Rev. per. Ent. 38: 2 3 - 2 6 . Diciembre 1995 (Setiembre 1996) Especies de Lutzomyia (Diptera: Psychodidae, Phlebotominae) vectores de la "uta" en el Perú. Abraham G. 1 Cáceres RESUMEN CACERES A. ¡995. Especies ele Lutzomyia (Díptera: Psychodidae, Phlebolominae) vectores de la "uta" en el Perú. Rev. per. Ent. 3 8 . — Se hace especial referencia a dos especies de insectos comprobadas c o m o vectores de la leishmaniasis cutánea andina o "uta" (Lutzomyia ayacuchensis y Lu. peruensis) y a tres consideradas c o m o vectores potenciales (Lu. lejadai, Lu. verrucarum y Lu. pesceí). Palabras clave: iMlzomyia, leishmaniasis cutánea andina, "uta", titiras, flebótomos. SUMMARY CACERES A. 1995. Species of Lutzomyia (Díptera: Psychodidae, Phlebolominae) vectors of "uta" in Perú. Rev. per. Ent. 38.- T h e autor makes special reference to two species of inseets probed to be vectors of Andean cutaneous leishmaniasis or "uta" (Lutzomyia ayacuchensis and Lu. peruensis) and to other three species considered as potencial vectors (Lu. lejeulai, Lu. verrucarum, and Lu. pesceí) Key words: Lutzomyia, Andean cutaneous leishmaniasis, uta, titiras, flebótomos, Perú. son hematófagas, siendo antropofílicas y zoófilas. Los criaderos naturales son desconocidos, p o r lo q u e los estados i n m a d u r o s son difíciles de localizar, p e r o ha sido posible realizar algunas crianzas en el laboratorio. El ciclo biológico es muy variado según las especies y las condiciones naturales del habitat: h u m e d a d , t e m p e r a t u r a y a l i m e n t o . Se c o n o c e q u e las especies selváticas necesitan mayor n ú m e ro de días para c o m p l e t a r su ciclo, en c o m p a r a ción con las especies de los A n d e s . Los huevos son p e q u e ñ o s , oscuros y ovalados, i n c u b a n d u r a n t e seis a d o c e días. El estado larval c o m p r e n d e c u a t r o estadios q u e necesitan 20 a 60 días; se a l i m e n t a n de materia orgánica en descomposición; la escasez o ausencia de iluminación son factores favorables para su desarrollo. La pupa tiene un ciclo de siete a catorce días, de color b l a n c o a p a r d o oscuro. El adulto tiene un p e r í o d o de vida de 20 a 30 días. Cada h e m b r a deposita 20 a 100 huevos, q u e son depositados individualmente e n h u e c o s de los árboles, fisuras y grietas de rocas d e s p r e n d i das, piso de establos, m a d r i g u e r a s de vertebrados y en cuevas. La importancia de los flebótomos radica fund a m e n t a l m e n t e e n e l papel q u e c u m p l e n c o m o transmisores de varios g r u p o s de parásitos: (a) protozoos del g é n e r o Leishmania q u e son a g e n t e s etiológicos de las diferentes formas clínicas de la leishmaniasis t e g u m e n t a r i a y visceral; (b) de las bacterias del g é n e r o Bartonella q u e t r a n s m i t e n la bartonellosis h u m a n a o verruga p e r u a n a o fiebre de la Oroya, e n f e r m e d a d de C a r r i ó n ; (c) varias familias de Arbovirus. Notas previas sobre los "flebótomos" o "titiras" Se c o n o c e n unas 750 especies y subespecies. E n e l viejo m u n d o p e r t e n e c e n a l g é n e r o Phlebotomus y en el n u e v o m u n d o , al g é n e r o Lutzomyia. De las especies