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Enfermedades parasitarias gastrointestinales y pulmonares de bovinos, ovinos y caprinos (Parte II)

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Enfermedades parasitarias gastrointestinales y pulmonares de bovinos, ovinos y caprinos (Parte II)
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Enf e r m edades parasitarias. . .
Enfer m e d a d e s p a rasitarias gastroi ntestinales y pulmonares de
bovin o s , o v i n o s y caprinos (Parte I I )
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envi a r
corr e g i r
i mpr i m i r
7. Tric h u r iosis.
7 . 1 . Síntomas.
7 . 2 . Diagnóstico.
7 . 3 . Trat a m i ento.
7 . 4 . Profilaxis.
8. E n f e rmedad es parasitaria s ocas i o n adas p or cestodos Mo n i e z i o s i s
en r u m i antes.
8 . 1 . Ciclo biol ó g i co.
8 . 2 . Diagnóstico.
8 . 3 . Patogenia.
8 . 4 . Trat a m i ento y control.
9. C o c c idiosis .
9 . 1 . Ciclo biol ó g i co.
9 . 2 . Síntomas.
9 . 3 . Diagnóstico.
9 . 4 . Trat a m i ento.
9 . 5 . Prevención.
10. T é c nicas d e diagnóstico a n t e mort e m.
1 0 . 1 . Técnica cuantitativa d e M c M a s t e r.
1 0 . 2 . Técnica de W i s c onsin.
1 0 . 3 . Técnica de Wiscosi n m o d i f i c a d a .
10.3.1. Inte r p r etación del recuento d e h u e v o s d e e s t r ó n g i l o s
dige s t i vos por grano de hace s e n rumi antes.
10.3.2. Utilidad de la c o p r o s c o p í a c u a n t i t a t i v a en h e l m intolog ía
de r u m i antes.
10.3.3. Examen parasi t o l ó g i c o d e l calo s t r o o de l a leche.
10.3.4. Procedimiento .
1 0 . 4 . Técn i c a de Ba erman.
10.4.1. Fundamento de e s t a técn i c a .
10.4.2. Material nece s a r i o .
10.4.3. Proc e dimiento.
11. Bibl i o g rafía.
7. T R I C HURIO SIS.
Enfe r medad parasitaria debid a a l a p r e s e n c i a d e n e m a t od o s d e l a
fami l i a Trichur idae y al gene r o Trichuris, loc a l i zados a nivel del ciego
y de l c olon de sus hospedad o r e s , e s u n a a f e c c i ó n cosm o polita cuya
infe s t a ción es debida a la in g e s t i ó n d e h u e v o s e m b r i o n ad o s (L1) , s e
trat a d e un cic lo monoxeno di r e c t o , d e a h í s u a m p l i a d i st r i b u c i ó n a
nive l m undial. En los bovinos y l o s o v i n o s l a s e s p e c i e s de m a y o r
impo r t a ncia son: T. globulosa (bo v i n os) y Trichuris ovis (ov i n o s y
capr i n o s).
7.1. S í ntomas.
La s i n t omatolo gía de la trich u r i o s i s s e o b s e r v a b á s i c a m en t e e n l o s
anim a l e s jóven es y solo en ca s o s d e i n f e s t a c i o n e s m a s iv a s d e b i d o a
su a c c i ón trau mática. Los sín t o m a s c o m u n e s son d i a rrea, al gunas
vece s h emorrá gica, enflaque c i m i e n t o , m a l e s t a d o g e n e r a l y anem i a,
debi d o a que l os trichuris so n h e m a t ó f a g o s , a u n q u e s u ac c i ó n
expo l i a triz es d e p oca imp ortancia.
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7.2. D i agnóstic o.
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Enfermedades parasitarias gastrointestinales y pulmonares de bovinos, ovinos y caprinos (Parte II)
En v i s t a de qu e la mayoría de l a s i n f e s t a c i o n e s s o n l i g er a s y
asin t o m áticas, el diagnóstico c l í n i c o e s c a s i i m p o s i b l e . E l d i a g n ó s t i c o
de c e r t eza es aportado por la copr o s c opía ya que los huev o s d e l o s
pará s i t os de e ste género son d e m o r f o l o g í a inco n f u ndible.
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7.3. Tr atamien to.
Los p r o benzom idazoles, benz i m i d a z o l e s , l a s a v e r m e c t i n a s /
milb e micinas y el l e vamisol inyectables, s o n m u y e f i c a c e s c o n t r a l o s
Tric h u r is adult os, pero poco e f ectivos contra las for m a s l a r v a r i a s .
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7.4. P r ofilaxis.
Es r a r a vez ne cesaria en el c a s o d e l o s r u m i a n t e s .
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8. E N F E RMED ADES PARAS I TA R I A S O C A S I O N A D A S P OR C E S TO D O S .
La m o n ieziosi s es una cestod i o s i s o c a s i o n a d a p o r c e s to d o s d e l
géne r o Moniezia: M. expansa en o v i n os y ca prinos y M. benedeni
prin c i p almente en bovinos. En n u e s t r o p a í s e s t a p a r a s i to s i s e s t á
prin c i p almente afectada por l a p r e c i p i t a c i ó n y s u i n c i d e nc i a y
prev a l e ncia so n mayo r es en animales jóvene s . E n a d u l t o s , e s t a
para s i t osis est a influenciada p o r fact o r e s nutric ionales, por e l e s t r é s
(fis i o l ó g ico o de manejo) y p o r enfe r m e dades intercurrentes , f a c t o r e s
todo s e llos qu e pueden afec t a r nega t i v amente los mecanismo s
inmu n ológicos, impactando ne g a t i v a m e n t e s o b r e l a rela c i ó n
hosp e dador-parásito.
