s laminillas i n coloras, inodoras é insípidas, solubles en é t e r y alcohol, un poco en
agua caliente, muy poco en la fría; en solución alcohólica se colora
en violeta por el percloruro de hierro. Los álcalis le desdoblan en
á c i d o salicílico y acetilparaamidofenol, lo que explica su descomposición en el intestino, mientras que el jugo g á s t r i c o no ejerce a c c i ó n
sobre é l .
Dosis: 4 á ó gramos por d í a , como a n t i r r e u m á t i c o .
ANA.LGENO
6 ORTHOXIETILO-ANAMONOACETILAMIDOQUINOLEINA
NH. C O . C H ,
Producto obtenido recientemente por síntesis, que parece gozar
de propiedades analgésicas poderosas en los dolores r e u m á t i c o s ;
pero no se usa aún entre nosotros, y creo inútil por el momento e x tenderme más en la historia de este cuerpo.
Dosis: 1 gramo por d í a .
(Se c o n t i n u a r á . )
(1)
V. SEMANARIO FARMACÉUTICO, X X , págs. 215 y 222, 4891-1892.
SEMANARIO
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NOTICIAS
VARIAS
APERTURA..—La solemne apertura del curso a c a d é m i c o de 1892
á 1893 t e n d r á lugar el s á b a d o i.0 de Octubre p r ó x i m o , á la una de
la tarde, en el Paraninfo de la Universidad, estando encargado de la
o r a c i ó n inaugural el c a t e d r á t i c o de la Facultad de Farmacia, doctor
. D . Laureano C a l d e r ó n . L a m a t r í c u l a ordinaria se p o d r á hacer d u rante el mes de Septiembre y la extraordinaria en O c t u b r e ; tanto
ésta como la de e n s e ñ a n z a privada, se verificarán con arreglo á las
disposiciones relativas á las mismas que rigieron en el curso que t e r mina el d í a 30 del actual.
MUCÍLAGO DE GOMA TRAGACANTO.—M. A d h . Raes dice que hace
algunos a ñ o s , en vista del precio elevado de la goma a r á b i g a y de su
rareza, los médicos han tomado la costumbre de prescribir el mucilago de goma tragacanto.
He a q u í c ó m o se prepara de antemano: para obtener un litro de
m u c í l a g o , t ó m e n s e 4 30 gramos de alcohol concentrado y 12 gramos
de goma tragacanto (dosis de la farmacopea). L l é n e n s e de agua las
tres cuartas partes de una botella de un l i t r o , de boca ancha, y v i é r tanse r á p i d a m e n t e los 30 gramos de alcohol en los que se haya diluido
previamente el polvo de goma tragacanto.
S a c ú d a s e pronto fuertemente y a ñ á d a s e en seguida el resto del
agua. Se o b t e n d r á así un m u c í l a g o h o m o g é n e o y de larga conservación.
MASRIO, NUEVO ELEMENTO.—El Sr. Richmond, en una c o m u n i c a ción l e í d a en la Chenical Society, da como probable la existencia de
un nuevo elemento, al que designa con el nombre de Masrio para
indicar su origen egipcio. Este cuerpo se encuentra en p e q u e ñ í s i m a
p r o p o r c i ó n en un mineral denominado Johsonita, compuesto de a l ú mina y manganeso, en el que por repetidas investigaciones ha c o m probado contiene cerca de 0,2 por 100 de una substancia que no
presenta las reacciones de los metales conocidos, la cual no ha p o d i do aislar á causa de la corta cantidad de primera materia de que d i s p o n í a . Ha podido, sin embargo, apreciar que su peso molecular es 114,
que es bivalente, y en el sistema de Mendelejeff pertenece al grupo
de berito, en el cual hay una laguna al lugar 225.
EL AGUA OXIGENADA COMO CONTRAVENENO DEL ÁCIDO CIANHÍDRICO,—
F u n d á n d o s e el profesor R. K o b e r t , de Dorpat, en la r e a c c i ó n de
Attfield:
C O — NH2
2 H C y + H , O , = <r I
3
a 9
CO — NHj
ha practicado diversos ensayos fisiológicos por medio de inyecciones
h i p o d é r m i c a s en varios animales envenenados con a q u é l , y los r e sultados han sido satisfactorios.
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