GUÍA DIDÁCTICA DE DERECHO ROMANO GRADO EN DERECHO C U R S O A C A D É M IC O 2 0 1 1 –2 0 1 2 PROFESOR RESPON SA B L E: M A N U EL C A M A C H O D E L OS RÍ OS. G RU PO: FA C U L T A D D E D EREC H O D E L A U N I V ERSI D A D D E G RA N A D A ÍNDICE I .-P R E S E N T A C I Ó N I.1.-O r i e n t a c i o n e s G e n e r a l e s I.2 .- N u e v a t e r m i n o l o g í a p e d a g ó g i c a I I .-P R O F E S O R R E S P O N S A B L E D E L A D O C E N C I A D E L O S G R U P O S E L C U R S O P A R A I I I .-T U T O R I A S I V .-D E P A R T A M E N T O V .- D E N O M I N A C I Ó N E N D E R E C H O , R E S P O N S A B L E D E L A A S IG N A T U R A Y U B IC A C IÓ N V I .-P L A T A F O R M A S D E T R A B A J O D E L A A S IG N A T U R A E N E L G R A D O Y C O M U N IC A C IÓ N V I.1.- Pl a t a f o r m a s w a d : In s t r u c c i o n e s p a r a d a r s e d e a l t a . V I.2 .- W e b m a i l : c o m o c o n s e g u i r u n a c u e n t a d e c o r r e o e l e c t r ó n i c o . V I I .-O B L I G A C I O N E S D E L A L U M N O : V I I I .-C O M P R O M I S O D E L P R O F E S O R V III.1.- M o d e l o d e f i c h a d e l a l u m n o I X .-O B J E T I V O S G E N E R A L E S X .-D E S C R I P C I Ó N D E C O M P E T E N C I A S . C O M P E T E N C I A S A A D Q U I R I R X I -P R O G R A M A D E L A A S I G N A T U R A D E R E C H O R O M A N O X I I .- B I B L I O G R A F Í A B Á S IC A R E C O M E N D A D A D E R E C H O R O M A N O P A R A E L C U R S O 2 0 1 1 -2 0 1 2 P O R E L Á R E A D E X I I I .-E N L A C E S D E I N T E R É S : X I V .- A C T I V I D A D E S F O R M A T I V A S , M E T O D O L O G Í A D E E N S E Ñ A N Z A Y A P R E N D IZ A J E , S U R E L A C IÓ N C O N L A S C O M P E T E N C IA S Q U E D E B E A D Q U IR IR E L E S T U D IA N T E X V .-E V A L U A C I Ó N , E X Á M E N E S Y S U T E M P O R A L I Z A C I Ó N X V I . -C R I T E R I O S C O N C R E T O S D E E V A L U A C I Ó N . C U R S O 2 0 1 1 -2 0 1 2 X V I.1.- T i p o s d e e j e r c i c i o s p r e s e n c i a l e s y n o p r e s e n c i a l e s c o r r e s p o n d i e n t e s a l Pr o g r a m a d e Pr á c t i c a s a r e a l i z a r a l o l a r g o d e l c u r s o y c r i t e r i o s d e e v a l u a c i ó n d e l o s m i s m o s X V I I .-O R I E N T A C I O N E S S O B R E E L E S T U D I O D E L A M A T E R I A Y L A F O R M A D E R E A L IZ A R L O S E X É M E N E S T E Ó R IC O S X V I I I .-G U Í A D E T R A B A J O A U T O N O M O O R IE N T A D A A L E S T U D IO XVIII.1.- A c t i v i d a d e s a d e s a r r o l l a r p o r e l a l u m n o X V III.2 .- C a r p e t a d e a p r e n d i z a j e X I X -A N E X O A L A G U ÍA D E T R A B A J O A U T O N O M O X X . -P R O G R A M A D E P R Á C T I C A S X X .1.- A u t o e v a l u a c i o n e s X X .2 .- E j e r c i c i o s p r á c t i c o s p r e s e n c i a l e s a p a r t i r d e n o v i e m b r e . U n a h o r a a l a s e m a n a . X X .3 .- T r a b a j o d e s í n t e s i s y c r í t i c a d e C o n f e r e n c i a m a g i s t r a l p r o y e c t a d a e n e l a u l a X X .4 .-L e c t u r a e i n t e r p r e t a c i ó n d e f u e n t e s r o m a n a s X X .5 .- T r a b a j o i n d i v i d u a l s o b r e l o s D e r e c h o s r e a l e s . X X .6 .- V i s i t a g u i a d a a l M u s e o A r q u e o ló g ic o d e G r a n a d a ( d ir ig id a p o r p r e s tig io s o a r q u e ó lo g o c o n tr a ta d o a l e f e c to ) s o b r e e l c o n te n id o ju r íd ic o d e lo s r e s to s e p ig r á f ic o s r o m a n o s h a lla d o s e n la p r o v in c ia d e G r a n a d a y e n tr e g a d e tr a b a jo d e c o n c lu s io n e s . X X .7 .- Pr á c t i c a s i n t e r d e p a r t a m e n t a l e s o c o m p a r t i d a s . X X I .- P R Á C T IC A A D Q U IS IC IÓ N E J E R C IC IO Y D E F IN A L P E R S O N A L E S . D E B A T E X X I I .-C U E S T I O N A R I O C O M P E T E N C IA S D E P R Á C T IC A P O S T E R IO R P A R A C O N D E T E C T A R P O R S O L U C IÓ N C IE N T ÍF IC O Y L A P A R T E P R O P U E S T A E N T R E G A D E E V O L U C IÓ N D E L P A R A Y A L U M N O . E S T U D IO C O N C L U S IO N E S F IN A L A R E L L E N A R P O R E L A L U M N A D O : I .- P R E S E N T A C IÓ N Estimado profesional en formación, es digno de felicitación por haber elegido la carrera de Derecho como parte de su preparación acadé mica su perior, la misma q u e le serv irá, para desenv olv erse en el amplio campo profesional del Derecho, q u e la actu al v ida y el av ance de las ciencias modernas lo ex igen. El Derecho R omano es u na materia q u e centra su estu dio ex clu siv amente en el origen, ev olu ción y su perv iv encia del Derecho ej ercido en la antigu a R oma, y q u e sentó las bases de las diferentes legislaciones q u e actu almente ex isten en todo el mu ndo, inclu ida la nu estra. De ahí su importancia e inserción dentro Estu dios de C iencias J u rí dicas, en su Primer C iclo. La importancia de esta materia radica principalmente en el su stento o base q u e brinda a las diferentes legislaciones mu ndiales q u e la han tomado como base para desarrollar su activ idad j u rí dica, claro está, q u e con ciertas modificaciones segú n su s realidades, pero manteniendo en el fondo la esencia heredada por el Derecho R omano. Es importante tambié n, q u e u sted como profesional en formación, sepa v alorar de forma personal los conocimientos q u e le brindará la asignatu ra de Derecho R omano, para q u e forme su criterio j u rí dico con bases sólidas lo q u e le permitirá a fu tu ro desenv olv erse de manera eficiente en el ej ercicio de su profesión. Debo manifestarle, q u e la materia de Derecho R omano req u iere de su parte sacrificio, dedicación y concentración. S olo así podrá cu lminar con é x ito el presente ciclo acadé mico. I.1 .-O r i e n t a ci o n e s G e n e r a l e s M i nombre es M anu el C amacho de los R í os, soy el profesor responsable de la materia Derecho R omano en este gru po y es u n honor para mi poderle orientar en el proceso de su au toaprendiz aj e a trav é s de la presente gu í a didáctica. En primer lu gar, el obj eto de esta Gu í a es su plir mi presencia ante u sted, por lo cu al le solicito tenerla siempre consigo du rante su au toaprendiz aj e, y a q u e ex iste u n gran esfu erz o acadé mico y personal en la misma. U sted debe aprov echar esta gu í a al máx imo, y a q u e en ella encontrará u na metodologí a de aprendiz aj e y comprensión de la materia. Esta Gu í a, mediante u na estru ctu ra fácil y sistemática, le facilitará el estu dio, la comprensión y el análisis del tex to básico, con lo cu al u sted dí a a dí a adq u irirá nu ev os conocimientos q u e le llev arán a observ ar y criticar la realidad j u rí dica q u e nos rodea de u na forma v álida. Prov é ase tambié n de todos los materiales necesarios para su aprendiz aj e: manu ales básicos o recomendados, la gu í a didáctica, carpeta de aprendiz aj e, cu aderno de apu ntes, ordenador etc. Para la compresión de la materia, u sted cu enta con u na serie de manu ales recomendados en la presente gu í a, así como de u na bibliografí a complementaria y de direcciones de I nternet sobre Derecho R omano y temas afines con el mismo. Dedí q u ele por lo menos de u na a dos horas diarias de estu dio a la materia. F inalmente, le su giero u tiliz ar té cnicas o procesos didácticos, q u e le permitan desarrollar todas su s capacidades, para q u e su rendimiento acadé mico sea óptimo y no presente du rante su s estu dios ningú n inconv eniente. A continu ación me permito poner a su disposición algu nas de é stas té cnicas, dej ando a su consideración cu alq u ier otra q u e u sted crea conv eniente: - Estu die con los tex tos básicos y la Gu í a didáctica conj u ntamente. R ecu erde q u e este material se complementa entre sí para propiciar u n solo aprendiz aj e. - Los contenidos de la asignatu ra constan en forma secu encial, lo q u e le permitirá elaborar u na memoria de los mismos al final de cada capí tu lo. - Lea pau sadamente el tex to básico y la gu í a; entienda, analice e interprete su s contenidos; detecte las ideas principales y secu ndarias, las definiciones, los conceptos. Elabore resú menes brev es con estos elementos. - R ealice clasificaciones y esq u emas de los temas q u e se presten para hacerlo, mediante cu adros sinópticos, cu adros comparativ os, esq u emas de llav es, etc. - A l final de cada capí tu lo u sted encontrará u na au toev alu ación, q u e es u n termómetro para medir los conocimientos q u e ha obtenido. Estas au toev alu aciones le permitirán poner en práctica todo lo estu diado, de paso q u e lo prepara para la ev alu ación presencial. Las au toev alu aciones tendrán calificación y además refu erz an todos los conocimientos q u e u sted ha asimilado. A sí mismo, se aportan tambié n a esta Gu í a 3 0 au toev alu aciones q u e se hallan solu cionadas con su s respu estas correctas y serv irán para afianz ar su s conocimientos. - C u ando tenga du das sobre el significado de determinadas palabras y sienta necesidad de conocer ampliamente su s acepciones, le su giero recu rrir al diccionario j u rí dico de F au stino Gu tié rrez A lv iz . R ecu erde q u e, como profesor responsable de su formación acadé mica estoy a su disposición para ay u darle en todas su s inq u ietu des, du das e inconv enientes q u e se le presenten du rante el transcu rso del ciclo, para ello le inv ito a comu nicarse con mi persona con toda confianz a, dentro del horario de T U T O R Í A q u e consta en los datos informativ os. T ambié n se pu ede comu nicarse conmigo mediante el correo electrónico mcamacho@ u gr.es y por v í a telefónica en el telé fono 9 58 2 4 6 2 6 3 . I.2 .- N u e v a t e r m i n o l o g í a pe d a g óg i ca . La implantación del nu ev o Grado en las F acu ltades de Derecho deberí a ser u na ev olu ción, pero entre u n amplio sector tanto del profesorado como del alu mnado se estima q u e nos encontramos ante u na rev olu ción q u e pu ede ser perj u dicial. Esto su pone a su v ez q u e reine en la U niv ersidad españ ola cierta actitu d escé ptica, poco positiv a, crí tica y de falta de implicación, lo q u e prov oca como consecu encia q u e el sistema no fu ncione como debe y sean los alu mnos los q u e pu edan resu ltar perj u dicados. N o obstante debemos tener en cu enta q u e nos encontramos ante u n cambio y todo cambio no es fácil por lo q u e debe ser ralentiz ado y medido para q u e no se generen efectos negativ os q u e impidan o retrasen su correcta aplicación. T engamos en cu enta la av alancha de la nu ev a terminologí a pseu do-pedagógica y confu sa q u e se limita a la banal abstracción de las cosas ev identes y a no llamar en algu nos casos a las cosas por su nombre. Profesorado y alu mnado deberí amos considerar q u e au nq u e estas dificu ltades forman parte del cambio, los nu ev os mé todos pedagógicos au nq u e ú tiles y v aliosos su ponen u n componente su perficial q u e debe ser acotado y q u e no debe enmascarar lo q u e es y debe ser siempre esencial en la docencia u niv ersitaria, esto es, los contenidos y el programa entre otros aspectos. En esta Gu í a u tiliz amos algu nos té rminos nu ev os con los q u e no están del todo familiariz ados al encontrarnos en los inicios del proceso de implantación del Grado. Esta terminologí a no es esencial ni conv eniente en todos los casos y el hecho de q u e ahora se tienda a denominar las partes del programa de u na asignatu ra con los té rminos “ M ódu los” o “ U nidades Didácticas” , no inv alidan otros té rminos como la palabra “ T ema” para referirse al mismo concepto. Por eso prefiero u tiliz ar los té rminos “ T ema 1º ” en v ez de “ U nidad Didáctica 1ª ” , al igu al q u e las palabras T emario o Programa. T engamos en cu enta q u e en algu nos casos inclu so los nu ev os té rminos se su perponen o confu nden por su s matices. H abilidades, destrez as, competencias, obj etiv os, capacidades, atribu tos, módu los son solo algu nos de los ex ponentes de esta terminologí a confu sa. Por eso en esta Gu í a v amos a u tiliz ar los té rminos más su stanciales y rigu rosos, en la certez a de q u e esta ev olu ción-rev olu ción debe ser progresiv a y repensada para q u e produ z ca los fru tos q u e se pretenden. S in olv idar lo q u e debe ser siempre lo esencial, esto es, el programa y contenido de la asignatu ra, en esta Gu í a se intenta aplicar u na metodologí a docente teórica y práctica orientada a q u e los alu mnos adq u ieran u nas capacidades o competencias concretas q u e lu ego serán ev alu adas, por ej emplo: saber resolv er problemas de aplicación de normas a casos concretos, sacar conclu siones j u rí dicas sobre casos reales, u tiliz ar el mé todo crí tico en la aplicación práctica del Derecho y otras mu chas. Estas competencias si son cu ltiv adas a los largo de la carrera, generarán gradu ados competentes, esto es, personas idóneas o aptas para competir o ser elegibles en el mercado laboral. A v eces se confu nde o ignora en cierta medida esta nu ev a terminologí a y por tanto el mé todo docente en la q u e se inserta. La palabra competencia sí la u tiliz amos en esta Gu í a. U na competencia es eq u iv alente a u na capacidad y debe estar u nida a la acción. S er u n bu en j u rista no es u na competencia, saber arbitrar con eficacia la solu ción más j u sta o eq u itativ a entre dos personas enfrentadas por u n conflicto de carácter j u rí dico si es u na competencia. T odo el proceso de aprendiz aj e y enseñ anz a debe estar orientado a q u e el alu mno domine su s competencias o capacidades, pu es el obj etiv o en u n fu tu ro pu esto laboral será aplicar esas competencias en su q u ehacer laboral. Por tanto es nu estra obligación como profesores ev alu ar principalmente dichas competencias más q u e el proceso para adq u irirlas. Esta Gu í a está orientada precisamente a esto. Entre todos consegu iremos obtener los fru tos q u e este nu ev o sistema de enseñ anz a u niv ersitaria promete al v ertirlo en el molde de la práctica cotidiana, de nu estras circu nstancias, tradición y mentalidad. II.