descritas, u n a s 400 cor r e s p o n d e n a América, la mayor parte de la Región Neotropical. En C e n t r o América se ha regist r a d o 14 fósiles de flebótomos i m p r e g n a d o s en á m b a r y se s u p o n e q u e c o r r e s p o n d e n a 26 millones de a ñ o s de a n t i g ü e d a d : O l i g o c e n o T a r d í o y Mioceno Temprano. En el Perú, se ha r e p o r t a d o u n a s 115 especies, d e las c u a l e s e l 3 0 % s o n c o n s i d e r a d a s antropofílicas y existen varios n o m b r e s regionales p a r a los adultos: "titiras", "plumillas", "angelillos", "puma", "rapache", "jenjen", "manta blanca", "capa blanca", "lalapo", "wanwa", " p u m a m a n c h a c h i " (17,19) j^os adultos, d e 2 a 5 m m d e longitud, tienen cabeza y alas cubiertas de cerdas finas y largas. De actividad crepusculary n o c t u r n a (17:00 h hasta 07:00 h del día siguiente), p e r o en el día p u e d e n t e n e r actividad, si se ingresa a sus lugares de r e p o s o . T i e n e n vuelos cortos de 4 a 8 m, siendo de 200 a 300 m la distancia m á x i m a p o r día. H e m b r a s y m a c h o s se a l i m e n t a n de j u g o s y sustancias azucaradas de plantas, p e r o sólo las h e m b r a s 1. Laboratorio de Entomología, Instituto Nacional de Salud, A p d o . Postal 4 5 1 , Lima 100. 23 Vol. 38 REVISTA P E R U A N A DE E N T O M O L O G Í A 24 Las especies de "titiras" o flebótomos señalados c o m o vectores de la leishmaniasis c u t á n e a a n d i n a o "uta" p e r t e n e c e n a los s u b g é n e r o s Helcocyrtomyia y Pifanomyia, distribuidas en los valles occidentales e i n t e r a n d i n o s de la cordillera de losAndes . Los criterios más i m p o r t a n t e s p a r a considerar a los flebótomos o "titiras" c o m o vectores de leishmaniasis son: - El vector tiene q u e ser antropofílico, es decir, t e n e r la característica de picar a! ser h u m a n o ; - El vector tiene q u e ser zoófilo, es decir d e b e picar a animales domésticos y silvestres; - Al vector se le d e b e e n c o n t r a r infectado n a t u r a l m e n t e con la misma especie de Leishmania e n c o n t r a d a en el h o m b r e ; - El vector d e b e favorecer el crecimiento de la Leishmania, p e r m i t i e n d o su desarrollo hasta llegar a ser infectiva y transmitirlo a otro vertebrado m e d i a n t e picadura; - La distribución geográfica de la Leishmania aislada del h u m a n o d e b e coincidir con la del vector. Con frecuencia se ha d e t e r m i n a d o q u e la tasa de infección natural es inferior a 0,3%, y el n ú m e ro de promastigotes en el intestino de un f l e b ó t o m o es baja. A c o n t i n u a c i ó n se h a c e r e f e r e n c i a a c i n c o e s p e c i e s de Lutzomyia q u e se r e l a c i o n a n c o n la leishmaniasis c u t á n e a a n d i n a o "uta": d o s v e c t o r e s c o m p r o b a d o s y tres v e c t o r e s p o tenciales. ( 7 A 9 ) sonal, 1993). Es u n a especie antropofílica a d e m á s , se alimenta sobre animales domésticos (aves de c o r r a l , c u y e s , c e r d o s ) y silvestres (vizcachas). Además de las localidades p e r u a n a s mencionadas, se le c o n o c e en las provincias Azuay y C h i m b o r a z o del E c u a d o r , d o n d e s e h a e n c o