El g é n e ro Moniezia se c a racteriz a por tener un e s c o l e x i n e r m e , sin
ganc h os ni rostellum, con cu a t r o v e n t o s a s ( v e r F i g . 1 ) y p r o g l ó t i d e s
mas anch o s que largos.
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8.1. C i clo bioló gico.
El c i c l o biológ ico de Moniezia spp es i n d irecto c on la participac i ó n d e
un h o s p edado r intermediario , u n ácar o m icroscó pico de la fami l i a
Orib a t i dae, (ver F i g.2) que tiene hábitos c o p r ó f a g o s y qu e v ive en el
past o . Dicho á caro se infecta a l i n g e r i r l o s h u e v o s d e l cest o d o
pres e n t es en l as heces y en s u i n t e r i o r s e v a a f o r m a r u n a l a r v a
cist i c e rcoide, al cabo de apr o x i m a d a m e n t e c u a t r o m e s e s, e s t a s e r á l a
form a infe c t a nte para los rumiantes c u a n d o a l a l i m e n t a r s e d e pa s t o
cons u man las larv a s cisticer coides. En el in t e s t i n o d e l g a d o d e l o s
rumi a n t es, dic has larvas se l i b e rarán de l ácaro y se v a n a t r a n s f o r m a r
en a d u l tos en aproximadamen t e seis s e manas, estos parásitos p u e d e n
lleg a r a medir hasta 5 metros . L o s ú l t i m o s segm e ntos que son los
ovíg e r o s o grá vidos se desp r e n d e r á n y s a l d r á n a l m e d i o exte r i o r en
dond e s e desin tegrarán y al s e r c o n s u m i d o s p o r l o s á c ar o s orib á t i dos
los i n f estarán garantizándose d e e s t a m a n e r a l a p e r m a ne n c i a d e l a
infe s t a ción po r este parásito e n l a expl o t a ción. L a infestación
para s i t aria de los oribátidos d u r a t a n t o c o m o s u v i d a ( 15 a 1 8 m e s e s ) ,
lo c u a l garanti za la p e r e nnidad de la infección d e l a p r a d e r a . L a
prol i f e ración d e los oribátidos se v e i ncremen tada por la plu v i o m e t r í a ,
pero c u ando e sta es excesiv a o e n sist e m a s de ir rigación artific i a l , s e
ve perj u d i cada.
8.2. D i agnóstic o.
La v i s u alizació n de los progl ó t i d e s g r á v i d o s , d e colo r b lanco o paco
sobr e l as hece s (ver Fig. 3) o e n l a s m á r g e n e s d e l a ñ o , perm i t e n un
diag n ó s tico ex acto de la mo n i e z i o s i s . L a c o p r o s c o p í a e s d e u t i l i d a d
redu c i d a y no interesa el dia g n ó s t i c o c u a n t i t a t i v o , s ó l o in t e r e s a s a b e r
si e l a nimal está o no para sitado. Sin emb a r g o , l o s h u e v o s ( v e r F i g . 4 )
esta r á n presen tes en las h e c es pues los segmento s o v í g e r o s a l
romp e rse permiten su mezcl a c o n l a mate r i a fecal y pueden por en d e ,
ser v i s tos med iante la copros c o p í a d e conc e ntración por flotación.
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Enfermedades parasitarias gastrointestinales y pulmonares de bovinos, ovinos y caprinos (Parte II)
Prog l o t ides gr ávidos de Moniezia spp en h e c e s
Microscopios
Oxígeno disuelto
pH, Conductividad,
TDS
Refractómetros
Salinómetros
Huev o de Moniezia expansa
Te r m o - H i g r ó m e t r o s
8.3. P a togenia .
Frec u e n temen te la moni e ziosis se presenta de m a n e r a s u b c l í n i c a y n o
se m a nifiesta sino por la pres e n c ia de l os segmentos o v í g e r o s e n l a s
hece s o en las márgenes del a n o . S i n emba r go, esta parasitosis no
debe s u bestim arse, pues va a p r o d u c i r u n a dism i n u ción de la
prod u c t ividad del ganado y de l a r e n t a b i l i d a d e n l a expl o t a ción. D ado
que l o s parási tos, sobre todo s i s e t r a t a d e u n a i n f e c c i ón impo r t a nte,
pues r a ra vez están solos, ej e r c e n u n a a c c i ó n e x p o l i a t r íz s o b r e cier t o s
nutr i e n tes imp ortantes como l a m e t i o n i n a , v i t a m i n a B y c a l c i o . E j e r c e n
adem á s una acción irritante s o b r e l a m u c o s a i n t e s t i n a l , l o c u a l l e
ocas i o n a al anim a l alterac iones en el pro c e s o d e a b s o r c i ó n d e l o s
nutr i e n tes.
