Oficina de Epidemiología y Salud Ambiental

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Análisis de Situación de Salud 2014
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
MORBILIDAD MAS FRECUENTE EN PSICOLOGIA CONSULTA EXTERNA
T O T A L
CIE X
D E S C R I P C I O N
T O T A L
G E N E R A L
Femenino
G
Masculino
Nº
%
Nº
%
Nº
%
< 1 Año
R
U
1 - 11 Años
P
O
S
D
12 - 17 Años
E
E
18 - 29 Años
D
A
D
30 - 59 años
60 - + años
Fem. Masc. Fem. Masc. Fem. Masc. Fem. Masc. Fem. Masc. Fem. Masc.
F419
TRASTORNO DE ANSIEDAD, NO ESPECIFICADO
983
28.2%
647
30.3%
336
24.9%
0
0
6
3
57
23
198
130
334
166
52
F412
TRASTORNO MIXTO DE ANSIEDAD Y DEPRESION
426
12.2%
315
14.8%
111
8.2%
0
0
5
2
28
11
67
43
172
50
43
5
R456
PROBLEMAS RELACIONADOS CON VIOLENCIA
385
11.0%
242
11.3%
143
10.6%
0
0
10
16
25
13
32
16
157
78
18
20
F329
EPISODIO DEPRESIVO, NO ESPECIFICADO
331
9.5%
239
11.2%
92
6.8%
0
0
4
7
34
10
59
26
116
44
26
5
F939
TRASTORNO DE LAS EMOCIONES DE COMIENZO HABITUAL EN LA INFANCIA, NO ESPECIFICADO
260
7.5%
113
5.3%
147
10.9%
0
0
58
98
55
49
0
0
0
0
0
0
F949
TRASTORNO DEL COMPORTAMIENTO SOCIAL EN LA NINEZ, NO ESPECIFICADO
F321
14
163
4.7%
68
3.2%
95
7.0%
0
0
40
65
28
30
0
0
0
0
0
0
EPISODIO DEPRESIVO MODERADO
95
2.7%
60
2.8%
35
2.6%
0
0
0
1
11
2
6
8
39
21
4
3
F320
EPISODIO DEPRESIVO LEVE
90
2.6%
54
2.5%
36
2.7%
0
0
0
2
10
0
14
12
26
20
4
2
F432
TRASTORNOS DE ADAPTACION
75
2.2%
51
2.4%
24
1.8%
0
0
0
0
7
4
12
7
28
13
4
0
F819
TRASTORNOS ESPECIFICOS DEL DESARROLLO DEL APRENDIZAJE ESCOLAR SIN ESPECIFICACION.
58
1.7%
24
1.1%
34
2.5%
0
0
18
22
6
10
0
2
0
0
0
0
F609
TRASTORNO DE LA PERSONALIDAD SIN ESPECIFICACION.
57
1.6%
21
1.0%
36
2.7%
0
0
0
0
2
4
11
23
6
8
2
1
F339
TRASTORNO DEPRESIVO RECURRENTE, NO ESPECIFICADO
52
1.5%
49
2.3%
3
0.2%
0
0
0
0
5
0
12
0
19
3
13
0
F919
TRASTORNO DE LA CONDUCTA, NO ESPECIFICADO
47
1.3%
28
1.3%
19
1.4%
0
0
20
13
8
6
0
0
0
0
0
0
F331
TRASTORNO DEPRESIVO RECURRENTE, EPISODIO MODERADO PRESENTE
28
0.8%
27
1.3%
1
0.1%
0
0
0
0
0
0
9
1
11
0
7
0
F799
RETRASO MENTAL, NO ESPECIFICADO, DETERIORO DEL COMPORTAMIENTO DE GRADO
24 NO ESPECIFICADO
0.7%
13
0.6%
11
0.8%
0
0
4
1
0
0
4
4
5
6
0
0
F401
FOBIAS SOCIALES
21
0.6%
5
0.2%
16
1.2%
0
0
1
0
3
2
1
14
0
0
0
0
F410
TRASTORNO DE PANICO [ANSIEDAD PAROXISTICA EPISODICA]
19
0.5%
9
0.4%
10
0.7%
0
0
0
0
1
0
2
8
6
2
0
0
F809
TRASTORNOS ESPECIFICOS DEL DESARROLLO DEL HABLA Y DEL LENGUAJE SIN ESPECIFICACION.
19
0.5%
10
0.5%
9
0.7%
0
0
1
9
3
0
5
0
1
0
0
0
F429
TRASTORNO OBSESIVO - COMPULSIVO, NO ESPECIFICADO
9
0.4%
9
0.7%
0
0
0
0
0
1
2
2
7
6
0
0
F719
RETRASO MENTAL MODERADO POR DETERIORO DEL COMPORTAMIENTO DE GRADO
18NO ESPECIFICADO
0.5%
9
0.4%
9
0.7%
0
0
3
1
0
1
2
0
4
7
0
0
T742
ABUSO SEXUAL
18
0.5%
15
0.7%
3
0.2%
0
0
1
0
5
2
6
1
3
0
0
0
F200
ESQUIZOFRENIA PARANOIDE
17
0.5%
2
0.1%
15
1.1%
0
0
0
0
0
0
1
0
1
15
0
0
F411
TRASTORNO DE ANSIEDAD GENERALIZADA
16
0.5%
8
0.4%
8
0.6%
0
0
0
0
0
1
1
0
7
5
0
2
F431
TRASTORNO DE ESTRES POSTRAUMATICO
15
0.4%
13
0.6%
2
0.1%
0
0
1
0
1
0
8
0
3
0
0
2
F209
ESQUIZOFRENIA NO ESPECIFICADA
13
0.4%
7
0.3%
6
0.4%
0
0
0
0
0
0
1
2
6
4
0
0
F603
TRASTORNO DE LA PERSONALIDAD EMOCIONALMENTE INESTABLE
13
0.4%
7
0.3%
6
0.4%
0
0
0
0
1
1
5
3
1
2
0
0
F709
RETRASO MENTAL LEVE POR DETERIORO DEL COMPORTAMIENTO DE GRADO NO ESPECIFICADO
12
0.3%
6
0.3%
6
0.4%
0
0
0
1
2
0
3
3
1
2
0
0
F659
TRASTORNO DE LA PREFERENCIA SEXUAL, NO ESPECIFICADO
F909
18
0.5%
10
0.3%
3
0.1%
7
0.5%
0
0
0
0
0
3
3
4
0
0
0
0
TRASTORNO HIPERCINETICO, NO ESPECIFICADO
9
0.3%
2
0.1%
7
0.5%
0
0
2
7
0
0
0
0
0
0
0
0
F067
TRASTORNO COGNOSCITIVO LEVE
8
0.2%
3
0.1%
5
0.4%
0
0
0
0
0
0
2
0
1
2
0
3
F430
REACCION A ESTRES AGUDO
8
0.2%
6
0.3%
2
0.1%
0
0
0
0
0
1
3
1
3
0
0
0
F900
PERTURBACION DE LA ACTIVIDAD Y DE LA ATENCION
8
0.2%
3
0.1%
5
0.4%
0
0
3
5
0
0
0
0
0
0
0
0
F341
DISTIMIA
7
0.2%
2
0.1%
5
0.4%
0
0
0
0
0
0
0
0
2
5
0
0
F607
TRASTORNO DE LA PERSONALIDAD DEPENDIENTE
7
0.2%
1
0.0%
6
0.4%
0
0
0
0
0
1
0
3
1
2
0
0
F192
TRASTORNOS MENTALES Y DEL COMPORTAMIENTO DEBIDOS AL USO DE MULTIPLES6DROGAS
0.2%
Y AL USO DE
1
0.0%
5
0.4%
0
0
0
0
1
1
0
2
0
2
0
0
F82X
TRASTORNO ESPECIFICO DEL DESARROLLO PSICOMOTOR
6
0.2%
1
0.0%
5
0.4%
0
0
1
5
0
0
0
0
0
0
0
0
F932
TRASTORNO DE ANSIEDAD SOCIAL EN LA NINEZ
6
0.2%
4
0.2%
2
0.1%
0
0
4
2
0
0
0
0
0
0
0
0
F199
TRASTORNOS MENTALES Y DEL COMPORTAMIENTO DEBIDOS AL USO DE MULTIPLES5DROGAS
0.1%
Y AL USO DE
1
0.0%
4
0.3%
0
0
0
0
0
0
1
4
0
0
0
0
OTROS DIAGNOSTICOS
T
O
T
A
L
133
3.8%
57
1.6%
76
2.2%
0
0
7
18
9
9
25
26
12
17
4
6
3486
100.0%
2135
61.2%
1351
38.8%
0
0
189
278
302
185
495
345
972
480
177
63
El Trastorno de ansiedad no especificada con 28.2%, es la principal causa de morbilidad de las
3,486 diagnósticos, seguidas de trastornos mixto de ansiedad y depresión 12.2%, Problemas
relacionados con la violencia 11%, Episodio depresivo no especificado 9.5%.
TABLA Nº 047
Oficina de Epidemiología y Salud Ambiental
Página 99
Análisis de Situación de Salud 2014
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
MORBILIDAD MAS FRECUENTE EN PEDIATRIA CONSULTA EXTERNA
T O T A L
CIE X
D E S C R I P C I O N
T O T A L
G E N E R A L
Femenino
Masculino
G
< 1 Año
R
U
1 - 11 Años
P
O
S
D
12 - 17 Años
E
E
18 - 29 Años
D
A
D
30 - 59 años
60 - + años
Nº
%
Nº
%
Nº
%
Fem. Masc. Fem. Masc. Fem. Masc. Fem. Masc. Fem. Masc. Fem. Masc.
2468
21.6%
1212
21.5%
1256
21.6%
602
598
581
627
27
30
0
0
2
1
0
0
7.5%
411
7.3%
449
7.7%
268
292
141
157
0
0
1
0
1
0
0
0
366
6.5%
482
8.3%
33
46
314
407
19
29
0
0
0
0
0
0
J00X
RINOFARINGITIS AGUDA, RINITIS AGUDA
J448
OTRAS ENFERMEDADES PULMONARES OBSTRUCTIVAS CRONICAS ESPECIFICADAS 860
J459
ASMA NO ESPECIFICADO. ASMA DE APARICION TARDIA. BRONQUITIS ASMATICA/SOB
848SIBILIANCIA,
7.4% HIP
J209
BRONQUITIS AGUDA, NO ESPECIFICADA
576
5.0%
274
4.9%
302
5.2%
48
52
216
238
10
12
0
0
0
0
0
0
J029
FARINGITIS AGUDA, NO ESPECIFICADA
548
4.8%
277
4.9%
271
4.7%
96
107
171
148
10
16
0
0
0
0
0
0
J304
RINITIS ALERGICA, NO ESPECIFICADA
434
3.8%
189
3.4%
245
4.2%
86
98
93
125
10
22
0
0
0
0
0
0
A090
OTRAS GASTROENTERITIS Y COLITIS NO ESPECIFICADAS DE ORIGEN INFECCIOSO
365
3.2%
170
3.0%
195
3.4%
67
72
96
119
7
4
0
0
0
0
0
0
D509
ANEMIA POR DEFICIENCIA DE HIERRO SIN ESPECIFICACION
356
3.1%
172
3.1%
184
3.2%
83
94
83
90
5
0
1
0
0
0
0
0
D649
ANEMIA DE TIPO NO ESPECIFICADO
229
2.0%
95
1.7%
134
2.3%
44
66
50
62
1
6
0
0
0
0
0
0
L209
DERMATITIS ATOPICA, NO ESPECIFICADA
218
1.9%
108
1.9%
110
1.9%
56
57
51
53
1
0
0
0
0
0
0
0
N390
INFECCION DE VIAS URINARIAS, SITIO NO ESPECIFICADO
192
1.7%
151
2.7%
41
0.7%
31
16
110
21
10
4
0
0
0
0
0
0
K590
CONSTIPACION
149
1.3%
89
1.6%
60
1.0%
41
30
42
28
6
2
0
0
0
0
0
0
L22X
DERMATITIS DEL PA?AL
141
1.2%
85
1.5%
56
1.0%
72
49
13
7
0
0
0
0
0
0
0
0
E669
OBESIDAD
132
1.2%
60
1.1%
72
1.2%
11
17
36
38
13
16
0
1
0
0
0
0
J039
AMIGDALITIS AGUDA, NO ESPECIFICADA
104
0.9%
57
1.0%
47
0.8%
4
6
42
40
11
1
0
0
0
0
0
0
E45X
RETARDO DEL DESARROLLO DEBIDO A DESNUTRICION PROTEICOCALORICA
102
0.9%
59
1.0%
43
0.7%
9
10
44
27
6
6
0
0
0
0
0
0
B829
PARASITOSIS INTESTINAL, SIN OTRA ESPECIFICACION
101
0.9%
59
1.0%
42
0.7%
2
4
44
35
13
3
0
0
0
0
0
0
L282
OTROS PRURIGOS
101
0.9%
47
0.8%
54
0.9%
7
14
40
40
0
0
0
0
0
0
0
0
J068
FARINGO AMIGDALITIS AGUDA
90
0.8%
46
0.8%
44
0.8%
6
11
38
30
2
3
0
0
0
0
0
0
B349
INFECCION VIRAL, NO ESPECIFICADA
86
0.8%
40
0.7%
46
0.8%
14
16
25
28
1
2
0
0
0
0
0
0
E441
DESNUTRICION AGUDA LEVE P/T (I GRADO)
78
0.7%
46
0.8%
32
0.6%
20
11
26
18
0
3
0
0
0
0
0
0
L239
DERMATITIS ALERGICA DE CONTACTO, DE CAUSA NO ESPECIFICADA
67
0.6%
33
0.6%
34
0.6%
12
15
19
18
2
1
0
0
0
0
0
0
B80X
ENTEROBIASIS
61
0.5%
37
0.7%
24
0.4%
2
1
34
20
1
3
0
0
0
0
0
0
N47X
PREPUCIO REDUNDANTE, FIMOSIS Y PARAFIMOSIS
59
0.5%
0
0.0%
59
1.0%
0
31
0
28
0
0
0
0
0
0
0
0
J310
RINITIS CRONICA
58
0.5%
24
0.4%
34
0.6%
20
25
4
4
0
5
0
0
0
0
0
0
A084
INFECCION INTESTINAL VIRAL, SIN OTRA ESPECIFICACION
57
0.5%
31
0.6%
26
0.4%
10
14
21
11
0
1
0
0
0
0
0
0
H669
OTITIS MEDIA AGUDA Y SUBAGUDA SIN ESPECIFICAICON
56
0.5%
20
0.4%
36
0.6%
4
8
16
27
0
1
0
0
0
0
0
0
J042
LARINGOTRAQUEITIS AGUDA
56
0.5%
26
0.5%
30
0.5%
5
9
17
19
4
2
0
0
0
0
0
0
R14X
FLATULENCIA Y AFECCIONES AFINES
53
0.5%
31
0.6%
22
0.4%
30
21
1
1
0
0
0
0
0
0
0
0
J219
BRONQUIOLITIS SIN ESPECIFICAR, BRONQUIOLITIS AGUDA
52
0.5%
24
0.4%
28
0.5%
14
18
10
10
0
0
0
0
0
0
0
0
N760
VAGINITIS AGUDA
52
0.5%
52
0.9%
0
0.0%
1
0
43
0
8
0
0
0
0
0
0
0
E46X
DESNUTRICION PROTEICOCALORICA NO ESPECIFICADA
51
0.4%
23
0.4%
28
0.5%
6
11
16
16
1
0
0
1
0
0
0
0
E660
SOBREPESO
51
0.4%
20
0.4%
31
0.5%
2
8
11
20
6
3
0
0
1
0
0
0
L219
DERMATITIS SEBORREICA, NO ESPECIFICADA
51
0.4%
25
0.4%
26
0.4%
22
26
2
0
1
0
0
0
0
0
0
0
H103
CONJUNTIVITIS AGUDA, NO ESPECIFICADA
50
0.4%
21
0.4%
29
0.5%
12
14
8
14
1
1
0
0
0
0
0
0
L010
IMPETIGO [CUALQUIER SITIO ANATOMICO] [CUALQUIER ORGANISMO]
49
0.4%
19
0.3%
30
0.5%
2
6
17
24
0
0
0
0
0
0
0
0
R509
FIEBRE, NO ESPECIFICADA
47
0.4%
28
0.5%
19
0.3%
7
5
16
13
5
1
0
0
0
0
0
0
E440
DESNUTRICION AGUDA MODERADO P/T (II GRADO)
44
0.4%
28
0.5%
16
0.3%
6
2
21
14
1
0
0
0
0
0
0
0
D539
ANEMIA NUTRICIONAL, NO ESPECIFICADA
43
0.4%
15
0.3%
28
0.5%
5
13
9
15
1
0
0
0
0
0
0
0
H109
CONJUNTIVITIS, NO ESPECIFICADA
43
0.4%
22
0.4%
21
0.4%
10
10
12
11
0
0
0
0
0
0
0
0
J450
ASMA PREDOMINANTEMENTE ALERGICA. BRONQUITIS ALERGICA
43
0.4%
16
0.3%
27
0.5%
0
3
16
24
0
0
0
0
0
0
0
0
K429
HERNIA UMBILICAL SIN OBSTRUCCION NI GANGRENA
43
0.4%
20
0.4%
23
0.4%
18
16
2
6
0
1
0
0
0
0
0
0
R17X
ICTERICIA NO ESPECIFICADA
43
0.4%
15
0.3%
28
0.5%
12
24
2
4
1
0
0
0
0
0
0
0
L309
DERMATITIS, NO ESPECIFICADA
41
0.4%
27
0.5%
14
0.2%
17
9
8
5
2
0
0
0
0
0
0
0
I889
LINFADENITIS INESPECIFICA NO ESPECIFICADA
40
0.3%
23
0.4%
17
0.3%
1
1
15
10
7
6
0
0
0
0
0
0
R104
OTROS DOLORES ABDOMINALES Y LOS NO ESPECIFICADOS
39
0.3%
24
0.4%
15
0.3%
0
0
11
10
12
5
1
0
0
0
0
0
K297
GASTRITIS, NO ESPECIFICADA
38
0.3%
28
0.5%
10
0.2%
0
0
4
5
23
5
0
0
1
0
0
0
A071
GIARDIASIS [LAMBLIASIS]
37
0.3%
21
0.4%
16
0.3%
1
1
19
14
1
1
0
0
0
0
0
0
R51X
CEFALEA
36
0.3%
25
0.4%
11
0.2%
0
0
13
7
12
4
0
0
0
0
0
0
B370
ESTOMATITIS CANDIDIASICA
35
0.3%
21
0.4%
14
0.2%
11
9
10
5
0
0
0
0
0
0
0
0
Q658
OTRAS DEFORMIDADES CONGENITAS DE LA CADERA
35
0.3%
25
0.4%
10
0.2%
21
8
3
2
1
0
0
0
0
0
0
0
E43X
DESNUTRICION AGUDA SEVERA P/T (III GRADO)
34
0.3%
21
0.4%
13
0.2%
3
1
16
12
2
0
0
0
0
0
0
0
J040
LARINGITIS AGUDA
34
0.3%
12
0.2%
22
0.4%
2
8
9
13
1
1
0
0
0
0
0
0
R040
EPISTAXIS
32
0.3%
11
0.2%
21
0.4%
0
0
11
17
0
4
0
0
0
0
0
0
A049
INFECCION INTESTINAL BACTERIANA, NO ESPECIFICADA
31
0.3%
8
0.1%
23
0.4%
5
9
3
13
0
1
0
0
0
0
0
0
L509
URTICARIA, NO ESPECIFICADA
30
0.3%
13
0.2%
17
0.3%
4
1
7
11
2
5
0
0
0
0
0
0
1674
14.6%
825
7.2%
849
7.4%
199
256
467
488
154
103
2
1
1
1
2
0
11443 100.0%
5627
49.2%
5816
50.8%
2064
2249
3149
3249
401
313
5
3
6
2
2
0
OTROS DIAGNOSTICOS
T
O
T
A
L
La Rinofaringitis aguda, Rinitis aguda con 21.6%, es la principal causa de morbilidad de las
11,443diagnósticos, seguidas de Otras enfermedades pulmonares obstructivas crónicas especificadas
7.5%, Asma no especificada, asma de aparición tardía, Bronquitis aguda no especificada 5%.
3.2 MORBILIDAD EN HOSPITALIZACION
Oficina de Epidemiología y Salud Ambiental
Página 100
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
Análisis de Situación de Salud 2014
TABLA Nº 048
CONSOLIDADO ANUAL 2014
T
CIE X
D
E
S
C
R
I
P
C
I
O
N
O
T
A
L
T O T A L
G
E
N
Femenino
E
R
A
L
Masculino
G
< 1 Año
R
U
1 - 11 Años
P
O
S
D
E
E
D
A
D
12 - 17 Años
18 - 29 Años
Nº
%
Nº
%
Nº
%
Fem.
Masc.
Fem.
Masc.
Fem.
Masc.
Fem.
Masc.
Fem.
30 - 59 años
Masc.
60 - + años
Fem.
Masc.
O809
PARTO UNICO ESPONTANEO SIN OTRA ESPECIFICACION
2546
8.5%
2546
8.5%
0
0.0%
0
0
0
0
140
0
1665
0
741
0
0
0
K801
CALCULO DE LA VESICULA BILIAR CON OTRA COLECISTITIS
1053
3.5%
831
2.8%
222
0.7%
0
0
0
0
9
1
169
27
455
102
198
92
O829
PARTO POR CESAREA, SIN OTRA ESPECIFICACION
1026
3.4%
1026
3.4%
0
0.0%
1
0
1
0
61
0
639
0
324
O820
PARTO POR CESAREA ELECTIVA
677
2.3%
677
2.3%
0
0.0%
0
0
0
0
6
0
335
0
336
0
0
0
K359
APENDICITIS AGUDA, NO ESPECIFICADA
520
1.7%
254
0.8%
266
0.9%
0
0
0
1
1
1
113
106
110
139
30
19
K800
CALCULO DE LA VESICULA BILIAR CON COLECISTITIS AGUDA
495
1.6%
344
1.1%
151
0.5%
0
0
0
0
2
1
71
14
210
95
61
41
N390
INFECCION DE VIAS URINARIAS, SITIO NO ESPECIFICADO
481
1.6%
353
1.2%
128
0.4%
19
21
23
2
5
0
29
3
129
22
148
80
N189
ENFERMEDAD RENAL CRONICA, NO ESPECIFICADA
402
1.3%
207
0.7%
195
0.6%
0
0
0
0
3
2
17
22
87
79
100
92
K351
APENDICITIS AGUDA CON ABSCESO PERITONEAL
392
1.3%
205
0.7%
187
0.6%
0
0
0
0
0
0
85
62
101
104
19
21
J189
NEUMONIA, NO ESPECIFICADA
366
1.2%
220
0.7%
146
0.5%
4
1
8
6
1
0
10
6
35
41
162
92
D259
LEIOMIOMA DEL UTERO, SIN OTRA ESPECIFICACION
364
1.2%
364
1.2%
0
0.0%
0
0
0
0
1
0
17
0
335
0
11
O064
ABORTO NO ESPECIFICADO, INCOMPLETO, SIN COMPLICACION
353
1.2%
353
1.2%
0
0.0%
0
0
0
0
12
0
187
0
154
0
0
0
K85X
PANCREATITIS AGUDA
335
1.1%
248
0.8%
87
0.3%
0
0
0
0
1
4
82
5
128
55
37
23
I500
INSUFICIENCIA CARDIACA CONGESTIVA
325
1.1%
202
0.7%
123
0.4%
0
0
0
0
0
0
5
2
31
14
166
107
0
0
0
0
J459
ASMA NO ESPECIFICADO. ASMA DE APARICION TARDIA. BRONQUITIS ASMATICA/SOB
294SIBILIANCIA,
1.0% HIP
154
0.5%
140
0.5%
7
15
118
114
5
6
9
1
8
4
7
N832
OTROS QUISTES OVARICOS Y LOS NO ESPECIFICADOS
291
1.0%
291
1.0%
0
0.0%
0
0
0
0
5
0
81
0
170
0
35
0
K409
HERNIA INGUINAL UNILATERAL O NO ESPECIFICADA, SIN OBSTRUCCION NI GANGRENA
282
0.9%
79
0.3%
203
0.7%
0
0
0
0
0
1
3
15
34
74
42
113
N813
PROLAPSO UTEROVAGINAL COMPLETO
271
0.9%
271
0.9%
0
0.0%
0
0
1
0
0
0
4
0
131
0
135
0
A09X
INFECCIONES INTESTINALES DEBIDAS A OTROS ORGANISMOS SIN ESPECIFICAR
256
0.9%
153
0.5%
103
0.3%
10
13
17
38
4
3
31
18
46
16
45
15
K746
OTRAS CIRROSIS DEL HIGADO Y LAS NO ESPECIFICADAS
238
0.8%
156
0.5%
82
0.3%
0
0
0
0
0
0
5
3
45
37
106
42
N40X
HIPERPLASIA DE LA PROSTATA
231
0.8%
0
0.0%
231
0.8%
0
0
0
0
0
0
1
0
25
0
205
K805
CALCULO DE CONDUCTO BILIAR SIN COLANGITIS NI COLECISTITIS
225
0.7%
170
0.6%
55
0.2%
0
0
0
0
0
1
26
7
82
26
62
21
P080
RECIEN NACIDO EXCEPCIONALMENTE GRANDE
222
0.7%
81
0.3%
141
0.5%
81
139
0
2
0
0
0
0
0
0
0
0
I64X
ACCIDENTE VASCULAR ENCEFALICO AGUDO, NO ESPECIFICADO COMO HEMORRAGICO
210 O ISQUEMI
0.7%
117
0.4%
93
0.3%
0
0
0
0
0
1
1
1
23
19
93
72
C169
TUMOR MALIGNO DEL ESTOMAGO, PARTE NO ESPECIFICADA
203
0.7%
112
0.4%
91
0.3%
0
0
0
0
0
0
0
1
34
16
78
74
0
0
L031
CELULITIS DE OTRAS PARTES DE LOS MIEMBROS
200
0.7%
91
0.3%
109
0.4%
0
3
8
9
2
1
2
14
45
46
34
36
E117
DIABETES MELLITUS NO INSULINODEPENDIENTE, CON COMPLICACIONES MULTIPLES
197
0.7%
118
0.4%
79
0.3%
0
0
0
0
0
0
6
0
40
49
72
30
K922
HEMORRAGIA GASTROINTESTINAL, NO ESPECIFICADA
185
0.6%
81
0.3%
104
0.3%
0
0
0
0
0
3
9
12
21
49
51
40
O269
COMPLICACION RELACIONADA CON EL EMBARAZO, NO ESPECIFICADA
174
0.6%
174
0.6%
0
0.0%
0
0
0
0
11
0
90
0
73
0
0
0
M329
LUPUS ERITEMATOSO SISTEMICO, SIN OTRA ESPECIFICACION
173
0.6%
152
0.5%
21
0.1%
0
0
0
0
6
2
59
10
80
7
7
2
P051
PEQUENO PARA LA EDAD GESTACIONAL
172
0.6%
113
0.4%
59
0.2%
111
59
1
0
1
0
0
0
0
0
0
J448
OTRAS ENFERMEDADES PULMONARES OBSTRUCTIVAS CRONICAS ESPECIFICADAS 155
0.5%
72
0.2%
83
0.3%
31
45
39
38
0
0
1
0
1
0
0
0
I219
INFARTO AGUDO DEL MIOCARDIO, SIN OTRA ESPECIFICACION
149
0.5%
57
0.2%
92
0.3%
0
0
0
0
0
0
0
0
15
47
42
45
K469
HERNIA ABDOMINAL NO ESPECIFICADA, SIN OBSTRUCCION NI GANGRENA
149
0.5%
120
0.4%
29
0.1%
0
0
0
0
0
0
1
1
47
13
72
15
P073
0
RN PRE TERMINO
146
0.5%
66
0.2%
80
0.3%
65
79
1
1
0
0
0
0
0
0
P121
CAPUT SUCCEDANEUM DEBIDO A TRAUMATISMO DEL NACIMIENTO
141
0.5%
67
0.2%
74
0.2%
67
74
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
E119
DIABETES MELLITUS NO INSULINODEPENDIENTE, SIN MENCION DE COMPLICACION
136
0.5%
95
0.3%
41
0.1%
0
0
0
0
0
0
4
4
40
9
51
28
I639
INFARTO CEREBRAL, NO ESPECIFICADO
132
0.4%
57
0.2%
75
0.2%
0
0
0
0
0
0
0
0
11
25
46
50
J342
DESVIACION DEL TABIQUE NASAL
131
0.4%
47
0.2%
84
0.3%
0
0
0
0
1
7
19
35
25
37
2
5
J159
NEUMONIA BACTERIANA, NO ESPECIFICADA
128
0.4%
51
0.2%
77
0.3%
0
3
0
5
0
0
2
2
7
11
42
56
I48X
FIBRILACION Y ALETEO AURICULAR
123
0.4%
73
0.2%
50
0.2%
0
0
0
0
1
0
0
3
16
7
56
40
0
0
K828
OTRAS ENFERMEDADES ESPECIFICADAS DE LA VESICULA BILIAR
122
0.4%
90
0.3%
32
0.1%
0
0
0
0
0
0
20
2
55
23
15
7
R104
OTROS DOLORES ABDOMINALES Y LOS NO ESPECIFICADOS
115
0.4%
65
0.2%
50
0.2%
0
0
1
1
0
1
15
10
33
24
16
14
C509
TUMOR MALIGNO DE LA MAMA PARTE NO ESPECIFICADA
112
0.4%
112
0.4%
0
0.0%
0
0
0
0
0
0
0
0
71
0
41
0
K429
HERNIA UMBILICAL SIN OBSTRUCCION NI GANGRENA
111
0.4%
79
0.3%
32
0.1%
0
0
0
0
0
0
6
0
46
18
27
14
A150
TBC PULMONAR BK (+)
109
0.4%
42
0.1%
67
0.2%
0
0
0
0
1
0
8
17
18
39
15
11
N10X
NEFRITIS TUBULOINTERSTICIAL AGUDA
109
0.4%
99
0.3%
10
0.0%
3
1
7
2
0
0
33
1
36
0
20
6
K564
OTRAS OBSTRUCCIONES DEL INTESTINO
107
0.4%
59
0.2%
48
0.2%
0
0
0
0
0
0
7
4
13
16
39
28
O009
EMBARAZO ECTOPICO NO ESPECIFICADO
106
0.4%
106
0.4%
0
0.0%
0
0
0
0
1
0
58
0
47
0
0
0
I10X
HIPERTENSION ESENCIAL (PRIMARIA)
105
0.3%
77
0.3%
28
0.1%
0
0
0
0
0
0
2
2
20
6
55
20
12
27
9
27
S069
TRAUMATISMO INTRACRANEAL, NO ESPECIFICADO
105
0.3%
32
0.1%
73
0.2%
2
0
2
1
1
0
6
18
P120
CEFALOHEMATOMA DEBIDO A TRAUMATISMO DEL NACIMIENTO
102
0.3%
44
0.1%
58
0.2%
42
57
2
1
0
0
0
0
0
0
0
0
K830
COLANGITIS
100
0.3%
50
0.2%
50
0.2%
0
0
0
0
0
0
5
1
20
19
25
30
P081
OTROS RECIEN NACIDOS CON SOBREPESO PARA LA EDAD GESTACIONAL
97
0.3%
34
0.1%
63
0.2%
34
62
0
1
0
0
0
0
0
0
0
0
R99X
OTRAS CAUSAS MAL DEFINIDAS Y LAS NO ESPECIFICADAS DE MORTALIDAD
97
0.3%
41
0.1%
56
0.2%
0
0
0
1
1
1
5
5
16
26
19
23
J47X
BRONQUIECTASIA
95
0.3%
50
0.2%
45
0.1%
0
0
0
1
0
0
6
6
23
19
21
19
C539
TUMOR MALIGNO DEL CUELLO DEL UTERO SIN OTRA ESPECIFICACION
92
0.3%
92
0.3%
0
0.0%
0
0
0
3
0
4
0
67
0
18
0
S729
FRACTURA DEL FEMUR, PARTE NO ESPECIFICADA
92
0.3%
55
0.2%
37
0.1%
0
0
0
0
0
0
2
9
8
11
45
17
P599
ICTERICIA NEONATAL, NO ESPECIFICADA
90
0.3%
46
0.2%
44
0.1%
43
44
2
0
0
0
0
0
1
0
0
D693
PURPURA TROMBOCITOPENICA IDIOPATICA
85
0.3%
63
0.2%
22
0.1%
0
0
1
0
2
3
12
1
36
15
12
3
I872
INSUFICIENCIA VENOSA (CRONICA) (PERIFERICA)
84
0.3%
50
0.2%
34
0.1%
0
0
0
0
0
0
0
1
26
13
24
20
0
0
E145
DIABETES MELLITUS, NO ESPECIFICADA, CON COMPLICACIONES CIRCULATORIAS PERIFERICAS
81
0.3%
26
0.1%
55
0.2%
0
0
0
0
0
0
0
0
9
25
17
30
O210
HIPEREMESIS GRAVIDICA LEVE O NO ESPECIFICADA
77
0.3%
77
0.3%
0
0.0%
0
0
0
0
0
0
55
0
22
0
0
0
O470
AMENAZA DE PARTO PREMATURO
77
0.3%
77
0.3%
0
0.0%
0
0
0
0
1
0
42
0
34
0
0
0
S822
FRACTURA DE LA DIAFISIS DE LA TIBIA
74
0.2%
19
0.1%
55
0.2%
0
0
0
0
0
0
2
13
11
33
6
P134
FRACTURA DE LA CLAVICULA DEBIDA A TRAUMATISMO DEL NACIMIENTO
72
0.2%
48
0.2%
24
0.1%
48
24
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
A419
SEPTICEMIA, NO ESPECIFICADA
71
0.2%
37
0.1%
34
0.1%
3
2
1
0
0
0
7
1
8
12
18
19
K350
APENDICITIS AGUDA CON PERITONITIS GENERALIZADA
71
0.2%
21
0.1%
50
0.2%
0
0
0
0
0
0
7
16
13
29
1
N979
INFERTILIDAD FEMENINA, NO ESPECIFICADA
70
0.2%
70
0.2%
0
0.0%
0
0
0
0
0
0
7
0
61
0
2
0
N211
CALCULO EN LA URETRA
69
0.2%
36
0.1%
33
0.1%
0
0
0
0
0
0
3
3
18
17
15
13
C349
TUMOR MALIGNO DE LOS BRONQUIOS O DEL PULMON, PARTE NO ESPECIFICADA
68
0.2%
31
0.1%
37
0.1%
0
0
0
0
0
0
1
1
9
9
21
27
9
5
P369
SEPSIS BACTERIANA DEL RN, NO ESPECIFICADA
68
0.2%
25
0.1%
43
0.1%
24
42
1
1
0
0
0
0
0
0
0
O230
INFECCION DEL RNON EN EL EMBARAZO
67
0.2%
67
0.2%
0
0.0%
0
0
0
0
4
0
48
0
15
0
0
0
N200
CALCULO DEL RINON
65
0.2%
46
0.2%
19
0.1%
1
0
0
0
1
0
4
3
29
12
11
P704
OTRAS HIPOGLICEMIAS NEONATALES
63
0.2%
26
0.1%
37
0.1%
24
37
2
0
0
0
0
0
0
0
0
0
C189
TUMOR MALIGNO DEL COLON, PARTE NO ESPECIFICADA
62
0.2%
34
0.1%
28
0.1%
0
0
0
0
0
0
1
1
3
16
30
11
J841
OTRAS ENFERMEDADES PULMONARES INTERSTICIALES CON FIBROSIS
62
0.2%
43
0.1%
19
0.1%
0
0
0
0
0
0
0
0
7
3
36
16
N840
POLIPO DEL CUERPO DEL UTERO
61
0.2%
61
0.2%
0
0.0%
0
0
0
0
1
0
1
0
56
0
3
0
O268
OTRAS COMPLICACIONES ESPECIFICADAS RELACIONADAS CON EL EMBARAZO
61
0.2%
61
0.2%
0
0.0%
0
0
0
0
4
0
30
0
27
0
0
0
C80X
TUMOR MALIGNO DE SITIOS NO ESPECIFICADOS
59
0.2%
48
0.2%
11
0.0%
0
0
0
0
0
0
1
0
18
5
29
6
D619
ANEMIA APLASTICA, SIN OTRA ESPECIFICACION
59
0.2%
36
0.1%
23
0.1%
0
0
0
0
0
0
11
11
10
8
15
4
C56X
TUMOR MALIGNO DEL OVARIO
57
0.2%
57
0.2%
0
0.0%
0
0
0
0
0
0
7
0
27
0
23
0
C73X
TUMOR MALIGNO DE LA GLANDULA TIROIDES
57
0.2%
47
0.2%
10
0.0%
0
0
0
0
1
0
5
1
29
6
12
3
P050
BAJO PESO PARA LA EDAD GESTACIONAL
56
0.2%
34
0.1%
22
0.1%
32
22
2
0
0
0
0
0
0
0
0
0
D367
TUMOR BENIGNO DE OTROS SITIOS ESPECIFICADOS
55
0.2%
36
0.1%
19
0.1%
0
0
0
0
0
1
6
4
17
10
13
4
K802
CALCULO DE LA VESICULA BILIAR SIN COLECISTITIS
55
0.2%
46
0.2%
9
0.0%
0
0
0
0
0
0
9
0
24
6
13
K914
DISFUNCION DE COLOSTOMIA O ENTEROSTOMIA
51
0.2%
21
0.1%
30
0.1%
0
0
0
0
0
1
2
2
11
19
8
8
T009
TRAUMATISMOS SUPERFICIALES MULTIPLES, NO ESPECIFICADOS
51
0.2%
20
0.1%
31
0.1%
0
0
0
0
1
0
6
5
8
16
5
10
11724
39.0%
6448
21.5%
5276
17.6%
1473
1618
125
143
139
97
1024
616
2083
1507
1604
1295
30047
100.0%
19732
66%
10315
34%
2125
2361
363
368
439
138
5245
1129
7267
3157
4293
3162
OTROS DIAGNOSTICOS
T
O
T
A
L
0
4
3
La morbilidad en hospitalización con mayor frecuencia es el Parto Único espontáneo sin otra
especificación con 8.5% de 30,047 diagnósticos, seguido de Cálculo de la vesícula biliar con otra
colecistitis 3.5%, Parto por cesárea sin otra especificación 3.4%, Parto por cesárea electiva 2.3%
entre otras.
Oficina de Epidemiología y Salud Ambiental
Página 101
Análisis de Situación de Salud 2014
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
TABLA Nº 049
MORBILIDAD EN HOSPITALIZACION - MEDICINA INTERNA 2014
T O T A L
CIE X
D E S C R I P C I O N
G E N E R A L
G
T O T A L
Femenino
Masculino
Nº
%
Nº
%
Nº
%
Fem.
Masc.
Fem.
< 1 Año
R
U
1 - 11 Años
P
O
S
D
E
E
D
A
D
12 - 17 Años
18 - 29 Años
30 - 59 años
Masc.
Fem.
Masc.
Fem.
Masc.
Fem.
Masc.
Fem.
60 - + años
Masc.
N390
INFECCION DE VIAS URINARIAS, SITIO NO ESPECIFICADO
360
4.6%
273
3.5%
87
1.1%
0
0
0
0
2
0
27
2
110
20
134
65
N189
ENFERMEDAD RENAL CRONICA, NO ESPECIFICADA
343
4.4%
173
2.2%
170
2.2%
0
0
0
0
1
0
17
22
76
70
79
78
K85X
PANCREATITIS AGUDA
294
3.8%
225
2.9%
69
0.9%
0
0
0
0
0
2
73
5
118
43
34
19
I500
INSUFICIENCIA CARDIACA CONGESTIVA
279
3.6%
179
2.3%
100
1.3%
0
0
0
0
0
0
3
2
26
12
150
86
J189
NEUMONIA, NO ESPECIFICADA
240
3.1%
165
2.1%
75
1.0%
0
0
0
0
1
0
6
3
26
20
132
52
K746
OTRAS CIRROSIS DEL HIGADO Y LAS NO ESPECIFICADAS
191
2.4%
133
1.7%
58
0.7%
0
0
0
0
0
0
5
2
37
23
91
33
E117
DIABETES MELLITUS NO INSULINODEPENDIENTE, CON COMPLICACIONES MULTIPLES
188
2.4%
114
1.5%
74
0.9%
0
0
0
0
0
0
5
0
40
47
69
27
I64X
ACCIDENTE VASCULAR ENCEFALICO AGUDO, NO ESPECIFICADO COMO HEMORRAGICO
186 O ISQUEMI
2.4%
99
1.3%
87
1.1%
0
0
0
0
0
0
0
1
20
18
79
68
L031
CELULITIS DE OTRAS PARTES DE LOS MIEMBROS
172
2.2%
80
1.0%
92
1.2%
0
0
0
0
1
0
2
11
44
45
33
36
K922
HEMORRAGIA GASTROINTESTINAL, NO ESPECIFICADA
164
2.1%
72
0.9%
92
1.2%
0
0
0
0
0
1
7
10
18
46
47
35
M329
LUPUS ERITEMATOSO SISTEMICO, SIN OTRA ESPECIFICACION
141
1.8%
125
1.6%
16
0.2%
0
0
0
0
1
1
45
8
73
5
6
2
A09X
INFECCIONES INTESTINALES DEBIDAS A OTROS ORGANISMOS SIN ESPECIFICAR
137
1.7%
92
1.2%
45
0.6%
0
0
0
0
0
0
14
17
34
14
44
14
E119
DIABETES MELLITUS NO INSULINODEPENDIENTE, SIN MENCION DE COMPLICACION
127
1.6%
92
1.2%
35
0.4%
0
0
0
0
0
0
4
4
39
7
49
24
I639
INFARTO CEREBRAL, NO ESPECIFICADO
127
1.6%
55
0.7%
72
0.9%
0
0
0
0
0
0
0
0
11
25
44
47
J159
NEUMONIA BACTERIANA, NO ESPECIFICADA
113
1.4%
46
0.6%
67
0.9%
0
0
0
0
0
0
1
2
7
11
38
54
C169
TUMOR MALIGNO DEL ESTOMAGO, PARTE NO ESPECIFICADA
103
1.3%
60
0.8%
43
0.5%
0
0
0
0
0
0
0
0
15
10
45
33
I48X
FIBRILACION Y ALETEO AURICULAR
95
1.2%
57
0.7%
38
0.5%
0
0
0
0
1
0
0
1
10
5
46
32
I10X
HIPERTENSION ESENCIAL (PRIMARIA)
78
1.0%
60
0.8%
18
0.2%
0
0
0
0
0
0
1
0
15
5
44
13
N10X
NEFRITIS TUBULOINTERSTICIAL AGUDA
75
1.0%
71
0.9%
4
0.1%
0
0
0
0
0
0
21
1
31
0
19
3
E145
DIABETES MELLITUS, NO ESPECIFICADA, CON COMPLICACIONES CIRCULATORIAS PERIFERICAS
74
0.9%
24
0.3%
50
0.6%
0
0
0
0
0
0
0
0
8
24
16
26
7
A150
TBC PULMONAR BK (+)
68
0.9%
32
0.4%
36
0.5%
0
0
0
0
0
0
5
9
13
20
14
D693
PURPURA TROMBOCITOPENICA IDIOPATICA
64
0.8%
50
0.6%
14
0.2%
0
0
0
0
1
0
11
1
26
10
12
3
J47X
BRONQUIECTASIA
55
0.7%
29
0.4%
26
0.3%
0
0
0
0
0
0
1
1
10
12
18
13
D619
ANEMIA APLASTICA, SIN OTRA ESPECIFICACION
54
0.7%
33
0.4%
21
0.3%
0
0
0
0
0
0
10
10
10
7
13
4
K801
CALCULO DE LA VESICULA BILIAR CON OTRA COLECISTITIS
51
0.7%
40
0.5%
11
0.1%
0
0
0
0
0
0
14
0
23
4
3
7
C349
TUMOR MALIGNO DE LOS BRONQUIOS O DEL PULMON, PARTE NO ESPECIFICADA 47
0.6%
21
0.3%
26
0.3%
0
0
0
0
0
0
1
0
7
6
13
20
C80X
TUMOR MALIGNO DE SITIOS NO ESPECIFICADOS
46
0.6%
37
0.5%
9
0.1%
0
0
0
0
0
0
1
0
13
3
23
6
I219
INFARTO AGUDO DEL MIOCARDIO, SIN OTRA ESPECIFICACION
44
0.6%
23
0.3%
21
0.3%
0
0
0
0
0
0
0
0
9
10
14
11
N180
INSUFICIENCIA RENAL TERMINAL
44
0.6%
16
0.2%
28
0.4%
0
0
0
0
0
0
0
0
4
15
12
13
D509
ANEMIA POR DEFICIENCIA DE HIERRO SIN ESPECIFICACION
35
0.4%
26
0.3%
9
0.1%
0
0
0
0
0
0
1
1
13
4
12
4
E115
DIABETES MELLITUS NO INSULINODEPENDIENTE, CON COMPLICACIONES CIRCULATORIAS
35 PERIFERICAS
0.4%
6
0.1%
29
0.4%
0
0
0
0
0
0
0
0
2
13
4
16
J841
OTRAS ENFERMEDADES PULMONARES INTERSTICIALES CON FIBROSIS
35
0.4%
24
0.3%
11
0.1%
0
0
0
0
0
0
0
0
5
3
19
8
C539
TUMOR MALIGNO DEL CUELLO DEL UTERO SIN OTRA ESPECIFICACION
34
0.4%
34
0.4%
0
0.0%
0
0
0
0
1
0
4
0
22
0
7
0
M069
ARTRITIS REUMATOIDE, NO ESPECIFICADA
34
0.4%
31
0.4%
3
0.0%
0
0
0
0
0
0
1
0
21
3
9
0
J690
NEUMONITIS DEBIDA A ASPIRACION DE ALIMENTO O VOMITO
33
0.4%
13
0.2%
20
0.3%
0
0
0
1
0
0
0
0
1
6
12
13
G409
EPILEPSIA, TIPO NO ESPECIFICADO
31
0.4%
13
0.2%
18
0.2%
0
0
0
0
0
0
7
4
4
10
2
4
K805
CALCULO DE CONDUCTO BILIAR SIN COLANGITIS NI COLECISTITIS
31
0.4%
30
0.4%
1
0.0%
0
0
0
0
0
0
5
0
10
1
15
0
A419
SEPTICEMIA, NO ESPECIFICADA
29
0.4%
17
0.2%
12
0.2%
0
0
0
0
0
0
2
1
3
3
12
8
C900
MIELOMA MULTIPLE
28
0.4%
18
0.2%
10
0.1%
0
0
0
0
0
0
0
0
4
3
14
7
N049
SINDROME NEFROTICO, NO ESPECIFICADA
27
0.3%
15
0.2%
12
0.2%
0
0
0
0
2
0
6
2
7
9
0
1
C189
TUMOR MALIGNO DEL COLON, PARTE NO ESPECIFICADA
26
0.3%
16
0.2%
10
0.1%
0
0
0
0
0
0
1
0
1
4
14
6
K259
ULCERA GASTRICA, NO ESPECIFICADA COMO AGUDA NI CRONICA, SIN HEMORRAGIA
26NI PERFORACION
0.3%
10
0.1%
16
0.2%
0
0
0
0
0
0
0
3
0
5
10
8
K703
CIRROSIS HEPATICA ALCOHOLICA
26
0.3%
7
0.1%
19
0.2%
0
0
0
0
0
0
0
0
2
14
5
5
D649
ANEMIA DE TIPO NO ESPECIFICADO
25
0.3%
15
0.2%
10
0.1%
0
0
0
0
0
0
2
0
8
4
5
6
J459
ASMA NO ESPECIFICADO. ASMA DE APARICION TARDIA. BRONQUITIS ASMATICA/SOB
25 SIBILIANCIA,
0.3% HIP22
0.3%
3
0.0%
0
0
0
0
0
0
8
1
8
2
6
0
K625
HEMORRAGIA DEL ANO Y DEL RECTO
0.2%
13
0.2%
0
0
0
0
0
0
0
2
2
5
10
6
C509
TUMOR MALIGNO DE LA MAMA PARTE NO ESPECIFICADA
24
0.3%
24
0.3%
0
0.0%
3343 42.7% 1880 24.0% 1463 18.7%
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
16
0
8
0
0
0
10
4
326
221
705
591
839
647
7832
0
0
0
1
21
8
637
347
25
OTROS DIAGNOSTICOS
T
O
T
A
L
0.3%
100%
12
4689 59.9% 3143 40.1%
1707 1217 2324 1570
La Infección urinaria sitio no especificado 4.6%, es la principal causa de morbilidad en
hospitalización de las 7,832 egresos, seguidas de Enfermedad renal crónica no especificada 4.4%,
Pancreatitis aguda 3.8%,Insuficiencia cardiaca congestiva 3.6% y Neumonía 3.1%.
Oficina de Epidemiología y Salud Ambiental
Página 102
Análisis de Situación de Salud 2014
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
TABLA Nº 050
MORBILIDAD EN HOSPITALIZACION – GINECOLOGIA 2014
T O T A L
CIE X
D E S C R I P C I O N
T O T A L
G E N E R A L
Femenino
Masculino
Nº
%
Nº
%
Nº
%
G
< 1 Año
R
U
1 - 11 Años
P
O
S
D
12 - 17 Años
E
E
18 - 29 Años
D
A
D
30 - 59 años
60 - + años
Fem. Masc. Fem. Masc. Fem. Masc. Fem. Masc. Fem. Masc. Fem. Masc.
D259
LEIOMIOMA DEL UTERO, SIN OTRA ESPECIFICACION
357
15.4%
357
15.4%
0
0.0%
0
0
0
0
1
0
17
0
328
0
11
0
O064
ABORTO NO ESPECIFICADO, INCOMPLETO, SIN COMPLICACION
291
12.5%
291
12.5%
0
0.0%
0
0
0
0
11
0
156
0
124
0
0
0
N832
OTROS QUISTES OVARICOS Y LOS NO ESPECIFICADOS
284
12.2%
284
12.2%
0
0.0%
0
0
0
0
5
0
80
0
168
0
31
0
N813
PROLAPSO UTEROVAGINAL COMPLETO
271
11.7%
271
11.7%
0
0.0%
0
0
1
0
0
0
4
0
131
0
135
0
O009
EMBARAZO ECTOPICO NO ESPECIFICADO
104
4.5%
104
4.5%
0
0.0%
0
0
0
0
1
0
56
0
47
0
0
0
C509
TUMOR MALIGNO DE LA MAMA PARTE NO ESPECIFICADA
78
3.4%
78
3.4%
0
0.0%
0
0
0
0
0
0
0
0
47
0
31
0
O210
HIPEREMESIS GRAVIDICA LEVE O NO ESPECIFICADA
74
3.2%
74
3.2%
0
0.0%
0
0
0
0
0
0
53
0
21
0
0
0
N979
INFERTILIDAD FEMENINA, NO ESPECIFICADA
70
3.0%
70
3.0%
0
0.0%
0
0
0
0
0
0
7
0
61
0
2
0
N840
POLIPO DEL CUERPO DEL UTERO
61
2.6%
61
2.6%
0
0.0%
0
0
0
0
1
0
1
0
56
0
3
0
C539
TUMOR MALIGNO DEL CUELLO DEL UTERO SIN OTRA ESPECIFICACION
54
2.3%
54
2.3%
0
0.0%
0
0
0
0
2
0
0
0
41
0
11
0
C56X
TUMOR MALIGNO DEL OVARIO
31
1.3%
31
1.3%
0
0.0%
0
0
0
0
0
0
5
0
18
0
8
0
N739
ENFERMEDAD INFLAMATORIA PELVICA
31
1.3%
31
1.3%
0
0.0%
0
0
0
0
2
0
14
0
15
0
0
0
D069
CARCINOMA IN SITU DEL CUELLO DEL UTERO PARTE NO ESPECIFICADA / NEOPLASIA
29INTRAEPITELIAL
1.2%
29
1.2%
0
0.0%
0
0
0
0
0
0
1
0
24
0
4
0
N939
HEMORRAGIA VAGINAL Y UTERINA ANORMAL, NO ESPECIFICADA
29
1.2%
29
1.2%
0
0.0%
0
0
0
0
1
0
9
0
17
0
2
0
N850
HIPERPLASIA DE GLANDULA DEL ENDOMETRIO:
27
1.2%
27
1.2%
0
0.0%
0
0
0
0
0
0
0
0
24
0
3
0
N809
ENDOMETRIOSIS, NO ESPECIFICADA
26
1.1%
26
1.1%
0
0.0%
0
0
0
0
0
0
6
0
20
0
0
0
C541
TUMOR MALIGNO DEL ENDOMETRIO
22
0.9%
22
0.9%
0
0.0%
0
0
0
0
0
0
1
0
16
0
5
0
D24X
TUMOR BENIGNO DE LA MAMA
20
0.9%
20
0.9%
0
0.0%
0
0
0
0
0
0
4
0
8
0
8
0
N838
OTROS TRASTORNOS NO INFLAMATORIOS DEL OVARIO, DE LA TROMPA DE FALOPIO
20Y DEL LIGAMENTO
0.9%
AN
20
0.9%
0
0.0%
0
0
0
0
3
0
9
0
8
0
0
0
O230
INFECCION DEL RNON EN EL EMBARAZO
20
0.9%
20
0.9%
0
0.0%
0
0
0
0
2
0
13
0
5
0
0
0
N812
PROLAPSO UTEROVAGINAL INCOMPLETO
19
0.8%
19
0.8%
0
0.0%
0
0
0
0
0
0
0
0
17
0
2
0
O011
MOLA HIDATIFORME INCOMPLETA O PARCIAL
16
0.7%
16
0.7%
0
0.0%
0
0
0
0
0
0
7
0
9
0
0
0
O021
ABORTO RETENIDO
15
0.6%
15
0.6%
0
0.0%
0
0
0
0
0
0
6
0
9
0
0
0
N848
POLIPOS DE OTRAS PARTES DEL TRACTO GENITAL FEMENINO
13
0.6%
13
0.6%
0
0.0%
0
0
0
0
0
0
1
0
11
0
1
0
N971
INFERTILIDAD FEMENINA DE ORIGEN TUBARICO
13
0.6%
13
0.6%
0
0.0%
0
0
0
0
0
0
3
0
10
0
0
0
D367
TUMOR BENIGNO DE OTROS SITIOS ESPECIFICADOS
12
0.5%
12
0.5%
0
0.0%
0
0
0
0
0
0
3
0
2
0
7
0
N849
POLIPO DEL TRACTO GENITAL FEMENINO, NO ESPECIFICADO
12
0.5%
12
0.5%
0
0.0%
0
0
0
0
0
0
2
0
9
0
1
0
N10X
NEFRITIS TUBULOINTERSTICIAL AGUDA
11
0.5%
11
0.5%
0
0.0%
0
0
0
0
0
0
7
0
4
0
0
0
N731
PARAMETRITIS Y CELULITIS PELVICA CRONICA
11
0.5%
11
0.5%
0
0.0%
0
0
0
0
0
0
4
0
7
0
0
0
N819
PROLAPSO GENITAL FEMENINO, NO ESPECIFICADO
10
0.4%
10
0.4%
0
0.0%
0
0
0
0
0
0
0
0
6
0
4
0
N800
ENDOMETRIOSIS DEL UTERO
9
0.4%
9
0.4%
0
0.0%
0
0
0
0
0
0
1
0
8
0
0
0
O200
AMENAZA DE ABORTO
9
0.4%
9
0.4%
0
0.0%
0
0
0
0
0
0
6
0
3
0
0
0
T889
COMPLICACIONES NO ESPECIFICADAS DE LA ATENCION MEDICA Y QUIRURGICA
9
0.4%
9
0.4%
0
0.0%
0
0
0
0
0
0
0
0
8
0
1
0
N390
INFECCION DE VIAS URINARIAS, SITIO NO ESPECIFICADO
8
0.3%
8
0.3%
0
0.0%
0
0
0
0
0
0
0
0
5
0
3
0
N950
HEMORRAGIA POSTMENOPAUSICA
8
0.3%
8
0.3%
0
0.0%
0
0
0
0
0
0
0
0
4
0
4
0
O211
HIPEREMESIS GRAVIDICA CON TRASTORNOS METABOLICOS
8
0.3%
8
0.3%
0
0.0%
0
0
0
0
1
0
7
0
0
0
0
0
O212
HIPEREMESIS GRAVIDICA TARDIA
8
0.3%
8
0.3%
0
0.0%
0
0
0
0
0
0
4
0
4
0
0
0
C519
TUMOR MALIGNO DE LA VULVA, PARTE NO ESPECIFICADA
7
0.3%
7
0.3%
0
0.0%
0
0
0
0
0
0
0
0
1
0
6
0
N736
ADHERENCIAS PERITONEALES PELVICAS FEMENINAS
7
0.3%
7
0.3%
0
0.0%
0
0
0
0
0
0
2
0
5
0
0
0
D27X
TUMOR BENIGNO DEL OVARIO
6
0.3%
6
0.3%
0
0.0%
0
0
0
0
0
0
2
0
4
0
0
0
N808
OTRAS ENDOMETRIOSIS
6
0.3%
6
0.3%
0
0.0%
0
0
0
0
0
0
2
0
4
0
0
0
O010
MOLA HIDATIFORME CLASICA (COMPLETA)
6
0.3%
6
0.3%
0
0.0%
0
0
0
0
0
0
5
0
1
0
0
0
O019
MOLA HIDATIFORME, NO ESPECIFICADA
6
0.3%
6
0.3%
0
0.0%
0
0
0
0
1
0
0
0
5
0
0
0
O080
ABORTO SEPTICO
6
0.3%
6
0.3%
0
0.0%
0
0
0
0
0
0
3
0
3
0
0
0
189
8.1%
189
8.1%
0
0.0%
0
0
0
0
2
0
35
0
108
0
44
0
2323
100%
2323
100%
0
0%
0
0
1
0
33
0
536
0
1426
0
327
0
OTROS DIAGNOSTICOS
T
O
T
A
L
El Leiomioma del útero sin especificación 15.4%,Aborto no especificado incompleto sin
complicaciones con 12.5%, son las principales causas de morbilidad en hospitalización de las 2323
egresos, seguidas de Otros quistes ováricos 12.2%, Prolapso uterino vaginal completo 11.7%.
Oficina de Epidemiología y Salud Ambiental
Página 103
Análisis de Situación de Salud 2014
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
TABLA Nº 051
MORBILIDAD EN HOSPITALIZACION – OBSTETRICIA 2014
T O T A L
CIE X
T O T A L
D E S C R I P C I O N
G E N E R A L
Femenino
G
Masculino
Nº
%
Nº
%
Nº
%
< 1 Año
R
U
1 - 11 Años
P
O
S
D
12 - 17 Años
E
E
18 - 29 Años
D
A
D
30 - 59 años
60 - + años
Fem. Masc. Fem. Masc. Fem. Masc. Fem. Masc. Fem. Masc. Fem. Masc.
O809
PARTO UNICO ESPONTANEO SIN OTRA ESPECIFICACION
2546
57.7%
2546
57.7%
0
0.0%
0
0
0
0
140
0
1665
0
741
0
0
0
O829
PARTO POR CESAREA, SIN OTRA ESPECIFICACION
1024
23.2%
1024
23.2%
0
0.0%
0
0
0
0
63
0
637
0
324
0
0
0
O820
PARTO POR CESAREA ELECTIVA
675
15.3%
675
15.3%
0
0.0%
0
0
0
0
6
0
334
0
335
0
0
0
O364
ATENCION MATERNA POR MUERTE INTRAUTERINA
30
0.7%
30
0.7%
0
0.0%
0
0
0
0
1
0
15
0
14
0
0
0
O842
PARTO MULTIPLE, TODOS POR CESAREA
21
0.5%
21
0.5%
0
0.0%
0
0
0
0
0
0
13
0
8
0
0
0
O821
PARTO POR CESAREA DE EMERGENCIA
14
0.3%
14
0.3%
0
0.0%
0
0
0
0
0
0
7
0
7
0
0
0
O064
ABORTO NO ESPECIFICADO, INCOMPLETO, SIN COMPLICACION
13
0.3%
13
0.3%
0
0.0%
0
0
0
0
0
0
7
0
6
0
0
0
O912
MASTITIS NO PURULENTA ASOCIADA CON EL PARTO
13
0.3%
13
0.3%
0
0.0%
0
0
0
0
1
0
11
0
1
0
0
0
O85X
SEPSIS PUERPERAL (ENDOMETRITIS POS PARTO)
11
0.2%
11
0.2%
0
0.0%
0
0
0
0
0
0
7
0
4
0
0
0
O800
PARTO UNICO ESPONTANEO, PRESENTACION CEFALICA DE VERTICE
9
0.2%
9
0.2%
0
0.0%
0
0
0
0
1
0
5
0
3
0
0
0
O828
OTROS PARTOS UNICOS POR CESAREA
7
0.2%
7
0.2%
0
0.0%
0
0
0
0
2
0
4
0
1
0
0
0
O731
RETENCION DE FRAGMENTOS DE LA PLACENTA O DE LAS MEMBRANAS, SIN HEMORRAGIA
5
0.1%
5
0.1%
0
0.0%
0
0
0
0
1
0
3
0
1
0
0
0
O860
INFECCION DE HERIDA QUIRURGICA OBSTETRICA
4
0.1%
4
0.1%
0
0.0%
0
0
0
0
0
0
2
0
2
0
0
0
N10X
NEFRITIS TUBULOINTERSTICIAL AGUDA
3
0.1%
3
0.1%
0
0.0%
0
0
0
0
0
0
3
0
0
0
0
0
O141
PRE- ECLAMPSIA SEVERA
3
0.1%
3
0.1%
0
0.0%
0
0
0
0
1
0
2
0
0
0
0
0
O230
INFECCION DEL RNON EN EL EMBARAZO
3
0.1%
3
0.1%
0
0.0%
0
0
0
0
0
0
2
0
1
0
0
0
O470
AMENAZA DE PARTO PREMATURO
3
0.1%
3
0.1%
0
0.0%
0
0
0
0
0
0
2
0
1
0
0
0
R509
FIEBRE, NO ESPECIFICADA
3
0.1%
3
0.1%
0
0.0%
0
0
0
0
0
0
3
0
0
0
0
0
N939
HEMORRAGIA VAGINAL Y UTERINA ANORMAL, NO ESPECIFICADA
2
0.0%
2
0.0%
0
0.0%
0
0
0
0
0
0
1
0
1
0
0
0
O471
FALSO TRABAJO DE PARTO A LAS 37 Y MAS SEMANAS COMPLETAS DE GESTACION
2
0.0%
2
0.0%
0
0.0%
0
0
0
0
0
0
2
0
0
0
0
0
O849
PARTO MULTIPLE, NO ESPECIFICADO
2
0.0%
2
0.0%
0
0.0%
0
0
0
0
0
0
2
0
0
0
0
0
T814
INFECCION CONSECUTIVA A PROCEDIMIENTO, NO CLASIFICADA EN OTRA PARTE
2
0.0%
2
0.0%
0
0.0%
0
0
0
0
0
0
0
0
2
0
0
0
I809
FLEBITIS Y TROMBOFLEBITIS DE SITIO NO ESPECIFICADO
1
0.0%
1
0.0%
0
0.0%
0
0
0
0
0
0
1
0
0
0
0
0
17
0.4%
17
0.4%
0
0.0%
0
0
0
0
0
0
10
0
7
0
0
0
4413
100.0%
4413
100%
0
0%
0
0
0
0
216
0
2738
0
1459
0
0
0
OTROS DIAGNOSTICOS
T
O
T
A
L
El Parto único espontáneo sin otra especificación con 57.7%, es la principal causa de morbilidad en
hospitalización de las 4,413 egresos, seguidas de Parto por cesárea sin otra especificación 23.2%,
Parto por cesárea electiva 15.3%, Atención materna por muerte intrauterina 0.7%.
Oficina de Epidemiología y Salud Ambiental
Página 104
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
Análisis de Situación de Salud 2014
TABLA Nº 052
MORBILIDAD EN HOSPITALIZACION – NEONATOLOGIA 2014
T O T A L
CIE X
D E S C R I P C I O N
T O T A L
Nº
G E N E R A L
Femenino
%
Nº
G
Masculino
%
Nº
1 - 5 días
%
R
U
P
6 - 10 días
O
S
D
11 - 15 días
E
E
D
16 - 20 días
A
D
21 - 25 días
26 días a +
Fem. Masc. Fem. Masc. Fem. Masc. Fem. Masc. Fem. Masc. Fem. Masc.
Z380
A TERMINO (PRODUCTO UNICO NACIDO EN HOSPITAL)
2501
61.3%
1221
29.9%
1280
31.4%
1211
1271
10
9
0
0
0
0
0
0
0
0
P080
RECIEN NACIDO EXCEPCIONALMENTE GRANDE
222
5.4%
81
2.0%
141
3.5%
81
139
0
2
0
0
0
0
0
0
0
0
P051
PEQUENO PARA LA EDAD GESTACIONAL
170
4.2%
111
2.7%
59
1.4%
109
59
1
0
1
0
0
0
0
0
0
0
P121
CAPUT SUCCEDANEUM DEBIDO A TRAUMATISMO DEL NACIMIENTO
141
3.5%
67
1.6%
74
1.8%
67
74
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
P073
RN PRE TERMINO
122
3.0%
58
1.4%
64
1.6%
57
63
1
1
0
0
0
0
0
0
0
0
P120
CEFALOHEMATOMA DEBIDO A TRAUMATISMO DEL NACIMIENTO
101
2.5%
43
1.1%
58
1.4%
41
57
2
1
0
0
0
0
0
0
0
0
P081
OTROS RECIEN NACIDOS CON SOBREPESO PARA LA EDAD GESTACIONAL
97
2.4%
34
0.8%
63
1.5%
34
62
0
1
0
0
0
0
0
0
0
0
P599
ICTERICIA NEONATAL, NO ESPECIFICADA
76
1.9%
38
0.9%
38
0.9%
37
38
1
0
0
0
0
0
0
0
0
0
P134
FRACTURA DE LA CLAVICULA DEBIDA A TRAUMATISMO DEL NACIMIENTO
72
1.8%
48
1.2%
24
0.6%
48
24
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
P050
BAJO PESO PARA LA EDAD GESTACIONAL
55
1.3%
34
0.8%
21
0.5%
32
21
2
0
0
0
0
0
0
0
0
0
P704
OTRAS HIPOGLICEMIAS NEONATALES
55
1.3%
23
0.6%
32
0.8%
21
32
2
0
0
0
0
0
0
0
0
0
P551
INCOMPATIBILIDAD ABO DEL FETO Y DEL RECIEN NACIDO
47
1.2%
25
0.6%
22
0.5%
25
22
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
P369
SEPSIS BACTERIANA DEL RN, NO ESPECIFICADA
41
1.0%
13
0.3%
28
0.7%
13
28
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
P025
FETO Y RN AFECTADOS POR OTRA COMPRESION DEL CORDON UMBILICAL
(CIRCULAR DEL CORDON ALREDE
34
0.8%
16
0.4%
18
0.4%
15
17
1
1
0
0
0
0
0
0
0
0
P221
TAQUIPNEA TRANSITORIA DEL RECIEN NACIDO
33
0.8%
15
0.4%
18
0.4%
14
17
1
1
0
0
0
0
0
0
0
0
P831
ERITEMA TOXICO NEONATAL
20
0.5%
7
0.2%
13
0.3%
7
13
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
P210
ASFIXIA DEL NACIMIENTO SEVERA
18
0.4%
8
0.2%
10
0.2%
8
10
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
P211
ASFIXIA DEL NACIMIENTO, LEVE Y MODERADA
17
0.4%
8
0.2%
9
0.2%
8
7
0
2
0
0
0
0
0
0
0
0
P154
TRAUMATISMO FACIAL DURANTE EL NACIMIENTO
12
0.3%
3
0.1%
9
0.2%
3
9
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
P220
SINDROME DE DIFICULTAD RESPIRATORIA DEL RN
11
0.3%
4
0.1%
7
0.2%
4
7
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
P229
DIFICULTAD RESPIRATORIA DEL RN, NO ESPECIFICADA
11
0.3%
2
0.0%
9
0.2%
2
9
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
P711
OTRA HIPOCALCEMIA NEONATAL
11
0.3%
9
0.2%
2
0.0%
9
2
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
P920
VOMITOS DEL RECIEN NACIDO
10
0.2%
3
0.1%
7
0.2%
3
7
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
Z381
NACIDO FUERA DEL HOSPITAL UNICO
10
0.2%
9
0.2%
1
0.0%
9
1
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
P391
CONJUNTIVITIS Y DACRIOCISTITIS NEONATALES
8
0.2%
2
0.0%
6
0.1%
1
6
1
0
0
0
0
0
0
0
0
0
P002
FETO Y RECIEN NACIDO AFECTADOS POR ENFERMEDADES INFECCIOSAS Y
PARASITARIAS DE LA MADRE
7
0.2%
4
0.1%
3
0.1%
4
3
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
P082
RECIEN NACIDO POSTERMINO SIN SOBREPESO PARA SU EDAD GESTACIONAL
7
0.2%
1
0.0%
6
0.1%
1
6
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
P363
SEPSIS DEL RECIEN NACIDO DEBIDA A OTROS ESTAFILOCOCOS Y A LOS NO
ESPECIFICADOS
7
0.2%
4
0.1%
3
0.1%
4
3
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
Q249
MALFORMACION CONGENITA DEL CORAZON, NO ESPECIFICADA
6
0.1%
5
0.1%
1
0.0%
4
1
1
0
0
0
0
0
0
0
0
0
Q658
OTRAS DEFORMIDADES CONGENITAS DE LA CADERA
5
0.1%
2
0.0%
3
0.1%
2
3
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
P614
OTRAS ANEMIAS CONGENITAS, NO CLASIFICADAS EN OTRA PARTE
4
0.1%
4
0.1%
0
0.0%
4
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
P741
DESHIDRATACION DEL RECIEN NACIDO
4
0.1%
2
0.0%
2
0.0%
2
2
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
P810
HIPERTERMIA DEL RECIEN NACIDO INDUCIDA POR LAS CONDICIONES
AMBIENTALES
4
0.1%
2
0.0%
2
0.0%
2
2
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
Q170
OREJA SUPERNUMERARIA
4
0.1%
1
0.0%
3
0.1%
1
3
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
Q211
DEFECTO DEL TABIQUE AURICULAR
4
0.1%
1
0.0%
3
0.1%
1
3
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
Q531
TESTICULO NO DESCENDIDO, UNILATERAL
4
0.1%
1
0.0%
3
0.1%
1
3
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
P070
RN CON PESO EXTREMADAMENTE BAJO AL NACER
3
0.1%
1
0.0%
2
0.0%
1
2
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
P129
TRAUMATISMO DEL NACIMIENTO EN EL CUERO CABELLUDO, NO
ESPECIFICADO
3
0.1%
0
0.0%
3
0.1%
0
3
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
P140
PARALISIS DE ERB DEBIDA A TRAUMATISMO DEL NACIMIENTO
3
0.1%
1
0.0%
2
0.0%
1
2
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
P271
DISPLASIA BRONCOPULMONAR ORIGINADA EN EL PERIODO PERINATAL
3
0.1%
2
0.0%
1
0.0%
2
1
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
Q172
MICROTIA
3
0.1%
1
0.0%
2
0.0%
1
2
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
OTROS DIAGNOSTICOS
114
2.8%
44
1.1%
70
1.7%
44
70
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
T
O
T
A
L
4080
100.0%
1958
48%
2122
52%
1934
2104
23
18
1
0
0
0
0
0
0
0
A término ( producto único nacido en hospital) 61.3% es la principal causa de morbilidad en
hospitalización de las 4080 egresos, seguido de Recién nacido excepcionalmente grande con 5.4%,
Pequeño para edad gestacional 4.2% y de Caput sucedaneum debido a traumatismo de nacimiento
3.5%.
Oficina de Epidemiología y Salud Ambiental
Página 105
Análisis de Situación de Salud 2014
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
TABLA Nº 053
MORBILIDAD EN HOSPITALIZACION – PEDIATRIA 2014
T O T A L
CIE X
D E S C R I P C I O N
TOTAL
Nº
%
G E N E R A L
Femenino
Masculino
Nº
%
Nº
%
< 1 - año
G R U P O S
D E
1 - 5 años
12 - 17 años
6 - 11 años
E D A D
18 - 29 años
30 años a +
Fem. Masc. Fem. Masc. Fem. Masc. Fem. Masc. Fem. Masc. Fem. Masc.
J459
ASMA NO ESPECIFICADO. ASMA DE APARICION TARDIA. BRONQUITIS ASMATICA/SOB
265SIBILIANCIA,
23.4%HIP
130
11.5%
135
11.9%
7
15
117
114
5
6
1
0
0
0
0
0
J448
OTRAS ENFERMEDADES PULMONARES OBSTRUCTIVAS CRONICAS ESPECIFICADAS 147
13.0%
68
6.0%
79
7.0%
30
43
38
36
0
0
0
0
0
0
0
0
A09X INFECCIONES INTESTINALES DEBIDAS A OTROS ORGANISMOS SIN ESPECIFICAR
84
7.4%
30
2.6%
54
4.8%
10
13
17
38
3
3
0
0
0
0
0
0
N390 INFECCION DE VIAS URINARIAS, SITIO NO ESPECIFICADO
67
5.9%
44
3.9%
23
2.0%
19
21
23
2
2
0
0
0
0
0
0
0
J219
BRONQUIOLITIS SIN ESPECIFICAR, BRONQUIOLITIS AGUDA
43
3.8%
20
1.8%
23
2.0%
16
19
4
4
0
0
0
0
0
0
0
0
J980
ENFERMEDADES DE LA TRAQUEA Y DE LOS BRONQUIOS, NO CLASIFICADAS EN OTRA
42PARTE 3.7%
15
1.3%
27
2.4%
5
16
9
11
0
0
0
0
1
0
0
0
A059 INTOXICACION ALIMENTARIA BACTERIANA, NO ESPECIFICADA
25
2.2%
9
0.8%
16
1.4%
0
3
8
9
1
4
0
0
0
0
0
0
L031 CELULITIS DE OTRAS PARTES DE LOS MIEMBROS
23
2.0%
9
0.8%
14
1.2%
0
3
8
9
1
1
0
1
0
0
0
0
J189
17
1.5%
10
0.9%
7
0.6%
3
1
7
6
0
0
0
0
0
0
0
0
P369 SEPSIS BACTERIANA DEL RN, NO ESPECIFICADA
17
1.5%
9
0.8%
8
0.7%
8
7
1
1
0
0
0
0
0
0
0
0
B349 INFECCION VIRAL, NO ESPECIFICADA
14
1.2%
8
0.7%
6
0.5%
2
2
6
3
0
1
0
0
0
0
0
0
Q359 FISURA DEL PALADAR UNILATERAL, SIN OTRA ESPECIFICACION
14
1.2%
7
0.6%
7
0.6%
0
1
7
3
0
3
0
0
0
0
0
0
N10X NEFRITIS TUBULOINTERSTICIAL AGUDA
13
1.1%
10
0.9%
3
0.3%
3
1
7
2
0
0
0
0
0
0
0
0
P599 ICTERICIA NEONATAL, NO ESPECIFICADA
11
1.0%
7
0.6%
4
0.4%
6
4
1
0
0
0
0
0
0
0
0
0
G409 EPILEPSIA, TIPO NO ESPECIFICADO
10
0.9%
4
0.4%
6
0.5%
1
0
3
3
0
3
0
0
0
0
0
0
R509 FIEBRE, NO ESPECIFICADA
9
0.8%
2
0.2%
7
0.6%
0
1
1
3
1
2
0
1
0
0
0
0
J159
8
0.7%
1
0.1%
7
0.6%
0
3
0
4
0
0
1
0
0
0
0
0
A084 INFECCION INTESTINAL VIRAL, SIN OTRA ESPECIFICACION
7
0.6%
1
0.1%
6
0.5%
0
0
1
6
0
0
0
0
0
0
0
0
L032 CELULITIS DE LA CARA
7
0.6%
5
0.4%
2
0.2%
0
1
4
0
1
1
0
0
0
0
0
0
L039 CELULITIS DE SITIO NO ESPECIFICADO
7
0.6%
2
0.2%
5
0.4%
0
1
2
3
0
1
0
0
0
0
0
0
L509 URTICARIA, NO ESPECIFICADA
7
0.6%
3
0.3%
4
0.4%
0
0
3
4
0
0
0
0
0
0
0
0
T424 BENZODIAZEPINAS
7
0.6%
7
0.6%
0
0.0%
0
0
0
0
6
0
1
0
0
0
0
0
R568 OTRAS CONVULSIONES Y LAS NO ESPECIFICADAS
6
0.5%
2
0.2%
4
0.4%
1
2
0
0
1
2
0
0
0
0
0
0
S069 TRAUMATISMO INTRACRANEAL, NO ESPECIFICADO
6
0.5%
5
0.4%
1
0.1%
2
0
2
1
1
0
0
0
0
0
0
0
G360 NEUROMIELITIS OPTICA [DEVIC]
5
0.4%
5
0.4%
0
0.0%
0
0
0
0
3
0
2
0
0
0
0
0
I889
LINFADENITIS INESPECIFICA NO ESPECIFICADA
5
0.4%
3
0.3%
2
0.2%
1
0
2
1
0
1
0
0
0
0
0
0
J042
LARINGOTRAQUEITIS AGUDA
5
0.4%
2
0.2%
3
0.3%
1
1
1
2
0
0
0
0
0
0
0
0
K297 GASTRITIS, NO ESPECIFICADA
5
0.4%
3
0.3%
2
0.2%
0
0
0
0
3
2
0
0
0
0
0
0
M329 LUPUS ERITEMATOSO SISTEMICO, SIN OTRA ESPECIFICACION
5
0.4%
5
0.4%
0
0.0%
0
0
0
0
4
0
1
0
0
0
0
0
Q369 LABIO LEPORINO, UNILATERAL
5
0.4%
1
0.1%
4
0.4%
1
2
0
2
0
0
0
0
0
0
0
0
A419 SEPTICEMIA, NO ESPECIFICADA
4
0.4%
2
0.2%
2
0.2%
1
2
1
0
0
0
0
0
0
0
0
0
B159 HEPATITIS AGUDA TIPO A, SIN COMA HEPATICO
4
0.4%
3
0.3%
1
0.1%
0
0
1
1
1
0
1
0
0
0
0
0
E86X DESHIDRATACION / DEPLECION DEL VOLUMEN
4
0.4%
4
0.4%
0
0.0%
0
0
4
0
0
0
0
0
0
0
0
0
H059 TRASTORNO DE LA ORBITA, NO ESPECIFICADO
4
0.4%
2
0.2%
2
0.2%
2
0
0
2
0
0
0
0
0
0
0
0
H669 OTITIS MEDIA AGUDA Y SUBAGUDA SIN ESPECIFICAICON
4
0.4%
0
0.0%
4
0.4%
0
1
0
3
0
0
0
0
0
0
0
0
J00X RINOFARINGITIS AGUDA, RINITIS AGUDA
4
0.4%
1
0.1%
3
0.3%
1
2
0
1
0
0
0
0
0
0
0
0
J157
4
0.4%
3
0.3%
1
0.1%
0
0
3
1
0
0
0
0
0
0
0
0
N049 SINDROME NEFROTICO, NO ESPECIFICADA
4
0.4%
1
0.1%
3
0.3%
0
0
0
1
1
2
0
0
0
0
0
0
N189 ENFERMEDAD RENAL CRONICA, NO ESPECIFICADA
4
0.4%
2
0.2%
2
0.2%
0
0
0
0
2
2
0
0
0
0
0
0
Q379 FISURA DEL PALADAR CON LABIO LEPORINO UNILATERAL, SIN OTRA ESPECIFICACION4
0.4%
1
0.1%
3
0.3%
0
1
0
2
1
0
0
0
0
0
0
0
4
0.4%
4
0.4%
0
0.0%
0
0
1
0
3
0
0
0
0
0
0
0
203
17.9%
106
9.4%
97
8.6%
20
27
42
35
43
29
1
6
0
0
0
0
1133
100.0%
556
49%
577
51%
140
193
324
313
83
63
8
8
1
0
0
0
NEUMONIA, NO ESPECIFICADA
NEUMONIA BACTERIANA, NO ESPECIFICADA
NEUMONIA DEBIDA A MYCOPLASMA PNEUMONIAE
T604 RODENTICIDAS
OTROS DIAGNOSTICOS
T
O
T
A
L
El Asma no especificada es la principal causa de morbilidad en hospitalización de las 1,133 egresos,
seguidas de Otras enfermedades pulmonares obstructivas crónicas esporádicas 13%,Infección
intestinal debido a otros organismos no especificados 7.4%, Infección urinaria sitio no especificado
5.9%.
Oficina de Epidemiología y Salud Ambiental
Página 106
Análisis de Situación de Salud 2014
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
TABLA Nº 054
MORBILIDAD EN HOSPITALIZACION – UCI- GENERAL 2014
T
CIE X
D E S C R I P C I O N
O
T A
L
G
T O T A L
E N E
Femenino
R A
L
G
Masculino
< 1 Año
R
U
P
1 - 11 Años
O
S
D
12 - 17 Años
E
E
18 - 29 Años
D
A
D
30 - 59 años
60 - + años
Nº
%
Nº
%
Nº
%
Fem.
Masc.
Fem.
Masc.
Fem.
Masc.
Fem.
Masc.
Fem.
Masc.
Fem.
Masc.
J189
NEUMONIA, NO ESPECIFICADA
33
13.8%
9
3.8%
24
10.0%
0
0
0
0
0
0
3
2
2
10
4
12
A419
SEPTICEMIA, NO ESPECIFICADA
13
5.4%
4
1.7%
9
3.8%
0
0
0
0
0
0
1
0
2
5
1
4
N189
ENFERMEDAD RENAL CRONICA, NO ESPECIFICADA
12
5.0%
7
2.9%
5
2.1%
0
0
0
0
0
0
0
0
4
3
3
2
J969
INSUFICIENCIA RESPIRATORIA, NO ESPECIFICADA
9
3.8%
9
3.8%
0
0.0%
0
0
0
0
0
0
3
0
3
0
3
0
J960
INSUFICIENCIA RESPIRATORIA AGUDA
7
2.9%
5
2.1%
2
0.8%
0
0
0
0
0
0
1
0
3
2
1
0
A418
OTRAS SEPTICEMIAS ESPECIFICADAS
6
2.5%
3
1.3%
3
1.3%
0
0
0
0
0
0
0
0
1
1
2
2
M329
LUPUS ERITEMATOSO SISTEMICO, SIN OTRA ESPECIFICACION
6
2.5%
4
1.7%
2
0.8%
0
0
0
0
0
0
2
1
2
1
0
0
K85X
PANCREATITIS AGUDA
5
2.1%
1
0.4%
4
1.7%
0
0
0
0
0
0
0
0
1
4
0
0
S069
TRAUMATISMO INTRACRANEAL, NO ESPECIFICADO
5
2.1%
3
1.3%
2
0.8%
0
0
0
0
0
0
0
0
3
1
0
1
E149
DIABETES MELLITUS, NO ESPECIFICADA, SIN MENCION DE COMPLICACION
4
1.7%
1
0.4%
3
1.3%
0
0
0
0
0
0
0
0
0
1
1
2
I64X
ACCIDENTE VASCULAR ENCEFALICO AGUDO, NO ESPECIFICADO COMO HEMORRAGICO
4 O ISQUEMI
1.7%
4
1.7%
0
0.0%
0
0
0
0
0
0
0
0
2
0
2
0
K830
COLANGITIS
4
1.7%
1
0.4%
3
1.3%
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
1
3
R571
CHOQUE HIPOVOLEMICO
4
1.7%
3
1.3%
1
0.4%
0
0
0
0
0
0
0
1
2
0
1
0
E117
DIABETES MELLITUS NO INSULINODEPENDIENTE, CON COMPLICACIONES MULTIPLES
3
1.3%
2
0.8%
1
0.4%
0
0
0
0
0
0
1
0
0
0
1
1
G932
HIPERTENSION INTRACRANEAL BENIGNA
3
1.3%
2
0.8%
1
0.4%
0
0
0
0
0
0
0
1
1
0
1
0
I619
HEMORRAGIA INTRAENCEFALICA, NO ESPECIFICADA
3
1.3%
1
0.4%
2
0.8%
0
0
0
0
0
0
0
0
1
0
0
2
K564
OTRAS OBSTRUCCIONES DEL INTESTINO
3
1.3%
2
0.8%
1
0.4%
0
0
0
0
0
0
0
0
1
0
1
1
Q282
MALFORMACION ARTERIOVENOSA DE LOS VASOS CEREBRALES
3
1.3%
3
1.3%
0
0.0%
0
0
0
0
0
0
2
0
1
0
0
0
C250
TUMOR MALIGNO DE LA CABEZA DEL PANCREAS
2
0.8%
0
0.0%
2
0.8%
0
0
0
0
0
0
0
0
0
1
0
1
C710
TUMOR MALIGNO DEL CEREBRO, EXCEPTO LOBULOS Y VENTRICULOS
2
0.8%
1
0.4%
1
0.4%
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
1
1
G009
MENINGITIS BACTERIANA, NO ESPECIFICADA
2
0.8%
1
0.4%
1
0.4%
0
0
0
0
0
0
1
0
0
1
0
0
G459
ISQUEMIA CEREBRAL TRANSITORIA, SIN OTRA ESPECIFICACION
2
0.8%
1
0.4%
1