- P R O F E S O R R E S P O N S A B L E D E L A D O C E N C IA D E L O S G R U P O S E L C U R S O P A R A D r . D . M a n u e l C a m a ch o d e l o s R í o s . Doctorado en Derecho en el añ o 19 9 2 y Profesor T itu lar de U niv ersidad desde el añ o 19 9 5, tengo u na ex periencia docente de más de 2 0 añ os, los ú ltimos 4 en Gru pos Piloto de Espacio Eu ropeo de Edu cación S u perior siendo en la actu alidad coordinador de dos Eq u ipos Docentes del Grado en Derecho. S oy au tor de nu merosas inv estigaciones de impacto en distintas lí neas de inv estigación como son los V ectigalia romanos, los impu estos indirectos en R oma, el contrato de m an d atu m in cer tu m y el C ódigo C iv il españ ol, I u s co gn atio n is y Derecho Pú blico, medios para ev itar la confu sión patrimonial en herencias deu doras, el p actu m q u o m in u s s o lv atu r , la ad itio m an d atu m cr ed ito r u m etc. Pertenez co como inv estigador principal a 3 Gru pos de I nv estigación, a v arios C onsej os de R edacción de importantes rev istas u na de las cu ales soy ev alu ador. H e organiz ado J ornadas y C ongresos de Derecho romano y he estado U niv ersidades ex tranj eras inv estigando sobre las lí neas de inv estigación antes citadas. M ail: [email protected] T elé f. 9 5 8 2 4 6 2 6 3 III.- T U T O R Í A S De acu erdo con el Plan de O rdenación Docente para el cu rso 2 0 10 / 2 0 11, aprobado por el C onsej o de Gobierno el dí a 2 8 de M ay o de 2 0 10 , el horario de tu torí as del profesorado del Á rea de Derecho R omano se desarrollará, en todos los casos, prev ia cita concertada con el profesor o profesora y el alu mno o alu mna correspondiente. La raz ón de ello se j u stifica porq u e el Á rea de Derecho R omano se encu entra situ ada fu era del recinto del Departamento de Derecho M ercantil y , en consecu encia, no contamos permanentemente con u n fu ncionario del PA S q u e nos ay u de a poder recibir al alu mnado, en particu lar, y al pú blico, en general. S olamente, la S ecretaria de la F acu ltad de Derecho nos env í a a u na fu ncionaria martes y j u ev es de 12 a 14 h. para atender las necesidades imprescindibles del Á rea de Derecho R omano. T eniendo presente esa circu nstancia, el horario de tu torí as serí a el sigu iente: PR O F . DR . M A N U EL C A M A C H O DE LO S R I O S : Lu nes, martes y mié rcoles de 11 – 13 h IV .- D E P A R T A M E N T O R E S P O N S A B L E D E L A A S IG N A T U R A El Departamento responsable de la asignatu ra es el Departamento de Derecho M ercantil y Derecho romano y en concreto el área de Derecho romano. S e encu entra situ ado en la primera planta del edificio S an Pablo sito en la plaz a de la U niv ersidad s/ n. T elé fono 9 58 2 4 3 4 4 0 , F ax : 9 58 2 4 8 3 9 9 El profesorado del área de Derecho R omano lo componen los sigu ientes profesores: Profesora Dª . Ev a F ernández B aq u ero Profesor D. M anu el C amacho de los R í os Profesora Dª . M aria R osa López -B araj as M ira Profesor D. J av ier B elda M ercado Profesor D. Lu is M ariano R obles V elasco Profesora. Dª . C ristina Palma López Profesor D. M anu el O cañ a Gómez V .- D E N O M IN A C IÓ N E N D E R E C H O , Y U B IC A C IÓ N D E L A A S IG N A T U R A E N E L G R A D O M ódu lo I : C I EN C I A S J U R Í DI C A S B Á S I C A S M ateria 3 : DER EC H O R O M A N O C ré ditos EC T S : 6 U nidad temporal: Primer C u rso. Primer cu atrimestre R eq u isitos prev ios: Por ser el Derecho R omano u na materia básica para la formación j u rí dica del alu mno, no se req u ieren conocimientos especializ ados y distintos q u e los propios de cu alq u ier estu diante q u e ha su perado y adq u irido para el ingreso en u na F acu ltad de Derecho. Departamento y Á rea q u e imparte la asignatu ra: Departamento Derecho M ercantil – Derecho R omano, Á rea de Derecho R omano, de la F acu ltad de Derecho de la U niv ersidad de Granada. R esponsable administrativ o: Dñ a. Paloma M ancebón Porras, mman ceb on @ugr.es T elé f. 9 58 2 4 3 4 4 0 V I.- P L A T A F O R M A S D E T R A B A J O Y C O M U N IC A C IÓ N : V I.1 .- P l a t a f o r m a s w a d : In s t r u cci o n e s pa r a d a r s e d e a l t a . ¿ Q u é e s ? : U n instru mento para la gestión de la asignatu ra y la comu nicación entre profesor y alu mnos. ¿ C óm o s e a cce d e ? U na v ez q u e y o le hay a dado de alta (si u sted está matricu lado/ a), entre en la dirección ht t p : / / sw ad .ugr.es/ Escriba su DN I y u na contraseñ a (l e r e co m i e n d o q u e s e a l a m i s m a q u e l a d e l co r r e o e l e ct r ón i co pa r a q u e s e a m á s f á ci l r e co r d a r l a . U na v ez dentro es necesario elegir la asignatu ra de Didáctica General para tener acceso a toda la información disponible. S i es u sted alu mno/ a de la U niv ersidad de Granada, pu ede u sar libremente la plataforma S W A D en las asignatu ras en las q u e hay a sido dado de alta por su s profesores. S i no sabe si ha sido dado de alta en algu na asignatu ra, pru ebe a entrar con su nú mero de DN I (sin pu ntos ni letra final) sin escribir contraseñ a la primera v ez (el sistema le obligará a crear u na contraseñ a cu ando entre). S i el sistema le permite entrar, u sted está dado de alta en todas las asignatu ras q u e aparez can en el menú " [ mis asignatu ras] " , situ ado a la iz q u ierda de la pantalla. S i y a está dado de alta en mi asignatu ra, pero ha olv idado su contraseñ a, póngase en contacto conmigo para q u e le asigne u na nu ev a. A ntes de entrar en la plataforma, tenga preparado a) u na fotografí a tamañ o carnet digitaliz ada en j pg y b) su dirección de correo electrónico. U sted tiene q u e cu mplimentar u na ficha personal con su s datos y fotografí a. S i falta algú n dato no podré ponerme en contacto con u sted. V I.2 .- W e b m a i l : co m o co n s e g u i r u n a cu e n t a d e co r r e o e l e ct r ón i co . A cceda a la página inicial de la U niv ersidad de Granada ht t p : / / w w w .ugr.es • H aga clic en A C C ES O I DEN T I F I C A DO • S eleccione la opción A LU M N O • I ntrodu z ca su DN I y su passw ord (4 dí gitos) • En la sigu iente pantalla, haga clic en C S R I C (parte inferior) • H aga clic en C O R R EO ELEC T R Ó N I C O • I ntrodu z ca el login (pamela, ricardo, etc. C O N dí gitos). N O M I N Ú S C U LA S y no más de S EI S O LV I DE ES T E N O M B R E PO R Q U E S E LE PEDI R Á U S U A R I O PA R A A C C EDER PO S T ER I O R M EN T E A W EB M A I L. C O M O • I ntrodu z ca el passw ord (por ej emplo, dos letras, dos nú meros, dos letras o dos nú meros, dos letras, dos nú meros, C O N M I N Ú S C U LA S ). A PU N T E ES T O S DI GI T O S PO R Q U E S O N S U C O N T R A S EÑ A DE A C C ES O A W EB M A I L. • Pu lse A C EPT A R • S i la cu enta se ha creado correctamente EN H O R A B U EN A • S i la cu enta no se ha creado, tendrá q u e cambiar segu ramente el LO GI N . Pu ede añ adir a su nombre algú n nú mero o hacerlo más complicado, por ej emplo pamelx o J ox e o cu alq u ier otro o incorporar u n nú mero como pepe10 . • S u nu ev a dirección pepe10 @ fedro.u gr.es E-mail u niv ersitaria será ahora, por ej emplo, • A l cabo de u nas horas su dirección E-mail estará activ a. Entonces podrá recibir y env iar mensaj es de la sigu iente forma: • V ay a a la página inicial de la U niv ersidad • Pu lse en W ebmail (parte inferior derecha de la pantalla) • Pu lse en A LU M N O • I ntrodu z ca su u su ario (p.e. pepe10 ). N O ES C R I B A @ fedro.u gr.es • I ntrodu z ca el passw ord, por ej emplo ak 7 8 j h • A bra la carpeta I N B O X si desea comprobar su correo • V ay a a N U EV O PO S I B I LI DA DES . si q u iere env iar correo. PR A C T I Q U E, PO R Q U E H A Y O T R A S • S I A LGO N O F U N C I O N A , PR EGU N T E A L PR O F ES O R V II.- O B L IG A C IO N E S D E L A L U M N O : -Preparación prev ia y realiz ación de las tareas q u e ex ij a cada profesor en clases teóricas, prácticas y otras activ idades prev istas, procediendo al estu dio de los materiales indicados en cada caso. -El alu mno debe v alerse del T ablón Docente o cu antas plataformas informáticas se habiliten para desarrollar su activ idad con el profesor du rante el cu rso acadé mico. -El alu mno deberá activ ar su correo electrónico institu cional para comu nicarse con el profesor. -Deberá entregar cu mplimentada la ficha de la asignatu ra q u e se le distribu y a a principio de cu rso. -Es mu y conv eniente q u e el alu mno no falte a las clases q u e se impartan. V III.- C O M P R O M IS O D E L P R O F E S O R -O rientar a los alu mnos para la realiz ación de los trabaj os indiv idu ales o en gru po. -Posibilitar la participación de los alu mnos y la ex presión de las opiniones personales en cada momento. -H acer llegar a los alu mnos con la antelación su ficiente la Gu í a Didáctica y los materiales de trabaj o. -I nformar los procedimientos q u e v a a emplear para comprobar los resu ltados del aprendiz aj e. -I nformar sin demora a los alu mnos de los resu ltados de su s trabaj os, prácticas, interv enciones o ex posiciones, su giriendo, en su caso, v í as de mej ora para mej orar su competencia. -A ceptar cu antas su gerencias le formu len los alu mnos para mej orar su docente, y someterse a u na ev alu ación final. situ ación V III.1 .- M o d e l o d e f i ch a d e l a l u m n o A principio de cu rso deberá entregar cu mplimentada la ficha de la asignatu ra q u e se le distribu y a. IX .- O B J E T IV O S G E N E R A L E S Dado q u e el Derecho R omano es el pu nto de partida y la base para el estu dio y conocimiento del Derecho eu ropeo –tanto en la formación de los C ódigos C iv iles como del sistema j u dicial angloamericano–, esta disciplina sigu e proporcionando u na sólida información y formación al estu diante q u e pretenda ser el j u rista del siglo X X I . A hora bien, dada la ex tensión y complej idad de las distintas disciplinas j u rí dicas, desde la perspectiv a del Derecho R omano se deben señ alar los sigu ientes obj etiv os como generales y principales en la formación del estu diante: 1º ) A portar al alu mno u na v isión de conj u nto del ordenamiento j u rí dico romano para q u e pu eda adq u irir u n v erdadero y profu ndo sentido j u rí dico. M ostrándole al estu diante el origen y ev olu ción histórico-j u rí dica del Derecho R omano, hacié ndole comprender q u e cu alq u ier disciplina j u rí dica no es estática e inmu table, sino el fru to de la ev olu ción social, polí tica, económica y cu ltu ral de u n pu eblo, como fu e en la civ iliz ación romana. 2 º ) A cercar al alu mno de 1º cu rso al lengu aj e té cnico-j u rí dico q u e, mostrándonos las fu entes romanas desde los inicios de su historia, han pasado a los ordenamiento j u rí dicos actu ales. Lengu aj e q u e, comprendido en té rminos y principios té cnicosj u rí dicos, se hace imprescindible en la formación del j u rista. 