8.4. Tr atamien to y control.
Se p u eden utilizar las siguien t e s d r o g a s :
1. Albe n d a zol: 5 a 7,5 m g / Kg
2. Mebe n dazol: 12,5 mg/Kg
3. Oxbe n dazol: 4,5 a 5 mg / Kg vía oral o intrarumi n a l .
Una r e c omend ación impo r t a nte es la de tratar a l o s a n i m a l e s e n u n
corr a l de desc arga, antes de solt a r l os a pot rero, pues en v i s t a d e q u e
esto s p roducto s no tienen acc i ó n sobr e l os emb rióforos de las
moni e zias, se sembraría el p o t r e r o c o n h u e v o s d e l pará s i t o y se
agra v a r ía aún más el proble m a , y a q u e l a p r e s e n c i a d e l o s á c a r o s
orib á t i dos en l os potreros es u n h e c h o c o m ú n y e l n o t o ma r e s t a
prev i s i ón en vez d e ayudar al control de e s t a p a r a s i t o s i s , m á s b i e n
incr e m e ntaría el riesgo de i n f e stación tanto para los h o s p e d a d o r e s
inte r m e diarios como para los defi n i t i v os.
9. C O CCIDIOSIS.
La c o c c idiosis de los rumian t e s e s u n a a f e c c i ó n i n t e s t i na l ocas i o n ada
por p r o tozoari os del género Eimeria : cocc i d i as. Aun que no se trata d e
una h e l mintosi s, su localizac i ó n i n t e s t i n a l , su e p i d emiolog ía y por
esta r f recuente mente asocia d a c o n l o s e s t r ó n g i l o s dige s t i vos y se r
diag n o s ticada por las misma s t é c n i c a s c o p r o p a r a s i t o l ó g i c a s ,
cons i d e ramos de interés inc l u i r l a s e n e l p r e s e n t e a r t i c u l o . L a
cocc i d i osis de los r u m iantes es cosmopolita y l a s e s p e c i e s s o n
nume r osas, aunque afor t u n adamen te no todas re v i s t e n i m p o r t a n c i a
pató g e n a, por ejemplo en bo v i n o s se s e ñ a lan bás icamente a la s
espe c i e s E. bovis , E. zuerni y E.auburnensis , co m o las esp ecies con
un rol p a t ógeno d efinido y const a n t e , m i e n t r a s q u e e n l o s pe q u e ñ o s
rumi a n t es se impl i c a n funda mentalmente c o m o l a s m a s p a t ó g e n a s a
las s i g uientes especies: E . Ninaklholyakimovae y E. arloingi en l a s
cabr a s y a E. Ovina E. ovnoidalis en l o s ovinos y a E. parva en a m b os
hosp e dadores.
9.1. C i clo bioló gico.
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Enfermedades parasitarias gastrointestinales y pulmonares de bovinos, ovinos y caprinos (Parte II)
El c i c l o se div ide en tres fase s : e s p o r u l a c i ó n , infe c c i ón y sch izogonya
y fi n a l mente g ametogonia y f o r m a c i ó n d e o o q u i s t e s , sien d o la
cont a minación del hospedad o r d e b i d a a l a i n g e s t i ó n d e o o q u i s t o s
espo r u l ados.
9.2. S í ntomas.
La p r e s encia d e coccidias no s i g n i f i c a cocc i d i osis y cuando la
cocc i d i osis clí nica se h a c e prese nte, el numero d e o o q u i s t e s p o r
gram o d e hece s puede ser mu y vari a b l e, llega ndo incluso a s e r m u y
bajo s o bre tod o en casos de d i a r r e a hemo r rágica profusa, de la m i s m a
mane r a que un animal en bu e n a s c o n d i c i o n e s d e salu d p uede a rrojar
cant i d a des ele vadas de ooqu i s t o s p o r g r a m o d e h e c e s .
Las c o c cidias provocan una e n t e r i t i s c a t a r r a l , el c o n t enido d el
inte s t i no es ro jizo, liquido y d e o l o r f é t i d o , h a y d e s t r u c c i ó n de l a s
glán d u l as inte stinales con de s c a m a c i ó n d e l e p i t e l i o .
9.3. D i agnóstic o.
Para u n adecu ado diagnostic o se d e b e n cons iderar los signo s c l í n i c o s
y en i n feccione s patentes la p r e s e n c i a de o o q u istos d e especies
pató g e n as en las heces. El di a g n o s t i c o s e r e a l i z a medi a nte exámenes
copr o s c ópicos clásicos como l o s m é t o d o s d e W i l l i s , M c M a s t e r o
W i s c o n sin. Pa ra un correcto d i a g n ó s t i c o e s d e i n t e r é s r e a l i z a r
copr o c u ltivos para g a rantiza r la esporulaci ó n d e l o s o o q u i s t e s , y a q u e
esto s p resenta n característic a s morf o l ó gicas q ue permiten la
iden t i f i c ación especifica.
Ooqu i stes de Eimeria spp
9.4. Tr atamien to.
El t r a t amiento con sulfamidin a , a d m i n i s t r a d o oral o parente ralmente y
repe t i d o con la mitad de la d o s i s s u m i n i s t r a d a inic i a l mente po r dos
días c o nsecuti vos es recome n d a b l e , a l t e r n a t i v a m e n t e p u e d e usar s e el
ampr o l i um o e l decoquinato. E n e x p l o t a c i o n e s i n t e n s i v a s e n l a s c u a l e s
se p r e s entan f recuentes bro t e s d e c o c c i d i o s i s , e s r e c o m e n d a b l e
admi n i s trar co n el a l i m ento co ncentrado bajos n i v e l e s d e a m p r o l i u m o
deco q uinato.