0.4%
0
0
0
0
0
0
0
0
0
1
1
0
G610
SINDROME DE GUILLAIN-BARRE
2
0.8%
1
0.4%
1
0.4%
0
0
0
0
0
0
1
0
0
1
0
0
103
42.9%
61
25.4%
42
17.5%
0
0
0
0
1
2
12
5
26
16
22
19
240
100.0%
129
54%
111
46%
0
0
0
0
1
2
27
10
55
48
46
51
OTROS DIAGNOSTICOS
T
O
T
A
L
La Neumonía no especificada con 13.8%, es la principal causa de morbilidad en hospitalización de
las 240 egresos, seguidas de Septicemia no especificada 5.4%, Enfermedad renal crónica 5% e
Insuficiencia respiratoria no especificada 3.8%.
TABLA Nº 055
MORBILIDAD EN HOSPITALIZACION – UCI-CORONARIOS 2014
T O T A L
CIE X
D E S C R I P C I O N
T O T A L
G E N E R A L
Femenino
G
Masculino
Nº
%
Nº
%
Nº
%
< 1 Año
R
U
1 - 11 Años
P
O
S
D
12 - 17 Años
E
E
18 - 29 Años
D
A
D
30 - 59 años
60 - + años
Fem. Masc. Fem. Masc. Fem. Masc. Fem. Masc. Fem. Masc. Fem. Masc.
I219
INFARTO AGUDO DEL MIOCARDIO, SIN OTRA ESPECIFICACION
95
33.0%
30
10.4%
65
22.6%
0
0
0
0
0
0
0
0
5
34
25
31
I519
ENFERMEDAD CARDIACA, NO ESPECIFICADA
30
10.4%
10
3.5%
20
6.9%
0
0
0
0
0
0
0
0
3
8
7
12
I500
INSUFICIENCIA CARDIACA CONGESTIVA
27
9.4%
12
4.2%
15
5.2%
0
0
0
0
0
0
2
0
3
2
7
13
I442
BLOQUEO AURICULOVENTRICULAR COMPLETO
26
9.0%
10
3.5%
16
5.6%
0
0
0
0
0
0
0
0
2
2
8
14
I48X
FIBRILACION Y ALETEO AURICULAR
16
5.6%
6
2.1%
10
3.5%
0
0
0
0
0
0
0
2
2
2
4
6
I200
ANGINA INESTABLE
12
4.2%
4
1.4%
8
2.8%
0
0
0
0
0
0
0
0
0
2
4
6
I443
OTROS TIPOS DE BLOQUEO AURICULOVENTRICULAR Y LOS NO ESPECIFICADOS
9
3.1%
5
1.7%
4
1.4%
0
0
0
0
0
0
0
0
1
0
4
4
I10X
HIPERTENSION ESENCIAL (PRIMARIA)
7
2.4%
5
1.7%
2
0.7%
0
0
0
0
0
0
0
0
1
0
4
2
I441
BLOQUEO AURICULOVENTRICULAR DE SEGUNDO GRADO
6
2.1%
3
1.0%
3
1.0%
0
0
0
0
0
0
0
0
1
0
2
3
I259
ENFERMEDAD ISQUEMICA CRONICA DEL CORAZON, NO ESPECIFICADA
4
1.4%
1
0.3%
3
1.0%
0
0
0
0
0
0
0
0
1
0
0
3
I229
INFARTO SUBSECUENTE DEL MIOCARDIO, DE PARTE NO ESPECIFICADA
3
1.0%
2
0.7%
1
0.3%
0
0
0
0
0
0
0
0
0
1
2
0
I499
ARRITMIA CARDIACA, NO ESPECIFICADA
3
1.0%
1
0.3%
2
0.7%
0
0
0
0
0
0
0
0
0
2
1
0
R570
CHOQUE CARDIOGENICO
3
1.0%
2
0.7%
1
0.3%
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
2
1
I210
INFARTO TRANSMURAL AGUDO DEL MIOCARDIO DE LA PARED ANTERIOR
2
0.7%
0
0.0%
2
0.7%
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
2
I350
ESTENOSIS (DE LA VALVULA) AORTICA
2
0.7%
0
0.0%
2
0.7%
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
2
I420
CARDIOMIOPATIA DILATADA
2
0.7%
0
0.0%
2
0.7%
0
0
0
0
0
0
0
0
0
2
0
0
I490
FIBRILACION Y ALETEO VENTRICULAR
2
0.7%
1
0.3%
1
0.3%
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
1
1
J969
INSUFICIENCIA RESPIRATORIA, NO ESPECIFICADA
2
0.7%
2
0.7%
0
0.0%
0
0
0
0
0
0
1
0
0
0
1
0
Q225
ANOMALIA DE EBSTEIN
2
0.7%
0
0.0%
2
0.7%
0
0
0
0
0
0
0
0
0
2
0
0
A09X
INFECCIONES INTESTINALES DEBIDAS A OTROS ORGANISMOS SIN ESPECIFICAR
1
0.3%
0
0.0%
1
0.3%
0
0
0
0
0
0
0
0
0
1
0
0
C509
TUMOR MALIGNO DE LA MAMA PARTE NO ESPECIFICADA
1
0.3%
1
0.3%
0
0.0%
0
0
0
0
0
0
0
0
1
0
0
0
C73X
TUMOR MALIGNO DE LA GLANDULA TIROIDES
1
0.3%
1
0.3%
0
0.0%
0
0
0
0
0
0
0
0
1
0
0
0
32
11.1%
14
4.9%
18
6.3%
0
0
0
0
1
0
1
2
5
7
7
9
288
100.0%
110
38%
178
62%
0
0
0
0
1
0
4
4
26
65
79
109
OTROS DIAGNOSTICOS
T
O
T
A
L
El Infarto agudo de miocardio sin otra especificación con 33%, es la principal causa de morbilidad
en hospitalización de las 288 egresos, seguidas de enfermedad cardiaca no especificada 10.4%,
insuficiencia cardiaca congestiva 9.4%, Bloqueo auriculoventricular completo 9%.
Oficina de Epidemiología y Salud Ambiental
Página 107
Análisis de Situación de Salud 2014
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
TABLA Nº 056
MORBILIDAD EN HOSPITALIZACION – CIRUGIA PLASTICA Y QUEMADOS 2013
T O T A L
CIE X
D E S C R I P C I O N
TOTAL
G E N E R A L
Femenino
Masculino
< 1 Año
G R U P O S
D E
1 - 11 Años
18 - 29 Años
12 - 17 Años
E D A D
30 - 59 años
60 - + años
Nº
%
Nº
%
Nº
%
Fem. Masc. Fem. Masc. Fem. Masc. Fem. Masc. Fem. Masc. Fem. Masc.
T310 QUEMADURAS QUE AFECTAN MENOS DEL 10% DE LA SUPERFICIE DEL CUERPO
49
18.4%
27
10.2%
22
8.3%
0
0
0
0
0
0
8
9
16
7
3
6
T311 QUEMADURAS QUE AFECTAN DEL 10 AL 19% DE LA SUPERFICIE DEL CUERPO
38
14.3%
15
5.6%
23
8.6%
0
0
0
0
0
0
4
8
10
12
1
3
L97X ULCERA DE MIEMBRO INFERIOR, NO CLASIFICADA EN OTRA PARTE
25
9.4%
14
5.3%
11
4.1%
0
0
0
0
0
0
1
2
8
6
5
3
T312 QUEMADURAS QUE AFECTAN DEL 20 AL 29% DE LA SUPERFICIE DEL CUERPO
18
6.8%
9
3.4%
9
3.4%
0
0
0
0
0
0
3
1
6
5
0
3
L910 CICATRIZ HIPERTROFICA
13
4.9%
10
3.8%
3
1.1%
0
0
0
0
0
0
4
2
5
1
1
0
T313 QUEMADURAS QUE AFECTAN DEL 30 AL 39% DE LA SUPERFICIE DEL CUERPO
12
4.5%
3
1.1%
9
3.4%
0
0
0
0
0
0
2
1
1
6
0
2
L984 ULCERA CRONICA DE LA PIEL, NO CLASIFICADA EN OTRA PARTE
11
4.1%
4
1.5%
7
2.6%
0
0
0
0
1
0
1
2
2
1
0
4
L89X ULCERA DE DECUBITO
8
3.0%
4
1.5%
4
1.5%
0
0
0
0
0
0
0
0
3
3
1
1
T889 COMPLICACIONES NO ESPECIFICADAS DE LA ATENCION MEDICA Y QUIRURGICA
8
3.0%
7
2.6%
1
0.4%
0
0
0
0
0
0
1
0
6
1
0
0
T314 QUEMADURAS QUE AFECTAN DEL 40 AL 49% DE LA SUPERFICIE DEL CUERPO
7
2.6%
3
1.1%
4
1.5%
0
0
0
0
0
0
2
4
1
0
0
0
I830 VENAS VARICOSAS DE LOS MIEMBROS INFERIORES CON ULCERA
5
1.9%
4
1.5%
1
0.4%
0
0
0
0
0
0
0
1
2
0
2
0
T303 QUEMADURA DE TERCER GRADO, REGION DEL CUERPO NO ESPECIFICADA
4
1.5%
0
0.0%
4
1.5%
0
0
0
0
0
0
0
3
0
0
0
1
E145 DIABETES MELLITUS, NO ESPECIFICADA, CON COMPLICACIONES CIRCULATORIAS PERIFERICAS
3 1.1%
0
0.0%
3
1.1%
0
0
0
0
0
0
0
0
0
1
0
2
M858 OTROS TRASTORNOS ESPECIFICADOS DE LA DENSIDAD Y DE LA ESTRUCTURA OSEAS3
0
0.0%
3
1.1%
0
0
0
0
0
0
0
1
0
2
0
0
S678 TRAUMATISMO POR APLASTAMIENTO DE OTRAS PARTES Y DE LAS NO ESPECIFICADAS
3 DE LA1.1%
MUNECA Y D1
1.1%
0.4%
2
0.8%
0
0
0
0
0
0
1
0
0
2
0
0
D179 TUMOR BENIGNO LIPOMATOSO, DE SITIO NO ESPECIFICADO
2
0.8%
1
0.4%
1
0.4%
0
0
0
0
0
0
0
0
0
1
1
0
J342 DESVIACION DEL TABIQUE NASAL
2
0.8%
1
0.4%
1
0.4%
0
0
0
0
0
0
0
1
1
0
0
0
L031 CELULITIS DE OTRAS PARTES DE LOS MIEMBROS
2
0.8%
1
0.4%
1
0.4%
0
0
0
0
0
0
0
1
0
0
1
0
M725 FASCITIS, NO CLASIFICADA EN OTRA PARTE
2
0.8%
2
0.8%
0
0.0%
0
0
0
0
0
0
0
0
1
0
1
0
S822 FRACTURA DE LA DIAFISIS DE LA TIBIA
2
0.8%
0
0.0%
2
0.8%
0
0
0
0
0
0
0
0
0
1
0
1
T141 HERIDA DE REGION NO ESPECIFICADA DEL CUERPO
2
0.8%
1
0.4%
1
0.4%
0
0
0
0
0
0
0
0
1
1
0
0
T300 QUEMADURA DE REGION DEL CUERPO Y GRADO NO ESPECIFICADOS
2
0.8%
0
0.0%
2
0.8%
0
0
0
0
0
0
0
2
0
0
0
0
45
16.9%
18
6.8%
27
10.2%
0
0
0
0
0
3
4
1
8
13
6
10
266 100.0% 125
47%
141
53%
0
0
0
0
1
3
31
39
71
63
22
36
OTROS DIAGNOSTICOS
T
O
T
A
L
La Quemadura que afecta menos del 10% de la superficie del cuerpo 18.4% es la principal causa de
morbilidad en hospitalización de las 266 egresos, seguidas de Quemadura que afecta del 10% al 19%
de la superficie del cuerpo 14.3%, Ulcera de miembros inferiores no clasificadas en otra parte 9.4%,
Quemadura que afecta del 20 al 29% de la superficie del cuerpo 6.8%.
Oficina de Epidemiología y Salud Ambiental
Página 108
Análisis de Situación de Salud 2014
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
TABLA Nº 057
MORBILIDAD EN HOSPITALIZACION – CIRUGIA GENERAL 2013
T
CIE X
D E S C R I P C I O N
O
T
A
L
T O T A L
G
E N
Femenino
E
R A
L
Masculino
Nº
%
Nº
%
Nº
%
G
< 1 Año
R
U
1 - 11 Años
P
O
S
D
12 - 17 Años
E
E
18 - 29 Años
D
A
D
30 - 59 años
60 - + años
Fem. Masc. Fem. Masc. Fem. Masc. Fem. Masc. Fem. Masc. Fem. Masc.
K801
CALCULO DE LA VESICULA BILIAR CON OTRA COLECISTITIS
983
23.1%
773
18.2%
210
4.9%
0
0
0
0
8
1
149
26
424
98
192
85
K800
CALCULO DE LA VESICULA BILIAR CON COLECISTITIS AGUDA
451
10.6%
311
7.3%
140
3.3%
0
0
0
0
2
1
63
14
189
89
57
36
K359
APENDICITIS AGUDA, NO ESPECIFICADA
450
10.6%
227
5.3%
223
5.2%
0
0
0
1
1
0
99
85
100
121
27
16
K351
APENDICITIS AGUDA CON ABSCESO PERITONEAL
373
8.8%
203
4.8%
170
4.0%
0
0
0
0
0
0
84
55
100
95
19
20
K409
HERNIA INGUINAL UNILATERAL O NO ESPECIFICADA, SIN OBSTRUCCION NI GANGRENA
247
5.8%
70
1.6%
177
4.2%
0
0
0
0
0
1
3
12
29
61
38
103
K805
CALCULO DE CONDUCTO BILIAR SIN COLANGITIS NI COLECISTITIS
180
4.2%
130
3.1%
50
1.2%
0
0
0
0
0
1
17
7
69
23
44
19
K469
HERNIA ABDOMINAL NO ESPECIFICADA, SIN OBSTRUCCION NI GANGRENA
143
3.4%
115
2.7%
28
0.7%
0
0
0
0
0
0
1
1
47
13
67
14
K828
OTRAS ENFERMEDADES ESPECIFICADAS DE LA VESICULA BILIAR
120
2.8%
88
2.1%
32
0.8%
0
0
0
0
0
0
18
2
55
23
15
7
K429
HERNIA UMBILICAL SIN OBSTRUCCION NI GANGRENA
92
2.2%
68
1.6%
24
0.6%
0
0
0
0
0
0
5
0
39
14
24
10
C169
TUMOR MALIGNO DEL ESTOMAGO, PARTE NO ESPECIFICADA
91
2.1%
45
1.1%
46
1.1%
0
0
0
0
0
0
0
1
18
6
27
39
K564
OTRAS OBSTRUCCIONES DEL INTESTINO
75
1.8%
40
0.9%
35
0.8%
0
0
0
0
0
0
4
4
7
13
29
18
K350
APENDICITIS AGUDA CON PERITONITIS GENERALIZADA
62
1.5%
18
0.4%
44
1.0%
0
0
0
0
0
0
6
14
11
25
1
5
K830
COLANGITIS
60
1.4%
32
0.8%
28
0.7%
0
0
0
0
0
0
2
1
16
14
14
13
K914
DISFUNCION DE COLOSTOMIA O ENTEROSTOMIA
45
1.1%
17
0.4%
28
0.7%
0
0
0
0
0
0
2
2
9
18
6
8
K603
FISTULA ANAL
42
1.0%
14
0.3%
28
0.7%
0
0
0
0
0
0
2
4
11
19
1
5
K802
CALCULO DE LA VESICULA BILIAR SIN COLECISTITIS
41
1.0%
34
0.8%
7
0.2%
0
0
0
0
0
0
3
0
22
5
9
2
K439
HERNIA VENTRAL SIN OBSTRUCCION NI GANGRENA
34
0.8%
21
0.5%
13
0.3%
0
0
0
0
0
0
3
0
14
9
4
4
C189
TUMOR MALIGNO DEL COLON, PARTE NO ESPECIFICADA
31
0.7%
15
0.4%
16
0.4%
0
0
0
0
0
0
0
1
2
10
13
5
K650
PERITONITIS AGUDA
29
0.7%
13
0.3%
16
0.4%
0
0
0
0
0
0
3
2
7
11
3
3
K419
HERNIA FEMORAL UNILATERAL O NO ESPECIFICADA, SIN OBSTRUCCION NI GANGRENA
27
0.6%
24
0.6%
3
0.1%
0
0
0
0
0
0
1
0
10
0
13
3
K750
ABSCESO DEL HIGADO
26
0.6%
15
0.4%
11
0.3%
0
0
0
0
0
0
0
0
6
7
9
4
C250
TUMOR MALIGNO DE LA CABEZA DEL PANCREAS
21
0.5%
12
0.3%
9
0.2%
0
0
0
0
0
0
0
0
4
6
8
3
K37X APENDICITIS, NO ESPECIFICADA
18
0.4%
12
0.3%
6
0.1%
0
0
0
0
0
0
3
2
6
4
3
0
K632
FISTULA DEL INTESTINO
18
0.4%
8
0.2%
10
0.2%
0
0
0
0
0
0
1
2
4
5
3
3
K659
PERITONITIS, NO ESPECIFICADA
18
0.4%
11
0.3%
7
0.2%
0
0
0
0
0
0
4
2
7
2
0
3
K85X PANCREATITIS AGUDA
18
0.4%
12
0.3%
6
0.1%
0
0
0
0
0
0
5
0
5
3
2
3
K759
ENFERMEDAD INFLAMATORIA DEL HIGADO, NO ESPECIFICADA
15
0.4%
9
0.2%
6
0.1%
0
0
0
0
1
0
1
1
5
5
2
0
T814
INFECCION CONSECUTIVA A PROCEDIMIENTO, NO CLASIFICADA EN OTRA PARTE
14
0.3%
10
0.2%
4
0.1%
0
0
0
0
0
0
0
1
7
2
3
1
D693 PURPURA TROMBOCITOPENICA IDIOPATICA
13
0.3%
9
0.2%
4
0.1%
0
0
0
0
1
0
0
0
8
4
0
0
C20X
TUMOR MALIGNO DEL RECTO
12
0.3%
6
0.1%
6
0.1%
0
0
0
0
0
0
0
0
1
2
5
4
K768
OTRAS ENFERMEDADES ESPECIFICADAS DEL HIGADO
12
0.3%
11
0.3%
1
0.0%
0
0
0
0
0
0
1
0
4
1
6
0
K810
COLECISTITIS AGUDA
12
0.3%
8
0.2%
4
0.1%
0
0
0
0
0
1
1
0
6
2
1
1
C187
TUMOR MALIGNO DEL COLON SIGMOIDE
11
0.3%
8
0.2%
3
0.1%
0
0
0
0
0
0
0
0
2
0
6
3
K623
PROLAPSO RECTAL
11
0.3%
7
0.2%
4
0.1%
0
0
0
0
0
0
0
0
1
1
6
3
C170
TUMOR MALIGNO DEL DUODENO
9
0.2%
7
0.2%
2
0.0%
0
0
0
0
0
0
0
0
2
2
5
0
C241
TUMOR MALIGNO DE LA AMPOLLA DE VATER
9
0.2%
6
0.1%
3
0.1%
0
0
0
0
0
0
0
0
1
2
5
1
L022
ABSCESO CUTANEO, FURUNCULO Y CARBUNCO DEL TRONCO
9
0.2%
5
0.1%
4
0.1%
0
0
0
0
0
0
0
0
2
4
3
0
B678
EQUINOCOCOSIS DEL HIGADO, NO ESPECIFICADA
8
0.2%
6
0.1%
2
0.0%
0
0
0
0
0
0
1
0
3
1
2
1
B679
EQUINOCOCOSIS, OTRA Y LA NO ESPECIFICADA
8
0.2%
5
0.1%
3
0.1%
0
0
0
0
0
0
2
1
2
2
1
0
K449
HERNIA DIAFRAGMATICA SIN OBSTRUCCION NI GANGRENA
8
0.2%
1
0.0%
7
0.2%
0
0
0
0
0
0
0
2
1
4
0
1
R104
OTROS DOLORES ABDOMINALES Y LOS NO ESPECIFICADOS
8
0.2%
6
0.1%
2
0.0%
0
0
0
0
0
0
0
0
4
1
2
1
I841
HEMORROIDES INTERNAS CON OTRAS COMPLICACIONES
7
0.2%
3
0.1%
4
0.1%
0
0
0
0
0
0
0
0
1
4
2
0
K220
ACALASIA DEL CARDIAS
7
0.2%
4
0.1%
3
0.1%
0
0
0
0
0
0
4
2
0
1
0
0
K579
ENFERMEDAD DIVERTICULAR DEL INTESTINO, PARTE NO ESPECIFICADA, SIN PERFORACION
7
NI
0.2%
ABSCESO
3
0.1%
4
0.1%
0
0
0
0
0
0
0
0
1
3
2
1
K610
ABSCESO ANAL
7
0.2%
3
0.1%
4
0.1%
0
0
0
0
0
0
0
0
1
4
2
0
K820
OBSTRUCCION DE LA VESICULA BILIAR
7
0.2%
6
0.1%
1
0.0%
0
0
0
0
0
0
1
0
3
0
2
1
361
8.5%
213
5.0%
148
3.5%
0
0
0
0
1
2
31
27
97
63
84
56
4250
100.0%
2664
62.7%
1586
37.3%
0
0
0
1
14
7
520
271
1363
802
767
505
OTROS DIAGNOSTICOS
T
O
T
A
L
Cálculo de la vesícula biliar con otra colecistitis con 23.1%, es la principal causa de morbilidad en
hospitalización de las 4,250 egresos, seguidas de Cálculo de la vesícula biliar con colecistitis aguda
10.6%,Apendicitis aguda 10.6%, Apendicitis aguda con absceso peritoneal 8.8%.
Oficina de Epidemiología y Salud Ambiental
Página 109
Análisis de Situación de Salud 2014
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
TABLA Nº 058
MORBILIDAD EN HOSPITALIZACION – NEUROCIRUGIA 2013
T O T A L
CIE X
D E S C R I P C I O N
T O T A L
G E N E R A L
Femenino
G
Masculino
< 1 Año
R
U
P
1 - 11 Años
O
S
D
12 - 17 Años
E
E
18 - 29 Años
D
A
D
30 - 59 años
60 - + años
Nº
%
Nº
%
Nº
%
Fem.
Masc.
Fem.
Masc.
Fem.
Masc.
Fem.
Masc.
Fem.
Masc.
Fem.
Masc.
M512
OTROS DESPLAZAMIENTOS ESPECIFICADOS DE DISCO INTERVERTEBRAL
41
13.0%
16
5.1%
25
7.9%
0
0
0
0
0
0
1
6
13
15
2
4
S069
TRAUMATISMO INTRACRANEAL, NO ESPECIFICADO
41
13.0%
8
2.5%
33
10.4%
0
0
0
0
0
0
3
10
3
12
2
11
S065
HEMORRAGIA SUBDURAL TRAUMATICA
18
5.7%
5
1.6%
13
4.1%
0
0
0
0
0
0
0
0
0
3
5
10
T093
TRAUMATISMO DE LA MEDULA ESPINAL, NIVEL NO ESPECIFICADO
15
4.7%
4
1.3%
11
3.5%
0
0
0
0
0
0
2
3
2
5
0
3
G919
HIDROCEFALO, NO ESPECIFICADO
14
4.4%
7
2.2%
7
2.2%
0
0
0
0
0
0
0
2
3
4
4
1
Q282
MALFORMACION ARTERIOVENOSA DE LOS VASOS CEREBRALES
14
4.4%
8
2.5%
6
1.9%
0
0
0
0
0
0
4
5
4
1
0
0
G952
COMPRESION MEDULAR, NO ESPECIFICADA
11
3.5%
1
0.3%
10
3.2%
0
0
0
0
0
0
0
0
1
6
0
4
I609
HEMORRAGIA SUBARACNOIDEA, NO ESPECIFICADA
9
2.8%
4
1.3%
5
1.6%
0
0
0
0
0
0
2
1
2
2
0
2
I620
HEMORRAGIA SUBDURAL (AGUDA) (NO TRAUMATICA)
9
2.8%
1
0.3%
8
2.5%
0
0
0
0
0
0
0
0
0
1
1
7
D330
TUMOR BENIGNO DEL ENCEFALO, SUPRATENTORIAL
8
2.5%
7
2.2%
1
0.3%
0
0
0
0
0
0
2
0
4
0
1
1
D329
TUMOR BENIGNO DE LAS MENINGES, PARTE NO ESPECIFICADA
7
2.2%
4
1.3%
3
0.9%
0
0
0
0
0
0
0
0
4
3
0
0
D430
TUMOR DE COMPORTAMIENTO INCIERTO O DESCONOCIDO DEL ENCEFALO, SUPRATENTORIAL
7
2.2%
5
1.6%
2
0.6%
0
0
0
0
0
0
0
0
5
2
0
0
D352
TUMOR BENIGNO DE LA HIPOFISIS
5
1.6%
4
1.3%
1
0.3%
0
0
0
0
0
0
1
0
3
1
0
0
D367
TUMOR BENIGNO DE OTROS SITIOS ESPECIFICADOS
5
1.6%
2
0.6%
3
0.9%
0
0
0
0
0
0
0
2
2
1
0
0
R900
LESION QUE OCUPA EL ESPACIO INTRACRANEAL
5
1.6%
2
0.6%
3
0.9%
0
0
0
0
0
0
0
0
2
2
0
1
T08X
FRACTURA DE LA COLUMNA VERTEBRAL, NIVEL NO ESPECIFICADO
5
1.6%
1
0.3%
4
1.3%
0
0
0
0
0
0
0
2
1
2
0
0
I619
HEMORRAGIA INTRAENCEFALICA, NO ESPECIFICADA
4
1.3%
0
0.0%
4
1.3%
0
0
0
0
0
0
0
1
0
2
0
1
C710
TUMOR MALIGNO DEL CEREBRO, EXCEPTO LOBULOS Y VENTRICULOS
3
0.9%
1
0.3%
2
0.6%
0
0
0
0
0
0
0
0
1
0
0
2
C719
TUMOR MALIGNO DEL ENCEFALO, PARTE NO ESPECIFICADA
3
0.9%
3
0.9%
0
0.0%
0
0
0
0
0
0
0
0
3
0
0
0
G932
HIPERTENSION INTRACRANEAL BENIGNA
3
0.9%
0
0.0%
3
0.9%
0
0
0
0
0
0
0
1
0
2
0
0
Q850
NEUROFIBROMATOSIS (NO MALIGNA)
3
0.9%
3
0.9%
0
0.0%
0
0
0
0
0
0
3
0
0
0
0
0
S068
OTROS TRAUMATISMOS INTRACRANEALES
3
0.9%
0
0.0%
3
0.9%
0
0
0
0
0
0
0
0
0
2
0
1
D164
TUMOR BENIGNO DE LOS HUESOS DEL CRANEO Y DE LA CARA
2
0.6%
1
0.3%
1
0.3%
0
0
0
0
0
0
1
0
0
1
0
0
81
25.6%
27
8.5%
54
17.1%
0
0
0
0
0
0
6
13
13
26
8
15
316
100.0%
114
36%
202
64%
0
0
0
0
0
0
25
46
66
93
23
63
OTROS DIAGNOSTICOS
T
O
T
A
L
Otros desplazamientos especificados de disco intervertebral con 13%, es la principal causa de
morbilidad en hospitalización de las 316 egresos, seguidas de Traumatismo intracraneal 13%,
Hemorragia subaracnoidea 5.7%, Traumatismo de la médula espinal nivel no especificado 4.7%.
TABLA Nº 059
MORBILIDAD EN HOSPITALIZACION – TRAUMATOLOGIA 2013
T
CIE X
D E S C R I P C I O N
O T
A
T O T A L
L
G
E N E R A
Femenino
L
G
Masculino
< 1 Año
R
U
1 - 11 Años
P
O
S
D
12 - 17 Años
E
E
18 - 29 Años
D
A
D
30 - 59 años
60 - + años
Nº
%
Nº
%
Nº
%
Fem.
Masc.
Fem.
Masc.
Fem.
Masc.
Fem.
Masc.
Fem.
Masc.
Fem.
Masc.
S729
FRACTURA DEL FEMUR, PARTE NO ESPECIFICADA
87
14.2%
53
8.7%
34
5.6%
0
0
0
0
0
0
2
9
8
10
43
15
S822
FRACTURA DE LA DIAFISIS DE LA TIBIA
68
11.1%
18
2.9%
50
8.2%
0
0
0
0
0
0
2
13
10
31
6
6
S423
FRACTURA DE LA DIAFISIS DEL HUMERO
43
7.0%
22
3.6%
21
3.4%
0
0
0
0
0
2
5
7
9
9
8
3
S828
FRACTURA DE OTRAS PARTES DE LA PIERNA
36
5.9%
17
2.8%
19
3.1%
0
0
0
0
0
1
2
3
12
12
3
3
S723
FRACTURA DE LA DIAFISIS DEL FEMUR
31
5.1%
22
3.6%
9
1.5%
0
0
0
0
1
0
1
1
1
3
19
5
M169
COXARTROSIS, NO ESPECIFICADA
21
3.4%
10
1.6%
11
1.8%
0
0
0
0
0
0
0
1
7
7
3
3
M179
GONARTROSIS, NO ESPECIFICADA
21
3.4%
15
2.5%
6
1.0%
0
0
0
0
0
0
0
0
3
0
12
6
M233
OTROS TRASTORNOS DE LOS MENISCOS
19
3.1%
8
1.3%
11
1.8%
0
0
0
0
0
0
0
4
5
6
3
1
S528
FRACTURA DE OTRAS PARTES DEL ANTEBRAZO
16
2.6%
6
1.0%
10
1.6%
0
0
0
0
0
0
1
4
4
6
1
0
S720
FRACTURA DEL CUELLO DE FEMUR
15
2.5%
10
1.6%
5
0.8%
0
0
0
0
0
0
1
0
1
1
8
4
M239
TRASTORNO INTERNO DE LA RODILLA, NO ESPECIFICADO
14
2.3%
7
1.1%
7
1.1%
0
0
0
0
0
0
1
1
5
5
1
1
S420
FRACTURA DE LA CLAVICULA
14
2.3%
7
1.1%
7
1.1%
0
0
0
0
1
0
0
2
2
5
4
0
S930
LUXACION DE LA ARTICULACION DEL TOBILLO
13
2.1%
7
1.1%
6
1.0%
0
0
0
0
0
0
1
1
6
3
0
2
S829
FRACTURA DE LA PIERNA, PARTE NO ESPECIFICADA
11
1.8%
5
0.8%
6
1.0%
0
0
0
0
0
1
2
2
2
3
1
0
M869
OSTEOMIELITIS, NO ESPECIFICADA
8
1.3%
3
0.5%
5
0.8%
0
0
0
0
0
0
0
0
2
2
1
3
S523
FRACTURA DE LA DIAFISIS DEL RADIO
8
1.3%
3
0.5%
5
0.8%
0
0
0
0
0
0
0
2
1
2
2
1
M199
ARTROSIS, NO ESPECIFICADA
7
1.1%
3
0.5%
4
0.7%
0
0
0
0
0
0
0
0
1
3
2
1
S430
LUXACION DE LA ARTICULACION DEL HOMBRO
7
1.1%
4
0.7%
3
0.5%
0
0
0
0
0
0
0
1
3
0
1
2
S522
FRACTURA DE LA DIAFISIS DEL CUBITO
7
1.1%
0
0.0%
7
1.1%
0
0
0
0
0
1
0
3
0
2
0
1
S721
FRACTURA PERTROCANTERIANA
7
1.1%
4
0.7%
3
0.5%
0
0
0
0
0
0
0
1
0
0
4
2
S820
FRACTURA DE LA ROTULA
7
1.1%
3
0.5%
4
0.7%
0
0
0
0
0
0
0
0
0
4
3
0
M665
RUPTURA ESPONTANEA DE TENDON NO ESPECIFICADO
6
1.0%
2
0.3%
4
0.7%
0
0
0
0
0
0
0
1
2
2
0
1
S328
FRACTURA DE OTRAS PARTES Y DE LAS NO ESPECIFICADAS DE LA COLUMNA LUMBAR
6 Y DE LA1.0%
PELVIS
0
0.0%
6
1.0%
0
0
0
0
0
0
0
2
0
2
0
2
OTROS DIAGNOSTICOS
T
O
T
A
L
140
22.9%
60
9.8%
80
13.1%
0
0
0
0
0
4
11
24
26
41
23
11
612
100.0%
289
47%
323
53%
0
0
0
0
2
9
29
82
110
159
148
73
Fractura de Fémur parte no especificada con 14.2%, es la principal causa de morbilidad en
hospitalización de las 612 egresos, seguidas de Fractura de la Diáfisis de la tibia 11.1%, Fractura de
la diáfisis del Húmero 7%,Fractura de otras partes de la pierna 5.9%.
Oficina de Epidemiología y Salud Ambiental
Página 110
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
Análisis de Situación de Salud 2014
TABLA Nº 060
MORBILIDAD EN HOSPITALIZACION – CABEZA Y CUELLO
T
CIE X
D E S C R I P C I O N
O T
A
L
T O T A L
G
E N E R A
Femenino
L
G
Masculino
< 1 Año
2013
R
U
P
1 - 11 Años
O
S
D
12 - 17 Años
E
E
18 - 29 Años
D
A
D
30 - 59 años
Nº
%
Nº
%
Nº
%
Fem.
Masc.
Fem.
Masc.
Fem.
Masc.
Fem.
Masc.
Fem.
Masc.
60 - + años
Fem.
Masc.
C73X
TUMOR MALIGNO DE LA GLANDULA TIROIDES
43
12.1%
34
9.6%
9
2.5%
0
0
0
0
1
0
5
1
22
6
6
2
E049
BOCIO NO ESPECIFICADO
30
8.5%
28
7.9%
2
0.6%
0
0
0
0
0
0
4
0
16
1
8
1
Q359
FISURA DEL PALADAR UNILATERAL, SIN OTRA ESPECIFICACION
27
7.6%
8
2.3%
19
5.4%
0
0
3
12
1
0
2
7
2
0
0
0
Q379
FISURA DEL PALADAR CON LABIO LEPORINO UNILATERAL, SIN OTRA ESPECIFICACION
25
7.1%
9
2.5%
16
4.5%
0
0
2
9
1
4
5
3
1
0
0
0
E042
BOCIO MULTINODULAR NO TOXICO
18
5.1%
18
5.1%
0
0.0%
0
0
0
0
0
0
0
0
9
0
9
0
D110
TUMOR BENIGNO DE LA GLANDULA PAROTIDA
14
4.0%
8
2.3%
6
1.7%
0
0
0
0
0
0
0
1
4
3
4
2
E041
NODULO TIROIDEO SOLITARIO NO TOXICO
14
4.0%
12
3.4%
2
0.6%
0
0
0
0
1
0
3
0
5
0
3
2
Q369
LABIO LEPORINO, UNILATERAL
9
2.5%
2
0.6%
7
2.0%
0
1
0
0
2
2
0
3
0
1
0
0
S026
FRACTURA DEL MAXILAR INFERIOR
9
2.5%
0
0.0%
9
2.5%
0
0
0
0
0
2
0
3
0
2
0
2
D367
TUMOR BENIGNO DE OTROS SITIOS ESPECIFICADOS
8
2.3%
3
0.8%
5
1.4%
0
0
0
0
0
0
2
1
1
2
0
2
C029
TUMOR MALIGNO DE LA LENGUA, PARTE NO ESPECIFICADA
7
2.0%
4
1.1%
3
0.8%
0
0
0
0
0
0
1
1
0
2
3
0
D164
TUMOR BENIGNO DE LOS HUESOS DEL CRANEO Y DE LA CARA
7
2.0%
3
0.8%
4
1.1%
0
0
0
0
0
0
1
1
1
1
1
2
E040
BOCIO SIMPLE
5
1.4%
5
1.4%
0
0.0%
0
0
0
0
0
0
0
0
2
0
3
0
S028
FRACTURA DE OTROS HUESOS DEL CRANEO Y DE LA CARA
5
1.4%
1
0.3%
4
1.1%
0
0
0
0
0
0
0
0
0
4
1
0
D351
TUMOR BENIGNO DE LA GLANDULA PARATIROIDES
4
1.1%
2
0.6%
2
0.6%
0
0
0
0
0
0
2
1
0
1
0
0
S029
FRACTURA DEL CRANEO Y DE LOS HUESOS DE LA CARA, PARTE NO ESPECIFICADA
4
1.1%
1
0.3%
3
0.8%
0
0
0
0
0
0
0
1
1
2
0
0
C07X
TUMOR MALIGNO DE LA GLANDULA PAROTIDA
3
0.8%
3
0.8%
0
0.0%
0
0
0
0
0
0
0
0
1
0
2
0
D181
LINFANGIOMA, DE CUALQUIER SITIO
3
0.8%
3
0.8%
0
0.0%
0
0
0
0
0
0
1
0
2
0
0
0
D361
TUMOR BENIGNO DE LOS NERVIOS PERIFERICOS Y DEL SISTEMA NERVIOSO AUTONOMO
3
0.8%
3
0.8%
0
0.0%
0
0
0
0
0
0
3
0
0
0
0
0
E011
BOCIO MULTINODULAR (ENDEMICO) RELACIONADO CON DEFICIENCIA DE YODO
3
0.8%
3
0.8%
0
0.0%
0
0
0
0
0
0
1
0
1
0
1
0
J386
ESTENOSIS LARINGEA
3
0.8%
1
0.3%
2
0.6%
0
0
0
0
0
0
0
0
1
1
0
1
L021
ABSCESO CUTANEO, FURUNCULO Y CARBUNCO DEL CUELLO
3
0.8%
2
0.6%
1
0.3%
0
0
0
0
0
0
2
0
0
0
0
Q282
MALFORMACION ARTERIOVENOSA DE LOS VASOS CEREBRALES
3
0.8%
3
0.8%
0
0.0%
0
0
0
0
0
0
3
0
0
0
0
0
104
29.4%
56
15.8%
48
13.6%
0
0
0
0
0
1
15
14
24
17
17
16
354
100.0%
212
60%
142
40%
0
1
5
21
6
9
50
37
93
43
58
31
OTROS DIAGNOSTICOS
T
O
T
A
L
1
El Tumor maligno de la glándula tiroides con 12.1%, es la principal causa de morbilidad en
hospitalización de las 3.54 egresos, seguidas de Bocio no especificado 8.5%, Fisura de paladar
unilateral sin otra especificación 7.6%, Fisura de paladar con labio leporino unilateral sin otra
especificación.
TABLA Nº 061
MORBILIDAD EN HOSPITALIZACION – UROLOGIA 2013
T
CIE X
D
E
S
C
R
I
P
C
I
O
N
O
T
A
L
T O T A L
G
E
N
Femenino
E
R
A
L
G
Masculino
< 1 Año
R
U
1 - 11 Años
P
O
S
D
12 - 17 Años
E
E
18 - 29 Años
D
A
D
30 - 59 años
60 - + años
Nº
%
Nº
%
Nº
%
Fem.
Masc.
Fem.
Masc.
Fem.
Masc.
Fem.
Masc.
Fem.
Masc.
Fem.
Masc.
221
27.7%
0
0.0%
221
27.7%
0
0
0
0
0
0
0
1
0
24
N40X
HIPERPLASIA DE LA PROSTATA
0
196
N211
CALCULO EN LA URETRA
65
8.1%
33
4.1%
32
4.0%
0
0
0
0
0
0
1
3
17
17
15
12
N200
CALCULO DEL RINON
52
6.5%
34
4.3%
18
2.3%
0
0
0
0
0
0
2
3
23
11
9
4
N359
ESTRECHEZ URETRAL, NO ESPECIFICADA
37
4.6%
8
1.0%
29
3.6%
0
0
0
0
0
0
3
8
3
8
2
13
N390
INFECCION DE VIAS URINARIAS, SITIO NO ESPECIFICADO
24
3.0%
13
1.6%
11
1.4%
0
0
0
0
0
0
2
1
6
1
5
9
C61X
TUMOR MALIGNO DE LA PROSTATA
23
2.9%
0
0.0%
23
2.9%
0
0
0
0
0
0
0
0
0
2
0
21
N47X
PREPUCIO REDUNDANTE, FIMOSIS Y PARAFIMOSIS
23
2.9%
0
0.0%
23
2.9%
0
0
0
1
0
5
0
8
0
7
0
2
N508
OTROS TRASTORNOS ESPECIFICADOS DE LOS ORGANOS GENITALES MASCULINOS
18
2.3%
1
0.1%
17
2.1%
0
0
0
0
0
0
0
2
1
6
0
9
N358
OTRAS ESTRECHECES URETRALES
17
2.1%
3
0.4%
14
1.8%
0
0
0
0
0
0
0
3
3
2
0
9
D300
TUMOR BENIGNO DEL RINON
15
1.9%
9
1.1%
6
0.8%
0
0
0
0
0
0
0
0
5
3
4
3
Q610
QUISTE RENAL SOLITARIO CONGENITO
15
1.9%
9
1.1%
6
0.8%
0
0
0
0
0
0
0
0
4
5
5
1
VARICES ESCROTALES
14
1.8%
0
0.0%
14
1.8%
0
0
0
0
0
0
0
10
0
4
0
0
N210
CALCULO EN LA VEJIGA
14
1.8%
6
0.8%
8
1.0%
0
0
0
0
0
0
1
0
4
3
1
5
N433
HIDROCELE, NO ESPECIFICADO
11
1.4%
0
0.0%
11
1.4%
0
0
0
0
0
0
0
0
0
5
0
6
D303
TUMOR BENIGNO DE LA VEJIGA
10
1.3%
6
0.8%
4
0.5%
0
0
0
0
0
0
0
0
2
0
4
4
N368
OTROS TRASTORNOS ESPECIFICADOS DE LA URETRA
9
1.1%
8
1.0%
1
0.1%
0
0
0
0
1
0
2
0
5
1
0
0
N024
HEMATURIA RECURRENTE Y PERSISTENTE, GLOMERULONEFRITIS PROLIFERATIVA ENDOCAPILAR
8
1.0%
DIFUSA
2
0.3%
6
0.8%
0
0
0
0
0
0
0
1
0
2
2
3
N028
HEMATURIA RECURRENTE Y PERSISTENTE, OTRAS
8
1.0%
1
0.1%
7
0.9%
0
0
0
0
0
0
0
0
0
2
1
5
N459
ORQUITIS, EPIDIDIMITIS Y ORQUIEPIDIDIMITIS SIN ABSCESO
8
1.0%
0
0.0%
8
1.0%
0
0
0
0
0
0
0
0
0
3
0
5
N820
FISTULA VESICOVAGINAL
8
1.0%
8
1.0%
0
0.0%
0
0
0
0
1
0
0
0
7
0
0
0
N393
INCONTINENCIA URINARIA POR TENSION
7
0.9%
6
0.8%
1
0.1%
0
0
0
0
0
0
0
0
2
1
4
0
K351
APENDICITIS AGUDA CON ABSCESO PERITONEAL
6
0.8%
0
0.0%
6
0.8%
0
0
0
0
0
0
0
4
0
2
0
0
N029
HEMATURIA RECURRENTE Y PERSISTENTE, NO ESPECIFICADA
6
0.8%
0
0.0%
6
0.8%
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
6
N289
TRASTORNO DEL RINON Y DEL URETER, NO ESPECIFICADO
6
0.8%
3
0.4%
3
0.4%
0
0
0
0
0
0
0
2
3
0
0
1
N492
TRASTORNOS INFLAMATORIOS DEL ESCROTO
6
0.8%
0
0.0%
6
0.8%
0
0
0
0
0
0
0
0
0
2
0
4
S370
TRAUMATISMO DEL RINON
6
0.8%
2
0.3%
4
0.5%
0
0
0
0
0
0
1
2
1
2
0
0
T889
COMPLICACIONES NO ESPECIFICADAS DE LA ATENCION MEDICA Y QUIRURGICA
6
0.8%
4
0.5%
2
0.3%
0
0
0
0
0
0
0
2
2
0
2
0
C679
TUMOR MALIGNO DE LA VEJIGA URINARIA, PARTE NO ESPECIFICADA
5
0.6%
4
0.5%
1
0.1%
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
4
1
D292
TUMOR BENIGNO DE LOS TESTICULOS
5
0.6%
0
0.0%
5
0.6%
0
0
0
0
0
0
0
1
0
4
0
0
N151
ABSCESO RENAL Y PERIRRENAL
5
0.6%
4
0.5%
1
0.1%
0
0
0
0
0
0
0
1
0
0
4
0
N309
CISTITIS, NO ESPECIFICADA
5
0.6%
5
0.6%
0
0.0%
0
0
0
0
0
0
0
0
2
0
3
0
N320
OBSTRUCCION DE CUELLO DE LA VEJIGA
5
0.6%
0
0.0%
5
0.6%
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
5
N322
FISTULA DE LA VEJIGA, NO CLASIFICADA EN OTRA PARTE
5
0.6%
2
0.3%
3
0.4%
0
0
0
0
0
0
0
0
2
2
0
1
N44X
TORSION DEL TESTICULO
5
0.6%
0
0.0%
5
0.6%
0
0
0
0
0
0
0
4
0
1
0
0
N133
OTRAS HIDRONEFROSIS Y LAS NO ESPECIFICADAS
4
0.5%
3
0.4%
1
0.1%
0
0
0
0
0
0
0
0
1
1
2
0
Z302
ESTERILIZACION LIGADURA DE TROMPAS / ESTERILIZACION VASECTOMIA
4
0.5%
0
0.0%
4
0.5%
0
0
0
0
0
0
0
0
0
4
0
0
C609
TUMOR MALIGNO DEL PENE, PARTE NO ESPECIFICADA
3
0.4%
0
0.0%
3
0.4%
0
0
0
0
0
0
0
0
0
1
0
2
C629
TUMOR MALIGNO DEL TESTICULO, NO ESPECIFICADO
3
0.4%
0
0.0%
3
0.4%
0
0
0
0
0
0
0
2
0
1
0
0
C64X
TUMOR MALIGNO DEL RINON, EXCEPTO DE LA PELVIS RENAL
3
0.4%
2
0.3%
1
0.1%
0
0
0
0
0
0
0
0
1
0
1
1
K359
APENDICITIS AGUDA, NO ESPECIFICADA
3
0.4%
0
0.0%
3
0.4%
0
0
0
0
0
0
0
1
0
2
0
0
K650
PERITONITIS AGUDA
3
0.4%
2
0.3%
1
0.1%
0
0
0
0
0
0
1
1
0
0
1
0
N189
ENFERMEDAD RENAL CRONICA, NO ESPECIFICADA
3
0.4%
2
0.3%
1
0.1%
0
0
0
0
0
0
0
0
1
1
1
S373
TRAUMATISMO DE LA URETRA
3
0.4%
1
0.1%
2
0.3%
0
0
0
0
0
0
0
0
1
2
0
0
92
11.5%
37
4.6%
55
6.9%
0
0
0
0
0
1
6
10
16
27
15
17
799
100.0%
218
27%
581
73%
0
0
0
1
2
6
19
70
112
159
85
345
I861
OTROS DIAGNOSTICOS
T
O
T
A
L
0
La Hiperplasia de la próstata con 27.7%, es la principal causa de morbilidad en hospitalización de
las 799 egresos, seguidas de Cálculo de la Uretra 8.1%, Cálculo del Riñón 6.5%, Estrechez uretral
4.6%.
Oficina de Epidemiología y Salud Ambiental
Página 111
Análisis de Situación de Salud 2014
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
TABLA Nº 062
MORBILIDAD EN HOSPITALIZACION – CARDIOVASCULAR
T O T A L
CIE X
D E S C R I P C I O N
TOTAL
G E N E R A L
Femenino
Masculino
Nº
%
Nº
%
Nº
%
< 1 Año
2013
G R U P O S
D E
1 - 11 Años
18 - 29 Años
12 - 17 Años
E D A D
30 - 59 años
60 - + años
Fem. Masc. Fem. Masc. Fem. Masc. Fem. Masc. Fem. Masc. Fem. Masc.
I872 INSUFICIENCIA VENOSA (CRONICA) (PERIFERICA)
69
35.2%
42
21.4%
27
13.8%
0
0
0
0
0
0
0
1
23
12
19
14
J47X BRONQUIECTASIA
23
11.7%
12
6.1%
11
5.6%
0
0
0
0
0
0
4
4
8
3
0
4
D367 TUMOR BENIGNO DE OTROS SITIOS ESPECIFICADOS
8
4.1%
5
2.6%
3
1.5%
0
0
0
0
0
0
0
1
3
1
2
1
C349 TUMOR MALIGNO DE LOS BRONQUIOS O DEL PULMON, PARTE NO ESPECIFICADA
7
3.6%
1
0.5%
6
3.1%
0
0
0
0
0
0
0
0
0
1
1
5
B679 EQUINOCOCOSIS, OTRA Y LA NO ESPECIFICADA
5
2.6%
3
1.5%
2
1.0%
0
0
0
0
0
0
1
0
1
2
1
0
E145 DIABETES MELLITUS, NO ESPECIFICADA, CON COMPLICACIONES CIRCULATORIAS PERIFERICAS
4
2.0%
2
1.0%
2
1.0%
0
0
0
0
0
0
0
0
1
0
1
2
I830 VENAS VARICOSAS DE LOS MIEMBROS INFERIORES CON ULCERA
4
2.0%
2
1.0%
2
1.0%
0
0
0
0
0
0
0
0
1
2
1
0
I868 VARICES EN OTROS SITIOS ESPECIFICADOS
4
2.0%
2
1.0%
2
1.0%
0
0
0
0
0
0
0
0
1
1
1
1
B441 OTRAS ASPERGILOSIS PULMONARES
3
1.5%
1
0.5%
2
1.0%
0
0
0
0
0
0
0
1
1
1
0
0
B671 HIDATIDOSIS PULMONAR
3
1.5%
2
1.0%
1
0.5%
0
0
0
0
0
0
0
1
0
0
2
0
D143 TUMOR BENIGNO DE LOS BRONQUIOS Y DEL PULMON
3
1.5%
2
1.0%
1
0.5%
0
0
0
0
0
0
0
0
1
1
1
0
J984 OTROS TRASTORNOS DEL PULMON
3
1.5%
1
0.5%
2
1.0%
0
0
0
0
0
0
0
0
1
1
0
1
S219 HERIDA DEL TORAX, PARTE NO ESPECIFICADA
3
1.5%
1
0.5%
2
1.0%
0
0
0
0
0
0
1
2
0
0
0
0
S299 TRAUMATISMO DEL TORAX, NO ESPECIFICADO
3
1.5%
0
0.0%
3
1.5%
0
0
0
0
0
0
0
0
0
3
0
0
I10X HIPERTENSION ESENCIAL (PRIMARIA)
2
1.0%
2
1.0%
0
0.0%
0
0
0
0
0
0
0
0
2
0
0
0
I771 ESTRECHEZ ARTERIAL
2
1.0%
1
0.5%
1
0.5%
0
0
0
0
0
0
0
0
0
1
1
0
J939 NEUMOTORAX, NO ESPECIFICADO
2
1.0%
1
0.5%
1
0.5%
0
0
0
0
0
0
1
1
0
0
0
0
K351 APENDICITIS AGUDA CON ABSCESO PERITONEAL
2
1.0%
0
0.0%
2
1.0%
0
0
0
0
0
0
0
0
0
2
0
0
Q180 SENO, FISTULA O QUISTE DE LA HENDIDURA BRANQUIAL
2
1.0%
2
1.0%
0
0.0%
0
0
0
0
0
0
2
0
0
0
0
0
R619 HIPERHIDROSIS, NO ESPECIFICADA
2
1.0%
1
0.5%
1
0.5%
0
0
0
0
1
0
0
1
0
0
0
0
S298 OTROS TRAUMATISMOS DEL TORAX, ESPECIFICADOS
2
1.0%
1
0.5%
1
0.5%
0
0
0
0
0
0
0
0
1
0
0
1
B449 ASPERGILOSIS, NO ESPECIFICADA
1
0.5%
0
0.0%
1
0.5%
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
1
D376 TUMOR DE COMPORTAMIENTO INCIERTO O DESCONOCIDO DEL HIGADO, DE LA VESICULA
1 BILIAR
0.5%Y DEL C0
0.0%
1
0.5%
0
0
0
0
0
0
0
0
0
1
0
0
OTROS DIAGNOSTICOS
T
O
T
A
L
38
19.4%
19
9.7%
19
9.7%
0
0
0
0
0
0
4
7
8
6
7
6
196
100.0%
103
53%
93
47%
0
0
0
0
1
0
13
19
52
38
37
36
La Insuficiencia venosa crónica periférica con 31.6%, es la principal causa de morbilidad en
hospitalización de las 212 egresos, seguidas de Bronquiectasia 9.4%, Venas varicosas de los
miembros inferiores con úlcera 4.2%, Traumatismo de Tórax 3.8%, Equinococosis 3.8%.
Oficina de Epidemiología y Salud Ambiental
Página 112
Análisis de Situación de Salud 2014
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
3.3 DISTRIBUCION DEL TOTAL DE EGRESOS HOSPITALARIOS POR SERVICIOS
TABLA Nº 063
EGRESOS HOSPITALARIOS POR SERVICIOS
Servicio
Total
y/o
de
Pabellon
Ingreso
Medicina Pab 1.1
Egresos
Fallecidos
Altas
< 24h
>24h
Total
TOTAL
Egresos
814
762
1
49
50
812
Medicina Pab 1.2
1037
949
6
83
89
1038
Medicina Pab 2.1
751
661
0
90
90
751
Medicina Pab 2.2
784
715
2
68
70
785
Medicina Pab 3.1
892
842
2
61
63
905
Medicina Pab 3.2
925
830
1
103
104
934
Medicina Pab 4.1
901
836
1
68
69
905
Medicina Pab 4.2
929
862
5
65
70
932
Medicina Pab 8.1
620
559
3
56
59
618
7653
7016
21
643
664
7680
Uci. General
254
164
5
80
85
249
UCIN
249
203
1
30
31
234
Uci. Coronaria
286
266
3
16
19
285
Sub Total Uci
789
633
9
126
135
768
Cirugía 6.1
1647
1640
0
10
10
1650
Cirugía 6.2
1552
1546
0
10
10
1556
Cirugía 6.3
1045
1049
0
10
10
1059
Sub Total Cirugía
4244
4235
0
30
30
4265
Quemados
260
251
0
7
7
258
Neurocirugía
308
312
0
3
3
315
Traumatología
591
588
0
2
2
590
Cabeza y Cuello
284
287
0
2
2
289
Urología A
532
532
0
0
0
532
Urología B
247
248
0
1
1
249
Cardiovascular
191
187
0
3
3
190
2413
2405
0
18
18
2423
521
Sub Total Medicina
Sub.Total Espec. Qx.
CIRUGIA DIA
521
521
0
0
0
Pab 8 - Neumología
61
55
0
8
8
63
Ginecología Pab 5.1
935
936
0
1
1
937
Ginecología Pab 5.2
958
951
0
0
0
951
Oncologia Ginecologica
298
306
0
2
2
308
Infertilidad
156
164
0
0
0
164
Sub Total Ginecología
2347
2357
0
3
3
2360
Obstetricia Pab 7
4247
4274
0
0
0
4274
Obstetricia Aro 7
797
791
0
0
0
791
Sub.Total Obstetricia
5044
5065
0
0
0
5065
Pediatria
1123
1115
0
7
7
1122
Neonatología
3820
3973
10
23
33
4006
Sub Total Pediatria
4943
5088
10
30
40
5128
Emergencia
1136
511
370
244
614
1125
0
0
0
0
0
0
29151
27886
410
1102
1512
29398
Clinica Loayza
TOTAL GENERAL
Han ocurrido 29,398 egresos, el 26.11% corresponde a los servicios de Medicina Interna, el 17.23%
a Obstetricia, el 14.51% a Cirugía General y el 13.63% a Neonatología.
Fallecieron 1537 pacientes, de los cuales 456 dentro de las 24 horas y 1081 mayor a 24 horas.
Los servicios con mayor número de fallecidos fueron: Medicina Interna con 677, Emergencia 613 y
UCIs 134.
Oficina de Epidemiología y Salud Ambiental
Página 113
Análisis de Situación de Salud 2014
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
GRAFICO Nº 009
MOVIMIENTOS DE PACIENTES HOSPITALIZADOS 2009 AL 2014
Movimiento de pacientes Hospitalizados Año 2014
35000
30000
25000
20000
15000
10000
5000
0
-5000
AÑO 2009
27182
Egresos
% con año anterior
AÑO 2010
28237
AÑO 2011
29217
AÑO 2012
30140
AÑO 20013
29383
AÑO 20014
29398
3.88
3.47
3.16
-2.51
0.05
En el año 2014 se muestra los servicios con el mayor número de egresos. En 0.05% ha disminuido
con relación al año anterior.
GRAFICO Nº 010
SERVICIOS CON MAYOR EGRESO HOSPITALARIO
8000
7000
6000
5000
4000
3000
2000
1000
0
Pab. 8
Neumolog
ía
Egresos
%
Cirugía de
Día
UciCorona
ria
Pediatría
Emergenc
ia
Ginecolog
ía
Especialid
aders
Quirúrgica
s
Neonatol
ogía
Cirugía
General
Obstetrici
a
Medicina
Interna
63
521
768
1122
1125
2360
2423
4006
4265
5065
7680
0.21
1.77
2.61
3.82
3.83
8.03
8.24
13.63
14.51
17.23
26.12
Medicina Interna es el Servicio de mayor egreso hospitalario, seguido por Obstetricia
Oficina de Epidemiología y Salud Ambiental
Página 114
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
Análisis de Situación de Salud 2014
TABLA Nº 064
PACIENTES EGRESADOS POR DISTRITO DE PROCEDENCIA SEGÚN GRUPO ETAREO Y
SEXO
T
Código
D I S T R I T O S
O
T
A
L
G
T O T A L
Nº
E N
E
Femenino
%
Nº
R A
L
G
Masculino
%
Nº
< 1 Año
%
Fem.
R
U
P
1 - 11 Años
Masc.
Fem.
O
S
D
12 - 17 Años
Masc.
Fem.
E
E
D
A
18 - 29 Años
Masc.
Fem.
D
30 - 59 años
Masc.
Fem.
60 - + años
Masc.
Fem.
Masc.
150101
LIMA
21776
69.2%
14347
45.6%
7429
23.6%
1822
1946
260
254
350
101
3977
767
5061
2199
2877
2162
150135
SAN MARTIN DE PORRES
1624
5.2%
1067
3.4%
557
1.8%
186
233
21
25
18
5
331
43
349
111
162
140
150105
BREÑA
586
1.9%
389
1.2%
197
0.6%
30
39
8
14
9
5
92
19
145
53
105
67
150132
SAN JUAN DE LURIGANCHO
578
1.8%
394
1.3%
184
0.6%
8
18
9
4
1
3
53
34
189
65
134
60
150128
RIMAC
485
1.5%
295
0.9%
190
0.6%
2
9
3
4
3
9
76
34
131
78
80
56
150117
LOS OLIVOS
449
1.4%
276
0.9%
173
0.5%
12
24
2
7
8
0
64
21
121
59
69
62
150137
SANTA ANITA
394
1.3%
249
0.8%
145
0.5%
8
4
3
5
4
4
52
35
117
47
65
50
150110
COMAS
383
1.2%
261
0.8%
122
0.4%
10
10
1
4
5
0
37
14
126
49
82
45
150142
VILLA EL SALVADOR
345
1.1%
229
0.7%
116
0.4%
3
8
2
4
1
1
61
15
99
47
63
41
70101
CALLAO
324
1.0%
191
0.6%
133
0.4%
6
5
1
6
2
0
30
21
100
44
52
57
150123
PACHACAMAC
318
1.0%
249
0.8%
69
0.2%
7
6
7
2
13
0
124
19
70
23
28
19
150112
INDEPENDENCIA
274
0.9%
192
0.6%
82
0.3%
2
9
1
2
3
1
25
13
81
23
80
34
150103
ATE
244
0.8%
150
0.5%
94
0.3%
6
11
6
3
4
1
36
13
65
40
33
26
150104
BARRANCO
198
0.6%
120
0.4%
78
0.2%
2
7
1
1
7
0
45
9
51
29
14
32
150115
LA VICTORIA
198
0.6%
125
0.4%
73
0.2%
0
3
9
1
0
2
14
7
48
27
54
33
150108
CHORRILLOS
190
0.6%
132
0.4%
58
0.2%
1
2
5
5
1
0
31
6
48
19
46
26
150133
SAN JUAN DE MIRAFLORES
167
0.5%
107
0.3%
60
0.2%
10
5
4
2
0
3
15
10
35
19
43
21
150143
VILLA MARIA DEL TRIUNFO
164
0.5%
118
0.4%
46
0.1%
6
6
2
3
3
0
25
3
43
18
39
16
150116
LINCE
158
0.5%
99
0.3%
59
0.2%
3
4
2
0
0
1
32
11
33
20
29
23
150141
SURQUILLO
151
0.5%
90
0.3%
61
0.2%
1
4
1
2
4
2
14
4
43
22
27
27
150134
SAN LUIS
133
0.4%
73
0.2%
60
0.2%
0
1
1
1
0
1
17
6
37
33
18
18
150121
MAGDALENA VIEJA
120
0.4%
64
0.2%
56
0.2%
3
2
2
1
0
0
19
5
32
18
8
30
150136
SAN MIGUEL
112
0.4%
74
0.2%
38
0.1%
2
2
2
5
1
0
17
7
29
12
23
12
150106
CARABAYLLO
108
0.3%
78
0.2%
30
0.1%
4
8
0
0
2
0
23
2
32
11
17
9
150107
CHACLACAYO
108
0.3%
68
0.2%
40
0.1%
0
2
0
1
0
0
14
4
33
24
21
9
150113
JESUS MARIA
107
0.3%
67
0.2%
40
0.1%
2
0
0
1
1
0
11
8
30
16
23
15
150125
PUENTE PIEDRA
96
0.3%
58
0.2%
38
0.1%
1
6
2
0
0
0
17
2
24
17
14
13
150111
EL AGUSTINO
89
0.3%
57
0.2%
32
0.1%
4
1
0
2
3
1
12
1
15
17
23
10
150140
SANTIAGO DE SURCO
89
0.3%
64
0.2%
25
0.1%
2
1
3
0
0
0
5
2
27
14
27
8
150120
MAGDALENA DEL MAR
79
0.3%
36
0.1%
43
0.1%
0
0
0
2
0
1
8
2
11
14
17
24
150129
SAN BARTOLO
74
0.2%
47
0.1%
27
0.1%
1
1
1
1
1
1
10
5
26
7
8
12
70106
VENTANILLA
71
0.2%
47
0.1%
24
0.1%
1
0
1
2
0
0
6
1
30
12
9
9
150122
MIRAFLORES
59
0.2%
35
0.1%
24
0.1%
1
3
0
0
0
0
6
1
15
9
13
11
50101
AYACUCHO
54
0.2%
40
0.1%
14
0.0%
1
0
0
0
0
1
5
4
23
1
11
8
150114
LA MOLINA
52
0.2%
21
0.1%
31
0.1%
0
0
0
1
1
0
6
2
8
9
6
19
150109
CIENEGUILLA
51
0.2%
28
0.1%
23
0.1%
0
1
0
0
0
0
1
0
12
6
15
16
150118
LURIGANCHO
45
0.1%
33
0.1%
12
0.0%
0
1
0
1
0
0
8
1
6
5
19
4
20101
HUARAZ
44
0.1%
25
0.1%
19
0.1%
0
0
0
0
1
0
3
4
16
2
5
13
60101
CAJAMARCA
44
0.1%
25
0.1%
19
0.1%
0
0
0
0
2
0
2
3
14
6
7
10
140101
CHICLAYO
41
0.1%
27
0.1%
14
0.0%
0
0
2
1
0
0
14
2
9
3
2
8
110101
ICA
38
0.1%
27
0.1%
11
0.0%
0
0
0
0
0
0
6
6
18
1
3
4
100101
HUANUCO
37
0.1%
26
0.1%
11
0.0%
0
0
0
0
0
0
2
3
18
5
6
3
150801
HUACHO
37
0.1%
24
0.1%
13
0.0%
0
0
0
0
2
0
2
4
9
7
11
2
150131
SAN ISIDRO
35
0.1%
26
0.1%
9
0.0%
0
0
0
0
0
0
11
2
7
4
8
3
150501
SAN VICENTE DE CAÑETE
30
0.1%
16
0.1%
14
0.0%
0
0
0
0
0
0
4
1
7
7
5
6
220101
MOYOBAMBA
25
0.1%
18
0.1%
7
0.0%
0
0
0
0
0
0
5
1
11
4
2
2
120501
JUNIN
24
0.1%
15
0.0%
9
0.0%
0
0
0
0
0
0
2
1
11
6
2
2
150119
LURIN
24
0.1%
17
0.1%
7
0.0%
0
0
1
1
0
0
4
1
3
2
9
3
40101
AREQUIPA
23
0.1%
14
0.0%
9
0.0%
0
0
0
0
0
0
0
0
4
4
10
5
110201
CHINCHA ALTA
23
0.1%
21
0.1%
2
0.0%
0
0
0
0
0
0
6
0
11
1
4
1
160201
YURIMAGUAS
23
0.1%
11
0.0%
12
0.0%
0
0
0
0
0
4
2
0
5
8
4
0
200101
PIURA
23
0.1%
18
0.1%
5
0.0%
0
0
0
0
1
0
4
0
11
4
2
1
OTROS DISTRITOS
559
1.8%
342
1.1%
217
0.7%
3
4
4
8
4
0
58
25
141
84
132
96
T
O
T
A
L
31483
100.0%
20622
65.5%
10861
34.5%
2150
2386
367
376
455
147
5444
1204
7640
3365
4566
3383
Lima es el distrito de mayor egreso con 69.2% de los 29,398 egresos anuales, seguido de SMP 5.2%,
Breña 1.9%, SJL 1.8% y el grupo etareo corresponde a 30 a 59 años.
Oficina de Epidemiología y Salud Ambiental
Página 115
Análisis de Situación de Salud 2014
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
TABLA Nº 065
DISTRIBUCION DE HOSPITALIZADOS POR SERVICIOS SEGÚN Nº DE CAMAS
Servicio
Total
N°
y/o
de
De
Pabellon
Ingreso
Cama
Medicina Pab 1.1
814
25
Medicina Pab 1.2
1037
29
Medicina Pab 2.1
751
30
Medicina Pab 2.2
784
30
Medicina Pab 3.1
892
30
Medicina Pab 3.2
925
30
Medicina Pab 4.1
901
26
Medicina Pab 4.2
929
27
Medicina Pab 8.1
620
24
Sub Total Medicina
7653
251
Uci. General
254
10
UCIN
249
10
Uci. Coronaria
286
6
Sub Total Uci
789
26
Cirugía 6.1
1647
42
Cirugía 6.2
1552
42
Cirugía 6.3
1045
28
Sub Total Cirugía
4244
112
Quemados
260
23
Neurocirugía
308
15
Traumatología
591
30
Cabeza y Cuello
284
15
Urología A
532
22
Urología B
247
10
Cardiovascular
191
8
Sub.Total Espec. Qx.
2413
123
CIRUGIA DIA
521
8
Pab 8 - Neumología
61
4
Ginecología Pab 5.1
935
25
Ginecología Pab 5.2
958
24
Oncologia Ginecologica
298
8
Infertilidad
156
4
Sub Total Ginecología
2347
61
Obstetricia Pab 7
4247
51
Obstetricia Aro 7
797
28
Sub.Total Obstetricia
5044
79
Pediatria
1123
38
Neonatología
3820
76
Sub Total Pediatria
4943
114
Emergencia
1136
24
0
0
29151
802
Clinica Loayza
TOTAL GENERAL
En el 2014 fueron 802 camas operativas
Oficina de Epidemiología y Salud Ambiental
Página 116
Análisis de Situación de Salud 2014
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
3.4 ATENCIONES EN EMERGENCIA
GRAFICO Nº 011
ATENCIONES EN EMERGENCIA 2007 AL 2014
Año 2007
68255
Año 2008
70813
Año 2009
71980
Año 2010
73717
Año 2011
71939
Año 2012
70918
Año 2013
69283
Año 2014
70186
Año 2007
Atenciones
Año 2008
Año 2009
Año 2010
Año 2011
Año 2012
Año 2013
Año 2014
68255
70813
71980
73717
71939
70918
69283
70186
% Incremento
3.75
1.65
2.41
-2.41
-1.42
-2.31
1.30
Fuente: Tabla Admision E-lolcli Report, Galenhos
Elaborado por: Unidad de Estadística
En el gráfico se observa que desde el 2010 disminuye las atenciones en Emergencia, en 2013 es de
2.35% y el 2014 se incrementa mínimamente en 1.3% con relación al año anterior, se infiere que por
la implementación de Triaje en Emergencia se ha determinado una mejor y rápida atención a los
casos que verdaderamente son emergencias.
Oficina de Epidemiología y Salud Ambiental
Página 117
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
Análisis de Situación de Salud 2014
TABLA Nº 066
ATENCIONES EN EMERGENCIA DISTRITO DE PROCEDENCIA, SEXO Y GRUPO ETAREO
D I S T R I T O S
T O T A L
G E N E R A L
T O T A L
Femenino
Masculino
G
< 1 Año
R
U
1 - 11 Años
P
O
S
D
E
E
12 - 17 Años
18 - 29 Años
D
A
D
30 - 59 años
60 - + años
Nº
%
Nº
%
Nº
%
Fem.
Masc.
Fem.
Masc.
Fem.
Masc.
Fem.
Masc.
Fem.
Masc.
Fem.
Masc.
Lima
16868
26.8%
9900
15.7%
6968
11.1%
518
581
1069
1308
421
260
2591
1220
3502
2326
1799
1273
San Martin De Porres
6572
10.4%
4565
7.2%
2007
3.2%
222
294
445
480
178
72
1702
298
1507
548
511
315
Breña
4052
6.4%
2492
4.0%
1560
2.5%
71
109
412
429
78
53
657
231
855
436
419
302
Pachacamac
2977
4.7%
2030
3.2%
947
1.5%
239
282
75
101
150
28
958
192
479
239
129
105
San Juan De Luriganc
2475
3.9%
1581
2.5%
894
1.4%
31
34
110
107
22
23
386
186
658
365
374
179
Rimac
2355
3.7%
1415
2.2%
940
1.5%
26
45
88
90
53
30
393
228
566
357
289
190
Los Olivos
2073
3.3%
1273
2.0%
800
1.3%
38
46
86
91
48
30
426
182
480
289
195
162
Santa Anita
1402
2.2%
800
1.3%
602
1.0%
45
28
48
57
22
21
261
153
288
227
136
116
Comas
1348
2.1%
840
1.3%
508
0.8%
8
23
55
74
20
17
218
86
355
196
184
112
Independencia
1306
2.1%
838
1.3%
468
0.7%
20
25
71
83
29
13
173
78
317
150
228
119
Villa El Salvador
1147
1.8%
701
1.1%
446
0.7%
21
39
13
28
23
9
226
108
282
179
136
83
La Victoria
1134
1.8%
716
1.1%
418
0.7%
12
20
60
55
16
12
163
71
294
161
171
99
Barranco
1102
1.7%
631
1.0%
471
0.7%
74
68
72
51
25
18
241
106
150
142
69
86
Callao
1084
1.7%
638
1.0%
446
0.7%
24
27
41
60
12
15
216
83
254
159
91
102
Chorrillos
963
1.5%
600
1.0%
363
0.6%
16
14
38
24
14
6
164
89
219
148
149
82
Ate
921
1.5%
548
0.9%
373
0.6%
21
21
36
31
17
8
131
77
204
162
139
74
Lince
661
1.0%
392
0.6%
269
0.4%
6
12
27
22
12
16
109
50
148
92
90
77
San Juan De Miraflor
602
1.0%
371
0.6%
231
0.4%
7
6
11
10
9
9
109
69
158
93
77
44
San Luis
593
0.9%
331
0.5%
262
0.4%
18
19
22
27
10
8
91
58
152
104
38
46
Jesus Maria
585
0.9%
315
0.5%
270
0.4%
7
3
19
28
10
3
69
57
132
113
78
66
Puente Piedra
541
0.9%
337
0.5%
204
0.3%
5
15
21
21
8
7
85
37
151
87
67
37
Villa Maria Del Triu
518
0.8%
340
0.5%
178
0.3%
9
7
13
10
13
5
95
38
118
83
92
35
San Miguel
513
0.8%
304
0.5%
209
0.3%
19
9
21
24
10
10
96
61
111
64
47
41
Santiago De Surco
473
0.8%
311
0.5%
162
0.3%
13
2
9
10
6
3
96
42
118
73
69
32
Surquillo
441
0.7%
260
0.4%
181
0.3%
5
5
14
10
6
8
69
35
110
68
56
55
Ventanilla
401
0.6%
231
0.4%
170
0.3%
3
3
10
17
11
7
66
43
121
60
20
40
Carabayllo
396
0.6%
259
0.4%
137
0.2%
7
14
11
12
5
4
73
30
106
44
57
33
El Agustino
384
0.6%
244
0.4%
140
0.2%
3
5
40
21
10
6
44
26
97
39
50
43
Magdalena Vieja-PUEBLO LIBRE
355
0.6%
209
0.3%
146
0.2%
3
3
16
6
7
2
66
39
82
48
35
48
Magdalena Del Mar
332
0.5%
158
0.3%
174
0.3%
4
5
4
10
4
6
47
33
62
72
37
48
Chaclacayo
312
0.5%
167
0.3%
145
0.2%
0
3
7
9
4
4
55
25
62
71
39
33
La Molina
298
0.5%
181
0.3%
117
0.2%
13
5
10
12
1
3
49
16
73
55
35
26
Miraflores
242
0.4%
129
0.2%
113
0.2%
4
2
10
6
1
3
40
17
45
54
29
31
San Bartolo
217
0.3%
118
0.2%
99
0.2%
4
0
4
3
1
4
34
22
50
44
25
26
Cieneguilla
202
0.3%
108
0.2%
94
0.1%
4
3
8
4
1
1
29
22
39
40
27
24
San Borja
173
0.3%
109
0.2%
64
0.1%
3
2
8
8
4
1
31
11
46
29
17
13
Lurin
148
0.2%
86
0.1%
62
0.1%
0
1
10
2
2
0
21
16
30
22
23
21
Lurigancho
142
0.2%
80
0.1%
62
0.1%
1
1
3
3
5
1
22
13
31
27
18
17
San Isidro
125
0.2%
70
0.1%
55
0.1%
1
1
0
7
0
2
24
11
29
20
16
14
Ancon
124
0.2%
79
0.1%
45
0.1%
1
4
2
3
5
1
25
10
29
13
17
14
Iquitos
103
0.2%
80
0.1%
23
0.0%
0
0
2
2
9
0
34
7
30
12
5
2
Cajamarca
100
0.2%
68
0.1%
32
0.1%
2
0
3
3
2
1
23
9
25
8
13
11
Chiclayo
100
0.2%
65
0.1%
35
0.1%
6
0
5
4
0
0
30
10
14
10
10
11
Huancayo
96
0.2%
60
0.1%
36
0.1%
0
0
0
3
2
1
10
6
31
13
17
13
Huaral
96
0.2%
55
0.1%
41
0.1%
1
2
1
5
1
1
14
8
19
11
19
14
Huanuco
93
0.1%
54
0.1%
39
0.1%
2
0
1
2
2
1
13
10
29
19
7
7
Piura
90
0.1%
62
0.1%
28
0.0%
1
1
1
0
3
1
21
6
22
11
14
9
Pueblo Libre
88
0.1%
60
0.1%
28
0.0%
0
1
5
3
1
1
7
6
27
11
20
6
Ayacucho
84
0.1%
53
0.1%
31
0.0%
0
0
1
2
3
0
9
6
24
15
16
8
Huaraz
84
0.1%
45
0.1%
39
0.1%
0
0
0
0
1
3
12
9
21
16
11
11
Bellavista
76
0.1%
44
0.1%
32
0.1%
1
0
0
3
1
0
16
9
19
14
7
6
Carmen De La Legua R
75
0.1%
53
0.1%
22
0.0%
0
0
1
2
2
3
19
5
18
8
13
4
Ica
72
0.1%
52
0.1%
20
0.0%
8
0
2
1
0
0
13
5
16
12
13
2
Huacho
66
0.1%
38
0.1%
28
0.0%
1
1
1
0
1
0
7
5
17
11
11
11
La Perla
66
0.1%
35
0.1%
31
0.0%
1
3
1
1
0
0
12
9
11
16
10
2
Chincha Alta
64
0.1%
39
0.1%
25
0.0%
0
1
0
2
0
1
10
4
23
11
6
6
Canta
62
0.1%
33
0.1%
29
0.0%
2
0
0
0
1
0
12
5
10
11
8
13
Santa Cruz
60
0.1%
35
0.1%
25
0.0%
0
2
2
1
1
3
16
10
9
7
7
2
Santa Maria Del Mar
59
0.1%
34
0.1%
25
0.0%
1
2
1
1
0
0
13
7
14
14
5
1
Trujillo
55
0.1%
31
0.0%
24
0.0%
1
0
0
0
2
0
14
7
9
13
5
4
4866
7.7%
2973
4.7%
1893
3.0%
37
42
74
69
123
52
998
450
1064
714
677
566
63012
100.0%
38726
61.5%
24286
38.5%
1590
1841
3120
3458
1428
797
11654
4762
13962
8456
6972
4972
OTROS DISTRITOS
T
O
T
A
L
El mayor porcentaje de pacientes atendidos en emergencia 2014 es de Lima 26.8%, SMP 10.4%,
Breña 6.4%, Pachacamac, SJL 3.9%, Rímac 3.7%
Oficina de Epidemiología y Salud Ambiental
Página 118
Análisis de Situación de Salud 2014
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
TABLA Nº 067
ATENCIONES EN EMERGENCIA POR ESPECIALIDADES
NUMERO
Mes
Total
ATENCIONES
EN
Emergencia Central
Total
T O T A L
DE
Medicina
Cirugía
Traumatología
EMERGENCIA
Emergencia
Emergencia
Emergencia
Ginecología
Obstetricía
Pediatría
70186
46472
24967
16558
4947
2995
8046
12673
Enero
6267
4288
2338
1493
457
246
770
963
Febrero
5699
3851
1909
1550
392
274
682
892
Marzo
6340
4213
2382
1366
465
278
834
1015
Abril
5679
3661
1806
1472
383
255
712
1051
Mayo
5561
3542
1784
1387
371
226
693
1100
Junio
5619
3634
2093
1194
347
225
624
1136
Julio
6048
3869
2065
1406
398
277
660
1242
Agosto
5882
3991
2260
1283
448
214
614
1063
Setiembre
5754
3715
2045
1280
390
262
682
1095
Octubre
6056
4047
2184
1410
453
268
645
1096
Noviembre
5615
3769
2049
1371
349
248
554
1044
Diciembre
5666
3892
2052
1346
494
222
576
976
Fuente: Tabla Admision E-lolcli Report
Elaborado : Unidad de Estadística
GRAFICO Nº 012
Medicina
24967
16558
Cirugía
12673
Pediatría
8046
Obstetricia
4947
Traumatología
Ginecología
2995
Los Servicios con mayor demanda son : Medicina, Cirugía y Pediatría,
Oficina de Epidemiología y Salud Ambiental
Página 119
Análisis de Situación de Salud 2014
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
TABLA Nº 068
MORBILIDAD GENERAL EN EMERGENCIA 2014
Código
CIE X
M O R B I L I D A D
T O T A L
G E N E R A L
T O T A L
Femenino
Masculino
G
< 1 Año
R
U
1 - 11 Años
P
O
S
D
E
E
D
A
D
12 - 17 Años
18 - 29 Años
30 - 59 años
60 - + años
Nº
%
Nº
%
Nº
%
Fem.
Masc.
Fem.
Masc.
Fem.
Masc.
Fem.
Masc.
Fem.
Masc.
Fem.
Masc.
R104 Otros Dolores abdominales y los no especificados
4208
7.2%
2838
4.9%
1370
2.3%
9
9
29
32
54
20
824
393
1367
657
555
259
J00X Rinofaringitis no especificada
2350
4.0%
1168
2.0%
1182
2.0%
434
429
597
659
56
50
30
19
34
20
17
5
R101 Dolor abdominal localizado en parte superior
2308
4.0%
1529
2.6%
779
1.3%
24
14
36
37
43
28
473
188
689
357
264
155
216
Z719 Consulta no Especificada
2240
3.8%
1407
2.4%
833
1.4%
47
51
80
90
60
26
423
152
530
298
267
O471 Falso trabajo de parto a las 37 semanas completas de gestacion
1895
3.2%
1886
3.2%
9
0.0%
0
0
0
0
118
0
1258
8
509
1
1
0
R509 Fiebre no especificada
1840
3.1%
982
1.7%
858
1.5%
172
199
426
442
53
52
90
49
156
68
85
48
36
J459 Asma no especificada,asma de aparcion tardia, bronquitis asmatica
1678
2.9%
810
1.4%
868
1.5%
75
95
383
515
54
77
112
44
129
101
57
O839 Parto unico asistido sin otra especificacion
1570
2.7%
1563
2.7%
7
0.0%
1
0
0
0
103
0
1007
6
452
1
0
0
A09X Infecciones instestinales debidas a otros organismo sin espc.
1443
2.5%
781
1.3%
662
1.1%
84
121
196
257
21
25
106
88
231
118
143
53
R103 Otras causas mal definidas y las no especificadas de mortalidad
1255
2.1%
807
1.4%
448
0.8%
14
11
15
12
19
9
251
107
322
207
186
102
N390 Infección de vías urinarias sitio no especificadas
1043
1.8%
875
1.5%
168
0.3%
31
20
82
19
37
6
275
27
309
35
141
61
T07X Traumtismos múltiples
948
1.6%
437
0.7%
511
0.9%
6
8
15
10
8
12
116
156
185
245
107
80
O470 Amenza de parto prematuro
894
1.5%
890
1.5%
4
0.0%
0
0
0
0
66
0
548
3
276
1
0
0
O639 Trabajo de parto prolongado no espc.
885
1.5%
884
1.5%
1
0.0%
1
0
0
0
56
0
512
1
313
0
2
0
R51X Cefalea
797
1.4%
561
1.0%
236
0.4%
0
1
15
11
45
14
165
73
245
87
91
50
58
R100 Abdomen agudo
726
1.2%
467
0.8%
259
0.4%
11
18
15
14
8
4
123
61
204
104
106
N939 Hemorragia vaginal y uterina anormal no espc.
677
1.2%
672
1.2%
5
0.0%
0
0
0
0
14
0
278
3
359
2
21
0
J029 Farngitis aguda
622
1.1%
327
0.6%
295
0.5%
16
23
95
132
24
14
63
42
97
59
32
25
J980 Enfermedades de la traquea y los bronquios no espec.
545
0.9%
234
0.4%
311
0.5%
123
199
96
103
0
2
1
2
5
2
9
3
S019 Herida de la cabeza parte no espec.
518
0.9%
119
0.2%
399
0.7%
0
1
0
10
1
9
24
137
59
195
35
47
25
K297 Gastritis no especificada
510
0.9%
323
0.6%
187
0.3%
1
1
3
4
24
6
96
61
140
90
59
O479 Falso trabajo de parto no espec.
469
0.8%
468
0.8%
1
0.0%
0
0
0
0
33
0
300
0
135
1
0
0
K922 Hemorragia gastrointestinal no espec.
459
0.8%
229
0.4%
230
0.4%
1
0
1
0
4
6
30
39
79
89
114
96
O200 Amenza de aborto
416
0.7%
413
0.7%
3
0.0%
0
0
0
0
17