n t r a d o i n f e c t a d a n a t u r a l m e n t e c o n Leishmania (Leishmania) mexicana (1".'L16,23)_ Lutzomyia (Helcocyrtomyia) (Shannon,1929) Esta e s p e c i e de "titira" o " f l e b ó t o m o " ha sido d e s c r i t a c o n e s p e c í m e n e s d e H u a r o c h i r í (Lima) y está p r e s e n t e en la m a y o r í a de las á r e a s u t ó g e n a s del P e r ú . E s u n a d e las e s p e c i e s q u e , d e s d e m u c h o s a ñ o s a t r á s , fue c o n s i d e r a d a c o m o u n o d e los p o s i b l e s v e c t o r e s d e l a " u t a " (12,13) £ p ¡ antropofílica; también se a l i m e n t a de a n i m a l e s d o m é s t i c o s (cuyes, c o n e j o s , c e r d o s , p e r r o s , a s n o s , v a c a s ) . E n local i d a d e s u t ó g e n a s de los valles o c c i d e n t a l e s e i n t e r a n d i n o s del n o r t e y c e n t r o d e l P e r ú h a sido c a p t u r a d a d e n t r o de viviendas, en p e r i d o m i c i l i o s y en c a m p o a b i e r t o . HERRER (1982a) observó promastigotes en raspados de hamsters expuestos en localidades u t ó g e n a s de H u a r o c h i r í , así m i s m o , m e n c i o n a también el aislamiento de Leishmania sp. a partir d e hamsters inoculados con h o m o g e n i z a d o s d e esta titira p r o c e d e n t e s d e á r e a s u t ó g e n a s d e Huarochirí^ '. CRUZADO (1987), en zonas u t ó g e n a s de la provincia de Otusco (La L i b e r t a d ) , halló c u a t r o ejemplares de esta titira infectados con Leishmania en forma natural. PÉREZ Y COL. (1991) c o m u n i c a r o n el aislamiento de Leishmania a partir de h a m s t e r s inoculados con h o m o g e n i z a d o s del t u b o digestivo de Lu. peruensis c a p t u r a d o s en zona u t ó g e n a de la provincia de Bolognesi (Ancash). Esta Leishmania ha sido caracterizada c o m o Leishmania (Viannia) peruviana m e d i a n t e técnica de electroforesis de isoenzimas en capa delgada de a l m i d ó n . Recient e m e n t e , PÉREZ Y COL. (1994) h a n d e t e c t a d o parásitos de Leishmania del complejo braziliensis med i a n t e PCR en ejemplares de Lu. peruensis captur a d o s e n áreas u t ó g e n a s d e l a p r o v i n c i a d e Huarochirí. Esta titira es u n a especie p r o p i a del Perú. Está p r e s e n t e en los valles occidentales del n o r t e y c e n t r o del p r ú ' ' ' ' ' . Hasta e l m o m e n t o n o ha sido e n c o n t r a d a en los valles orientales (selva alta) ni selva baja (llano a m a z ó n i c o ) . Con frecuencia se c a p t u r a p o r e n c i m a de los 1.600 m s n m y en m e n o r cantidad p o r e n c i m a de los 3.100 de altitud. s u n a e s e c e 6 1 2 , 1 8 1 9 m u 15 Lutzomyia (Helcocyrtomyia) ayacuchensis C á c e r e s y Galati, 1988 Esta especie de "titira" o "flebótomo" ha sido descrita de ejemplares capturados en áreas u t ó g e n a s de las provincias de Parinacochas y L u c a n a s del d e p a r t a m e n t o de Ayacucho. Es el vector natural de la "uta" o leishmaniasis c u t á n e a a n d i n a en esta zona. Se le ha c a p t u r a d o desde 1.400 hasta 2.950 m s n m . La Leishmania q u e infecta en f o r m a n a t u r a l a esta Lutzomyia ha s i d o c a r a c t e r i z a d a c o m o Leishmania (Viannia) peruviana, u