9.5. P r evenció n.
La p r e v ención se basa en un a d e c u a d o m a n e j o y prác t i c as de h igiene
bási c a s , prest ando particular a t e n c i ó n a l a l i m p i e z a d e come d eros y
bebe d eros los cuales no debe n p e r m i t i r q u e l o s a n i m a l es d e f e q u e n e n
el a l i m ento, as í como l a limpie za periódica de l p i s o d e l o s e s t a b l o s ,
camb i o periódico de la cama y en general mantener l o s p i s o s l o mas
seco s p osible.
Cuad r o I. Antihelmínticos: V í a s d e a d m i n i s t r a c i ó n y e s p ec t r o d e acci ó n
Vía d e
Espe c t r o de
Nomb r e genérico
Dosi s ( mg/Kg. )
Admi n i s tración
acti v i d ad
Benz i midazoles
Nema t odos
Sulf o x i do de
Sub – c utánea ,
3.75 – 4
gast r o e ntérico s
Albe n d a zol **
Oral
7 - 10
y ce s t o dos
Nema t odos
gast r o e ntérico s,
Albe n d a zole
Oral
5 – 7.5
pulm o nares y
cést o d o s
Nema t odos
gast r o e ntérico s,
Camb e ndazole
Oral
20- 2 5
pulm o nares y
cést o d o s
Feba n t e l
Oral
5 – 10
Nema t odos
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Enfermedades parasitarias gastrointestinales y pulmonares de bovinos, ovinos y caprinos (Parte II)
Fenb e ndazole
Oral
5 – 7.5
Mebe n dazole
Oral
12.5
Oxfe n dazole
Oral / I n trarumi n a l
4.5 – 5
Oxib e ndazole
Oral
10 – 1 5
Parb e ndazole
Oral
20 – 3 0
Thia b e n dazole
Oral
44 – 11 0
Thio f a n ato
Oral
50 – 8 0
gast r o e ntérico s,
pulm o nares
Nema t odos
gast r o e ntérico s,
pulm o nares y
cest o d o s
Nema t odos
gast r o e ntérico s,
pulm o nares y
cest o d o s
Nema t odos
gast r o e ntérico s,
pulm o nares y
cest o d o s
Nema t odos
gast r o e ntérico s
Nema t odos
gast r o e ntérico s
Nema t odos
gast r o e ntérico s
Nema t odos
gast r o e ntérico s,
pulm o nares
Imid a z o tiazole s
Tetr a m i sole
Oral
15
Oral / S p ot-On y
sub- c u t ánea
7.5
Ora y s ubcutá n e a
8 - 9
Mora n t e l
Oral
10
Tart r a t o de Pira n t e l
Oral
25
Hidr o c l orido de
Leva m isole
Fosf a t o de
Leva m isol
Nema t odos
gast r o e ntérico s
y pu l m o nares
Nema t odos
gast r o e ntérico s
y pu l m o nares
Nema t odos
gast r o e ntérico s
y pu l m o nares
Tetr a h i dopirim idinas
Nema t odos
gast r o e ntérico s
Nema t odos
gast r o e ntérico s
Lact o n a s
macr o ciclicas
Iver m e c tina
Dora m ectina
Oral / S p ot-On y
sub- c u t ánea
Moxi d ectina
sub- c u t ánea
Nema t odos
200 m cg / Kg gast r o e ntérico s
y pu l m o nares
Nema t odos
200 m cg / Kg gast r o e ntérico s
y pu l m o nares
**Bovi n o s a pas toreo: Ad i c i onar 1,8 Kg de Sulfobe n d a z o l e n 2 5 K g . d e
sal c o m ún o co n mine r a l es. Col ocar en comed e r o s s e p a r a d o s p a r a q u e
los a n i males p uedan consumi r dosi s m edias d iarias de 50 g per c a p ita,
por u n periodo de 2-3 días. E s t a c a n t i d a d d e S u l f o x i d o de Albe n d a zol
prov e e 7 mg d e principio acti v o p o r K g . d e p e s o v i v o p or d í a .
Bovi n o s estab ulados: Adic i o n ar 10 m g de Sulfoxid o d e A l b e n d a z o l p o r
kg d e p eso viv o, en la cantid a d de r a c i ón a se r consumida e n u n d í a
(dos i s única) p or los bovinos .
La a d ministración a través d e b l o q u e s m u l t i n u t r i c i o n a l e s a b o v i n o s a
past o r e o ha si do recienteme n t e u t i l i z a d a c o n m u y b u e n o s r e s u l t a d o s .