0
244
2
152
1
0
0
S934 Esquinces y torceduras del tobillo
400
0.7%
244
0.4%
156
0.3%
0
0
2
3
5
19
85
68
127
61
25
5
N399 transtornos del sistema urinario no espec.
377
0.6%
316
0.5%
61
0.1%
4
3
11
6
8
1
99
9
131
16
63
26
M545 Lumbago no espec.
370
0.6%
233
0.4%
137
0.2%
0
0
2
0
4
1
43
27
134
83
50
26
G459 Isquemia cerebral transitoria
364
0.6%
199
0.3%
165
0.3%
0
0
1
0
1
0
19
17
40
52
138
96
R072 Dolor precordial
356
0.6%
181
0.3%
175
0.3%
0
1
0
0
4
2
20
27
78
94
79
51
T141 Herida de region no especificada del cuerpo
355
0.6%
108
0.2%
247
0.4%
1
0
8
10
3
3
34
101
48
111
14
22
S610 Herida de deo de la manosin dano en la mano
336
0.6%
87
0.1%
249
0.4%
1
0
5
4
0
7
28
96
42
127
11
15
S069 Traumatismo intracraneal
333
0.6%
141
0.2%
192
0.3%
8
10
14
16
6
7
30
40
44
79
39
40
R520 Dolor agudo
331
0.6%
172
0.3%
159
0.3%
6
9
7
8
5
7
39
29
69
75
46
31
I10X Hipertension esencial ( primaria)
309
0.5%
193
0.3%
116
0.2%
0
0
0
0
0
1
6
1
83
53
104
61
F419 transtorno de ansiedad
306
0.5%
194
0.3%
112
0.2%
0
0
2
1
17
4
61
30
93
53
21
24
E149 Diabetse mellitus no espec.
303
0.5%
175
0.3%
128
0.2%
0
0
0
0
0
0
6
4
95
66
74
58
A059 Intoxicación alimentaria bacteriana
298
0.5%
164
0.3%
134
0.2%
9
6
71
74
10
12
35
15
31
21
8
6
R074 Dolor de pecho no especificado
298
0.5%
149
0.3%
149
0.3%
0
0
2
1
6
6
17
22
63
73
61
47
R500 Fiebre con escalofrío
297
0.5%
137
0.2%
160
0.3%
42
51
68
84
7
7
6
8
7
7
7
3
L509 Urticaria no espec.
281
0.5%
158
0.3%
123
0.2%
7
9
50
61
17
11
25
12
43
23
16
7
S619 Herida de la muñeca y de la mano parte no espec.
278
0.5%
77
0.1%
201
0.3%
0
0
2
2
1
8
35
90
32
87
7
14
J960 Insuficiencia respiratoria aguda
270
0.5%
139
0.2%
131
0.2%
0
2
2
3
1
0
16
10
47
42
73
74
K819 Colecistitis no especif.
269
0.5%
187
0.3%
82
0.1%
5
1
0
1
2
3
50
15
100
43
30
19
K810 Colecistitis aguda
267
0.5%
192
0.3%
75
0.1%
0
0
0
0
2
0
50
12
109
44
31
19
D649 Anemia de tipo no espec.
259
0.4%
148
0.3%
111
0.2%
0
1
0
0
6
0
22
25
62
38
58
47
K359 Apendicitis aguda
257
0.4%
142
0.2%
115
0.2%
0
0
0
2
3
0
62
39
69
65
8
9
J451 Asma no alérgica
246
0.4%
117
0.2%
129
0.2%
9
9
54
85
8
11
16
6
23
14
7
4
S800 Contusión de rodilla
244
0.4%
140
0.2%
104
0.2%
0
0
2
4
2
4
24
29
69
52
43
15
R11X Náusea y vómito
212
0.4%
127
0.2%
85
0.1%
8
12
21
22
6
4
26
11
31
22
35
14
J209 Bronquitis aguda
195
0.3%
107
0.2%
88
0.2%
8
13
27
16
3
7
10
11
31
22
28
19
R739 Hiperglicemia no especif.
194
0.3%
103
0.2%
91
0.2%
0
0
0
0
0
0
2
4
53
56
48
31
S009 Traumatismo de la cabeza parte no espeficada
193
0.3%
98
0.2%
95
0.2%
1
7
6
12
5
3
24
32
39
28
23
13
K85X Pancreatis aguda
191
0.3%
145
0.2%
46
0.1%
0
0
1
0
2
1
45
9
75
29
22
7
R33X Retención de orina
189
0.3%
10
0.0%
179
0.3%
0
0
0
0
0
0
1
2
6
34
3
143
R05X Enfermedad respiratoria no espec. Tos
182
0.3%
95
0.2%
87
0.1%
31
25
50
50
6
1
0
3
5
3
3
5
T149 Traumatismo no especificada
182
0.3%
82
0.1%
100
0.2%
2
2
1
4
0
0
21
29
39
41
19
24
A419 Otras septicemias
159
0.3%
90
0.2%
69
0.1%
3
3
0
0
0
1
10
4
34
26
43
35
I500 Insuficiencia cardiaca congestiva
158
0.3%
82
0.1%
76
0.1%
0
0
0
0
1
0
2
3
14
25
65
48
N23X Cólico renal no espec.
158
0.3%
72
0.1%
86
0.1%
0
0
0
0
1
1
15
17
46
61
10
7
S018 Heridas de otras partes de la cabeza
155
0.3%
23
0.0%
132
0.2%
0
0
4
1
0
0
8
62
8
56
3
13
R501 Fiebre persistente
154
0.3%
71
0.1%
83
0.1%
15
25
34
36
2
7
5
5
9
5
6
5
R042 Hemoptisis
148
0.3%
64
0.1%
84
0.1%
0
0
0
0
2
3
15
27
28
37
19
17
T477 Eméticos
146
0.2%
92
0.2%
54
0.1%
4
3
23
19
2
3
10
8
26
16
27
5
I509 Insuficiencia cardiaca no especificada
143
0.2%
74
0.1%
69
0.1%
0
0
0
1
0
0
3
5
18
28
53
35
OTROS DIAGNOSTICOS
T
O
T
A
L
17967
30.8%
9706
16.6%
8261
14.1%
368
452
822
896
325
297
2223
1831
3612
3009
2356
1776
58426
100.0%
35704
61.1%
22722
38.9%
1582
1844
3376
3769
1391
802
10597
4456
12690
7616
6068
4235
Otros dolores abdominales y otros no especificados con 7.2% es la principal causa de morbilidad en
Emergencia de las 58,426 atenciones, seguidas de Rinofaringitis aguda, Rinitis aguda 4%, Dolor
abdominal localizado en parte superior 4%, Consultas no especificadas 3.8%, Falso trabajo de parto
a las 37 semanas y más completas de gestación 3.2%, Fiebre no especificada 3.1%.
Oficina de Epidemiología y Salud Ambiental
Página 120
Análisis de Situación de Salud 2014
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
TABLA Nº 069
MORBILIDAD MAS FRECUENTE EN EMERGENCIA TOPICO DE MEDICINA
Código
CIE X
MORBILIDAD
T O T A L
G E N E R A L
TOTAL
Femenino
Masculino
G R U P O S
< 1 Año
1 - 11 Años
D E
12 - 17 Años
E D A D
18 - 29 Años
30 - 59 años
60 - + años
Nº
%
Nº
%
Nº
%
R104 Otros dolores abdominales y los no especificados
1473
7.5%
1001
5.1%
472
2.4%
0
0
2
0
9
1
254
132
486
225
250
114
Z719 Consulta no especif.
965
4.9%
559
2.8%
406
2.1%
6
3
4
8
7
2
119
86
224
166
199
141
R101 Dolor abdominal localizado en parte superior
778
3.9%
515
2.6%
263
1.3%
0
0
0
1
6
5
128
63
250
122
131
72
R51X Cefalea
653
3.3%
465
2.4%
188
1.0%
0
0
0
0
7
1
144
62
229
81
85
44
A09X Infecciones intestinales debidos aotros organismos sin espec.
553
2.8%
350
1.8%
203
1.0%
0
1
3
2
2
0
68
62
164
92
113
46
R103 Dolor localizado en otras partes inferiores del abdomen
529
2.7%
330
1.7%
199
1.0%
0
0
0
1
4
3
97
43
118
91
111
61
N390 Infección de vías urinarias sitio no espec.
517
2.6%
438
2.2%
79
0.4%
0
0
0
0
3
1
115
14
198
21
122
43
J459 Asma no especificada,asma de aparicion tardia, broquitis asmatica
474
2.4%
295
1.5%
179
0.9%
0
0
2
3
2
0
107
43
128
98
56
35
R509 Fiebre no especificada
427
2.2%
276
1.4%
151
0.8%
2
0
2
2
4
0
66
45
120
61
82
43
K922 Hemorragia gastrointestinal no especifi.
401
2.0%
201
1.0%
200
1.0%
0
0
0
0
2
1
26
33
68
81
105
85
R072 Dolor precordial
335
1.7%
176
0.9%
159
0.8%
0
0
0
0
2
0
19
24
77
89
78
46
G459 Isquemia cerebral transitoria son otra espec.
328
1.7%
183
0.9%
145
0.7%
0
0
0
0
1
0
16
15
34
44
132
86
R100 Abdomen agudo
315
1.6%
210
1.1%
105
0.5%
0
0
1
1
1
0
49
30
97
44
62
30
K297 Gastritis no especif.
310
1.6%
194
1.0%
116
0.6%
0
0
0
0
1
1
55
41
86
54
52
20
J029 Faringitis aguda no especif.
308
1.6%
184
0.9%
124
0.6%
0
0
0
2
3
0
57
40
92
59
32
23
I10X Hipertension esencial ( primaria)
292
1.5%
179
0.9%
113
0.6%
0
0
0
0
0
0
5
1
74
52
100
60
E149 Diabetes mellitus no especific.
288
1.5%
165
0.8%
123
0.6%
0
0
0
0
0
0
6
4
87
62
72
57
R074 Dolor de pecho no especifi.
271
1.4%
135
0.7%
136
0.7%
0
0
0
0
1
1
14
21
60
71
60
43
F419 Transtorno de ansiedad
267
1.4%
166
0.8%
101
0.5%
0
0
0
0
1
0
55
29
90
48
20
24
J960 Insuficiencia respiratoria aguda
251
1.3%
132
0.7%
119
0.6%
0
0
1
0
0
0
16
9
45
38
70
5500
27.9%
3116
15.8%
2384
12.1%
3
8
8
8
21
21
703
519
19713 100.0% 11877 60.2%
7836
39.8%
13
14
26
36
98
53
2587 1647 5143 3492 4010 2594
OTROS DIAGNOSTICOS
T
O
T
A
L
Fem. Masc. Fem. Masc. Fem. Masc. Fem. Masc. Fem. Masc. Fem. Masc.
1286 1062 1095
72
766
Otros dolores abdominales y otros no especificados con 7.5% es la principal causa de morbilidad en
Emergencia Tópico de medicina de las 19,713 atenciones, seguidas de Consultas no especificadas
4.9%, Dolor abdominal localizado en parte superior 3.9%, Cefalea 3.3%.
TABLA Nº 070
MORBILIDAD MAS FRECUENTE EN EMERGENCIA TOPICO DE CIRUGIA
Código
CIE X
MORBILIDAD
T O T A L
G E N E R A L
TOTAL
Femenino
Masculino
G R U P O S
< 1 Año
1 - 11 Años
D E
12 - 17 Años
E D A D
18 - 29 Años
30 - 59 años
60 - + años
Nº
%
Nº
%
Nº
%
R104 Dolores abdominales y los no especif.
2511
18.2%
1676
12.1%
835
6.0%
0
0
0
0
13
5
527
256
836
430
300
144
R101 Dolor abdominal localizado en parte superior
1264
9.2%
835
6.0%
429
3.1%
1
0
1
0
7
6
303
122
397
226
126
75
R103 Dolor lozalizado en otras partes inferiores del abdomen
586
4.2%
373
2.7%
213
1.5%
0
0
0
0
4
1
125
63
176
109
68
40
T07X Traumatismos múltiples
580
4.2%
234
1.7%
346
2.5%
0
1
0
1
3
6
70
106
106
179
55
53
Z719 Consulta
478
3.5%
252
1.8%
226
1.6%
0
0
0
2
14
8
74
52
119
102
45
62
S019 Herida en la cabeza parte no espec.
471
3.4%
109
0.8%
362
2.6%
0
0
0
1
1
8
24
131
54
184
30
38
R100 Abdomen agudo
300
2.2%
188
1.4%
112
0.8%
0
0
0
0
1
0
53
30
92
55
42
27
T141 Herida de region no especificada del cuerpo
295
2.1%
82
0.6%
213
1.5%
0
0
0
0
2
2
29
94
38
100
13
17
S610 Herida de dedo de la mano sin daño en una
289
2.1%
72
0.5%
217
1.6%
0
0
1
0
0
6
26
84
38
114
7
13
S619 Herida de la muñeca y de la maño parte no especif.
242
1.8%
63
0.5%
179
1.3%
0
0
0
0
0
7
28
84
29
75
6
13
S069 Traumatismo intracraneal
210
1.5%
78
0.6%
132
1.0%
0
0
0
0
2
5
22
31
31
65
23
31
K810 Colecistitis aguda
209
1.5%
154
1.1%
55
0.4%
0
0
0
0
2
0
39
9
89
32
24
14
K359 Apendicitis aguda
205
1.5%
120
0.9%
85
0.6%
0
0
0
0
2
0
53
33
60
46
5
6
2704
19.6%
1203
8.7%
1501
10.9%
1
1
0
2
24
23
351
471
534
698
293
306
13807 100.0%
7045
51.0%
6762
49.0%
3
2
4
7
98
98
2201
2132
3422
3210
1317
1313
OTROS DIAGNOSTICOS
T
O
T
A
L
Fem. Masc. Fem. Masc. Fem. Masc. Fem. Masc. Fem. Masc. Fem. Masc.
Otros dolores abdominales y otros no especificados con 18.2% es la principal causa de morbilidad en
Emergencia Tópico de Cirugía, de las 13,807 atenciones, seguidas de Dolor abdominal localizado en
parte superior 9.2%, Dolor localizado en partes inferiores del abdomen 4.2%, Traumatismo múltiples
no especificados 4.2%, Herida en la cabeza, parte no especificada 3.4%, Abdomen agudo 2.2%.
TABLA Nº
Oficina de Epidemiología y Salud Ambiental
Página 121
Análisis de Situación de Salud 2014
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
TABLA Nº 071
ORBILIDAD MAS FRECUENTE EN EMERGENCIA TOPICO DE GINECOLOGIA
CIE X
T O T A L
G E N E R A L
TOTAL
Femenino
Masculino
MORBILIDAD
Nº
%
Nº
%
Nº
%
G R U P O S
< 1 Año
1 - 11 Años
D E
12 - 17 Años
E D A D
18 - 29 Años
30 - 59 años
60 - + años
Fem. Masc. Fem. Masc. Fem. Masc. Fem. Masc. Fem. Masc. Fem. Masc.
N939 Hemorragia vaginal anormal
586
25.4%
586
25.4%
0
0.0%
0
0
0
0
13
0
238
0
322
0
13
0
O200 Amenaza de aborto
371
16.1%
371
16.1%
0
0.0%
0
0
0
0
15
0
221
0
135
0
0
0
N390 Infección de vias urinarias sitio no especif.
180
7.8%
180
7.8%
0
0.0%
0
0
0
0
9
0
105
0
61
0
5
0
Z719 Persona que teme estar enferma, a quien no se hace diagnostico
122
5.3%
122
5.3%
0
0.0%
0
0
0
0
2
0
50
0
69
0
1
0
R104 Otros dolores abdominales y los no especificados
81
3.5%
81
3.5%
0
0.0%
0
0
0
0
2
0
39
0
38
0
2
0
R101 Dolor abdominal localizado en parte superior
75
3.2%
75
3.2%
0
0.0%
0
0
0
0
2
0
36
0
36
0
1
0
O021 Aborto retenido
67
2.9%
67
2.9%
0
0.0%
0
0
0
0
1
0
32
0
34
0
0
0
R103 Dolor localizado en partes inferior del abdomen
46
2.0%
46
2.0%
0
0.0%
0
0
0
0
1
0
24
0
21
0
0
0
R509 Fiebre no especificada
43
1.9%
43
1.9%
0
0.0%
0
0
0
0
3
0
17
0
22
0
1
0
N399 transtornos del sistema urinario
41
1.8%
41
1.8%
0
0.0%
0
0
0
0
1
0
22
0
15
0
3
0
N739 Enfermedad inflamatoria pelvica
39
1.7%
39
1.7%
0
0.0%
0
0
0
0
1
0
10
0
28
0
0
0
Z321 Embarazo confirmado
37
1.6%
37
1.6%
0
0.0%
0
0
0
0
0
0
27
0
10
0
0
0
O470 Amenzas de parto prematuro
35
1.5%
35
1.5%
0
0.0%
0
0
0
0
4
0
20
0
11
0
0
0
R100 Abdomen agudo
23
1.0%
23
1.0%
0
0.0%
0
0
0
0
0
0
15
0
8
0
0
0
D259 Leiomioma del utero son otra espec. #N/A
O034
22
21
1.0%
0.9%
22
21
1.0%
0.9%
0
0.0%
0
0
0
0
0
0
0
12
0
22
9
0
0
0
156
6.8%
156
6.8%
0
#¡DIV/0!
0
0
0
0
3
0
71
0
73
0
9
0
2308 100.0% 2308
100%
0
#¡DIV/0!
0
0
0
0
65
0
1162
0
1041
0
40
0
OTROS DIAGNOSTICOS
T
O
T
A
L
La Hemorragia vaginal y uterina anormal no especificada con el 25.4% es la principal causa de
morbilidad en Emergencia Tópico de Ginecología, de las 2,308 atenciones, seguidas de Amenaza de
aborto 16.1%. Infección urinaria sitio no especificado 7.8%, Persona que teme estar enferma, a quien
no se le diagnostica 5.3%, Otros dolores abdominales no especificados 3.5%, Aborto retenido 2.9%.
TABLA Nº 072
MORBILIDAD MAS FRECUENTE EN EMERGENCIA TOPICO DE TRAUMATOLOGIA
CIE X
MORBILIDAD
T O T A L G E N E R A L
T O T A L Femenino
Masculino
Nº
%
Nº
%
Nº
G R U P O S
< 1 Año
1 - 11 Años
D E
E D A D
12 - 17 Años 18 - 29 Años 30 - 59 años
60 - + años
% Fem. Masc. Fem. Masc. Fem. Masc. Fem. Masc. Fem. Masc. Fem. Masc.
S934 Esquinces y torceduras no espec.
368
8.7%
223
5.3%
145
3.4%
0
0
0
2
4
17
79
62
118
59
22
5
T07X Traumatismos multiples no espec.
246
5.8%
131
3.1%
115
2.7%
0
0
2
0
1
4
32
37
59
53
37
21
14
S800 Contusion de rodilla
200
4.7%
116
2.7%
84
2.0%
0
0
0
1
1
3
18
27
61
39
36
M545 Lumbago no espec.
133
3.1%
81
1.9%
52
1.2%
0
0
1
0
0
0
14
11
50
36
16
5
Z719 Consulta no especificada
130
3.1%
73
1.7%
57
1.3%
0
1
1
0
0
2
11
14
41
27
20
13
S602 Contusión de otras partes de la muñeca y de la mano
115
2.7%
60
1.4%
55
1.3%
0
0
1
2
1
2
10
23
38
19
10
9
S523 Fractura de la diáfisis del radio
91
2.1%
67
1.6%
24
0.6%
0
0
0
0
0
3
8
6
26
7
33
8
M840 Consolidación defectuosa de fractura
80
1.9%
42
1.0%
38
0.9%
0
0
0
0
0
1
5
14
15
19
22
4
S903 Contusion de otras partes y de las no espec. Del pie
71
1.7%
33
0.8%
38
0.9%
0
0
0
0
0
4
11
12
13
18
9
4
S202 Contusion de torax
67
1.6%
42
1.0%
25
0.6%
0
0
0
0
0
0
4
5
18
14
20
6
S300 Contusion de la region lumbosacra y de la pelvis
67
1.6%
50
1.2%
17
0.4%
0
0
0
0
0
1
12
7
21
4
17
5
1013 23.9% 453 10.7% 560 13.2%
0
0
3
2
12
17
70
178
222
251
146
112
4246 100.0% 2267 53.4% 1979 46.6%
0
3
13
9
45
89
432
647 1086 903
691
328
OTROS DIAGNOSTICOS
T O T A
L
El Esguince y torceduras no especificados 8.7% es la principal causa de morbilidad en Emergencia
Tópico de Traumatología, de las 4,246 atenciones Traumatismo múltiples no especificado con el 5.8%
Contusión de rodilla 4.7%, Lumbago no especificado 3.1%, Consulta no especificada 3.1%,
Contusión de otras partes de la muñeca y la mano 2.4%.
Oficina de Epidemiología y Salud Ambiental
Página 122
Análisis de Situación de Salud 2014
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
TABLA Nº 073
MORBILIDAD MAS FRECUENTE EN EMERGENCIA TOPICO DE OBSTETRICIA
CIE X
MORBILIDAD
T O T A L G EN E RAL
TOTAL
Femenino
Masculino
Nº
%
Nº
%
Nº
%
G R U P O S
< 1 Año
1 - 11 Años
D E
12 - 17 Años
E D A D
18 - 29 Años
30 - 59 años
60 - + años
Fem. Masc. Fem. Masc. Fem. Masc. Fem. Masc. Fem. Masc. Fem. Masc.
O471 Falso trabajo de parto a las 37 semanas completas de gestacion
1839 27.8% 1839 27.8%
0
0.0%
0
0
0
0
114
0
1231
0
494
0
0
0
O839 Parto unico asistido
1551 23.4% 1551 23.4%
0
0.0%
0
0
0
0
103
0
1000
0
448
0
0
0
O639 Trabajo de parto prolongado no especificado
859
13.0%
859
13.0%
0
0.0%
0
0
0
0
56
0
498
0
305
0
0
0
O470 Amenaza de parto prematuro
841
12.7%
841
12.7%
0
0.0%
0
0
0
0
59
0
524
0
258
0
0
0
O479 Falso trabajo de parto sin otra espec.
453
6.8%
453
6.8%
0
0.0%
0
0
0
0
32
0
286
0
135
0
0
0
Z719 Consulta no espec.
252
3.8%
252
3.8%
0
0.0%
0
0
2
0
15
0
161
0
73
0
1
0
O48X Embarazo prolongado
114
1.7%
114
1.7%
0
0.0%
0
0
0
0
4
0
66
0
44
0
0
0
O809 Parto unico espontaneo son otra espec.
112
1.7%
112
1.7%
0
0.0%
0
0
0
0
4
0
82
0
26
0
0
0
O821 Parto cesarea de emergencia
77
1.2%
77
1.2%
0
0.0%
0
0
0
0
0
0
45
0
32
0
0
0
O829 Parto por cesarea
54
0.8%
54
0.8%
0
0.0%
0
0
0
0
3
0
24
0
27
0
0
0
O365 Atención materna por déficit del crecimiento fetal (RETARDO DEL CRECIMIENTO INTRAUT.)
44
0.7%
0.7%
0.6%
0
0
0.0%
0.0%
0
0
0
0
0
0
0
0
3
6
0
0
28
27
0
0
13
10
0
0
0
0
0
0
43
0.6%
44
43
OTROS DIAGNOSTICOS
202
3.0%
202
3.0%
0
0.0%
0
0
23
0
29
0
90
0
58
0
2
0
O
6626 100.0% 6626
100%
0
0%
0
0
35
0
447
0
4170
0
1971
0
3
0
Z321 Embarazo confirmado
T
T
A
L
El Falso trabajo de parto a las 37 y más semanas completas de gestación con el 27.8% es la
principal causa de morbilidad en Emergencia Tópico de Obstetricia, de las 6,626 atenciones,
seguidas de Parto único asistido sin complicaciones 23.4%, Trabajo de parto prolongado no
especificado 13%, Amenaza de parto prematuro 12.7%, Falso trabajo de parto sin complicaciones
6.8%.
TABLA Nº 074
MORBILIDAD MAS FRECUENTE EN EMERGENCIA TOPICO DE PEDIATRIA
CIE X
MORBILIDAD
T O T A L
G E N E R A L
TOTAL
Femenino
Masculino
Nº
%
Nº
%
Nº
%
G R U P O S
< 1 Año
1 - 11 Años
D E
12 - 17 Años
E D A D
18 - 29 Años
30 - 59 años
60 - + años
Fem. Masc. Fem. Masc. Fem. Masc. Fem. Masc. Fem. Masc. Fem. Masc.
J00X Rinofaringitis aguda, rinitis aguda
2213
18.9%
1081
9.2%
1132
9.7%
430
428
595
653
55
50
0
1
0
0
1
0
R509 Fiebre no especificada
1321
11.3%
636
5.4%
685
5.8%
170
198
422
436
43
51
1
0
0
0
0
0
J459 Asma especficada asma de aparcicion tardia, bornquitis asmatica
1189
10.1%
505
4.3%
684
5.8%
75
95
380
511
49
77
1
1
0
0
0
0
A09X Infecciones instestinales debidas a otros organismos sin espec.
694
5.9%
296
2.5%
398
3.4%
84
119
192
255
19
24
0
0
0
0
1
0
J980 Enfermedades de la traquea y de los bronquios no clasific.
519
4.4%
216
1.8%
303
2.6%
121
199
94
102
0
2
0
0
0
0
1
0
J029 Faringitis aguda
296
2.5%
129
1.1%
167
1.4%
15
23
93
130
20
14
1
0
0
0
0
0
Z719 Consulta no especificada
292
2.5%
150
1.3%
142
1.2%
41
47
73
79
23
14
8
0
5
2
R500 Fiebre no especificada
255
2.2%
115
1.0%
140
1.2%
41
50
68
83
5
7
1
0
0
0
0
0
N390 Infección de vias urinarias sitio no espec.
178
1.5%
134
1.1%
44
0.4%
31
20
82
19
21
5
0
0
0
0
0
0
A059 Intoxicación alimentaria bacteriana no espec.
177
1.5%
87
0.7%
90
0.8%
9
6
70
73
7
11
1
0
0
0
0
0
J451 Asma no alérgica
171
1.5%
68
0.6%
103
0.9%
9
9
52
84
7
10
0
0
0
0
0
0
R05X Tos
160
1.4%
86
0.7%
74
0.6%
31
25
49
47
6
1
0
1
0
0
0
0
L509 Urticaria
151
1.3%
71
0.6%
80
0.7%
7
8
50
61
14
11
0
0
0
0
0
0
R101 Dolor abdominal lozalizado en parte superior
151
1.3%
84
0.7%
67
0.6%
23
14
35
36
26
17
0
0
0
0
0
0
R104 Otros dolores abdominales y los no especifcados
119
1.0%
64
0.5%
55
0.5%
9
9
26
32
29
14
0
0
0
0
0
0
1598
13.6%
828
7.1%
770
6.6%
192
211
412
426
170
132
35
0
17
1
2
0
11726 100.0%
5637
48.1%
6089
51.9% 1555
1821
3311
3701
656
559
73
5
35
3
7
0
OTROS DIAGNOSTICOS
T
O
T
A
L
La Rinofaringitis aguda, Rinitis aguda con el 18.9%
0
es la principal causa de morbilidad en
Emergencia Tópico de Pediatría, de las 11,726 atenciones, seguidas de Fiebre no especificado 11.3%,
Asma no especificado, asma de aparición tardía 10.1%, Infecciones Intestinales debidos a otras
organismos 5.9%, Enfermedades de la tráquea y de los bronquios 4.4%, Faringitis Aguda 2.5%.
Oficina de Epidemiología y Salud Ambiental
Página 123
Análisis de Situación de Salud 2014
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
3.5 INTERVENCIONES QUIRURGICAS
GRAFICO Nº 013
INTERVENCIONES QUIRURGICAS 2006 - 2014
Año 2006
16653
Año 2007
16510
Año 2008
15120
Año 2009
16092
Año 2010
15389
Año 2011
17052
Año 2012
17417
Año 2013
15889
Año 2014
15616
Año 2006
Interv. Qx
Año 2007
Año 2008
Año 2009
Año 2010
Año 2011
Año 2012
Año 2013
Año 2014
16653
16510
15120
16092
15389
17052
17417
15889
15616
% Incremento
-0.86
-8.42
6.43
-4.37
10.81
2.14
-8.77
-1.72
Fuente: Registro libro SOP
Elaborado por: Unidad de Estadística
Entre 2009 y 2014 se mantiene como promedio 16,242 intervenciones quirúrgicas, habiendo
disminuido en 2014 en 1.72% con relación al año anterior.
Oficina de Epidemiología y Salud Ambiental
Página 124
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
Análisis de Situación de Salud 2014
TABLA Nº 075
INTERVENCIONES QUIRURGICAS POR SOP Y POR ESPECIALIDAD
SOP / ESPECIALIDAD
MESES
TOTAL
Ene
Feb
Mar
Abr
May
Jun
Jul
Ago
Set
Oct
Nov
Dic
TOTAL DE INTERVENCIONES QX.
15616
1428
1371
1452
1385
1233
1113
1181
1216
1218
1283
1460
1276
CIRUGIAS MAYORES
12936
1207
1137
1242
1160
1070
916
976
995
1012
1044
1128
1049
CIRUGIAS MENORES
2680
221
234
210
225
163
197
205
221
206
239
332
227
EMERGENCIA
1768
165
152
153
152
152
143
137
143
139
151
136
145
Cirugía
1354
120
107
120
118
114
108
106
109
113
116
106
117
6
0
1
0
0
2
0
0
0
0
0
2
1
11
2
0
1
3
1
2
2
0
0
0
0
6
0
2
1
0
2
1
0
0
0
0
0
0
Ginecología
115
4
9
9
15
8
11
10
11
7
12
9
10
Neurocirugía
102
11
10
8
5
14
9
8
7
7
7
8
8
Traumatología
145
26
22
14
9
7
12
9
12
7
12
9
6
23
2
1
0
2
3
0
2
4
4
3
1
1
Oncología
2
0
0
0
0
1
0
0
0
1
0
0
0
Otorrinolaringología
1
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
1
0
Neumología
1
0
0
0
0
0
0
0
0
0
1
0
0
Obstetricia
1
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
1
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
1
1668
126
134
139
129
136
130
139
139
162
138
158
138
Cirugía Torácica y Cardiovascular
168
12
22
18
12
12
10
13
18
14
12
14
11
Cirugía Vascular periférico y Angiología
213
13
8
19
21
19
16
13
17
25
25
19
18
Traumatología
684
53
55
51
47
57
53
56
54
71
52
73
62
Urología
593
48
49
50
48
47
49
56
50
52
48
52
44
AQV
6
0
0
1
1
1
0
0
0
0
1
0
2
Dental
2
0
0
0
0
0
1
1
0
0
0
0
0
Cirugía
1
0
0
0
0
0
1
0
0
0
0
0
0
Cardiología
1
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
1
PABELLON 5
1831
165
172
195
153
176
121
126
131
160
145
148
139
Ginecología
1053
100
106
118
94
68
77
79
80
77
81
94
79
230
13
12
15
13
67
9
10
14
24
15
16
22
9
5
0
1
1
0
0
0
0
0
0
2
Cirugía de Cabeza y Cuello
Cirugía Torácica y Cardiovascular
Cirugía Vascular periférico y Angiología
Urología
Oftalmología
3er PISO
Cirugía de Cabeza y Cuello
Aqv
0
0
31
3
2
4
2
4
3
3
0
3
2
2
3
186
18
25
19
12
10
11
8
14
15
23
14
17
19
0
2
7
0
1
0
2
0
4
2
1
0
298
25
25
31
31
26
21
24
23
34
21
19
18
Otorrinolaringologia
1
1
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
Cirugía
4
0
0
0
0
0
0
0
0
3
1
0
0
PABELLON 6
2496
246
238
255
237
213
125
171
197
184
225
231
174
Cirugía
Cardiología
Neurocirugía
Obstetricia
Oncología
2476
243
237
254
235
211
125
170
197
183
220
227
174
Traumatología
4
0
1
0
1
0
0
0
0
0
1
1
0
Ginecología
4
1
0
1
0
0
0
0
0
1
0
1
0
Dental
3
1
0
0
1
0
0
1
0
0
0
0
0
Urologia
2
1
0
0
0
0
0
0
0
0
0
1
0
Obstetricia
1
0
0
0
0
1
0
0
0
0
0
0
0
Oncología
1
0
0
0
0
1
0
0
0
0
0
0
0
Aqv
1
0
0
0
0
0
0
0
0
0
1
0
0
Cirugía de Cabeza y Cuello
3
0
0
0
0
0
0
0
0
0
2
1
0
Neurocirugía
1
0
0
0
0
0
0
0
0
0
1
0
0
2142
191
183
217
197
178
161
201
170
174
172
149
149
SOMI
459
45
40
57
43
44
35
28
28
35
33
38
33
1683
146
143
160
154
134
126
173
142
139
139
111
116
CIRUGIA PLASTICA
875
105
89
94
95
68
44
48
62
46
59
83
82
Cirugía Plástica y Quemados
875
105
89
94
95
68
44
48
62
46
59
83
82
2112
205
163
184
194
142
190
151
151
145
152
220
215
Ginecología
Obstetricia
CIRUGIA DE DIA (PAB. 9)
30
1
4
3
4
1
0
0
0
1
3
6
7
Cirugía
458
61
44
43
38
27
22
33
53
32
42
23
40
Cirugía de Cabeza y Cuello
Aqv
315
31
29
42
37
26
27
20
18
18
16
16
35
Cirugía Torácica y Cardiovascular
3
0
0
1
1
1
0
0
0
0
0
0
0
Cirugía Vascular periférico y Angiología
0
0
0
0
1
0
0
1
0
0
0
0
0
Dental
60
2
6
4
5
6
4
5
4
4
6
5
9
Ginecología
57
4
0
2
6
5
9
6
6
9
3
3
Neurocirugía
16
0
1
1
1
1
0
1
4
3
0
1
3
Oftalmología
506
46
31
27
44
26
74
39
28
35
42
49
65
Otorrinolaringología
322
Traumatología
4
37
24
33
31
23
35
26
28
24
19
15
27
238
23
24
28
26
25
18
18
10
19
12
11
24
Oncología
2
0
0
0
0
1
0
1
0
0
0
0
0
Urología
3
0
0
0
0
0
1
1
0
0
0
0
1
100
0
0
0
0
0
0
0
0
0
9
91
0
44
4
6
5
3
5
2
3
2
2
2
3
7
CIRUGIAS MENORES
2680
221
234
210
225
163
197
205
221
206
239
332
227
Oftalmología
1058
97
84
84
92
62
50
70
85
97
116
128
93
411
38
49
45
35
33
20
27
24
30
29
48
33
1211
86
101
81
98
68
127
108
112
79
94
156
101
463
34
Cirugía Plástica y Quemados
OFTALMOLOGIA (Qx. Mayores)
Oncología
Dental
Anestesia Extraquirúrgico
Fuente: Registro Libro SOP
23
50
52
31
35
55
37
39
27
35
45
Elaborado por: Unidad de Estadística
Se ha realizado 15,616 intervenciones quirúrgicas, 12,936 corresponde a cirugías mayores y 2680 a
cirugías menores, asimismo 462 anestesias extraquirúrgicas en los diferentes procedimientos en
diversas especialidades que lo han requerido.
Oficina de Epidemiología y Salud Ambiental
Página 125
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
Análisis de Situación de Salud 2014
GRAFICO Nº 014
DEMANDA DE INTERVENCIONES QUIRURGICAS POR SOP
Intervenciones Quirúrgicas por SOP 2014
2500
2000
1500
1000
500
0
Oncologí Cirugía Oftalmol
a
Plástica
ogía
Nº de Qx.
411
875
1102
%
2.63
5.60
7.06
Dental
3er piso
1211
1668
Emerge
ncia
1768
7.75
10.68
11.32
Pab. 5
SOMI
1831
Cirugía
de día
2112
Pab. 6
2142
2496
11.73
13.52
13.72
15.98
La SOP del Pab. 6 es la que muestra mayor demanda con 2496 intervenciones quirúrgicas.
TABLA Nº 076
DEMANDA DE INTERVENCIONES QUIRURGICAS POR ESPECIALIDADES
TOTAL
ESPECIALIDAD
Nro
TOTAL
MESES
%
Ene
Feb
Mar
Abr
May
Jun
Jul
Ago
Set
Oct
Nov
Dic
15616
100 %
1428
1371
1452
1385
1233
1113
1181
1216
1218
1283
1460
Aqv
47
0.3 %
6
4
5
6
2
0
0
0
1
5
9
Cardiología
32
0.2 %
3
2
4
2
4
3
3
0
3
2
2
4
553
3.5 %
44
42
57
50
95
36
30
32
42
33
34
58
Cirugia de Cabeza y Cuello
Cirugia general
1276
9
4293
27.5 %
424
388
417
391
352
256
309
359
331
379
356
331
Cirugía Plástica Quemados
975
6.2 %
105
89
94
95
68
44
48
62
46
68
174
82
Cirugía Torácica y Cardiovascular
182
1.2 %
14
22
20
16
14
12
15
18
14
12
14
11
Cirugía Vascular periférico y Angiología
221
1.4 %
13
10
20
22
21
17
14
17
25
25
19
18
Dental
1276
8.2 %
89
107
85
104
74
132
115
116
83
100
161
110
Ginecologia
1734
11.1 %
156
160
196
162
126
135
125
128
132
135
150
129
Neumología
1
0.0 %
0
0
0
0
0
0
0
0
0
1
0
0
306
2.0 %
29
36
28
18
25
20
17
25
25
31
24
28
Obstetricia
1704
10.9 %
146
145
167
154
136
126
175
142
143
141
112
117
Oftalmologia
1609
10.3 %
147
121
116
139
93
126
112
115
134
160
180
166
Oncologia
667
4.3 %
61
69
67
62
61
38
50
44
62
44
61
48
Otorrinolaringología
324
2.1 %
38
24
33
31
23
35
26
28
24
19
16
27
1071
6.9 %
102
102
93
83
89
83
83
76
97
77
94
92
Urologia
621
4.0 %
51
50
50
50
50
50
59
54
56
51
54
Anestesia Extraquirúrgico
463
Neurocirugía
Traumatologia
34
23
50
52
31
35
Mar
Abr
May
46
55
37
39
27
35
45
Jun
Jul
Ago
Set
Oct
Nov
Dic
RENDIMIENTO QUIROFANO
MESES
ESPECIALIDAD
TOTAL
Ene
Total de Intervenciones
15616
1428
1371
1452
1385
1233
1113
1181
1216
1218
1283
1460
18
18
18
18
18
18
18
18
18
18
18
18
79.3
76.2
80.7
76.9
68.5
61.8
65.6
67.6
67.7
71.3
81.1
70.9
165
2
152
2
153
2
152
2
152
2
143
2
137
143
139
151
136
145
76.5
76.0
76.0
71.5
2
69.5
2
75.5
2
76.0
2
71.5
2
82.5
2
68.5
68.0
72.5
1263
18
1219
18
1299
18
1233
18
1081
18
970
18
1044
1073
1079
1132
1324
1131
72.2
68.5
60.1
53.9
18
59.6
18
59.9
18
62.9
18
67.7
18
58.0
18
70.2
73.6
62.8
Número de Quirofanos
EMERGENCIA
1768
Número de Quirofanos
ELECTIVAS
13848
Número de Quirofanos
Feb
1276
Fuente: Registro Libro SOP
Elaborado por: Unidad de Estadística
Cirugía General es la especialidad que tiene la mayor demanda de SOPs con 27.5% con 4,292
intervenciones quirúrgicas en 2014, seguida de Ginecología con 11.1%
(1734 Int. Quir.) y
Obstetricia con 10.9% ( 1704 interv. Quir.).
Oficina de Epidemiología y Salud Ambiental
Página 126
Análisis de Situación de Salud 2014
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
3.6 COMPORTAMIENTO DE LAS INFECCIONES INTRAHOSPITALARIAS
COMPORTAMIENTO DE LAS IAAS AÑO 2014
Las infecciones asociadas a la atención en salud (IAAS) son un problema de Salud Pública porque
aumentan la morbilidad y mortalidad en los establecimientos además de aumentar los costos de la
atención. Los principales factores de riesgo de adquirir infecciones son las condiciones propias de los
pacientes y sus patologías, las intervenciones y procedimientos asistenciales que conllevan riesgo y
algunos aspectos ambientales, siendo las condiciones propias de los pacientes el principal riesgo, sin
embargo son muy poco modificables. Los aspectos ambientales son muy modificables, sin embargo
su impacto en la transmisión de los agentes puede ser bajo. Los aspectos más modificables son los
asociados a procesos de atención, que es el foco de la mayoría de los programas de prevención y
control de infecciones en la actualidad.
En el Perú desde el 2005
viene realizando la vigilancia epidemiológica de las infecciones
intrahospitalarias, la cual tiene como característica de ser activa, selectiva y focalizada; Actualmente
se vigila trece tipos de infecciones intrahospitalarias los cuales están focalizados en cinco servicios
de hospitalización.
Importante resaltar que la vigilancia epidemiológica es una actividad fundamental para identificar
problemas, orientar las medidas de intervención y evaluar su impacto. La vigilancia aporta
información sobre las infecciones y sus tendencias, siendo de especial interés el desarrollo de
indicadores que permitan a los establecimientos, además de evaluar sus tendencias, conocer si los
niveles alcanzados son comparables con otros establecimientos similares.
La vigilancia epidemiológica de las IAAS en nuestra institución es realizada por enfermeras
capacitadas, las cuales revisan sistemáticamente las historias clínicas de pacientes hospitalizados
comparando los hallazgos clínicos y de laboratorio de estos pacientes con definiciones
estandarizadas. Para estos efectos, las enfermeras están a tiempo completo dedicadas a la vigilancia,
prevención y control de las infecciones.
Los datos de la vigilancia en este informe se presentan en gráficos que expresan la tasa de cada una
de las infecciones sujetas a vigilancia por servicio así como también las tendencias observadas en el
tiempo, total de infecciones captadas por el equipo de enfermeras del SVIIH son 532 IAAS y se han
vigilado 23312 pacientes con FR siendo la tasa de Incidencia General de 2.3 ligeramente mayor a la
del 2013 que fue de 2.0%.
Oficina de Epidemiología y Salud Ambiental
Página 127
Análisis de Situación de Salud 2014
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
RESULTADOS:
TASA DE INCIDENCIA DE LAS IIH POR AÑO HASTA EL 2014
La tendencia de la tasa de incidencia general Acumulada de Infecciones Intrahospitalarias
(IIH) del 2005 al 2014 es a incrementarse ligeramente de 2% a 2.3%.
TASA DE PREVALENCIA DE LAS IIH POR AÑO HASTA EL 2014
La tendencia de la tasa de prevalencia de las IAAS del 2007 a Marzo del 2014 es a disminuir
de 4.2% a 1.6%.
Oficina de Epidemiología y Salud Ambiental
Página 128
Análisis de Situación de Salud 2014
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
PRINCIPALES INFECCIONES INTRAHOSPITALARIAS SEGÚN TIPO DE
INFECCIONHAL * ACUMULADO 2014
Fuente: Sistema de Vigilancia de IIH-HAL
Se aprecia en el siguiente gráfico que el acumulado hasta el 2014 las Neumonías asociadas a
VM están ocupando el Primer lugar con 10.9 cifra mayor a la del promedio nacional que es
de 8.3, en segundo lugar las Bacteriemias asociado a CVC con 9.3 cifra también mayor
comparado con la tasa promedio nacional que es de 2.5, en tercer lugar las Flebitis asociado
a CVP con 4.2 cifra ligeramente menor a la del promedio nacional que es 4.5, en cuarto lugar
las IHO pos parto cesárea con 2.0 cifra también mayor a la del promedio nacional que es de
1.2, en quinto lugar la endometritis post parto cesárea con 1.2 cifra mayor a la del promedio
nacional que es de 0.4, en sexto la endometritis post parto vaginal con 1.1 cifra mayor a la del
promedio nacional que es de 0.3, en séptimo lugar están las ITUs asociada a CUP con 2.2
cifra menor a la del promedio nacional con 3.38, en octavo las IHO post colecistectomía con
0 y en noveno lugar las IHO post hernio plastias también con 0.
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Análisis de Situación de Salud 2014
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
DISTRIBUCION DE LAS INFECCIONES INTRAHOSPITALARIAS POR
SERVICIOS VIGILADOS * ACUMULADO 2014
N=53
2
Fuente: Sistema de Vigilancia de IIH-HAL
De las 532 infecciones Intrahospitalaria captadas durante el año 2014 en los diferentes
servicios sujetos a vigilancia, el 49% (258) se presentó en los servicios de Medicina, el 16%
83) en el servicio de Gineco*obstetricia, el 15% (82) en UCI/1, el 10% (54) en cirugía, el 6%
(32) en UCIN, el 3% (18) en Neonatología y el 1% (5) en UCI Coronaria.
PATOGENOS AISLADOS EN MUESTRAS MICROBIOLOGICAS
* ACUMULADO HAL 2014
N=251
Fuente: Sistema de Vigilancia de IIH-HAL
En el presente grafico se observa que de las 532 (100%) infecciones Intrahospitalaria
captadas hasta en el año 2014 el 47% (251) tuvo al menos una muestra microbiológica;
encontrándose diversos patógenos, siendo los más frecuentes: Pseudomona aeroginosa 19%
(47), Staphilococus áureus con 12% (31), Klebsiella Neumoniae y Acinetobacter con 12%
(30) respectivamente, Staphilococus Coagulosa (-) con 10% (26), Cándida Albicans con 10%
(25) y E. Coli con 8% (21), entre otros pero en menor cantidad como se aprecia en el gráfico.
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Página 130
Análisis de Situación de Salud 2014
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
A continuación detallaremos el comportamiento de éstas infecciones en cada uno de los
Servicios sujetos a vigilancia.
SERVICIO DE NEONATOLOGIA
La vigilancia en este servicio es activa, selectiva y focalizada, según la Norma Técnica
Nacional de Infecciones Intrahospitalarias, NT Nº 26- MINSA/OGE-V.01 – 2,004,
implementada en nuestro hospital, en este servicio se vigila básicamente las Neumonías
asociadas a Ventilación Mecánico, las infecciones del torrente sanguíneo asociado a catéter
venoso periférico y las bacteriemias asociado a catéter asociadas a Catéter Venoso Central
(CVC), es importante resaltar que la vigilancia es por kilo de peso considerando a los
menores de 1500 gr., a los de 1501 gr. a 2500 gr. y a los mayores de 2501 gr.
La densidad de incidencia general de Infecciones Intrahospitalarias (IIH) para este servicio en
el año 2014 fue de 8.1 x 1000 días de exposición (18/2225), cifra menor a la del año 2013 que
fue de 11.1 x 1000 días de exposición (23/2067).
De las 18 infecciones Intrahospitalaria captadas durante el año 2014 en este servicio por el
Sistema de Vigilancia del Hospital el 67% (12) corresponden a las bacteriemias asociadas a
catéter venoso central y el 28% (5) las Infecciones del torrente sanguíneo asociado a catéter
venoso periférico y el 5% (1) corresponden a las Neumonías asociadas a VM.
A continuación describo la tendencia de estas infecciones:
La densidad de incidencia de Bacteriemia asociadas a CVC en el 2014 es de 21.3 x 1000 días
de exposición (12/563) cifra ligeramente mayor a la del 2013 que fue de 20.7x 1000 días de
exposición a CVC (9/435).
Las 12 bacteriemias captadas en el 2014 fueron confirmadas por laboratorio siendo los
gérmenes: Pseudomona (1), Acinetobacter (1), klebsiella sp (2),Staphilococus aureus(1),
enterobacter (1), Staphilococus Coagulasa negativo (4), E. Coli (2)
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DENSIDAD DE INCIDENCIA DE BACTERIEMIA ASOCIADO A CATETER VENOSO
CENTRAL EN EL SERVICIO DE NEONATOLOGÍA * HAL 2009 AL 2014
Promedio Nac. 4.9
Fuente: Sistema de Vigilancia de IIH-HAL
Se puede apreciar en el presente gráfico la línea de tendencia de las bacteriemias asociadas a
catéter venoso central del 2009 al 2014, es a mantenerse sin embargo se observa claramente
que durante este periodo se ha presentado 1 episodio importante en el mes de agosto del 2013
(brote) se investigó y se intervino oportunamente y se evitó que continúe el incremento.
Así mismo podemos resaltar que el grupo más vulnerable son los niños con peso menor se
1500grs, comparando con los RN de 1501 a 2500 y mayores de 2501 gr.
El comportamiento de la densidad de Incidencia de Neumonías Intrahospitalarias (NIH)
asociados al uso de ventilador mecánico (VM) en el Servicio de Neonatología en el 2014 es
de 1.2 x 1000 días de exposición (1/847) cifra ligeramente menor a la del 2013 que fue de 8.4
x 1000 días de exposición a CVC (6/709).
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DENSIDAD DE INCIDENCIA DE NEUMONÍA ASOCIADO A VENTILADOR
MECÁNICO EN EL SERVICIO DE NEONATOLOGÍA * HAL 2009 AL 2014
Promedio Nac.
5.25
Fuente: Sistema de Vigilancia de IIH-HAL
Observamos en el gráfico que el comportamiento de las Neumonías asociadas a VM del
2009 al 2014 es ondulante y a no presentarse, sin embargo apreciamos que en el mes de
agosto del 2013 hay un incremento significativo de la tasa NO por el número de Neumonías
sino por los días de exposición que son pocos y hace que estemos por encima del promedio
nacional. Asimismo importante resaltar que el grupo más vulnerable son los niños con peso
menor se 1500grs, comparando con los RN de 1501 a 2500 y mayores de 2501 gr.
La tasa de densidad de incidencia de ITS asociada CVP en el 2014 es de 6.1 x 1000 días de
exposición (5/815) cifra ligeramente menor a la del 2013 que fue de 8.7x 1000 días de
exposición a CVC (8/923).
Importante resaltar que los 05 casos captados en este 2014 fueron confirmados por
laboratorio germen identificados: Staphilococcus coagulase negativo (3),Acinetobacter (1) y
Klebsiella (1).
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Página 133
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DENSIDAD DE INCIDENCIA DE ITS ASOCIADO A CATETER VENOSO
PERIFERICO EN EL SERVICIO DE NEONATOLOGÍA * HAL 2009 AL 2014
Promedio Nac. 1.83
Fuente: Sistema de Vigilancia de IIH-HAL
Observamos en el gráfico que el comportamiento de las ITS asociadas a CVP del 2009 al
2014 es ondulante con 6 episodios importantes que podría pensar que estamos frente a
probables brotes y resaltar que en el mes de octubre del 2011 la tasa fue de 19.6 x 1000 días
de exposición a CVP (1/51) , en el mes de enero del 2012 también observamos otro
incremento de 27.8 x 1000 días de exposición a CVP (2/72), en noviembre del 2012 con una
tasa de 16.1 x 1000 días de exposición a CVP (1/62), en el 2013 en el mes de julio con 19.2 x
1000 días de exposición a CVP (2/104), en el 2014 en el mes de abril 24x 1000 días de
exposición a CVP (2/82) y en el presente mes con 22.7 x 1000 días de exposición a CVP
(1/44), resaltar que en cada uno de estos incrementos se investigó y se concluyó que estos
incrementos No es por el número de ITS sino porque se han disminuido los días de
exposición, Así mismo resaltar que el grupo más vulnerable son los niños con peso menor se
1500grs, comparando con los RN de 1501 a 2500 y mayores de 2501 gr.
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Página 134
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SERVICIO DE GINECO-OBSTETRICIA
La vigilancia en este servicio es activa, selectiva y focalizada, según la Norma Técnica
Nacional de Infecciones Intrahospitalarias, NT Nº 26- MINSA/OGE-V.01 – 2,004,
implementada en nuestro hospital, en este servicio se vigila las Endometritis post parto
vaginal, Endometritis post parto cesárea y las Infecciones de herida operatoria post cesárea.
La Incidencia Acumulada General de IIH para este servicio en el 2014 fue de 1.4% (83/5878)
cifra ligeramente mayor a la presentada en el 2013 que fue de 1.1% (60/5286).
De las 83 infecciones Intrahospitalaria captadas en el 2014, en este servicio por el Sistema de
Vigilancia del Hospital el 41% (34) corresponde a las Infecciones de herida operatoria post
cesárea, el 34% (28) corresponden a las endometritis post parto vaginal, y el 25% (21)
corresponden a las endometritis post cesárea.
A continuación señalaremos el comportamiento de cada una de las infecciones presentadas en
este servicio.
La Tasa de Incidencia Acumulada (T.I.A) de Endometritis por PV en el 2014 es de 1.1%
(28/2466) cifra ligeramente mayor a la presentada en el 2013 que fue de 1.0% (24/2430),
importante resaltar que en ambos años estamos por encima del promedio nacional y
categórico.
TASA DE INCIDENCIA DE ENDOMETRITIS POR PARTO VAGINAL EN EL
SERVICIO DE GINECO-OBSTETRICIA * HAL 2009 AL 2014.
Promedio Nac. 0.23
Fuente: Sistema de Vigilancia de IIH-HAL
Se puede apreciar en el presente gráfico que la línea de tendencia de esta IIH del 2009 al 2014
es a mantenerse especialmente en este último año, sin embargo se observa cuatro picos
importante durante este periodo en el agosto del 2009 (brote) con 2.7% (5/185), así como en
setiembre del 2012 con 2.1 (4/193), setiembre del 2013 con 3.0 (6/225) y enero del 2014 con
2.8 (6/212) importante resaltar que este último incremento se debió a un probable brote a esta
infección, los miembros del CIIH investigaron y concluyeron que los casos eran aislados
descartando la posibilidad de brote.
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Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
La Tasa de Incidencia Acumulada (T.I.A) de Endometritis por Cesárea, en el 2014 es de 1.2
(21/1706), cifra ligeramente menor a la del 2013 que fue de 1.3% (19/1428), sin embargo en
ambos años estamos por encima del promedio nacional y categórico.
TASA DE INCIDENCIA DE ENDOMETRITIS POR PARTO CESÁREA EN EL
SERVICIO DE GINECO-OBSTETRICIA * HAL 2009 AL 2014
Promedio Nac. 0.49
Fuente: Sistema de Vigilancia de IIH-HAL
Observamos que la tendencia de las endometritis por parto cesárea del 2009 al 2014 es
ondulante y a disminuir sobre todo en los últimos meses del 2014, importante resaltar que
durante el 2009 al 2014 se han presentado tres picos importantes en el mes de abril del 2009
con 2.6% (3/117) (brote), setiembre del 2013 con 2.9% (4/138) y en agosto del 2014 con 2.8
(4/145) los mismos que fueron comunicados al comité de IIH institucional en forma oportuna
para su intervención concluyendo que son incrementos aislados, sin embargo aún estamos por
encima del promedio nacional que es de 0.49.
La Tasa de Incidencia Acumulada (T.I.A) de la IHO post Cesárea en el 2014 es de 2.0%
(34/1706) cifra mayor a la del 2013 que fue de 1.1% (17/1428).
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Página 136
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TASA DE INCIDENCIA INFECCIÓN DE HERIDA OPERATORIA POR CESAREA
EN EL SERVICIO DE GINECO-OBSTETRICIA * HAL 2009 AL 2014
Promedio Nac. 1.20
Fuente: Sistema de Vigilancia de IIH-HAL
Se puede apreciar claramente en el gráfico que el comportamiento de esta IIH del 2009 al
2014 es al incremento, así mismo observamos tres picos importantes en Junio del 2012 con
5.9% (7/119) brote, situación similar tenemos en el mes de marzo del 2013 con 5.3%
(6/114) brote y en el mes de agosto del 2014 con 4.1 (6/145) brote, lo que ha generado que
nuestros valores estén muy por encima de lo esperado y del promedio nacional, importante
resaltar que estos incrementos fueron comunicados en forma oportuna al comité de IIH
institucional para su intervención oportuna no solo en estos picos sino en forma permanente
por el incremento.
DEPARTAMENTO DE MEDICINA
La vigilancia en este servicio es activa, selectiva y focalizada, según la Norma Técnica
Nacional de Infecciones Intrahospitalarias, NT Nº 26- MINSA/OGE-V.01 – 2,004,
implementada en nuestro hospital, en este servicio se vigila las infecciones del tracto urinario
asociadas a Catéter Urinario Permanente (uso por más de 24 hrs.), y las Flebitis asociadas a
Catéter Venoso Periférico (CVP).
La tasa de Incidencia Acumulada General de IIH para este servicio en el 2014 es 3.9 x 1000
días de exposición (258/65455) cifra mayor a la del 2013 que fue de 2.8 x 1000 días de
exposición (168/60746).
De las 258 infecciones Intrahospitalaria captadas en el 2014 en este servicio por el Sistema
de Vigilancia del Hospital el 99.6% (257) corresponden a las Flebitis asociadas a catéter
venoso periférico y el 0.4% (1) correspondes a las ITU asociadas a catéter urinario
permanente.
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Página 137
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A continuación señalaremos cada una de las infecciones presentadas en este servicio.
La densidad de incidencia de ITU asociado al uso de CUP en el 2014 es de 0.1 x 1000 días de
exposición a CUP (1/8063) cifra menos a la del 2013 que fue de 1.1 x 1000 días de
exposición (8/7524).
DENSIDAD DE INCIDENCIA DE ITU ASOCIADO A CATETER URINARIO
PERMANENTE EN EL SERVICO DE MEDICINA * HAL 2009 AL 2014
Promedio Nac. 3.28
Fuente: Sistema de Vigilancia de IIH-HNAL
La tendencia de las Infecciones del tracto Urinario (ITU) asociado a catéter urinario es al
descenso de 7.0 x 1000 días de exposición en enero 2009 a 0 x 1000 días de exposición en
Diciembre del 2014, por lo que estamos por debajo del promedio nacional y categórico.
La densidad de incidencia de Flebitis asociado al uso de CVP en el 2014 es de 4.5 x 1000 días
de exposición a CVP (257/57392) cifra mayor a la del 2013 que fue de 3.0 x 1000 días de
exposición a CVP (160/53222), es decir que por cada mil días CVP, 5 pacientes presentara
una flebitis.
DENSIDAD DE INCIDENCIA DE FLEBITIS ASOCIADO A CATETER VENOSO
PERIFÉRICO EN EL SERVICO DE MEDICINA* HAL 2009 AL 2014
PromedioCateg.4.5
Fuente: Sistema de Vigilancia de IIH-HAL
La tendencia de la tasa de densidad de incidencia de FLEBITIS asociado a CVP, del año
2009 hasta 2014 es al incremento sobre todo en este último mes de diciembre que fue de 6.9 x
1000 días de exposición a CVP (34/4912) lo que hace que estemos por encima del promedio
nacional y categórico, se comunicó al Departamento de enfermería para la intervención
oportuna y así evitar continúe el incremento.
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Página 138
Análisis de Situación de Salud 2014
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DEPARTAMENTO DE CIRUGIA
La vigilancia en este servicio es activa, selectiva y focalizada, según la Norma Técnica
Nacional de Infecciones Intrahospitalarias, NT Nº 26- MINSA/OGE-V.01 – 2,004,
implementada en nuestro hospital, en este servicio se vigila las infecciones del tracto urinario
asociadas a Catéter Urinario Permanente (uso por más de 24 hrs.), y las Flebitis asociadas a
Catéter Venoso Periférico (CVP) además las Infecciones de herida operatoria post
colecistectomía y hernio plastia.
La Densidad de Incidencia Acumulada General de IAAS en este servicio para el 2014 fue de
2.6% x 1000 días de exposición (54/20718), cifra ligeramente menor comparada con la tasa
del 2013 que fue de 2.9% x 1000 días de exposición (62/21368.
De las 54 infecciones Intrahospitalarias captadas en el 2014 en estos servicios por el Sistema
de Vigilancia del Hospital el 100% (54) corresponden a las Flebitis asociadas a catéter venoso
periférico y tanto las ITU asociadas a catéter urinario permanente, Infecciones de herida
operatoria post colecistectomía y las infecciones de herida operatoria post hernio plastia están
0% respectivamente.
A continuación señalaremos cada una de las infecciones presentadas en este servicio.
La densidad de Incidencia de ITU asociado al uso de CUP durante el 2014 es de 0 x 1000
días de exposición CUP (0/1706), es decir que por cada mil días de CUP ningún paciente
hará una ITU.
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Página 139
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Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
DENSIDAD DE INCIDENCIA DE ITU ASOCIADO A CATETER URINARIO
PERMANENTE EN EL DEPARTAMENTO DE CIRUGÍA * HAL 2009 AL 2014
Promedio Nac. 2.10
Fuente: Sistema de Vigilancia de IIH-HAL
Se puede apreciar
que
la tendencia de las ITU asociada a CUP
durante tres años
consecutivos es ondulante y a no presentarse y obviamente una marcada ausencia de esta
infección tanto en el año 2010, 2012, 2013 y 2014; asimismo apreciamos que en el 2009 se
observa un incremento en el mes de julio, presentándose el pico más alto con 17.5 x 1000
días de exposición (2/114), superando el promedio nacional y categórico lo que hace pensar
que estaríamos frente a un brote, sin embargo se hizo la investigación y se descartó esta
posibilidad ya que los casos presentados fueron aislados uno del otro.
La densidad de incidencia de Flebitis asociado al uso de CVP para el año 2014 fue de 3.1 x
1000 días de exposición a CVP (54/17179) es decir que por cada mil días de CVP 3 pacientes
presentarían flebitis asociado a catéter periférico permanente, esta cifra es similar a la
presentada en el 2013 que fue de 3.4 x 1000 días de exposición a CVP (61/17751) es decir
que por cada mil días de CVP 3 pacientes presentarían flebitis asociado a catéter periférico
permanente, es decir no ha presentado ninguna variación.
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Página 140
Análisis de Situación de Salud 2014
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
DENSIDAD DE INCIDENCIA DE FLEBITIS ASOCIADO A CATETER VENOSO
PERIFÉRICO EN EL DEPARTAMENTO DE CIRUGÍA* HAL 2009 AL 2014
Fuente: Sistema de Vigilancia de IIH-HAL
Observamos en el gráfico que la línea de tendencia de las flebitis asociados a CVP del 2009
al 2014 en estos servicios es ondulante y al descenso de 6.3 x 1000 días de exposición
(8/1262) en diciembre del 2013 a 1.4 x 1000 días de exposición a CVP (2/1479) en
diciembre del 2014, por lo que hace que en los servicios de cirugía estemos por debajo del