3 º ) I niciar al estu diante en la argu mentación y en el raz onamiento j u rí dico. Ello no se consigu e con u na may or abu ndancia de datos legislativ os, sino con el aprendiz aj e de la té cnica y del pensamiento en torno a la casu í stica desarrollada por los j u ristas romanos. En este sentido, el C o r p u s I u r is C iv ilis es u na fu ente imprescindible para q u e el alu mno analice los problemas j u rí dicos con las distintas controv ersias y solu ciones q u e nos aporta la j u rispru dencia romana y q u e, sorprendentemente, sigu en siendo ú tiles para mu chos de los problemas j u rí dicos actu ales. Pru eba de ello es q u e las reglas, institu ciones y principios generales consagrados en el Derecho R omano han pasado a nu estras actu ales codificaciones civ iles y son pu ntos de referencia en las sentencias de los tribu nales. A sí se pretende, entre otros: -C ontex tu aliz ar el Derecho romano en el marco histórico en el q u e su rge y se desarrolla. -C onocimientos básicos de argu mentación j u rí dica y desarrollar u na actitu d crí tica y relativ iz adora del ordenamiento j u rí dico -C omprensión de las relaciones j u rí dicas, y conocimiento de la estru ctu ra del ordenamiento j u rí dico romano. -A plicar té cnicas de comentario de tex tos a docu mentos y casos de derecho romano. Esto es, el aprendiz aj e por parte del alu mno de la té cnica del comentario y análisis de tex tos histórico-j u rí dicos romanos, inspirados en las fu entes romanas, diferente de la de los tex tos j u rí dicos actu ales, teniendo siempre presente el pensamiento del genio j u rí dico romano de entender el derecho como “ solu ción j u sta al caso” , dando u n paso más al analiz ar el raz onamiento j u rí dico, lo q u e su pone u n ej ercicio mental esencia en su formación como j u rista. -C ontemplación del caso desde u na perspectiv a casu í stica: comprender la necesidad de aj u star el derecho a las circu nstancias cambiantes de la sociedad. -C onocer la terminologí a j u rí dica en su s distintas acepciones, comprendiendo q u e algu nos té rminos j u rí dicos tienen div ersas acepciones, siendo necesario aplicar la adecu ada en cada momento histórico. -C onocer las fu entes del Derecho romano, esto es, adq u irir u na may or comprensión global del sistema j u rí dico romano en su conj u nto y conocer su s fu entes, y adq u irir conocimiento y manej o de las fu entes histórico-j u rí dicas romanas. - C apacidad de leer e interpretar tex tos j u rí dicos romanos - T rabaj ar en eq u ipo y asu mir fu nciones de lideraz go y coordinación en trabaj os colectiv os X .- D E S C R IP C IÓ N D E C O M P E T E N C IA S . C O M P E T E N C IA S A A D Q U IR IR Lo primero q u e u sted debe saber es q u e son las competencias. U na competencia es eq u iv alente a u na capacidad y debe estar u nida a la acción. S er u n bu en j u rista no es u na competencia, saber arbitrar la solu ción más j u sta o eq u itativ a entre dos personas enfrentadas por u n conflicto de carácter j u rí dico si es u na competencia. S in olv idar lo q u e debe ser siempre lo esencial, esto es, el programa y contenido de la asignatu ra, en esta gu í a se intenta aplicar u na metodologí a docente teórica y práctica orientada a q u e los alu mnos adq u ieran u nas capacidades o competencias concretas q u e lu ego serán ev alu adas; por ej emplo: saber resolv er problemas de aplicación de normas a casos concretos, sacar conclu siones j u rí dicas sobre casos reales, detectar la mala aplicación de normas, u tiliz ar el mé todo crí tico en la aplicación práctica del Derecho y otras mu chas. Estas competencias si son cu ltiv adas a los largo de la carrera generarán gradu ados competentes, esto es, personas idóneas o aptas para competir o ser elegibles en el mercado laboral. C O M PET EN C I A S GEN ER A LES : 1.- C apacidad para u tiliz ar los principios y v alores del derecho romano como herramienta de trabaj o en la interpretación del ordenamiento j u rí dico 2 .- C apacidad para el manej o de las fu entes j u rí dicas romanas (legales, j u rispru denciales y doctrinales) 3 .- A plicación de la conciencia crí tica en el análisis del ordenamiento j u rí dico romano y desarrollo de la dialé ctica j u rí dica 4 .- C apacidad de negociación y histórica del Derecho romano conciliación a tenor del contenido y ex periencia 5.-A plicación básica de la argu mentación j u rí dica a casos concretos O B J ET I V O S DE C O N O C I M I EN T O 1.- C apacidad de creación y estru ctu ración normativ a 2 .- C apacidad de redactar v álidamente escritos j u rí dicos. 3 .- Desarrollo y ex presión de la oratoria j u rí dica. 4 .-C apacidad de creación y estru ctu ra normativ a 5- Ex posición, raz onamiento lógico y argu mentación j u rí dica. X I- P R O G R A M A D E L A A S IG N A T U R A D E R E C H O R O M A N O BLOQUE 1: HISTORIA Y FUENTES DEL DERECHO ROMANO 1.1.- C oncepto de Derecho romano y su recepción. 1.2 .- Etapas histórico-polí ticas: M onarq u í a, R epú blica, Principado e I mperio A bsolu to y etapa J u stinianea. 1.3 .- F u entes del Derecho: M o r es m aio r u m , lex X I I T ab u lar u m , legislación comicial, edicto de los magistrados, senadoconsu ltos, in ter p r etatio p r u d en tiu m , constitu ciones imperiales, colecciones de I u s y leges y compilación j u stinianea. 1.4 .- T erminologí a y conceptos fu ndamentales. BLOQUE 2 : SUJ ETO DEL DERECHO, OBJ ETO DEL DERECHO Y DERECHO DE FAMILIA 2 .1.- S u j eto del Derecho: La persona.- C lases de personas: F í sica y J u rí dica (U n iv er s itas p er s o n ar u m y U n iv er s itas r er u m ) .- Personas fí sicas. R eq u isitos de la ` persona fí sica. La capacidad j u rí dica y capacidad de obrar: C au sas q u e modifican la capacidad de obrar.La mu erte como ex tinción de la persona fí sica. Personas j u rí dicas: concepto, clases, constitu ción, capacidad. Ex tinción. 2 .2 .- El obj eto del derecho. Las cosas y su clasificación. 2 .3 .- Derecho de familia: Persona s u i iu r is y alien i iu r is .- La familia agnatica y cognaticia.- Los poderes del p ater f am ilias : p atr ia p o tes tas .- La condición personal y patrimonial del f iliu s f am ilias : los pecu lios.- La adopción y la arrogación.- La emancipación.- La tu tela y la cu ratela. Los esponsales.- El matrimonio: R eq u isitos, I mpedimentos y ré gimen económico: la dote, los bienes ex tradotales, parafernales y las donaciones nu pciales.- Disolu ción del matrimonio.- El concu binato.- El contu bernio. BLOQUE 3 : P ROCEDIMIENTO CIV IL ROMANO 3 .1.- Protección de los derechos: la acción.- Los perí odos históricos del procedimiento romano. 3 .2 .- El procedimiento de las legis actio n is : C aracterí sticas.- C lases de acciones 3 .3 .- El procedimiento p er f o r m u lam : C aracterí sticas.- La fórmu la.- La sentencia y su ej ecu ción.- La protección j u rí dica ex traj u dicial. 3 .4 .- La co gn itio ex tr a o r d in em : C aracterí sticas.- La sentencia, su ej ecu ción y recu rsos de apelación. La A u diencia Episcopal. BLOQUE 4 : DERECHOS REALES 4 .1.- El patrimonio: concepto de derechos derechos reales. La propiedad y la posesión: Diferencias entre los Derechos reales y los Derechos de obligación.- La propiedad: concepto, historia y tipos históricos de propiedad, limitaciones legales y defensa j u dicial.- La copropiedad: concepto y reglamentación. - La posesión: C oncepto, elementos, tipos o clases, adq u isición, pé rdida e I nterdictos posesorios. 4 .2 .- Los modos de adq u irir la propiedad: M odos originarios: la ocu pación, la accesión, la especificación, la co n f u s s io y la co n m ix tio , la adq u isición del tesoro y la adq u isición de los fru tos.- M odos deriv ativ os: la m an cip atio , la in iu r e ces s io , la tr ad itio y la ad iu d icatio .- U s u cap io , la p r aes cr ip tio lo n gi tem p o r is , p r aes cr ip tio lo n gis s im i tem p o r is y la prescripción adq u isitiv a en el Derecho j u stinianeo. 4 .3 .- Los iu r a in r e alien a: Las serv idu mbres. C lases: S erv idu mbres prediales: R ú sticas y u rbanas.- S erv idu mbres personales: U su fru cto, q u as i u s u s f r u ctu s , el u so, la habitación, la o p er ae s er v o r u m y el an im aliu m .- S erv idu mbres irregu lares.- A cciones q u e protegen a las serv idu mbres.- La enfiteu sis.- El Derecho de su perficie. 4 .4 .- Los Derechos reales de garantí a: La f id u cia.- El p ign u s .- La h y p o th eca.C onstitu ción, contenido y ex tinción de la prenda y la hipoteca.- Plu ralidad de hipotecas.- H ipotecas priv ilegiadas.- A cciones. BLOQUE 5 : DERECHO DE OBLIG ACIONES 5.1.- T eorí a general de las obligaciones: C oncepto e historia de la obligación romana.- Elementos de la obligación.- La prestación: su s caracteres.- C lasificación de las obligaciones.- C u mplimiento e incu mplimiento de las obligaciones.- Garantí a de las obligaciones.- T ransmisión de las obligaciones.- Ex tinción de las obligaciones.- F u entes de las obligaciones. 5.2 .- S istema contractu al romano: C oncepto de contrato.- Elementos del contrato.Efectos.- C lasificación de los contratos. 5.3 .- C ontratos formales: M anifestaciones arcaicas de contratación solemne: el n ex u m .El contrato v erbal: la s tip u latio , I u s iu r an d u m lib er ti, d o tis d ictio .- A cciones de los contratos v erbales.- C ontratos literales: C h ir o gr ap h a, s y n gr ap h a.- Q u er ella n o n n u m er atae p ecu n iae. 5.4 .- C ontratos reales: El mu tu o: C oncepto, contenido y acciones. El F o en u s n au ticu m . El senadoconsu lto M acedoniano.- El comodato: C oncepto, contenido y acciones.- El depósito: C oncepto, contenido y acciones. F igu ras especiales de depósito: depósito necesario, secu estro y depósito irregu lar.- La prenda: C oncepto, contenido y acciones. 5.5.- C ontratos consensu ales: La comprav enta (em p tio v en d itio ) : C oncepto, req u isitos referentes a la cosa y al precio, obligaciones del v endedor y del comprador, acciones y cláu su las adicionales.- El arrendamiento ( lo catio co n d u ctio ) : C oncepto y tipos de arrendamiento: lo catio co n d u ctio r ei, o p er ar u m , o p er is f acien d i; obligaciones de las partes, acciones y la lex R h o d ia d e iactu .- El contrato de sociedad: C oncepto, contenido y acciones.- El contrato de mandato: C oncepto, contenido y acciones. 5.6 .- C ontratos innominados: C oncepto e historia de los contratos innominados.Elementos esenciales.- Principales contratos: aes tim atu m , p er m u tatio , p r ecar iu m . 5.7 .- Los cu asicontratos: La n ego tio r u m ges tio .- C o m m u n io enriq u ecimiento s in e cau s a: La doctrina de las co n d ictio n es . in cid en s .- El 5.8 .- Los Pactos: C oncepto y clases de pactos: P acta ad iecta, p acta p r aeto r ia y p acta legitim a.- El compromiso. 5.9 .- O bligaciones ex d elicto : O rigen histórico y delitos priv ados del iu s civ ile: f u r tu m , r ap in a, in iu r ia, d am n u m in iu r ia d atu m .- O tros actos ilí citos fu ente de obligaciones: el f r au s cr ed ito r u m y la acción Pau liana.- O bligaciones q u as i ex d elicto . BLOQUE 6 : DERECHO DE SUCESIONES 6 .1.- La su cesión m o r tis cau s a y la herencia: La su cesión u niv ersal m o r tis cau s a.H er es , h er ed itas y b o n o r u m p o s s es s io .- La delación de la herencia.- La adq u isición de la herencia.- F ase intermedia entre la delación y la adq u isición: H er ed itas iacen s .U s u cap io p r o h er ed e.- Efectos de la adq u isición de la herencia: S ep ar atio b o n o r u m , iu s ab s tin en d i, b en ef iciu m in v en tar ii.- C onsecu encias de la plu ralidad de herederos.Derecho de acrecer.- Partición.- C olación.- R epu diación de la herencia.- La protección procesal de los derechos su cesorios. 6 .2 .- La su cesión testamentaria: C oncepto del testamento romano.- C apacidad para testar.- H istoria de las formas de testamento.- T estamentos especiales.- El codicilo.C ontenido del testamento: La institu ción de heredero: C apacidad y modalidades.- Las su stitu ción: C oncepto y clases.- El legado: C oncepto, clases, su j etos y obj eto.A dq u isición del legado.- Limitación a la facu ltad de legar: La q u ar ta F alcid ia.- El prelegado.- El fideicomiso: C oncepto y ev olu ción histórica.- El fideicomiso de herencia.- S u stitu ción fideicomisaria.- F ideicomiso de familia y de residu o.- F idecomiso de libertad.- I nterpretación, ineficacia y rev ocación de las disposiciones testamentarias. 6 .4 .- La su cesión intestada: La su cesión ab in tes tato en general.- La su cesión intestada en la Ley de la X I I T ablas.- La su cesión intestada en el derecho del pretor.- Las reformas del Derecho I mperial.- La su cesión intestada en el Derecho j u stinianeo. 6 .5.- La su cesión forz osa: La llamada su cesión necesaria formal en el iu s civ ile.- La ex h er ed atio .- La p r aeter itio .- Las reformas pretorias.- El testamento inoficioso y la legí tima.- R eformas del Derecho j u stinianeo. X II.