10. T É C NICA DE DIAGNÓST I C O A N T E M O RT E M .
En v i s t a de qu e la mayoría de l o s h e l m i n t o s l i b e r a n s u s h u e v o s a nive l
inte s t i nal, el d iagnóstico de l a s i n f e s t a c i o n e s p a r a s i t a r i a s p u e d e s e r
conf i r m ado po r la puesta en e v i d e n c i a d e d i c h a s f o r m a s d e
dise m i n ación, medi a nte el examen de una p e q u e ñ a c a n t i d a d d e h e c e s ,
lo c u a l constit uye la copr o l o gía mic roscópica, cu y a s t é c n i c a s s o n e n
gene r a l muy s encillas pero requ i e r en de r igurosidad para e v i t a r l a
emis i ó n de res ultados falsos. E s r e c o m e n d a b l e t o m a r l a m a t e r i a f e c a l
dire c t a mente d el recto del an i m a l , p a r a l o c u a l s o n d e gr a n u t i l i d a d l o s
guan t e s plásti cos para palpac i o n e s r e c t a l e s o u n a s i m p le b o l s a
plás t i c a inve r t i da coloc ada a manera d e g u a n t e e n l a m a n o . L a s
mues t r a s debe n ser adec u adamente identificada s y c o l o c a d a s e n
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Enfermedades parasitarias gastrointestinales y pulmonares de bovinos, ovinos y caprinos (Parte II)
cava s d e anim e con recipien t e s refr i g e rantes c ongelados, par a s u
tras l a d o al lab oratorio en do n d e d e b e n s e r proc e s a das a la brevedad
posi b l e (< 48 h oras). En caso d e n o s e r f a c t i b l e s u proc e s a miento
inme d i a to deb en mantenerse b a j o r e f r i g e r a c i ó n ( 4 º C ) . E l a n á l i s i s
copr o s c ópico cuan t i t ativo, a pesar de sus l i m i t a c i o n e s , c o n t i n ú a s i e n do
la h e r r amienta fund a mental en el diagnóstic o d e l a h e l m i n t o s i s
gast r o i ntestina l de los rumi a n t es dom ésticos, debid o a s u p r a c t i c i d a d y
bajo c o sto. Ex isten variadas técn i c a s copro scópicas cuan t i t a t i v a s ,
pero l a s de us o mas frecuen t e s t a n t o a nive l d e labora torios de
inve s t i gación c omo de servici o s o n l a s s i g u i e n t e s .
10.1 . T écnica cuantitativa de M c M a s t e r.
Esta t é cnica re quiere de una c á m a r a e s p e c i a l m e n t e d i s eñ a d a p a r a e l
cont e o de los huevos, conoc i d a c o m o c á m a r a d e M c M a s t e r y d e u n
liqu i d o de flot a c i ón, com o la solución s o b r e s a t u r a d a d e N a C l ( 4 0 0
gram o s de sal de coci n a + 1000 ml de agua), o l a s o l u c i ó n d e S h e a t e r
azúc a r (350 gr amos de azúca r + 340 m l de agu a) cuyas densi d a d e s
osci l a n entre 1 ,18 a 1,20. Pa r a e s t i m a r e l núme r o de huevos por gramo
de h e c e s, simp lemente cada h u e v o o b s e r v a d o d e n t r o ó sobr e l as
líne a s de dem arcación se mu l t i p l i c a p o r 5 0 . ( M o r a l e s y P i n o , 1 9 7 7 ,
2004 ; H ansen y Perry, 1994) .
10.2 . T écnica de Wiscosin.
Esta t é cnica e s de gran utili d a d e n i n f e s t a c i o n e s l e v e s , l o c u a l es
frec u e n te en b ovinos adultos y t i e n e l a v e n t a j a d e q u e co m o s e l e e a l
micr o s c opio en tre lámina y la m i n i l l a , l o s h u e v o s d e l o s pa r á s i t o s s e
pued e n obse r v a r con m ayor nitidez. E s u n a t é c n i c a d e s e d i m e n ta c i ó n –
flot a c i ón. En la prim e r a etapa se mezclan 5 gram o s de heces en 30 ml
de a g u a , se ta miza la mezcl a y se d i s t ribuye e l contenido en 2 t u b o s
de e n s a yo de capacidad para 1 5 m l y s e cent r í f uga a 80 0 rpm durante
10 m i n u tos, lu ego se descar t a e l s o b r e n a d a n t e y s e le a ñ a d e la
solu c i ó n azuca rada hasta 2/ 3 d e l a c a p a c i d a d d e l o s t u b o s , s e mezc l a
bien y se comp leta con dicha s o l u c i ó n g a r a n t i z a n d o l a f or m a c i ó n d e u n
meni s co convexo superior, se l e c o l o c a u n a l a m i n i l l a d e 2 2 x 2 2 m m
sobr e l os tubo s d e centr ífuga, se repit e l a c e n t r i f u g a c i ó n a 8 0 0 r pm
por 1 0 minutos , se toma n e stas la minillas y se c o l o c a n s o b r e lami n a s
port a o b jetos p ara su observ a c i ó n a l m i c r o s c o p i o a 1 0 x . E l t o t a l de
huev o s observados se divide e n t r e 5 y a s í o b t e n e m o s l a c a n t i d a d d e
huev o s por g r a mo de h eces.
Esta t é cnica e s de gran utili d a d e n i n f e s t a c i o n e s l e v e s , l o c u a l es
frec u e n te en b ovinos adultos y t i e n e l a v e n t a j a d e q u e co m o s e l e e a l
micr o s c opio en tre lámina y la m i n i l l a , l o s h u e v o s d e l o s pa r á s i t o s s e
pued e n obse r v a r con m ayor nitidez. E s u n a t é c n i c a d e s e d i m e n ta c i ó n –
flot a c i ón. En la prim e r a etapa se mezclan 5 gram o s de heces en 30 ml
de a g u a , se ta miza la mezcl a y se d i s t ribuye e l contenido en 2 t u b o s
de e n s a yo de capacidad para 1 5 m l y s e cent r í f uga a 80 0 rpm durante
10 m i n u tos, lu ego se descar t a e l s o b r e n a d a n t e y s e le a ñ a d e la
solu c i ó n azuca rada hasta 2/ 3 d e l a c a p a c i d a d d e l o s t u b o s , s e mezc l a
bien y se comp leta con dicha s o l u c i ó n g a r a n t i z a n d o l a f or m a c i ó n d e u n
meni s co convexo superior, se l e c o l o c a u n a l a m i n i l l a d e 2 2 x 2 2 m m
sobr e l os tubo s d e centr ífuga, se repit e l a c e n t r i f u g a c i ó n a 8 0 0 r pm
por 1 0 minutos , se toma n e stas la minillas y se c o l o c a n s o b r e lami n a s
port a o b jetos p ara su observ a c i ó n a l m i c r o s c o p i o a 1 0 x . E l t o t a l de
huev o s observados se divide e n t r e 5 y a s í o b t e n e m o s l a c a n t i d a d d e
huev o s por g r a mo de h eces.