t i l i z a n d o las t é c n i c a s : (1) e l e c t r o f o r e s i s de i s o e n z i m a s , (2) r e a c c i ó n en c a d e n a de la p o l i m e r a s a (PCR) y (3) k a r i o t i p a j e m o l e c u l a r , r e s u l t a n d o p e r t e n e c e r al k a r i o d e m a 2 de Leishmania (Viannia) peruviana ^ '. En las provincias Lucanas y Parinacochas (Ayac u c h o ) , lo mismo q u e en San Ignacio y C h o t a ( C a j a m a r c a ) , esta "titira" es de h á b i t o s extradomiciliarios, hallándose e n m e n o r p r o p o r ción en p e r i d o m i c i l i o s y domicilios. En H u a n c a b a m b a (Piura) los ejemplares fueron capt u r a d o s d e n t r o de las viviendas y en poca cantidad en peridomicilios (VILLASECA, comunicación per3,s peruensis e 2 4 v Diciembre 1995 25 CACERES: TITIRAS VECTORAS DE LA "UTA' Lutzomyia (Helcocyrtomyia) G a l a t i y C á c e r e s , 1990 tejadai Esta especie se considera c o m o vector potencial de "uta" o leishmaniasis tegumentaria. Ha sido descrita con ejemplares p r o c e d e n t e s de la provincia de H u á n u c o (Huánuco). Es antropofílica, t a m b i é n pica animales domésticos (cuyes, conejos, cerdos, perros, aves de corral). En ejemplares de esta especie c a p t u r a d o s d e n t r o de viviendas de áreas u t ó g e n a s del valle Higueras, afluente del río Huallaga ( H u á n u c o ) se ha detect a d o Leishmania del complejo brazüiensis mediante PCR. Se ha hallado en cantidades elevadas d e n t r o d e las h a b i t a c i o n e s h u m a n a s y e n peridomicilios (lugares d o n d e encierran cuyes, conejos, cerdos, ovinos, caprinos, gallinas); mientras q u e en c a m p o abierto (grietas, cuevas, raíces de árboles), el n ú m e r o es m e n o r . R e c i e n t e m e n t e se h a n realizado capturas de Lutzomyia sp. en áreas u t ó g e n a s de la provincia de H u á n u c o . Se c a p t u r a r o n 3.589 lutzomyias en ambientes intra y peridomiciliarios. De ellos el 99.7% correspond e n a Lutzomyia tejadai (57.5% machos, 42.5% h e m b r a s ) , 0.2% de Lu. fischeri y 0 . 1 % de Lu. noguchi. Machos de Lu. tejadai h a n sido capturados en mayor n ú m e r o q u e las h e m b r a s en el intra y peridomicilio; mientras q u e Lu. fischeri y Lu. noguchi se capturaron en ambientes peridomiciliarios. Hasta el m o m e n t o , ha sido registrada solam e n t e en á r e a s l o c a l i z a d a s en los valles i n t e r a n d i n o s afluentes del río Huallaga, de las provincias de H u á n u c o y A m b o < '. Recientem e n t e se ha e n c o n t r a d o en Bolivia (F. LE PONT, c o m . pers. 1994). En algunas áreas utógenas de la provincia de H u a r o c h i r í , esta e s p e c i e está i m p l i c a d a c o m o v e c t o r d e l a "uta", y a q u e e n e s p e c í m e n e s c a p t u r a d o s d e n t r o d e las viviendas y e n c a m p o a b i e r t o , se ha d e t e c t a d o Leishmania del c o m plejo brazüiensis m e d i a n t e P C R ' ' . 