- B IB L IO G R A F Í A B Á S IC A R E C O M E N D A D A D E R E C H O R O M A N O P A R A E L C U R S O 2 0 1 1 -2 0 1 2 P O R E L Á R E A D E C A M A C H O EV A N GELI S T A , F ., C u r s o d e D er ech o R o m an o , v ol. I y I I , Granada (2 0 0 5). C A M A C H O EV A N GELI S T A , F ., H is to r ia d el D er ech o r o m an o y s u r ecep ció n en E u r o p a, Granada (2 0 0 2 ). C A M A C H O EV A N GELI S T A , F ., D er ech o P u b lico R o m an o , Granada (2 0 0 2 ). C A M A C H O EV A N GELI S T A , F ., E l n ego cio j u r í d ico (Granada 19 9 6 ). C A M A C H O EV A N GELI S T A , F ., C as o s , s u p u es to s y tex to s d e D er ech o r o m an o , Granada (19 9 5). DA Z A , J .,-R O DR Í GU EZ EN N ES , L., I n s titu cio n es d e D er ech o p r iv ad o r o m an o (M adrid 2 0 0 1). D’ O R S , A ., D er ech o p r iv ad o r o m an o , Pamplona (19 9 7 ). F ER N Á N DEZ B A R R EI R O , A . – PA R I C I O , J ., F u n d am en to s d e D er ech o p r iv ad o r o m an o , M adrid (2 0 0 2 ). F ER N Á N DEZ B A R R EI R O , A ., – R O DR Í GU EZ M O N T ER O , R ., C u es tio n es y cas o s p r á ctico s d e D er ech o r o m an o , V alencia (19 9 5). F ER N Á N DEZ DE B U J Á N , A ., D er ech o p ú b lico r o m an o y r ecep ció n d el D er ech o r o m an o en E s p añ a, E u r o p a e I b er o am é r ica, Ed. civ itas, M adrid (2 0 10 ). F ER N Á N DEZ DE B U J Á N , A ., D er ech o P r iv ad o R o m an o , Ed. iu stel, M adrid (2 0 10 ). F U EN T ES EC A , P., H is to r ia d el D er ech o R o m an o , M adrid (19 8 7 ). I GLES I A S , J ., D er ech o r o m an o . H is to r ia e I n s titu cio n es , M adrid (2 0 0 1). O R T EGA C A R R I LLO DE A LB O R N O Z , D er ech o P r iv ad o R o m an o , Ediciones del Genal, 2 ª ed. (2 0 0 7 ). O R T EGA C A R R I LLO DE A LB O R N O Z , P r á ctica j u r is p r u d en cial en D er ech o r o m an o y có d igo civ il, M álaga (2 0 0 3 ). PA N ER O , R ., D er ech o r o m an o , V alencia (2 0 0 0 ). PA R I C I O , A .-F ER N Á N DEZ B A R R EI R O , A ., H is to r ia d el D er ech o r o m an o y s u r ecep ció n eu r o p ea, M adrid (2 0 0 2 ). R A S C Ó N GA R C Í A , C ., M an u al d e D er ech o R o m an o , M adrid (19 9 2 ). S C H U LZ , F ., P r in cip io s d el D er ech o R o m an o , ed. C iv itas, M adrid (19 9 0 ). S C H U LZ , F ., D er ech o R o m an o C lá s ico , B osch (19 6 0 ) T O R R EN T , A ., M an u al d e D er ech o p r iv ad o r o m an o , Z aragoz a (19 9 5). T O R R EN T , A ., D er ech o p ú b lico r o m an o y s is tem a d e f u en tes , Z aragoz a (2 0 0 2 ). V O LT ER R A , E., I n s titu cio n es d e D er ech o P r iv ad o R o m an o , trad. Daz a M artí nez , J ., ed. C iv itas, M adrid (19 8 6 ). X III.- E N L A C E S D E IN T E R É S : w w w .L ocusC urt i s w w w .i ust el .com -C o r pu s Iu r i s ci v i l i s Iu s t i n i a n i . ( E d i ci ón G a r cí a d e l C o r r a l ) : ht t p : / / w w w .b i b l i oj uri d i ca.org/ l i b ros/ l i b ro.ht m? l = 6 0 0 ht t p : / / w w w .b i b l i oj uri d i ca.org/ l i b ros/ l i b ro.ht m? l = 6 0 1 ht t p : / / w w w .b i b l i oj uri d i ca.org/ l i b ros/ l i b ro.ht m? l = 6 0 2 ht t p : / / w w w .b i b l i oj uri d i ca.org/ l i b ros/ l i b ro.ht m? l = 6 0 3 ht t p : / / w w w .b i b l i oj uri d i ca.org/ l i b ros/ l i b ro.ht m? l = 6 0 4 ht t p : / / w w w .b i b l i oj uri d i ca.org/ l i b ros/ l i b ro.ht m? l = 6 0 5 -C ód i g o C i v i l e s pa ñ o l : http:/ / w w w .u cm.es/ info/ civ il/ j gstorch/ ley es/ cciv il.htm X IV .- A C T IV ID A D E S F O R M A T IV A S , M E T O D O L O G Í A D E E N S E Ñ A N Z A Y A P R E N D IZ A J E , S U R E L A C IÓ N C O N L A S C O M P E T E N C IA S Q U E D E B E A D Q U IR IR E L E S T U D IA N T E 1.- C LA S ES T EÓ R I C A S – PR ES EN C I A LES Es imprescindible q u e el alu mno reciba del profesor ex plicaciones orales q u e le ay u den a la comprensión de las institu ciones j u rí dicas. C ompletándose, de esta forma, con aq u ellos otros conocimientos q u e el estu diante adq u iera a trav é s de la bibliografí a recomendada. 2 .- PR Á C T I C A S La formación teórica irá progresiv amente acompañ ada de la resolu ción de casos prácticos, y a q u e la riq u ez a de casos prácticos contenidos en las fu entes romanas, así como el estu dio de las decisiones j u rispru denciales, permite ej ercitar la interpretación y la argu mentación j u rí dica como instru mentos esenciales en la formación j u rí dica. 3 .- S EM I N A R I O S , C O N F ER EN C I A S U O T R A S A C T I V I DA DES C omo complemento de las clases teóricas y prácticas. Por otro lado, es importante q u e, a lo largo del cu rso, los alu mnos tengan la oportu nidad de conocer a otros docentes e inv estigadores de otras u niv ersidades q u e enriq u ecerá su formación mediante conferencias u otras activ idades. A simismo se realiz aran u na serie de ej ercicios presenciales y no presenciales q u e se detallan en páginas posteriores. 4 .- A S I M I LA C I Ó N T U T O R IA S DE C O N O C I M I EN T O S PO R PA R T E DEL A LU M N O Y En conformidad con el EC T S , los alu mnos tendrán q u e contabiliz ar dentro de los cré ditos, las propias horas q u e ellos dediq u en a la asimilación de conocimientos. De ahí q u e las tu torí as adq u ieran u na may or relev ancia como asistencia personaliz ada del profesor al alu mno en orden a su formación. La raz ón de u nir en u n mismo apartado ambas cu estiones –asimilación y tu torí as- se debe a lo q u e req u iera cada alu mno, de manera q u e algu nos necesiten más nú mero de asimilación y menos tu torí as y otros, en cambio, a la inv ersa. 5.- C O N T R O L DE C O N O C I M I EN T O S X V .- E V A L U A C IÓ N , E X Á M E N E S Y S U T E M P O R A L IZ A C IÓ N A l ser la asignatu ra de Derecho R omano u na materia de 6 cré ditos q u e se imparte en el primer semestre del primer añ o del Grado en Derecho, la distribu ción de las u nidades didácticas y otras activ idades en horas y las fechas prev istas para el cu rso 2 0 11/ 2 0 12 serán las sigu ientes: D i s t r i b u ci ón d e h o r a s : H o r a s t o t a le s :1 5 0 1º .- C lases teóricas – presenciales: 4 7 horas 2 º .- Prácticas: 9 horas 3 º .- S eminarios, conferencias y otras activ idades similares: 2 0 horas 4 º .- A similación de conocimientos por parte del alu mno y tu torí as: 58 horas 5º .- C ontrol de conocimientos: 16 horas -EX A M EN F I N A L O F EB R ER O DE 2 0 12 . C O N V O C A T O R IA -EX A M EN EX T R A O R DI N A R I O : O R DI N A R I A DE F EB R ER O : DE DE S EPT I EM B R E DE 2 0 12 . (Tanto los exámenes como los ejercicios prácticos podrán ser objeto de rev isió n por parte del alu mno en el momento indicado) T ip o s d e e v a lu a c ió n y d e e x á m e n e s : La calificación tendrá dos componentes: a ) C o m po n e n t e d e l e x a m e n S e habrá de realiz ar u n ex amen escrito u oral. La calificación obtenida en el ex amen podrá alcanz ar hasta u n 7 0 % de la nota final de la asignatu ra, y por lo tanto con el ex amen se obtendrá u na calificación de 1 a 7 . b ) C o m po n e n t e d e l r e s t o d e a ct i v i d a d e s El resto de las activ idades llev adas a cabo por el alu mno (seminarios, trabaj os dirigidos, ej ercicios de au toev alu ación, lectu ras obligatorias, etc), dará lu gar a u na calificación q u e podrá alcanz ar el 3 0 % de la nota final, y por lo tanto se obtendrá u na calificación de 1 a 3 . A mbas calificaciones, la correspondiente al ex amen y la correspondiente al resto de activ idades desarrolladas por el alu mno, se su marán para obtener la nota final de la asignatu ra. S iempre y cu ando se hay an aprobado de forma au tónoma. C r i t e r i o s g e n e r a l e s d e e v a l u a ci ón y ca l i f i ca ci ón : ! " # $ % & # ' ( ) % * % X V I.-C R IT E R IO S C O N C R E T O S D E E V A L U A C IÓ N . C U R S O 2 0 1 1 -2 0 1 2 1º El ex amen parcial de las u nidades 1, 2 y 3 más el ex amen final de febrero de las u nidades 4 , 5 y 6 constitu y en el 7 0 % de la nota final. Es necesario su perar ambos ex ámenes para aprobar la asignatu ra. Las pru ebas teóricas aprobadas se gu ardan hasta la sigu iente conv ocatoria q u e será ex traordinaria y ha sido fij ada el de septiembre. En total se compu tarán 7 pu ntos como máx imo de la nota final. S i no se apru eban algu no de estos ex ámenes la nota final de j u nio será de su spenso y las medias con los ej ercicios del 3 0 % se harán en la conv ocatoria en la cu al se apru eben dichos ex ámenes. La fecha del ex amen parcial será a determinar y la del final ha sido fij ada el dí a de febrero por el decanato. 2 º El resto de ej ercicios prácticos presenciales y no presenciales correspondiente al Programa de prácticas constitu y en el 3 0 % de la nota final. S i no se apru eba la asignatu ra en la conv ocatoria ordinaria de febrero (por ej emplo por no haber su perado algu no de los ex ámenes teóricos) se gu arda la nota del 3 0 % para la conv ocatoria ex traordinaria de septiembre. En total 3 pu ntos como máx imo. Para compu tar esta parte de la nota final el alu mno debe: - R ealiz ar las activ idades de la Gu í a de T rabaj o au tónomo. -C u mplir con el Programa de prácticas. N o t a i m po r t a n t e : Para q u e sean v álidas las notas alcanz adas o la ev alu ación del 3 0 % de la nota final del Programa de prácticas antes se tendrá q u e presentar a final de cu rso la C arpeta de aprendiz aj e completa con las activ idades de trabaj o au tónomo. X V I. 1 .- T i po s d e e j e r ci ci o s pr e s e n ci a l e s y n o pr e s e n ci a l e s co r r e s po n d i e n t e s a l P r o g r a m a d e pr á ct i ca s a r e a l i z a r a l o l a r g o d e l cu r s o y cr i t e r i o s d e e v a l u a ci ón d e l o s m i s m o s : ( m á x i m o t o t a l 3 pu n t o s d e l a n o t a f i n a l ) 1.- A U T O EV A LU C I O N ES N O PR ES EN C I A LES DE T O DO R EA LI Z A DA S EN C A S A DU R A N T E EL C U R S O : de 0 a 0 .5 . EL PR O GR A M A 2 .- PR U EB A S DE EJ ER C I C I O S PR Á C T I C O S A PA R T I R DE N O V I EM B R E: de 0 a 1 pu nto. 3 .- T R A B A J O DE S Í N T ES I S Y C R Í T I C A DE C O N F ER EN C I A M A GI S T R A L: de 0 a 0 .5 . 4 .- T R A B A J O S DE LEC T U R A 0 .2 5. Y S Í N T ES I S DE F U EN T ES R O M A N A S : de 0 a 5.- T R A B A J O I N DI V I DU A L O EN EQ U I PO : 0 .2 5. 6 .A R Q JU R GR A V IS IT A GU I A DA U EÓ LO GO S C O N T Í DI C O DE LA S I N N A DA Y EN T R EGA A L M U S EO A R Q U EO R A T A DO S A L EF EC T S C R I PC I O N ES R O M A N DE T R A B A J O DE C O N C LÓ GI C O (I M PA R T I DA PO R O ) S O B R E EL C O N T EN I DO A S EN LA PR O V I N C I A DE LU S I O N ES : 0 .2 5 7 .- PR Á C T I C A S I N T ER DEPA R T A M EN T A LES O C O M PA R T I DA S . 0 .2 5 . T a b l a d e e q u i v a l e n ci a s s o b r e 7 : 2 = 3 = 1.4 7 .5 = 5.2 5 3 .5 8 .5 = 5.9 5 6 = 4 .2 9 .5 = 6 .6 5 4 = 5 = 2 .1 7 = 4 .9 2 .8 5.5 = 3 .8 6 .5= 4 .55 8 = 5.6 9 = 6 .3 1 0 = 7 A b r e v ia tu r a s : S = S U S PEN S O A = A PR O B A DO N = N O T A B LE S B = S O B R ES A LI EN T E X V II.- O R IE N T A C IO N E S S O B R E E L E S T U D IO D E F O R M A D E R E A L IZ A R L O S E X É M E N E S T E Ó R IC O S L A M A T E R IA Y L A C omo hemos dicho en páginas precedentes, más q u e en el aprendiz aj e memorí stico debemos basar el trabaj o en los esq u emas, en las lectu ras complementarias, así como en los apu ntes, la notas tomadas en clase y las q u e hay an serv ido para preparar los temas así como en las a ct i v i d a d e s d e t r a b a j o a u t ón o m o y el pr o g r a m a d e pr á ct i ca s . En este sentido, el proceso de estu dio basado solo en u nos apu ntes su fre u n proceso degenerativ o: el alu mno entiende menos de lo q u e el profesor ex plica, copia menos de lo q u e entiende, retiene menos de lo q u e copia, y por ú ltimo traslada al ex amen menos de lo q u e ha retenido. Es necesario ir a los tex tos y materiales aconsej ados. Libros básicos, manu al de preparación del programa de la asignatu ra, y libros complementarios, de ampliación de la materia obj eto de estu dio. T ambié n hay q u e tener en cu enta q u e no debemos aprender las cosas sólo de memoria, sino tambié n asimilarlas y raz onarlas. H ay aprender comprendiendo y de esta forma lu ego se pu ede memoriz ar. Los criterios q u e se tienen en cu enta para v alorar u n ex amen son el grado de comprensión y capacidad de ex plicación, nú mero de cu estiones q u e se tratan y q u e son contenido de la pregu nta. Y sobre todo rigor y claridad. Por tanto, es necesario saber redactar y ex plicar las pregu ntas, con especial cu idado y atención a las faltas de ortografí a. En los ex ámenes y pru ebas de ev alu ación, no div agar banalmente, ni ex tenderse demasiado –salv o q u e se trate de pru ebas tipo ensay o donde, por su propia natu ralez a, se ex ige gran ex tensión en la respu esta-, porq u e dificu lta la corrección y predispone negativ amente al profesor o corrector. Para el mej or aprendiz aj e de la materia el alu mno debe segu ir las orientaciones sigu ientes: - Debe realiz ar las activ idades de la Gu í a de trabaj o au tónomo. -Debe cu mplir con el Programa de prácticas. N ota importante: Para q u e sean v álidas las notas alcanz adas o la ev alu ación hasta el 3 0 % de la nota final del Programa de prácticas antes se tendrá q u e presentar a final de cu rso la C arpeta de aprendiz aj e completa con las activ idades de trabaj o au tónomo. X V III .- G U Í A D E T R A B A J O A U T Ó N O M O O R IE N T A D A A L E S T U D IO X V III.1 .- A ct i v i d a d e s a d e s a r r o l l a r po r e l a l u m n o 1º .