10.3 . T écnica de Wiscosin m o d i f i c a d a .
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Enfermedades parasitarias gastrointestinales y pulmonares de bovinos, ovinos y caprinos (Parte II)
Se p e s a n 3 gra mos de mate r i a l f e c a l y se l e agrega n 17 ml de solu c i ó n
azúc a r sobres aturada, se trit u r a n l a s h e c e s , se m e zclan bien y se
tami z a la mezc la en un colado r d e t é , l u e g o s e c o l o c a l a mezc l a
tami z a d a en u n tubo de cent r í f u g a y s e c e n t r í f u g a a 8 0 0 r p m p o r 1 0
minu t o s , se le agrega solució n a z ú c a r s a t u r a d a h a s t a f or m a r m e n i s c o s
conv e xos supe r i o r y se c oloca la lamin i l l a d e 2 2 x 2 2 m m p o r 4
minu t o s , luego se coloca en u n port a o b jeto y s e lee al micro s c o p i o c o n
un aume n to de 10x, se revisa to d a l a l a m i n i l l a y s e e x p r e s a e l
resu l t a do en huev o s por gramo de heces, l u e g o d e d i v i d i r e l t o t a l
cont a d o entre 3.
10.3.1. Interpretación del recuento de huevos de estróngilos digestivos
por gramo de heces en rumiantes.
La i n t e rpretaci ón del sign i f i cado de los resultados d e l a c o p r o s c o p í a
cuan t i t ativa de pende enorm e m e n t e d e l a c o n d i c i ó n d e l a n i m a l
exam i nado, el cual a su vez d e p e n d e d e l p l a n o n u t r i c i o na l , d e b i d o a
que aque l l o s anima les en buenas c o n d i c i o n e s y a d e c u a d a m e n t e
alim e n t ados pu eden tole r a r altas ca rgas parasita r i a s . L a p r e s e n c i a d e
esto s a nimales al interior de u n r ebaño, es decir que a p e s a r d e e s t a r
infe c t a dos est án saludables, h a llev a d o a esta blecer diferenc i a s
conc e ptuales de gran importa n c i a , a s í v e m o s , como en la actualidad
se m a nejan los términos de r e s i s t e n c i a y r e s i l i e n c i a :
Resi s t e nte: té r m i no refer ido a aquellos a n i m a l e s que n o se infe ctan
con e s t róngilo s digestivos o q u e s i l o h a c e n l i m i t a n l a carg a
para s i t aria.
Resi l i e nte: so n a quellos animales que p u e d e n sopo r t a r altas cargas
para s i t arias si n que su rendi m i e n t o p r o d u c t i v o y e s t a d o gene r a l de
salu d s e vea n egativamente a f e c t a d o .
Habi e ndo realizado las aclar a t o r i a s ante r i o res es c onveniente
esta b l e cer su relación con si t u a c i o n e s f r e c u e n t e m e n t e obse r v a das co n
anim a l e s para sitados en con d i c i o n e s n a t u r a l e s , e n l o s c u a l e s l a
rela c i ó n entre la carga paras i t a r i a y l a p r e s e n c i a o a u s en c i a d e s i g n o s
clín i c o s es dep endiente de un a s e r i e d e f a c t o r e s , e n t r e l o s c u a l e s
dest a c a n el esta d o nutricio nal del animal a s í c o m o l a e d a d . A n i m a l es
en b u e n estad o nutr i c i onal son más resistent e s a l o s e f e c t o s d e u n a
elev a d a carga parasitaria que a q u ellos e n deficientes c o n d i c i o n e s
nutr i c i onales, por otra parte, l o s a n i m a l e s j ó v e n e s s o n m a s
susc e ptibles que los adultos , d e a h í q u e l a i n t e r p r e t a c i ón d e l o s
resu l t a dos de la c o p r oscopía con fines diag n ó s t i c o s r e q u i e r e d e s u
anál i s i s conjun to con la hist o r i a clínica del animal.
Sin e m b argo, e l análisis copr o p a rasitol ógico cuantitat i v o d e u n l o t e d e
anim a l e s es un magnifico desc r i p tor de l a distribución y a b u n d a n c i a d e
las c a r gas par asitarias al inte r i o r del reb año, así como d e l n i v e l d e
cont a minación del pastizal. Cons i d e rando, que los distint o s g é n e r o s d e
nema t odos son distintos en c u a n t o a prol i f i c i dad y que en condici o n e s
natu r a l es es n ormal que se pr e s e n t e n infe c c i ones mi xtas, ya que en l a
natu r a l eza el p oli- parasitismo e s l a r e g l a . Vamo s a presentar algunas
tabl a s para la interpretación d e l o s r e s u l t a d o s d e l a copr o s c opía
cuan t i t ativa en infecciones m i x t a s , p e r o p r e v i a m e n t e r e al i z a r e m o s la
defi n i c ión de l os niveles de i n f e s t a c i ó n p r e s e n t a d o s e n la s t a b l a s :
Leve: un n i vel de in festación que prob a b l emente tiene poco ó n i n g ú n
efec t o sobre la salud o la pr o d u c t i v i d a d .