promedio categórico.
Incidencia Acumulada de Infección de Sitio Quirúrgico en Post Colecistectomías, para el año
2014 fue de 0% (0/1587), cifra menor a la presentada en el año 2013 que fue de 0.1%
(1/1676), lo que hace que estemos por debajo del promedio nacional que es de 0.34%.
TASA DE INCIDENCIA DE INFECCION DE HERIDA OPERATOTIA POST
COLECISTECTOMIA EN EL DEPARTAMENTO DE CIRUGÍA* HAL 2009 AL 2014
Promedio Nac. 0.34
Fuente: Sistema de Vigilancia de IIH-HAL
Observamos en el gráfico que la tendencia de esta infección del 2009 al 2014 es ondulante y a
no presentarse especialmente en el presente año.
En relación a la Incidencia Acumulada de Infección de Sitio Quirúrgico en Post Hernio
plastia Inguinal, del 2009 al 2014 se han presentado ninguna IIH es decir “0”, importante
resaltar que por seis años consecutivos la tasa es “0”, por lo que estamos por debajo del
promedio nacional y categórico.
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Página 141
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Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
UNIDAD DE CUIDADOS INTENSIVOS (UCI/1)
La vigilancia en este servicio es activa, selectiva y focalizada, según la Norma Técnica
Nacional de Infecciones Intrahospitalarias, NT Nº 26- MINSA/OGE-V.01 – 2,004,
implementada en nuestro hospital, en este servicio se vigila las Neumonías asociadas a
Ventilación Mecánica, las infecciones del tracto urinario asociadas a Catéter Urinario
Permanente (uso por más de 24 hrs.), y las bacteriemias asociadas a Catéter Venoso Central
(CVC).
La Tasa de Densidad de Incidencia Acumulada de IIH en este servicio en el 2014 es de 9.1 X
1000 días de exposición (82/8974) cifra menor a la presentada en el año 2013 que fue de
13.7 X 1000 días de exposición (78/5676).
De las 82 infecciones Intrahospitalaria captadas en el 2014 en este servicio por el Sistema de
Vigilancia del Hospital el 45% (37) corresponden a las neumonías asociadas a ventilador
mecánico, el 32% (26) correspondes a las bacteriemias asociadas a catéter venoso central y el
23% (19) a las ITU asociadas a catéter urinario permanente.
A continuación señalaremos cada una de las infecciones presentadas en este servicio.
La Tasa de Densidad de Incidencia de Neumonía asociado al uso de Ventilador Mecánico,
para el 2014 fue de 12.7 x 1000 días de exposición a VM (37/2915); es decir que por cada mil
días de VM, 33 pacientes presentarían Neumonía, esta cifra es menor a la presentada en el
año 2013 que fue de 23.2 x 1000 días de exposición a VM (41/1767); es decir que por cada
mil días de VM, 23 pacientes presentarían Neumonía.
Importante resaltar que las 37 Neumonías captadas en el 2014 fueron confirmadas por
laboratorio siendo los gérmenes identificados: Pseudomona Aeruginosa (11), Klebsiella
Neumoniae (6), Acinetobacter (11), enterobacter (1), E. Coli (1), candida tropicalis (1),
Candida Albicans (2), Staphilococus aureus (2), staphilococus coagulasa negativo (1) y
clínica (1).
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Página 142
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Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
DENSIDAD DE INCIDENCIA DE NEUMONÍA ASOCIADO A VENTILADOR
MECÁNICO EN EL SERVICIO DE UCI/1* HAL 2009 AL 2014
Promedio Nac. 11.46
Fuente: Sistema de Vigilancia de IIH-HAL
Apreciamos la tendencia de la densidad de Incidencia de Neumonía asociado a VM de Enero
del 2009 al 2014 es a disminuir de 33 x 1000 días de exposición a VM (3/91) en enero del
2009 a 14.4 x 1000 días de exposición a VM (3/209) en Diciembre del 2014, sin embargo aún
continuamos por encima del promedio nacional y categórico; Asimismo apreciamos que
durante este periodo se han presentado tres picos importantes entre ellos tenemos: marzo del
2012 con 39.1 x 1000 días de exposición a VM (5/128), seguido de enero del 2013 con 54.3 x
1000 días de exposición a VM (7/129) y el otro incremento se vio en el mes de agosto del
2013 con 39.1 x 1000 días de exposición a VM (5/128) lo que hizo que estemos por encima
del promedio nacional y categórico.
En relación a la Tasa de Densidad de Incidencia de ITU asociado al uso de CUP para este año
2014 fue de 6.3 x 1000 días de exposición a CUP (19/3032), es decir que por cada mil días de
CUP, 6 pacientes presentarían ITU esta cifra menor a la presentada en el año 2013 que fue de
9.9 x 1000 días de exposición a CUP (19/1925), es decir que por cada mil días de CUP, 10
pacientes presentarían ITU.
Importante resaltar que las 19 ITUs captadas en el año 2014 estas fueron confirmadas por
laboratorio siendo los gérmenes aislados: Candida Albicans (6), Klebsiella sp (2),Candida sp
(2), E. Coli (1), Enterococo (2), Acinetobacter (1) y Pseudomona (5)
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Página 143
Análisis de Situación de Salud 2014
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
DENSIDAD DE INCIDENCIA DE ITU ASOCIADO A CATETER URINARIO
PERMANENTE EN EL SERVICO DE UCI/1* HAL 2009 AL 2014
Promedio Nac. 3.38
Fuente: Sistema de Vigilancia de IIH-HAL
La tendencia de las Infecciones del tracto Urinario (ITU) asociado a catéter urinario del 2009
al 2014 es a mantenerse con un ligero incremento en el año 2013 especialmente en los meses
de Junio y Julio del 2013 con 24 x 1000 días de exposición a CUP (3/125) y 24 x 1000 días
de exposición a CUP (4/167) respectivamente , así como en el mes de octubre del 2014 con
20.8 x 1000 días de exposición a CUP (5/240), lo que hace que estemos por encima del
promedio nacional y categórico.
En relación a la Tasa de Densidad de Incidencia de ITS asociado al uso de CVC para el año
2014 fue de 8.6 x 1000 días de exposición a CVC (26/3027), es decir que por cada 1000 días
de CVC, 9 pacientes presentaría ITS, cifra ligeramente menor a la del año 2013 fue de 9.1 x
1000 días de exposición a CVC (18/1984), es decir que por cada 1000 días de CVC, 9
pacientes presentaría ITS.
Las 26 bacteriemias captadas en el 2014, fueron confirmadas por laboratorio siendo los
gérmenes aislados: Pseudomona Aeroginosa (6), Cándida Albicans (2), Staphilococus
Coagulasa Negativo (9), Serratea morgani (1), Staphilococus Aureus (2), Enterococus (2),
Acinetobacter (2), Sp Saprophyticus (1) y Hemolytus (1).
Oficina de Epidemiología y Salud Ambiental
Página 144
Análisis de Situación de Salud 2014
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
DENSIDAD DE INCIDENCIA DE BACTERIEMIA ASOCIADO A CATETER
VENOSO CENTRAL EN EL SERVICO DE UCI/1* HAL 2009 AL 2014
Promedio Nac.
2.5
Fuente: Sistema de Vigilancia de IIH-HAL
En el gráfico se observa que la tendencia de la Densidad de Incidencia de las Bacteriemias del
2009 hasta el tercer trimestre del presente año es ondulante y a disminuir, sin embargo
apreciamos 02 picos importantes en el mes de marzo del 2013 con 25.2 x 1000 días de
exposición a CVC (4/159) y en el mes de abril de presente año con 21 x 1000 días de
exposición a CVC (5/238), lo que hizo que pensemos de probables brotes, el comité de IIH
investigo y descartó esta posibilidad de ser un brote puesto que los casos fueron aislados,
importante mencionar que en el presente mes aun continuamos por encima del promedio
nacional y categórico que es de 2.5.
Oficina de Epidemiología y Salud Ambiental
Página 145
Análisis de Situación de Salud 2014
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
UNIDAD DE CUIDADOS INTERMEDIOS (UCIN)
La vigilancia en este servicio es activa, selectiva y focalizada, según la Norma Técnica
Nacional de Infecciones Intrahospitalarias, NT Nº 26- MINSA/OGE-V.01 – 2,004,
implementada en nuestro hospital, en este servicio se vigila la presentación de las infecciones
intrahospitalarias como las Neumonías asociadas a Ventilación Mecánica , las infecciones
del tracto urinario asociadas a Catéter Urinario Permanente (uso por más de 24 hrs.), y las
bacteriemias asociadas a Catéter Venoso Central (CVC).
La Tasa de Densidad de Incidencia Acumulada de IIH en este servicio en el 2014 fue de 11.1
x 1000 días de exposición (32/2882), es decir por cada 1000 días de exposición a CUP 11
pacientes harán ITU, cifra menor a la presentada en el 2013 que fue de 11.9 x 1000 días de
exposición (46/3856), es decir por cada 1000 días de exposición a CUP 12 pacientes harán
ITU.
Importante resaltar que de las 32 infecciones Intrahospitalaria captadas en el 2014 en este
servicio por el Sistema de Vigilancia del Hospital el 34% (11) corresponden a las neumonías
asociadas a ventilador mecánico y a las ITUs respectivamente, el 31% (10) corresponde a las
bacteriemias asociadas a catéter venoso central.
A continuación describo la tendencia de cada una de estas infecciones:
La Tasa de Densidad de Incidencia
de las Neumonías asociado al uso de Ventilador
Mecánico, para el 2014 fue 14.2 x 1000 días de exposición a VM (11/776) es decir que por
1000 días de exposición a VM 14 pacientes adquirirán Neumonía intrahospitalaria cifra
menor a la del 2013 que fue 15.1 x 1000 días de exposición a VM (18/1195) es decir que por
1000 días de exposición a VM 15 pacientes adquirirán Neumonía intrahospitalaria.
De las 11 Neumonías captadas en el 2014, estas fueron confirmadas por laboratorio siendo
los
gérmenes
aislados:
Klebsiella
(2),
Acinetobacter
(4),
Staphicococus
aureus
(2),Burkoldenia cepacea (1), Pseudomona (1) y por clínica (1).
Oficina de Epidemiología y Salud Ambiental
Página 146
Análisis de Situación de Salud 2014
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
DENSIDAD DE INCIDENCIA DE NEUMONÍA ASOCIADO A VENTILADOR
MECÁNICO EN EL SERVICIO DE UCIN* HAL 2009 AL 2014
Promedio Nac. 11.46
Fuente: Sistema de Vigilancia de IIH-HAL
La tendencia de las tasas de densidad de Incidencia de Neumonía asociado a VM en este
servicio de Enero del 2009 al 2014 tiende a mantenerse y disminuir especialmente en estos
últimos tres meses; asimismo observamos un pico importante en el mes de febrero del 2014
con 63.5 x 1000 días de exposición (4/63) lo que hizo que estemos por encima del promedio
nacional y categórico, por lo que el Comité de IIH de nuestra Institución investigo y descarto
la posibilidad de estar frente a un brote.
La Tasa de Densidad de incidencia Acumulada de ITU asociado al uso de CUP en el año
2014 fue de 10.5 x 1000 días de exposición a CUP (11/1052), es decir que por cada mil días
de CUP, 10 pacientes presentarían ITU, cifra menor a la tasa del 2013 que fue de 12.1 x 1000
días de exposición a CUP (16/1324), es decir que por cada mil días de CUP, 12 pacientes
presentarían ITU.
Las 11 ITUs captadas en el año 2014, fueron confirmadas por laboratorio siendo
los
gérmenes aislados los siguientes: Klebsiella (3), Pseudomona aeruginosa (5), enterobacter (2)
y candida albicans (1).
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Página 147
Análisis de Situación de Salud 2014
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
DENSIDAD DE INCIDENCIA DE ITU ASOCIADO A CATETER URINARIO
PERMANENTEEN EL SERVICO DE UCIN * HAL 2009 AL 2014
Promedio Nac. 3.38
Fuente: Sistema de Vigilancia de IIH-HAL
Se puede observar que la línea de tendencia de las ITU asociado a CUP de enero al 2014 es a
disminuir, sin embargo apreciamos un pico importante en el mes de enero del 2013 con 34.2
x 1000 días de exposición a CUP (4/117) lo cual nos haría pensar que estaríamos frente a un
brote, y el comité de IIH de nuestra institución investigo y determino los casos aislados y se
descartó la posibilidad de un brote, Asimismo podemos determinar que a pesar que la línea de
tendencia está disminuyendo aún estamos por encima del promedio nacional y categórico que
es de 3.38.
La Tasa de Densidad de Incidencia Acumulada de ITS asociado al uso de Catéter venoso
central en el año 2014 fue de 9.5 x 1000 días de exposición a CVC (10/1054), es decir por
cada 1000 días de exposición a CVC 9 pacientes realizaran ITS, cifra ligeramente mayor a la
del año 2013 que fue de 9 x 1000 días de exposición a CVC (12/1337), es decir por cada 1000
días de exposición a CVC 9 pacientes realizaran ITS.
Asimismo resaltar que las 10 Bacteriemias captadas en el 2014, estas fueron confirmadas por
laboratorio siendo
los gérmenes aislados los siguientes: Klebsiella (1), Staphilococus
coagulasa negativo (4), Acinetobacter (2) enterobacter (1) y Staphilococus aureus (2).
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Página 148
Análisis de Situación de Salud 2014
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
DENSIDAD DE INCIDENCIA DE BACTERIEMIAS ASOCIADO A CATETER
VENOSO CENTRAL EN EL SERVICIO DE UCIN * HAL 2009 AL 2014
Promedio Nac. 2.5
Fuente: Sistema de Vigilancia de IIH-HAL
La tendencia de las Bacteriemias del 2009 al 2014 es ondulante, sin embargo apreciamos seis
episodios importantes que hace que estemos por encima del promedio nacional y categórico,
que a continuación detallo: marzo del 2011 con 15.7 x 1000 días de exposición a CVC
(2/127) seguida del mes de enero del 2013 con 14.2 x 1000 días de exposición a CVC
(2/141), luego en el mes de marzo del 2013 con 19.6 x 1000 días de exposición a CVC
(2/102), mayo del 2013 con 26.3x 1000 días de exposición a CVC (/2/76), en el mes de Julio
del 2013 con 19.4 x 1000 días de exposición a CVC (2/103), y el ultimo en mayo del 2014
con 28.8 x 1000 días de exposición a CVC (3/104), por lo que se investigó y se concluyó que
los casos son aislados y se descartó la posibilidad de brotes, asimismo resaltar que este
incremento no se debe al incremento de casos sino a la disminución de días de exposición a
factor de riesgo, importante resaltar que a pesar que estamos disminuyendo la tasa aún
estamos por encima del promedio nacional y categórico que es 2.5.
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Página 149
Análisis de Situación de Salud 2014
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
UNIDAD DE CUIDADOS INTENSIVOS CORONARIOS
La vigilancia en este servicio es activa, selectiva y focalizada, según la Norma Técnica
Nacional de Infecciones Intrahospitalarias, NT Nº 26- MINSA/OGE-V.01 – 2,004,
implementada en nuestro hospital, en este servicio se vigila la presentación de las Neumonías
asociadas a Ventilación Mecánica, las infecciones del tracto urinario asociadas a Catéter
Urinario Permanente (uso por más de 24 hrs.), y las bacteriemias asociadas a Catéter Venoso
Central (CVC).
La Tasa de Densidad de Incidencia Acumulada de IIH en este servicio en el 2014 fue de 3.7 x
1000 días de exposición (5/1358) es decir que por cada 1000 días de exposición a VM 4
pacientes realizan una Neumonía, cifra menor a la presentada en el año 2013 que fue de 7.5 x
1000 días de exposición (11/1472) es decir que por cada 1000 días de exposición a VM 8
pacientes realizan una Neumonía.
De las 5 infecciones Intrahospitalaria captadas durante el 2014 en este servicio por el
Sistema de Vigilancia del Hospital el 60%(3) corresponden a las neumonías asociadas a
ventilador mecánico y con 20%(1) a Bacteriemias asociadas a catéter venoso central y ITUs
asociados a CUP respectivamente.
A continuación describola tendencia de cada una de estas infecciones:
La Tasa de Densidad de Incidencia
de las Neumonías asociado al uso de Ventilador
Mecánico, para el 2014 fue de 12.7 x 1000 días de exposición a VM (3/236), es decir que por
1000 días de exposición a VM 13 pacientes harían Neumonía esta cifra menor a la del año
2013 que fue de 21.3 x 1000 días de exposición a VM (6/282; es decir que por cada 1000 días
de exposición a VM 21 pacientes harían neumonía.
Asimismo resaltar que las 03 Neumonías captadas en el 2014, estas fueron confirmadas por
laboratorio siendo los gérmenes aislados los siguientes: Sp. Aureus (3).
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Página 150
Análisis de Situación de Salud 2014
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
DENSIDAD DE INCIDENCIA DE NEUMONÍA ASOCIADO A VENTILADOR
MECÁNICO EN EL SERVICIO DE UCI/CORONARIA * HAL 2009 AL 2014
Promedio Nac. 11.46
Fuente: Sistema de Vigilancia de IIH-HAL
La tendencia de las tasas de densidad de Incidencia de Neumonía asociado a VM en este
servicio de Abril del 2012 al 2014 es al incremento, asimismo se observa un pico importante
en el mes de setiembre del presente año con 8.2 x 1000 días de exposición a VM (1/122) lo
que nos haría pensar que estaríamos frente a un brote , importante resaltar que solo es un caso
lo que pasa es que los días de exposición son pocos y hace que nuestra tasa este por encima
del promedio nacional y categórico.
La Tasa de Densidad de incidencia de ITU asociado al uso de CUP en el 2014 fue de 1.9 x
1000 días de exposición a CUP (1/520), es decir que por cada mil días de CUP, 2 pacientes
presentarían ITU cifra ligeramente mayor a la del año 2013 que fue de 1.7 x 1000 días de
exposición a CUP (1/590), es decir que por cada mil días de CUP, 2 pacientes presentarían
ITU.
Asimismo resaltar que la única ITU captada en el 2014, esta fue confirmada por laboratorio
siendo el germen aislado: Pseudomona aeroginosa.
Oficina de Epidemiología y Salud Ambiental
Página 151
Análisis de Situación de Salud 2014
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
DENSIDAD DE INCIDENCIA DE ITU ASOCIADO A CATETER URINARIO
PERMANENTEEN EL SERVICO DE UCI/CORONARIA * HAL 2009 AL 2014
Promedio Nac. 3.38
Fuente: Sistema de Vigilancia de IIH-HAL
Se puede observar que la línea de tendencia de las ITU asociado a CUP de Abril del 2012 a
Diciembre del 2014 se ha presentado tres episodios durante este periodo, uno en noviembre
del 2012 con 30.30 x 1000 días de exposición a CUP (2/66), marzo 2013 con 27.03 x 1000
días de exposición a CUP (1/37) y en setiembre del 2014 con 20.8 x 1000 días de exposición
a CUO (1/306), importante resaltar que en los tres episodios estamos por encima del
promedio nacional y promedio categórico, no por el número de ITUs, sino porque los días de
exposición al FR son pocos en este servicio.
La Tasa de Densidad de incidencia de ITS asociado al uso de CVC en el 2014 fue de 1.7 x
1000 días de exposición a CVC (1/602), es decir que por cada mil días de CVC, 2 pacientes
presentarían ITS, cifra menor a la presentada en el año 2013 fue de 6.7 x 1000 días de
exposición a CVC (4/600), es decir que por cada mil días de CVC, 7 pacientes presentarían
ITS.
Asimismo resaltar que la única ITS captada en el 2014, esta fue confirmada por laboratorio
siendo el germen aislado: Bukoldoria cepacea.
Oficina de Epidemiología y Salud Ambiental
Página 152
Análisis de Situación de Salud 2014
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
DENSIDAD DE INCIDENCIA DE BACTERIEMIAS ASOCIADO A CATETER
VENOSO CENTRAL EN EL SERVICIO DE UCI/CORONARIA * HAL 2009 AL 2014
Promedio Nac. 2.5
Fuente: Sistema de Vigilancia de IIH-HAL
La tendencia de las Bacteriemias en este servicio de Abril del 2012 al tercer trimestre del
presente año es ondulante y a no presentarse, observándose unicamente 6 episodios durante
en este periodo y el más significativo fue en el mes de enero del 2013 con 34.5 x 1000 días de
exposición a CVC (1/29) lo que nos haría pensar que estarías frente a un brote, pero
incremento no se debe al aumento de casos sino a la disminución de días de exposición a
factor de riesgo. Destacar que durante este año no han presentado ninguna bacteriemia.
CONCLUSIONES
1. En el año 2014 se han registrado 532 Infecciones Asociadas a la Atención de Salud (IAAS)
por diversos tipos, y se han vigilado 23,312 pacientes expuestos a diferentes factores de
riesgo
cifra mayor
a la registrada en el año 2013 se han registrado 448 Infecciones
Asociadas a la Atención de Salud (IAAS) por diversos tipos, y se han vigilado 22,298
pacientes expuestos a diferentes factores de riesgo.
2. La tendencia de la tasa de incidencia general Acumulada de Infecciones Intrahospitalarias
(IIH) del 2005 al 2014 es a incrementarse ligeramente de 2% a 2.3%.
3. De las 532 infecciones Intrahospitalaria captadas durante el año 2014 en los diferentes
servicios sujetos a vigilancia, el 49% (258) se presentó en los servicios de Medicina, el 16%
(83) en el servicio de Gineco*obstetricia, el 15% (82) en UCI/1, el 10% (54) en cirugía, el 6%
(32) en UCIN, el 3% (18) en Neonatología y el 1% (5) en UCI Coronaria.
Oficina de Epidemiología y Salud Ambiental
Página 153
Análisis de Situación de Salud 2014
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
4. De las 532 (100%) infecciones Intrahospitalaria captadas hasta en el año 2014 el 47% (251)
tuvo al menos una muestra microbiológica; encontrándose diversos patógenos, siendo los más
frecuentes: Pseudomona aeroginosa 19% (47), Staphilococus áureus con 12% (31), Klebsiella
Neumoniae y Acinetobacter con 12% (30) respectivamente, Staphilococus Coagulosa (-) con
10% (26), Cándida Albicans con 10% (25) y E. Coli con 8% (21), entre otros pero en menor
cantidadLa tendencia de la tasa de incidencia general de Infecciones Intrahospitalarias (IIH)
del 2005 al 2013 es a mantenerse en 2%. (Ver gráfico respectivo)
5. La tendencia de la tasa de prevalencia de las IAAS del 2007 a Marzo del 2014 es a
disminuir de 4.2% a
1.6%, similar a la Incidencia General, excelente sensibilidad del
SVEIIH.
6. Las Neumonías asociadas a VM están ocupando el Primer lugar con 10.9 cifra mayor a la del
promedio nacional que es de 8.3, en segundo lugar las Bacteriemias asociado a CVC con 9.3
cifra también mayor comparado con la tasa promedio nacional que es de 2.5, en tercer lugar
las Flebitis asociado a CVP con 4.2 cifra ligeramente menor a la del promedio nacional que
es 4.5, en cuarto lugar las IHO pos parto cesárea con 2.0 cifra también mayor a la del
promedio nacional que es de 1.2, en quinto lugar la endometritis post parto cesárea con 1.2
cifra mayor a la del promedio nacional que es de 0.4, en sexto la endometritis post parto
vaginal con 1.1 cifra mayor a la del promedio nacional que es de 0.3, en séptimo lugar están
las ITUs asociada a CUP con 2.2 cifra menor a la del promedio nacional con 3.38, en octavo
las IHO post colecistectomía con 0 y en noveno lugar las IHO post hernio plastias también
con 0.
7. De las 532 infecciones Intrahospitalaria captadas durante el año 2014 en los diferentes
servicios sujetos a vigilancia, el 49% (258) se presentó en los servicios de Medicina, el 16%
(83) en el servicio de Gineco*obstetricia, el 15% (82) en UCI/1, el 10% (54) en cirugía, el 6%
(32) en UCIN, el 3% (18) en Neonatología y el 1% (5) en UCI Coronaria
8. De las 18 infecciones Intrahospitalaria captadas en Neonatología durante el año 2014 en este
servicio el 67% (12) corresponden a las bacteriemias asociadas a catéter venoso central y el
28% (5) las Infecciones del torrente sanguíneo asociado a catéter venoso periférico y el 5% (1)
corresponden a las Neumonías asociadas a VM.
9. De las 83 infecciones Intrahospitalaria captadas en el 2014, en el servicio Gineco*Obstetricia
el 41% (34) corresponde a las Infecciones de herida operatoria post cesárea, el 34% (28)
Oficina de Epidemiología y Salud Ambiental
Página 154
Análisis de Situación de Salud 2014
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
corresponden a las endometritis post parto vaginal, y el 25% (21) corresponden a las
endometritis post cesárea
10. De las 258 infecciones Intrahospitalaria captadas en los servicio de medicina en el 2014 el
99.6% (257) corresponden a las Flebitis asociadas a catéter venoso periférico y el 0.4% (1)
correspondes a las ITU asociadas a catéter urinario permanente.
11. De las 54 infecciones Intrahospitalarias captadas en el 2014 en los servicios de Cirugía el
100% (54) corresponden a las Flebitis asociadas a catéter venoso periférico y tanto las ITU
asociadas a catéter urinario permanente, Infecciones de herida operatoria post colecistectomía
y las infecciones de herida operatoria post hernio plastia están 0% respectivamente.
12. De las 82 infecciones Intrahospitalaria captadas en la UCI/1 en el 2014 el 45% (37)
corresponden a las neumonías asociadas a ventilador mecánico, el 32% (26) correspondes a
las bacteriemias asociadas a catéter venoso central y el 23% (19) a las ITU asociadas a catéter
urinario permanente.
13. De las 32 infecciones Intrahospitalaria captadas en la UCIN en el 2014, el 34% (11)
corresponden a las neumonías asociadas a ventilador mecánico y a las ITUs respectivamente,
el 31% (10) corresponde a las bacteriemias asociadas a catéter venoso central.
14. De las 5 infecciones Intrahospitalaria captadas en UCI/Coronaria durante el 2014, el 60%(3)
corresponden a las neumonías asociadas a ventilador mecánico y con 20%(1) a Bacteriemias
asociadas a catéter venoso central y ITUs asociados a CUP respectivamente.
15. Por último el equipo de enfermeras del SVIIA de nuestra institución continua luchando contra
las IACS aplicando la mejor estrategia la prevención, mediante programas eficaces que
permitan reducir su incidencia, la morbilidad y los costos, optimizando de esta manera la
calidad de atención en los servicios, motivo por el cual el personal del sistema de vigilancia
de IIH
realizo capacitaciones en forma permanente durante este año en los diferentes
servicios.
Oficina de Epidemiología y Salud Ambiental
Página 155
Análisis de Situación de Salud 2014
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
COMPORTAMIENTO DE INFLUENZA Y OTROS VIRUS RESPIRATORIOS 2014
Según reportes de la Organización Mundial de la Salud (OMS), las IRAS ocasionan la muerte de 4,3
millones de niños menores de 5 años, representando así el 30% del total de defunciones anuales de
niños de este grupo edad.
Los agentes etiológicos principales son: Streptococcuspneumoniae: la causa más común de neumonía
bacteriana en niños; el Haemophilus influenza de tipo b (Hib): la segunda causa más común de
neumonía bacteriana; y el virus sincitial respiratorio (VSR) es la causa más frecuente de neumonía
vírica sobre todo en los niños más pequeños.
En el Perú, desde febrero del 2012, la vigilancia de influenza y otros virus respiratorios (OVR) se
realizan mediante tres componentes: la vigilancia centinela del síndrome gripal, la vigilancia
centinela de las infecciones respiratorias agudas graves (IRAG) y muertes por IRAG, y la
vigilancianacional de IRAG inusitada, normada por una directiva nacional.
En este contexto nuestra institución a través de la Oficina de epidemiologia viene realizando la
vigilancia de las IRAG en forma permanente y notificación oportuna de estos casos y otros virus
respiratorios cuyo objetivo es brindar información sobre la circulación así como el comportamiento
epidemiológico de los agentes causales presentes en nuestra institución.
A continuación detallare los resultados de esta vigilancia.
TABLA N° 077
CASOS PROBALES DE INFLUENZA Y OTROS VIRUS RESPIRATORIOS POR
SERVICIOS HAL * 2014
SERVICIOS
CONSULTORIO EXTERNO
EMERGENCIA
MATERNIDAD
MEDICINA
NEONATOLOGIA
PEDIATRIA
UCI/CORONARIA
UCI/G
Total general
F
M
TOTAL
%
0
18
5
71
5
59
0
20
178
0
24
0
30
0
60
2
17
133
0
42
5
101
5
119
2
37
0.0
13.5
1.6
32.5
1.6
38.3
0.6
11.9
100.0
311
Fuente: Vigilancia Epidemiológica del Hospital A. Loayza
Oficina de Epidemiología y Salud Ambiental
Página 156
Análisis de Situación de Salud 2014
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
GRAFICO N° 015
DE CASOS PROBALES DE INFLUENZA Y OTROS VIRUS RESPIRATORIOS POR
SERVICIOS HAL* 2014
N=31
1
Fuente: Vigilancia Epidemiológica del Hospital A. Loayza
Observamos en la Tabla y el grafico N°1 el acumulado de los casos probables de Influenza y otros
casos de Virus Respiratorios presentados en el año 2014, en los diferentes servicios sujetos a
vigilancia; fueron 311 casos notificados como probables por servicios; del sexo femenino con 57%
(178 casos probables) y sexo masculino con 43% (133 casos probables); siendo el servicio de
pediatría donde se ha captado más casos probables con 38 % (119) seguida de los servicios de
medicina con 33% (101), en tercer lugar está el servicio de emergencia con 14% (42) y UCI/G con
12% (37) casos probables.
TABLA N°078
CASOS CONFIRMADOS DE INFLUENZA Y OTROS VIRUS RESPIRATORIOS POR
SERVICIO ETIOLOGIA HAL * 2014.
SERVICIOS
CONSULTORIO EXTERNO
EMERGENCIA
MATERNIDAD
MEDICINA
PEDIATRIA
NEONATOLOGIA
UCI/CORONARIA
UCI/G
Total general
F
0
2
4
10
16
1
0
3
36
M
0
4
0
3
22
0
0
1
30
TOTAL
0
6
4
13
38
1
0
4
66
%
0
9
6
20
58
2
0
6
100.0
Fuente: Vigilancia Epidemiológica del Hospital A. Loayza
GRAFICO N° 016
Oficina de Epidemiología y Salud Ambiental
Página 157
Análisis de Situación de Salud 2014
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
CASOS CONFIRMADOS DE INFLUENZA Y OTROS VIRUS RESPIRATORIOS POR
SERVICIO Y GENERO HAL* 2014
Fuente: Vigilancia Epidemiológica del Hospital A. Loayza
Apreciamos en Tabla 2 y el grafico N°2 de la vigilancia de los casos de Influenza y otros casos de
Virus Respiratorios presentados en el 2014; De los 311 casos notificados como probables, se
confirmaron 66 casos, de los cuales el 55% (36) fueron de sexo femenino y 45% (30) fue de sexo
masculino y los servicios que presentaron más casos confirmados fue Pediatría, es decir de los 119
casos probables 38 casos se confirmaron de los cuales de género Femenino 16 casos y masculino 22
casos, en segundo lugar están los casos de los servicios de medicina es decir de los 101 casos
probables se confirmaron 13 casos, de los cuales 10 casos son femenino y 03 casos de sexo
masculino, en tercer lugar está la Emergencia es decir de los 42 casos probables 6 casos fueron
confirmados de los cuales 02 casos fueron de sexo femenino y 04 casos de sexo masculino.
TABLA N° 079
CASOS CONFIRMADOS DE INFLUENZA Y OTROS VIRUS RESPIRATORIOS
PORETIOLOGIA Y GENERO HAL * 2014
ETIOLOGIA
VSR +
INFLUENZA A (H1N1)
INFLUENZA A (H3N2)
INFLUENZA B
METANEUMOVIRUS
PARA_INFLUENZA 3
PARA_INFLUENZA 2
PARA_INFLUENZA1
Total general
F
11
6
11
4
1
2
0
1
36
M
17
3
7
2
0
1
0
0
30
TOTAL
28
9
18
6
1
3
0
1
66
%
42
14
27
9
2
5
0
2
100
Fuente: Vigilancia Epidemiológica del Hospital A. Loayza
GRAFICO N° 017
Oficina de Epidemiología y Salud Ambiental
Página 158
Análisis de Situación de Salud 2014
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
CASOS CONFIRMADOS DE INFLUENZA Y OTROS VIRUS RESPIRATORIOS
PORETIOLOGIA Y GENERO HAL * 2014
Fuente: Vigilancia Epidemiológica del Hospital A. Loayza
Apreciamos en Tabla 3 y el grafico N°3 de la vigilancia de los casos de Influenza y otros casos de
Virus Respiratorios captados en el 2014; De los 311 casos notificados como probables; se observa
que 66 casos son confirmados, siendo el VSR + que presento más casos con 42% (28) de los cuales
11 casos fueron del sexo femenino y 17 casos fueron de sexo masculino, seguido de la Influenza A
(H3N2) con 27% (18) de los cuales 11 fue de sexo femenino y 7 de sexo masculino y en tercer lugar
está Influenza A (H1N1) con 14% (9) de los cuales 06 son de sexo femenino y 03 caso de sexo
masculino, entre otros.
GRAFICO Nº 018
CASOS CONFIRMADOS DE INFLUENZA A Y OTROS VIRUS RESPIRATORIOS POR
EDAD Y GENEROHAL * 2014
361
30
Fuente: Vigilancia Epidemiológica del Hospital A. Loayza
En el grafico N°4 de la vigilancia de los casos de Influenza y otros casos de Virus Respiratorios por
edad acumulado en el 2014; tenemos que de los 66 casos POSITIVOS: el género que fue más
afectado es el femenino con 55% (36 casos), seguido del género masculino con 45% (30 casos); la
edad más afectada es de los menores de 1 año con 25 casos: del sexo femenino con 12 casos y el
sexo masculino con 13 casos; seguido del grupo etario de 20-59 y 60 años a más 13 casos y 11
casos respectivamente, siendo el sexo femenino el más vulnerable.
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TABLA N° 079
CASOS POSITIVOS DE INFLUENZA A Y OTROS VIRUS RESPIRATORIOS
POR MES Y ETIOLOGIAHAL * 2014.
MESES
ENERO
FEBRERO
MARZO
ABRIL
MAYO
JUNIO
JULIO
AGOSTO
SETIEMBRE
OCTUBRE
NOVIEMBRE
DICIEMBRE
Total general
INFLUENZA A INFLUENZA A
(H1N1)
(H3N2)
0
0
0
0
0
0
3
3
2
1
0
0
9
0
0
0
1
2
1
7
5
1
0
0
1
18
VSR +
0
0
4
8
5
2
3
3
1
2
0
0
28
PARA_INFLUE INFLUENZA PARA_INFLUE PARA_INFLUE METANEUROVI
RUS
NZA 1
B
NZA 2
NZA 3
0
0
1
0
0
0
0
0
0
0
0
0
1
0
0
1
0
0
0
0
1
3
1
0
0
6
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
1
2
3
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
1
1
TOTAL
0
0
6
9
7
3
13
12
7
4
1
4
66
GRAFICO N° 019
CASOS POSITIVOS DE INFLUENZA A Y OTROS VIRUS RESPIRATORIOSPOR MES Y
ETIOLOGIAHAL * 2014.
Fuente: Vigilancia Epidemiológica del Hospital A. Loayza
En la tabla y grafico N°6 de la vigilancia de los casos de Influenza y otros casos de Virus
Respiratorios por edad acumulado en el año 2014; Observamos claramente un pico importante del
VRR en el mes de abril con 8 casos que después fue disminuyendo, asimismo observamos un pico de
Influenza A (H3N2) en el mes de Julio con 7 casos pero luego fue descendiendo y en relación a los
casos de Influenza A H1N1 también es la descenso comparado con los meses anteriores total de
casos presentados en el 2014 =9.
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GRAFICO N° 020
CURVA DE TENDENCIA DE CASOS CONFIRMADOS DE INFLUENZA A (H1N1) Y
OTROS VIRUS RESPIRATORIOS SEGÚN AÑO Y MES - PERIODO 2009 A 2014
Fuente: Vigilancia Epidemiológica del Hospital A. Loayza
El grafico N°6 de la vigilancia de los casos de Influenza y otros casos de Virus Respiratorios muestra
la tendencia de la Influenza A (H1N1) y OVR del 2009 al 2014, se aprecia que está descendiendo en
forma progresiva, sobre todo los casos de Influenza A (H1N1) y H3N2), Importante resaltar que los
ligeros incrementos observados en el 2014 es esperado para la temporada estacional de influenza que
usualmente puede coincidir con la temporada de bajas temperaturas.
RECOMENDACIONES
 Total de casos captados como probables: 311 de los cuales del sexo femenino con 57% (178
casos probables) y sexo masculino con 43% (133 casos probables).
 De los 311 casos notificados como probables, se confirmaron 66 casos, de los cuales el 55% (36)
fueron de sexo femenino y 45% (30) fue de sexo masculino.
 Los servicios que presentaron más casos confirmados fue Pediatría, es decir de los 119 casos
probables 38 casos se confirmaron de los cuales de género Femenino 16 casos y masculino 22
casos, en segundo lugar están los casos de los servicios de medicina es decir de los 101 casos
probables se confirmaron 13 casos, de los cuales 10 casos son femenino y 03 casos de sexo
masculino, en tercer lugar está la Emergencia es decir de los 42 casos probables 6 casos fueron
confirmados de los cuales 02 casos fueron de sexo femenino y 04 casos de sexo masculino
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 Total de casos de VSR+ en el 2014: 28 de los cuales 11 casos fueron de sexo femenino y 17
casos de sexo masculino.
 Total de casos por el Virus de Influenza A (H3N2) en el 2014: 18 de los cuales 11 de sexo
femenino y 7 casos de sexo masculino.
 Total de casos por el Virus de Influenza A (H1N1) en el 2014: 9 de los cuales 6 casos de sexo
femenino y 3 casos de sexo masculino.
 Total de casos fallecidos por el Virus de Influenza A (H3N2): 03 casos
 Primer caso reportado en el mes de mayo del presente año, paciente de 22 años con
comorbilidad gestante (Obito), hospitalizada en UCI/1 con apoyo ventilatorio.
 Segundo caso reportado en el mes de Setiembre, paciente varón de 30 años
con
comorbilidad NM hospitalizado en medicina (Pab 4II).
 Tercer caso reportado en el mes de Diciembre, paciente de 94 años con comorbilidad
Adulto mayor, hospitalizado el Pab 3II.
 La tendencia de la Influenza A (H1N1) y OVR del 2009 al 2014, se aprecia que está
descendiendo en forma progresiva, después de la pandemia de influenza por el subtipo A
(H1N1) que se presentó en el mes de Julio del 2009, llegando a no presentarse en los años 2010
al 2012,sin embargo en el mes de Julio del 2013 se presentó un pico importante con 24 casos
por el virus de influenza A(H1N1) pdm09, lo mismo ocurrió en el mes de Julio del 2014 un ligero
incremento del Virus de Influenza A (H3N2) con 18 casos acumulados, de los cuales 7 se presentaron
en el mes de Julio, importante resaltar que este incremento
está dentro de lo esperado para la
temporada estacionalde influenza que usualmente puede coincidir con la temporada de bajas
temperaturas.
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3.7 INFORME PROGRAMA DE CONTROL DE ANTIMICROBIANOS DE RESERVA 2014
INFORME
PROGRAMA DE CONTROL DE ANTIMICROBIANOS DE
RESERVA
HOSPITAL NACIONAL ARZOBISPO LOAYZA ENERO DICIEMBRE 2014
SERVICIO DE INFECTOLOGIA
PROGRAMA DE CONTROL DE ANTIMICROBIANOS DE RESERVA
ENERO - 2015
Responsable:
DR. EDDIE ALESSANDRO. ANGLES YANQUI
MEDICO INFECTÓLOGO/ TROPICALISTA
C.M.P. 38175 - R.N.E. 18644
SERVICIO DE INFECTOLOGIA - HNAL
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INFORME
PROGRAMA DE CONTROL DE ANTIMICROBIANOS DE RESERVA (PCAR)
HOSPITAL NACIONAL ARZOBISPO LOAYZA, ENERO - DICIEMBRE 2014
I.
INTRODUCCIÓN
Según la Organización Mundial de la Salud (OMS), el uso racional de los antimicrobianos
consiste en asegurar que “los pacientes reciban la medicación adecuada para sus necesidades clínicas
en la dosis individual requerida, por un periodo adecuado y al más bajo costo para ellos y su
comunidad”.
El papel que desempeñan los medicamentos en la asistencia médica es algo que la mayoría de
nosotros damos por entendido. La manera en que se utilicen o no de forma adecuada depende de las
habilidades y los conocimientos de fabricantes, farmacéuticos, médicos, pacientes y autoridades
sanitarias,
El uso adecuado de medicamentos incluye prescribir o sugerir el medicamento apropiadopara
el paciente que lo necesite, a la dosis, duración adecuada, a un coste razonable, con la información
necesaria para el paciente y con planificación de su seguimiento los cuales tiene que estar
debidamente controlados y realizarle vigilancia.
Este panorama se implemento el programa de control de antimicrobianos desde febrero del
2010 en el hospital, estrategia destinada a controlar y mejorar la prescripción de antimicrobianos,
Programa de Control de Antimicrobianos de Reserva (PCAR), el cual requiere de un abordaje
integral, multidisciplinario y consensuado, que abarque a los actores involucrados, basado en la
evidencia científica, cuya validez y sentido se refuerce al actuar, en forma sinérgica, con la
prevención y control de las infecciones intrahospitalarias, contribuyendo a la contención de la
resistencia microbiana.
II. FINALIDAD:
1 Contribuir al uso racional de medicamentos en el HNAL
2 Contribuir a reducir la selección de microorganismos resistentes
3 Contribuir a disminuir la incidencia de infecciones intrahospitalarias
4 Contribuir a la reducción de los riesgos y costos innecesarios en el uso de antimicrobianos
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III. OBJETIVO:
1 Fortalecer el uso racional de ATM en los diferentes departamentos, hospitalización y
emergencia del HNAL.
2 Estandarizar los procesos relacionados a la prescripción de los antimicrobianos de reserva en
el HNAL
3 Optimizar la prescripción de antimicrobianos de reserva en el HNAL
IV. AMBITO DE APLICACIÓN:
Comprende al Hospital Nacional Arzobispo Loayza
V. BASE LEGAL
Ley General de Salud No. 26842.
Reglamento de la Ley 27857. Ley del Ministerio de Salud
Ley De Trabajo Medico Decreto Legislativo N ° 559
Ley del Código de Ética de la Función Pública, Ley Nº 27815.
Resolución Ministerial 1240 – 2004 – MINSA – Política Nacional de Medicamentos
Resolución Ministerial Nº 614 – 99 SA/DM MINSA Comité Farmacológico.
Resolución Ministerial Nº 116 – 2000 SA/DM MINSA Modificar el numeral 4. de la Resolución
Ministerial No 614-99-SA/ Comité Farmacológico
Resolución Ministerial Nº 753-2004 SA/DM – NT ° 020 – IIH – MINSA
Resolución Ministerial No. 523 – 2007/ MINSA: Guía Técnica para la Evaluación Interna de la
Vigilancia, Prevención y Control de las Infecciones Intrahospitalarias.
Resolución Ministerial Nº 452-2003 Guía Técnica de Autoevaluacion de las Infecciones
Intrahospitalarios
RD. 066 – 2009 DG. HNAL Aprueba Directiva De Programa De Control De Antimicrobianos De
Reserva v 01.
RD. 281 – 2009 DG. HNAL Aprueba plan de Uso Racional de Antimicrobianos
RD. N° 302 – HNAL/D – 2014, Aprueba Directiva De Programa De Control De Antimicrobianos De
Reserva v 03.
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VI. ANTIBIÓTICOS CONTROLADOS HNAL:
Según acuerdo de servicio de Infectología programa de control de antimicrobianos de reserva, comité
de infecciones intrahospitalarias, oficina de epidemiología, se considero controlar los siguientes
antimicrobianos en el Hospital Nacional Arzobispo Loayza por lo tanto los siguientes
antimicrobianos requieren autorización del programa:
Meropenem
Imipenem/ cilastatina
Vancomicina
Anfotericina B
Fluconazol
Aciclovir
Ampicilina /sulbactam
Ganciclovir
Ertapenem
Linezolid
Anidulafungina
Caspofungina
Colistina
Piperacilina + Tazobactam
Otros antimicrobianos fuera de petitorio
500mg
500mg
500mg
50mg
2mg/ml x 100ml
250mg
1g/500 mg
500mg
1g
600mg
100mg
70mg – 50mg
100mg o 150mg
4g + 500mg
iny
iny
iny
iny
iny
iny
iny.
iny
iny.
iny.
iny.
iny.
iny.
iny
VII. PROCEDIMIENTO DE USO DE ANTIMICROBIANOS DE RESERVA
Tabla Nº 080
Paso
1
2
3
4
5
6
7
Actividad
Medico tratante prescribe o solicita antimicrobiano de
reserva para paciente que requiere tratamiento
Medico prescriptor registrara en el formato Anexo 2
de solicitud vigente los datos del paciente el
diagnostico y sustento de solicitud
Registro de solicitudes a servicio de Infectología o
equipo evaluador
Evaluación y revisión de historias clínicas, análisis de
laboratorio e imágenes, evaluación clínica del
paciente
Aceptación o denegación de antimicrobiano de
reserva y registro de antimicrobiano de reserva por
farmacia
Dispensación del antimicrobiano por farmacia
Si la opinión no es favorable se deja sustento y
recomendaciones en historia clínica
Responsable
Unidades Organicas
(asistenciales)
Medico tratante
Medico tratante
Infectologia
Miembro del equipo evaluador
- Infectologia
Miembro del equipo evaluador
Quimico farmaceutico
Miembro del equipo evaluador
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INFORME ANUAL 2014
VII. INTERCONSULTAS – AUTORIZACIONES
8.1 NUMERO DE INTERCONSULTAS - AUTORIZACIONES POR MESES
Grafico Nº 021
AUTORIZACIONES - INTERCONSULTAS POR MESES
PCAR 2014
350
300
250
200
150
100
50
0
ENE
FEB
MAR
ABR
MAY
JUN
JUL
AGO
SET
OCT
NOV
DIC
I
203
81
176
151
245
188
178
161
165
320
274
318
A
203
109
177
230
207
161
190
201
208
266
202
322
I: Interconsulta, A: Autorización
Fuente: Programa de control de antimicrobianos de reserva HNAL
Grafico 1. El promedio de interconsultas recibidas en el servicio de Infectología por el programa de
Control de ATM de reserva (PCAR) de Enero a Diciembre del 2014 es de 205 por mes y le numero
de autorizaciones 206 por mes, el año 2013 fue de 129 interconsultas por mes y autorizaciones 121
por mes. Incremento significativo de 58% de este año comparado con el año 2013
8.2 INTERCONSULTAS – AUTORIZACIONES POR SERVICIOS
Grafico Nº 022
PCAR
INTERCONSULTAS - AUTORIZACIONES POR SERVICIOS
ENERO - JUNIO 2014
1200
1000
800
600
400
200
0
GY O
CIR
MED
PED
UCI NEO
UCI G
UCIN
EMG
UCI COR
I
18
210
892
77
35
603
248
318
59
A
50
406
1043
94
37
419
122
243
62
I: Interconsulta, A: Autorización
Fuente: programa de control de antimicrobianos de reserva HNAL
Grafico 2. Las interconsultas y autorizaciones recibidas en su mayor numero es de servicio de
medicina (892/1043), UCIG (603/419), seguido Emergencia (318/243), UCIN (248/122), cirugía
(210/406), en el caso de paciente críticos de deja la autorización ATM motivo por el cual hay un
mayor número de autorizaciones
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8.3 INTERCONSULTAS – AUTORIZACIONES POR AÑO
Grafico Nº 023
INTERCONSULTAS - AUTORIZACIONES
PCAR - 2014
3000
2500
2000
1500
1000
500
0
2460
2476
INTERCONSULTAS
AUTORIZACIONES
Fuente: programa de control de antimicrobianos de reserva HNAL
Grafico 3. El número de interconsultas 2460 y autorizaciones 2476 registradas en el servicio de
Infectología, año 2014, las interconsultas en el formato de PCAR se exigen y en algunos pacientes
críticos se deja autorización con solo interconsulta hospitalaria
8.4 COMPARATIVO INTERCONSULTAS Y AUTORIZACIONES POR AÑOS
Grafico Nº 024
PCAR
INTERCONSULTAS Y AUTORIZACIONES POR AÑOS
Título del eje
3000
2500
2000
1500
1000
500
0
2010
2011
2012
2013
2014
INTERCONSULTAS
574
649
950
1552
2460
AUTORIZACIONES
444
690
903
1454
2476
Fuente: programa de control de antimicrobianos de reserva HNAL
Grafico 4. Comparativo de los años 2010, 2011, 2012, 2013, 2014, de intervención del PCAR un
incremento en el número de interconsultas y autorizaciones se quintuplica para el 2014 comparado
con el 2010, el año 2014 el incremento es significativo, 58% este año comparado con el año 2013, el
incremento es debido principalmente al número de pacientes usuarios del SIS (80% aprox.), manejo
de patologías crónicas, complejas, pacientes críticos, incremento de tasa de resistencia bacteriana en
el hospital.
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Análisis de Situación de Salud 2014
IX. CONSUMO DE ANTIMICROBIANOS DE RESERVA
Se reporta el consumo de los antimicrobianos más utilizados
9.1 MEROPENEM
Tabla Nº 081
MEROPENEN
500 MG AMP.
Ene
Feb
Mar
Abr
May
Jun
Jul
Ago
Set
Oct
Nov
Dic
TOTAL
2009
171
664
607
639
405
490
347
770
485
700
623
314
6215
2010
503
681
274
589
599
476
281
185
307
146
359
408
4808
2011
208
108
578
955
581
571
192
232
719
1009
16
1056
6225
2012
322
1173
640
59
0
0
0
692
1230
2005
1623
1662
9406
2013
752
70
1409
1076
1746
1384
838
2505
2754
1515
2145
2309
18503
2014
0
Fuente: Farmacia SIS - HNAL
0
738
1792
3979
3396
1333
3757
3993
4547
3770
5436
32741
Grafico Nº 025
Consumo de Meropenem en unidades años
2009 - 2010 -2011- 2012 - 2013 - 2014
40000
30000
20000
10000
0
Meropenem
2009
2010
2011
2012
2013
2014
6215
4808
6225
9406
18503
32741
Fuente: Farmacia SIS – HNAL
Tabla 2. y Grafico 5. Se observa mayor consumo de Meropenem en el transcurso de los años de
intervención del PCAR, el 2010 luego de la intervención una disminución y luego un incremento, se
debe principalmente al mayor número de pacientes hospitalizados usuarios de SIS y manejo de
patologías crónicas y complejas, incremento significativo del consumo de Meropenem en el
transcurso de los años, incremento del 76% del 2013 al 2014
9.2 VANCOMICINA
Tabla Nº 082
VANCOMICINA
500 MG AMP.
Ene
Feb
Mar
Abr
May
Jun
Jul
Ago
Set
Oct
Nov
Dic
Total
2009
617
838
619
520
609
996
961
1116
908
904
877
677
9,642
2010
732
407
258
292
363
245
171
163
262
244
259
215
3,611
2011
229
459
426
609
621
809
651
557
514
673
2
0
5550
2012
955
783
924
800
345
89
646
851
894
1147
760
1133
9327
2013
1141
953
853
929
1074
1311
1079
1686
1616
1265
1483
1652
15042
2014
1605 576
Fuente: Farmacia SIS - HNAL
1726
1909
1523
1907
1358
1831
1100
2023
2005
1746
19309
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Grafico º 026
Título del eje
Consumo de Vancomicina en unidades años
2009 - 2010 - 2011 - 2012 - 2013 - 2014
25000
20000
15000
10000
5000
0
Vancomicina
2009
2010
2011
2012
2013
2014
9642
3611
5550
9327
15042
19309
Fuente: Farmacia SIS – HNAL
Tabla 3. y Grafico 6. El consumo de vancomicina disminuyo luego de la intervención del PCAR
posteriormente se ve un incremento debido principalmente al mayor número de pacientes
hospitalizados usuarios de SIS y manejo de patologías crónicas y complejas, incremento del 28%
en consumo de vancomicina del 2013 al 2014
9.3 MEROPENEM VANCOMICINA, IMIPENEM
Grafico Nº 027
Consumo de Meropenem, Vancomicina, Imipenem 2009, 2010,
2011, 2012, 2013, 2014
40000
30000
20000
10000
0
2009
2010
2011
2012
2013
2014
MEROPENEN 500 MG AMP.
6215
4808
6225
9406
18503
32741
VANCOMICINA 500 MG AMP.
9642
3611
5550
9327
15042
19309
3632
4533
6160
IMIPENEM 500 MG AMP.
Fuente: Farmacia SIS – HNAL
Grafico 7. Consumo de los tres ATM más utilizados en el hospital incremento significativo en los
años
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Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
XI. CONCLUSIÓNES