- Los contenidos de la asignatu ra constan en forma secu encial, lo q u e le permitirá elaborar u na memoria de los mismos al final de cada capí tu lo. A ct i v i d a d : Elabore u na brev e memoria al final de cada tema ex plicado. 2 .- Lea pau sadamente el tex to básico, entienda, analice e interprete su s contenidos; detecte las ideas principales y secu ndarias, las definiciones, los conceptos. A ct i v i d a d : U na v ez leí do el tex to básico elabore resú menes brev es con estos elementos de cada tema ex plicado. 3 º .- Ex isten temas del programa mu y apropiados para elaborar esq u emas sistemáticos q u e sirv en al alu mno para tener u na v isión estru ctu ral de la materia y para alcanz ar u na ordenación mental de contenidos mu y ramificados. A ct i v i d a d : R ealice para los temas q u e indiq u e el profesor clasificaciones y esq u emas de mediante cu adros sinópticos y cu adros comparativ os. 4 .- I ndependientemente de q u e al final de cada capí tu lo u sted encontrará u na au toev alu ación q u e le permitirá poner en práctica todo lo estu diado y q u e tendrán calificación, se aportan tambié n para su trabaj o au tónomo u na serie de au toev alu aciones q u e se hallan solu cionadas con su s respu estas correctas y serv irán para repasar de otra forma los conocimientos q u e u sted ha asimilado. Estas, a diferencia de las primeras, no serán ev alu adas pero deberán constar en su carpeta de aprendiz aj e. El alu mno dispone de u n elenco de pregu ntas y respu estas correspondientes y tendrá q u e estu diarlas y repasarlas cu ando lo indiq u e el profesor para u n tema concreto pu es en base a las mismas se realiz arán debates cientí ficos en relación a dichas pregu ntas. A ct i v i d a d : C u ando el profesor lo indiq u e tras la ex plicación de u n tema del programa, deberán fu ndamentar las respu estas aportadas, tanto la v álida q u e está en negrilla como las falsas. Las 3 0 pregu ntas con respu esta están en el anex o a la gu í a de trabaj o au tónomo. X V III.1 .- C a r pe t a d e a pr e n d i z a j e . Es el soporte q u e recoge todas las activ idades realiz adas por el alu mno du rante el cu rso. Deberá ser presentada al profesor cu ando acu da a consu ltas, tu torí as, presentación de trabaj os correspondientes a la gu í a de trabaj o au tónomo. En la portada debe aparecer nombre y apellidos del alu mno, gru po al q u e pertenece. En ella deberá presentar u n í ndice de contenidos y de las activ idades distribu idas por U nidades didácticas. S e deberá cu idar mu y especialmente la presentación y la redacción (sintax is y ortografí a). S i su rge cu alq u ier du da antes o du rante la elaboración de la carpeta, deberá plantearla al profesor. Es req u isito prev io para q u e sean v álidas las notas alcanz adas en el programa de prácticas del 3 0 % presentar antes la C arpeta de prácticas completamente elaborada respecto a las activ idades antes descritas. X IX - A N E X O A L A G U ÍA D E T R A B A J O A U T Ó N O M O . 1º . - P REG UNTAS OBJ ETIV AS SOBRE SUP UESTOS P RÁ CTICOS I N S T R U C C I O N E S : C u ando el profesor lo indiq u e tras la ex plicación de u n tema del programa, deberán fu ndamentar las respu estas aportadas, tanto la v álida q u e está en negrilla como las falsas. 1.- C lau dio compra a T icio u n anillo de bronce crey endo q u e era de oro. ¿ Es v álido el negocio y por q u é ? a) N o e s v á l i d o , po r q u e a l t r a t a r s e d e e r r o r in substantia e l e r r o r a f e ct a a u n a cu a l i d a d e s e n ci a l d e l o b j e t o y s e g ú n U l pi a n o s i l a s u s t a n ci a r e s u l t a t o t a l m e n t e d i s t i n t a d e l a q u e s e pe n s a b a e l n e g o ci o e s n u l o , t a l co m o s u ce d e e n e l ca s o q u e n o s o cu pa . b) Es v álida la comprav enta pu es el error q u e afecta al obj eto no es esencial y a pesar de ser de otro material el obj eto sigu e siendo u n anillo. c) Es v álido el negocio pu es nos encontramos ante u n caso de er r o r in q u alitate, esto es u n error sobre u na cu alidad no esencial del obj eto q u e como afirma U lpiano no inv alida el negocio j u rí dico. d) N o es v álido el negocio j u rí dico al tratarse de u n er r o r in m ater ia. 2 .- C ay o, arru inado y lleno de deu das, decide regalar a su hermano C ornelio el ú nico bien q u e le q u eda: u na finca en la T oscana. Para ev itar sospechas de su s acreedores, firma u n docu mento en el q u e dice haber recibido de su hermano la cantidad de 10 0 0 0 sestercios. ¿ A nte q u e su pu esto nos encontramos y si es v alido? a) N os encontramos ante u n negocio j u rí dico simu lado siendo nu los tanto el negocio j u rí dico simu lado como el encu bierto. b ) E s u n d o n a ci ón s i m u l a d a co n u n a co m pr a v e n t a , s i e n d o n u l a l a co m pr a v e n t a y v á l i d a l a d o n a ci ón . c) S e trata de u na comprav enta declarada y por tanto v álida. d) C u alq u iera de los dos negocios es v álido. 3 .- Ex pliq u e q u e son los negocios j u rí dicos abstractos y ponga u n ej emplo. a) S on los negocios j u rí dicos carentes de forma como por ej emplo u na comprav enta. b) S on los negocios j u rí dicos q u e no están regu lados por el ordenamiento j u rí dico como su cedió con el contrato de leasing hace algu nos añ os. c) S o n l o s n e g o ci o s j u r í d i co s q u e pr o d u ce n u n e f e ct o j u r í d i co s i n co n e x i ón a u n a ca u s a a l a q u e q u e d a s u b o r d i n a d o e l n e g o ci o co m o l a m anc ip atio . d) S on los negocios j u rí dicos q u e req u ieren u na cau sa o finalidad a la q u e se su bordina el negocio j u rí dico como es el caso del arrendamiento. 4 .- ¿ Q u é es u n troz o de tierra q u e u na tormenta adhiere por riada a mi finca segú n la clasificación de las cosas como obj eto del derecho? a) b ) c) d ) R R es n ec m an cip i. R es in co n s u m ib le. R es ex tr a co m er ciu m . e s inm ue bl e a d q u i r i d a po r a cce s s i o 5.- ¿ Q u e son 10 sestercios pagados como renta dentro de la categorí a de la clasificación de las cosas como obj eto del derecho? a ) b ) c) d ) F r u R es R es R es t o ci v i l . n u lliu s . m an cip i. ex tr a p atr im o n iu m . 6 .- ¿ Q u é es u n derecho de cré dito segú n la clasificación de las cosas como obj eto del derecho? a) b) c) d ) R es principalis. R es accesoria. R e s i n co r po r a l i s . R es in tr a p atr im o n iu m . 7 .- ¿ Q u é es u na moneda de gran v alor nu mismático pero carente de v alor circu latorio en el mercado segú n la clasificación de las cosas como obj eto del derecho? a) b ) c ) d ) R es m an cip i. R es n u lliu s . R e s f ung ibil e . R es co n s u m ib le. 8 .- ¿ Q u é es u n cierv o q u e se adentra en el bosq u e pero q u e su ele v olv er a u na finca a comer segú n la clasificación de las cosas como obj eto del derecho? a) b ) c) d ) R e s intr a p R es m an cip R es ex tr a p R es co n s u m atr im o nium . i. atr im o n iu m . ib le. 9 .- La cap itis d em in u tio m in im a. ¿ A fecta a la capacidad j u rí dica o a la capacidad de obrar? a ) b) c) d) A f e ct a s ól o a l a ca pa ci d a d d e o b r a r . A fecta a la capacidad j u rí dica y a la capacidad de obrar. N o afecta a ningu na de ellas. A fecta solo a la capacidad j u rí dica. 10 .- C astor ante la dilatada du ración de u n pleito es nombrado secu estratario de u n obj eto de gran v alor. N o obstante C astor v e pertu rbada su situ ación de depositario j u dicial por A v aru s, patricio con fama de estafador y u su rero. ¿ Q u é tipo de poseedor es C astor y q u e medios de defensa j u dicial tiene? a) C astor es u n poseedor natu ral y por tanto no tiene ningú n medio j u dicial de defensa. b) C astor es u n poseedor interdictal pero no pu ede defenderse j u dicialmente. c) C a s t o r e s u n po s e e d o r a n óm a l o y pu e d e i n t e r po n e r e l inte r d ic tum d) C astor no es poseedor de ningú n tipo. utr ubi. 11.- M arco, ciu dadano romano, adq u iere por medio de u na tr ad itio u na y u nta de bu ey es q u e destina a labrar su fu ndo El R omeral. ¿ A dq u irió M arco de manera j u rí dicamente idónea la y u nta de bu ey es? a) b) c) d) S i, en el caso de q u e el su pu esto su ceda en é poca clásica. S i , e n e l ca s o d e q u e e l s u pu e s t o s u ce d a e n é po ca j u s t i n i a n e a . N o, si el caso su cede en é poca j u stinianea. S i, en cu alq u ier caso. 12 .- Lu cu lo al pasear por la play a encontró u nas v istosas conchas q u e cogió para sí . U na de ellas tení a en su interior u na perla q u e Lu cu lo no v ió. M ientras Lu cu lo v olv í a a su casa por el bosq u e cay ó al su elo la perla q u e no habí a v isto. El q u e si v ió la perla, dos horas despu é s, fu e Ennio q u e la cogió consciente de su v alor. ¿ Pu ede Ennio hacerse propietario de la perla q u e cae de u na de las conchas de Lu cu lo? a) N o pu ede porq u e esa perla pertenecí a a Lu cu lo al haber adq u irido por o ccu p atio la concha y por tanto todas las cosas q u e son accesorias de la misma, como es el caso de la perla. b) N o pu ede adq u irirla porq u e la perla tení a consideración de r es alicu iu s . c) S i pu e d e a d q u i r i r l a po r q u e a l f a l t a r l e a L u cu l o e l e l e m e n t o d e l anim us pa r a a d q u i r i r l a pe r l a po r o c c up atio , l a pe r l a t i e n e l a co n s i d e r a ci ón d e r e s nul l ius. d) S i pu ede adq u irirla pu es la perla es u na r es d er elictae. 13 .- Petru s tení a u na finca dedicada a la apicu ltu ra. S u cedió u n dí a q u e debido a la ex cesiv a proliferación de abej as en u na de las colmenas, y segú n costu mbre ancestral de estos insectos, u na de las reinas, antes de ser sacrificada, salió z u mbando (nu nca mej or dicho) en bu sca de otro lu gar, segu ida de u n importante enj ambre. Petru s env ió en su persecu ción a tres esclav os q u e pasado cierto tiempo perdieron de v ista al enj ambre. ¿ Perdió Petru s la propiedad del enj ambre? ¿ Q u é estima nu estro C ódigo civ il? a) N o lo perdió pu es au nq u e u n obj eto de nu estra propiedad no lo tengamos en posesión no por eso dej a de ser nu estro. S i a algu ien se le escapa su perro no por ello pierde la propiedad sobre el perro. N u estro C ódigo civ il sigu e el mismo principio. b) N o lo perdió a no ser q u e el enj ambre estu v iese dentro de los lí mites de la finca. A l igu al q u e nu estro C ódigo civ il art. 6 12 . c) C u alq u iera de las dos respu estas anteriores es v álida, d ) S í l o pe r d i ó d e s d e e l m o m e n t o q u e l o s e s cl a v o s d e j a r o n d e pe r s e g u i r a l e n j a m b r e a l i g u a l q u e n u e s t r o C ód i g o ci v i l a r t . 6 1 2 . 14 .- ¿ C ómo adq u iere los fru tos el u su fru ctu ario? a) P o r p e r c e p tio . b) Por s ep ar atio . c) Por co n s u m p tio d) Por acces s io 15.- ¿ C ómo adq u iere los fru tos el arrendatario? a) b) c) d) Por s ep P o r n in Por co n Por p er ar atio . g u n a fo r m a . s u m p tio . cep tio . 16 .- ¿ C ómo adq u iere los fru tos el poseedor de bu ena fe? a) b ) c) d) P o r c o nsum p Por s ep ar atio Por p er cep tio Por o ccu p atio tio . . . . 17 .- Defina q u e era la p r aes cr ip tio tr igin ta an n o r u m del Emperador T eodosio I I . a) U na forma de adq u irir la propiedad de los ciu dadanos romanos por el transcu rso del paso del tiempo por 3 0 añ os. b ) U n a f o r m a d e m a n t e n e r s e e n l a p o sse ssio d e u n o b j e t o a l d e ca e r o pr e s cr i b i r l a a cci ón d e l l e g í t i m o pr o pi e t a r i o po r h a b e r t r a n s cu r r i d o 3 0 a ñ o s. c) U n tipo de u s u cap io por el transcu rso del paso del tiempo por 3 0 añ os. d) U na forma originaria de adq u irir la propiedad. 18 .- M ev io, du eñ o del fu ndo C orneliano, se lo cedió a T icio en u su fru cto por u n plaz o de 2 0 añ os. ¿ Pu ede T icio transmitir su derecho de u su fru cto por actos in ter v iv o s o actos m o r tis cau s a? a) b ) c) d) S i, tan to p o r acto s in ter v iv o s co m o m o r tis cau sa. S ólo por actos in ter v iv o s . S olo por actos m o r tis cau s a. N o , n i po r a ct o s inte r v iv o s n i m o r tis c ausa. 19 .- A pio, necesitando dinero se lo pide a V alerio, pero é ste le ex ige u na garantí a. A pio dice q u e le dará u n rico collar de perlas como garantí a de la dev olu ción del cré dito. ¿ Dispone de algú n medio j u dicial el acreedor pignoraticio en el caso de q u e u n tercero le arrebate el collar entregado en prenda? a) N o dispone de ningú n medio j u dicial y es responsable ante A pio de la no dev olu ción del obj eto en el caso de q u e é ste abonara a tiempo su deu da. b) V alerio pu ede v alerse de la actio f u r ti. c) V alerio dispone de actio d o li. d) V a l e r i o d i s po n e d e i n t e r d i ct o s po s e s o r i o s a l s e r co n s i d e r a d o u n po s e e d o r i n t e r d i ct a l . 