Mode r ado: un n i vel de in festación que a f e c t a tant o l a salud como la
prod u c t ividad y requiere de t r a t a m i e n t o .
Elev a d o: ni v e l d e infestación que afec t a seri a m e nte la salud del anima l
y pu e d e ocasio nar la muerte d e l m i s m o , r e q u i e r e de t r a t amiento
inme d i a to.
Fata l: ni v e l d e infestación respon s a b l e d e ocas i o n ar la m uerte de los
anim a l e s afect ados en c a p r inos el parasitismo ga s t r o i n t e s t i n a l
cont i n ú a siend o un problema aún a l estado adulto, pudiend o o c a s i o n a r
mort a l i dad si n o se toman m e d i d a s d e cont r o l a tiemp o, esto es
debi d o a que las c a b ras no desarrollan inm u n o r r e s i s t e n c i a f r e n t e a l a
infe c c i ón por nema t odos, a diferencia de l o q u e s e obse r v a en ov inos
y bo v i n os, que si manifiestan e s t a r e s i s t e n c i a s o b r e t o do l o s a n i m a l e s
adul t o s . (McKe nna, 1985 )
Guía p a ra la inte r p r etación de los recuent o s d e h . p . g . e n r u m i a n t e s
con i n f eccione s mixtas
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Enfermedades parasitarias gastrointestinales y pulmonares de bovinos, ovinos y caprinos (Parte II)
Espe c i e
Leve
Mode r ada
Alta
Auto r
Bovi n o
50 – 200
25 0 - 800
85 0
Hans e n y Perry (1994)
Bovi n o
50
10 0 - 350
40 0
Gonc a lves (1967)
Bovi n o
15 – 50
50 - 500
55 0
Euze b y (1981)
Ovin o
50 – 800
85 0 - 1200
Ovin o
35 0
40 0 - 950
10 0 0
Gonc a lves (1967)
Capr i n o
50 0
60 0 - 2000
20 5 0
McKe n na (1985)
12 5 0 Hans e n y Perry (1994)
10.3.2. Utilidad de la coproscopía cuantitativa en helmintología de
rumiantes.
El a n á l isis cop roscópico cuan t i t a t i v o en e l c ampo d e la helmintolog í a
vete r i n aria es de gran utilidad , y a q u e p u e d e ser u t i l i zado para la
dete c c i ón de q uimiorresistenc i a , e f i c a c i a d e u n dete r m i nado p roducto ,
éxit o d e la frec uencia y de los i n t e r v a l o s e n t r e trat a m i entos,
eval u a c ión del riesgo potenci a l d e l a c o n t a m i n a c i ó n d e l p a s t i z a l ,
desa r r o llo de p rogramas de t r a t amiento s selectivos y d e s e l e c c i ó n d e
repr o d u ctores helminto-resist e n t e s a s í c o m o d e l d e s c a r te d e a q u e l l o s
anim a l e s que c o n sistent emente se com p o r t e n c o m o h e l m i n t o sens i b l es, es d ecir que desp u és de tratados con un a n t i h e l m í n t i c o
efic a z sus nive les de reinfes t a c i ó n sean a l tos.
10.3.3. Examen parasitológico del calostro o de la leche.
Este e x amen d ebe realizarse e l m i s m o d í a d e l p a r t o y s e p u e d e n
prol o n g ar dura nte 5 a 8 dí a s pos par to. Los muestre o s d e b e n
real i z a rse pref eriblemente 2 v e c e s a l d í a (mañ a na y tarde) en las
sigu i e n tes can tidades:
Bovi n o s : 300 a 500 m l
Ovin o s y capri nos: 20 a 5 0 ml
10.3.4. Procedimiento.
Cent r i f ugación de 20 ml de se c r e c i ó n l á c t e a ( p r e v i a m e nt e
homo g eneizada) en tubos có n i c o s , d u r a n t e 3 m i n u t o s a 2 0 0 0 r. p . m .
Elim i n a ción de l sobrenadant e , c o n s e r v á n d o s e e l s e d i m e n t o c o n t e n i d o
en l a p arte cón ica del tubo.
Agre g ar una solución de tamp ó n f o s f a t a d o d e p H 7 , 2 .
Cent r i f ugar a 2 000 r.p.m dura n t e 3 m i n u t o s
Repe t i r el proc eso por 3 vece s c o n s e c u t i v a s
Lueg o d e la ul tima centrifuga c i ó n y e l i m i n a c i ó n d e l s o b re n a d a n t e ,
exam i nar el sedimento a 40 x p a r a b u s c a r las l a r vas y re alizar su
estu d i o morfol ógico .
En e l c aso de las vacas es po s i b l e e n c o n t r a r L 2 d e d e Toxocara
vitolorum y L 3 o L4 de Strongyloides papillosus , mi e n t ras que en l o s
ovin o s y caprin os solo es fac t i b l e e n c o n t r a r l a r v a s d e S. papillosus
Los c r i terios m orfométricos y m o r f o l ó g i c o s d e m a y o r i m po r t a n c i a para
la i d e n tificació n son los sigui e n t e s :
a) Strongyloides papillosus (L3 ó L4): 700 a 900 μ de larg o y cola
tríf i d a .
b) Toxocara vitolorum (L2 ) : 410 a 49 0 μ de largo, c o l a a f i l a d a y
simp l e .