El PCAR luego de 5 años de funcionamiento, logro concientizar al personal de salud del
HNAL en la prescripción de ATM de reserva, en el manejo de infecciones, control de
antibióticos (ATB) de reserva, uso racional de antimicrobianos, prevención de infecciones
intrahospitalarias. Consideramos que el programa PCAR tiene una ubicación ya establecida
en el hospital

La resistencia bacteriana se presenta como un problema de salud publica importante en el
país y el Ministerio de Salud promueve el uso racional de medicamentos a nivel nacional y
sugiere políticas de control de ATM como prioridad en los hospitales.

Existe un incremento en el uso de ATM de reserva en pacientes hospitalizados debido a
patologías crónicas, complejas, incremento de resistencia bacteriana y otros

Un incremento en el número de interconsultas al programa de control de ATM de reserva
para solicitar autorización de ATM así como para solicitar la opinión del programa sobre uso
de ATM se ha incrementado considerablemente año a año

Queda pendiente elabora guías de manejo de las principales patologías, trabajar en forma
conjunta con los diferentes servicios en esta elaboración para que puedan ser consideradas
como consenso y ser aplicadas en el hospital

Se requiere de forma urgente contar con, asignación de un ambiente, mobiliario y personal
(medico Infectólogo y Químico farmacéutico y digitador) para el programa de control de
antimicrobianos de reserva, concientizar a las autoridades del hospital y solicitar el apoyo en
la consecución de estos requerimientos.

Coordinar con el comité farmacoterapeutico del hospital la inclusión de antimicrobianos de
reserva en el petitorio del hospital estos casos requiere evaluación por el programa de control
de antimicrobianos de reserva para su inclusión.

Incremento en el número de interconsultas y autorizaciones se quintuplica para el 2014
comparado con el 2010, entre el año 2013 y 2014 el incremento es significativo (58%)
Oficina de Epidemiología y Salud Ambiental
Página 171
Análisis de Situación de Salud 2014

Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
El promedio de interconsultas recibidas por el PCAR de Enero a Diciembre del 2014 es de
205 por mes y le numero de autorizaciones 206 por mes

Las interconsultas y autorizaciones recibidas en su mayor numero es de servicio de medicina
(892/1043) y UCIG (603/419), seguido Emergencia (318/243), UCIN (248/122), cirugía
(210/406)

En relación al consumo de Meropenem se evidencia un incremento significativo del en el
transcurso de los años, incremento del 76% del 2013 al 2014