2 2 Lutzomyia (Helcocyrtomyia) ( H e r t i g , 1943) pesca Es propia del P e r ú y fue descrita con ejemplares p r o c e d e n t e s de Andahuaylas ( A p u r í m a c ) . Es un flebótomo q u e pica h u m a n o s y ha sido captur a d o d e n t r o de las viviendas, lugares d o n d e encierran animales domésticos, en cuevas y en raíces de árboles. Es u n a especie q u e f r e c u e n t e m e n t e se le e n c u e n t r a en localidades ubicadas e n t r e los 2.200 y los 3.300 m s n m - . En las provincias de A n d a h u a y l a s y Calca (Cusco) se le incrimina c o m o vector potencial de la "uta" ' ' ya q u e , p o r evidencias epidemiológicas, las localidades d o n d e está p r e s e n t e son e n d é m i cas de leishmaniasis c u t á n e a a n d i n a o "uta". Se ha c a p t u r a d o a d e m á s en Cajabamba (Cajamarca), Huancavelica, Churcampa y Tayacaja (Huancavelica), Cangallo (Ayacucho), q u e son áreas e n d é m i c a s de bartonellosis h u m a n a o verruga; también está p r e s e n t e en las provincias de U r u b a m b a y Qutspicanchis (Cusco), H u a n c a y o (Junín) y C e r r o de Pasco (Pasco) d o n d e la "uta" y la "verruga" están ausentes (6.12.18,19,20,24) ( 6 2 0 ) 2 24 Lutzomyia (Pifanomyia) ( T o w n s e n d , 1913) verrucarum Esta "titira" fue d e s c r i t a c o n e s p e c í m e n e s p r o c e d e n t e s de H u a r o c h i r í (Lima). Especie p r o p i a del P e r ú ; e s a n t r o p o f í l i c a p e r o t a m b i é n se alimenta de un gran n ú m e r o de animales d o m é s t i c o s y silvestres. Está p r e s e n t e en los valles o c c i d e n t a l e s e i n t e r a n d i n o s del n o r t e y c e n t r o d e l a c o r d i l l e r a d e los A n d e s . E n los valles o c c i d e n t a l e s del c e n t r o con f r e c u e n c i a s e c a p t u r a e n a l t i t u d e s c o m p r e n d i d a s e n t r e los 1.100 y los 2.980 m s n m ; p e r o en los valles i n t e r a n d i n o s del c e n t r o , está p r e s e n t e d e s d e los 1.200 hasta los 3.200 m de a l t i t u d - ' ' ' . E s u n o d e los f l e b ó t o m o s q u e más h a s i d o e s t u d i a d o p o r i n v e s t i g a d o r e s n a c i o n a l e s y extranjeros, ya que, además de considerarse como v e c t o r p o t e n c i a l de la "uta", es el v e c t o r n a t u r a l de la b a r t o n e l l o s i s h u m a n a o v e r r u g a p e r u a n a , en los valles o c c i d e n t a l e s y a l g u n o s valles i n t e r a n d i n o s del n o r t e y c e n t r o del P e r ú ( ' > . ( , , 2 1 8 1 9 12 2 4 ) 17 Literatura \. Cáceres A. 1993. Distribución geográfica de Lutzomyia verrucarum (Townsend, 1913) (Díptera, Psychodidae, P h l e b o t o m i n a e ) , vector de la bartonellosis h u m a n a en el Perú. Rev. Inst. Med. Trop. Sao Paulo. 35: 485-490. 2. Cáceres A. 1991. Fauna flebotómica (Díptera, Psychodidae) del valle interandino Higueras, H u á n u c o , Perú. Rev. per. E n t 34: 53-54. 3. Cáceres A, Villaseca P, Inga R, López M, Arévelo J, LlanosC u e n t a s A. 1 9 9 1 . Lutzomyia ayacuchensis ( D í p t e r a , Psychodidae, P h l e b o t o m i n a e ) probable vector de la leishmaniasis c u t á n e a a n d i n a (uta) en L u c a n a s y Parinacochas (Ayacucho, Perú). En: V Congreso Panamericano de Infectología, Lima. p. 11-22. 4. Cruzado, L. 1987. Lutzomyia peruensis vector de Leishmania sp. en Pagash, Otuzco, Perú. En: X C o n g r e s o Latinoamericano de Microbiología. Trujillo, Perú. p. 9 (187). 5. 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