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Enfermedades parasitarias gastrointestinales y pulmonares de bovinos, ovinos y caprinos (Parte II)
a) Strongyloides papillosus,
b) Toxocara vitolorum
10.4. Técnica de Baermann.
Este es u n m étodo muy antiguo (1 9 1 7 ) , p e r o d e g r a n v i g e n c i a e n l a
actu a l i dad, no habi e n d o sido superado hast a e l p r e s e n t e p o r n i n g ú n
otro , d ada su s implicidad, exac t i t ud y eco nomía. Es uti l i z a d o p a r a el
diag n ó s tico de larvas de Estr ó n g i l o s p u l m o n a r e s : Dictyocaulus ,
Muellerius, Protostrongylus y t a m bién pa ra la recu p e r ación d e larvas
de l o s Coprocu ltivos o de mue s t r a s d e v e g e t a c i ó n .
10.4.1. Fundamento de esta técnica.
Debi d o a qu e e s utiliz ado para el di a g n ó s t i c o d e f o r m a s l a r v a r i as ,
expl o t a mos su s prop i e d ades: m ovilidad, higro t r o p i s m o y
term o t r opismo , así como tam b i é n l a inca p a c idad qu e tienen las la r v a s
de N e mátodos de nadar cont r a l a g r a v e d a d .
10.4.2. Material necesario.
-
Em b udo.
Tubo d e goma .
Pinz a d e Mohr.
Gasa .
Tami z . (600 a 700 micrones)
Sopo r t e metáli co para monta r e l a p a r a t o .
10.4.3. Procedimiento.
El tama ñ o del aparato a monta r, a s í c o m o l a c a n t i d a d d e h e c e s q u e
vamo s a utilizar depe n den de la finalidad con l a c u a l h a g a m o s l a
técn i c a . Será de tamaño gran d e y u t i l i z a n d o t o d a s l a s hece s
some t i d as a cu ltivo, en caso d e r e c u p e r a c i ó n d e l a r v a s i n f e s t a n t e s c o n
fine s e xperime ntales. Pero s i e l obje t i v o es el diagnóstico; s o l o s e r á n
nece s arios de 5 a 15 grs. de h e c e s y u n apar a t o de peq ueña talla.
En todo c a so la m uestra se env o l v e r á e n u n a c a p a d e g a s a , l a c u a l a
su v e z , será disp u e s ta en u n tamiz metál i c o o u n c o l a d o r c o r r i e n t e ,
con m allas de 600 a 700 micr o n e s . D i c h o t a m i z s e r á c ol o c a d o e n u n
embu d o a cuya extr e m i dad ag uda se le cone c t a u n t u b o d e g o m a ,
sell a d o en su extremo libre p o r una p i n za de M ohr.
Llen a r el a p a r ato con
cont a c t o con l a masa
sobr e n a dante. Así lo
Aunq u e si la muestra
sola m ente.
agua tibia de m a n e r a d e q u e é s t a e n t r e en
de l a s materia l fecales, pero n o q u e d e
dejarem o s p o r e s p a c i o d e 2 4 a 4 8 h o r a s .
es muy r i c a o b t e n d r e m o s larv a s en una hora
El calo r e stimula la motilidad d e l a s l a r v a s , l a s c u a l e s v a n a s a l i r d e l
seno d e las h e c es por su propiedad hi g r o t r ó p i c a y l a s h a l l a r e m o s
conc e ntradas en el extr e m o inferio r del tubo de g o m a , d e a q u í l a s
reco g e r emos en tubo de ens a y o s , e l c u a l p o d e m o s s o m e t e r a
cent r i f ugación , en caso de qu e s e a n e s c a s a s l a s l a r v a s y d i s p o n g a m o s
del apar a t o . (Cent rífuga)
Toma r por ú l t imo una gota del fondo d e l t u b o y c o l o c a r e n t r e l ám i n a y
lami n i l la para su o b s e rvación al microscop i o c o n a u m e n t o d e 1 0 X .
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Enfermedades parasitarias gastrointestinales y pulmonares de bovinos, ovinos y caprinos (Parte II)
Apar a t o de Ba ermann
11. B i b liografí a.
Blis s , D ; Kvas nicka ,W(1997) . Th e f ecal exa mination: a mi s s i n g l i n k
in f o o d animal practice beef p r o d u c t i o n m a n a g e m e n t . Pa r a s i t o l o g y, t h e
comp e ndium,.
Egwa n g, T. y Slocombe, J(198 2 ) J. Eval u a t ion of t he CornellW i s c o n sing ce ntrifugal flota t i o n t e c h n i q u e f o r reco v e r ing
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a n t e r io r
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Autor / e s
Gustavo Morales, Luz A. Pino: Investigadores INIA. Centro Nacional
de Investigaciones Agropecuarias. Sanidad Animal (Laboratorio de
Parasitología), Av. Las Delicias, Maracay, Venezuela. E-mail:
[email protected]
Espartaco Sandoval: Investigador INIA. Centro de Investigaciones
Agrícolas del Estado Yaracuy .Estación Yaritagua, sector La Ermita,
Km.3, San Felipe, Venezuela. E-mail: e s a n d o v a l @ i n i a . g o b . v e
Delia Jiménez: Docente Agropecuario en ejercicio libre.
Jairo Morales: Núcleo Universitario “ Rafael Rangel “. Universidad de
los Andes ,Trujillo (Venezuela).
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