El consumo de vancomicina hay un incremento del 28% en consumo de vancomicina del
2013 al 2014
XII. RECOMENDACIONES
1. Fortalecer el programa de control de antibióticos de reserva, con personal (medico
Infectólogo, químico farmacéutico, digitador)
2. Implementación de un ambiente, mobiliario y personal para el Programa
3. Continuar con la capacitación de personal de salud sobre uso racional de antimicrobianos,
resistencia bacteriana
4. Implementar el programa en pacientes SIS y no SIS
5. Contar con un stock de antimicrobianos de reserva para gérmenes multiresistentes para
casos especiales
6. Evaluar el impacto del programa, evaluando la resistencia bacteriana, prescripción y uso de
antimicrobianos en el hospital
7. Intervención de servicios de mayor uso de antimicrobianos
8. Elaboración de guías de manejo de las principales infecciones
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Página 172
Análisis de Situación de Salud 2014
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
XIII. BIBLIOGRAFIA
1. Manual De Normas De Prevención De Infecciones Intrahospitalarias, Elaborado Por El
Comité De Infecciones Intrahospitalarias Y Bioseguridad, Aprobado Por Resolución
Directoral Nº 222-HNAL/DG-2007
2. Norma Técnica De Prevención Y Control De Infecciones Intrahospitalarias, Dirección
General De Salud De Las Personas, Dirección Ejecutiva De Servicios De Salud, NT Nº 020
MINSA /DGSP V.01 MINISTERIO DE SALUD PERU, 2004
3. Manual de prevención y control de infecciones intrahospitalarias OGE - renace / vig. Hosp.
DT 001 - 2000 V.1 Oficina General D Epidemiología - Red Nacional De Epidemiología
Ministerio De Salud Del Perú
4. Norma Técnica De Vigilancia Epidemiológica De Las Infecciones Intrahospitalarias NT Nº
026 MINSA /OGE V.01 MINISTERIO DE SALUD PERU, 2004
5. Manual de procedimientos para la investigación de brotes IIH producidas por bacterias
mediante métodos de biología molecular. Serie de normas técnicas N: 35 LIMA – 2002 –
INSTITUTO NACIONAL DE SALUD
6. Sistema de vigilancia de las infecciones intrahospitalarias. Ministerio de salud - Chile.1998.
7. Sistema de vigilancia de las infecciones intrahospitalarias. Ministerio de salud - CHILE. 1996.
8. Protocolo: estudio de prevalencia de infecciones intrahospitalarias. Documento técnico.
Ministerio de salud, oficina general de epidemiología. PERÚ. 1999
9. Programa de prevención y control de complicaciones intrahospitalarias. Gerencia central de
salud, gerencia de servicios hospitalarios. Instituto peruano de la seguridad social. Perú. 1997.
10. ASIS 2007 Hospital Nacional Arzobispo Loayza, Oficina De Epidemiología
11. Manual De Procedimiento De Obtención De Muestras Para El Diagnostico Bacteriológico En
Infecciones Intrahospitalarias, Instituto Nacional De Salud 2002
12. Guía Para El Control De Infecciones En El Hospital, Edición Actualizada, Publicación
Oficial De La Sociedad Internacional De Enfermedades Infecciosas (ISID) 2000,BOSTON
13. Uso y Prescripción de Medicamentos Antimicrobianos en el Hospital de Apoyo de la Merced
– Perú
14. Informe De La Resistencia Antimicrobiana En HospitalesEn Perú – 2006, Instituto Nacional
De Salud
15. Informe De La Resistencia Antimicrobiana En HospitalesEn Perú – 2007, Instituto Nacional
De Salud
Oficina de Epidemiología y Salud Ambiental
Página 173
Análisis de Situación de Salud 2014
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3.8 ANALISIS DE LAS ENFERMEDADES SUJETAS A VIGILANCIA EPIDEMIOLOGICA
CONSOLIDADO DE SALA SITUACIONAL DE SALUD 2014
TABLA Nº 083
CONSOLIDADO ANUAL DE SALA SITUACIONAL DE SALUD
Nº de
Casos
DIAGNOSTICO
Grupo Etáreo
Prevalente
ENE A DICIEMBRE 2014
Lugar de Mayor
procedencia
Observaciones
El 51.17% de acc. de tránsito por clase es Choque y Atropello el 31.67%
Según vehiculo Ocasionante es Particular el 53.33%
ACCIDENTES DE TRANSITO
602
30-59 años
Lima
La Aseguradora de mayor cobertura es Afocat Región Lima
Según Hora de Ocurrencia es de 06:01 a 12:00 horas
Según Ubicación del lesionado el 40% corresponde a En la vía/calle y
Pasajero
Enero fué el mes de mayor frecuencia
En Hospitalización Medicina, Cirugía y Emergencia ocurrieron mayor
número de casos
El tipo de instrumento que ocasionó el accidente fué Aguja hipodérmica
ACCIDENTES
PUNZOCORTANTES
53
30-59 años
Hospitalización, SOP,
Consulta Externa y
Emergencia
Según la profundidad de la lesión es Moderada la más frecuente.
Grupo etareo más afectado : Médico Residente y Técnico en Enfermería,
seguido por Interno de medicina y Enfermeras
Circunstancia de ocurrencia del Acc. Fue Tomando muestras seguida de
desarmando y/o manipulando aguja, tomando muestra y realizando
procedimiento quirúrgico
BARTOLENOSIS
0
0
0
BRUCELOSIS
0
0
0
No se han reportado casos
DENGUE
1
18-29 años
Maynas-Iquitos-Loreto
Tipo : Sin señales de alarma
207
30-59 años
Lima Cercado, SJL,SMP, La
Victoria y otros
65% casos en hombres y 35% casos en mujeres
Género Masculino mayor afectado 71.88% , 48.44% no especifica su
domicilio
HEPATITIS B
No se han reportado casos
INTOXICACION ALCOHOLICA
128
30-59 años
Lima cercado,Comas, SJL,
Lurín y otros
INTOXICACION ALIMENTARIA
343
0-11 y 30 a 59
años
Lima Cercado. SJL,Breña,
SMP, SJM,Rímac. Breña y
otros
No especifican el tipo de alimento causante
INTOXICACION POR SUSTANCIA
DESCONOCIDA
74
30 a 59 años
Lima cercado, Breña,
Rímac,SJL
Por intoxicación por Alcalí, por Hidrocarburo, por ingesta de perfume, por
ingesta de plastilina y un caso por drogas,84.75% de casos por
sustancias que no se han conocido
INTOXICACION POR METALES
2
0 a 11 años y
12 a 29 años
Ucayali-Atalaya
Metal causante : Mercurio, zona minera, madre e hija afectadas
21
30-59 años
Loreto-Maynas-Iquitos-San
Martín Tocache-Madre de
Dios-Piura-Canta
Tipo L. Cutánea
2
12 a 17 años y
30 a 59 años
Cañete y Huánuco
0
17
30-59 años
Lima Cercado, Cajatambo,
Comas, Breña y Rímac
No se ha identificado el tipo de araña
30 a 59 años
Callao AA.HH. Bocanegra y
Loreto Iquitos-Piura
Sólo se han reportado M.Vivax
LEISHMANIASIS
LEPTOSPIROSIS
LOXOCELISMO
MALARIA
10
MENINGITIS MENINGOCOCICA
No se han reportado casos
MORDEDURAS
119
30-59 años
Lima
cercado,Carabayllo,SMP,
Independencia,Comas y
otros
Mordedura de Can 91.60%, y las otras por Rata, Hamster y felino
MUERTE FETAL
35
Edad
gestacional: 31
a 40 semanas
SMP,Comas,Breña, Los
Olivos y Lima Cercado
Atendemos casos fuera de nuestra jurisdicción: Comas ,Los Olivos y
Tarapoto -San Martín, el 37.14% pesaron entre 500 a 1000 gramos
MUERTE NEONATAL
24
Edad
gestacional: 22
a 30 semanas
Lima
Atendemos casos fuera de nuestra jurisdicción : Ventanilla, SJL, VMT,
Rímac,Ate y Carabayllo.La causa de muerte más frecuente son las
malformaciones congénitas, Sepsis, malformaciones congénitas y
prematuridad extrema.
MUERTE MATERNA
4
Grupo Etareo ;
18 a29 años
respectivamente
OFIDISMO
2
Grupo Etáreo:
30 a 59 años
PICADURA DE INSECTOS
83
0 a 11 años
SIFILIS CONGENITA
12
Menores de 1
año
Lima,SMP
El 58.33% de peso al nacer es de mayor a 3000 grms
590
30 A 59 Aaños
Lima SMP y otros
el 41.53% es TBC pulmonar, el 6.78% fallecidos,, 56.10% es masculino
7
30-59 años
Técnico de Enfermería y
Enfermera,Interno
Medicina,Tec.médico,Interno
Enfermería,Médico Patólogo
Caso de TB Pulmonar 5 casos y 2 caso de TBC Pleural
600
30-59 años
Lima,SJL,Breña,SMP,Comas
,Los Olivos, Rimac
El 51.50% casos corresponde a pac.nuevos, el 1.16% fallecidos, el
22.50% casos de VIH y 24.83% casos de SIDA recibieron TARGA, el
55% tiene Secundaria, La vía de transmisión el 52.67% es
Heterosexual, el 19.17% es Homosexual, Se ha verificado que existen
12.67% casos de vía desconocida y 9.22% casos no determinado.
TBC PACIENTES ATENDIDOS
TBC OCUPACIONAL
VIH-SIDA
Lima (Puente Piedra),
Ucayali (Coronel
Portillo),Tarapoto (San
Martín) Bolognesi (Ancash)
San Martín Tocache-Juní
Satipo
Lima, Breña,Ate,Carabayllo y
otros
Pac.fallecida por causa indirecta: Sepsis severa y Falla multiorgánica y
Insuficiencia respiratoria agua + neumonía
Paciente hospitalizado en HNAL, por presentar complicaciones, Alta en
buenas condiciones.Tipo de serpiente Cascabel negra y jergón
No se han reportado el tipo de insecto, también se han atendido casos
fuera de nuestra jurisdicción: Cieneguilla, Pachacámac, Bellavista, Ate,
Carabayllo, San Borja Callao, San Miguel.
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Análisis de Situación de Salud 2014
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3.8.1 ENFERMEDADES TRANSMISIBLES E INFECCIOSAS
1.- SITUACION EPÌDEMIOLOGICA DE MUERTE FETAL 2014
En 2014 se han reportado 35 casos de muertes fetales, de las cuales se atendieron casos fuera de nuestra
jurisdicción: 37% SMP ,17% Comas, Lima y Breña 5%, 62.90% de muertes ocurrió entre las 31 y 40 semanas
de gestación y el 37.14% entre 500 y 1000 gramos de peso.
Muerte Fetal Ene-Dic. 2014 por Mes
6
5
4
3
2
1
0
Nº Casos
ENE
FEB.
MAR
ABR
MAY
JUN
JUL
3
2
6
1
3
3
2
AGO
S
0
SET
OCT
NOV
DIC
6
2
2
5
Muerte Fetal Procedencia Ene-Dic. 2014
14
12
10
8
6
4
2
0
SMP
Comas
Lima
SJL
Breña
Ate
Rímac
Callao
13
4
6
1
6
1
1
1
Casos
Muerte Fetal por Edad Gestacional Ene -Dic.
70
60
50
40
30
20
10
0
Casos
%
Los
Olivos
1
Tarapoto
1
2014
21 a 30 semanas
31 a 40 semanas
13
22
41 a + semanas
0
37.1
62.9
0.0
Muerte Fetal según peso al nacer Ene -Dic. 2014
40
35
30
25
20
15
10
5
0
Casos
%
500 grs - 1000 grs
1001 grs - 2000 grs
2001 grs - 3000 grs
13
6
9
7
37.14
17.14
25.71
20.00
Oficina de Epidemiología y Salud Ambiental
3000 grs a más
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Análisis de Situación de Salud 2014
2.- SITUACION EPÌDEMIOLOGICA DE MUERTE NEONATAL 2014
En el 2014,se han reportado 24 casos de muerte neonatal, la mayor procedencia es de SMP 33.33%,
16.67% Lima Cercado, y otros distritos: Ventanilla,Carabayllo, Ate, Comas,San Borja, Sta Anita; el
54.20% de los fallecidos estaban entre 22 a 30 semanas de gestación y el 41.67% entre 1001 a 2000
grs de peso. El 29.17% fallece por Sepsis de recién nacido y 16.67% por Malformaciones congénitas
y Anencefalia.
Muerte Neonatal
Ene-Dic. 2014
4.5
4
3.5
3
2.5
2
1.5
1
0.5
0
ENE
FEB.
MAR
ABR
MAY
JUN
JUL
AGOS
SET
OCT
NOV
DIC
1
1
4
2
3
1
3
0
2
1
3
3
Nº Casos
Muerte Neonatal Por Procedencia Ene-Dic. 2014
9
8
7
6
5
4
3
2
1
0
Ventan
illa
SJL
Caraba
yllo
Lima
VMT
Rímac
San
Borja
Santa
Anita
SMP
SJM
Ate
2
1
1
4
1
2
1
1
8
1
2
Nº Casos
Muerte fetal por Edad Gestacional Ene- Dic. 2014
13.5
13
12.5
12
11.5
11
10.5
10
22 a 30 semanas
31 a 40 semanas
13
11
Nº Casos
Muerte fetal por Peso al nacer al Ene-Dic. 2014
12
10
8
6
4
2
0
Nº Casos
501 grs - 1000 grs
1001 grs - 2000 grs
2001 grs - 3000 grs
3000 grs a más
6
10
6
2
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Análisis de Situación de Salud 2014
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3.- SITUACION EPÌDEMIOLOGICA MUERTE MATERNA 2014
En el 2014 se han reportado Cuatro (04) casos de Muerte materna, procedentes de Ucayali
(Coronel Portillo) Lima ( Puente Piedra) , Tarapoto (San Martín) y Ancash, el 75% pertenece al
grupo etareo de 18 a 29,el 100% tiene el estado civil de Convivientes. Estos casos son de tipo
muerte materna Indirecta.
CAUSA DE MUERTE MATERNA
Nº H.C.
APELLIDOS Y NOMBRES EDAD ESTADO CIVIL DOMICILIO-PROCEDENCIA
FECHA DE
MUERTE
CIE-X
2546974
2569329
2582822
2589665
Shuña Vásquez Anne Mari
Tacza Sarzo, Jenny María
Reyna Murayari, Beronica
Díaz Alarcón, Esther Irma
Causa Final
CIE-X C.Intermedia CIE-X
C.Básica
Sepsis Severa
Enfermedad
Insuficiencia
Trofoblastica
J96.0 respiratoria M91.0
Gestacional
Aguda
Metastásica
Conviviente
Pasaje cajamarca Mz B Lt 20
11/01/2014
Aa.HH. Las Mercedes Manatay
A40
Hora 18:18
Coronel Portil o Ucayali
34
Coviviente
Neoplasia
Disfunción Orgánica
Hipertensión
Mz 21 Lt 2 AA.HH. Nueva 15/03/2014
Maligna de
R68.8 Múltiple ( Falla G93.2 Intracraneal(End C71
Esperanza Puente Piedra Lima Hora : 21,10
cerebro ( Tumor
Multiorgánica)
ocraneana)
Cerebral)
22
Disfunción Orgánica
Insuficiencia
10/06/2014
Conviviente Jr. Nazca 344 Tarapoto-San Martin
R68.8 Múltiple ( Falla J96.0 respiratoria J10.0
Hora : 8:40
Multiorgánica)
Aguda
25
Disfunción
Pasaje Las Casuarinas04/07/2014
Orgánica
Conviviente Chasquitambo-Colquioc-BolognesiO41.1 Sindrome de Hellp A41.9 Shock Séptico R68.8
Hora : 18:02
Múltiple ( Falla
Ancash
Multiorgánica)
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Neumonía
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4.- SITUACION EPÌDEMIOLOGICA SIFILIS CONGENITA 2014
En el 2014 se han reportado 12 casos, el 50% procede de SMP y el 17% del Rímac y Lima
Cercado , el 58.33% corresponde a peso mayor a 3000 gramos.
Sífilis Congenita Ene-Dic. 2014
25
20
15
10
5
0
Casos
%
ENE
1
FEB
0
MAR
2
ABR
2
MAY
1
JUN
2
JUL
0
AGOS
3
SET
1
OCT
0
NOV
0
DIC
0
8
0
17
17
8
17
0
25
8
0
0
0
Casos Sífilis Congénita según Género 2014
70
60
50
40
30
20
10
0
Nº
%
FEMENINO
5
41.67
MASCULINO
7
58.33
Sífilis Congénita según Procedencia 2014
60
50
40
30
20
10
0
Rímac
Los Olivos
Breña
Lima
Nº
2
1
1
2
SMP
6
%
17
8
8
17
50
Sífilis Congénita según peso al nacer 2014
70
60
50
40
30
20
10
0
Menor de
500 grs
500 grs 1000 grs
1001 grs 2000 grs
2001 grs 3000 grs
3000 grs a
más
Nº
0
0
1
4
7
%
0.00
0.00
8.33
33.33
58.33
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5.- SITUACION EPÌDEMIOLOGICA BARTOLENOSIS 2014
En el 2014 No se han reportado casos de Bartollenosis.
6.- SITUACION EPÌDEMIOLOGICA DENGUE
2014
En el 2014 se ha reportado Un (01) sólo caso de Dengue en nuestra Institución, sin señales de
alarma, procedente de Iquitos, Maynas, Loreto, en el grupo etareo de 18 a 29 años..
7.- SITUACION EPÌDEMIOLOGICA
BRUCELOSIS
2014
En el 2014 no se han reportado casos.
8- SITUACION EPÌDEMIOLOGICA
MORDEDURAS
2014
En el 2014 se han reportado 119 casos de personas mordidas por mamíferos, el 52.10% afectado al
sexo masculino, el grupo etareo más afectado es el de 30 a 59 años el 40.34%, el 52.94% procede
de Lima cercado, seguido por SMP, Breña y SJL, el 91.64% corresponde a mordeduras por Can,
seguido por mordedura de rata, hámster y felino( 3.36%).
Casos de Mordeduras de Mamíferos Ene-Dic. 2014
20
15
10
5
0
ENE
FEB
MAR
ABR
MAY
JUN
JUL
AGO
SET
OCT
NOV
DIC
14
14
10
5
10
9
11
10
7
18
5
6
Nº Casos
Casos de Mordeduras por mamíferos Ene-Dic. 2014
64
62
60
58
56
54
Nº Casos
MASCULINO
FEMENINO
62
57
Casos de Mordeduras por mamíferos por Grupo Etareo Ene-Dic. 2014
60
50
40
30
20
10
0
Nº Casos
%
0 a 11 años
12 a 17 años
18 a 29 años
30 a 59 años
60 a más
15
2
31
48
23
12.61
1.68
26.05
40.34
19.33
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Casos de Mordeduras Ene- Dic. según animal agresor
120
100
80
60
40
20
0
Nº Casos
%
CAN
FELINO
HAMSTER
AVE DE CARROÑA
109
4
2
1
RATA
3
91.60
3.36
1.68
0.84
2.52
Casos de Mordeduras Ene-Dic. 2014 por procedencia
70
60
50
40
30
20
10
0
La
La Chanc
Libert
Indep
El
San
Puent
Carab
Los Coma
Magd Jesús
Piura- Santa Merc hama Jesús
Cajam
Agusti
e
Lima SJL
SMP Breña enden
Surco Rímac ad- Ate Migue
Callao
ayllo
Olivos s
alena María
Talara Rosa ed- yo- María
arca
Chepé
ciaq
no
l
Piedra
Junin junín
n
Casos 63
8
4
5
7
3
1
2
2
3
2
1
2
1
1
1
1
1
1
1
9- SITUACION EPÌDEMIOLOGICA INTOXICACION ALCOHOLICA
1
1
1
2
Santa
Puebl
María
o S.J.M.
del
Libre
Mar
1
2
1
2014
En el 2014 se han reportado 128 casos de Intoxicación alcohólica, el 71.88% corresponde al sexo
masculino, el 54.69% corresponde al grupo etareo afectado de 30 a 59 años, el 48.44% de los
atendidos no refieren procedencia, también se han atendido pacientes de SMP, Miraflores, Lurín, San
Borja, Chaclacayo y otros distritos.
Intoxicación Alcohólica Ene- Dic. 2014
20
15
10
5
0
Nº Casos
ENE
FEB
MAR
ABR
MAY
JUN
JUL
AGO
SET
OCT
NOV
DIC
12
4
14
14
13
14
5
15
9
10
8
10
Oficina de Epidemiología y Salud Ambiental
Página 180
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
Análisis de Situación de Salud 2014
Intoxicación Alcoholica según Género Ene- Dic. 2014
100
80
60
40
20
0
Nº
%
MASCULINO
92
71.88
FEMENINO
36
28.13
Intoxicación Alcohólica por Grupo Etareo Ene- Dic. 2014
80
60
40
20
0
17 años
18 a 29 años
30 a 59 años
60 a más años
3
48
70
7
Nº Casos
Intoxicación Alcohólica por procedencia Ene-Dic. 2014
70
60
50
40
30
20
10
0
Nº Casos
No
Especif Indepe
Huanh
Mirafl
San
ican ndenci
uasTrujillo
ores
Borja
proced
a
Ancash
encia
62
1
2
1
1
1
SJL
La
Colliqu Santa Nazca- Chacla
Victori
Lurín
e
Rosa
Ica
cayo
a
2
2
1
1
1
1
2
Breña Comas Callao Surco
4
2
2
3
SMP
SJL
Rímac
Lima
10
4
5
20
10.- SITUACION EPÌDEMIOLOGICA INTOXICACION ALIMENTARIA 2014.
En el 2014 se han reportado 343 casos, el 50.44% de afectado es el sexo masculino, el 53.35% es el
grupo etareo de 0 a 11 años, no se ha especificado el tipo de alimento que produjo la intoxicación, el
34.99% procede de Lima, y del interior del país. ( Junín, Pisco, Huara, Cajamarca y Huánuco)
Intoxicación Alimentaria Ene- Dic. 2014
40
35
30
25
20
15
10
5
0
Nº Casos
ENE
FEB
MAR
ABR
MAY
JUN
JUL
AGO
SET
OCT
NOV
DIC
35
36
35
17
24
37
32
28
17
22
22
38
Oficina de Epidemiología y Salud Ambiental
Página 181
Análisis de Situación de Salud 2014
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
Intoxicación Alimentaria según Género Ene- Dic. 2014
200
180
160
140
120
100
80
60
40
20
0
TOTAL
%
MASCULINO
173
50.44
FEMENINO
170
49.56
Intoxicación Alimentaria según Grupo Etareo Ene-Dic.2014
200
180
160
140
120
100
80
60
40
20
0
0 a 11 años
12 a 17 años
18 a 29 años
30 a 59 años
183
31
52
60
17
53.35
9.04
15.16
17.49
4.96
Nº Casos
%
60 a más años
CASOS DE INTOXICACION ALIMENTARIA POR PROCEDENCIA ENE-DIC. 2014
140
120
120
100
80
60
38
40
20
1
1
1
2
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
2
1
2
2
2
2
3
3
4
4
5
5
6
9
8
17 19 20
8 10 12
26
0
11- SITUACION EPÌDEMIOLOGICA INTOXICACION POR SUSTANCIA DESCONOCIDA
En el 2014 se han reportado 74 casos de intoxicación por sustancias desconocidas, el 81.08%
corresponde al sexo masculino, el grupo etareo más afectado es de 30 a 59 años con 48.65%, de
Lima procede el 35.14% y el 29.77% no indica procedencia,
dentro de ellas, Un caso por
intoxicación por Alcalí, Un caso por hidrocarburo, Un caso por ingesta de colonia, Un caso por
ingesta de plastilina y Un caso de intoxicación por drogas.
12- SITUACION EPÌDEMIOLOGICA INTOXICACION POR METALES Y OTROS 2014
En el 2014 se han reportado Dos (02) casos de intoxicación por Mercurio en zona minera de Ucayali,
Atalaya Comunidad de Santa Rosa de Sipahue, siendo afectadas madre e hija.
Oficina de Epidemiología y Salud Ambiental
Página 182
Análisis de Situación de Salud 2014
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
13- SITUACION EPÌDEMIOLOGICA ACCIDENTES PUNZOCORTANTES
2014
En el 2014, se han reportado 53 casos de accidentes punzocortantes ,con 73.58% siendo el sexo
femenino el más afectado, siendo el grupo Técnicos en Enfermería y Médico Residente con 25% los
más afectados, Por tipo de instrumento el 62.30% fue por agujas hipodérmicas , por tipo fluidos el
62.26% de Sangre y el 30.19% no identificó el tipo de fluido, Según la circunstancias el que ocurrió
Tomando muestra con 25% fue el de mayor incidencia y el 11% fue desarmando y/o manipulando
aguja hipodérmica. Siendo Hospitalización y Emergencia las áreas donde ocurre más accidentes
30.19% , según la profundidad de la herida la condición Moderado con 49.06% y Superficial el
45.28%, reportándose 3 casos graves. Este reporte incluye accidentes punzocortantes y contacto con
secreciones.
MES
2007
2008
2009
2010
2011
2012
2013
2014
Enero
4
6
4
2
8
6
4
12
Febrero
3
8
9
8
10
5
2
1
Marzo
6
6
4
6
1
9
2
4
Abril
4
3
6
7
4
1
1
9
Mayo
4
5
4
1
2
4
4
3
Junio
2
3
6
1
3
4
1
5
Julio
6
11
6
3
3
3
7
3
Agosto
3
1
2
6
2
2
7
9
Setiembre
6
3
6
8
2
8
7
2
Octubre
5
3
4
2
4
2
3
4
Noviembre
4
2
2
2
4
2
7
0
Diciembre
2
2
4
2
3
2
1
1
TOTAL
49
53
57
48
46
48
46
53
Accidentes Punzocortantes y Contacto de Secreciones Ene-Dic.2014
60
50
40
30
20
10
0
Casos
Año 2007
Año 2008
Año 2009
Año 2010
Año 2011
Año 2012
Año 2013
Año 2014
49
53
57
48
46
48
46
53
Oficina de Epidemiología y Salud Ambiental
Página 183
Análisis de Situación de Salud 2014
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
Accidentes Punzocortantes y Contacto son secreciones
Ene-Nov. 2014
14
12
10
8
6
4
2
0
ENE
FEB
MAR
ABR
MAY
JUN
JUL
AGO
SET
OCT
NOV
DIC
12
1
4
9
3
5
3
9
2
4
0
1
Nº Casos
Accidentes Punzocortantes y Contactos con secreciones según
Género Ene-Dic.2014
Accidentes Punzocortantes y Contacto con
secreciones según profundidad de la lesión EneDic.2014
60
50
40
30
20
10
0
Superficial
Moderado
Grave
24
26
3
45.28
49.06
5.66
Nº Casos
%
50
40
30
20
10
0
Nº Casos
MASCULINO
FEMENINO
14
39
Accidentes Punzocortantes y Contacto con secreciones por Servicio de Procedencia Ene-Dic. 2014
35
30
25
20
15
10
5
0
Radiología
Nº Casos
%
Cons.Aten
Banco de Anatomía
ción
sangre Patológica
Inmediata
Cons.
Centro
Dental Obstétrico
UCIG
Central de
Cons.Exter
Laboratori Tópico de Neumolog
Esterilizaci
no
o
Cirugía
ía
ón
Medicina
SOP
Hospitaliz
ación Emergenci
a
MediCirug.
1
1
1
1
1
1
1
1
2
2
2
3
6
14
16
1.89
1.89
1.89
1.89
1.89
1.89
1.89
1.89
3.77
3.77
3.77
5.66
11.32
26.42
30.19
Oficina de Epidemiología y Salud Ambiental
Página 184
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
Análisis de Situación de Salud 2014
Accidentes Punzocortantes y Contacto con secreciones por tipo de Instrumento Ene -Dic.2014
70
60
50
40
30
20
10
0
Aguja
Hipodérmica
Nº Casos
%
Fluidos:
Material
Sangre
Quirúrg.Contaminad
Instrumental
a y otros
Aguja de
Sutura
Secrec.Uretr
oscópica
Bisturí
Mandril
Pinzas
Lanceta
Abocath
Eq,odontoló
gicoExplorad
or
33
6
3
3
2
1
1
1
1
1
1
62.3
11.3
5.7
5.7
3.8
1.9
1.9
1.9
1.9
1.9
1.9
Accidentes Punzocortantes y Contacto con secreciones según circunstancias en que ocurrió Ene - Dic.2014
30
25
20
15
10
5
0
Realizand
o
Desarma
ndo
y/o
procedim Colocar
Tomando
muestra manipula iento de
funda
ndo aguja cirugía
menor
Limpiand
Por
Post
Realizand
o y/o
Retirando
Manipula
violencia
procedim
o
Al
Limpiand
al aplicar
ndo
Manipula
Colocand Aplicando material
Realizand
Suturand
Limpiand
Segregan
movilizar
inyectabl
basada
iento
proced.ur o cavidad
o vía
anestesia de mesa
o RCP
o herida
o cama
coche de do RR.SS.
ndo mat.
paciente
e
en
ginecológ
etroscópi dental
de Oper.
curación
Instrume
género
ico
co
ntal
Nº Casos
13
6
6
5
4
3
2
2
2
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
%
25
11
11
9
8
6
4
4
4
2
2
2
2
2
2
2
2
2
2
Accidentes Punzocortantes según Grupo ocupacional Ene- Dic.2014
30
25
20
15
10
5
0
Nº Casos
%
Interno/
Externo de
Medicina
Médico
Residente
Téc.Enferm
ería
Enfermera
Interno/Est
udiante de
Enfermería
Médico
Asistente
Tecnólogo
médico
Personal
Laboratorio
Odontólogo
9
13
17
25
13
6
4
3
2
2
1
25
11
8
6
4
4
2
Accidentes Punzocortantes y Contacto con secreciones según Objeto contaminado por tipo de
fluido Ene- Dic.2014
80
60
40
20
0
Nº Casos
%
Sangre
No indica/no se dio cuenta
33
16
4
62.26
30.19
7.55
Oficina de Epidemiología y Salud Ambiental
Otras Secreciones
Página 185
Análisis de Situación de Salud 2014
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
14- SITUACION EPÌDEMIOLOGICA MALARIA 2014
En el 2014 se han reportado 10 casos de Malaria por M. Vivax, procedentes de Callao AA.HH.
Bocanegra y , Loreto(maynas-Iquitos), el 71.43% corresponde al grupo etareo de 30 a 59 años.
Malaria Ene- Dic. 2014
2.5
2
1.5
1
0.5
0
ENE
Nº Casos
1
FEB MAR ABR MAY JUN
1
1
0
0
JUL AGO SET OCT NOV DIC
0
2
1
0
Malaria por Tipo Ene- Dic.2014
8
7
6
5
4
3
2
1
0
Nº Casos
0
0
1
Malaria según Género Ene-Dic.
2014
6
4
2
0
M.FALCIPARUM
M.VIVAX
0
7
MASCULINO
FEMENINO
3
4
Nº Casos
Malaria según Procedencia Ene- Dic.2014
4
3
2
1
0
Nº Casos
CallaoAA.HH.
Bocanegra
Huancavelic
a-Angaraes
PiuraMorropon
VenezuelaBolivar-El
Dorado
LoretoMaynasIquitos
1
1
1
1
3
Malaria según Grupo etareo Ene- Dic.2014
6
5
4
3
2
1
0
Nº Casos
18 a 29 años
30 a 59 años
60 a más años
1
5
1
Oficina de Epidemiología y Salud Ambiental
Página 186
Análisis de Situación de Salud 2014
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
15- SITUACION EPÌDEMIOLOGICA LESHMANIASIS 2014
En el 2014, se han reportado 21 casos, siendo la de tipo L. Cutánea, el 58.82% es de sexo masculino,
grupo etareo afectado de 30 a 59 años ( 41.18%), la procedencia es de Ancash-Huaraz , LoretoMaynas-Iquitos y Tocahe San Martín entre otros.
Leshmaniasis según mes Ene- Dic.
2014
6
5
4
3
2
1
0
ENE
FEB
0
1
Casos
MA
R
0
ABR
1
MA
Y
0
JUN
JUL
0
2
AGO SET
0
2
Leshmaniasis según tipo de enfermedad Ene-Dic. 2014
OCT NOV DIC
6
5
0
Leishmaniasis según género - Ene- Dic. 2014
20
15
10
5
0
10
5
L.CUTANEA
INDETERMINADA
17
0
Casos
0
L.MUCOCUTANE
A
0
MASCULINO
10
Casos
FEMENINO
7
Leishmaniasis según procedencia - Ene- Dic.2014
3
2.5
2
1.5
1
0.5
0
San
MartínTocache
San
MartínHuallagaSaposoa
San
Martín
1
1
1
Casos
Madre de Madre de
Dios
Dios-Pto
maldonad
o
2
1
JunínTarma
AncashHuaraz
1
3
La
Libertad.S
to
ChucosAngosmar
ca
1
Canta
PiuraMorropón
Loreto MaynasIquitosYurimagu
as
2
2
2
Leishmaniasis según grupo etareo - Ene- Dic. 2014
7
6
5
4
3
2
1
0
0 a 11 años
Casos
0
12 a 17
años
2
18 a 29
años
5
Oficina de Epidemiología y Salud Ambiental
30 a 59
años
7
60 a más
años
3
Página 187
Análisis de Situación de Salud 2014
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
16- SITUACION EPÌDEMIOLOGICA PICADURAS DE INSECTOS
2014
En el 2014 se han reportado 83 casos de picaduras de insectos, siendo el grupo etareo más afectado
de 0 a 11 años (67.47%), procedentes de . Lima(30%), Breña(17%), y otros distritos Ate , Carabayllo,
Rímac, SMP y otros, no se ha especificado el tipo de insecto causante.
Picadura de Insecto Ene-Dic. 2014
20
15
10
5
0
ENE
Nº Casos
FEB MAR ABR MAY JUN
12
8
11
5
18
JUL
AGO
SET
2
4
5
4
OCT NOV
2
DIC
4
8
Picadura de Insecto por grupo Etareo Ene- Dic.2014
80
70
60
50
40
30
20
10
0
0 a 11 años
12 a 17 años
18 a 29 años
30 a 59 años
56
5
10
9
3
67.47
6.02
12.05
10.84
3.61
Nº Casos
%
60 a más años
Picadura de Insecto según Género Ene-Dic. 2014
50
45
40
35
30
MASCULINO
FEMENINO
38
45
Nº Casos
Picadura de Insecto según Procedencia Ene- Dic. 2014
35
30
25
20
15
10
5
0
Lima
Mag
Cara
Pach
Jesús San La
Breñ
Rima S.M. dalen
San Com
Calla Bella
Ciene
Ate bayll Lurín S.J.L.
SJM
acám
Marí Migu Victo
a
c
P. a del
Borja as
o vista
guilla
o
ac
a
el
ria
Mar
Nº Casos
25
14
4
4
2
6
3
7
2
3
1
1
1
1
2
4
1
1
1
%
30
17
5
5
2
7
4
8
2
4
1
1
1
1
2
5
1
1
1
Oficina de Epidemiología y Salud Ambiental
Página 188
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
Análisis de Situación de Salud 2014
17- SITUACION EPÌDEMIOLOGICA LOXOCELISMO 2014
En el 2014, se han reportado 17casos de Loxocelismo (picaduras de arañas) , siendo el grupo etareo
más afectado el de 30 a 59 años 52.94%, el 43% procede de Lima, de Rímac, Santa Anita, Comas,
Breña, Cajatambo etc. No se ha identificado el tipo de araña.
Loxocelismo Ene-Dic. 2014
5
4
3
2
1
0
ENE FEB MAR ABR MAY JUN JUL AGO SET OCT NOV DIC
Nº Casos
1
3
4
1
4
1
1
0
2
0
0
0
Loxocelismo según Grupo Etareo Ene- Dic. 2014
60
40
20
0
Nº Casos
%
0 a 11 años
12 a 17 años
18 a 29 años
30 a 59 años
2
2
4
9
11.76
11.76
23.53
52.94
Loxocelismo según Género Ene- Dic. 2014
15
10
5
0
MASCULINO
FEMENINO
7
10
Nº Casos
Loxocelismo según Procedencia Ene-Dic.2014
8
7
6
5
4
3
2
1
0
Lima
Nº Casos
7
Cajatamb
Comas
o
1
1
Breña
Rímac
SJL
1
2
1
Callao San Borja
Oficina de Epidemiología y Salud Ambiental
1
1
Magdalen Santa
a
Anita
1
1
Página 189
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
Análisis de Situación de Salud 2014
18- SITUACION EPÌDEMIOLOGICA VIH-SIDA
2014
En el 2014 ,se han reportado en total 600 casos de VIH/SIDA, 309 casos nuevos, 07 fallecidos , 284
casos reciben TARGA con VIH 135 casos y con SIDA 149, siendo grupo etáreo más afectado el de
30 a 59 años(58%), tienen secundaria el 55% , por la vía de transmisión el 52.67% es Heterosexual,
el 12.67% se no conoce la vía y el 9.33% no se ha determinado, el 19.17% por Homosexual, el
22.17% procede de Lima Cercado, proceden de otros distritos( SMP, SJL, Comas, Breña, Los Olivos,
Rímac y otros) y del interior del país(Ayacucho, Madre de Dios, Ancash, Oxapampa, San Martín,
Junín. Ica y otros).
CASOS DE VIH-SIDA 2014
Casos
MES
Nuevos
TARGA
Fallecidos
VIH
Total
VIH
SIDA
ENE
37
1
10
23
71
FEB
38
0
8
12
58
MAR
29
0
16
15
60
ABR
19
0
17
18
54
MAY
25
1
13
10
49
JUN
19
0
6
12
37
JUL
22
0
11
12
45
AGO
21
0
13
5
39
SET
21
1
10
7
39
OCT
32
1
14
8
55
NOV
16
3
5
10
34
DIC
30
0
12
17
59
309
7
135
149
600
TOTAL
VIH-SIDA según Grado de Instrucción Ene- Dic.2014
350
300
250
200
150
100
50
0
Nº Casos
%
Analfabeto
Secundaria
Superior
No aplicable/No
Indican
Técnica
Primaria
8
330
130
63
37
32
1.33
55.00
21.67
10.50
6.17
5.33
Oficina de Epidemiología y Salud Ambiental
Página 190
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
Análisis de Situación de Salud 2014
VIH-SIDA según Género Ene-Dic. 2014
VIH-SIDA según Vía de Transmisión Ene- Dic. 2014
350
500
300
400
250
300
200
200
150
100
100
50
0
Casos
%
Masculino
474
79.00
Femenino
126
21.00
0
0.0
1.1
1.2
1.4 Abuso
1.0 No 3.0 Exposición 3.1 Infección
1.3 Bisexual
Desconocido Heterosexual Homosexual
sexual Determinado Perinatal Perinatal
Nº Casos
%
76
316
115
25
0
56
10
2
12.67
52.67
19.17
4.17
0.00
9.33
1.67
0.33
VIH-SIDA según Grupo etareo Ene- Dic. 2014
400
350
300
250
200
150
100
50
0
Nº Casos
%
0 a 11 años
12 a 17 años
18 a 29 años
30 a 59 años
60 a más años
13
6
203
348
30
2.17
1.00
33.83
58.00
5.00
VIH-SIDA según Procedencia Ene-Nov. 2014
140
120
100
80
60
40
20
0
Pich
Ama
anaq
zona
AteLa
Jesú
Inde
Pue
Sant
Lam
Ucay
Mala
Mer
uis- San
Los
Cara
Mag
La Vitar Lurig
San Pue
El Chi
Mira Vent
Lurig
La
pen
nte Surq Linc
a Chin
asali- Huá
- Pun
Breñ S M
Com
Rim V M Chor
Calla San
Huac Barr s
Surc
Ayac Anca
Oliv
bayll
dale
Vict te- anch
Borj blo
Agus mbo
Moli
cedCha SJM flore anill
Mad Mig
Lima
SJL
VES
Lurín anch
a P
as
ac T rillos
o Luis
ho anco Marí
o
ucho sh
denc
Pied uillo e
Anit cha
Tara
Atal nuco
Cañe o
os
o
na
oria Huac o
a Libre
tino te
s a
o
na
Juní
ncha
re uel
a
ia
ra
a
poto
aya
te
may
de
hipa
n
o
Dios
Nº Casos 133 45 57 51 35 18 29 13 18
8
8
5
6
1
7
12 15 13
1
16
8
11
6
5
13
6
4
4
Oficina de Epidemiología y Salud Ambiental
3
5
1
2
7
7
6
1
1
5
1
2
1
2
2
1
1
1
1
2
Página 191
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
Análisis de Situación de Salud 2014
19- SITUACION EPÌDEMIOLOGICA LEPTOSPIROSIS 2014
En el 2014 se han reportado Dos (02) casos confirmados en Cañete y Huánuco, en los grupos etareos
de 12 a 17 y 30 a 59 años.
20- SITUACION EPÌDEMIOLOGICA HEPATITIS B 2014
En el 2014 se han reportado 207 casos de Hepatitis B, siendo el grupo etáreo más afectado el de 30 a
59 años (61.84%), procedentes de Lima Cercado(17.90.%), SJL, La Victoria, Comas y otros, a nivel
nacional : Ayacucho, Amazonas, Ancash. Junín, Pisco, Huaral entre otros, el 65.22% corresponde al
género masculino.
Hepatitis B Ene-Dic.2014
40
30
20
10
0
Nº Casos
ENE
FEB
MAR
ABR
MAY
JUN
JUL
AGO
SET
OCT
NOV
DIC
26
16
16
20
13
7
26
11
15
10
30
17
Hepatitis B según Género Ene-Dic. 2014
150
100
50
0
Nº Casos
MASCULINO
FEMENINO
135
72
Hepatitis B según Procedencia I Trimestre 2014
37
18
10
7
111111111111111111111111111
2
3
2222222
Oficina de Epidemiología y Salud Ambiental
3
2
3
22222
3
4
33
444444
55
6666
Página 192
Análisis de Situación de Salud 2014
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
Hepatitis B por grupo etareo Ene-Dic.2014
140
120
100
80
60
40
20
0
0 a 11 años
12 a 17 años
18 a 29 años
0
3
42
128
34
0.00
1.45
20.29
61.84
16.43
Nº Casos
%
30 a 59 años
21- SITUACION EPÌDEMIOLOGICA ACCIDENTES DE TRANSITO
60 a más años
2014
En el 2014 se han reportado 602 accidentes de tránsito ,donde el grupo etáreo más afectado es el de
30 a 59 años (46.68%) , el 51.17% corresponde a Choques y 31.67% Atropello , el 53.33%
corresponde a vehículo ocasionante a Particular y el 38.50% a Público , la aseguradora que realizó la
mayor cobertura fue Afocat Lima Metropolitana, Hora de mayor ocurrencia de accidentes es 06:01 a
12:00 horas, por la Ubicación del lesionado: En la vía/calle y el Pasajero corresponde al 40%. Los
accidentes tienden a ocurrir con mayor frecuencia entre las 06:00 y las 18:00 horas..
Accidentes de Tránsito al Ene- Dic.2014
80
60
40
20
0
AÑO 2014
ENE
FEB
MAR
ABR
MAY
JUN
JUL
AGO
SET
OCT
NOV
DIC
54
43
41
60
38
68
62
48
39
48
43
58
Accidentes de Tránsito según género Ene-Dic.2014
350
300
250
200
150
100
50
0
TOTAL
%
Masculino
298
54.77941176
Femenino
246
45.22058824
Oficina de Epidemiología y Salud Ambiental
Página 193
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
Análisis de Situación de Salud 2014
Accidentes de tránsito según grupo etareo afectado Ene- Dic. 2014
300
250
200
150
100
50
0
Nº Casos
%
0 a 11año
12 a 17 años
18 a 29 años
30 a 59 años
8
21
191
281
60 a más
101
1.33
3.49
31.73
46.68
16.78
Accidentes de Tránsito según Tipo Ene- Dic.2014
350
300
250
200
150
100
50
0
Choque
Nº Casos
%
250
Atropello
Caida
Acc.dentro del
vehículo
Despiste
Volcadura
307
190
63
3
13
24
51.17
31.67
10.50
0.50
2.17
4.00
Accidentes de Tránsito según Hora de ocurrencia Ene-Dic. 2014
200
150
100
50
0
De 00:01 a 06:00
Nº Casos
%
De 06:01 a 12:00
De 12:01 a 18:00
De 18:01 a 24:00
53
235
187
125
8.83
39.17
31.17
20.83
Accidentes de Tránsito según Vehículo ocasionante Ene-Dic. 2014
350
300
250
200
150
100
50
0
Nº Casos
%
Particular
Público
Estatal
Privado
320
231
9
40
53.33
38.50
1.50
6.67
Oficina de Epidemiología y Salud Ambiental
Página 194
Análisis de Situación de Salud 2014
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
Accidentes de Tránsito según Ubicación del Lesionado Ene - Dic. 2014
250
200
150
100
50
0
Pasajero
Casos
%
En la vía/calle
Conductor
240
240
120
Dentro de vivienda o
local
0
40.00
40.00
20.00
0.00
Accidentes de Tránsito según Ubicación del Lesionado Ene - Dic. 2014
250
200
150
100
50
0
Pasajero
Casos
%
En la vía/calle
Conductor
240
240
120
Dentro de vivienda o
local
0
40.00
40.00
20.00
0.00
22.- SITUACION EPÌDEMIOLOGICA TBC OCUPACIONAL ( en personal de salud)
2014
En el 2014, se ha reportado Seis (06 ) caso de TBC en personal de salud, Según Género 50% en
Masculino y 50% para Femenino, el 33% ha ocurrido en el Servicio de Emergencia, el 83% ha sido
diagnosticado con TBC pulmonar , del grupo etareo de 30 a 59 años el más afectado(66.67%).
Fecha
Edad
Sexo
Profesión u
Ocupación
Condición
Servicio donde
Labora
TBC MDR (SI/NO)
ESQUE
MA
LUGAR DE
TTO
CONDICIO
N ACTUAL
01.02.2014
47
M
Técnico de Enfermería
Contratado
Emergencia
TB P Baciloscopia ++
UNO
Hospital Nac.
"Arzobispo
Loayza
En
Tratamiento
08.04.2014
43
F
Enfermera
Nombrado
Emergencia
TB P Baciloscopia +
UNO
Hospital Nac.
"Arzobispo
Loayza
En
Tratamiento
Contratado
Gineco Obstetricia
TB P Baciloscopia ++
UNO
C.S. Ntra Sra.
De la Paz-Red
Tupac Amaru
Comas
En
Tratamiento
20,08,2014
26
F
Interno de Medicina
25,09,2014
44
M
Tecnólogo Médico
Nombrado
Laboratorio de
Emergencia
TB P Baciloscopia -
UNO
ESSALUD Diaz
En
Tratamiento
Ufano SJL
29.09.2014
26
F
Interna de Enfermería
Practicante
Pabellón Cirugía 6Hospitalización
TB P Baciloscopia -
UNO
P.S. Rio Santa
Los Olivos
En
Tratamiento
24.11.2014
43
M
Médico Patólogo
Nombrado
Anatomía Patológica
TB P Baciloscopia -
UNO
C.S. Chacra
Colorada
En
Tratamiento
Oficina de Epidemiología y Salud Ambiental
Página 195
Análisis de Situación de Salud 2014
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
23.- SITUACION EPÌDEMIOLOGICA DE OFIDISMO ( MORDEDURA DE SERPIENTE) 2014
En el 2014, se ha reportado Dos (02 ) caso de Ofidismo( Mordedura de serpiente), Procedente de San
Martín Tocache y Satipo, paciente hospitalizado en HNAL por presentar complicaciones. Por tipo de
serpiente Cascabel negra y jergón.
24.- SITUACION EPIDEMIOLOGICA DE TUBERCULOSIS EN ATENCIONES A PACIENTES
2014
En el año 2014 se han atendido 590 pacientes por TBC en el Hospital, el 41.53% por TBC pulmonar,
17.46% Pleural y 4.75% Ganglionar, La Tasa de Letalidad es del 6.78%,el grupo etareo más afectado
es del 30ª 59 años con el 40.34%, el género masculino es el más afectado con 56.10% ,el estado
situacional de los pacientes es el 90.34% en Tratamiento, el 6.78% ha fallecido y el 2.88% ha
abandonado el tratamiento, el pabellón donde se concentra el mayor números de hospitalizados es el
Pab, 2II con el 13.81%, seguido pòr el servicio de neumología con el 12.71% y el Pab. 2-I y Pab. 4II
con el 8.29%.
Tasa de Letalidad y Fallecidos por TBC 2014
10
9
8
7
6
5
4
3
2
1
0
Fallecidos
ENE
7
FEB
3
MARZ
2
ABR
0
MAY
2
JUN
3
JUL
4
AGO
1
SET
4
OCT
1
NOV
2
DIC
0
Tasa de Letalidad
8.14
7.50
5.13
0.00
4.35
9.09
6.67
1.79
7.14
1.82
4.17
0.00
TBC mensual por todas sus formas 2014
90
80
70
60
50
40
30
20
10
0
Nº CASOS
%
ENE
86
FEB
40
MAR
39
ABR
28
MAY
46
JUN
33
JUL
60
AGO
56
SET
56
OCT
55
NOV
48
DIC
43
14.58
6.78
6.61
4.75
7.80
5.59
10.17
9.49
9.49
9.32
8.14
7.29
Oficina de Epidemiología y Salud Ambiental
Página 196
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
Análisis de Situación de Salud 2014
TBC según Tipo 2014
TBC Pericardica
1
TBC Ovárico
1
TBc Urogenital
0
TBC Mal de Pott
2
TBC Osea
3
TBC Vesical
5
TBC Renal
2
TBC Osteoarticular
2
6
TBC Gastrointestinal
TBC Ocular
TBC Laríngea
1
5
11
TBC Piel
9
TBC Mamario
7
TBC Multisistémico
Granuloma TBC
TBC Milliar
2
4
28
TBC Ganglionar
103
TBC Pleural
24
MEC TB
TBC Pleuroparenquimal
0
8
TBC Sistémico
10
TBC Enteroperitoneal
No se realizo examen pulmonar
1
110
TBC Pulmonar Frotis (-)
245
TBC Pulmonar Frotis (+)
TBC según tipo de tratamiento 2014
600
500
400
300
200
100
0
ESQUEMA I (PARA TB
SENSIBLE)
TOTAL
%
NO DATOS/NO
TRATAMIENTO
ESTANDARIZADO
INDIVIDUALIZADO
ESQUEMA POR RAFA
564
10
10
4
2
95.59
1.69
1.69
0.68
0.34
TBC según tipo de frotis 2014
300
250
200
150
100
50
0
TOTAL
%
FROTIS
POSITIVO +
93
FROTIS
POSITIVO ++
71
FROTIS
POSITIVO +++
101
FROTIS
NEGATIVO
300
RESULTADO
PENDIENTE
24
NO SE REALIZO
PRUEBA
1
15.76
12.03
17.12
50.85
4.07
0.17
Oficina de Epidemiología y Salud Ambiental
Página 197
Análisis de Situación de Salud 2014
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
TBC según Tipo de Resistencia 2014
90
80
70
60
50
40
30
20
10
0
TBC MDR
ENE
4
FEB
2
MARZ
3
ABR
3
MAY
0
JUN
1
JUL
1
AGO
0
SET
0
OCT
2
NOV
1
DIC
3
TBC XDR
0
1
1
1
1
0
1
1
0
0
0
1
TBC SIN RESISTENCIA
81
37
35
24
45
32
58
54
56
53
47
39
MONORESISTENTE
1
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
POLIRESISTENTE
0
0
0
0
0
0
0
1
0
0
0
0
TBC según Género 2014
350
300
250
200
150
100
50
0
TOTAL
%
MASCULINO
331
56.10
FEMENINO
259
43.90
Estado Situacional de pacientes con TBC 2014
600
500
400
300
200
100
0
FALLECIDOS
TOTAL
%
ABANDONO
40
EN
TRATAMIENTO
543
6.67
90.50
2.83
Oficina de Epidemiología y Salud Ambiental
17
Página 198
Análisis de Situación de Salud 2014
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
TBC según grupo etareo 2014
250
200
150
100
50
0
0 A 11 AÑOS
12 A 17 AÑOS
18 A 29 AÑOS
30 A 59 AÑOS
1
39
219
238
93
0.17
6.61
37.12
40.34
15.76
CASO
%
60 A +
TBC según Comorbilidad 2014
450
400
350
300
250
200
150
100
50
0
GRUPO Corticoi Gestant Diabete
Cáncer
ETAREO
de
e
s
Asma
Alcohol Drogas
Delincu
Preso
ente
VIH
Trabaja
VIH
VIH
DESCO
dora POSITIV NEGATI
NOCID
sexual
O
VO
O
NO SE
REALIZ
No
tienen
O
PRUEB comorb
A/NO
ilidad
DATOS
Total
0
3
4
17
5
2
4
5
5
1
0
36
23
346
28
392
%
0
0.3
0.5
2.0
0.6
0.2
0.5
0.6
0.6
0.1
0.0
4.2
2.7
40.1
3.2
45.4
TBC según tipo de VIH 2014
500
450
400
350
300
250
200
150
100
50
0
TOTAL
%
VIH POSITIVO
VIH NEGATIVO
VIH DESCONOCIDO
NO SE REALIZO
PRUEBA/NO DATOS
53
31
467
39
8.98
5.25
79.15
6.61
Oficina de Epidemiología y Salud Ambiental
Página 199
Análisis de Situación de Salud 2014
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
TBC según Hospitalización 2014
25
20
15
10
5
0
Pabell Neum
on 2-II ología
CASOS TBC
%
Pabell
on 2-I
Pabell Pabell
on 4-II on 8-I
Pabell Pabell Pabell
on 3-II on 1-II on 3-I
Pabell
on 1-I
Emerg
encia
Pabell Pediatr
on 4-I
ía
UCI
Gral
25
23
15
15
15
15
14
12
11
10
9
6
5
13.81
12.71
8.29
8.29
8.29
8.29
7.73
6.63
6.08
5.52
4.97
3.31
2.76
Pab.
Pab.
Pab. Traum
Cirugia Gineco Gineco atologí
6-I
logía
logía
a
5-I
5-III
2
2
1
1
1.10
1.10
0.55
0.55
TBC Pacientes Hospitalizados Vs. Derivados 2014
500
400
300
200
100
0
PACIENTES DERIVADOS
CANT
409
%
69.32
PACIENTES HOSPÌTALIZADOS
181
30.68
Oficina de Epidemiología y Salud Ambiental
Página 200
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
Análisis de Situación de Salud 2014
3.8.2. Enfermedades No Transmisibles
Situación Epidemiológica de Cáncer
HOSPITAL NACIONAL “ARZOBISPO LOAYZA”
REPORTE DE REGISTRO HOSPITALARIO DE CÁNCER
10 PRIMERAS NEOPLASIAS MALIGNAS SEGÚN LOCALIZACIÓN ACUMULADO:
AÑOS 2006 – 2014
TABLA N° 084
Localización
2006
Estomago
2007
2008
2009
2010
2011
2012
2013
2014
Total general
%
187
254
245
259
249
206
209
177
44
1830
17.87%
81
174
186
222
218
164
201
192
48
1486
14.51%
111
90
146
194
97
117
93
139
36
1023
9.99%
Mama
68
77
117
96
103
116
113
105
22
817
7.98%
GlándulaProstática
34
76
77
92
90
84
89
67
23
632
6.17%
Colon
22
62
79
65
79
101
85
77
17
587
5.73%
Glándula Tiroides
22
34
42
56
60
63
66
55
11
409
3.99%
Recto
14
27
16
24
25
36
36
31
9
218
2.13%
Ovario
27
21
27
25
27
28
28
25
9
217
2.12%
Intestino Delgado
15
21
19
34
26
33
33
17
12
210
2.05%
811
1229
1361
1380
1345
1277
1296
1214
329
Piel
Cuello Uterino
Total general
10242 100.00%
GRAFICO N° 028
0.00% 2.00% 4.00% 6.00% 8.00% 10.00% 12.00% 14.00% 16.00% 18.00% 20.00%
Estomago
17.87%
Piel
14.51%
Cuello Uterino
9.99%
Mama
7.98%
Glandula Prostatica
6.17%
Colon
5.73%
Glandula Tiroides
3.99%
Recto
2.13%
Ovario
2.12%
Intestino Delgado
2.05%
En la presente tabla y grafico observamos las 10 primeras neoplasias malignas más
frecuentes del año 2006 al 2014, de los cuales estomago con 17.87% del total general es la
primera causa de cáncer, seguido de piel con 4.51%, cuello uterino con 9.99%%, etc.
Oficina de Epidemiología y Salud Ambiental
Página 201
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
Análisis de Situación de Salud 2014
TOTAL DE CASOS DE CANCER REGISTRADOS EN EL H.N.A.L. SEGÚN
LOCALIZACIÓN Y SEXO - ACUMULADO: AÑOS 2006–2014
TABLA N° 085
Localización
Masculino
Masc. %
Femenino
Fem. %
Total general
Total gen. %
Estomago
904
8.83%
926
9.04%
1830
17.87%
Piel
597
5.83%
889
8.68%
1486
14.51%
0.00%
1023
9.99%
1023
9.99%
1
0.01%
816
7.97%
817
7.98%
Glándula Prostática
632
6.17%
0.00%
632
6.17%
Colon
229
2.24%
358
3.50%
587
5.73%
Sitio Primario Desconocido
127
1.24%
306
2.99%
433
4.23%
Glándula Tiroides
53
0.52%
356
3.48%
409
3.99%
Recto
88
0.86%
130
1.27%
218
2.13%
0.00%
217
2.12%
217
2.12%
Cuello Uterino
Mama
Ovario
Intestino Delgado
97
0.95%
113
1.10%
210
2.05%
Ganglios Linfáticos
93
0.91%
113
1.10%
206
2.01%
Vesícula Biliar
45
0.44%
150
1.46%
195
1.90%
0.00%
187
1.83%
187
1.83%
Cuerpo Uterino
Pulmón
73
0.71%
98
0.96%
171
1.67%
Sistemas Hematopoyetico y Reticuloendotelial
59
0.58%
92
0.90%
151
1.47%
Hígado
47
0.46%
80
0.78%
127
1.24%
Vías Biliares
41
0.40%
84
0.82%
125
1.22%
Vejiga Urinaria
65
0.63%
36
0.35%
101
0.99%
Esófago
57
0.56%
33
0.32%
90
0.88%
Riñón
41
0.40%
49
0.48%
90
0.88%
Páncreas
34
0.33%
53
0.52%
87
0.85%
Ano y Conducto Anal
19
0.19%
60
0.59%
79
0.77%
Tejido Conjuntivo
39
0.38%
36
0.35%
75
0.73%
Corazón, Mediastino y Pleura
23
0.22%
38
0.37%
61
0.60%
Testículos
57
0.56%
0.00%
57
0.56%
Encéfalo
20
0.20%
33
0.32%
53
0.52%
Unión Rectosigmoidea
23
0.22%
28
0.27%
51
0.50%
Laringe
33
0.32%
11
0.11%
44
0.43%
Lengua
10
0.10%
25
0.24%
35
0.34%
6
0.06%
28
0.27%
34
0.33%
0.00%
32
0.31%
32
0.31%
9
0.09%
21
0.21%
30
0.29%
25
0.24%
0.00%
25
0.24%
7
0.07%
16
0.16%
23
0.22%
15
0.15%
7
0.07%
22
0.21%
0.00%
20
0.20%
20
0.20%
Peritoneo y Retroperitoneo
Vulva
Glándula Parótida
Pene
Senos Paranasales
Cavidad Nasal y Oído Medio
Útero
Paladar
12
0.12%
7
0.07%
19
0.19%
Boca
10
0.10%
9
0.09%
19
0.19%
Encía
9
0.09%
7
0.07%
16
0.16%
Oficina de Epidemiología y Salud Ambiental
Página 202
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
Análisis de Situación de Salud 2014
Amígdala
9
Placenta
0.09%
7
0.07%
16
0.16%
0.00%
16
0.16%
16
0.16%
10
0.10%
15
0.15%
Glándulas Salivales Mayores
5
0.05%
Ojo y Anexos
6
0.06%
9
0.09%
15
0.15%
0.00%
14
0.14%
14
0.14%
Vagina
Meninges
6
0.06%
6
0.06%
12
0.12%
Huesos de otros sitios
6
0.06%
5
0.05%
11
0.11%
Huesos de los miembros
2
0.02%
5
0.05%
7
0.07%
Base de la Lengua
4
0.04%
2
0.02%
6
0.06%
Orofaringe
3
0.03%
3
0.03%
6
0.06%
Pelvis Renal
4
0.04%
2
0.02%
6
0.06%
Hipofaringe
2
0.02%
3
0.03%
5
0.05%
0.00%
4
0.04%
4
0.04%
Otros sitios del tracto genital femenino
Piso de la Boca
1
0.01%
2
0.02%
3
0.03%
Faringe
2
0.02%
1
0.01%
3
0.03%
Uréter
1
0.01%
2
0.02%
3
0.03%
Sitios Mal Definidos y Otros
3
0.03%
0.00%
3
0.03%
Nasofaringe
1
0.01%
1
0.01%
2
0.02%
Sistema Nervioso Central
0.00%
2
0.02%
2
0.02%
Otras Glándulas Endocrinas
0.00%
2
0.02%
2
0.02%
Otros sitios del tracto gastrointestinal
0.00%
1
0.01%
1
0.01%
Timo
0.00%
1
0.01%
1
0.01%
Sistema Nervioso Autónomo
0.00%
1
0.01%
1
0.01%
0.00%
1
0.01%
64.30%
10242
100.00%
Otros sitios del Sistema Urinario
Total general
1
0.01%
3656
35.70%
6586
En la tabla observamos que durante los años 2006 al 2014 se han notificado 10242 casos de
registro hospitalario de cáncer captados de los diferentes servicios, siendo los más
frecuentes el cáncer de estómago, piel y cuello uterino. También observamos que hay
mayores casos de cáncer registrados en el sexo femenino con 6586 (64.30%) casos y 3656
(35.70%) casos en el sexo masculino.
Oficina de Epidemiología y Salud Ambiental
Página 203
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
Análisis de Situación de Salud 2014
PIRAMIDE POBLACIONAL DE CÁNCER EN EL H.N.A.L. SEGÚN LOCALIZACION Y
GÉNEROAÑOS 2006-2014
10.00%
5.00%
-0.00%
-5.00%
8.83%
5.83%
Cuello Uterino
0.01%
Mama
Glandula Prostatica
Colon
Glandula Tiroides
Recto
-15.00%
9.04%
8.68%
9.99%
7.97%
Estomago
Piel
-10.00%
6.17%
2.24%
0.52%
0.86%
Ovario
Intestino Delgado
Ganglios Linfaticos
Vesicula Biliar
0.95%
0.91%
0.44%
Cuerpo Uterino
Pulmon
Sistemas Hematopoyetico y Reticuloendotelial
Higado
Vias Biliares
Vejiga Urinaria
Esofago
Riñon
0.71%
0.58%
0.46%
0.40%
0.63%
0.56%
0.40%
3.50%
3.48%
1.27%
-0.00%2.12%
1.10%
1.10%
1.46%
-0.00%
1.83%
0.96%
0.90%
0.78%
0.82%
0.35%
0.32%
0.48%
En el grafico se observa que en el sexo femenino el cáncer más frecuente es cuello uterino
con 9.99% del total general, seguido de estómago con 9.04% y Piel con 8.68%. En el sexo
masculino el cáncer más frecuente es el de estómago con 8.83%, seguido del cáncer de
próstata con 6.17% y Piel con 5.83%.
Oficina de Epidemiología y Salud Ambiental
Página 204
Análisis de Situación de Salud 2014
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
CASOS REGISTRADOS DE CANCER SEGÚN SEXO Y GRUPO ETAREO
AÑO 2006-2014
TABLA N° 086
Grupo Etareo
Masculino Masc. % Femenino Fem. % Total general Total gen. %
0-4
2
0.02%
0.00%
2
0.02%
5-9
3
0.03%
2
0.02%
5
0.05%
10-14
5
0.05%
4
0.04%
9
0.09%
15-19
13
0.13%
33
0.32%
46
0.45%
20-24
35
0.34%
64
0.62%
99
0.97%
25-29
60
0.59%
134
1.31%
194
1.89%
30-34
73
0.71%
164
1.60%
237
2.31%
35-39
77
0.75%
311
3.04%
388
3.79%
40-44
89
0.87%
389
3.80%
478
4.67%
45-49
134
1.31%
498
4.86%
632
6.17%
50-54
198
1.93%
584
5.70%
782
7.64%
55-59
297
2.90%
655
6.40%
952
9.30%
60-64
959
9.36%
1434 14.00%
2393
23.36%
65-69
403
3.93%
595
5.81%
998
9.74%
70-74
416
4.06%
507
4.95%
923
9.01%
75-79
376
3.67%
423
4.13%
799
7.80%
80-84
265
2.59%
368
3.59%
633
6.18%
85-89
158
1.54%
271
2.65%
429
4.19%
90-94
65
0.63%
104
1.02%
169
1.65%
95-99
25
0.24%
38
0.37%
63
0.62%
100-105
3
0.03%
8
0.08%
11
0.11%
Total general
3656 35.70%
6586 64.30%
10242
100.00%
En la tabla observamos los casos registrados de cáncer según grupo etáreo y sexo, donde
observamos que en el grupo etáreo de 60 a 64 años se registraron el mayor número de
casos (23.36%) del total general, siendo en el sexo femenino 1434 (14.00%) y masculino 959
(9.36%). Observando que la población con diagnóstico de cáncer que atiende el Hospital
Loayza es predominantemente el sexo femenino que está en relación con la población
femenina que acude con más frecuencia a nuestra institución.
Oficina de Epidemiología y Salud Ambiental
Página 205
Análisis de Situación de Salud 2014
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
PIRAMIDE POBLACIONAL SEGÚN GÉNERO Y GRUPO ETAREO
AÑO 2006-2014
GRAFICO N° 029
15%
10%
-0%
0.02%
0.03%
0.05%
0.13%
0.34%
0.59%
0.71%
0.75%
0.87%
1.31%
1.93%
2.90%
0-4
5-9
10-14
15-19
20-24
25-29
30-34
35-39
40-44
45-49
50-54
55-59
60-64
5%
-5%
-10%
14.00%
3.93%
4.06%
3.67%
2.59%
1.54%
0.63%
0.24%
0.03%
70-74
75-79
80-84
85-89
90-94
95-99
100-105
-20%
0.00%
0.02%
0.04%
0.32%
0.62%
1.31%
1.60%
3.04%
3.80%
4.86%
5.70%
6.40%
9.36%
65-69
-15%
5.81%
4.95%
4.13%
3.59%
2.65%
1.02%
0.37%
0.08%
En el gráfico observamos que en el grupo etáreo de 60 a64 años del sexo femenino se
registraron 14.00% del total general, seguido del grupo etáreo de 55 a 59 años donde se
registraron 6.40%. En el sexo masculino en el grupo etáreo de 60 a 64 años se registraron
9.36%, seguido del grupo etáreo de 70 a 74 años donde se registraron 4.06%. Podemos
concluir
que
los
casos
de
cáncer
registrándose
nuestra
institución
fueron
predominantemente del sexo femenino con una mayor frecuencia de presentación en todos
los grupos etáreos.
Oficina de Epidemiología y Salud Ambiental
Página 206
Análisis de Situación de Salud 2014
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
CASOS REGISTRADOS DE CANCER SEGÚN PROCEDENCIA POR
DEPARTAMENTOS AÑO 2006-2014
TABLA N° 087
Departamento
Masculino
LIMA
Masc. %
Femenino
Fem. %
Total general
Total gen. %
3481
33.99%
6276
61.28%
9757
95.26%
PROV.CONSTITUC.DEL CALLAO
32
0.31%
67
0.65%
99
0.97%
ANCASH
20
0.20%
26
0.25%
46
0.45%
CAJAMARCA
12
0.12%
33
0.32%
45
0.44%
JUNIN
16
0.16%
29
0.28%
45
0.44%
HUANUCO
13
0.13%
20
0.20%
33
0.32%
ICA
14
0.14%
15
0.15%
29
0.28%
PIURA
12
0.12%
17
0.17%
29
0.28%
AYACUCHO
8
0.08%
19
0.19%
27
0.26%
AMAZONAS
10
0.10%
8
0.08%
18
0.18%
LA LIBERTAD
4
0.04%
11
0.11%
15
0.15%
SAN MARTIN
6
0.06%
7
0.07%
13
0.13%
APURIMA
5
0.05%
7
0.07%
12
0.12%
LAMBAYEQUE
1
0.01%
11
0.11%
12
0.12%
PASCO
2
0.02%
10
0.10%
12
0.12%
CUSCO
5
0.05%
6
0.06%
11
0.11%
HUANCAVELICA
3
0.03%
7
0.07%
10
0.10%
TUMBES
4
0.04%
4
0.04%
8
0.08%
0.00%
6
0.06%
6
0.06%
LORETO
AREQUIPA
2
0.02%
2
0.02%
4
0.04%
PUNO
2
0.02%
2
0.02%
4
0.04%
TACNA
2
0.02%
1
0.01%
3
0.03%
UCAYALI
1
0.01%
2
0.02%
3
0.03%
MADRE DE DIOS
1
0.01%
0.00%
1
0.01%
3656
35.70%
64.30%
10242
100.00%
Total general
6586
En la tabla observamos que de los 10242casos registrados, el 95.26% procedieron del
Departamento de Lima, seguido de la Provincia Constitucional del Callao y de los
Departamentos de Ancash, Cajamarca, Junín, Huánuco, etc.
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Página 207
Análisis de Situación de Salud 2014
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
CASOS REGISTRADOS DE CANCER SEGÚN PROCEDENCIA POR
DEPARTAMENTOS AÑO 2006-2014
GRAFICO N° 030
12000
10000
9757
8000
6000
4000
2000
99 46 45 45 33 29 29 27 18 15 13 12 12 12 11 10
8
6
4
4
3
3
1
0
En el grafico observamos que el hospital ha atendido pacientes con diagnóstico de cáncer
de diferentes regiones del Perú.
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Página 208
Análisis de Situación de Salud 2014
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
CASOS REGISTRADOS DE CANCER SEGÚN PROCEDENCIA POR DISTRITOS
DELA PROVINCIA DE LIMA - AÑOS 2006-2014
TABLA N° 087
Distritos de Lima
Masculino
LIMA
Masc. %
Femenino
Fem. %
Total general
Total gen. %
3000
30.95%
5181
53.45%
8181
84.40%
SAN JUAN DE LURIGANCHO
61
0.63%
150
1.55%
211
2.18%
SAN MARTIN DE PORRES
56
0.58%
136
1.40%
192
1.98%
COMAS
34
0.35%
89
0.92%
123
1.27%
LOS OLIVOS
32
0.33%
59
0.61%
91
0.94%
INDEPENDENCIA
20
0.21%
59
0.61%
79
0.82%
LA VICTORIA
21
0.22%
49
0.51%
70
0.72%
ATE
20
0.21%
44
0.45%
64
0.66%
BRENA
21
0.22%
43
0.44%
64
0.66%
RIMAC
27
0.28%
31
0.32%
58
0.60%
VILLA EL SALVADOR
18
0.19%
40
0.41%
58
0.60%
PUENTE PIEDRA
17
0.18%
38
0.39%
55
0.57%
SAN JUAN DE MIRAFLORES
15
0.15%
34
0.35%
49
0.51%
VILLA MARIA DEL TRIUNFO
22
0.23%
26
0.27%
48
0.50%
CHORRILLOS
13
0.13%
34
0.35%
47
0.48%
SANTIAGO DE SURCO
12
0.12%
26
0.27%
38
0.39%
CARABAYLLO
8
0.08%
25
0.26%
33
0.34%
SANTA ANITA
10
0.10%
18
0.19%
28
0.29%
EL AGUSTINO
3
0.03%
18
0.19%
21
0.22%
JESUS MARIA
3
0.03%
17
0.18%
20
0.21%
SAN MIGUEL
7
0.07%
13
0.13%
20
0.21%
SURQUILLO
6
0.06%
12
0.12%
18
0.19%
PUEBLO LIBRE
8
0.08%
9
0.09%
17
0.18%
ANCON
6
0.06%
10
0.10%
16
0.17%
LINCE
5
0.05%
8
0.08%
13
0.13%
MAGDALENA DEL MAR
4
0.04%
7
0.07%
11
0.11%
SAN LUIS
4
0.04%
7
0.07%
11
0.11%
BARRANCO
3
0.03%
6
0.06%
9
0.09%
LURIN
3
0.03%
5
0.05%
8
0.08%
CHACLACAYO
1
0.01%
6
0.06%
7
0.07%
LA MOLINA
1
0.01%
5
0.05%
6
0.06%
SAN BORJA
1
0.01%
5
0.05%
6
0.06%
SAN ISIDRO
2
0.02%
4
0.04%
6
0.06%
MIRAFLORES
1
0.01%
4
0.04%
5
0.05%
PACHACAMAC
1
0.01%
4
0.04%
5
0.05%
PUCUSANA
0.00%
2
0.02%
2
0.02%
LURIGANCHO
0.00%
1
0.01%
1
0.01%
MAGDALENA VIEJA
0.00%
1
0.01%
1
0.01%
SAN BARTOLO
0.00%
1
0.01%
1
0.01%
35.76%
6227
64.24%
9693
100.00%
Total general
3466
Oficina de Epidemiología y Salud Ambiental
Página 209
Análisis de Situación de Salud 2014
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
CASOS REGISTRADOS DE CANCER SEGÚN PROCEDENCIA POR DISTRITOS DE
LA PROVINCIA DE LIMAAÑOS 2006-2014
GRAFICO N° 031
9000
8181
8000
7000
6000
5000
4000
3000
2000
0