2 0 .- T icio comerciante y áv ido u su rero, prestó a Pau lo 50 0 0 ases para reformar su casa. Para consegu ir rápidamente el dinero, Pau lo hipotecó su casa para garantiz ar a T icio la dev olu ción del dinero. ¿ C u ántas relaciones j u rí dicas ex isten y cu ales son los su j etos activ os de las mismas? a) Ex iste u na relación j u rí dica: u na hipoteca siendo T icio el acreedor hipotecario y Pau lo el deu dor hipotecario. b) Ex iste u na relación j u rí dica: u na hipoteca siendo T icio el deu dor hipotecario y Pau lo el acreedor hipotecario. c) E x i s t e n d o s r e l a ci o n e s j u r í d i ca s : co m o d e r e ch o r e a l d e g a r a n t í a , u n a h i po t e ca y co m o co n t r a t o d e o b l i g a ci ón , u n m u t u o q u e e s t á g a r a n t i z a d o co n l a h i po t e ca . T i ci o e s a cr e e d o r h i po t e ca r i o y m u t u a n t e , po r o t r o l a d o P a u l o e s d e u d o r h i po t e ca r i o y m u t u a r i o . d) S olo ex iste u na hipoteca siendo T icio el acreedor hipotecario y Pau lo el deu dor hipotecario. 2 1.- S ignificado de la ex presión gen er a n o n p er eu n t en cu anto al cu mplimiento y ex igibilidad de la prestación. a) S ignifica q u e el gé nero no desaparece en el sentido de q u e siempre hay q u e cu mplir la prestación, independientemente del tipo de obj eto sobre el q u e recaiga la misma prestación. b) S ignifica q u e la prestación siempre es ex igible respecto a su cu mplimiento independientemente del obj eto. c) S i g n i f i ca q u e l o s g é n e r o s n o pe r e ce n , e s d e ci r , q u e a q u e l l a s pr e s t a ci o n e s cu y o o b j e t o co n s i s t e e n u n a co s a g e n é r i ca , e n ca s o d e q u e l a co s a s e pi e r d a , e l d e u d o r d e b e r á cu m pl i r i g u a l m e n t e co n o t r a co s a d e l m i s m o g é n e r o . d) S ignifica q u e el gé nero no perece en el sentido de q u e no hay q u e cu mplir la prestación en el caso de q u e el obj eto se pierda independientemente del gé nero del obj eto de la prestación. 2 2 .- S i u n depositario u sa el obj eto q u e le ha sido entregado para su cu stodia, incu rre en: a) b ) c) d ) C u lp a lev is . D o lu s . C u lp a lata. F ur tum usus. 2 3 .- ¿ C omo se realiz aban depósitos de dinero a los ar gen tar ii, por contrato de mu tu o o por contrato de depósito? a) Por contrato de mu tu o. b) Por contrato de depósito. c) P o r cu a l q u i e r a d e e l l o s pe r o s e g ú n l a pr o t e cci ón j u d i ci a l o b s e r v a d a e n l a s f u e n t e s r o m a n a s a l co n ce d e r s e l a ac tio d e p o siti c o ntr ar ia e n e s t o s ca s o s , pr e f e r e n t e m e n t e po r co n t r a t o d e d e pós i t o . d) Por ningu no de ellos pu es no estaba permitido pactar intereses en ningu na transacción bancaria ex ceptu ando el su pu esto del f aen u s n au ticu m o pré stamo a la gru esa. 2 4 . - ¿ Q u é significa la ex presión r es p er it em p to r is ? a) S i g n i f i ca q u e e n l a co m pr a v e n t a l a co s a pe r e ce pa r a e l co m pr a d o r e n e l ca s o d e q u e u n a v e z pe r f e cci o n a d o e l co n t r a t o s i l a co s a q u e t i e n e e n s u po d e r e l v e n d e d o r s e d e s t r u y e s i n s u cu l pa , a ú n a s í n o s e l i b e r a e l co m pr a d o r d e l pa g o . b) S ignifica q u e si se destru y e el obj eto q u e tiene el v endedor en su poder u na v ez perfeccionado el contrato de comprav enta, el comprador q u edará liberado de la obligación del pago del mismo. c) S ignifica q u e el obj eto pertenece al comprador u na v ez satisfecho el pago de la comprav enta. d) S ignifica la obligación q u e tiene el v endedor de cu idar el obj eto hasta la entrega u na v ez perfeccionado el contrato de comprav enta. 2 5.- F esto compró en u n mercado u n esclav o de magní fico aspecto por 2 0 0 sestercios. A los pocos dí as u na v ez comenz ados los trabaj os agrí colas en la finca de F esto, é ste descu bre como el esclav o está incapacitado para cu alq u ier trabaj o fí sico debido a q u e el esclav o padece u na enfermedad crónica mal cu rada. ¿ Pu ede F esto v alerse de algú n medio procesal para consegu ir u na indemniz ación del v endedor del esclav o? a) N o pu es y a se perfeccionó la comprav enta y por tanto F esto no pu ede ex igir nada al v endedor por ningú n medio j u dicial. b) N o , en to d o cas o F es to p u ed e s o licitar u n a r es titu tio in integru m. c) S i , F e s t o pu e d e i n t e r po n e r l a ac tio e m p ti pa r a e x i g i r u n a i n d e m n i z a ci ón po r v i ci o s o cu l t o s . d ) S í , F esto pu ede interponer la actio d o li para consegu ir la dev olu ción del precio. 2 6 .- ¿ En q u e se diferencia la lo catio -co n d u ctio de la em p tio v en d itio ? a) En q u e la lo catio -co n d u cio es u n contrato real y la em p tio -v en d itio u n contrato consensu al. b) En q u e en la lo catio -co n d u ctio se entrega la p o s s es s io ad in ter d icta del obj eto y en la em p tio v en d itio la p o s s es s io pací fica y definitiv a. c) En q u e la lo catio -co n d u cctio es u n contrato consensu al y la em p tio -v en d itio es u n contrato real. d ) E n q u e a d i f e r e n ci a d e l a e m p tio -v e nd itio , e n e l a r r e n d a m i e n t o e l u s o y d i s f r u t e d e l a co s a e s t e m po r a l y t a l u s o n o co n s t i t u y e u n a ap ta c ausa h abil is ad d o m inium tr ansf e r e nd um . 2 7 .- A ntonio mandatario de S empronio, recibe el encargo de é ste de comprar u na estatu a de mármol al escu ltor A u relio. ¿ Q u ié n está obligado a pagar el precio y a realiz ar la comprav enta y en q u e nombre? a ) E s t á o b l i g a d o a pa g a r A n t o n i o y a r e a l i z a r l a co m pr a v n o m b r e po r q u e e n R o m a n o e x i s t í a l a r e pr e s e n t a ci ón d b) Está obligado a pagar S empronio directamente a A comprav enta la realice A ntonio a nombre de S empronio. c) C u alq u iera de los dos está au toriz ado para pagar el comprav enta. d) S empronio tiene q u e entregarle el dinero a A ntonio prev é ste pu eda comprar la estatu a a nombre de su mandante. 2 8 .- ¿ Q u e significa la ex presión m an d atu m mandato? e n t a e n s u pr o pi o i r e ct a . u relio y q u e la precio y hacer la iamente para q u e tu a gr atia en relación a la v alidez del a) Q u e se pu eden hacer mandatos v álidos en beneficio ex clu siv o del mandatario. b) Q u e es v álido el mandato en beneficio ex clu siv o del mandante c) Q u e e l m a n d a t o e n b e n e f i ci o e x cl u s i v o d e l m a n d a t a r i o e s n u l o y e n t o d o ca s o co n s t i t u y e u n c o nsil ium n o o b l i g a t o r i o . d) Q u e el mandato es u n contrato basado en la amistad de ahí su significado etimológico deriv ado de m an u m d ar e o dar la mano. 2 9 .-¿ Q u e significa la ex presión E q u u u m d am n u m ? es t, u t cu iu s p ar ticip av it lu cr u m , p ar ticip et et a) S ignifica q u e no todos los socios se hacen cargo de las perdidas de la s o cietas . b) Q u e e s s ie n d o v á lid a la so c ie tas l e o nina s e g ú n la fá b u la d ju co po e s t o q u e e l q u e s e b e n e f i ci a t a m b i é n pa r t i ci pe d e l a s pe r d i d a s , n o n v e n ci ón q u e e x cl u y a a l s o ci o d e l a s pe r d i d a s y q u e s e l l a m a b a r s e m e j a n z a a l a s o ci e d a d q u e h i z o e l l e ón co n o t r o s a n i m a l e s E s o po . c) S ignifica q u e en el contrato de sociedad lo j u sto es q u e tanto las ganancias como las pé rdidas se repartan por igu al entre los socios. d) S ignifica q u e no todos los socios se hacen cargo de las pé rdidas en proporción a las ganancias q u e obtengan. 3 0 .- ¿ A nte q u e figu ra j u rí dica nos encontramos en el sigu iente su pu esto?: Y o manu mito al esclav o Estico para q u e tú manu mitas al esclav o Pánfilo. a ) N o s e n co n t r a m o s a n t e u n co n t r a t o i n n o m i n a d o d e pr e s t a ci ón r e cí pr o ca o f ac io ut f ac ias e n d o n d e u n a v e z q u e u n a pa r t e cu m pl e s u pr e s t a ci ón e n e s e m o m e n t o q u e d a o b l i g a d a l a o t r a pa r t e . b) N os encontramos ante u n contrato innominado de prestación recí proca o D o u t f acias en donde u na v ez q u e u na parte cu mple su prestación, en ese momento q u eda obligada la otra parte. c) N o nos encontramos ante ningu na figu ra v álida. d) N os encontramos ante u n pacto no obligatorio y atí pico. X X - P R O G R A M A D E P R Á C T IC A S X X .1 .- A u t o e v a l u a ci o n e s : I N S T R U C C I O N ES Y O B J ET I V O S : C u ando el profesor termine de ex plicar u n tema el alu mno deberá realiz ar la au toev alu ación correspondiente a ese tema y entregarla en la semana sigu iente de terminada la ex plicación de ese tema del programa T odas las au toev alu aciones serán ev alu adas con los pu ntos q u e constan en el apartado de esta Gu í a titu lado “ C r iter io s co n cr eto s d e ev alu ació n ” . S u pu ntu ación será de 0 a 0 .5 pu ntos. El sistema de au toev alu aciones proporciona a los alu mnos u n sistema q u e los prepara para la ev alu ación presencial facilitando el au tocontrol au tónomo y continu o de la asignatu ra. A demás tiene como obj etiv o q u e el alu mno v ay a dí a a dí a estando en contacto con la asignatu ra y q u e despu é s de cada ex plicación pu eda segu ir el contenido de la materia. Las au toev alu aciones las realiz an los alu mnos en su s domicilios tras las ex plicaciones de cada tema del programa de la asignatu ra, v alié ndose para ello de div erso material como son las propias ex plicaciones del profesor o los manu ales recomendados. - A u t o e v a l u a ci ón n º 1 . C o n ce pt o y e t a pa s H i s t ór i ca s N o m b r e y a pe l l i d o s : G r u po : 1º . C oncepto el derecho romano segú n A LB ER T A R I O . 2 º . Enu mere las etapas históricas del Derecho R omano. 3 º En la é poca arcaica ¿ Q u é era el iu s q u ir itar iu m ? 4 º ¿ Q u ienes fu eron los j u ristas más antigu os de R oma? 5º ¿ C on q u e forma polí tica coincide la etapa preclásica? 6 º ¿ Q u é v aloración merece hoy dí a la etapa preclásica? 7 º Destaq u e los hitos histórico-j u rí dicos de la etapa preclásica. 8 º ¿ C ómo su rgió la figu ra del p r aeto r p er egr in u s ? 9 º ¿ C on q u e forma polí tica coincide la etapa clásica y hasta cu ando du ra? 10 º ¿ Q u é era el iu s r es p o n d en d i ex au cto r itate p r in cip is ? 11º ¿ C u ál será, en la etapa postclásica, la ú nica fu ente del Derecho y a q u e su stitu y e? 12 º C aracterí sticas de la etapa J u stinianea. - A u t o e v a l u a ci ón n º 2 . L a l e y d e l a s X II T a b l a s . N o m b r e y a pe l l i d o s : G r u po : 1º ¿ Q u e v alor o importancia tiene la Ley de las X I I T ablas? 2 º Dé algu nas caracterí sticas del Derecho procesal en la Ley de las X I I T ablas. 3 º Derecho Penal: distinción entre cr im in a y d elicta. 4 º Los delitos de lesiones: regu lación. 5º ¿ Q u é era el f u r tu m ? - A u t o e v a l u a ci ón n º 3 . E d i ct o d e l pr e t o r y j u r i s pr u d e n ci a N o m b r e y a pe l l i d o s : G r u po : 1º ¿ Q u e era el iu s ed icen d i? 2 º C lases de edictos. 3 º ¿ Q u é era el iu s h o n o r ar iu m ?. 4 º ¿ Q u é era el iu s gen tiu m ? 5º ¿ Por q u é estaba constitu ido el iu s civ ile? 6 º I u s h o n o r ar iu m y iu s civ ile: relaciones y diferencias. 7 º La iu r is p r u d en tia: distinga entre r es p o n d er e , ager e y cav er e. 8 ª I nflu encia de Grecia en la j u rispru dencia. - A u t o e v a l u a ci ón n º 4 . E l s u j e t o d e l d e r e ch o . N o m b r e y a pe l l i d o s : G r u po : 1º Definición de persona. 2 º Defina q u e es la persona j u rí dica. 3 º Ex pliq u e la ficción j u rí dica del n as citu r u s . 4 º Defina capacidad j u rí dica y capacidad de obrar. 5º Defina y comente brev emente los artí cu los 2 9 y 3 0 del C ódigo civ il. - A u t o e v a l u a ci ón n º 5 . C a pa ci d a d j u r í d i ca y ca pa ci d a d d e o b r a r . N o m b r e y a pe l l i d o s : G r u po : 1º Defina capacidad j u rí dica y capacidad de obrar. 2 º Escriba u n ej emplo de capacidad j u rí dica y capacidad de obrar. 3 º Enu mere las cau sas modificativ as de la capacidad de obrar. 4 º Ex tinción de la personalidad: Presu nción de premoriencia y commorinecia. 5º Defina q u é es la cap itis d em in u tio y escriba u n ej emplo de cada u no de los tipos. - A u t o e v a l u a ci ón n º 6 . E l o b j e t o d e l d e r e ch o N o m b r e y a pe l l i d o s : G r u po : 1º ¿ Q u é son las r es co m m u n is o m n iu m ?. 2 º Diferencias entre r es s acr ae, s an ctae y r eligio s ae. 3 º Q u e significado tiene la palabra “ cosa” desde el pu nto de v ista j u rí dico? 4 º Defina q u e son cosas fu ngibles y no fu ngibles y ponga u n ej emplo. 