21119212391 79 70 64 64 58 58 55 49 48 47 38 33 28 21 20 20 18 17 16 13 11 11 9 8 7 6 6 6 5 5 2 1 1 1
LIMA
SAN JUAN DE LURIGANCHO
SAN MARTIN DE PORRES
COMAS
LOS OLIVOS
INDEPENDENCIA
LA VICTORIA
ATE
BRENA
RIMAC
VILLA EL SALVADOR
PUENTE PIEDRA
SAN JUAN DE MIRAFLORES
VILLA MARIA DEL TRIUNFO
CHORRILLOS
SANTIAGO DE SURCO
CARABAYLLO
SANTA ANITA
EL AGUSTINO
JESUS MARIA
SAN MIGUEL
SURQUILLO
PUEBLO LIBRE
ANCON
LINCE
MAGDALENA DEL MAR
SAN LUIS
BARRANCO
LURIN
CHACLACAYO
LA MOLINA
SAN BORJA
SAN ISIDRO
MIRAFLORES
PACHACAMAC
PUCUSANA
LURIGANCHO
MAGDALENA VIEJA
SAN BARTOLO
1000
En la tabla y el grafico
observamos 9693 casos de cáncer registrados solo en el
Departamento de Lima, según distritos de procedencia, en donde se evidencia que nuestra
Institución atiende pacientes con este diagnóstico de los diferentes distritos, sin embargo la
de mayor procedencia son de los distritos de Lima con 8181 casos (84.40%), San Juan de
Lurigancho con 211 casos (2.18%), San Martín de Porres 192 casos (1.98%), Comas 123 casos
(1.27%), Los Olivos 91 casos (0.94%), Independencia 79 casos (0.82%) y La Victoria 70 casos
(0.72%), debiendo tener en cuenta la accesibilidad de estos distritos a nuestra institución.
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Página 210
Análisis de Situación de Salud 2014
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
CÁNCER DE ESTOMAGO PERIODO 2006-2014EGÚN SEXO Y GRUPO ETAREO
TABLA N° 088
Grupo Etareo
Masculino Masc. % Femenino Fem. %
Total general Total gen. %
15-19
0.00%
3
0.16%
3
0.16%
20-24
2
0.11%
3
0.16%
5
0.27%
25-29
5
0.27%
17
0.93%
22
1.20%
30-34
11 0.60%
17
0.93%
28
1.53%
35-39
19 1.04%
23
1.26%
42
2.30%
40-44
19 1.04%
34
1.86%
53
2.90%
45-49
37 2.02%
44
2.40%
81
4.43%
50-54
56 3.06%
65
3.55%
121
6.61%
55-59
83 4.54%
80
4.37%
163
8.91%
60-64
182 9.95%
157
8.58%
339
18.52%
65-69
119 6.50%
112
6.12%
231
12.62%
70-74
126 6.89%
103
5.63%
229
12.51%
75-79
97 5.30%
85
4.64%
182
9.95%
80-84
73 3.99%
80
4.37%
153
8.36%
85-89
40 2.19%
64
3.50%
104
5.68%
90-94
23 1.26%
28
1.53%
51
2.79%
95-99
11 0.60%
8
0.44%
19
1.04%
100-105
1
0.05%
3
0.16%
4
0.22%
Total general
904 49.40%
926
50.60%
1830
100.00%
GRAFICO N° 032
-15.00%
-10.00%
-5.00%
0.00%
15-19
0.11%
0.27%
0.60%
1.04%
1.04%
2.02%
3.06%
4.54%
20-24
25-29
30-34
35-39
40-44
45-49
50-54
55-59
60-64
65-69
70-74
75-79
80-84
85-89
90-94
95-99
100-105
5.00%
10.00%
0.16%
0.16%
0.93%
0.93%
1.26%
1.86%
2.40%
3.55%
4.37%
9.95%
8.58%
6.50%
6.89%
5.30%
3.99%
2.19%
1.26%
0.60%
0.05%
6.12%
5.63%
4.64%
4.37%
3.50%
1.53%
0.44%
0.16%
En la presentetabla observamosel cáncer de estómago periodo 2006- 2014 registrados según
sexo y grupo etareo, en donde el 50.60% corresponde a el sexo femenino y el 49.40% al sexo
masculino.
El grupo etareo con mayor número de casos fue de 60 a 64 años con predominio del sexo
masculino.
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Página 211
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
Análisis de Situación de Salud 2014
CANCER DE ESTOMAGO SEGÚN METODO DEL PRIMER DIAGNOSTICO
TABLA N° 089
Método del primer diagnostico
Masculino
Hallazgo Incidental por Exploración Endoscópica
Hallazgo Incidental por Imágenes
Masc. %
Total general
Fem. %
Total general
Total gen. %
870
47.54%
887
48.47%
1757
96.01%
2
0.11%
8
0.44%
10
0.55%
0.00%
1
0.05%
1
0.05%
32
1.75%
30
1.64%
62
3.39%
904
49.40%
926
50.60%
1830
100.00%
Hallazgo Incidental por Exploración Quirúrgica
Presentación Clínica (con síntomas)
Femenino
GRAFICO N° 033
0.00% 20.00% 40.00% 60.00% 80.00% 100.00%120.00%
Hallazgo Incidental por Exploración Endoscópica
96.01%
Hallazgo Incidental por Imágenes
0.55%
Hallazgo Incidental por Exploración Quirúrgica
0.05%
Presentación Clínica (con síntomas)
3.39%
En la presente tabla y grafico observamos que el 96.01% el diagnóstico fue realizado por
exploración endoscópica y el 3.39% correspondió a la presentación clínica.
CANCER DE ESTOMAGO SEGÚN BASE DEL DIAGNOSTICO
TABLA N° 090
Base del diagnostico
Masculino
Masc. %
Femenino
Fem. %
Total general
Total gen. %
Solamente Clínico
2
0.11%
1
0.05%
3
0.16%
Por Imágenes: RX, Ecografía, TAC/RM
1
0.05%
2
0.11%
3
0.16%
Por Endoscopía, Colonoscopía, IVAA, etc.
6
0.33%
8
0.44%
14
0.77%
Cirugía Exploradora
2
0.11%
3
0.16%
5
0.27%
Citología o Hematología Lámina
1
0.05%
0.00%
1
0.05%
Histología de Metástasis
7
0.38%
4
0.22%
11
0.60%
Histología de Tumor Primario
885
48.36%
908
49.62%
1793
97.98%
Total general
904
49.40%
926
50.60%
1830
100.00%
Oficina de Epidemiología y Salud Ambiental
Página 212
Análisis de Situación de Salud 2014
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
GRAFICO N° 034
0.00%
20.00% 40.00% 60.00% 80.00% 100.00% 120.00%
Solamente Clínico
0.16%
Por Imágenes: RX, Ecografía, TAC/RM
0.16%
Por Endoscopía, Colonoscopía, IVAA, etc.
0.77%
Cirugía Exploradora
0.27%
Citología o Hematología Lámina
0.05%
Histología de Metástasis
0.60%
Histología de Tumor Primario
97.98%
En la presente tabla y grafico observamos que el 97.98% el diagnóstico fue realizado por histología
de tumor primario, existieron otras formas de diagnóstico primario con menos frecuencia como la
presentación clínica, por imágenes, cirugía exploratoria y metástasis.
CANCER DE ESTOMAGO SEGÚN LOCALIZACION TOPOGRAFICA
TABLA N° 091
Topografía de estomago Masculino Masc. % Femenino Fem. %
Total general Total gen. %
Cardias, SAI
23
1.26%
20
1.09%
43
2.35%
Fondo del estomago
8
0.44%
6
0.33%
14
0.77%
Cuerpo del estomago
124
6.78%
125
6.83%
249
13.61%
Antro gástrico
170
9.29%
186
10.16%
356
19.45%
Píloro
11
0.60%
8
0.44%
19
1.04%
Curvatura menor, SAI
10
0.55%
14
0.77%
24
1.31%
Curvatura mayor, SAI
3
0.16%
10
0.55%
13
0.71%
Lesión de sitios contiguos
67
3.66%
79
4.32%
146
7.98%
Estómago, SAI
488 26.67%
478
26.12%
961
52.51%
Total general
904 49.40%
926
50.60%
1830
100.00%
Oficina de Epidemiología y Salud Ambiental
Página 213
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
Análisis de Situación de Salud 2014
GRAFICO N° 035
0.00%
Cardias, SAI
Fondo del estomago
10.00%
40.00%
50.00%
60.00%
0.77%
13.61%
Antro gastrico
19.45%
Piloro
1.04%
Curvatura menor, SAI
1.31%
Lesion de sitios contiguos
30.00%
2.35%
Cuerpo del estomago
Curvatura mayor, SAI
20.00%
0.71%
7.98%
Estomago, SAI
52.51%
En la presente tabla y grafico observamos el cáncer de estómago según su localización, observamos
que el 52.51% no tiene sub localización (SAI: sin otra indicación). De los que se colocó su
localización el 19.45% correspondió a antro, el 13.61% al cuerpo y el 7.98% correspondió a sitios
contiguos de estómago.
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Página 214
Análisis de Situación de Salud 2014
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
CANCER DE ESTOMAGO SEGÚN LA MORFOLOGIA DEL TUMOR
TABLA N° 091
Histología del tumor: Morfología
Masculino
Femenino
ADENOCARCINOMA DE CELULAS CLARAS, SAI
Total general
Total gen. %
1
1
0.05%
9
16
0.87%
1
0.05%
ADENOCARCINOMA EN ADENOMA TUBULOVELLOSO
7
ADENOCARCINOMA IN SITU, SAI
1
ADENOCARCINOMA METASTASICO, SAI
1
1
0.05%
ADENOCARCINOMA MUCINOSO
6
5
11
0.60%
ADENOCARCINOMA PAPILAR, SAI
2
1
3
0.16%
ADENOCARCINOMA PRODUCTOR DE MUCINA
9
8
17
0.93%
455
402
857
46.83%
ADENOCARCINOMA TUBULAR
92
70
162
8.85%
ADENOCARCINOMA VELLOSO
1
1
0.05%
ADENOCARCINOMA,TIPO INTESTINAL (C16.-)
9
27
1.48%
CARCINOIDE COMPUESTO
1
CARCINOMA ADENOESCAMOSO
2
ADENOCARCINOMA, SAI
18
1
0.05%
1
3
0.16%
1
1
0.05%
176
259
435
23.77%
CARCINOMA DE CELULAS ESCAMOSAS, SAI
3
2
5
0.27%
CARCINOMA DE CELULAS ESCAMOSAS, GRANDES, NO QUERATINIZANTE
1
1
0.05%
CARCINOMA DE CELULAS ESCAMOSAS, QUERATINIZANTE, SAI
1
1
0.05%
CARCINOMA DE CELULAS PEQUEÑAS, SAI
8
6
14
0.77%
CARCINOMA INDIFERENCIADO, SAI
7
5
12
0.66%
CARCINOMA METASTASICO, SAI
1
2
3
0.16%
1
1
0.05%
66
60
126
6.89%
CARCINOMA,TIPO DIFUSO (C16.-)
6
6
12
0.66%
CARCINOMATOSIS
1
1
0.05%
1
1
0.05%
12
26
38
2.08%
LINFOMA MALIGNO, DE CELULAS B GRANDES, DIFUSO, SAI
6
8
14
0.77%
LINFOMA MALIGNO, LINFOCITICO DE CELULAS PEQUEÑAS B, SAI
1
1
0.05%
25
44
2.40%
1
1
0.05%
4
0.22%
CARCINOMA DE CELULAS ACINOSAS
CARCINOMA DE CELULAS EN ANILLO DE SELLO
CARCINOMA NEUROENDOCRINO, SAI
CARCINOMA, SAI
LINFOMA DE CELULAS B DE ZONA MARGINAL, SAI
LINFOMA MALIGNO, SAI
LINFOMA MALIGNO,NO HODGKIN, SAI
19
PLASMACITOMA, SAI
SARCOMA DE KAPOSI
4
TUMOR CARCINOIDE, SAI (EXCEPTO DEL APENDICE M8240/1)
1
3
4
0.22%
TUMOR MALIGNO
4
5
9
0.49%
TUMOR METASTASICO
1
1
0.05%
1830
100.00%
Total general
904
926
En la presente tabla observamos el diagnostico según morfología del tumor las cuales se realizaron a
1830 casos siendo más frecuente el adenocarcinoma, SAI con 46,83%, seguidas de carcinoma de
células en anillo de sello con 23,77% y carcinoma, SAI en 6.89%.
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Página 215
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Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
CANCER DE ESTOMAGO SEGÚN EL ESTADIO CLINICO
Estadio clínico de estomago
I
II
III
IV
X
SD (en blanco)
Total general
TABLA N° 092
Masculino Femenino Total general Total gen. %
1
3
4
0.22%
12
8
20
1.09%
7
11
18
0.98%
44
51
95
5.19%
6
10
16
0.87%
834
843
1677
91.64%
904
926
1830
100.00%
GRAFICO N° 036
SD (en blanco),
91.64%
I
II
III
IV
X
SD (en blanco)
I, 0.22%
X, 0.87%
II, 1.09%
IV, 5.19%
III, 0.98%
En la presente tabla observamos el cáncer de estómago según estadio, el 91,64% de los pacientes no
tienen el estadiaje. El 5,19% se encontró en el estadio IV, el 1.09% en el estadio II y el 0.98% en
estadio III.
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Análisis de Situación de Salud 2014
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
CÁNCER DE MAMA PERIODO 2006-2014
CÁNCER DE MAMA SEGÚN SEXO Y GRUPO ETAREO
TABLA N° 093
Grupo etareo
15-19
20-24
25-29
30-34
35-39
40-44
45-49
50-54
55-59
60-64
65-69
70-74
75-79
80-84
85-89
90-94
95-99
Total general
-5.00%
15-19
20-24
25-29
30-34
35-39
40-44
45-49
50-54
55-59
60-64
65-69
70-74
75-79
80-84
85-89
90-94
95-99
Masculino Masc. % Femenino
0.00%
1
0.00%
2
0.00%
8
0.00%
15
0.00%
36
0.00%
77
0.00%
95
0.00%
118
0.00%
104
1
0.12%
194
0.00%
66
0.00%
41
0.00%
26
0.00%
16
0.00%
10
0.00%
6
0.00%
1
1
0.12%
816
GRAFICO N° 037
0.00%
5.00%
0.12%
0.24%
0.98%
1.84%
4.41%
10.00%
Fem. % Total general Total gen. %
0.12%
1
0.12%
0.24%
2
0.24%
0.98%
8
0.98%
1.84%
15
1.84%
4.41%
36
4.41%
9.42%
77
9.42%
11.63%
95
11.63%
14.44%
118
14.44%
12.73%
104
12.73%
23.75%
195
23.87%
8.08%
66
8.08%
5.02%
41
5.02%
3.18%
26
3.18%
1.96%
16
1.96%
1.22%
10
1.22%
0.73%
6
0.73%
0.12%
1
0.12%
99.88%
817
100.00%
15.00%
9.42%
5.02%
3.18%
1.96%
1.22%
0.73%
0.12%
En la presente tabla y grafico
8.08%
observamos
25.00%
11.63%
14.44%
12.73%
-0.12%
20.00%
23.75%
el cáncer de mama periodo 2006- 2014
registrados según sexo y grupo etareo, en donde el 99.88% correspondió a sexo femenino y
el 0.12% al sexo masculino.
El grupo atareo con mayor número de casos fue de 60 a 64 años con predominio del sexo
femenino con 23,87%.
Oficina de Epidemiología y Salud Ambiental
Página 217
Análisis de Situación de Salud 2014
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
CANCER DE MAMA SEGÚN METODO DEL PRIMER DIAGNOSTICO
TABLA N° 094
Método del primer diagnostico
Masculino Masc. % Femenino Fem. %
Total general Total gen. %
Programa de Detección/Tamizaje
0.00%
18
2.20%
18
2.20%
Hallazgo Incidental por Imágenes
0.00%
543
66.46%
543
66.46%
Presentación Clínica (con síntomas)
1
0.12%
255
31.21%
256
31.33%
Total general
1
0.12%
816
99.88%
817
100.00%
GRAFICO N° 038
0.00% 10.00% 20.00% 30.00% 40.00% 50.00% 60.00% 70.00%
Programa de Detección/Tamizaje
2.20%
Hallazgo Incidental por Imágenes
Presentación Clínica (con síntomas)
66.46%
31.33%
En la presente tabla y grafico observamos que el 66.46% el diagnóstico fue realizado por hallazgo
incidental de imágenes y el 31.33% correspondió a la presentación clínica y solo el 2,20% se realizó
en el programa de detección /tamizaje.
Oficina de Epidemiología y Salud Ambiental
Página 218
Análisis de Situación de Salud 2014
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
CANCER DE MAMA SEGÚN BASE DEL DIAGNOSTICO
TABLA N° 095
Base del diagnostico
Masculino Masc. % Femenino Fem. %
Total general Total gen. %
Solamente Clínico
0.00%
5
0.61%
5
0.61%
Citología o Hematología Lámina
0.00%
4
0.49%
4
0.49%
Histología de Metástasis
0.00%
5
0.61%
5
0.61%
Histología de Tumor Primario
1
0.12%
802
98.16%
803
98.29%
Total general
1
0.12%
816
99.88%
817
100.00%
GRAFICO N° 039
0.00%
20.00%
Solamente Clínico
0.61%
Citología o Hematología Lámina
0.49%
Histología de Metástasis
0.61%
40.00%
60.00%
Histología de Tumor Primario
80.00%
100.00%
120.00%
98.29%
En la presente tabla y grafico observamos que el 98.29% el diagnóstico fue realizado por histología
de tumor primario, existieron otras formas de diagnóstico primario con menos frecuencia como la
presentación clínica, citología, histología de metástasis.
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Página 219
Análisis de Situación de Salud 2014
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
CANCER DE MAMA SEGÚN LOCALIZACION TOPOGRAFICA
TABLA N° 096
Topografía de la mama
Masculino Femenino Total general Total gen. %
Pezón
6
6
0.73%
Cuadrante superior interno de la mama
18
18
2.20%
Cuadrante inferior interno de la mama
14
14
1.71%
Cuadrante superior externo de la mama
51
51
6.24%
Cuadrante inferior externo de la mama
10
10
1.22%
Lesión de sitios contiguos de la mama
22
22
2.69%
Mama, SAI
1
695
696
85.19%
Total general
1
816
817
100.00%
GRAFICO N° 040
0.00%
Pezon
20.00%
2.20%
Cuadrante inferior interno de la mama
1.71%
Cuadrante inferior externo de la mama
Lesión de sitios contiguos de la mama
60.00%
80.00%
100.00%
0.73%
Cuadrante superior interno de la mama
Cuadrante superior externo de la mama
40.00%
6.24%
1.22%
2.69%
Mama, SAI
85.19%
En la presente tabla y grafico observamos el cáncer de mama según localización, el 6.24% se
localizó en el cuadrante superior externo, el 2,20% en el cuadrante superior interno. El 85.19% no
preciso su localización
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Página 220
Análisis de Situación de Salud 2014
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
CANCER DE MAMA SEGÚN LA MORFOLOGIA DEL TUMOR
TABLA N° 097
Histología del tumor: Morfología
Masculino
Femenino
Total general
Total gen. %
ADENOCARCINOMA DE CELULAS CLARAS, SAI
1
1
0.12%
ADENOCARCINOMA MUCINOSO
8
8
0.98%
ADENOCARCINOMA PAPILAR INTRACANALICULAR CON INVASION (C50.-)
4
4
0.49%
ADENOCARCINOMA, SAI
7
7
0.86%
ADENOCARCINOMA TUBULAR
1
1
0.12%
CARCINOMA ADENOIDE-QUISTICO
1
1
0.12%
626
627
76.74%
CARCINOMA CANALICULAR Y LOBULILLAR INFILTRANTE (C50.-)
2
2
0.24%
CARCINOMA CANALICULAR,INFILTRANTE (C50.-)
2
2
0.24%
CARCINOMA CRIBIFORME, SAI
1
1
0.12%
CARCINOMA DE CELULAS EN ANILLO DE SELLO
2
2
0.24%
CARCINOMA DE CELULAS PEQUEÑAS, SAI
1
1
0.12%
CARCINOMA IN SITU, SAI
8
8
0.98%
CARCINOMA INFILTRANTE DE LOS CONDUCTOS, MIXTO CON OTROS TIPOS (C50.-)
16
16
1.96%
CARCINOMA INTRACANALICULAR NO INFILTRANTE, SAI
13
13
1.59%
CARCINOMA INTRAQUISTICO, SAI
9
9
1.10%
CARCINOMA LOBULILLAR IN SITU (C50.-)
2
2
0.24%
10
10
1.22%
CARCINOMA MEDULAR, SAI
7
7
0.86%
CARCINOMA METAPLASICO, SAI
1
1
0.12%
CARCINOMA PAPILAR, SAI
2
2
0.24%
CARCINOMA CANALICULAR INFILTRANTE, SAI (C50.-)
1
CARCINOMA LOBULILLAR, SAI (C50.-)
CARCINOMA PLEOMORFICO
1
1
0.12%
38
38
4.65%
CARCINOMA SEUDOSARCOMATOSO
1
1
0.12%
CARCINOSARCOMA, SAI
1
1
0.12%
COMEDOCARCINOMA NO INFILTRANTE (C50.-)
5
5
0.61%
28
28
3.43%
ENFERMEDAD DE PAGET Y CARCINOMA INTRACANALICULAR DE LA MAMA (C50.-)
1
1
0.12%
ENFERMEDAD DE PAGET, MAMARIA (C50.-)
2
2
0.24%
FIBROSARCOMA, SAI
1
1
0.12%
HEMANGIOSARCOMA
2
2
0.24%
LINFOMA MALIGNO, NO HODGKIN, SAI
1
1
0.12%
SARCOMA ESTROMAL, SAI
1
1
0.12%
SARCOMA, SAI
2
2
0.24%
TUMOR FILOIDES, MALIGNO (C50.-)
3
3
0.37%
TUMOR MALIGNO
4
4
0.49%
TUMOR MALIGNO DE CELULAS FUSIFORME
1
1
0.12%
816
817
100.00%
CARCINOMA, SAI
COMEDOCARCINOMA, SAI (C50.-)
Total general
1
En la tabla N° 16 observamos el diagnóstico de cáncer de mama según morfología del tumor en
donde se evidencia que el 76.74% correspondió a carcinoma canalicular infiltrante SAI, seguidas de
carcinoma SAI con 4,65%.
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Página 221
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
Análisis de Situación de Salud 2014
CANCER DE MAMA SEGÚN ESTADIO CLINICO
TABLA N° 098
Estadio clínico de mama
I
II
III
IV
X
SD (en blanco)
Total general
Masculino Femenino Total general Total gen. %
6
6
0.73%
64
64
7.83%
70
70
8.57%
16
16
1.96%
4
4
0.49%
1
656
657
80.42%
1
816
817
100.00%
GRAFICO N° 041
SD (en blanco),
80.42%
I
II
III
IV
X
I, 0.73%
SD (en blanco)
II, 7.83%
X, 0.49%
IV, 1.96%
III, 8.57%
En la presente tabla y grafico observamos que según su estadio clínico el 8.57 % fue en estadio III,
el 7.83% en estadio II y el 1.96% en estadio IV. El 80.42% no tienen estadio clínico.
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Página 222
Análisis de Situación de Salud 2014
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
CÁNCER DE CUELLO UTERINO PERIODO 2006-2014
CÁNCER DE CUELLO UTERINO SEGÚN SEXO Y GRUPO ETAREO
TABLA N° 099
Grupo etareo
Femenino Total general Total gen. %
15-19
2
2
0.20%
20-24
9
9
0.88%
25-29
36
36
3.52%
30-34
66
66
6.45%
35-39
138
138
13.49%
40-44
126
126
12.32%
45-49
138
138
13.49%
50-54
94
94
9.19%
55-59
90
90
8.80%
60-64
194
194
18.96%
65-69
42
42
4.11%
70-74
38
38
3.71%
75-79
22
22
2.15%
80-84
15
15
1.47%
85-89
10
10
0.98%
90-94
2
2
0.20%
95-99
1
1
0.10%
Total general
1023
1023
100.00%
GRAFICO N° 042
0.00%
15-19
20-24
25-29
30-34
35-39
40-44
45-49
50-54
55-59
60-64
65-69
70-74
75-79
80-84
85-89
90-94
95-99
2.00%
4.00%
6.00%
8.00%
10.00% 12.00% 14.00% 16.00% 18.00% 20.00%
0.20%
0.88%
3.52%
6.45%
13.49%
12.32%
13.49%
9.19%
8.80%
18.96%
4.11%
3.71%
2.15%
1.47%
0.98%
0.20%
0.10%
En la presenta tabla y grafico observamos el cáncer de cuello uterino según grupo etareo,
siendo más frecuente en las edades de 60 a 64 años con 18.96%, seguidas de 35 a 39 años
con 13,49% y de 45 a 49 años con 13.49%.
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Análisis de Situación de Salud 2014
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
CÁNCER DE CUELLO UTERINO SEGÚN METODO DEL PRIMER DIAGNOSTICO
TABLA N° 100
Método del primer diagnostico
Femenino Total general Total gen. %
Programa de Detección/Tamizaje
777
777
75.95%
Hallazgo Incidental por Exploración Clínica
13
13
1.27%
Hallazgo Incidental por Imágenes
4
4
0.39%
Presentación Clínica (con síntomas)
229
229
22.39%
Total general
1023
1023
100.00%
GRAFICO N° 043
0.00%
20.00%
40.00%
Programa de Detección/Tamizaje
80.00%
75.95%
Hallazgo Incidental por Exploración Clínica
1.27%
Hallazgo Incidental por Imágenes
0.39%
Presentación Clínica (con síntomas)
60.00%
22.39%
En la presente tabla observamos el cáncer de cuello uterino según el primer diagnóstico en donde el
75.95% correspondió a programa de detección, seguidas de presentación clínica con síntomas con
22.39%.
CÁNCER DE CUELLO UTERINO SEGÚN BASE DEL DIAGNOSTICO
TABLA N° 101
Método base de diagnostico
Solamente Clínico
Citología o Hematología Lámina
Histología de Metástasis
Histología de Tumor Primario
Total general
Femenino Total general Total gen. %
148
148
14.47%
17
17
1.66%
2
2
0.20%
856
856
83.68%
1023
1023
100.00%
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Página 224
Análisis de Situación de Salud 2014
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
GRAFICO N° 044
0.00% 10.00% 20.00% 30.00% 40.00% 50.00% 60.00% 70.00% 80.00% 90.00%
Solamente Clínico
14.47%
Citología o Hematología Lámina
1.66%
Histología de Metástasis
0.20%
Histología de Tumor Primario
83.68%
En la presente tabla y grafica observamos que según base del diagnóstico el 83,68% se diagnosticó
por histología del tumor primario, solamente clínico 14.47%.
CÁNCER DE CUELLO UTERINO SEGÚN LOCALIZACION TOPOGRAFIA
TABLA N° 102
Topografía de cuello uterino
Femenino Total general Total gen. %
Endocervix
67
67
6.55%
Exocervix
3
3
0.29%
Sitios contiguos del cuello uterino
13
13
1.27%
Cuello uterino
940
940
91.89%
Total general
1023
1023
100.00%
GRAFICO N° 045
0.00%
Endocervix
20.00%
40.00%
60.00%
80.00%
100.00%
6.55%
Exocervix
0.29%
Sitios contiguos del cuello uterino
1.27%
Cuello uterino
91.89%
En la presente tabla y grafico observamos que el cáncer de cuello uterino según localización
correspondió al endocervix con 6,55%, 0.29% al exocervix y el 1.27% correspondió a sitios
contiguos del cuello uterino. El 91.89 % no tenía registrado la ubicación.
Oficina de Epidemiología y Salud Ambiental
Página 225
Análisis de Situación de Salud 2014
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
CÁNCER DE CUELLO UTERINO SEGÚN MORFOLOGIA DEL TUMOR
TABLA N° 103
Histología del tumor: Morfología
ADENOCARCINOMA DE CELULAS CLARAS, SAI
Femenino
Total general
Total gen. %
1
1
0.10%
12
12
1.17%
ADENOCARCINOMA IN SITU, SAI
2
2
0.20%
ADENOCARCINOMA MUCINOSO
3
3
0.29%
ADENOCARCINOMA MUCINOSO, TIPO ENDOCERVICAL
1
1
0.10%
29
29
2.83%
ADENOCARCINOMA TUBULAR
3
3
0.29%
CARCINOMA ADENOESCAMOSO
2
2
0.20%
CARCINOMA ADENOIDE-QUISTICO
1
1
0.10%
CARCINOMA DE CELULAS EN ANILLO DE SELLO
1
1
0.10%
CARCINOMA DE CELULAS ESCAMOSAS, SAI
143
143
13.98%
CARCINOMA DE CELULAS ESCAMOSAS, GRANDES, NO QUERATINIZANTE
144
144
14.08%
20
20
1.96%
CARCINOMA DE CELULAS ESCAMOSAS,MICROINVASIVO
3
3
0.29%
CARCINOMA DE CELULAS PEQUEÑAS, SAI
1
1
0.10%
CARCINOMA IN SITU DE CELULAS ESCAMOSAS, SAI
32
32
3.13%
CARCINOMA IN SITU, SAI
28
28
2.74%
1
1
0.10%
162
162
15.84%
CISTADENOCARCINOMA SEROSO, SAI (C56.9)
1
1
0.10%
LEIOMIOSARCOMA, SAI
1
1
0.10%
SARCOMA DE CELULAS PEQUEÑAS
1
1
0.10%
SARCOMA, SAI
2
2
0.20%
400
400
39.10%
ADENOCARCINOMA ENDOMETRIOIDE, SAI
ADENOCARCINOMA, SAI
CARCINOMA DE CELULAS ESCAMOSAS, QUERATINIZANTE, SAI
CARCINOMA INDIFERENCIADO, SAI
CARCINOMA, SAI
TUMOR INTRAEPITELIAL GRADO III
TUMOR MALIGNO
Total general
29
29
2.83%
1023
1023
100.00%
En la presente grafica observamos que según su morfología el 39.10% fue tumor intraepitelial
grado III (NIC III), el 15.84% fue carcinoma SAI y el 14.08% fue carcinoma de células escamosas
grandes no queratinizante.
CÁNCER DE CUELLO UTERINO SEGÚN ESTADIO CLINICO
TABLA N° 104
Estadio clínico de cuello uterino
Femenino Total general Total gen. %
I
33
33
3.23%
II
168
168
16.42%
III
26
26
2.54%
IV
9
9
0.88%
SD (en blanco)
787
787
76.93%
Total general
1023
1023
100.00%
Oficina de Epidemiología y Salud Ambiental
Página 226
Análisis de Situación de Salud 2014
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
GRAFICO N° 046
SD (en blanco),
76.93%
I
II
III
IV
SD (en blanco)
I , 3.23%
IV, 0.88%
III, 2.54%
II, 16.42%
En la presente tabla y grafico observamos que el 76.93% de los casos no tenían estadio clínico al
momento del diagnóstico, de los registrados el 16.42% se le diagnostico en estadio II y el 3.23% en
el estadio I, seguido de 2.54% en estadio III.
CÁNCER DE PIEL PERIODO 2006-2014
Grupo etareo
10-14
15-19
20-24
25-29
30-34
35-39
40-44
45-49
50-54
55-59
60-64
65-69
70-74
75-79
80-84
85-89
90-94
95-99
100-105
Total general
CÁNCER DE PIEL SEGÚN SEXO Y GRUPO ETAREO
TABLA N° 105
Masculino Masc. % Femenino Fem. % Total general Total gen. %
1
0.07%
0.00%
1
0.07%
3
0.20%
2 0.13%
5
0.34%
3
0.20%
8 0.54%
11
0.74%
8
0.54%
9 0.61%
17
1.14%
15 1.01%
7 0.47%
22
1.48%
14 0.94%
12 0.81%
26
1.75%
22 1.48%
25 1.68%
47
3.16%
27 1.82%
36 2.42%
63
4.24%
25 1.68%
56 3.77%
81
5.45%
48 3.23%
61 4.10%
109
7.34%
117 7.87%
167 11.24%
284
19.11%
56 3.77%
91 6.12%
147
9.89%
73 4.91%
88 5.92%
161
10.83%
58 3.90%
87 5.85%
145
9.76%
52 3.50%
99 6.66%
151
10.16%
44 2.96%
81 5.45%
125
8.41%
22 1.48%
43 2.89%
65
4.37%
8
0.54%
15 1.01%
23
1.55%
1
0.07%
2 0.13%
3
0.20%
597 40.17%
889 59.83%
1486
100.00%
Oficina de Epidemiología y Salud Ambiental
Página 227
Análisis de Situación de Salud 2014
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
GRAFICO N° 047
-10.00%
15-19
20-24
25-29
30-34
35-39
40-44
45-49
50-54
55-59
65-69
70-74
75-79
80-84
85-89
90-94
95-99
100-105
0.00%
0.07%
0.20%
0.20%
0.54%
1.01%
0.94%
1.48%
1.82%
1.68%
3.23%
10-14
60-64
-5.00%
5.00%
10.00%
15.00%
0.00%
0.13%
0.54%
0.61%
0.47%
0.81%
1.68%
2.42%
3.77%
4.10%
7.87%
11.24%
3.77%
4.91%
3.90%
3.50%
2.96%
1.48%
0.54%
0.07%
6.12%
5.92%
5.85%
6.66%
5.45%
2.89%
1.01%
0.13%
En el presente grafico se observa la pirámide poblacional del cáncer de piel en donde observamos
que el grupo etareo más frecuente es de 60 a 64 años con excepción de los menores de 20, en todos
los demás grupos es más frecuente en el sexo femenino.
CÁNCER DE PIEL SEGÚN LOCALIZACION TOPOGRAFICA
Topografía de la piel
Piel del labio
Parpado
Oído externo
Piel de cara
Piel de cuero cabelludo y el cuello
Piel del tronco
Piel del miembro superior y el hombro
Piel del miembro inferior y la cadera
Sitios contiguos de la piel
Piel, SAI
Total general
TABLA N° 106
Masculino Femenino Total general Total gen. %
16
28
44
2.96%
31
43
74
4.98%
22
8
30
2.02%
235
506
741
49.87%
34
29
63
4.24%
52
46
98
6.59%
25
25
50
3.36%
53
70
123
8.28%
27
9
36
2.42%
102
125
227
15.28%
597
889
1486
100.00%
Oficina de Epidemiología y Salud Ambiental
Página 228
Análisis de Situación de Salud 2014
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
GRAFICO N° 048
0.00%
Piel del labio
Parpado
Oído externo
10.00%
20.00%
30.00%
Piel del tronco
Piel del miembro superior y el hombro
Piel del miembro inferior y la cadera
Sitios contiguos de la piel
Piel, SAI
50.00%
60.00%
2.96%
4.98%
2.02%
Piel de cara
Piel de cuero cabelludo y el cuello
40.00%
49.87%
4.24%
6.59%
3.36%
8.28%
2.42%
15.28%
En la presente tabla y grafico observamos el cáncer de piel según localización topográfica, en el
49.87% de casos este se ubica en la cara, el 8.28% de los casos la lesión se ubicó en el miembro
inferior y cadera. El 15.28% no precisa su localización.
Oficina de Epidemiología y Salud Ambiental
Página 229
Análisis de Situación de Salud 2014
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
CÁNCER DE PIEL SEGÚN MORFOLOGIA DEL TUMOR
TABLA N° 107
Histología del tumor: Morfología
Masc.
Fem.
ADENOCARCINOMA DE CELULAS CLARAS, SAI
ADENOCARCINOMA PAPILAR ECRINO (C44.-)
1
1
ADENOCARCINOMA, SAI
2
ADENOCARCINOMA SEBACEO (C44.-)
1
ADENOCARCINOMA TUBULAR
1
CARCINOMA ADENOIDE-QUISTICO
CARCINOMA BASAL ADENOIDE (C53._)
2
CARCINOMA BASALOIDE
Total
general
Total gen.
%
1
0.07%
1
0.07%
2
0.13%
1
0.07%
1
0.07%
2
2
0.13%
6
8
0.54%
1
1
0.07%
CARCINOMA BASO CELULAR, NODULAR (C44._)
55
81
136
9.15%
CARCINOMA BASOCELULAR INFILTRANTE (C44.-)
8
18
26
1.75%
CARCINOMA BASOCELULAR MULTIFOCAL SUPERFICIAL (C44.-)
1
3
4
0.27%
218
428
646
43.47%
CARCINOMA BASOESCAMOSO (C44.-)
7
10
17
1.14%
CARCINOMA DE CELULAS DE MERKEL (C44.-)
2
2
0.13%
94
181
12.18%
1
1
0.07%
5
15
20
1.35%
26
34
60
4.04%
2
2
4
0.27%
CARCINOMA DE CELULAS ESCAMOSAS, TIPO FUSOCELULAR
1
1
0.07%
CARCINOMA DE CELULAS GRANDES, SAI
2
2
0.13%
CARCINOMA DE CELULAS PEQUEÑAS, SAI
6
6
0.40%
12
10
22
1.48%
1
1
2
0.13%
CARCINOMA INDIFERENCIADO, SAI
3
3
0.20%
CARCINOMA INFLAMATORIO (C50.-)
1
1
0.07%
1
0.07%
CARCINOMA BASOCELULAR, SAI (C44.-)
CARCINOMA DE CELULAS ESCAMOSAS, SAI
87
CARCINOMA DE CELULAS ESCAMOSAS TIPO CELULAS CLARAS
CARCINOMA DE CELULAS ESCAMOSAS, GRANDES, NO QUERATINIZANTE
CARCINOMA DE CELULAS ESCAMOSAS, QUERATINIZANTE, SAI
CARCINOMA DE CELULAS ESCAMOSAS, TIPO ADENOIDE
CARCINOMA IN SITU DE CELULAS ESCAMOSAS, SAI
CARCINOMA IN SITU, SAI
CARCINOMA MUCOEPIDERMOIDE
1
CARCINOMA, SAI
3
3
6
0.40%
CARCINOMA VERRUGOSO, SAI
1
2
3
0.20%
CONDROSARCOMA MIXOIDE
1
1
0.07%
DERMATOFIBROSARCOMA, SAI (C44.-)
2
4
6
0.40%
ENFERMEDAD DE BOWEN (C44._)
ENFERMEDAD DE PAGET,EXTRAMAMARIA (EXCEPTO ENFERMEDAD DE
PAGET DEL HUESO)
6
19
25
1.68%
1
0.07%
1
HEMANGIOSARCOMA
1
1
0.07%
LENTIGO MALIGNO (C44.-)
8
8
0.54%
LEUCEMIA/LINFOMA DE CELULAS T DEL ADULTO (HTVL-1 POSITIVO)
1
1
0.07%
7
11
0.74%
LINFOMA CUTANEO DE CELULAS T, SAI (C44.-)
4
LINFOMA DE CELULAS T / NK, NASAL Y TIPO NASAL
1
1
0.07%
LINFOMA DE HODGKIN, SAI
1
1
0.07%
20
1.35%
LINFOMA MALIGNO, SAI
Oficina de Epidemiología y Salud Ambiental
13
7
Página 230
Análisis de Situación de Salud 2014
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
LINFOMA MALIGNO, DE CELULAS B GRANDES, DIFUSO, SAI
2
LINFOMA MALIGNO, LINFOCITICO DE CELULAS PEQUEÑAS B, SAI
LINFOMA MALIGNO,NO HODGKIN, SAI
13
2
0.13%
1
1
0.07%
2
15
1.01%
1
0.07%
LIPOSARCOMA PLEOMORFICO
1
MELANOMA AMELANOTICO (C44.-)
2
2
4
0.27%
MELANOMA CON DISEMINACION SUPERFICIAL (C44.-)
1
1
2
0.13%
MELANOMA DE CELULAS EPITELIOIDES
3
1
4
0.27%
MELANOMA IN SITU
1
8
9
0.61%
MELANOMA LENTIGINOSO ACRAL MALIGNO (C44.-)
6
11
17
1.14%
MELANOMA LENTIGO MALIGNO (C44.-)
4
10
14
0.94%
47
48
95
6.39%
1
1
0.07%
MELANOMA MALIGNO, SAI
MELANOMA MIXTO, DE CELULAS EPITELIOIDES Y FUSIFORMES
MELANOMA NODULAR (C44.-)
1
3
4
0.27%
MICOSIS FUNGOIDE (C44.-)
5
8
13
0.87%
POROMA ECRINO MALIGNO (C44.-)
2
2
0.13%
SARCOMA DE CELULAS GIGANTES (EXCLUYE EL OSEO M9250/3)
1
1
0.07%
46
9
55
3.70%
1
1
2
0.13%
TRICOLEMOCARCINOMA (C44._)
1
1
0.07%
TUMOR MALIGNO
1
1
0.07%
TUMOR MALIGNO DE CELULAS FUSIFORME
3
3
0.20%
1
1
2
0.13%
597
889
1486
100.00%
SARCOMA DE KAPOSI
SARCOMA, SAI
TUMOR MALIGNO, TIPO DE CELULAS CLARAS
Total general
En la presente tabla observamos el diagnostico según morfología del tumor, el 43.47%
correspondió a carcinoma basocelular, seguidas de carcinoma de células escamosas 12.18%.
Oficina de Epidemiología y Salud Ambiental
Página 231
Análisis de Situación de Salud 2014
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
CÁNCER DE PROSTATA PERIODO 2006-2014
CÁNCER DE PROSTATA SEGÚN SEXO Y GRUPO ETAREO
TABLA N° 108
Grupo etareo
Masculino Total general Total gen. %
25-29
1
1
0.16%
35-39
1
1
0.16%
45-49
2
2
0.32%
50-54
7
7
1.11%
55-59
24
24
3.80%
60-64
252
252
39.87%
65-69
67
67
10.60%
70-74
78
78
12.34%
75-79
97
97
15.35%
80-84
60
60
9.49%
85-89
33
33
5.22%
90-94
9
9
1.42%
95-99
1
1
0.16%
Total general
632
632
100.00%
GRAFICO N° 049
0.00%
25-29
45-49
55-59
5.00%
10.00%
15.00%
20.00%
25.00%
30.00%
35.00%
40.00%
45.00%
0.16%
0.16%
0.32%
1.11%
3.80%
39.87%
65-69
10.60%
12.34%
15.35%
9.49%
75-79
85-89
95-99
5.22%
1.42%
0.16%
En el presente grafico observamos que el cáncer de próstata fue más frecuente en el grupo
etareode 60 a 64 años con un 39.87%.
CÁNCER DE PROSTATA SEGÚN MORFOLOGIA DEL TUMOR
TABLA N° 109
Histología del tumor: Morfología
Masculino Total general Total gen. %
ADENOCARCINOMA DE CELULAS CLARAS, SAI
2
2
0.32%
ADENOCARCINOMA ENDOMETRIOIDE, SAI
1
1
0.16%
ADENOCARCINOMA PAPILAR, SAI
1
1
0.16%
ADENOCARCINOMA, SAI
587
587
92.88%
ADENOCARCINOMA TUBULAR
11
11
1.74%
CARCINOMA DE CELULAS TRANSICIONALES, SAI
1
1
0.16%
CARCINOMA, SAI
26
26
4.11%
TUMOR MALIGNO
3
3
0.47%
Total general
632
632
100.00%
Oficina de Epidemiología y Salud Ambiental
Página 232
Análisis de Situación de Salud 2014
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
GRAFICO N° 050
0.00%10.00%20.00%30.00%40.00%50.00%60.00%70.00%80.00%90.00%
100.00%
ADENOCARCINOMA DE CELULAS CLARAS, SAI
0.32%
ADENOCARCINOMA ENDOMETRIOIDE, SAI
0.16%
ADENOCARCINOMA PAPILAR, SAI
0.16%
ADENOCARCINOMA, SAI
ADENOCARCINOMA TUBULAR
CARCINOMA DE CELULAS TRANSICIONALES, SAI
CARCINOMA, SAI
TUMOR MALIGNO
92.88%
1.74%
0.16%
4.11%
0.47%
En el presentegráfico observamos el diagnóstico de cáncer de próstata según morfología, el
92.88% correspondió a adenocarcinoma, seguidas de carcinoma con 4.11%.
Grupo etareo
20-24
25-29
30-34
35-39
40-44
45-49
50-54
55-59
60-64
65-69
70-74
75-79
80-84
85-89
90-94
95-99
Total general
CÁNCER DE COLON PERIODO 2006-2014
CÁNCER DE COLON SEGÚN SEXO Y GRUPO ETAREO
TABLA N° 110
Masculino Masc. % Femenino Fem. % Total general Total gen. %
6
1.02%
1 0.17%
7
1.19%
2
0.34%
3 0.51%
5
0.85%
5
0.85%
2 0.34%
7
1.19%
8
1.36%
11 1.87%
19
3.24%
9
1.53%
11 1.87%
20
3.41%
11 1.87%
11 1.87%
22
3.75%
19 3.24%
17 2.90%
36
6.13%
19 3.24%
42 7.16%
61
10.39%
55 9.37%
90 15.33%
145
24.70%
23 3.92%
30 5.11%
53
9.03%
32 5.45%
43 7.33%
75
12.78%
23 3.92%
35 5.96%
58
9.88%
9
1.53%
26 4.43%
35
5.96%
5
0.85%
25 4.26%
30
5.11%
3
0.51%
7 1.19%
10
1.70%
0.00%
4 0.68%
4
0.68%
229 39.01%
358 60.99%
587
100.00%
Oficina de Epidemiología y Salud Ambiental
Página 233
Análisis de Situación de Salud 2014
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
GRAFICO N° 051
-15.00%
-10.00%
-5.00%
20-24
1.02%
0.34%
0.85%
1.36%
1.53%
1.87%
3.24%
3.24%
30-34
40-44
50-54
60-64
0.00%
5.00%
15.33%
1.53%
0.85%
0.51%
90-94
20.00%
7.16%
3.92%
5.45%
3.92%
80-84
15.00%
0.17%
0.51%
0.34%
1.87%
1.87%
1.87%
2.90%
9.37%
70-74
10.00%
5.11%
7.33%
5.96%
4.43%
4.26%
1.19%
0.68%
En el presente grafico observamos el cáncer de colon según grupo etareo y sexo, siendo más
frecuente de 60 a 64 años con predominio de sexo femenino
CÁNCER DE COLON SEGÚN MORFOLOGIA DEL TUMOR
TABLA N° 111
Histología del tumor: Morfología
Masculino
ADENOCARCINOMA EN ADENOMA TUBULOVELLOSO
Femenino
8
ADENOCARCINOMA METASTASICO, SAI
ADENOCARCINOMA MUCINOSO
26
ADENOCARCINOMA PAPILAR, SAI
Total general
Total gen. %
19
27
4.60%
2
2
0.34%
28
54
9.20%
2
2
0.34%
6
7
13
2.21%
123
216
339
57.75%
ADENOCARCINOMA TUBULAR
36
44
80
13.63%
ADENOCARCINOMA VELLOSO
1
4
5
0.85%
ADENOCARCINOMA, TIPO INTESTINAL (C16.-)
3
ADENOCARCINOMA PRODUCTOR DE MUCINA
ADENOCARCINOMA, SAI
CARCINOMA ADENOESCAMOSO
3
0.51%
1
1
0.17%
CARCINOMA DE CELULAS EN ANILLO DE SELLO
2
2
4
0.68%
CARCINOMA DE CELULAS ESCAMOSAS, SAI
1
1
2
0.34%
CARCINOMA DE CELULAS ESCAMOSAS, QUERATINIZANTE, SAI
2
2
0.34%
CARCINOMA DE CELULAS ESCAMOSAS,PEQUEÑAS, NO QUERATINIZANTE
1
1
0.17%
CARCINOMA DE CELULAS PEQUEÑAS, SAI
3
3
0.51%
13
22
3.75%
1
1
0.17%
CARCINOMA, SAI
9
CARCINOMATOSIS
LINFOMA MALIGNO, SAI
4
2
6
1.02%
LINFOMA MALIGNO, DE CELULAS B GRANDES, DIFUSO, SAI
1
2
3
0.51%
LINFOMA MALIGNO,NO HODGKIN, SAI
3
4
7
1.19%
SARCOMA DE KAPOSI
1
1
0.17%
TUMOR CARCINOIDE, SAI (EXCEPTO DEL APENDICE M8240/1)
1
1
2
0.34%
TUMOR MALIGNO
4
3
7
1.19%
229
358
587
100.00%
Total general
En la presente tabla observamos el cáncer de colon según su morfología, siendo más
frecuente el adenocarcinoma con 57.75%, seguidas de adenocarcinoma tubular con 13.63%.
Oficina de Epidemiología y Salud Ambiental
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Análisis de Situación de Salud 2014
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
Reporte de casos según unidades de registro del Sistema
Nº
1
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4
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9
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16
17
18
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21
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28
29
30
31
32
33
34
35
36
37
38
39
40
41
42
HOSPITAL
- INSTITUTO DE ENFERMEDADES NEOPLASICAS
- HOSP. NAC. ARZOBISPO LOAYZA
- INSTITUTO REGIONAL ENFERMEDADES NEOPLASICAS
- DIRESA CALLAO
- DIRESA LAMBAYEQUE
- HOSP. LAS MERCEDES
- HOSP. DE APOYO BELEN
- CLINICA DE TUMORES SAC
- HOSP. SANTA ROSA
- DIRESA SULLANA
- DIRESA HUANUCO
- DIRESA LIMA V
- HOSP. GOYENECHE
- DIRESA LIMA ESTE
- DIRESA LA LIBERTAD
- HOSP. REGIONAL CUSCO
- INSTITUTO REGIONAL ENFERMEDADES NEOPLASICAS DEL SUR
- HOSP. APOYO A.LORENA
- HOSP. HONORIO DELGADO ESPINOZA
- DIRESA JUNIN
- HOSP. MILITAR CENTRAL
- DIRESA ICA
- HOSPITAL CENTRAL FAP
- HOSP. REG. PUNO (M.NU�EZ B.)
- HOSP. REGIONAL DOCENTE DE TRUJILLO
- HOSP. DE APOYO D.A.CARRION
- HOSP. NAC. DANIEL A. CARRION
- DIRESA PIURA
- HOSP. REGIONAL AYACUCHO
- HOSP. DE APOYO III-SULLANA
- HOSP NACIONAL ALMANZOR AGUINAGA ASENJO
- HOSPITAL REGIONAL DOCENTE DE ENFERMEDADES
NEOPL�SICAS
- HOSPITAL REGIOAL ESSALUD IV-HUANCAYO
- HOSP. NAC. HIPOLITO UNANUE
- HOSP. SANTA ROSA
- HOSP. HOSP. DE APOYO MARIA AUXILIADORA
- HOSP. DE APOYO EL CARMEN
- HOSP. REGIONAL HERMILIO VALDIZAN
- DIRESA CAJAMARCA
- HOSP. REGIONAL CAJAMARCA
- HOSPITAL NACIONAL PNP
- HOSP. VICTRO LAZARTE ECHEGARAY -ESSALUD
Oficina de Epidemiología y Salud Ambiental
Total de Registros
60979
10242
8330
6318
4181
3176
2984
2737
2719
2523
2087
1773
1571
1524
1441
1404
1307
1223
1208
1206
1111
1054
978
949
936
785
664
642
625
618
610
550
543
542
510
509
493
485
410
406
386
377
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Análisis de Situación de Salud 2014
43
44
45
46
47
48
49
50
51
52
53
54
55
56
57
58
59
60
61
62
63
64
65
66
67
68
69
70
71
72
73
74
75
76
77
78
79
80
81
82
83
84
85
86
87
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
- DIRESA PASCO
- DIRESA LIMA SUR
- HOSP. DE APOYO DEPARTAMENTAL HIPOLITO UNANUE
- HOSP. ELEAZAR GUZMAN BARRON
- HOSP. NAC. CAYETANO HEREDIA
- HOSP. DE APOYO JOSE ALFREDO MENDOZA OLAVARRI
- HOSP. DOCENTE MADRE NINO SAN BARTOLOME
- HOSP. NAC. DOS DE MAYO
- HOSP. REGIONAL DE HUACHO
- CS DAVID GUERRERO DUARTE - CONCEPCION
- DIRESA TUMBES
- HOSP. DANIEL A. CARRION
- HOSP. PUENTE PIEDRA
- DIRESA TACNA
- HOSP. DEPARTAMENTAL ICA
- HOSP III CAYETANO HEREDIA
- DIRESA AREQUIPA
- HOSP. DE APOYO LA MERCED
- HOSP. GUILLERMO DIAZ DE LA VEGA
- HOSP. G.B. CHACHAPOYAS
- DIRESA AYACUCHO
- HOSP. DE APOYO F. MAYORCA SOTO
- HOSP. DE TINGO MARIA
- DIRESA CUSCO
- HOSP. DPTAL. DE HUANCAVELICA
- DIRESA AMAZONAS
- HOSP. REGIONAL DE LORETO
- HOSP. APOYO DPTAL. MOQUEGUA (EX- REFERENCIAL
- HOSP. BELEN
- HOSP. DE CHANCAY
- INST. MATERNO PERINATAL
- HOSP. DE HUARAL
- HOSP. DE APOYO REZOLA
- DIRESA MOQUEGUA
- HOSP. SERGIO BERNALES
- HOSP. APOYO BAGUA GUSTAVO LANATA
- HOSP. GENERAL DE ANDAHUAYLAS
- HOSPITAL APOYO BAGUA
- HOSP. DE APOYO IQUITOS
- RED DE SALUD BAGUA
- HOSP. LA CALETA
- HOSP. DE APOYO MANUEL HIGA ARAKA
- HOSP. SAN JOSE DE CHINCHA
- RED SALUD UTCUBAMBAB
Oficina de Epidemiología y Salud Ambiental
345
343
305
295
276
258
254
249
242
224
210
197
174
171
166
143
141
134
129
118
116
104
100
92
91
86
77
63
55
47
44
42
33
31
26
25
24
23
19
18
18
17
15
14
12
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88
89
90
91
92
93
94
95
96
97
98
99
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
- HOSP. QUILLABAMBA
- DIRESA MADRE DE DIOS
- HOSPITAL NACIONAL SUR ESTE
- HOSP. APOYO CANGALLO
- DIRESA PUNO
- HOSP. DE APOYO DOMINGO OLAVEGOYA
- HOSP. APOYO I SANTIAGO APOSTOL
- HOSP. DE APOYO CHEPEN
- DIRESA SAN MARTIN
- HOSP. MATERNO INFANTIL DE SUPE
- DIRESA ANCASH
- HOSP. VICTOR RAMOS GUARDIA - HUARAZ
Oficina de Epidemiología y Salud Ambiental
9
9
6
4
3
3
2
2
2
2
1
1
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Análisis de Situación de Salud 2014
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
CAPITULO IV
ESTRATEGIAS SANITARIAS
4.1 ESTRATEGIA SANITARIA DE ACCIDENTES DE TRANSITO
La Estrategia Sanitaria Nacional de Accidentes de Tránsito (ESNAT) se encuentra bajo la
responsabilidad de la Oficina General de Defensa Nacional –órgano asesor del Ministerio de Salud,
la
cual
tiene
a
su
cargo
su
implementación,
coordinación
y
ejecución.
La ESNAT fue creada por considerar a los accidentes de tránsito como un problema de salud pública
de gran impacto socioeconómico, constituyéndose en la respuesta del sector Salud al creciente
número de lesionados, muertos y discapacitados, producto de la colisión de vehículos que forman
parte de nuestro poblado parque automotriz.
Tiene por objetivo no sólo lograr la reducción del número de muertos y lesionados por accidentes de
tránsito, sino, prioritariamente, la modificación de conductas de riesgo entre los miembros de nuestra
sociedad. Se pretende que el tema de seguridad vial se incorpore en la idiosincrasia de la población
peruana, en diversos ámbitos, formando parte de mensajes urbanos saludables, mediante la creación
de un espacio de convocatoria y de diálogo entre los jóvenes y la comunidad en general, que permita
una convivencia segura, libre de toda práctica informal de transporte o de conducta de riesgo frente a
una
cultura
de
tránsito.
Los roles que el Ministerio de Salud debe asumir respecto de la ESNAT son los siguientes:
Rol científico: Generar conocimiento, a partir de estudios de investigación, de las principales causas
de los accidentes de tránsito y sus manifestaciones más frecuentes en la salud de las personas.
Rol informativo: Difundir los resultados obtenidos que permitan el posterior cambio de actitudes,
frente a la accidentalidad vial, entre las autoridades nacionales, regionales y locales, con una visión
preventiva.
Rol educativo: Promover y difundir conductas saludables incidiendo en disminuir el número de
factores que están directamente relacionados con este daño y el respeto a las normas de tránsito entre
la población, incidiendo en la triada: peatón, vehículo y conductor.
Rol asistencial: Brindar en la fase previa, durante y posterior, una atención oportuna con personal de
salud calificado, respetando los estándares de calidad.
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Análisis de Situación de Salud 2014
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
Cada año mueren más de 1,2 millones de personas en el mundo a causa de traumatismos por
accidentes de tránsito, los cuales son ahora una de las tres primeras causas de mortalidad entre
personas de 5 a 44 años, asimismo otros 50 millones de personas sufren traumatismos no mortales
cada año.
El Perú es uno de los países con mayor índice de accidentes de tránsito en el mundo. En los últimos
diez años, 31,355 personas han muerto en accidentes de tránsito. El alto número de muertos y heridos
debido a accidentes de tránsito constituye un grave problema aun sin resolver en el Perú.
Según el reciente reporte estadístico de la dirección de información de gestión del Perú indica que
entre el año 2000 a la fecha se han registrado aproximadamente 700,000 accidentes principalmente
por negligencia e imprudencia de los conductores. Y un reciente reporte del Ministerio de Salud del
Perú informa que alrededor de 117,900 personas quedaron incapacitadas de por vida por accidentes
de tránsito en los últimos cuatro años. El costo de los accidentes representa el 0.17% del Producto
Bruto Interno (PBI) alrededor de 150,000 millones de dólares anuales.
La mayoría de accidentes se produce en el área de transporte público urbano e interprovincial. El
inadecuado funcionamiento de este sector empieza cuando se convierte en refugio de quienes por
falta de empleo formal recurren a este oficio, sin vocación, ni calificación. Esto sumando la ausencia
de una coherente política estatal, se ha convertido en un caótico sistema cuyas ganancias se obtienen
sobre la base del mayor tiempo que el chofer esta en el volante, el mayor número de kilómetros
recorridos y el mayor número de pasajeros. Ha devenido en un comportamiento intrínsecamente
perverso, que incluso ha construido un código singular de comportamiento donde se han relativizado
los valores y adormecido las conciencias, cuyo lema parece ser “Vale Todo”.
La falta de un esquema empresarial y laboral del transporte público por el gobierno del Perú, el
congreso, los gobiernos regionales, municipales, el poder judicial, la policía nacional, el Ministerio
de Transporte y Comunicaciones y los gremios de transporte (Corporación Nacional de Empresas de
Transporte del Perú, Federación Nacional de Taxistas y Colectivos, Asociación de Empresas de
Transporte Urbano, Federación de Choferes del Perú, Consejo Nacional del Transporte de Vehículos
Mayores) ha llevado a hondar la crisis de transporte público y han ocasionado dolor a miles de
personas, truncado vidas y enlutado a miles familias. Solo en el año 2008 hubo 47,795 accidentes en
Lima y Callao, y 3,591 personas perdieron la vida por los conductores imprudentes según el Consejo
de transporte de Lima y Callao.
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Página 239
Análisis de Situación de Salud 2014
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Factores Principales de los Accidentes en el Perú
El elevado número de accidentes en el Perú responde a cinco factores principales:
FACTOR RELACIONADOS CON EL CONDUCTOR
• Exceso de velocidad
• Imprudencia del Conductor
• La informalidad de los choferes
• Conductor ebrio
• Condición clínica y psicología de los choferes.
• Imprudencia del pasajero
• Desacato de las señales de tránsito
• Exceso de carga
FACTORES RELACIONADOS CON EL PEATON
• Imprudencia del peatón
FACTORES RELACIONADOS CON EL VEHICULO
• Falla mecánica
• Falta de luces
FACTORES RELACIONADOS CON EL MEDIO AMBIENTE FISICO
• Pista en mal estado
• Señalización defectuosa
Una triste y dramática realidad es el cercado de Lima que registra el mayor número de accidentes de
tránsito en la capital de Lima y el distrito de Ate-Vitarte, la mayor cantidad de muertos como
resultado de accidente de tránsito ocasionados por transportistas públicos y taxistas según el estudio
de la Secretaria Técnica del Consejo de Lima y Callao.
• Los diez distritos con más accidentes registrados en Lima y el puerto del Callao, se completa con
Santiago de Surco con 2,318, San Isidro 2,128 accidentes, La victoria 1,956 accidentes,
Independencia 1,952, accidentes, Miraflores 1,881 accidentes, San Martin de Porras 1,856
accidentes, Ate Vitarte 1,674 accidentes y el cercado de Callao con 1,638 accidentes.
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Página 240
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ACCIDENTES DE TRÁNSITO
DENUNCIAS DE ACCIDENTES DE TRÁNSITO NO FATALES, SEGÚN DEPARTAMENTO, 2005 - 2013
(Casos registrados)
Departamento
2005
2006
2007
2008
2009
2010
2011
2012
2013
75
012
77
840
76
928
82
366
83
403
81
343
81 599
92 289
102 938
170
1
545
210
3
886
116
1
173
129
4
042
73
1
065
162
4
544
196
1
494
402
5
476
133
2
168
159
5
160
175
425
542
2 043
2 177
2 476
146
579
525
5 481
5 558
6 438
Ayacucho
620
765
828
643
540
968
854
1 074
Cajamarca
710
1
782
3
073
2
108
14
414
1
411
1
451
4
035
3
015
3
224
2
219
40
435
1
333
1
797
3
732
3
560
3
083
1
455
37
649
1
398
1
635
3
323
2 880
3 142
3 029
2
640
1
003
46
612
1
721
2
523
3
873
1
127
2
992
1
687
55
392
1
421
2
015
3
700
49
1
795
95
4
669
1
266
3
122
2
841
2 896
3 528
3 543
290
432
1 685
4 055
46
696
162
988
86
1 648
1 510
1 542
1 907
2 042
3 049
3 627
3 430
4 278
4 787
596
645
438
493
805
1 999
2 809
3 302
49
104
1
305
167
557
29
1
667
49
852
1
108
116
565
87
1
454
51
741
1
056
62
539
81
1
524
52
376
1
048
32
632
191
1
512
63
476
1
494
2
282
3
436
1
416
50
030
1
052
40
639
172
1
775
48 912
52 047
54 408
793
445
265
59
740
174
117
744
126
479
892
90
1 816
3 178
4 089
838
761
734
838
845
781
1 154
211
243
422
1
014
281
1
056
749
1
164
315
1
275
844
1 011
1 281
1 248
1 418
1 608
294
476
483
1 130
1 170
1 150
Total
Amazonas
Áncash
Apurímac
Arequipa
Callao
Cusco
Huancavelica
Huánuco
Ica
Junín
La Libertad
Lambayeque
Puno
857
San Martín
155
51
842
1
388
138
541
21
1
450
1
101
266
Tacna
297
148
207
207
Tumbes
268
286
251
Ucayali
451
400
841
295
1
358
Lima
Loreto
Madre de Dios
Moquegua
Pasco
Piura
Fuente: Ministerio del Interior - Dirección de Gestión en Tecnología de la Información y Comunicaciones-Dirtepoles - PNP.
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Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
ACCIDENTES DE TRÁNSITO
VÍCTIMAS DE ACCIDENTES DE TRÁNSITO FATALES, SEGÚN DEPARTAMENTO, 2009 - 2013
(Personas registradas)
Heridos
Departamento
2009
Total
Amazonas
2010
Muertos
2011
2012
2013
2009
2010
2011
2012
2013
2 576 2 314 2 678
3 559
59 616
3
243
2 856
3 531
4 037
3 176
155
51
118
92
469
134
66
74
94
29
40
12
0
457
2 175
110
216
291
675
123
Apurímac
110
48
1
26
443
52
45
47
39
46
Arequipa
73
345
286
231
4 041
202
211
201
219
221
Ayacucho
28
160
59
207
758
87
139
61
122
59
Cajamarca
42
68
47
29
1 122
39
80
78
47
61
Callao
10
5
1
16
2 440
30
34
35
28
63
Cusco
715
195
171
222
2 318
438
216
166
325
348
Huancavelica
92
27
5
58
217
44
35
4
14
42
Huánuco
23
86
137
251
890
29
83
122
119
66
Ica
66
94
22
26
1 020
111
84
67
97
120
Junín
62
59
85
155
3 797
187
78
110
168
205
La Libertad
484
483
258
361
3 000
330
354
418
417
382
Lambayeque
179
128
100
156
2 518
132
116
155
138
94
Lima
197
299
388
528
25 967
606
543
581
585
541
5
6
4
11
244
49
25
30
22
19
Madre de Dios
46
7
5
10
376
44
20
27
31
28
Moquegua
10
15
26
108
745
27
17
35
137
83
Pasco
24
4
51
48
43
16
9
41
18
2
Piura
81
73
103
245
2 382
87
97
135
307
185
Puno
21
0
635
162
722
305
199
655
247
254
San Martín
73
115
51
60
1 506
67
93
75
58
119
Tacna
23
21
97
47
1 210
25
50
62
56
38
Tumbes
13
12
23
33
348
16
26
47
34
12
Ucayali
4
1
5
20
865
76
20
14
40
36
Áncash
Loreto
Fuente: Ministerio del Interior - Dirección de Gestión en Tecnología de la Información y Comunicaciones - Dirtepoles - PNP.
Bajo este escenario es que el MINSA a través de la Dirección General de Epidemiología establece
medidas pertinentes para colocar este daño como política del sector, con la finalidad de salvar la vida
de los accidentados y prevenir los accidentes. Es importante resaltar que los accidentes de tránsito
están incluido dentro de la diez (10) estrategias sanitarias nacionales creadas.
El Hospital Nacional Arzobispo Loayza asume el compromiso para realizar la vigilancia y
notificación oportuna de estos eventos partiendo del principio que los accidentes son prevenibles.
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Página 242
Análisis de Situación de Salud 2014
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
SITUACION EPIDEMIOLOGICA DE LAS LESIONES POR ACCIDENTES DE TRANSITO EN
EL HOSPITAL NACIONAL ARZOBISPO LOAYZA 2014
GRAFICO Nº 052
Atenciones por Lesiones de Accidentes de Tránsito 2007 al 2014
1000
905
900
876
800
700
733
701
600
639
500
659
602
525
400
300
200
100
0
Año 2007
Año 2008
Año 2009
Año 2010
Año 2011
Año 2012
Año 2013
Año 2014
En el Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”, cuenta un Sistema de Vigilancia en Salud Pública de
lesiones por Accidentes de tránsito del MINSA, monitorizado por la Dirección General de
Epidemiología, en el 2014 en el Hospital se han reportado 602 accidentes de tránsito ,donde el grupo
etáreo más afectado es el de 30 a 59 años (46.68%) , el 51.17% corresponde a Choques y 31.67%
Atropello , el 53.33% corresponde a vehículo ocasionante a Particular y el 38.50% a Público , la
aseguradora que realizó la mayor cobertura fue Afocat Lima Metropolitana, Hora de mayor
ocurrencia de accidentes es 06:01 a 12:00 horas, por la Ubicación del lesionado: En la vía/calle y el
Pasajero corresponde al 40%. Los accidentes tienden a ocurrir con mayor frecuencia entre las 06:00
y las 18:00 horas.
Oficina de Epidemiología y Salud Ambiental
Página 243
Análisis de Situación de Salud 2014
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
4.2 ESTRATEGIA SANITARIA DE INMUNIZACIONES
El programa nacional de inmunizaciones existió en el Perú desde 1972 hasta el año 2001, año en que
la actividad se incorporó dentro del programa de atención integral de salud del niño, con fecha 27 de
julio del 2004 fue creada la Estrategia Sanitaria Nacional de Inmunizaciones, con la finalidad de
señalar la prioridad política, técnica y administrativa que el pueblo y Gobierno Peruano reconocen en
las inmunizaciones
La Estrategia Sanitaria de Inmunizaciones brinda atención a demanda, por lo tanto atiende a todo
RN que solicita este servicio, las vacunas se aplican que se aplican son programadas según el
esquema de vacunación del MINSA : Pentavalente, HpB, Polio, SPR,SR, Antiamarílica, DT,
Rotavirus, neumococo, Influenza y otras.
La inmunización es la actividad de salud pública que ha demostrado ser la de mayor costo beneficio
y costo efectividad en los últimos dos siglos. Aunque se admite que las vacunas no son
completamente eficaces, constituyen las intervenciones más seguras en salud.
La viruela y la poliomielitis son enfermedades que han sido erradicadas del Perú y el continente
Americano y en cuanto al sarampión en el Perú desde marzo del 2000 no se confirma un caso. Las
meningitis y formas miliares de tuberculosis, la tos convulsiva, el tétanos y tétanos neonatal no son
problemas de salud pública.
El compromiso de recursos económicos públicos con la inmunización o vacunación se ha realizado
típicamente sobre la base de la ética y derechos humanos (ausencia de enfermedad, ahorro en gastos
por prestaciones, medicamentos y hotelería hospitalaria); estos mismos argumentos económicos a
pesar de su esfuerzo han sido limitados en diversidad e impacto.
En estos últimos años se ha evidenciado y emergido una justificación aún más poderosa como teoría
y evidencia indicando que la buena salud en una población condiciona el crecimiento económico,
sugiriendo que el retorno económico de invertir en inmunizaciones está entre el 12 al 18%,
poniéndose a la par de la educación básica como un instrumento de crecimiento económico y
desarrollo.
Estas estimaciones sugieren que expandir el acceso a la inmunización y o vacunación podría
desencadenar un espiral de salud y riqueza, contribuyendo a que los países salgan de la pobreza al
mismo tiempo de promocionar una de las metas para el milenio señaladas por las Naciones Unidas.
Oficina de Epidemiología y Salud Ambiental
Página 244
Análisis de Situación de Salud 2014
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
Por lo tanto la salud y por ende la prevención de enfermedades a través de vacunación son elemento
crucial en el desarrollo de las naciones pobres, condicionando a su vez:

Un incremento en la producción.

Mejor educación.

Mejora en la inversión pública y

Un impacto positivo en la demografía.
El programa nacional de inmunizaciones existió en el Perú desde 1972 hasta el año 2001, año en que
la actividad se incorporó dentro del programa de atención integral de salud del niño, con fecha 27 de
julio del 2004 fue creada la Estrategia Sanitaria Nacional de Inmunizaciones, con la finalidad de
señalar la prioridad política, técnica y administrativa que el pueblo y Gobierno Peruano reconocen en
las inmunizaciones
OPS/OMS apoya al Minsa en implementación de metodología de evaluación
A solicitud del Ministerio de Salud del Perú (MINSA), del 20 al 31 octubre se realizará la
Evaluación Internacional de la Estrategia Sanitaria Nacional de Inmunizaciones (ESNI), como parte
de la cooperación técnica que la OPS/OMS brinda a sus Estados Miembros, con el fin de monitorear
sus avances y evaluar el grado de desarrollo de sus Programas Nacionales de Inmunización, así como
la capacidad de adaptarse a nuevas demandas generadas por cambios en el sistema de salud, y las que
surgen en respuesta a las necesidades de la población.
Con este propósito, el Programa Regional de Inmunización de la OPS/OMS organizó una misión
conformada por 21 expertos internacionales en temas de inmunización con amplia experiencia
procedentes de instituciones como la Organización Panamericana de la Salud /Organización Mundial
de la Salud (OPS/OMS), el Centro para el Control de Enfermedades de Atlanta GA USA, la
Universidad de Harvard, y otras instituciones académicas y del ámbito de salud de Brasil, Chile,
Honduras, Cuba, Colombia, Ecuador, Inglaterra y Estados Unidos, a los que se integrarán 20
funcionarios nacionales de diferentes regiones del país.
Oficina de Epidemiología y Salud Ambiental
Página 245
Análisis de Situación de Salud 2014
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
INFORME ANALITICO DE INMUNIZACIONES
DIRECCION DE SALUD:
LIMA V CIUDAD
DISTRITO: LIMA
DEPARTAMENTO:
LIMA
ESTABLECIMIENTO DE SALUD: HOSPITAL LOAYZA
PROVINCIA:
LIMA
UNIDAD EJECUTORA: HOSPITAL LOAYZA
A. - MENORES DE 01 AÑO
DOSIS
Tipo de Vacuna
1ra.
3059
1013
269
3653
24 Horas
28 Días
De 01m a 11m 29d
12 Horas
B.C.G.
Hepatitis Viral B
24 Horas
Antipolio
Solo Esquema Anterior
SOLO para reacciones
adversas a Pentavalente
Rotavirus
02 y 04 Meses
APO
06 Meses
Neumococo
1717
IPV
02, 04 y 06 Meses
1a 11m 29d
Tipo de Vacuna
12 a 23 M
Solo Niños que no fueron
vacunados oportunamente
según Calendario
18
Meses
15 Meses
400
1063
0
0
0
1712
4237
0
0
0
3025
1730
1367
947
35
600
96
14
853
261
105
2
2
SPR
544
Ref APO
19
Antipolio
1
4
33
19
5
APO
1
8
5
19
26
Dt(p)
0
0
0
HvB
0
0
0
HiB
0
0
0
BCG (Contacto de TB P)
0
Influenza con Comorbilidad
Neumococo con Comorbilidad
Antiamarílica
IPV
0
0
0
15
13
13
0
1
0
1
SOLO reacciones
adversas a
Pentavalente
D.- DE 03 AÑOS
DOSIS APLICADAS
1ra.
2da.
3ra.
Total
79
79
0
APO
Pentavalente
Total
211
PROTEGIDOS
Total
Acum. Cob. (%)
15
0
APO
Solo Esquema
Anterior
0
POBLAC. PROGRAMADA
DOSIS APLICADAS
1ra.
2da.
3ra.
211
Tipo de Vacuna
62
7
2
Antipolio
6
62
Pentavalente
SOLO reacciones adversas a
Pentavalente
579
544
APO
Solo Esquema Anterior
ESTE FORMATO ES DE USO
LOCAL, NO SERÁ REMITIDO AL
MINSA.
366
579
Ref DPT
IPV
1547
145
853
33
C.- DE 02 AÑOS
Solo Niños que no fueron
vacunados oportunamente
según Calendario
3097
POBLAC. PROGRAM. :
DOSIS APLICADAS
PROTEGIDOS
2da.
3ra.
Total
Total
Acum. Cob. (%)
833
833
1ra.
Antiamarílica
Deserción
698
1373
0
0
0
1313
Neumococo
SPR
No completaron su esquema o no
Influenza
fueron vacunados
Neumococo (Solo No vacunad anteriorm.)
Acum. Cob. (%)
2964
323
B.- DE 01 AÑO
Total
205
1247
77
1801
POBLAC. PROGRAM. :
PROTEGIDOS
Total
Acum.
3059
1013
269
3653
698
02 y 04 Meses
Influenza
Población en Riesgo
3ra.
205
IPV
04 y 06 Meses
APO
02, 04 y 06 Meses
04 y 06 Meses
Dt(p)
04 y 06 Meses
HvB
04 y 06 Meses
HiB
02 y 04 Meses
Pentavalente
2da.
APLICADAS
TOTAL DE VACUNAS
2
2
0
0
0
1
0
0
0
0
0
1
1
1
2
0
0
0
0
0
0
HvB
0
0
0
0
0
0
HiB
0
0
0
0
0
0
0
BCG (Contacto de TB P)
0
4
4
0
0
0
Oficina de Epidemiología y Salud Ambiental
0
PROTEGIDOS
Acum. Cob. (%)
2
1
Dt(p)
SPR
0
1
Total
0
0
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Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
Análisis de Situación de Salud 2014
INFORME ANALITICO DE INMUNIZACIONES
DIRECCION DE SALUD:
LIMA V CIUDAD
DISTRITO: LIMA
DEPARTAMENTO:
LIMA
ESTABLECIMIENTO DE SALUD: HOSPITAL LOAYZA
PROVINCIA:
LIMA
UNIDAD EJECUTORA: HOSPITAL LOAYZA
E.- DE 04 AÑOS
POBLAC. PROGR.
DOSIS APLICADAS
PROTEGIDOS
1ra.
2da.
3ra.
Total
Total Acum. Cob. (%)
37
37
Tipo de Vacuna
Influenza con Comorbilidad
Neumococo con Comorbilidad
Solo Niños que no fueron
vacunados oportunamente
según Calendario
Antiamarílica
IPV
Antipolio
0
10 - 11a
5
1
0
6
18
12 - 17a
53
22
6
81
1
18 - 29a
634
243
96
973
1
30 - 49a
615
203
91
0
909
0
0
0
60 a +
0
0
0
0
1
0
1
Dt(p)
0
0
0
H2.- GESTANTES
HvB
0
0
0
HiB
0
0
0
Grupos
Edad
409
10 - 11a
6
6
1
13
0
12 - 17a
58
26
2
86
422
422
18 - 29a
52
27
2
81
0
0
30 - 49a
81
49
2
132
APO
0
SPR
2
BCG (Contacto de TB P)
0
Refuerzo DPT
Refuerzo Antipolio (APO)
J.- INFLUENZA ESTACIONAL EN
1
407
K.- SARAMPION - RUBÉOLA
OTROS GRUPOS
Total
Niños o
personas
que no
fueron
vacunados
05 a 11 años
Grupos de Edad y Riesgo
12 a 17 años
18 a 29 años
30 a 49 años
POBLAC. PROGR.
DOSIS APLICADAS
1ra.
2da.
3ra.
Total
Total
PROTEGIDAS
Acum. Cob. (%)
I.- dT ADULTO: VARONES EN RIESGO
DOSIS APLICADAS
Grupos
Edad
1ra.
2da.
3ra.
Total
Niños o personas que no fueron vacunados
Grupos de Edad y Riesgo
Solo con
Riesgo o con
Comorbilidad
0
1
Pentavalente
SOLO reacciones
adversas a
Pentavalente
H.- dT ADULTO EN MUJERES EN EDAD FÉRTIL DE 10 A 49 AÑOS
H1.- NO GESTANTES
POBLAC. PROGR.
DOSIS APLICADAS
PROTEGIDAS
Grupos
Edad
1ra.
2da.
3ra.
Total Acum. Cob. (%)
18
APO
Solo Esquema Anterior
TOTAL DE VACUNAS
PROTEGIDAS
Acum. Cob. (%)
10 - 11a
3
2
1
6
05 a 11 años
18
12 - 17a
49
12
2
63
12 a 17 años
108
18 - 29a
481
122
22
625
18 a 29 años
397
30 - 59a
695
220
56
971
30 a 49 años
200
60 a +
58
22
8
88
50 a 64 años
Mayores de 65 años
L.- POBLACIÓN DE 12 A 59 AÑOS:
Gestantes
M.- ANTIAMARÍLICA
VACUNACIÓN CONTRA LA HEPATITIS B
DOSIS APLICADAS
Grupos de Edad y Riesgo
1ra.
2da.
3ra.
Total
Puerperas
Personal de Salud
Establecimientos que deben informar
Establecimientos que informaron
05 a 11 años
12 a 17 años
18 a 29 años
30 a 59 años
60 a + años
12
111
1381
2275
0
5
30
370
754
0
3
14
177
431
0
Oficina de Epidemiología y Salud Ambiental
20
155
1928
3460
0
Población no Vacunada y Persona que
viaja a zonas endémicas)
Tipo de
Total
Vacuna
05 a 11 años
12 a 17 años
18 a 29 años
30 a 59 años
129
371
1048
1013
Página 247
Análisis de Situación de Salud 2014
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
4.3 ESTRATEGIA NACIONAL DE INFECCCIONES DE TRANSMISION SEXUAL
SITUACION EPÌDEMIOLOGICA VIH-SIDA
2014
En el 2014 ,se han reportado en total 600 casos de VIH/SIDA, 309 casos nuevos, 07 fallecidos , 284
casos reciben TARGA con VIH 135 casos y con SIDA 149, siendo grupo etáreo más afectado el de
30 a 59 años(58%), tienen secundaria el 55% , por la vía de transmisión el 52.67% es Heterosexual,
el 12.67% se no conoce la vía y el 9.33% no se ha determinado, el 19.17% por Homosexual, el
22.17% procede de Lima Cercado, proceden de otros distritos( SMP, SJL, Comas, Breña, Los Olivos,
Rímac y otros) y del interior del país(Ayacucho, Madre de Dios, Ancash, Oxapampa, San Martín,
Junín. Ica y otros).
TABLA Nº 112
CASOS DE VIH-SIDA 2014
Casos
MES
Nuevos
TARGA
Fallecidos
VIH
Total
VIH
SIDA
ENE
37
1
10
23
71
FEB
38
0
8
12
58
MAR
29
0
16
15
60
ABR
19
0
17
18
54
MAY
25
1
13
10
49
JUN
19
0
6
12
37
JUL
22
0
11
12
45
AGO
21
0
13
5
39
SET
21
1
10
7
39
OCT
32
1
14
8
55
NOV
16
3
5
10
34
DIC
30
0
12
17
59
309
7
135
149
600
TOTAL
GRAFICO Nº 053
Casos de VIH-SIDA 2014
700
600
600
502
500
437
407
400
389
300
330
200
100
0
Año 2009
Año 2010
Año 2011
Año 2012
Oficina de Epidemiología y Salud Ambiental
Año 2013
Año 2014
Página 248
Análisis de Situación de Salud 2014
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
4.4. SITUACION EPIDEMIOLOGICA DE RESIDUOS SOLIDOS HOSPITALARIOS
Los establecimientos de salud tienen la responsabilidad de disminuir y prevenir los problemas de
salud de la población, tanto en los servicios, que se generen residuos que presentan riesgos
potenciales de peligrosidad; y el inadecuado manejo puede generar consecuencias en la salud de la
comunidad hospitalaria y de las personas que manipulan los indicados residuos.
Contamos con normas legales vigentes y el manejo de los residuos sólidos hospitalarios, continúan
siendo de importancia para nuestra institución, por lo que se realizan diferentes actividades para
mejorar las diferentes etapas del proceso del manejo del desecho hospitalario.
La Empresa Global SIMED S.A. Es la Empresa encargada de la Recolección y Transporte Externo.
Y el destino final (Relleno Sanitario está en Huaycoloro a cargo de la Empresa Petramas.
TABLA Nº 113
RESIDUOS SÓLIDOS - 2014
Nº
Meses
Empresa
Peso
RS Cont x Kg
24,063
Peso
R. Comunes
34,573
Total RSH
58,636
% RS
Cont
41.03%
1
Enero
H.N. Sergio E. Bernales
2
Febrero
GLOBAL SIMED S.A.
32,367
30,070
62,437
51.83%
3
4
5
6
7
Marzo
Abril
Mayo
Junio
Julio
GLOBAL SIMED S.A.
GLOBAL SIMED S.A.
GLOBAL SIMED S.A.
GLOBAL SIMED S.A.
GLOBAL SIMED S.A.
35,398
33,779
36,576
32,509
35,206
35,814
33,396
46,807
45,985
47,866
71,212
67,175
83,383
78,494
83,072
49.70%
50.28%
43.86%
41.41%
42.38%
8
9
10
11
12
Agosto
Setiembre
Octubre
Noviembre
Diciembre
Total
GLOBAL SIMED S.A.
GLOBAL SIMED S.A.
GLOBAL SIMED S.A.
GLOBAL SIMED S.A.
GLOBAL SIMED S.A.
34,488
32,147
33,150
34,371
36,986
401,040
48,605
41,422
43,434
41,707
42,364
492,043
83,093
73,569
76,584
76,078
79,350
893,083
41.50%
43.69%
43.28%
45.17%
46.61%
Grafico Nº 054: RESIDUOS BIOCONTAMINADOS AÑO 2014
En el grafico 1, se observa los residuos bio-contaminados - enero a octubre se mantiene y de
noviembre a diciembre se nota el incremento.
Fuente: Manifiestos de Ley HNAL.
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Página 249
Análisis de Situación de Salud 2014
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
Grafico Nº 055
RESIDUOS COMUNES 2014
RESIDUOS SOLIDOS COMUNES HNAL 2014
60,000
50,000
40,000
30,000
20,000
10,000
0
En el grafico 2, se observa los residuos comunes en el tercer trimestre se incrementa, a comparación
del primer trimestre y durante el último trimestre se mantiene en aproximado de 42 toneladas
mensuales.
Fuente: Informe de reporte de la Unidad de Limpieza del HNAL
Oficina de Epidemiología y Salud Ambiental
Página 250
Análisis de Situación de Salud 2014
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
VERIFICACION MENSUAL DE MANEJO DE RESIDUOS SOLIDOS HOSPITAL
NACIONAL ARZOBISPO LOAYZA.
1.- Informe de VERIFICACION DE MANEJO DE RESIDUOS SOLIDOS, MESES DE ENERO A
DICIEMBRE en ACONDICIONAMIENTO Y SEGREGACION Y ALMACENAMIENTO
PRIMARIO, de RESIDUOS SOLIDOS, que se ha realizado en diferentes servicios del Hospital
según programación.
ENERO 2014
Acondicionamiento
Servicio
Muy
Deficiente
Deficient
e
Aceptable
Pabellón 5-II
Pabellón 5-III
Pabellón 7-Mater
PDT Hospit
UCI-PDT
PDT Emerg.
X
X
X
X
X
X
Transporte Interno
1° semana
2° semana
3° semana
4° semana
X
X
X
X
Segregación y Almacenamiento
Primario
Muy
Deficiente
Aceptable
Deficiente
X
X
X
X
X
X
Almacenamiento Final
X
X
X
X
En los puntos de acopio intermedio de los pabellones 5 y 6, a cargo de la jefatura de la Unidad de
Limpieza y Jardines, en la verificación, observamos los coches permanecen abiertos con frecuencia,
igualmente se observa las bolsas rojas y negras mezcladas y colocadas en el mismo coche.
FEBRERO 2014
Acondicionamiento
Servicio
Muy
Deficiente
Defic
Aceptable
Laboratorio Central
Onc. Ginec. Mamaria
Radiología Oscar Soto
Medicina Nuclear
Odonto-estomatologia
Emerg. De PDT.
X
X
X
X
X
X
Transporte Interno
1° semana
2° semana
3° semana
4° semana
X
X
X
X
Segregación y Almacenamiento
Primario
Muy
Deficiente
Aceptable
Deficiente
X
X
X
X
X
X
Almacenamiento Final
X
X
X
X
En los puntos intermedios de acopio en los pabellones 5 y 6, a cargo de la jefatura de la Unidad de
Limpieza y Jardines, en verificación realizada, observamos los coches permanecen abiertos
frecuentemente, igualmente las bolsas rojas y negras permanecen mezcladas y colocadas en el mismo
coche de residuos comunes.
Oficina de Epidemiología y Salud Ambiental
Página 251
Análisis de Situación de Salud 2014
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
MARZO 2014
Acondicionamiento
Servicio
Muy
Deficiente
Deficiente
Aceptable
Pab. 10B Urolog.
Pab 2ªB Traum.
Cons. Medicina.
Cons. Ext Pab 9.
Emg. Adultos.
Eme. PDT.
X
X
X
X
X
X
Transporte Interno
1° semana
2° semana
3° semana
4° semana
X
X
X
X
Segregación y Almacenamiento
Primario
Muy
Deficiente
Aceptable
Deficiente
X
X
X
X
X
X
Almacenamiento Final
X
X
X
X
En los puntos intermedios de acopio en los pabellones 5 y 6, a cargo de la jefatura de la Unidad de
Limpieza y Jardines, en verificación realizada, observamos los coches permanecen abiertos con
frecuencia, igualmente las bolsas rojas y negras permanecen mezcladas y colocadas en el mismo
coche de residuos comunes.
Solicito que se haga la felicitación correspondiente a los servicios de: EMERGENCIA
ADULTOS,PABELON
“2iso
A”
TRAUMATOLOGIA
HOSPITALIZACION
y
EMERGENCIA PEDIÁTRICA, por realizar una correcta manipulación de los Residuos Sólidos
Bío-contaminados, según Norma Técnica.
ABRIL 2014
Acondicionamiento
Servicio
Muy
Deficiente
Deficiente
Pab. 5-I Ginec.
Pab 5-III Neur.
Pab 6-I Cirug.
PDT Hosp.
PDT UCI.
PDT Eme.
Aceptable
X
X
X
X
X
X
Transporte Interno
1° semana
2° semana
3° semana
4° semana
X
X
X
X
Segregación y Almacenamiento
Primario
Muy
Deficiente
Aceptable
Deficiente
X
X
X
X
X
X
Almacenamiento Final
X
X
X
X
En los puntos intermedios de acopio en los pabellones 5 y 6, a cargo de la jefatura de la Unidad de
Limpieza y Jardines, en verificación permanente que se realiza, se observa constantemente que los
coches permanecen abiertos, igualmente las bolsas rojas y negras permanecen mezcladas y colocadas
en coche de residuos comunes.
Oficina de Epidemiología y Salud Ambiental
Página 252
Análisis de Situación de Salud 2014
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
MAYO 2014
Acondicionamiento
Servicio
Muy
Deficiente
Deficiente
Aceptable
Pab. 3-I Medicina.
Pab. 3-II Med.
Pab. 4-II Medicina.
Pab. 6-II Cirugia.
Emg. Adultos.
Pab. 8-I Medic.
Pab. 8-II Quemados
X
X
X
X
X
X
Segregación y Almacenamiento
Primario
Muy
Deficiente
Aceptable
Deficiente
X
X
X
X
X
X
Transporte Interno
Almacenamiento Final
1° semana
2° semana
3° semana
4° semana
X
X
X
X
X
X
X
X
En los puntos intermedios de acopio en los pabellones 5 y 6, a cargo de la jefatura de la Unidad de
Limpieza y Jardines, en verificación permanente que se realiza, se observa con frecuencia que los
coches se encuentran con las tapas abiertas. En el pabellón 4-II (Medicina), se ha observado que han
descartado residuos bio-contaminados en recipientes de residuos comunes. Lo cual se ha explicado al
personal para que ocurra lo mismo en otra ocasión.
JUNIO 2014
Acondicionamiento
Servicio
Muy
Deficiente
Deficiente
UCI-PDT
Pab. PDT Hosp
Emg PDT
Pab. 5-I Ginecologia
Pab. 2-II Medic
Aceptable
X
X
X
X
X
Transporte Interno
1° semana
2° semana
3° semana
4° semana
X
X
X
X
Segregación y Almacenamiento
Primario
Muy
Deficiente
Aceptable
Deficiente
X
X
X
X
X
Almacenamiento Final
X
X
X
X
En los puntos intermedios de acopio en los pabellones 5 y 6, a cargo de la jefatura de la Unidad de
Limpieza y Jardines, en verificación permanente que se realiza, se observa con frecuencia que los
coches se encuentran con las tapas abiertas, también se observa que los ascensores se usan para
traslado de los residuos y lo limpian tal como ordena la norma técnica.
Oficina de Epidemiología y Salud Ambiental
Página 253
Análisis de Situación de Salud 2014
Servicio
Cons. Ext. Medicina
Emergencia PDT
Emergencia de Adultos
Pab. 5-I Ginecología
Pab. 1-I Medicina
Pab. 1-II Medicina
Pab 2-I Medicina
Pab 5-III Neurocirugía
Pab 10-B Urología
Pab 5-II Ginecología
Pab 2-II Medicina
Pab 2do B Trauma.
Servicio
Unidad de Limpieza
Unidad de Limpieza
Unidad de Limpieza
Unidad de Limpieza
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
JULIO 2014
Acondicionamiento
Muy
Deficiente
Aceptable
Defic
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
Transporte Interno
X
X
X
X
Segr. y Almac. Prim
Muy
Deficiente Aceptable
Deficiente
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
Almacenam. Final
X
X
X
X
En los Pab. Medicina 1-II, Pab. Medicina 2-II, Pab. 2do piso B Traumatología, tienen calificación de
Muy Deficiente, los cuales se ha indicado la corrección correspondiente. En los puntos intermedios
de acopio ubicados entre los pabellones 5 y 6, a cargo de la jefatura de la Unidad de Limpieza y
Jardines, se verifica constantemente que los coches se encuentran con las tapas abiertas, lo que
permite la proliferación de palomas y otros animales.
Servicio
Emg. Pediatría
Pab. 8-I Medicina
Pab. 8-II Quemados
Pab. 6-III Cirugía
Pab. 6-II Cirugía
Pab. 4-I Medicina
Pab 4-II Medicina
Pab 3-II Medicina
Pab 3-I Medicina
Servicio
Unidad de Limpieza
Unidad de Limpieza
Unidad de Limpieza
Unidad de Limpieza
Agosto 2014
Acondicionamiento
Muy Defic
Deficiente
Aceptable
X
X
X
X
X
X
X
X
X
Transporte Interno
X
X
X
X
Segr. y Almac. Prim
Muy Defic
Deficiente
Aceptable
X
X
X
X
X
X
X
X
X
Almacenam. Final
X
X
X
X
En los Pab. Medicina 4-II, Pab. Medicina 3-II, Pab., tienen calificación de Muy Deficiente, los cuales
se ha indicado la corrección correspondiente. En los puntos de acopio intermedios ubicados entre los
pabellones 5 y 6, que están a cargo de la Jefatura de la Unidad de Limpieza y Jardines, se verifica el
dia 03-08-2014, que los coches se encuentran con las tapas abiertas, lo que permite la proliferación
de palomas y otros animales.
Oficina de Epidemiología y Salud Ambiental
Página 254
Análisis de Situación de Salud 2014
Fecha
02.09
09.09
23.09
23.09
26.09
29.09
05.09
12.09
22.09
26.09
Servicio
Pab. Urología 3ªPiso
Emerg PDT
Pab. Trauma 2ª Piso
Pab. 6-III Cirugía
Pab. 4-II Medicina
Emerg. Adultos
Servicio
Unidad de Limpieza
Unidad de Limpieza
Unidad de Limpieza
Unidad de Limpieza
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
SETIEMBRE 2014
Acondicionamiento
Muy Defic
Defici
Aceptable
X
X
X
X
X
X
Transporte Interno
X
X
X
X
Segr. y Almac. Prim
Muy Def
Deficiente
Aceptable
X
X
X
X
X
X
Almacenam. Final
X
X
X
X
En el mes de setiembre, los diferentes servicios del Hospital Loayza, tienen calificación de Aceptable.
En los puntos de acopio intermedios ubicados entre los pabellones 5 y 6, que están a cargo de la
Jefatura de la Unidad de Limpieza y Jardines, se verifica los días 12 y 22-08-2014, los coches
permanecen con las tapas abiertas, lo cual permite la proliferación de palomas y otros animales.
OCTUBRE 2014
SERVICIO
Pab. 9 Consulta Externa
Emergencia Adultos
UCI – Pediatría
Pab. 1-I Medicina
Pab. 2-II Medicina
PDT Hospitalización
Emergencia PDT
Pab. 4-II Medicina
SERVICIO
Pab. 9 Consulta Externa
Emergencia Adultos
UCI-Pediatría
Pab. 1-I Medicina
Pab. 2-II Medicina
Hospitalización Pediátrica
Emergencia Pediátrica
Pab 4-II Medicina
SERVICIO
Unidad de Limpieza
Unidad de Limpieza
Unidad de Limpieza
Unidad de Limpieza
SERVICIO
Unidad de Limpieza
Unidad de Limpieza
Unidad de Limpieza
Unidad de Limpieza
ACONDICIONAMIENTO
Muy Deficiente
DEFICIENTE
ACEPTABLE
X
X
X
X
X
X
X
X
SEGREGACION Y ALMACENAM. PRIMARIO
Muy Deficiente
DEFICIENTE
ACEPTABLE
X
X
X
X
X
X
X
X
TRANSPORTE INTERNO
Muy Deficiente
DEFICIENTE
ACEPTABLE
X
X
X
X
ALMACENAMIENTO FINAL
Muy Deficiente
DEFICIENTE
ACEPTABLE
X
X
X
X
En las zonas de almacenamiento intermedio ubicadas en los pabellones 5 y 6 se observa
constantemente al personal de la Unidad de limpieza y Jardines dejar destapados los coches de
transporte, generando con ello la presencia de palomas en la zona.
Oficina de Epidemiología y Salud Ambiental
Página 255
Análisis de Situación de Salud 2014
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
Se observa el uso de los ascensores en el Pabellón Frontal para el traslado de residuos sólidos, los
cuales no son limpiados ni desinfectados después de su uso, en aplicación estricta de la Norma
Técnica vigente.
SERVICIO
Pab. 5-I Ginecología
Traumatología
Emergencia Adultos
Pab. 5-III Neurología
Pab. 5-II Ginecología
PDT Hospitalización
PDT Emergencia
SERVICIO
Pab. 5-I Ginecología
Traumatología
Emergencia Adultos
Pab. 5-III Neurología
Pab. 5-II Ginecología
PDT Hospitalización
PDT Emergencia
SERVICIO
Unidad de Limpieza
Unidad de Limpieza
Unidad de Limpieza
Unidad de Limpieza
SERVICIO
Unidad de Limpieza
Unidad de Limpieza
Unidad de Limpieza
Unidad de Limpieza
NOVIEMBRE 2014
ACONDICIONAMIENTO
Muy Deficiente
DEFICIENTE
ACEPTABLE
X
X
X
X
X
X
X
SEGREGACION Y ALMACENAM. PRIMARIO
Muy Deficiente
DEFICIENTE
ACEPTABLE
X
X
X
X
X
X
X
TRANSPORTE INTERNO
Muy Deficiente
DEFICIENTE
ACEPTABLE
X
X
X
X
ALMACENAMIENTO FINAL
Muy Deficiente
DEFICIENTE
ACEPTABLE
X
X
X
X
En las zonas de almacenamiento intermedio ubicadas en los pabellones 5 y 6 se observa
constantemente al personal de la Unidad de limpieza y Jardines dejar destapados los coches de
transporte, generando con ello la presencia de palomas en la zona. Por lo que están observados como
deficientes las fechas 21 y 28 de noviembre y requiere de corrección urgente.
Se observa el uso de los ascensores en el Pabellón Frontal para el traslado de residuos sólidos, los
cuales no son limpiados ni desinfectados después de su uso, incumpliendo lo que indica la Norma
Técnica vigente.
Oficina de Epidemiología y Salud Ambiental
Página 256
Análisis de Situación de Salud 2014
FECHA
09.12
09.12
11.12
15.12
17.12
19.12
19.12
FECHA
09.12
09.12
11.12
15.12
17.12
19.12
19.12
SERVICIO
Pab. 3-II Medicina
Pab. 4-II Medicina
Pab. 5-II Ginecología
Pab. 6-I Cirugía
Pab. 5-III Neurocirugía
PDT Hospitalización
PDT Emergencia
FECHA
07.11
14.11
21.11
28.11
SERVICIO
Unidad de Limpieza
Unidad de Limpieza
Unidad de Limpieza
Unidad de Limpieza
FECHA
05.12
11.12
17.12
19.12
SERVICIO
Pab. 3-II Medicina
Pab. 4-II Medicina
Pab. 5-II Ginecología
Pab. 6-I Cirugía
Pab. 5-III Neurocirugía
PDT Hospitalización
PDT Emergencia
SERVICIO
Unidad de Limpieza
Unidad de Limpieza
Unidad de Limpieza
Unidad de Limpieza
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
DICIEMBRE 2014
ACONDICIONAMIENTO
Muy Deficiente
DEFICIENTE
ACEPTABLE
X
X
X
X
X
X
X
SEGREGACION Y ALMACENAM. PRIMARIO
Muy Deficiente
DEFICIENTE
ACEPTABLE
X
X
X
X
X
X
X
TRANSPORTE INTERNO
Muy Deficiente
DEFICIENTE
ACEPTABLE
X
X
X
X
ALMACENAMIENTO FINAL
Muy Deficiente
DEFICIENTE
ACEPTABLE
X
X
X
X
En las zonas de almacenamiento intermedio ubicadas en los pabellones 5 y 6 continuamos
observando que el personal de la Unidad de limpieza dejan destapados los coches de transporte y los
residuos en bolsas fuera de los coches sean residuos comunes o bio-contaminados, generando con
ello la presencia de palomas en la zona. Por lo que están observados como deficientes las fechas 05 y
17 de diciembre y requiere de corrección urgente.
Se continua observando el uso de los ascensores en el Pabellón Frontal para el traslado de residuos
sólidos, los cuales no son limpiados ni desinfectados después de su uso, incumpliendo con la Norma
Técnica.
Oficina de Epidemiología y Salud Ambiental
Página 257
Análisis de Situación de Salud 2014
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
CONCLUSIONES:
1.-Los residuos sólidos hospitalarios, requieren de adecuado manejo, de acuerdo a la normatividad
vigente, donde todo el personal de salud institucional debe estar involucrado, especialmente la
jefatura y el personal de la Unidad de Limpieza.
2.-A la población que acude a nuestra institución, falta sensibilizar y dar a conocer sobre el adecuado
manejo de los residuos, para cuyo objeto las municipalidades deben contar con políticas de
segregación y sensibilización, los cuales contribuirán en aminorar el volumen de los residuos.
RECOMENDACIONES
1.-Que el personal de limpieza debe tener en cuenta en lo siguiente:
 Cumplir las rutas y horarios en el transporte de residuos sólidos
 Que los contenedores (almacenamiento intermedio) y tachos, no sobrepase su capacidad, tener en
cuenta que solo debe ser llenada hasta los 2/3 de su capacidad.
 Que los trabajadores encargados limpieza, en especial los que trasladan los residuos deben contar
con los equipos de protección personal (Uniforme, guantes, gorro, mascara, botas).
 El personal de limpieza debe contar con la evaluación médica anual, por el médico de personal
 Que, el personal de limpieza debe contar con certificado de vacunación, que requiere la norma.
 Se debe programar el aseo de tachos internos, externos y de los contenedores.
 Que los trabajadores de limpieza no deben colocar las bolsas de basura en el piso junto a los
contenedores.
 Que la jefatura de limpieza debe programar el mantenimiento de los contenedores, debiendo estos
de estar rotulados.
Oficina de Epidemiología y Salud Ambiental
Página 258
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
Análisis de Situación de Salud 2014
Actividades Programadas.
Tarea
Vig. Acondicionamiento
Vig. Segregación
Vig. Transporte interno
Vig. Almacenam. final
Vig. Destino Final
Vig. Eq.de protec. Pers.
Personal
META
UM
Vig. Programada
Vig. Programada
Vig. Programada
Vig. Programada
Vig. Programada
Vig. Programada
Tot
84
84
48
48
6
48
E
7
7
4
4
4
F
7
7
4
4
1
4
M
7
7
4
4
4
A
7
7
4
4
1
4
CURSOS
RSH/Bioseguridad
Actividades Realizadas.
Tarea
META
Vig. Acondicionamiento
Vig. Segregación
Vig. Transporte interno
Vig. Almacenam. final
Vig. Destino Final
Vig. Eq.de protec. Pers.
Personal
UM
Vig. Realizadas
Vig. Realizadas
Vig. Realizadas
Vig. Realizadas
Vig. Realizadas
Vig. Realizadas
F
M A
x
RSH/Bioseguridad
N
7
7
4
4
4
D
7
7
4
4
1
4
M J
x
J
A
Tot
45
45
36
36
4
36
E
6
6
4
4
F
6
6
4
4
M
6
6
4
4
4
4
4
A
6
6
4
4
1
4
M
6
6
4
4
4
J
5
5
4
4
1
4
J
12
12
4
4
1
4
S
x
O N
D
x
F
M A
M J
1
Oficina de Epidemiología y Salud Ambiental
J
1
A
9
9
4
4
1
4
A
2
Lic. J.
Aranibar
Responsabl
e
S
6
6
4
4
O N D
4
CRONOGRAMA
E
1
Responsab
le
Responsabl
e
CRONOGRAMA
CURSOS
Und. De Limp. y Jardines
O
7
7
4
4
1
4
CRONOGRAMA
E
Und. De Limp. y Jard
CRONOGRAMA
M J J A S
7 7 7 7 7
7 7 7 7 7
4 4 4 4 4
4 4 4 4 4
1
1
4 4 4 4 4
Responsabl
e
S
O N
D
Lic. J.
Aranibar
Página 259
Análisis de Situación de Salud 2014
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
CAPITULO V
MORTALIDAD
TABLA Nº 114
CAUSAS MAS FRECUENTES DE MORTALIDAD EN HOSPITALIZACION
T O T A L
CIE X
D E S C R I P C I O N
T O T A L
G E N E R A L
Femenino
G
Masculino
Nº
%
Nº
%
Nº
%
< 1 Año
R
U
P
1 - 11 Años
O
S
D
12 - 17 Años
E
E
18 - 29 Años
D
A
D
30 - 59 años
60 - + años
Fem. Masc. Fem. Masc. Fem. Masc. Fem. Masc. Fem. Masc. Fem. Masc.
J189
NEUMONIA, NO ESPECIFICADA
164
10.7%
85
5.5%
79
5.1%
0
0
0
0
0
0
3
3
13
15
69
61
R99X
OTRAS CAUSAS MAL DEFINIDAS Y LAS NO ESPECIFICADAS DE MORTALIDAD
97
6.3%
41
2.7%
56
3.6%
0
0
0
1
1
1
5
5
16
26
19
23
K746
OTRAS CIRROSIS DEL HIGADO Y LAS NO ESPECIFICADAS
72
4.7%
41
2.7%
31
2.0%
0
0
0
0
0
0
1
2
9
19
31
10
N189
ENFERMEDAD RENAL CRONICA, NO ESPECIFICADA
71
4.6%
38
2.5%
33
2.1%
0
0
0
0
1
0
1
1
8
8
28
24
C169
TUMOR MALIGNO DEL ESTOMAGO, PARTE NO ESPECIFICADA
47
3.1%
26
1.7%
21
1.4%
0
0
0
0
0
0
0
0
5
3
21
18
I64X
ACCIDENTE VASCULAR ENCEFALICO AGUDO, NO ESPECIFICADO COMO HEMORRAGICO
47 O ISQUEMI
3.1%
36
2.3%
11
0.7%
0
0
0
0
0
0
0
1
2
1
34
9
J841
OTRAS ENFERMEDADES PULMONARES INTERSTICIALES CON FIBROSIS
37
2.4%
23
1.5%
14
0.9%
0
0
0
0
0
0
0
0
4
2
19
12
11
I500
INSUFICIENCIA CARDIACA CONGESTIVA
29
1.9%
17
1.1%
12
0.8%
0
0
0
0
0
0
0
0
3
1
14
A150
TBC PULMONAR BK (+)
26
1.7%
11
0.7%
15
1.0%
0
0
0
0
0
0
3
3
4
6
4
6
C349
TUMOR MALIGNO DE LOS BRONQUIOS O DEL PULMON, PARTE NO ESPECIFICADA
24
1.6%
8
0.5%
16
1.0%
0
0
0
0
0
0
1
1
2
5
5
10
N390
INFECCION DE VIAS URINARIAS, SITIO NO ESPECIFICADO
23
1.5%
18
1.2%
5
0.3%
0
0
0
0
0
0
0
0
3
1
15
4
J690
NEUMONITIS DEBIDA A ASPIRACION DE ALIMENTO O VOMITO
21
1.4%
8
0.5%
13
0.8%
0
0
0
1
0
0
0
0
1
2
7
10
I219
INFARTO AGUDO DEL MIOCARDIO, SIN OTRA ESPECIFICACION
20
1.3%
11
0.7%
9
0.6%
0
0
0
0
0
0
0
0
0
3
11
6
J159
NEUMONIA BACTERIANA, NO ESPECIFICADA
18
1.2%
6
0.4%
12
0.8%
0
0
0
0
0
0
0
1
0
3
6
8
C80X
TUMOR MALIGNO DE SITIOS NO ESPECIFICADOS
17
1.1%
10
0.7%
7
0.5%
0
0
0
0
0
0
0
0
1
2
9
5
C250
TUMOR MALIGNO DE LA CABEZA DEL PANCREAS
16
1.0%
13
0.8%
3
0.2%
0
0
0
0
0
0
0
0
6
0
7
3
K830
COLANGITIS
16
1.0%
6
0.4%
10
0.7%
0
0
0
0
0
0
0
0
0
1
6
9
C509
TUMOR MALIGNO DE LA MAMA PARTE NO ESPECIFICADA
15
1.0%
15
1.0%
0
0.0%
0
0
0
0
0
0
0
0
9
0
6
0
G932
HIPERTENSION INTRACRANEAL BENIGNA
15
1.0%
9
0.6%
6
0.4%
0
0
0
0
0
0
0
1
4
2
5
3
I48X
FIBRILACION Y ALETEO AURICULAR
14
0.9%
11
0.7%
3
0.2%
0
0
0
0
0
0
0
0
2
0
9
3
I639
INFARTO CEREBRAL, NO ESPECIFICADO
14
0.9%
7
0.5%
7
0.5%
0
0
0
0
0
0
0
0
0
2
7
5
P073
RN PRE TERMINO
14
0.9%
6
0.4%
8
0.5%
6
7
0
1
0
0
0
0
0
0
0
0
C189
TUMOR MALIGNO DEL COLON, PARTE NO ESPECIFICADA
13
0.8%
8
0.5%
5
0.3%
0
0
0
0
0
0
1
0
0
4
7
1
B24X
SIDA
12
0.8%
5
0.3%
7
0.5%
0
0
0
0
0
0
1
1
4
6
0
0
E149
DIABETES MELLITUS, NO ESPECIFICADA, SIN MENCION DE COMPLICACION
12
0.8%
6
0.4%
6
0.4%
0
0
0
0
0
0
0
1
0
1
6
4
J47X
BRONQUIECTASIA
12
0.8%
6
0.4%
6
0.4%
0
0
0
0
0
0
0
0
3
2
3
4
A419
SEPTICEMIA, NO ESPECIFICADA
11
0.7%
6
0.4%
5
0.3%
0
0
0
0
0
0
1
0
0
1
5
4
479
31.2%
244
15.9%
235
15.3%
13
9
0
2
0
3
16
15
58
76
157
130
1536
100.0%
834
54.3%
702
45.7%
19
16
0
5
2
4
47
39
195
214
571
424
OTROS DIAGNOSTICOS
T
O
T
A
L
El 31.2% de la mortalidad en hospitalización corresponde a otros diagnósticos que no son frecuentes,
siendo la Neumonía la principal causa de mortalidad con 10.7% del total.
GRAFICO Nº 056
TENDENCIA DE LA MORTALIDAD 2009 – 2014
1800
1600
1400
1200
1000
800
600
400
200
0
Mortalidad
%
AÑO 2009
1402
AÑO 2010
1509
AÑO 2011
1524
AÑO 2012
1625
AÑO 2013
1537
AÑO 2014
1536
15.35
16.52
16.69
17.79
16.83
16.82
En el 2014 la mortalidad se ha reducido en 0.065% con relación al año anterior.
Oficina de Epidemiología y Salud Ambiental
Página 260
Análisis de Situación de Salud 2014
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
TABLA Nº 115
MORTALIDAD MAS FRECUENTE EN MEDICINA INTERNA
T O T A L
CIE X
D E S C R I P C I O N
G E N E R A L
T O T A L
Femenino
G
Masculino
< 1 Año
R
U
1 - 11 Años
P
O
S
D
12 - 17 Años
E
E
18 - 29 Años
D
A
D
30 - 59 años
60 - + años
Nº
%
Nº
%
Nº
%
Fem.
Masc.
Fem.
Masc.
Fem.
Masc.
Fem.
Masc.
Fem.
Masc.
Fem.
Masc.
J189
NEUMONIA, NO ESPECIFICADA
80
11.6%
50
7.2%
30
4.3%
0
0
0
0
0
0
0
0
6
2
44
28
N189
ENFERMEDAD RENAL CRONICA, NO ESPECIFICADA
35
5.1%
18
2.6%
17
2.5%
0
0
0
0
0
0
1
1
4
1
13
15
C169
TUMOR MALIGNO DEL ESTOMAGO, PARTE NO ESPECIFICADA
32
4.6%
15
2.2%
17
2.5%
0
0
0
0
0
0
0
0
3
3
12
14
I64X
ACCIDENTE VASCULAR ENCEFALICO AGUDO, NO ESPECIFICADO COMO HEMORRAGICO
31 O ISQUEMI
4.5%
24
3.5%
7
1.0%
0
0
0
0
0
0
0
1
1
0
23
6
K746
OTRAS CIRROSIS DEL HIGADO Y LAS NO ESPECIFICADAS
31
4.5%
21
3.0%
10
1.4%
0
0
0
0
0
0
1
1
2
5
18
4
J159
NEUMONIA BACTERIANA, NO ESPECIFICADA
17
2.5%
5
0.7%
12
1.7%
0
0
0
0
0
0
0
1
0
3
5
8
C349
TUMOR MALIGNO DE LOS BRONQUIOS O DEL PULMON, PARTE NO ESPECIFICADA
16
2.3%
5
0.7%
11
1.6%
0
0
0
0
0
0
1
0
1
2
3
9
I500
INSUFICIENCIA CARDIACA CONGESTIVA
16
2.3%
9
1.3%
7
1.0%
0
0
0
0
0
0
0
0
1
1
8
6
C80X
TUMOR MALIGNO DE SITIOS NO ESPECIFICADOS
13
1.9%
7
1.0%
6
0.9%
0
0
0
0
0
0
0
0
1
1
6
5
J690
NEUMONITIS DEBIDA A ASPIRACION DE ALIMENTO O VOMITO
13
1.9%
5
0.7%
8
1.2%
0
0
0
1
0
0
0
0
0
1
5
6
J841
OTRAS ENFERMEDADES PULMONARES INTERSTICIALES CON FIBROSIS
13
1.9%
7
1.0%
6
0.9%
0
0
0
0
0
0
0
0
2
2
5
4
N390
INFECCION DE VIAS URINARIAS, SITIO NO ESPECIFICADO
13
1.9%
11
1.6%
2
0.3%
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
11
2
A150
TBC PULMONAR BK (+)
10
1.4%
5
0.7%
5
0.7%
0
0
0
0
0
0
1
0
1
2
3
3
I639
INFARTO CEREBRAL, NO ESPECIFICADO
10
1.4%
5
0.7%
5
0.7%
0
0
0
0
0
0
0
0
0
2
5
3
C189
TUMOR MALIGNO DEL COLON, PARTE NO ESPECIFICADA
8
1.2%
5
0.7%
3
0.4%
0
0
0
0
0
0
1
0
0
2
4
1
I48X
FIBRILACION Y ALETEO AURICULAR
8
1.2%
6
0.9%
2
0.3%
0
0
0
0
0
0
0
0
1
0
5
2
C250
TUMOR MALIGNO DE LA CABEZA DEL PANCREAS
7
1.0%
6
0.9%
1
0.1%
0
0
0
0
0
0
0
0
2
0
4
1
C509
TUMOR MALIGNO DE LA MAMA PARTE NO ESPECIFICADA
7
1.0%
7
1.0%
0
0.0%
0
0
0
0
0
0
0
0
3
0
4
0
I219
INFARTO AGUDO DEL MIOCARDIO, SIN OTRA ESPECIFICACION
7
1.0%
5
0.7%
2
0.3%
0
0
0
0
0
0
0
0
0
1
5
1
J960
INSUFICIENCIA RESPIRATORIA AGUDA
7
1.0%
5
0.7%
2
0.3%
0
0
0
0
0
0
0
0
1
1
4
1
C23X
TUMOR MALIGNO DE LA VESICULA BILIAR
6
0.9%
6
0.9%
0
0.0%
0
0
0
0
0
0
0
0
2
0
4
0
C539
TUMOR MALIGNO DEL CUELLO DEL UTERO SIN OTRA ESPECIFICACION
6
0.9%
6
0.9%
0
0.0%
0
0
0
0
0
0
0
0
3
0
3
0
E119
DIABETES MELLITUS NO INSULINODEPENDIENTE, SIN MENCION DE COMPLICACION 6
0.9%
3
0.4%
3
0.4%
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
3
3
L89X
ULCERA DE DECUBITO
6
0.9%
5
0.7%
1
0.1%
0
0
0
0
0
0
0
0
0
1
5
0
N180
INSUFICIENCIA RENAL TERMINAL
6
0.9%
2
0.3%
4
0.6%
0
0
0
0
0
0
0
0
1
1
1
3
A199
TUBERCULOSIS MILIAR, SIN OTRA ESPECIFICACION
5
0.7%
2
0.3%
3
0.4%
0
0
0
0
0
0
1
1
1
1
0
1
211
30.5%
108
15.6%
103
14.9%
0
0
0
0
0
0
4
6
31
33
73
64
691
100.0%
391
56.6%
300
43.4%
0
0
0
1
0
0
12
13
71
75
308
211
OTROS DIAGNOSTICOS
T
O
T
A
L
La Neumonía no especificada con el 11.6% es la principal causa de mortalidad en Medicina Interna
del total de 691 muertes, seguidas de Enfermedad Renal crónica 5.1%, Tumor maligno de estómago
4.6%, Accidente cerebrovascular encefálico agudo 4.5%, Otras Cirrosis de hígado 4.5%, Neumonía
bacteriana 2.5%, Insuficiencia cardiaca congestiva2.3%, Tumor maligno de bronquios o pulmón 2.3%
TABLA Nº 116
MORTALIDAD MAS FRECUENTE EN NEONATOLOGIA
T O T A L
CIE X
DESCRIPCION
G ENERAL
G R U P O S
D E
E D A D
TOTAL
Femenino
Masculino
Nº
%
Nº
%
Nº
%
P073 RN PRE TERMINO
3
27.3%
1
9.1%
2
18.2%
1
1
0
1
0
0
0
0
0
0
0
0
Q000 ANENCEFALIA
2
18.2%
1
9.1%
1
9.1%
1
1
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
Q336 HIPOPLASIA Y DISPLASIA PULMONAR
2
18.2%
2
18.2%
0
0.0%
2
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
R95X SINDROME DE LA MUERTE SUBITA INFANTIL
2
18.2%
2
18.2%
0
0.0%
2
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
P219 ASFIXIA DEL NACIMIENTO, NO ESPECIFICADA
1
9.1%
1
9.1%
0
0.0%
1
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
Q897 MALFORMACIONES CONGENITAS MULTIPLES, NO CLASIFICADAS EN OTRA PARTE
1
9.1%
0
0.0%
1
9.1%
0
1
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0.0%
0
0.0%
0
0.0%
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
11 100.0%
7
64%
4
36%
7
3
0
1
0
0
0
0
0
0
0
0
OTROS DIAGNOSTICOS
T O T A
L
1 - 10 días
11 - 20 días
21 - 29 días
01 - Mes
02 - Mes
03 Meses a +
Fem. Masc. Fem. Masc. Fem. Masc. Fem. Masc. Fem. Masc. Fem. Masc.
RN pre término con el 27.3% es la principal causa de mortalidad en Neonatología del total de 11
muertes, seguidas de Anencefalia y de Hipoplasia ,displasia pulmonar y Síndrome de la muerte
súbita infantil con 18.2%.
Oficina de Epidemiología y Salud Ambiental
Página 261
Análisis de Situación de Salud 2014
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
TABLA Nº 117
MORTALIDAD MAS FRECUENTE EN CIRUGIA GENERAL
T O T A L
CIE X
D E S C R I P C I O N
T O T A L
G E N E R A L
Femenino
G
Masculino
Nº
%
Nº
%
Nº
%
< 1 Año
R
U
1 - 11 Años
P
O
S
D
12 - 17 Años
E
E
18 - 29 Años
D
A
D
30 - 59 años
60 - + años
Fem. Masc. Fem. Masc. Fem. Masc. Fem. Masc. Fem. Masc. Fem. Masc.
C169
TUMOR MALIGNO DEL ESTOMAGO, PARTE NO ESPECIFICADA
6
19.4%
4
12.9%
2
6.5%
0
0
0
0
0
0
0
0
1
0
3
2
C170
TUMOR MALIGNO DEL DUODENO
3
9.7%
3
9.7%
0
0.0%
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
3
0
C250
TUMOR MALIGNO DE LA CABEZA DEL PANCREAS
3
9.7%
3
9.7%
0
0.0%
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
3
0
I10X
HIPERTENSION ESENCIAL (PRIMARIA)
2
6.5%
1
3.2%
1
3.2%
0
0
0
0
0
0
0
0
0
1
1
0
J189
NEUMONIA, NO ESPECIFICADA
2
6.5%
0
0.0%
2
6.5%
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
2
C189
TUMOR MALIGNO DEL COLON, PARTE NO ESPECIFICADA
1
3.2%
1
3.2%
0
0.0%
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
1
0
C241
TUMOR MALIGNO DE LA AMPOLLA DE VATER
1
3.2%
1
3.2%
0
0.0%
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
1
0
C259
TUMOR MALIGNO DEL PANCREAS, PARTE NO ESPECIFICADA
1
3.2%
1
3.2%
0
0.0%
0
0
0
0
0
0
0
0
1
0
0
0
C481
TUMOR MALIGNO DE PARTE ESPECIFICADA DEL PERITONEO
1
3.2%
1
3.2%
0
0.0%
0
0
0
0
0
0
0
0
1
0
0
0
K469
HERNIA ABDOMINAL NO ESPECIFICADA, SIN OBSTRUCCION NI GANGRENA
1
3.2%
1
3.2%
0
0.0%
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
1
0
K659
PERITONITIS, NO ESPECIFICADA
1
3.2%
1
3.2%
0
0.0%
0
0
0
0
0
0
0
0
1
0
0
0
K830
COLANGITIS
1
3.2%
1
3.2%
0
0.0%
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
1
0
C187
TUMOR MALIGNO DEL COLON SIGMOIDE
1
3.2%
0
0.0%
1
3.2%
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
1
C220
CARCINOMA DE CELULAS HEPATICAS
1
3.2%
0
0.0%
1
3.2%
0
0
0
0
0
0
0
0
0
1
0
0
C349
TUMOR MALIGNO DE LOS BRONQUIOS O DEL PULMON, PARTE NO ESPECIFICADA
1
3.2%
0
0.0%
1
3.2%
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
1
E249
SINDROME DE CUSHING, NO ESPECIFICADO
1
3.2%
0
0.0%
1
3.2%
0
0
0
0
0
0
0
1
0
0
0
0
K550
TRASTORNO VASCULAR AGUDO DE LOS INTESTINOS
1
3.2%
0
0.0%
1
3.2%
0
0
0
0
0
0
0
0
0
1
0
0
K562
VOLVULO
1
3.2%
0
0.0%
1
3.2%
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
1
K632
FISTULA DEL INTESTINO
1
3.2%
0
0.0%
1
3.2%
0
0
0
0
0
0
0
0
0
1
0
0
K800
CALCULO DE LA VESICULA BILIAR CON COLECISTITIS AGUDA
1
3.2%
0
0.0%
1
3.2%
0
0
0
0
0
0
0
0
0
1
0
0
0
0.0%
0
0.0%
0
0.0%
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
31
100.0%
18
58.1%
13
41.9%
0
0
0
0
0
0
0
1
4
5
14
7
OTROS DIAGNOSTICOS
T
O
T
A
L
El Tumor maligno de estómago 19.4% , es la principal causa de mortalidad en Cirugía General del
total de 31 muertes, Tumor maligno del duodeno 9.7%, Tumor maligno de la cabeza del páncreas,
9.7%.
TABLA Nº 118
MORTALIDAD MAS FRECUENTE EN UCI CORONARIA
T O T A L
CIE X
D E S C R I P C I O N
TOTAL
G E N E R A L
Femenino
Masculino
Nº
%
Nº
%
Nº
%
< 1 Año
G R U P O S
D E
1 - 11 Años
18 - 29 Años
12 - 17 Años
E D A D
30 - 59 años
60 - + años
Fem. Masc. Fem. Masc. Fem. Masc. Fem. Masc. Fem. Masc. Fem. Masc.
I219 INFARTO AGUDO DEL MIOCARDIO, SIN OTRA ESPECIFICACION
6
30.0%
4
20.0%
2
10.0%
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
4
2
R570 CHOQUE CARDIOGENICO
3
15.0%
2
10.0%
1
5.0%
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
2
1
C509 TUMOR MALIGNO DE LA MAMA PARTE NO ESPECIFICADA
1
5.0%
1
5.0%
0
0.0%
0
0
0
0
0
0
0
0
1
0
0
0
I210 INFARTO TRANSMURAL AGUDO DEL MIOCARDIO DE LA PARED ANTERIOR
1
5.0%
0
0.0%
1
5.0%
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
1
I211 INFARTO TRANSMURAL AGUDO DEL MIOCARDIO DE LA PARED INFERIOR
1
5.0%
1
5.0%
0
0.0%
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
1
0
I269 EMBOLIA PULMONAR SIN MENCION DE CORAZON PULMONAR AGUDO
1
5.0%
1
5.0%
0
0.0%
0
0
0
0
0
0
0
0
1
0
0
0
I330 ENDOCARDITIS INFECCIOSA AGUDA Y SUBAGUDA
1
5.0%
0
0.0%
1
5.0%
0
0
0
0
0
0
0
0
0
1
0
0
I339 ENDOCARDITIS AGUDA, NO ESPECIFICADA
1
5.0%
0
0.0%
1
5.0%
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
1
I351 INSUFICIENCIA (DE LA VALVULA) AORTICA
1
5.0%
0
0.0%
1
5.0%
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
1
I499 ARRITMIA CARDIACA, NO ESPECIFICADA
1
5.0%
0
0.0%
1
5.0%
0
0
0
0
0
0
0
0
0
1
0
0
I500 INSUFICIENCIA CARDIACA CONGESTIVA
1
5.0%
1
5.0%
0
0.0%
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
1
0
I519 ENFERMEDAD CARDIACA, NO ESPECIFICADA
1
5.0%
0
0.0%
1
5.0%
0
0
0
0
0
0
0
0
0
1
0
0
N189 ENFERMEDAD RENAL CRONICA, NO ESPECIFICADA
1
5.0%
0
0.0%
1
5.0%
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
1
0
0.0%
0
0.0%
0
0.0%
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
20
100.0%
10
50%
10
50%
0
0
0
0
0
0
0
0
2
3
8
7
OTROS DIAGNOSTICOS
T
O
T
A
L
El Infarto del miocardio con el 30% es la principal causa de mortalidad en UCI Coronaria, seguida
de Choque cardiogénico 11.8%.
Oficina de Epidemiología y Salud Ambiental
Página 262
Análisis de Situación de Salud 2014
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
TABLA Nº 119
MORTALIDAD MAS FRECUENTE EN UCI GENERAL
T O T A L
CIE X
D E S C R I P C I O N
T O T A L
G E N E R A L
Femenino
G
Masculino
Nº
%
Nº
%
Nº
%
< 1 Año
R
U
1 - 11 Años
P
O
S
D
12 - 17 Años
E
E
18 - 29 Años
D
A
D
30 - 59 años
60 - + años
Fem. Masc. Fem. Masc. Fem. Masc. Fem. Masc. Fem. Masc. Fem. Masc.
J189
NEUMONIA, NO ESPECIFICADA
21
25.0%
5
6.0%
16
19.0%
0
0
0
0
0
0
3
2
1
5
1
9
K830
COLANGITIS
3
3.6%
1
1.2%
2
2.4%
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
1
2
A418 OTRAS SEPTICEMIAS ESPECIFICADAS
2
2.4%
2
2.4%
0
0.0%
0
0
0
0
0
0
0
0
1
0
1
0
E149
DIABETES MELLITUS, NO ESPECIFICADA, SIN MENCION DE COMPLICACION
2
2.4%
1
1.2%
1
1.2%
0
0
0
0
0
0
0
0
0
1
1
0
I639
INFARTO CEREBRAL, NO ESPECIFICADO
2
2.4%
2
2.4%
0
0.0%
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
2
0
I64X
ACCIDENTE VASCULAR ENCEFALICO AGUDO, NO ESPECIFICADO COMO HEMORRAGICO
2 O ISQUEMI
2.4%
2
2.4%
0
0.0%
0
0
0
0
0
0
0
0
1
0
1
0
K659
PERITONITIS, NO ESPECIFICADA
2
2.4%
0
0.0%
2
2.4%
0
0
0
0
0
0
0
0
0
1
0
1
K85X
PANCREATITIS AGUDA
2
2.4%
1
1.2%
1
1.2%
0
0
0
0
0
0
0
0
1
1
0
0
M725 FASCITIS, NO CLASIFICADA EN OTRA PARTE
2
2.4%
2
2.4%
0
0.0%
0
0
0
0
0
0
0
0
1
0
1
0
N189 ENFERMEDAD RENAL CRONICA, NO ESPECIFICADA
2
2.4%
0
0.0%
2
2.4%
0
0
0
0
0
0
0
0
0
2
0
0
B441
OTRAS ASPERGILOSIS PULMONARES
1
1.2%
0
0.0%
1
1.2%
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
1
B459
CRIPTOCOCOSIS, NO ESPECIFICADA
1
1.2%
1
1.2%
0
0.0%
0
0
0
0
0
0
0
0
1
0
0
0
C250
TUMOR MALIGNO DE LA CABEZA DEL PANCREAS
1
1.2%
0
0.0%
1
1.2%
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
1
C630
TUMOR MALIGNO DEL EPIDIDIMO
1
1.2%
0
0.0%
1
1.2%
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
1
C859
LINFOMA NO HODGKIN, NO ESPECIFICADO
1
1.2%
0
0.0%
1
1.2%
0
0
0
0
0
0
0
1
0
0
0
0
C950
LEUCEMIA AGUDA, CELULAS DE TIPO NO ESPECIFICADO
1
1.2%
1
1.2%
0
0.0%
0
0
0
0
0
0
0
0
1
0
0
0
C959
LEUCEMIA, NO ESPECIFICADA
1
1.2%
0
0.0%
1
1.2%
0
0
0
0
0
0
0
0
0
1
0
0
D696 TROMBOCITOPENIA NO ESPECIFICADA
1
1.2%
1
1.2%
0
0.0%
0
0
0
0
0
0
0
0
1
0
0
0
G009 MENINGITIS BACTERIANA, NO ESPECIFICADA
1
1.2%
1
1.2%
0
0.0%
0
0
0
0
0
0
1
0
0
0
0
0
G919 HIDROCEFALO, NO ESPECIFICADO
1
1.2%
0
0.0%
1
1.2%
0
0
0
0
0
0
0
1
0
0
0
0
G932 HIPERTENSION INTRACRANEAL BENIGNA
1
1.2%
1
1.2%
0
0.0%
0
0
0
0
0
0
0
0
1
0
0
0
G936 EDEMA CEREBRAL
1
1.2%
0
0.0%
1
1.2%
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
1
OTROS DIAGNOSTICOS
T
O
T
A
L
32
38.1%
20
23.8%
12
14.3%
0
0
0
0
0
1
7
1
6
5
7
5
84
100.0%
41
48.8%
43
51.2%
0
0
0
0
0
1
11
5
15
16
15
21
La Neumonía no especificada con el 25% es la principal causa de mortalidad en UCI General,
seguida Colangitis 3.6%, Otras septicemias especificadas 2.4%, Diabetes mellitus no especificada
2.4%, Infarto cerebral no especificada 2.4%.
TABLA Nº 120
MORTALIDAD MAS FRECUENTE EN CIRUGIA PLASTICA Y QUEMADOS
T O T A L
CIE X
DESCRIPCION
G ENERA L
G R U P O S
D E
E D A D
1 - 11 Años
18 - 29 Años
TOTAL
Femenino
Masculino
Nº
%
Nº
%
Nº
%
T303 QUEMADURA DE TERCER GRADO, REGION DEL CUERPO NO ESPECIFICADA
2
25.0%
0
0.0%
2
25.0%
0
0
0
0
0
0
0
1
0
0
0
1
T314 QUEMADURAS QUE AFECTAN DEL 40 AL 49% DE LA SUPERFICIE DEL CUERPO
2
25.0%
2
25.0%
0
0.0%
0
0
0
0
0
0
1
0
1
0
0
0
A419 SEPTICEMIA, NO ESPECIFICADA
1
12.5%
0
0.0%
1
12.5%
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
1
C900 MIELOMA MULTIPLE
1
12.5%
0
0.0%
1
12.5%
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
1
G936 EDEMA CEREBRAL
1
12.5%
1
12.5%
0
0.0%
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
1
0
M725 FASCITIS, NO CLASIFICADA EN OTRA PARTE
1
12.5%
1
12.5%
0
0.0%
0
0
0
0
0
0
0
0
1
0
0
0
0
0.0%
0
0.0%
0
0.0%
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
8
100.0%
4
50%
4
50%
0
0
0
0
0
0
1
1
2
0
1
3
OTROS DIAGNOSTICOS
T O T A
L
< 1 Año
12 - 17 Años
30 - 59 años
60 - + años
Fem. Masc. Fem. Masc. Fem. Masc. Fem. Masc. Fem. Masc. Fem. Masc.
Las Quemaduras de III grado de la región del cuerpo no especificada y Quemaduras que afectan del
40 al 49% de la superficie del cuerpo con el 25% cada una de ellas respectivamente, son las causas
principales de mortalidad en Cirugía Plástica y Quemados.
Oficina de Epidemiología y Salud Ambiental
Página 263
Análisis de Situación de Salud 2014
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
TABLA Nº 121
MORTALIDAD MAS FRECUENTE EN EMERGENCIA
T O T A L
CIE X
D E S C R I P C I O N
T O T A L
G E N E R A L
Femenino
G
Masculino
Nº
%
Nº
%
Nº
%
< 1 Año
R
U
1 - 11 Años
P
O
S
D
12 - 17 Años
E
E
18 - 29 Años
D
A
D
30 - 59 años
60 - + años
Fem. Masc. Fem. Masc. Fem. Masc. Fem. Masc. Fem. Masc. Fem. Masc.
R99X
OTRAS CAUSAS MAL DEFINIDAS Y LAS NO ESPECIFICADAS DE MORTALIDAD
97
16.0%
41
6.8%
56
9.2%
0
0
0
1
1
1
5
5
16
26
19
23
J189
NEUMONIA, NO ESPECIFICADA
55
9.1%
27
4.4%
28
4.6%
0
0
0
0
0
0
0
1
5
5
22
22
K746
OTRAS CIRROSIS DEL HIGADO Y LAS NO ESPECIFICADAS
39
6.4%
20
3.3%
19
3.1%
0
0
0
0
0
0
0
1
7
13
13
5
N189
ENFERMEDAD RENAL CRONICA, NO ESPECIFICADA
29
4.8%
17
2.8%
12
2.0%
0
0
0
0
0
0
0
0
4
4
13
8
J841
OTRAS ENFERMEDADES PULMONARES INTERSTICIALES CON FIBROSIS
23
3.8%
15
2.5%
8
1.3%
0
0
0
0
0
0
0
0
1
0
14
8
I64X
ACCIDENTE VASCULAR ENCEFALICO AGUDO, NO ESPECIFICADO COMO HEMORRAGICO
14 O ISQUEMI
2.3%
10
1.6%
4
0.7%
0
0
0
0
0
0
0
0
0
1
10
3
I500
INSUFICIENCIA CARDIACA CONGESTIVA
11
1.8%
7
1.2%
4
0.7%
0
0
0
0
0
0
0
0
2
0
5
4
A150
TBC PULMONAR BK (+)
10
1.6%
4
0.7%
6
1.0%
0
0
0
0
0
0
1
2
2
2
1
2
K830
COLANGITIS
10
1.6%
4
0.7%
6
1.0%
0
0
0
0
0
0
0
0
0
1
4
5
N390
INFECCION DE VIAS URINARIAS, SITIO NO ESPECIFICADO
10
1.6%
7
1.2%
3
0.5%
0
0
0
0
0
0
0
0
3
1
4
2
C169
TUMOR MALIGNO DEL ESTOMAGO, PARTE NO ESPECIFICADA
9
1.5%
7
1.2%
2
0.3%
0
0
0
0
0
0
0
0
1
0
6
2
J47X
BRONQUIECTASIA
8
1.3%
6
1.0%
2
0.3%
0
0
0
0
0
0
0
0
3
0
3
2
J690
NEUMONITIS DEBIDA A ASPIRACION DE ALIMENTO O VOMITO
8
1.3%
3
0.5%
5
0.8%
0
0
0
0
0
0
0
0
1
1
2
4
C509
TUMOR MALIGNO DE LA MAMA PARTE NO ESPECIFICADA
7
1.2%
7
1.2%
0
0.0%
0
0
0
0
0
0
0
0
5
0
2
0
G932
HIPERTENSION INTRACRANEAL BENIGNA
7
1.2%
4
0.7%
3
0.5%
0
0
0
0
0
0
0
0
1
1
3
2
I219
INFARTO AGUDO DEL MIOCARDIO, SIN OTRA ESPECIFICACION
7
1.2%
2
0.3%
5
0.8%
0
0
0
0
0
0
0
0
0
2
2
3
B24X
SIDA
6
1.0%
3
0.5%
3
0.5%
0
0
0
0
0
0
1
0
2
3
0
0
C349
TUMOR MALIGNO DE LOS BRONQUIOS O DEL PULMON, PARTE NO ESPECIFICADA
6
1.0%
3
0.5%
3
0.5%
0
0
0
0
0
0
0
1
1
2
2
0
G009
MENINGITIS BACTERIANA, NO ESPECIFICADA
6
1.0%
1
0.2%
5
0.8%
0
0
0
0
0
0
0
0
0
1
1
4
K922
HEMORRAGIA GASTROINTESTINAL, NO ESPECIFICADA
6
1.0%
3
0.5%
3
0.5%
0
0
0
0
0
0
0
0
1
1
2
2
S069
TRAUMATISMO INTRACRANEAL, NO ESPECIFICADO
6
1.0%
1
0.2%
5
0.8%
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
1
5
A418
OTRAS SEPTICEMIAS ESPECIFICADAS
5
0.8%
4
0.7%
1
0.2%
0
0
0
0
0
0
1
0
0
1
3
0
C250
TUMOR MALIGNO DE LA CABEZA DEL PANCREAS
5
0.8%
4
0.7%
1
0.2%
0
0
0
0
0
0
0
0
4
0
0
1
C859
LINFOMA NO HODGKIN, NO ESPECIFICADO
5
0.8%
4
0.7%
1
0.2%
0
0
0
0
0
0
1
0
2
0
1
1
E149
DIABETES MELLITUS, NO ESPECIFICADA, SIN MENCION DE COMPLICACION
5
0.8%
4
0.7%
1
0.2%
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
4
1
G459
ISQUEMIA CEREBRAL TRANSITORIA, SIN OTRA ESPECIFICACION
5
0.8%
2
0.3%
3
0.5%
0
0
0
0
0
0
0
0
0
1
2
2
I10X
HIPERTENSION ESENCIAL (PRIMARIA)
5
0.8%
3
0.5%
2
0.3%
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
3
2
127
20.9%
62
10.2%
65
10.7%
0
0
0
0
0
0
2
6
20
22
40
37
607
100.0%
325
54%
282
46%
2
1
0
2
1
1
18
16
92
100
212
162
OTROS DIAGNOSTICOS
T
O
T
A
L
Otras causas mal definidas y las no especificadas de mortalidad con el 16% es la causa principal de
mortalidad en Emergencia, seguida de Neumonía no especificada 9.1%, Otras cirrosis del hígado
6.4%, Enfermedad renal crónica 4.8%, Otras enfermedades pulmonares intersticiales con fibrosis
3.8%, Accidente vascular encefálico agudo 2.3%.
TABLA Nº 122
MORTALIDAD MAS FRECUENTE EN NEUMOLOGIA
T O T A L
CIE X
D E S C R I P C I O N
TOTAL
G E N E R A L
Femenino
Masculino
< 1 Año
G R U P O S
D E
1 - 11 Años
18 - 29 Años
12 - 17 Años
E D A D
30 - 59 años
60 - + años
Nº
%
Nº
%
Nº
%
6
75.0%
2
25.0%
4
50.0%
0
0
0
0
0
0
1
1
1
2
0
1
A162 TUBERCULOSIS DEL PULMON, SIN MENCION DE CONFIRMACION BACTERIOLOGICA O1 HISTOLOGICA
12.5%
0
0.0%
1
12.5%
0
0
0
0
0
0
0
0
0
1
0
0
A150 TBC PULMONAR BK (+)
E43X DESNUTRICION AGUDA SEVERA P/T (III GRADO)
OTROS DIAGNOSTICOS
T
O
T
A
L
Fem. Masc. Fem. Masc. Fem. Masc. Fem. Masc. Fem. Masc. Fem. Masc.
1
12.5%
0
0.0%
1
12.5%
0
0
0
0
0
0
0
0
0
1
0
0
0
0.0%
0
0.0%
0
0.0%
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
8
100.0%
2
25%
6
75%
0
0
0
0
0
0
1
1
1
4
0
1
La TBC pulmonar BK(-) 75% es la causa principal de mortalidad en Neumología.
Oficina de Epidemiología y Salud Ambiental
Página 264
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
Análisis de Situación de Salud 2014
CAPITULO VI
INDICADORES DE GESTION HOSPITALARIAAÑO 2014
1.1 ATENCIONES EN CONSULTA EXTERNA POR SERVICIOS 2014
TABLA Nº 123
SERVICIOS
TOTAL
ATENCIONES
ATENDIDOS
TOTAL
Atend.
TOTAL GENERAL
Nuevos
Mañana
Continuadores
Reingresos
Tarde
Mañana
Tarde
Mañana
Tarde
HORAS MEDICAS
HORAS MEDICAS
EFECTIVAS
PROGRAMADAS
Mañana
Tarde
Mañana
Tarde
Rendimiento
Hora Medico
Productivdad
Hora Medico
Mañana
Tarde
Mañana
Tarde
3.78
0.84
2.63
2.09
Prom.
Diario
Concent
Atenc.
504303
180513
129420 32783 15944 2366 257942 65848
MEDICOS (*)
358036
121692
83945
23165 12353 2229 186054 50290
NO MEDICOS (**)
146267
58821
45475
9618
3591
137
71888
15558
MEDICINA INTERNA
25379
8773
7018
433
1217
105
15616
990
6090
386
9603
804
3.92
3.96
2.48
1.90
85
2.9
Consultorio 01
1071
500
401
0
99
0
571
0
272
0
535
0
3.94
0.00
2.00
0.00
5
2.1
Consultorio 06
3278
983
902
0
81
0
2295
0
836
0
1214
0
3.92
0.00
2.70
0.00
11
3.3
Consultorio 07
3151
870
766
0
104
0
2281
0
803
0
1126
0
3.92
0.00
2.80
0.00
11
3.6
Consultorio 08
2891
1284
1205
0
79
0
1607
0
733
0
1179
0
3.94
0.00
2.45
0.00
10
2.3
Consultorio 09
3197
702
639
0
63
0
2495
0
811
0
1101
0
3.94
0.00
2.91
0.00
11
4.6
Consultorio 10
737
141
129
0
12
0
596
0
188
0
321
0
3.92
0.00
2.30
0.00
3
5.2
Consultorio 11
3199
1400
1135
0
265
0
1799
0
821
0
1305
0
3.90
0.00
2.45
0.00
11
2.3
Consultorio 12
3007
1153
899
0
254
0
1854
0
769
0
1289
0
3.91
0.00
2.33
0.00
10
2.6
Consultorio 13
2403
725
500
0
225
0
1678
0
620
0
1055
0
3.88
0.00
2.28
0.00
8
3.3
2
2
2
0
0
0
0
0
1
0
8
0
2.00
0.00
0.25
0.00
0
1.0
Cons. Atenc. Inmediata
2443
1013
440
433
35
105
440
990
236
386
472
804
3.88
3.96
1.94
1.90
8
2.4
Cons. Ext. PAB-9
2208
504
493
10
1
0
1684
20
545
7
685
0
4.00
4.29
3.18
0.00
10
4.4
MED. ESPECIALIDAD.
191988
68887
43715
17127
6476
1569
87567
35534
MEDICOS
176312
66873
42165
16759
6404
1545
76962
32477
35022
13697
44404
17236
3.58
3.71
2.83
2.95
588
2.6
Dermatología
20597
8507
4516
1616
1867
508
9935
2155
2727
719
6358
2103
5.98
5.95
2.57
2.03
69
2.4
Cardiología
28470
14986
9769
4802
287
128
6632
6852
4188
2961
1572
1975
3.98
3.98
10.62
5.97
95
1.9
Nefrología
6984
1914
1142
485
270
17
3512
1558
1240
520
1684
710
3.97
3.96
2.92
2.90
23
3.6
Gastroenterología
26251
11458
7678
3253
277
250
9797
4996
4466
2150
5881
2856
3.97
3.95
3.02
2.98
88
2.3
Endocrinología
20676
4120
2326
1113
565
116
9942
6614
3224
1978
3410
2350
3.98
3.97
3.76
3.34
69
5.0
Neurología
10178
3844
2102
1438
209
95
3684
2650
1507
1048
1504
1195
3.98
3.99
3.99
3.50
34
2.6
Neumología
10264
3020
1550
1086
282
102
5096
2148
1748
841
1995
1335
3.96
3.97
3.47
2.50
34
3.4
Psiquiatría
14517
6957
5397
1332
211
17
6138
1422
5889
1401
4298
1165
1.99
1.98
2.73
2.38
48
2.1
Med. Fisica y Rehab.
6372
3802
2666
758
344
34
2021
549
1264
341
3334
1081
3.98
3.93
1.51
1.24
21
1.7
Reumatología
8983
4090
2230
437
1240
183
3867
1026
1840
418
2894
547
3.99
3.94
2.54
3.01
30
2.2
Geriatría
2837
1146
971
0
175
0
1691
0
713
0
4021
0
3.98
0.00
0.71
0.00
9
2.5
Hematología Clínica
4037
833
711
116
4
2
2799
405
882
133
1131
231
3.98
3.93
3.11
2.27
13
4.8
Oncología Medica
6282
440
398
33
9
0
5530
312
1490
87
2344
347
3.98
3.97
2.53
1.00
21
14.3
Infectologia
9788
1754
707
290
664
93
6244
1790
3825
1100
3528
1343
1.99
1.98
2.16
1.62
33
5.6
76
2
2
0
0
0
74
0
19
0
450
0
4.00
0.00
0.17
0.00
2
38.0
NO MEDICOS
15676
2014
1550
368
72
24
10605
3057
52
Prog. Diabetes
3645
0
0
0
0
0
3010
635
17
Psiquiatria
2191
439
334
58
43
4
1378
374
8
Hematología Clínica
226
0
0
0
0
0
226
0
3
Oncología Médica
3706
103
93
10
0
0
2963
640
13
Psicología
5908
1472
1123
300
29
20
3028
1408
2111
879
3676
1438
1.98
1.97
1.14
1.20
20
4.0
CIRUGIA GENERAL
13143
3157
2924
46
187
0
9648
338
3250
96
5014
118
3.93
4.00
2.54
3.25
44
4.2
Cirugía Menor
1225
450
449
0
1
0
775
0
310
0
1098
0
3.95
0.00
1.12
0.00
4
2.7
Cirugía General
11918
2707
2475
46
186
0
8873
338
2940
96
3916
118
3.92
4.00
2.95
3.25
40
4.4
ESPEC. QUIRURGICAS
70730
24345
17715
3029
3248
353
38508
7877
14971
72857
21026
10758
3.97
0.15
2.83
1.05
236
2.9
Otorrinolaringología
14062
4735
3866
786
70
13
6658
2669
2660
876
3869
1138
3.98
3.96
2.74
3.05
47
3.0
Urología
13977
3601
2401
566
506
128
9206
1170
3034
470
3619
631
3.99
3.97
3.35
2.96
47
3.9
Cirugía de Cabeza y Cuello
6046
2176
1696
0
480
0
3870
0
1521
0
2195
0
3.98
0.00
2.76
0.00
20
2.8
Traumatología
8512
3482
2606
380
431
65
4113
917
1800
350
2493
545
3.97
3.89
2.87
2.50
28
2.4
Cirug.Plást. y Quemados
5074
998
968
30
0
0
3736
340
1189
93
1815
163
3.96
3.98
2.59
2.27
17
5.1
Neurocirugía
1926
689
644
0
45
0
1237
0
495
0
726
0
3.89
0.00
2.65
0.00
6
2.8
Oftalmología
16601
5780
3331
1267
1035
147
8040
2781
3129
1068
4912
2448
3.96
3.93
2.53
1.71
55
2.9
Cirug.Vascular Perif. y Angiología 1936
1799
1202
0
597
0
137
0
488
0
633
0
3.97
0.00
3.06
0.00
6
1.1
Cirugía Torácica y Cardiov.
1085
1001
0
84
0
1511
0
655
0
754
0
3.96
0.00
3.44
0.00
9
2.4
Med. de Personal
Terapia del Dolor
2596
1681
74655
90037 107335 36169
1193
2.9
488
640
Oficina de Epidemiología y Salud Ambiental
Página 265
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
Análisis de Situación de Salud 2014
ATENDIDOS
SERVICIOS
TOTAL
ATENCIONES
TOTAL
Nuevos
Continuadores
Reingresos
Atend.
Mañana
Tarde
Mañana Tarde
Mañana
Tarde
HORAS MEDICAS
HORAS MEDICAS
EFECTIVAS
PROGRAMADAS
Mañana
Tarde
Mañana
Tarde
Rendimiento
Hora Medico
Mañana
Tarde
Productivdad
Hora Medico
Mañana
Tarde
Prom.
Diario
Concent
Atenc.
GINECO-OBSTETRICIA
79200
21073
16245
3440
1224
164
48729
9398
MEDICOS
46435
12869
9243
2340
1122
164
27439
6127
9521
2209
15219
5881
3.97
3.91
2.48
1.47
155
3.6
Ginecología
21313
7253
5172
911
1025
145
11999
2061
4573
794
5483
1537
3.98
3.93
3.32
2.03
71
2.9
Oncología Ginecologica y mama 7269
2007
1441
535
22
9
3775
1487
1320
513
2144
1195
3.97
3.96
2.44
1.70
24
3.6
Reproducción Humana
5111
817
780
0
37
0
4294
0
1287
0
2436
2
3.97
0.00
2.10
0.00
17
6.3
Obstetricia
10672
2186
1453
720
3
10
6424
2062
1989
727
4396
2467
3.96
3.84
1.79
1.13
36
4.9
Climaterio
1379
432
397
0
35
0
947
0
352
0
761
0
3.92
0.00
1.81
0.00
5
3.2
Consultorio Juvenil
691
174
0
174
0
0
0
517
0
175
0
680
0.00
3.95
0.00
1.02
4
4.0
NO MEDICOS
32765
8204
7002
1100
102
0
21290
3271
109
Psicoprofilaxis
3012
478
396
82
0
0
2120
414
10
Bienestar Fetal
6376
1606
1571
31
4
0
4709
61
21
Reproducción Humana
8459
3094
2921
78
95
0
5306
59
28
Obstetricia
10811
2118
1453
664
1
0
6749
1944
36
Climaterio
1060
401
401
0
0
0
659
0
8
C.D. Cancer
2095
305
260
43
2
0
1747
43
7
Consultorio Juvenil
264
952
202
0
202
0
0
0
750
5
PEDIATRIA
24532
4507
3584
688
157
78
16457
3568
82
MEDICOS
19900
4159
3451
514
135
59
13434
2307
4292
733
8251
1102
3.97
3.93
2.06
2.61
66
4.8
Pediatría
13336
1822
1344
295
127
56
9706
1808
2821
549
4912
790
3.96
3.93
2.28
2.73
44
7.3
Neonatología
6564
2337
2107
219
8
3
3728
499
1471
184
3339
312
3.97
3.92
1.75
2.31
22
2.8
NO MEDICOS
4632
348
133
174
22
19
3023
1261
15
Crecimiento y Desarrollo
4632
348
133
174
22
19
3023
1261
15
ESTOMATOLOGIA
14049
5039
3686
1108
165
80
5903
3107
4485
1976
18254
5946
2.17
2.17
0.53
0.72
47
2.8
Estomatología Clínica
8091
2863
2222
409
153
79
3516
1712
2718
1027
12446
3486
2.17
2.14
0.47
0.63
27
2.8
Estomatología Quirúrgica
5958
2176
1464
699
12
1
2387
1395
1767
949
5808
2460
2.19
2.21
0.67
0.85
20
2.7
PROGRAMAS
79490
41649
31583
6885
3164
17
32838
5003
MEDICOS
3099
635
573
23
36
3
2321
143
759
46
2609
240
3.86
3.67
1.12
0.70
10
4.9
Asma
1700
367
344
6
17
0
1266
67
423
19
1420
24
3.85
3.84
1.15
3.04
6
4.6
T.B.C.
1399
268
229
17
19
3
1055
76
336
27
1190
216
3.88
3.56
1.10
0.44
5
5.2
NO MEDICOS
76391
41014
31010
6862
3128
14
30517
4860
255
ESN-PC/ITS/VIH/SIDA
15292
1592
1255
87
246
4
11012
2688
51
Inmunizaciones
33535
22213
17573
1759
2872
9
10741
581
112
T.B.C.
26007
16728
11706
5013
8
1
7741
1538
87
Asma
1557
481
476
3
2
0
1023
53
6
NUTRICION
2754
2202
2094
6
102
0
550
2
9
CONS. ANESTESIOLOGIA
830
377
363
11
3
0
442
11
265
205
6
524
30
3.94
3.67
1.54
0.73
4
2.2
6.1 INDICADOR DE CONCENTRACION
El Indicador de Concentración es el promedio de consultas recibidas por cada paciente por año. La
resolución del problema de salud del paciente requiere de un número adecuado de atenciones es por
ello que es importante determinar el número de veces que es atendido un paciente en consulta
externa, que es la actividad médica que comprende un conjunto de acciones dirigidas a formular el
diagnóstico, pronóstico y tratamiento del estado de salud de una persona que acude como paciente
ambulatorio al hospital.
El valor estándar de la concentración es 5.0 atenciones por año.
Oficina de Epidemiología y Salud Ambiental
Página 266
Análisis de Situación de Salud 2014
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
TABLA Nº 124
CONCENTRACION POR DEPARTAMENTOS 2014
SERVICIOS
2011
2012
2013
2014
Programas
4.6
5
6.1
0
Estomatología
2.5
2.3
2.4
2.8
Pediatría
Gineco Obstetricia
5.2
5.5
4.6
4.8
3.7
3.5
3.5
3.6
Espc. Quirúrgicas
2.9
2.8
2.9
2.9
Cirugía General
4.3
4.2
4.1
4.2
Espec. Médicas
2.6
2.7
2.5
2.6
Cons. Ext. Pab. 9
6.2
7
7.1
4.4
Medicina Interna
2.7
2.7
2.8
2.9
En el 2014 considerando que el valor estándar es 5 consultas por año, evidenciamos queen los
departamentos de Pediatría, Esp. Quirúrgicas, y Cons. Externo Pab. 9 Medicina , logran alcanzar este
estándar, los otros departamentos están por debajo lo que conlleva a pensar que los pacientes
quirúrgicos se le solucionan la patología que les afecta y ya no regresan, en caso de los servicios de
Medicina Interna se pudiera explicar que luego los pacientes acuden a las diferentes especialidades
médicas se les resuelve su dolencia y ya no regresan al servicio de origen.
TABLA Nº 125
CONCENTRACION POR SERVICIOS DEPTO DE MEDICINA INTERNA 2014
SERVICIOS
2014
%
2
0.01
Consultorio 10
737
2.90
Consultorio 01
1071
4.22
Consultorio 13
2403
9.47
Cons.Atención Inmediata
2443
9.63
Consultorio 08
2891
11.39
Consultorio 12
3007
11.85
Consultorio 07
3151
12.42
Consultorio 09
3197
12.60
Consultorio 11
3199
12.60
Consultorio 06
3278
12.92
Médico de Personal
En el 2014se observa que el valor de la concentración del departamento de medicina interna
solamente el Consultorio 9 ha superado el valor estándar, todos los demás se encuentran por debajo
del valor estándar, esto se puede explicar a que muchas veces los pacientes después son derivados a
las diferentes especialidades que cuenta nuestra institución y ya no regresan al servicio de origen.
Oficina de Epidemiología y Salud Ambiental
Página 267
Análisis de Situación de Salud 2014
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
TABLA Nº 126
CONCENTRACION SERVICIOS DEPTO DE MEDICINA ESPECIALIZADA 2014
SERVICIO
2011
2012
2013
2014
2
2.2
2.2
2.4
Cardiología
2.1
2.1
1.9
1.9
Nefrología
3.4
3.5
3.6
3.6
Gastroenterología
2.1
2
2.2
2.3
Endocrinología
4.5
4.5
4.1
5
Prog. Diabetes
17
0
0
0
Neurología
1.9
2.4
2.7
2.6
Neumología
3.9
4
3.7
3.4
Psiquiatría
2.9
2.8
2.6
2.1
Medic. Física y Rehab.
1.7
1.6
1.6
1.7
Reumatología
2.1
2.3
2.2
2.2
Geriatría
2.3
2.7
2.5
2.5
Dermatología
4.3
4.7
4.5
4.8
Oncología Médica
12.1
11.9
14.2
14.3
Infectología
10.8
8.4
10.8
5.6
0
65.7
10.8
38
Hematología
Terapia del Dolor
* El Programa de Diabetes no registra información desde el 2012
* Terapia del Dolor es creado a partir del 2012
En el 2014, se observa una alta concentración delos servicios del Departamento de Medicina
Especializada en Terapia del Dolor, Oncología Médica, Infectologia, originado por la patología que
atienden, donde es necesario que el paciente tenga que ser atendido en forma constante por la
progresión de su enfermedad, en los otros servicios la concentración es baja y no ha crecido con
relación al año anterior.
GRAFICO Nº 057
CONCENTRACION POR SERVICIOS DEL DEPARTAMENTO DE CIRUGIA GENERAL
6
5
4
3
2
1
0
2006
2007
2008
2009
2010
2011
2012
2013
2014
Cirugía Menor
3.8
3.5
3.3
3.6
4
2.8
3
3.1
2.7
Cirugía General
5.2
4.3
4.3
4.1
4.2
4.5
4.4
4.3
4.4
En el 2014 se observa que la concentración del de los servicios del departamento de cirugía general .
están por encima de valor estándar, esto se debe a que a los pacientes les solucionan el problema que
los aqueja, en una a tres consultas.
Oficina de Epidemiología y Salud Ambiental
Página 268
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
Análisis de Situación de Salud 2014
GRAFICO Nº 058
CONCENTRACION SERVICIOS DEPARTAMENTO DE ESPECIALIDADES QUIRURGICAS
7
6
5
4
3
2
1
0
Traumatologí
a
C.Plástica y
Quemados
Neurocirugía
Oftalmología
Cirugía
Vascular
Perif. Y
Angiología
Cirugía
Torácica
3.2
3
5.6
2.5
2.5
2.1
3.2
2.9
2.9
5.5
2.8
2.6
1.9
2.6
3
2.9
2.6
6.1
3
2.9
1.3
2.4
3.9
2.8
2.4
5.1
2.8
2.9
1.1
2.4
Otorrinolaring
ología
Urología
Cabeza y
Cuello
2011
3
3.4
2012
2.8
2.8
2013
3.1
2014
3
En el 2014, solamente el servicio de Cirugía Plástica y Quemados se encuentra dentro del estándar
los demás servicios están por muy por debajo de dicho valor.
GRAFICO Nº 059
CONCENTRACION POR SERCIOS DEL DEPARTAMENTO DE GINECO OBSTETRICIA
10
9
8
7
6
5
4
3
2
1
0
Ginecología
Fertilidad
Oncología
Ginecológica y
Mamas
Planif. Familiar
Obstetricia Adulto
Obstetricia
Adolescente
Climaterio
Consultorio Juvenil
2011
3.2
7.6
2.9
3
5.6
5.6
2.3
5.6
2012
3
9.1
2.6
5
4.4
4.4
2.9
0
2013
3.1
6.4
2.9
3.3
4.5
0
2.9
0
2014
2.9
6.3
3.6
0
4.9
0
3.2
4
*El Serv. Climaterio registra información desde 2011 - ** Obstetricia del Adolescente y el Cons.Juvenil no registran información desde el 2012.
En el 2014 , el servicio de Fertilidad, Obstetricia Adulto y Consultorio Juvenil se encuentra por
encima del valor estándar
, todos los otros servicios están por debajo de dicho indicador,
evidenciando poca variación con respecto a los años anteriores.
Oficina de Epidemiología y Salud Ambiental
Página 269
Análisis de Situación de Salud 2014
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
TABLA Nº 127
CONCENTRACION POR SERVICIOS DEL DEPARTAMENTO DE PEDIATRIA
SERVICIOS
Pediatría
Neonatología
2006
2007
2008
2009
2010
2011
2012
2013
2014
4.7
6.2
6.5
6.8
6
7.1
7.6
5.5
7.3
3.8
3.8
3.7
3.6
3.3
3.6
3.7
3.6
2.8
En el 2014, sólo el Servicio de Pediatría se encuentra dentro del estándar
TABLA Nº 128
CONCENTRACION POR SERVICIOS DEL DEPARTAMENTO DE ESTOMATOLOGIA
SERVICIOS
Estomatología Clínica
Estomatología Quirúrgica
2006
2007
2008
2009
2010
2011
2012
2013
2014
2.2
2.1
2.4
2.1
2.4
2.6
2.5
2.4
2.8
2.6
2.9
3.3
2.5
2.3
2.3
1.9
2.5
2.7
En el 2014, se observa que la concentración de los servicios del departamento de Estomatología ,
están por debajo del estándar, debido a la tipo de atención que brindan, evidenciando que en ha
mejorado en relación al año anterior.
6.1.3 RENDIMIENTO HORA MEDICO
Este Indicador tiene por objeto determinar el tiempo que destina el médico a cada atención
permitiendo evaluar la productividad del recurso médico, al conocer el número de atenciones que
realiza por cada hora efectiva de trabajo con consultorio externo. Este indicador puede utilizarse para
establecer el rendimiento médico individual, de un grupo de médicos de un servicio o especializada o
del conjunto de médicos de consulta externa.
Valor estándar para un Hospital de categoría III – 1 es Cuatro (04) atenciones por hora médico
efectiva.
Hora médico efectiva se refiere al tiempo que realmente se utiliza en la atención de pacientes, el cual
no necesariamente es igual al número de horas asignadas de permanencia en el hospital, ya que
muchos profesionales dedican parte de su tiempo a otras actividades distintas a la consulta externa
(actividades académicas y administrativas).
Oficina de Epidemiología y Salud Ambiental
Página 270
Análisis de Situación de Salud 2014
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
TABLA Nº 129
RENDIMIENTO HORA MEDICO POR DEPARTAMENTOS
2012
2013
2014
SERVICIOS
Estomatología
M
T
M
T
M
T
1.98
1.96
1.98
1.96
2.17
2.17
5
5.02
4.3
4.25
3.97
3.93
Gineco Obstetricia
3.97
3.89
3.97
3.9
3.97
3.91
Espc. Quirúrgicas
3.98
3.91
3.97
3.95
3.97
0.15
Cirugía General
3.95
3.82
3.94
3.33
4
2.54
Pediatría
Espec. Médicas
Cons. Ext. Pab. 9
Medicina Interna
4.2
4.4
3.79
3.95
3.71
2.83
4.99
0
4.29
0
4
4.29
5
5
4.28
4.4
3.92
3.96
En el 2014 , Solamente el Consultorio del Pab. 9 cumple con el valor estándar, Estomatología
registra valores muy por debajo, motivado por el tipo de atención.
TABLA Nº 130
RENDIMIENTO HORA MEDICO SERVICIOS DEPART.MEDICINA INTERNA
2012
2013
2014
SERVICIOS
M
T
M
T
M
T
1.98
1.96
1.98
1.96
2.17
2.17
5
5.02
4.3
4.25
3.97
3.93
Gineco Obstetricia
3.97
3.89
3.97
3.9
3.97
3.91
Espc. Quirúrgicas
3.98
3.91
3.97
3.95
3.97
0.15
Cirugía General
3.95
3.82
3.94
3.33
4
2.54
Espec. Médicas
4.2
4.4
3.79
3.95
3.71
2.83
4.99
0
4.29
0
4
4.29
5
5
4.28
4.4
3.92
3.96
Estomatología
Pediatría
Cons. Ext. Pab. 9
Medicina Interna
En el 2014, Todos los Consultorios del Departamento de Medicina Interna , no superan el valor
estándar.
TABLA Nº 131
RENDIMIENTO HORA MEDICO SERVICIOS DEPARTAMENTO DE CIRUGIA GENERAL
2011
2012
2013
2014
SERVICIOS
Cirugía Menor
Cirugía General
M
T
M
T
M
T
M
T
3.97
0
3.99
0
3.97
0
3.95
0
3.94
3.88
3.92
3.92
3.93
3.33
3.92
4
En el 2014, se observa que los servicios del departamento de Cirugía General están muy próximo al
valor estándar del Indicador de Rendimiento Hora Médico, en el turno Mañana y Tarde. Cirugía
menor no atiende en turno tarde.
Oficina de Epidemiología y Salud Ambiental
Página 271
Análisis de Situación de Salud 2014
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
TABLA Nº 132
RENDIMIENTO HORA MEDICO SERVICIOS DEPTO DE ESPECIALIDADES MEDICAS
2011
2012
2013
2014
SERVICIOS
M
T
M
T
M
T
M
T
4.99
5.01
5
5
5.58
5.6
5.98
5.95
Cardiología
5
4.98
5
5
4.29
4.26
3.98
3.98
Nefrología
5.01
4.98
4.98
4.97
4.26
4.18
3.97
3.96
Gastroenterología
5
4.99
4.99
4.98
4.26
4.29
3.97
3.95
Endocrinología
5
5
5
5
4.31
4.26
3.98
3.97
Neurología
4.99
5
5.01
4.98
4.3
4.3
3.98
3.99
Neumología
4.99
4.99
4.99
4.98
4.31
4.21
3.96
3.97
Psiquiatría
2.01
1.98
2.11
2.08
1.99
1.98
1.99
1.98
Medic. Física y Rehab.
4.99
4.95
4.99
4.96
4.28
4.31
3.98
3.93
Reumatología
5
4.99
4.99
5.04
4.29
4.37
3.99
3.94
Geriatría
5
15
4.99
4.5
4.29
5.4
3.98
0
4.99
5.06
5
5.03
4.37
3.94
3.98
3.93
5
5.18
5.01
4
4.28
0
3.98
3.97
3.62
3.62
2.1
2.09
1.99
1.97
1.99
1.98
0
0
4.89
5.5
4
0
4
0
Dermatología
Hematología
Oncología Médica
Infectología
Terapia del Dolor
En el 2014 , se observa el el servicio de Dermatología del departamento de Especialidades Médicas
cumple con el Indicador de Rendimiento Hora Médico, en el turno Mañana y Tarde , en los casos de
los servicios de Psiquiatría, Hematología e Infectología, están por debajo del valor estándar,
motivado por el tipo de pacientes que atienden, donde necesitan mayor tiempo para establecer un
diagnóstico y/o tratamiento.
TABLA Nº 133
RENDIMIENTO HORA MEDICO SERVICIOS DEPART. DE CIRUGIA ESPECIALIZADA
2011
2012
2013
2014
SERVICIOS
M
T
M
T
M
T
M
T
Otorrinolaringología
3.99
3.96
3.98
3.94
3.98
3.97
3.98
3.96
Urología
3.99
3.91
3.99
3.92
3.99
3.96
3.99
3.97
Cabeza y Cuello
3.97
3.86
3.98
0
3.97
3.67
3.98
0
Traumatología
3.98
3.93
3.96
3.89
3.97
3.94
3.97
3.89
C.Plástica y Quemados
3.96
0
3.97
0
3.97
3.88
3.96
3.98
Neurocirugía
3.96
3.89
4.03
3.67
3.95
0
3.89
0
Oftalmología
3.98
3.89
3.97
3.89
3.97
3.93
3.96
3.93
Cirugía Vascular Perif. Y Angiología
3.97
3.86
3.96
3.8
3.96
0
3.97
0
Cirugía Torácica
3.94
0
3.99
0
3.98
0
3.96
0
En el 2014 , se observa que todos los servicios del departamento de Cirugía Especializada, están muy
próximo al valor estándar del Indicador de Rendimiento Hora Médico, en el turno Mañana y Tarde.
Los servicios de Cabeza y Cuello, Neurocirugía, Cirugía Vascular Periférico-Angiología y Cirugía
Torácica y Cardiovascular no atienden en turno Tarde.
Oficina de Epidemiología y Salud Ambiental
Página 272
Análisis de Situación de Salud 2014
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
TABLA Nº 134
RENDIMIENTO HORA MEDICO SERVICIOS DEPARTAMENTO DE GINECO OBSTETRICIA
2011
2012
2013
2014
SERVICIOS
M
T
M
T
M
T
M
T
Ginecología
3.97
3.91
3.97
3.91
3.98
3.9
3.98
3.93
Fertilidad
3.98
0
3.98
4
3.98
0
3.97
0
Oncología Ginecológica y Mamas
3.99
3.98
3.99
4
3.98
0
3.97
3.96
Planif. Familiar
3.73
0
3.81
4
3.62
2
0
0
Consultorio Juvenil
0
0
0
0
0
0
0
3.95
Obstetricia Adulto
3.96
3.85
3.96
3.82
3.96
3.9
3.96
3.84
Obstetricia Adolescente
3.49
2.15
0
0
0
0
0
0
Climaterio
3.95
0
3.86
0
3.94
0
3.92
0
En el 2014 , se observa que los servicios del departamento de Gineco Obstetricia, están muy próximo
al valor estándar del Indicador de Rendimiento Hora Médico, en el turno Mañana y Tarde. Los
Servicios de Fertilidad, Oncología Ginecológica y Climaterio no atienden en el turno Tarde.
TABLA Nº 135
RENDIMIENTO HORA MEDICO POR SERVICIOS DEL DEPARTAMENTO DE PEDIATRIA
2011
2012
2013
2014
SERVICIOS
Pediatría
Neonatología
M
T
M
T
M
T
M
T
5
4.98
5
5.03
4.3
4.21
3.96
3.93
5.02
5.01
4.99
4.99
4.29
4.29
3.97
3.92
Se observa el Rendimiento hora médico del departamento de Pediatría en el turno mañana y tarde,
en los servicios de pediatría y neonatología en los últimos cinco años se encuentran muy próximos al
valor estándar.
TABLA Nº 136
RENDIMIENTO HORA MEDICO SERVICIOS DEPARTAMENTO DE ESTOMATOLOGIA
2011
2012
2013
2014
SERVICIOS
Estomatología Clínica
Estomatología Quirúrgica
M
T
M
T
M
T
M
T
1.54
0.41
1.98
1.96
1.98
1.96
2.17
2.14
1.97
0.5
1.98
1.96
1.99
1.95
2.19
2.21
En el presente grafico se observa un mejoramiento del rendimiento hora médico del departamento de
estomatología en el turno mañana y tarde, sin embargo aún se encuentran por debajo del estándar
en ambos turnos.
Oficina de Epidemiología y Salud Ambiental
Página 273
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
Análisis de Situación de Salud 2014
TABLA Nº 137
MOVIMIENTOS DE PACIENTES HOSPITALIZADOS ( MOPA ) 2014
Servicio
Total
Egresos
y/o
de
Fallecidos
Pabellon
Ingreso
Medicina Pab 1.1
814
762
1
49
50
812
25
9125
7692
8871
10.9
32.5
84.3
Medicina Pab 1.2
1037
949
6
83
89
1038
29
10585
8368
10341
10.0
35.8
Medicina Pab 2.1
751
661
0
90
90
751
30
10950
9770
11011
14.7
25.0
Medicina Pab 2.2
784
715
2
68
70
785
30
10950
9869
11296
14.4
Medicina Pab 3.1
892
842
2
61
63
905
30
10950
7344
9816
10.8
Medicina Pab 3.2
925
830
1
103
104
934
30
10950
9037
10841
Medicina Pab 4.1
901
836
1
68
69
905
26
9490
7629
9063
Medicina Pab 4.2
929
862
5
65
70
932
27
9855
8559
8760
Medicina Pab 8.1
Altas
< 24h
N°
Total
>24h TOTAL
Egresos
Pacts.
De
Días
Cama
Cama
Indicador Estadístico
Estancia
Día.
Promed.
Rend.
% Ocup.
Tasa C.
Interval.
Perman
Cama
de Cama
Mort. %
Sustitu
6.16
1.8
79.1
8.57
2.1
89.2
11.98
1.6
26.2
90.1
8.92
1.4
30.2
67.1
6.96
4.0
11.6
31.1
82.5
11.13
2.0
10.0
34.8
80.4
7.62
2.1
10117
10.9
34.5
86.8
7.51
1.4
7535
8787
14.2
25.8
86.0
9.55
2.0
91615 75803
90143
11.7
30.6
82.7
8.65
2.1
620
559
3
56
59
618
24
7653
7016
21
643
664
7680
251
Uci. General
254
164
5
80
85
249
10
3650
2300
2917
11.7
24.9
63.0
34.14
5.4
UCIN
249
203
1
30
31
234
10
3650
3523
3681
15.7
23.4
96.5
13.25
0.5
Uci. Coronaria
286
266
3
16
19
285
6
2190
1590
1870
6.6
47.5
72.6
6.67
2.1
9490
Sub Total Medicina
Sub Total Uci
789
633
9
126
135
768
26
7413
8468
11.0
29.5
78.1
17.58
2.7
Cirugía 6.1
1647
1640
0
10
10
1650
42
15330 12006
14644
8.9
39.3
78.3
0.61
2.0
Cirugía 6.2
1552
1546
0
10
10
1556
42
15330 11717
Cirugía 6.3
1045
1049
0
10
10
1059
28
10220
Sub Total Cirugía
14825
9.5
37.0
76.4
0.64
2.3
8273
9952
9.4
37.8
80.9
0.94
1.8
40880 31996
4244
4235
0
30
30
4265
112
39421
9.2
38.1
78.3
0.70
2.1
Quemados
260
251
0
7
7
258
23
8395
5819
6263
24.3
11.2
69.3
2.71
10.0
Neurocirugía
308
312
0
3
3
315
15
5475
3859
4914
15.6
21.0
70.5
0.95
5.1
Traumatología
591
588
0
2
2
590
30
10950
9037
10498
17.8
19.7
82.5
0.34
3.2
Cabeza y Cuello
284
287
0
2
2
289
15
5475
3405
4063
14.1
19.3
62.2
0.69
7.2
Urología A
532
532
0
0
0
532
22
8030
5613
6040
11.4
24.2
69.9
0.00
4.5
Urología B
247
248
0
1
1
249
10
3650
2143
2458
9.9
24.9
58.7
0.40
6.1
2920
1405
1511
8.0
23.8
48.1
1.58
8.0
44895 31281
35753
14.8
19.7
69.7
0.74
5.6
Cardiovascular
Sub.Total Espec. Qx.
CIRUGIA DIA
191
187
0
3
3
190
8
2413
2405
0
18
18
2423
123
521
521
0
0
0
521
8
2920
Pab 8 - Neumología
61
55
0
8
8
63
4
1460
973
1081
17.2
15.8
66.6
12.70
7.7
Ginecología Pab 5.1
935
936
0
1
1
937
25
9125
6811
6674
7.1
37.5
74.6
0.11
2.5
Ginecología Pab 5.2
958
951
0
0
0
951
24
8760
5276
5616
5.9
39.6
60.2
0.00
3.7
Oncologia Ginecologica
298
306
0
2
2
308
8
2920
2079
2163
7.0
38.5
71.2
0.65
2.7
Infertilidad
156
164
0
0
0
164
4
1460
947
989
6.0
41.0
64.9
0.00
3.1
Sub Total Ginecología
2347
2357
0
3
3
2360
61
22265 15113
15442
6.5
38.7
67.9
0.13
3.0
Obstetricia Pab 7
4247
4274
0
0
0
4274
51
18615 12002
16430
3.8
83.8
64.5
0.00
1.5
Obstetricia Aro 7
797
791
0
0
0
791
28
10220
4915
4795
6.1
28.3
48.1
0.00
6.7
Sub.Total Obstetricia
5044
5065
0
0
0
5065
79
28835 16917
21225
4.2
64.1
58.7
0.00
2.4
Pediatria
1123
1115
0
7
7
1122
38
13870
5093
7095
6.3
29.5
36.7
0.62
7.8
Neonatología
3820
3973
10
23
33
4006
76
27740
5955
16232
4.1
52.7
21.5
0.82
5.4
Sub Total Pediatria
4943
5088
10
30
40
5128
114
41610 11048
23327
4.5
45.0
26.6
0.78
6.0
Emergencia
1136
511
370
244
614
1125
24
8760
5260
3531
3.1
46.9
60.0
0.87
3.1
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0.0
0.0
0.0
0.00
0.0
Clinica Loayza
TOTAL GENERAL
29151 27886
410
1102
1512
29398
802 292730 195804 238391
Oficina de Epidemiología y Salud Ambiental
8.1
36.7
66.9
5.14
3.3
Página 274
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
Análisis de Situación de Salud 2014
6.1.3RENDIMIENTO CAMA
Este indicador muestra el número de pacientes (egresos) hospitalizados en cada cama hospitalaria, es
decir los egresos que dicha cama ha producido durante un periodo. El valor estándar considerado es
de 36 egresos por año, es decir una cama debe ser ocupada en promedio tres (03) veces al mes.
GRAFICO Nº 060
RENDIMIENTO CAMA POR DEPARTAMENTOS Y SERVICIOS CRITICOS 2014
70.0
60.0
50.0
40.0
30.0
20.0
10.0
0.0
Especialidades
Cirugía General
Quirúrgicas
Obstetricia
Emergencia
2012
61.4
52.2
20.5
2013
59.3
44.8
19.4
2014
64.1
46.9
19.7
Ginecología
Pediatría
Medicina
Interna
Uci GeneralCoronaria-UCIN
43.9
39.0
43.0
29.5
35.1
41.2
40.9
43.6
31.0
35.4
38.1
38.7
45.0
30.6
29.5
En 2014 Emergencia y las UCIs no superan el valor estándar, los demás departamentos si superan
notablemente el indicador.
GRAFICO Nº 061
RENDIMIENTO CAMA-SERVICIOS-DEPARTAMENTO MEDICINA INTERNA2014
50.0
40.0
30.0
20.0
10.0
0.0
-10.0
-20.0
Medicina
Pab. 1-I
Medicina
Pab. 1-II
Medicina
Pab. 2-I
Medicina
Pab. 2-II
Medicina
Pab. 3-I
Medicina
Pab. 3-II
Medicina
Pab. 4-I
Medicina
Pab. 4-II
Medicina
Pab. 8-I
Pab. 8
Neumología
2013
30.1
40.1
26.6
26.0
35.5
29.3
32.0
32.7
26.6
12.0
2014
32.5
35.8
25.0
26.2
30.2
31.1
34.8
34.5
25.8
15.8
8.0
-10.7
-6.0
0.8
-14.9
6.1
8.7
5.5
-3.0
31.7
%
En Medicina Interna ningún servicio supera el valor estándar, motivado por el tipo de diagnóstico,
grupo etareo y el avanzado estado del paciente con relación a su enfermedad.
GRAFICO Nº 067
RENDIMIENTO CAMA-SERVICIOS DEL DPTO DE CIRUGIA GENERAL 2014
50.0
40.0
30.0
20.0
10.0
0.0
-10.0
-20.0
Cirugía 6.1
Cirugía 6.2
Cirugía 6.3
2012
42.8
41.6
38.3
2013
39.3
37.0
37.8
2014
-8.2
-11.1
-1.3
En el 2014 los servicios del Dpto de Cirugía General han superado el valor estándar, debido a la
aplicación de las nuevas tecnologías y técnicas de cirugía
Oficina de Epidemiología y Salud Ambiental
Página 275
Análisis de Situación de Salud 2014
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
GRAFICO Nº 068
RENDIMIENTO CAMA -DPTO DE ESPECIALIDADES QUIRURGICAS 2014
30.0
25.0
20.0
15.0
10.0
5.0
0.0
-5.0
-10.0
-15.0
Cardiovascular
Urología A
Traumatología
Urología B
Neurocirugía
Cabeza y Cuello
Cirugía Plástica
y Quemados
2013
26.5
23.6
19.1
24.1
18.9
18.1
12.5
2014
23.8
24.2
19.7
24.9
21.0
19.3
11.2
%
-10.2
2.5
3.1
3.3
11.1
6.6
-10.4
En el 2014 ningún servicio del Departamento de Especialidades Quirúrgicas alcanza el valor
estándar del Indicador Rendimiento Cama, en algunos casos es por la patología de alta complejidad y
de larga estancia ( Cirugía plástica y quemados) que atienden y también por el reducido número de
camas (Neurocirugía, Traumatología pocas camas para varones, Cardiovascular).
GRAFICO Nº 069
RENDIMIENTO CAMA POR SERVICIOS DEL DEPART. DE GINECO OBSTETRICIA
100
80
60
40
20
0
-20
-40
Ginecología Pab
5-I
Ginecología Pab
5-II
Oncología
Ginecológica
Infertilidad
Obstetricia Pab.7
Obstetricia ARO
7
2013
41.1
41.6
33.4
49.8
56.2
42.4
2014
37.5
39.6
38.5
41
83.8
28.3
%
-8.8
-4.8
15.3
-17.7
49.1
-33.3
En el 2014 todos los servicios del Departamento de Gineco - Obstetricia superan el valor estándar de
36 egresos anual , siendo el servicio de Obstetricia Pb.7 quien tiene el mayor número de egresos y el
mejor rendimiento cama.
GRAFICO Nº 070
RENDIMIENTO CAMA POR SERVICIOS DEL DEPARTAMENTO DE PEDIATRIA
60
50
40
30
20
10
0
Pediatría
Neonatología
2013
27.9
51.5
2014
29.5
52.7
5.7
2.3
%
En el 2014solamente Neonatología supera el valor estándar de 36 egresos anuales.
Oficina de Epidemiología y Salud Ambiental
Página 276
Análisis de Situación de Salud 2014
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
6.1.4 PORCENTAJE DE OCUPACION DE CAMAS
Es el Grado de utilización de las camas censables en las unidades hospitalarias del sector público a
partir de 360 días considerados como hábiles por año. Periodicidad: Anual,
El porcentaje de ocupación hospitalaria es una forma de medir la eficiencia en la utilización de los
recursos hospitalarios, dado que informa sobre la capacidad utilizada o subutilizada en los hospitales.
De acuerdo con los manuales de contenido múltiple para unidades hospitalarias, el porcentaje de
ocupación máximo para unidades de 30 a 180 camas censables, total y por servicio, fluctúa de 85 a
90%,así un porcentaje menor al 85% refleja capacidad instalada ociosa; por otra parte en los
hospitales es recomendable un 15% de capacidad de reserva.
Este indicador mide el grado de utilización de las unidades hospitalarias a partir de valorar el
porcentaje de ocupación anual, para el cálculo se empleará una constante de 365 días hábiles. Se
incluirán las camas censables de unidades hospitalarias, a excepción de las camas en unidades
psiquiatricas, las destinadas a médicos internistas y enfermeras y las clasificadas como de tránsito,
conociendo los servicios donde la utilización es excesiva o insuficiente, con el fin de mejorar la
distribución de las camas entre los distintos servicios y adaptar las instalaciones a las necesidades del
hospital. El valor estándar para este indicador es de 90% de utilización al año.
GRAFICO Nº 071
PORCENTAJE DE OCUPACION DE CAMAS POR DEPARTAMENTO
100.0
80.0
60.0
40.0
20.0
0.0
-20.0
-40.0
Obstetricia Emergencia
Especialidad
es
Quirúrgicas
Cirugía
General
Ginecología
Pediatría
Medicina
Interna
Uci
General-Cor
onaria-UCIN
37.5
83.5
83.5
2013
51.3
60.3
73.5
82.5
67.5
2014
58.7
60.0
69.7
78.3
67.9
26.6
82.7
78.1
%
14.4
-0.5
-5.2
-5.1
0.6
-29.1
-1.0
-6.5
En el 2014 solamente los departamentos de Cirugía General y Medicina Interna están muy cerca al
valor estándar (90%), en los otros departamentos se refleja capacidad instalada ociosa y/o por la
patología de alta complejidad y de larga estancia no superan el valor estándar.
Oficina de Epidemiología y Salud Ambiental
Página 277
Análisis de Situación de Salud 2014
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
GRAFICO Nº 072
PORCENTAJE DE OCUPACION DE CAMAS POR SERVICIOS MEDICINA INTERNA
100.0
80.0
60.0
40.0
20.0
0.0
-20.0
Pab. 8
Medicina
Neumolog
Pab. 8-I
ía
Medicina
Pab. 1-I
Medicina
Pab. 1-II
Medicina
Pab. 2-I
Medicina
Pab. 2-II
Medicina
Pab. 3-I
Medicina
Pab. 3-II
Medicina
Pab. 4-I
Medicina
Pab. 4-II
2013
88.0
73.6
87.2
89.1
73.1
82.5
81.6
88.7
89.2
71.8
2014
84.3
79.1
89.2
90.1
67.1
82.5
80.4
86.8
86.0
66.6
%
-4.2
7.5
2.3
1.1
-8.2
0.0
-1.5
-2.1
-3.6
-7.2
En el 2014Pab.2-I es el único que está dentro del valor estándar, los demás servicios tienen un
porcentaje de ocupación de camas, muy cercano al valor estándar.
GRAFICO Nº 073
PORCENTAJE DE OCUPACION DE CAMAS POR SERVICIOS DE CIRUGIA GENERAL
88.0
86.0
84.0
82.0
80.0
78.0
76.0
74.0
72.0
70.0
Cirugía 6.1
Cirugía 6.2
Cirugía 6.3
2013
81.2
81.2
86.3
2014
78.3
76.4
80.9
Variación %
-3.6
-5.9
-6.3
En el 2014el Departamento de Cirugía General ha registrado un descenso del 6.3% en el porcentaje
ocupación de camas al valor estándar.
GRAFICO Nº 074
PORCENTAJE DE OCUPACION DE CAMAS POR SERVICIOS CIRUGIA ESPECIALIZADA
En el 2014el Departamento de Cirugía Especializada solamente el serviciode Neurocirugía ha
registrado
porcentaje ocupación de camas mayor al valor estándar, en los demás servicios el
porcentaje de ocupación de camas está por debajo del estándar.
Oficina de Epidemiología y Salud Ambiental
Página 278
Análisis de Situación de Salud 2014
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
GRAFICO Nº 075
PORCENTAJE DE OCUPACION DE CAMAS POR SERVICIOS DE GINECO OBSTETRICIA
En el 2014el porcentaje de ocupación de camas es bajo en todos los servicios del Departamento de
Gineco Obstetricia.
GRAFICO Nº 076
PORCENTAJE DE OCUPACION DE CAMAS POR SERVICIOS DE PEDIATRIA
60
50
40
30
20
10
0
Pediatría
Neonatología
2012
48.7
51.8
2013
37.5
36.8
2014
36.7
21.5
En el 2014 el porcentaje de ocupación de camas por servicios del Departamento de Pediatría está
muy por debajo del valor estándar. Neonatología ha reducido su % de ocupación de camas ( 41.6%)
con relación al año anterior en razón de los problemas de infraestructura y/o equipamiento médico.
Oficina de Epidemiología y Salud Ambiental
Página 279
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
Análisis de Situación de Salud 2014
6.1.5 DIAS PROMEDIO DE PERMANENCIA HOSPITALARIA
Este indicador sirve para evaluar el grado de aprovechamiento de las camas del Hospital e
indirectamente la calidad de los servicios, ya que tiempos excesivos de hospitalización se producen
por técnicas deficientes y están asociados generalmente a infecciones intrahospitalarias
incrementando los costos en otros servicios.
Establece el promedio de días de permanencia de cada paciente hospitalizado. Los días de
internamiento varían según patologías y las especialidades, por lo que este indicador tiene poca
utilidad cuando se requiere medir el promedio de permanencia del conjunto hospitalizado. Su
utilidad real está en su cálculo por servicios o especialidades. El valor estándar de este Indicador es
para : Hospital II –1: 4 días
Hospital II –2: 6 días
Hospital III – 1: 9 días, , sin embargo
consideramos que este indicador debe individualizarse por cada una de las especialidades.
GRAFICO Nº 078
PROMEDIO DE PERMANENCIA POR DEPARTAMENTOS
18.0
16.0
14.0
12.0
10.0
8.0
6.0
4.0
2.0
0.0
Especialida
des
Medicina
Quirúrgica
Interna
s
Uci
GeneralCoronariaUCIN
Cirugía
General
Ginecologí
a
Pediatría
Obstetricia
Emergenci
a
2013
15.4
11.3
10.1
8.5
6.3
4.3
4.1
3.4
2014
14.8
11.7
11.0
9.2
6.5
6.3
4.2
3.1
En el 2014Los departamentos con mayor estancia hospitalaria
Medicina Interna, resaltando que el
sonEspecialidades Quirúrgicas,
departamento de Emergencia , Pediatría y el servicio de
Obstetricia tienen el promedio de permanencia más bajo.
GRAFICO Nº 079
PROMEDIO DE PERMANENCIA POR SERVICIOS DE MEDICINA INTERNA
25.0
20.0
15.0
10.0
5.0
0.0
Medicina Pab. Medicina Pab. Medicina Pab. Medicina Pab. Medicina Pab. Medicina Pab. Medicina Pab. Medicina Pab. Medicina Pab.
1-I
1-II
2-I
2-II
3-I
3-II
4-I
4-II
8-I
Pab. 8
Neumología
2012
10.1
9.6
14.1
12.7
11.2
12.1
8.9
10.6
14.8
15.0
2013
11.6
8.0
14.7
14.2
9.2
11.4
10.2
11.5
14.5
19.1
2014
10.9
10.0
14.7
14.4
10.8
11.6
10.0
10.9
14.2
17.2
En el 2014el promedio de permanencia en los servicios de medicina interna, en donde evidenciamos
que el 100% está por encima de estándar, sin embargo debemos mencionar que los pabellones 1 II y
4I son los que tienen menor estancia hospitalaria.
Oficina de Epidemiología y Salud Ambiental
Página 280
Análisis de Situación de Salud 2014
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
GRAFICO Nº 080
PROMEDIO DE PERMANENCIA POR SERVICIOS DE CIRUGIA GENERAL
10.0
9.5
9.0
8.5
8.0
7.5
7.0
Cirugía 6.1
Cirugía 6.2
Cirugía 6.3
2013
8.3
8.1
9.5
2014
8.9
9.5
9.4
Variación %
7.2
17.3
-1.1
En el 2014el servicio de 6III está por encima de estándar, sin embargo debemos mencionar que el
pabellones 6II es el tiene menor estancia hospitalaria.
GRAFICO Nº 081
PROMEDIO DE PERMANENCIA POR SERVICIOS DE CIRUGIA ESPÈCIALIZADA
30.0
25.0
20.0
15.0
10.0
5.0
0.0
Cardiovascula
r
Urología A
Traumatologí
a
Urología B
Neurocirugía
Cabeza y
Cuello
Cirugía
Plástica y
Quemados
2013
8.7
10.7
18.2
11.2
19.6
16.1
22.2
2014
8.0
11.4
17.8
9.9
15.6
14.1
24.3
Variación %
-8
6.5
-2.2
-11.6
-20.4
-12.4
9.5
En el 2014en donde evidenciamos que el Servicio de Cardiovascular está por debajo del valor
estándar , los demás servicios algunos muy por encima del valor estándar , hay otros que en el 2014
han disminuido de promedio de permanencia notablemente.
GRAFICO Nº 082
PROMEDIO DE PERMANENCIA POR SERVICIOS DE GINECO OBSTETRICIA
En el 2014observamos el promedio de permanencia en los servicios de gineco obstetricia, que están
por debajo del estándar. Aunque han mejorado en el 2014
Oficina de Epidemiología y Salud Ambiental
Página 281
Análisis de Situación de Salud 2014
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
GRAFICO Nº 083
PROMEDIO DE PERMANENCIA POR SERVICIOS DEPARTAMENTO DE PEDIATRIA
7
6
5
4
3
2
1
0
Pediatría
Neonatología
2013
5.4
4
2014
6.3
4.1
Variación %
16.7
2.5
En el 2014observamos el promedio de permanencia en los servicios de pediatría y neonatología, en
donde evidenciamos que el 100% está debajo del valor estándar
6.1.6 INTERVALO DE SUSTITUCION
El Intervalo de Sustitución mide el tiempo que permanece una cama desocupada entre un egreso de
un paciente y el ingreso de otro a la misma cama. En promedio una cama no debe estar vacía más
de dos (02) días.
GRAFICO Nº 084
INTERVALO DE S SUSTITUCION POR DEPARTAMENTOS
7.0
6.0
5.0
4.0
3.0
2.0
1.0
0.0
Especialidade
s Quirúrgicas
Medicina
Interna
Uci GeneralCoronariaUCIN
Cirugía
General
Ginecología
Pediatría
Obstetricia
Emergencia
2013
5.0
1.9
1.7
1.6
2.9
5.3
3.0
3.2
2014
5.6
2.1
2.7
2.1
3.0
6.0
2.4
3.1
Variación %
12
10.5
58.8
31.3
3.4
13.2
-20
-3.1
En el 2014observamos el intervalo de sustitución por departamentos, Especialidades Quirúrgica y
Pediatría tienen el mayor intervalo de sustitución los demás están por debajo del valor estándar.
Oficina de Epidemiología y Salud Ambiental
Página 282
URGICAS
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
Análisis de Situación de Salud 2014
GRAFICO Nº 085
INTERVALO DE SUSTITUCION POR SERVICIOS DE MEDICINA INTERNA
10.0
9.0
8.0
7.0
6.0
5.0
4.0
3.0
2.0
1.0
0.0
Medicina Pab.
1-I
Medicina Pab.
1-II
Medicina Pab.
2-I
Medicina Pab.
2-II
Medicina Pab.
3-I
Medicina Pab.
3-II
Medicina Pab.
4-I
Medicina Pab.
4-II
Medicina Pab.
8-I
Pab. 8
Neumología
2013
1.4
2.4
1.8
1.5
2.8
2.2
2.1
1.3
1.5
8.6
2014
1.8
2.1
1.6
1.4
4.0
2.0
2.1
1.4
2.0
7.7
-12.5
-11.1
Variación %
28.6
-6.7
42.9
-9.1
0
7.7
33.3
-10.5
En el 2014observamos el intervalo de sustitución de camas del Departamento de Medicina Interna
en donde se evidencia que en Pab.1- I, 2 -I-II y 4-II están por debajo del estándar. El servicio de
Neumología Pab. 8 tiene el valor más alto en este Indicador, debido a la patología que atiende..
GRAFICO Nº 086
INTERVALO DE SUSTITUCION POR SERVICIOS DE CIRUGIA GENERAL
En el 2014observamos el intervalo de sustitución de camas del Departamento de Cirugía
General en donde se evidencia
que Cirugía 6III se encuentra por debajo del estándar y con
relación al año pasado ha subido.
GRAFICO Nº 087
INTERVALO DE SUSTITUCION POR SERVICIOS DE CIRUGIA ESPECIALIZADA
12.0
-
2014 10.0
8.0
6.0
4.0
2.0
0.0
Cardiovascular
Urología A
Traumatología
Urología B
Neurocirugía
Cabeza y Cuello
Cirugía Plástica y
Quemados
2013
5.4
6.0
2.3
4.6
1.5
6.0
10.8
2014
8.0
4.5
3.2
6.1
5.1
7.2
10.0
Variación %
48.1
-25
39.1
32.6
240
20
-7.4
En el 2014observamos el intervalo de sustitución de camas del Departamento de Especialidades
Quirúrgicas en donde se evidencia que el servicio de Traumatología está por debajo del estándar.
Oficina de Epidemiología y Salud Ambiental
Página 283
Análisis de Situación de Salud 2014
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
GRAFICO Nº 088
INTERVALO DE SUSTITUCION POR SERVICIOS GINECO OBSTETRICIA
En el 2014Sólo el Servicio de Obstetricia Pab. 7 , cumple con el valor estándar de dicho indicador,
donde se evidencia que los servicio de ginecológica Pab. 5II y obstetricia ARO son los que tienen
el intervalo de sustitución más alto.
GRAFICO Nº 089
INTERVALO DE SUSTITUCION POR SERVICIOS DEL DEPARTAMENTO DE PEDIATRIA
En el presente grafico observamos el intervalo de sustitución de camas del Departamento de
Pediatría en donde se evidencia que los dos servicios de Pediatría está por encima del estándar. En
el gráfico adjunto observamos que las cifras en el servicio de pediatría tienen una tendencia a
aumentar.
Oficina de Epidemiología y Salud Ambiental
Página 284
Análisis de Situación de Salud 2014
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
CONCLUSIONES
1.-El Hospital Nacional Arzobispo Loayza está considerado como nivel 3I, y dentro de su PEA
cuenta con 2888 trabajadores, de los cuales el 74% son asistenciales, el 13.64% es personal
administrativo, el 11.22% son trabajadores de servicios generales.
2.-El HNAL brinda servicios de atención de consulta externa y hospitalización contando con 802
camas, dentro de los factores condicionantes de la salud durante el año 2014 las atenciones
procedieron de Lima en un 28%, de SMP en 11.7%, de SJL en un 7.4% y de otros distritos en menor
proporción, el 69.2% fueron mujeres y el 30.8% fueron varones, el grupo etareo más frecuente fue de
30 a 59 años.
3.-En cuanto al perfil de la demanda en el año 2014 se incrementó las atenciones en un 0.92%,
tenemos que mencionar que hubo huelgas, remodelaciones y refracciones de infraestructura, el 71%
de las actividades son médicas y el 29% no médicas, se reportó 29398 egresos hospitalarios, en
EMG hubieron 70186 atenciones, se realizaron 15616 cirugías
4.-Las principales causas de morbilidad en la consulta externa fueron HTA, gastritis, trastorno de la
refracción, rinofaringitis aguda y diabetes mellitus, en la hospitalización fue parto único espontaneo,
cálculo de la vesícula biliar, parto por cesárea y apendicitis aguda. En EMG la principal morbilidad
fue el dolor abdominal, rinofaringitis, falso trabajo de parto, fiebre y asma, las principales cirugía
realizadas fueron la colecistectomía laparoscópica, apendicetomía, laparotomía exploratoria.
5.-En el año 2014 se han registrado 532 Infecciones Asociadas a la Atención de Salud (IAAS), el 49%
(258) se presentó en los servicios de Medicina, el 16% (83) en el servicio de Gineco*obstetricia, el
15% (82) en UCI/1, el 10% (54) en cirugía, el 6% (32) en UCIN, el 3% (18) en Neonatología y el 1%
(5) en UCI Coronaria, se encontró diversos patógenos como : Pseudomona aeroginosa 19% (47),
Staphilococus áureus con 12% (31), Klebsiella Neumoniae y Acinetobacter con 12% (30) ,
Staphilococus Coagulosa (-) con 10% (26), Cándida Albicans con 10% (25) y E. Coli con 8% (21).
La principal IAAS es la neumonía asociada al VM, seguidas de bacteriemia por CVC, flebitis por
CVP, IHO post parto cesárea y endometritis post parto cesárea, esto ha conllevado a que el sistema
cuente con un sistema de alerta respuesta para controlar la infecciones.
6.-En cuanto a las enfermedades sujetas a vigilancia se han registrado 3265 notificaciones
de las
cuales las más frecuentes son accidentes de tránsito, VIH, Tuberculosis y Cáncer.
7.- En el 2014 se han originado 893,083 kilos de residuos sólidos hospitalarios, de los cuales 401,040
kilos corresponden a residuos contaminados y 492,043 a Residuos comunes. Los residuos sólidos
hospitalarios, requieren de adecuado manejo, de acuerdo a la normatividad vigente, donde todo el
Oficina de Epidemiología y Salud Ambiental
Página 285
Análisis de Situación de Salud 2014
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
personal de salud institucional debe estar involucrado, especialmente la jefatura y el personal de la
Unidad de Limpieza.
8.-La tendencia de la Influenza A (H1N1) y OVR del 2009 al 2014, se aprecia que está
descendiendo en forma progresiva, después de la pandemia de influenza por el subtipo A (H1N1)
que se presentó en el mes de Julio del 2009, llegando a no presentarse en los años 2010 al 2012,sin
embargo en el mes de Julio del 2013 se presentó un pico importante con 24 casos por el virus de
influenza A(H1N1) pdm09, lo mismo ocurrió en el mes de Julio del 2014 un ligero incremento del Virus de
Influenza A (H3N2) con 18 casos acumulados, de los cuales 7 se presentaron en el mes de Julio, importante
resaltar que este incremento
está dentro de lo esperado para la temporada estacionalde influenza que
usualmente puede coincidir con la temporada de bajas temperaturas.
RECOMENDACIONES:
1.-Mantener la vigilancia activa de todas las enfermedades sujetas a vigilancia.
2.-Fomentar la práctica de higiene de Manos en el personal asistencial en los 5 Momentos
establecidos por la OMS para la prevención de las Infecciones intrahospitalarias a través de talleres
que podrían ser dirigido por el sistema de vigilancia de IIH de nuestra institución.
3.-Tener en consideración el perfil de la demanda para que los recursos e insumos sean distribuidos
de manera eficiente.
Oficina de Epidemiología y Salud Ambiental
Página 286
Análisis de Situación de Salud 2014
Hospital Nacional “Arzobispo Loayza”
CAPITULO VII
ESTADOS FINANCIEROS ANUALES AL 31 DE DICIEMBRE 2014
ANEXOS
Oficina de Epidemiología y Salud Ambiental
Página 287
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