5º C lasifiq u e las cosas enu meradas a continu ación en las categorí as correspondientes: -U n cierv o q u e se adentra en el bosq u e y q u e su ele v olv er a u na finca. -U n derecho de cré dito. 6 º ¿ Q u e significa el principio acces o r ia ced it p r in cip ali? - A u t o e v a l u a ci ón n º 7 . L o s d e r e ch o s r e a l e s . L a pr o pi e d a d . N o m b r e y a pe l l i d o s : G r u po : 1º Definición de iu r a in r e. 2 º Enu meración de los distintos derechos reales. 3 º Ex pliq u e q u e significa q u e los derechos reales son derechos absolu tos a diferencia de los derechos de obligación q u e son derechos relativ os. 4 º C ite cu áles eran los distintos té rminos referentes a la propiedad. 5º Definición completa del derecho de propiedad de los postglosadores. 6 º Definición doctrinal del derecho de propiedad. 7 º Enu mere los distintos tipos de propiedad en R oma. 8 º Enu mere los req u isitos del D o m in iu m ex iu r e Q u ir itiu m . 9 º Defina q u e es el co n d o m in iu m . - A u t o e v a l u a ci ón n º 8 . L a po s e s i ón . N o m b r e y a pe l l i d o s : G r u po : 1º ¿ Q u é significa q u e la posesión es u n f actu m mientras q u e la propiedad es u n derecho? 2 º Ex ponga y ex pliq u e los fu ndamentos de la protección posesoria. 3 º Ex pliq u e los tipos de posesión. 4 º C ite los su pu estos concretos inclu idos en cada u no de los tipos de posesión en base a las fu entes romanas. 5º Ex pliq u e q u e es an im u s en la posesión. 6 º Ex plicar y poner u n ej emplo de los denominados casos de posesión anómala. 7 º ¿ C omo se protege a los poseedores interdictales? - A u t o e v a l u a ci ón n º 9 . F o r m a s d e a d q u i r i r l a pr o pi e d a d . N o m b r e y a pe l l i d o s : G r u po : 1º ¿ En q u é consistí a la actio au cto r itatis ? 2 º Definición de in iu r e ces s io . 3 º ¿ C ómo se deberí a transmitir en la R oma clásica el d o m in iu m de u n esclav o? 4 º En caso de q u e se transmitiera la propiedad de u n esclav o mediante tr ad itio en la é poca j u stinianea, ¿ q u é ocu rrirí a? 5º Enu mere los req u isitos de la tr ad itio referentes al su j eto y q u e afectan a la estru ctu ra del negocio. 6 º ¿ Q u é significa q u e la m an cip atio llegó a conv ertirse en u na im agin ar ia v en d itio ? 7 º Ex pliq u e las tres consecu encias q u e se deriv an de u na m an cip atio . 8 º ¿ Para q u e tipos de cosas serv í a la ad iu d icatio ? - A u t o e v a l u a ci ón n º 1 0 . L a u s u ca pi o . N o m b r e y a pe l l i d o s : G r u po : 1º Ex pliq u e q u e es la iu s ta cau s a en la u su capio. 2 º Ex pliq u e q u é significa m ala f id es s u p er v in ien s n o n n o cet. 3 º ¿ C u ál es el plaz o de la u su capio en la Ley de las X I I tablas? 4 º Ex pliq u e u n caso en el q u e no ex ista mas medio para adq u irir la propiedad sobre u na cosa q u e mediante u su capión. 5º Defina q u e es el j u sto tí tu lo p r o s o lu to y p r o h er ed e. 6 º Diferencias entre u s u cap io civ ilis y p r aes cr ip tio lo n gi tem p o r is . 7 º ¿ Para q u e serv í a la posesión de 3 0 añ os en derecho j u stinianeo? a) C u ando hu biese comenz ado con b o n a f id es . b) C u ando hu biese comenz ado con m ala f id es . - A u t o e v a l u a ci ón n º 1 1 . S e r v i d u m b r e s r e a l e s . N o m b r e y a pe l l i d o s : G r u po : 1º Ex pliq u e el contenido del principio s er v itu s in f acien d o co n s is ter e n eq u it. 2 º Defina q u é son las serv idu mbres prediales. 3 º ¿ C ómo se pu ede saber si u na serv idu mbre es rú stica o u rbana? 4 º ¿ Q u é significa q u e u na serv idu mbre se ex tingu e por confu sión? 5º ¿ En q u é casos no se aplicarí a el principio d u o p r aed ia d eb en t es s e v icin a? 6 º Enu mere cu áles eran las principales serv idu mbres rú sticas de paso. 7 º C onstitu ción de las serv idu mbres reales. - A u t o e v a l u a ci ón n º 1 2 . E l u s u f r u ct o . N o m b r e y a pe l l i d o s : G r u po : 1º Definición de u s u f r u ctu s de Pau lo. 2 º ¿ Es transmisible el derecho real de u su fru cto? 3 º C ite las distintas interpretaciones de la ex presión s alv a r er u m s u b s tan tia. 4 º ¿ C ómo adq u iere los fru tos el u su fru ctu ario? 5º Defina estos té rminos: a) S u m m is s io . b) C au tio f r u ctu ar ia. 6 º Definición de u s u s . 7 º Definición de h ab itatio y ex plicación de su posible tr an s m is ib ilid ad o no. - A u t o e v a l u a ci ón n º 1 3 . D e r e ch o s r e a l e s d e g a r a n t í a . N o m b r e y a pe l l i d o s : G r u po : 1º Definición de fidu cia. 2 º ¿ C u ál era el principal inconv eniente o riesgo en la fidu cia? 3 º ¿ En q u e tiene su origen la hipoteca? 4 º ¿ En q u e consistí a el p actu m d e lex co m m is o r ia? 5º ¿ Q u é condición tení a el acreedor pignoraticio respecto al obj eto dado en prenda? 6 º Derechos del acreedor hipotecario. 7 º ¿ En q u e consistí a el p ign u s G o r d ian u m ? 8 º Defina q u e son la hipotecas priv ilegiadas y enu mere las q u e ex istieron en R oma. 9 º Defina q u e es el iu s o f f er en d i y la s u cces s io in lo cu m . 10 º ¿ C u ál es el principio romano q u e se aplica en el caso de plu ralidad de hipotecas? ¿ En q u e consistí a? - A u t o e v a l u a ci ón n º 1 4 . C o n t r a t o d e m u t u o y co m o a t o . N o m b r e y a pe l l i d o s : G r u po : 1º Definición de mu tu o. 2 º El mu tu o es u n contrato: Elij a y raz one las respu estas correctas. A . U nilateral B . B ilateral perfecto. C . B ilateral imperfecto. D. Gratu ito. E. O neroso. 3 º Diferencias entre mu tu o y comodato. 4 º S i el comodatario no se sirv e de la cosa segú n el u so pactado, y en su defecto, de conformidad a su propio u so y natu ralez a, incu rre en: A . D o lu s . B . I u s r eten tio n is . C . F u r tu m u s u s . D. C u lp a lev is . 5º R elación j u rí dica del comodatario respecto a la cosa dada en comodato. R az one la respu esta elegida. A . Poseedor ad in ter d icta. B . Poseedor ad u su capionem, C . Poseedor n atu r alis . D. D o m in u s ex iu r e Q u ir itiu m . 6 º Elij a u na respu esta y raz ónela. El comodato es u n contrato: A ) U nilateral. B ) B ilateral imperfecto. C ) B ilateral perfecto. D) O neroso. E) Gratu ito. - A u t o e v a l u a ci ón n º 1 5 . C o n t r a t o d e d e pós i t o . N o m b r e y a pe l l i d o s : G r u po : 1º Definición de contrato de depósito. 2 º ¿ Q u e tipo de posesión es la depositario? 3 º ¿ Q u e titu laridad o req u isitos debe tener el depositante para constitu ir u n contrato de depósito? 4 º Elij a y raz one la respu esta correcta. El contrato de depósito es: A ) U n contrato oneroso. B ) U n contrato Gratu ito. C ) U n contrato sinalagmático perfecto. D) U n contrato sinalagmático imperfecto. 5º ¿ Q u é cosas pu eden ser obj eto de contrato de depósito? 6 º El secu estratario ¿ q u e tipo de condición j u rí dica tiene respecto a la cosa depositada? R az one la respu esta. A ) Propietario bonitario. B ) Poseedor ad u s u cap io n em . C ) Poseedor ad interdicta. D) Poseedor anómalo. - A u t o e v a l u a ci ón n º 1 6 . C o n t r a t o d e co m pr a v e n t a . N o m b r e y a pe l l i d o s : G r u po : 1º Definición de la comprav enta. 2 º Elij a y raz one las respu estas correctas. La comprav enta es u n contrato: A ) B ilateral imperfecto. B ) Gratu ito. C ) S inalagmático perfecto. D) O neroso. E) C onsensu al. 3 º ¿ Q u e significado tiene el té rmino ev in cer e? 4 º ¿ Q u é es la comprav enta de cosa fu tu ra? 5º ¿ Q u e significa q u e la comprav enta tiene su origen en dos s tip u latio n es independientes en relación al principio r es p er it em p to r is ? 6 º ¿ C u ales son los p acta ad iecta o claú su las q u e se pu eden añ adir a u na comprav enta? 7 º Ex pliq u e las obligaciones del v en d ito r . - A u t o e v a l u a ci ón n º 1 7 . C o n t r a t o d e a r r e n d a m i e n t o . N o m b r e y a pe l l i d o s : G r u po : 1º T ipos de lo catio -co n d u ctio y definición. 2 º A l arrendatario de cosa se le concede: A ) La propiedad interdictal del obj eto. B ) La posesión interdictal de la cosa. C ) La mera tenencia o posesión natu ral de la cosa. D) La posesión civ il de la cosa. 3 º O bligaciones del lo cato r en el arrendamiento de cosa. 4 º O bligaciones del co n d u cto r en el arrendamiento de cosa. 5º A cciones de la lo catio co n d u ctio r ei. 6 º Principal diferencia entre arrendamiento de serv icios y contrato de depósito. - A u t o e v a l u a ci ón n º 1 8 . C o n t r a t o d e s o ci e d a d y m a n d a t o N o m b r e y a pe l l i d o s : G r u po : 1º El contrato de s o cietas es u n contrato: A ) B ilateral imperfecto. B ) S inalagmático imperfecto. C ) B ilateral perfecto. D) Plu rilateral 2 º Derechos y obligaciones de los socios. 3 º A cciones del contrato de s o cietas . 4 º O rigen del té rmino m an d atu m . 5º obligaciones de las partes. 6 º Q u e significa la ex presión m an d atu m tu a gr atia y q u e consecu encias se deriv an. 7 º M an d atu m y representación. 8 º Para q u e serv í a la actio m an d ati co n tr ar ia X X .2 .- E j e r ci ci o s pr á ct i co s pr e s e n ci a l e s a pa r t i r d e n o v i e m b r e : u n a h o r a a l a se m a n a . I N S T R U C C I O N ES Y O B J ET I V O S : En la hora para clases prácticas presenciales el alu mno deberá realiz ar las prácticas planteadas por el profesor y q u e se concretarán respecto a su contenido a trav é s del tablón de Docencia o en la misma clase. Estos ej ercicios serán ev alu ados con los pu ntos q u e constan en el apartado de esta Gu í a titu lado “ C riterios concretos de ev alu ación“ . (De 0 a 1 pu nto). EL obj etiv o de estas prácticas será adq u irir las competencias descritas en esta Gu í a X X .3 .- T r a b a j o d e s í n t e s i s y cr í t i ca d e C o n f e r e n ci a m a g i s t r a l pr o y e ct a d a e n e l a u la . I N S T R U C C I O N ES Y O B J ET I V O S : En el mes de nov iembre se ofrecerá a los alu mnos u na conferencia magistral q u e será impartida por algu no de los catedráticos más prestigiosos de Derecho romano a niv el nacional e internacional. La conferencia será grabada por los serv icios au diov isu ales de la F acu ltad para proy ectarla posteriormente en el au la y realiz ar u n trabaj o de análisis sí ntesis y conclu siones. Disponemos y a de dos conferencias grabadas por lo q u e en caso se falta de presu pu esto se proy ectarán directamente. La idea es consegu ir u na v ideoteca con las conferencias de cada añ o. Estos ej ercicios serán ev alu ados con los pu ntos q u e constan en el apartado de esta Gu í a titu lado “ C riterios concretos de ev alu ación“ . De 0 a 0 .5. X X .4 .-L e ct u r a e i n t e r pr e t a ci ón d e f u e n t e s r o m a n a s I N S T R U C C I O N ES Y O B J ET I V O S : Estimados alu mnos, deberán hacer u n trabaj o de sí ntesis, comentario y conclu siones personales de las fu entes propu estas. En este ej ercicio se pretende tambié n q u e aprendan a manej ar las fu entes romanas en relación a su bú sq u eda y mediante su cita de referencia. U na v ez remitidos los trabaj os en las fechas indicadas en el T ablón de Docencia, serán además obj eto de Debate en la hora presencial destinada a clase práctica. Este tipo de prácticas las realiz arán cu ando lo indiq u e el profesor y respecto a los temas q u e mej or se presten a este tipo de activ idad. Estos ej ercicios serán ev alu ados con los pu ntos q u e constan en el apartado de esta Gu í a titu lado “ C riterios concretos de ev alu ación“ . (De 0 a 0 .2 5 pu ntos) F U EN T ES A T R A B A J A R : 1º .- PO S ES I Ó N : D. 4 1, 2 , 3 , 3 (Pau lu s). La pu eden encontrar en el C o r p u s I u r is C iv ilis I u s tin ian i digital ht t p : / / w w w .b i b l i oj uri d i ca.org/ l i b ros/ 2 / 6 0 2 / 1 0 .p d f 2 º .- F O R M A S DE A DQ U I R I R LA en el sigu iente PR O PI EDA D: D.4 1, 1, 4 4 link : (U lpianu s). La pu eden encontrar en el C o r p u s I u r is C iv ilis I u s tin ian i digital en el sigu iente link : ht t p : / / w w w .b i b l i oj uri d i ca.org/ l i b ros/ 2 / 6 0 2 / 1 0 .p d f 3 º .-.F O R M A S DE A DQ U I R I R LA PR O PI EDA D: D.4 1, 1, 5, 1 (Gaiu s). La pu eden encontrar en el C o r p u s I u r is C iv ilis I u s tin ian i digital en el sigu iente link : ht t p : / / w w w .b i b l i oj uri d i ca.org/ l i b ros/ 2 / 6 0 2 / 1 0 .p d f 4 º .-U S U C A PI O : I . 2 , 6 , Principio. La pu eden encontrar en el C o r p u s I u r is C iv ilis I u s tin ian i digital en el sigu iente link ht t p : / / w w w .b i b l i oj uri d i ca.org/ l i b ros/ 2 / 6 0 0 / 7 .p d f I u r is 5º .- S ER V I DU M B R ES : D.8 , 2 , 3 1 (I u lianu s). La pu eden encontrar en el C o r p u s C iv ilis I u s tin ian i digital en http:/ / biblio.j u ridicas.u nam.mx / libros/ 2 / 6 0 0 / 2 8 .pdf en el sigu iente link 6 º .- C O N T R A T O S R EA LES : D. 16 , 3 . 1 Principio (U lpianu s). La pu eden encontrar el C o rp u s I u r is C iv ilis I u s tin ian i http:/ / biblio.j u ridicas.u nam.mx / libros/ 2 / 6 0 0 / 3 9 .pdf digital en el sigu iente link : 7 º .- C O N T R A T O S C O N S EN S U A LES : D.18 , 6 , 15 (Gaiu s). La pu eden encontrar en el C o r p u s I u r is C iv ilis I u s tin ian i digital en el sigu iente link : ht t ht t p : / / w w w .b i b l i oj uri d i ca.org/ l i b ros/ 2 / 6 0 0 / 4 3 .p d f 8 .- C O N T R A T O S C O N S EN S U LES : I . 3 , 2 6 , 8 . La pu eden encontrar en el C o r p u s I u r is C iv ilis I u s tin ian i digital http:/ / biblio.j u ridicas.u nam.mx / libros/ 2 / 6 0 0 / 9 .pdf en el sigu iente link : X X .5 .- T r a b a j o i n d i v i d u a l o e n e q u i po s o b r e l o s D e r e ch o s r e a l e s . I N S T R U C C I O N ES Y O B J ET I V O S : S erán indicadas las instru cciones y obj etiv os en clase. Estos ej ercicios serán ev alu ados con los pu ntos q u e constan en el apartado de esta Gu í a titu lado “ C riterios concretos de ev alu ación“ . (De 0 a 0 .2 5) X X .6 .- V i s i t a g u ia d a a l M u se o A r q u e o l óg i co d e G r a n a d a (d ir ig id a po r pr e s t i g i o s o a r q u e ól o g o co n t r a t a d o a l e f e ct o ) s o b r e e l co n t e n i d o j u r í d i co d e l o s r e s t o s e pi g r á f i co s r o m a n o s h a l l a d o s e n t r a b a j o d e co n cl u s i o n e s . I N S T R U C C I O N ES Y la pr o v i n ci a d e G r a n a d a y e n t r e g a d e O B J ET I V O S : U n dí a por determinar acu diremos al mu seo A rq u eológico de Granada en donde dos prestigiosos arq u eólogos q u e han colaborado con esta iniciativ a en los ú ltimos 3 añ os y q u e han dirigido las ex cav aciones de mu chos y acimientos romanos, nos ex plicarán la romaniz ación en la prov incia de Granada y nos desv elarán los secretos q u e gu ardan mu chas inscripciones romanas, algu nas de decisiv o interé s j u rí dico y fiscal. U stedes tendrán q u e entregar a los pocos dí as u n trabaj o de sí ntesis sobre las ex plicaciones recibidas y en donde ex pondrán las conclu siones personales q u e elaboren así como los interrogantes o du das q u e estimen oportu nas. Estos ej ercicios serán ev alu ados con los pu ntos q u e constan en el apartado de esta Gu í a titu lado “ C riterios concretos de ev alu ación“ . (De 0 a 0 .2 5) X X .7 .- P r á ct i ca s i n t e r d e pa r t a m e n t a l e s o co m pa r t i d a s . I N S T R U C C I O N ES Y O B J ET I V O S : Por determinar su contenido, área de colaboración y fecha. S egu ramente se realiz arán con el departamento de H istoria del Derecho q u e es la asignatu ra más afí n a la nu estra por su contenido. Estos ej ercicios serán ev alu ados con los pu ntos q u e constan en el apartado de esta Gu í a titu lado “ C riterios concretos de ev alu ación“ . (De 0 a 0 .2 5) X X I.-P R Á C T IC A A D Q U IS IC IÓ N E J E R C IC IO Y D E F IN A L P E R S O N A L E S . D E T E C T A R C O M P E T E N C IA S D E P R Á C T IC A P O S T E R IO R P A R A D E B A T E C O N P O R S O L U C IÓ N C IE N T Í F IC O Y L A P A R T E P R O P U E S T A E N T R E G A D E E V O L U C IÓ N D E L P A R A Y A L U M N O . E S T U D IO C O N C L U S IO N E S S omos conscientes de q u e se plantea en este ej ercicio práctico u na problemática mu y abierta, su bj etiv a e interpretable en donde pu eden ex istir respu estas v ariadas y no cerradas, lo q u e pu ede prov ocar el error del alu mno. S in embargo este es el obj etiv o del ej ercicio: hacer aflorar en el alu mno habilidades y competencias y lograr q u e el alu mno llegu e por sí mismo a su s propias conclu siones a pesar de q u e sean discu tibles o inclu so eq u iv ocadas. C on este ej ercicio práctico se comprobará si el alu mno ha adq u irido algu nas de las principales competencias q u e son obj etiv o primordial de la asignatu ra. S e trata tambié n de fomentar la crí tica cientí fica y q u e el alu mno llegu e a pensar por sí mismo cu al au té ntico j u rista en la resolu ción de u na problemática de eté rea natu ralez a y de discu tible resolu ción. Este tipo de su pu esto práctico es interesante en el marco del EEES pu es se trata de consegu ir entrenar al alu mno en u na serie de habilidades fomentando la capacidad crí tica y además serv irá como antesala de u n posterior ej ercicio práctico de debate cientí fico presencial q u e fav orez ca el intercambio y la transferencia cientí fica en raz ón del análisis crí tico y todo gracias a la riq u ez a del casu ismo romano. La clav e de este su pu esto práctico está en interpretar tanto las fu entes romanas como la legislación actu al aportada así como la bibliografí a propu esta y u na v ez analiz adas estas fu entes, responder a las cu estiones planteadas. Las respu estas serán el resu ltado de q u e el alu mno detecte u na serie de principios j u rí dicos q u e su stentan las respectiv as solu ciones y decidan en base a su raz onamiento personal la solu ción mas eq u ilibrada. E l e j e r ci ci o s e a po r t a co n s o l u ci ón pr o pu e s t a po r e l pr o f e s o r . E o pi n i ón r a P o s te r io r m d e b e r á pa r l a l u m n o t e n d r á q u e r e s o l v e r l a s pr e g u n t a s po r s u cu e n t a e x po n i e n d o s u z o n a d a y s u s r e f l e x i o n e s s o b r e l a s pr e g u n t a s a po r t a d a s y r e s u e l t a s . e n t e s e r e a l i z a r á u n d e b a t e e n h o r a pr e s e n ci a l e n d o n d e ca d a a l u m n o t i ci pa r . A u tor: M A N U EL C A M A C H O DE LO S R Í O S M a t e r i a : D e r e ch o pr i v a d o r o m a n o T í t u l o : C o n t r a t o d e m a n d a t o s i n i n s t r u cci o n e s o i n ci e r t o . P la n t e a m ie n t o M arcelo, amigo de C rasu s, recibe de é ste mediante contrato de mandato el encargo de comprar el fu ndo C orneliano al mej or precio posible. I. C u e s t i o n e s 1.- Ex poner y comentar los principios j u rí dicos aplicables al mandato sin instru cciones en base a las fu entes romanas en correspondencia con nu estro C ódigo civ il. C onclu ir respecto a cada principio j u rí dico los comentarios q u e estime conv enientes. 2 º . A l no indicarse el precio por el q u e tiene M arcelo tiene q u e comprar el predio y teniendo en cu enta la ex cesiv a libertad de actu ación q u e dicha falta de instru cciones conllev a, responder si es v álido este contrato de mandato en base a la declaración de v olu ntad del mandante y a la falta de instru cciones o si el obj eto del contrato no está lo su ficientemente determinado 3 º C omentar las posibles v entaj as o desv entaj as de los artí cu los 2 54 , 2 55 y 2 6 0 del C ódigo de C omercio, el parágrafo 6 6 5 del B GB alemán y de C .5, 13 .1.5 con respecto al C ódigo civ il. II. B i b l i o g r a f í a : -A R A N GI O R U I Z , I l m an d ato in D ir itto r o m an o , N apoli 19 6 5. -A LA N W A T S O N , C o n tr act o f m an d ate in R o m an L aw , O x fod 19 6 1. -A LB A N ES S E, “ I u diciu m contrariu m e ignominia nel mandato” , I u r a 2 1 ( 1 9 7 0 ) p . 1 ss. -B ES ELER , Beiträge zur Kritik der Römischen Rechtquellen, Tübingen 1 9 1 0 . -C A M A C H O D E L O S R I O S , M . , E l ma nda tum incertum, en P r o bl em á t ic a d el d er ec h o r o m a no a nt e l a im p l a nt a c ió n d e l o s nu ev o s p l a nes d e es t u d io s , J a é n, 1 9 9 9 , p p .1 3 7 s s . -D O N A TU TI , “M a nd a t o inc er t o ”, Bulletino ( R o m a 1 9 2 4 ) p p . 1 6 8 -2 0 3 D ell´ I stituto de D iritto Ro ma no 3 3 -L E Ó N A L O N S O , “C o m ent a r io a l a r t í c u l o 1 7 1 9 ”, C o menta rio del có digo civ il . M inisterio de J usticia . 2 ( M a d r id 1 9 9 1 ) p p . 1 5 4 8 -1 5 5 0 . -L O N G O , “S u l m a nd a t o inc er t o ”, S critti in o no re di C . F errini 2 ( M il a no 1 9 4 8 ) p p . 1 3 8 -1 4 9 . -M A R TI N R E TO R TI L L O , “R es p o ns a bil id a d d el m a nd a t a r io p o r no a j u s t a r s e a l a s ins t r u c c io nes d el m a nd a nt e”, R. D . P . ( 1 9 5 3 ) p p . 7 3 2 -7 3 6 . -M U R I L L O , L a resp o nsa b ilida d del ma nda ta rio en el ma nda tum incertum, A c t a s d el X I C o ngr es o int er na c io na l y X I I I ber o a m er ic a no d e D er ec h o R o m a no , el D er ec h o C o m er c ia l , d e R o m a a l D er ec h o m o d er no , B u r go s 2 0 0 1 p p .4 4 5 -4 6 9 -V O C I , L e o b liga zio ne ro ma ne, M il a no 1 9 6 9 . II. I. Manuales docentes: -B O N F A N TE , P , I nstitucio nes de derecho ro ma no , 5 ª E d ic . M a d r id , 2 0 0 2 . -C A M A C H O E V A N G E L I S TA , F , C urso de derecho ro ma no , G r a na d a 2 0 0 5 . -TO R R E N T, M a nua l de D erecho P riv a do Ro ma no , Z a r a go z a 2 0 0 2 . -V O L TE R R A , I nstitucio nes de derecho r eim p r es ió n 1 9 9 1 . p riv a do ro ma no , t r d . es p . M a d r id III. F uentes r om anas di g i tali z adas I I I . 1 . L egis l a c ió n r o m a na http: / / the l a ti n l i b r a r y . c o m / i u s . htm l I I I . 2 C o r p u s I u r is C iv il is I u s t inia ni ( E d .G a r c í a d el C o r r a l ) http: / / w w w . b i b l i o j u r i d i c a . o r g / l i b r o s / l i b r o . htm ? l = 6 0 0 http: / / w w w . b i b l i o j u r i d i c a . o r g / l i b r o s / l i b r o . htm ? l = 6 0 1 http: / / w w w . b i b l i o j u r i d i c a . o r g / l i b r o s / l i b r o . htm ? l = 6 0 2 http: / / w w w . b i b l i o j u r i d i c a . o r g / l i b r o s / l i b r o . htm ? l = 6 0 3 http: / / w w w . b i b l i o j u r i d i c a . o r g / l i b r o s / l i b r o . htm ? l = 6 0 4 http: / / w w w . b i b l i o j u r i d i c a . o r g / l i b r o s / l i b r o . htm ? l = 6 0 5 I I I .3 . C ó d igo C iv il E s p a ñ o l : h t t p :/ / w w w .u c m .es / inf o / c iv il / j gs t o r c h / l ey es / c c iv il .h t m IV . F uentes r om anas p r op uestas y leg i slaci ó n actual -D .1 7 , 1 , 5 ( P a u l u s X X X I I a d E d i c t u m ) D iligenter igitur f ines ma nda ti custo diendi sunt; na m qui ex cessit, a liud quid f a cere v idetur. ( S e ha n de seguir diligentemente la s instruccio nes recib ida s, p o rque el que se ex cede de ella s se co nsidera que se ex tra limita ) C o nsidera r el a rtí culo 1 7 1 4 tra sp a sa r lo s lí mites del ma nda to ” d e l C ó d ig o c i v i l : “ E l ma nda ta rio no p uede -D . 1 7 , 1 , 4 6 ( P a u l u s X X X I I a d E d i c t u m ) ( E s t e p a s a j e a c o ns u l t a r p o r el a l u m no es c u es t io nes p l a nt ea d a s es t a bl ec iend o u na s r egl a l o s m a nd a t o s . A ef ec t o s d e u na m ej o r c o m p r es s e s int et iz a a c o nt inu a c ió n d ic h o p a s a j e en l a s t eno r l it er a l d el t ex t o J u s t inia neo ) : tá d s bá ió n s igu ir ec t a s ic a s d el m ient es m ent e r el a c io na d o c o n l a s a s egu ir en l a ej ec u c ió n d e is m o p o r p a r t e d el a l u m no , c o nc l u s io nes ex t r a í d a s d el 1 º C u a nd o el m a nd a t o es d et er m ina d o s e d eben c u m p l ir d il igent em ent e l a s ins t r u c c io nes r ec ibid a s y el m a nd a t a r io no p u ed e a p a r t a r s e d e l o d ec l a r a d o p o r el m a nd a nt e. C o ns id er a r p r im er a p a r t e d el ar t. 1 7 1 9 C ó di g o ci v i l: “E n la ej ecució n del ma nda to ha de a rregla se el ma nda ta rio a la s instruccio nes recib ida s” 2 º C u a nd o el m a nd a t o es ind et er m ina d o , c o n f a l t a d e ins t r u c c io nes o t a l q u e p u ed a s er r ea l iz a d o d e f o r m a s d is t int a s , t iene el m a nd a t a r io l iber t a d p a r a ej ec u t a r l o , inc l u s o r ea l iz a nd o u na p r es t a c ió n d is t int a d e l a c o nc ebid a en el m a nd a t o , s iem p r e q u e c o nl l ev e v ent a j a p a r a el m a nd a nt e. C o ns id er a r ar t. 1 7 1 5 C ó di g o ci v i l:”N o se co nsidera n tra sp a sa do s lo s lí mites del ma nda to si f uese cump lido de una ma nera ma s v enta j o sa p a ra el ma nda nte que la señ a la da p o r este. ” -B asi li cos. 1 4 , 1 , 4 8 sch .1 0 . E n es t e t ex t o s e es t a bl ec e s egú n el t eno r l it er a l d el m is m o l a s s igu ient es c o nc l u s io nes : L a d et er m ina c ió n d el m a nd a t o inc ier t o o s in ins t r u c c io nes s u f ic ient es s e d ej a en m a no s d el m a nd a t a r io , el c u a l d eber á a c t u a r b o ni v iri a rb itra tus. C o ns id er a r s egu nd a p a r t e d el ar t. 1 7 1 9 del C ó di g o ci v i l: ”a f a lta de ella s ( l a s ins t r u c c io nes ) , ha rá ( el m a nd a t a r io ) to do lo que, segú n la na tura leza del nego cio , ha rí a un b uen p a dre de f a milia ” . -C . 5 , 1 3 , 1 , 5 ( I m p e r a t o r I u s t i n i a n u s a . 5 3 0 ) D el t ex t o l a t ino s e es t a bl ec e el s igu ient e p r inc ip io : “en el m a nd a t o el m a nd a t a r io d ebe c o ns id er a r l a v o lunta s d el m a nd a nt e p r es u m ibl e y no s ó l o a q u el l a d ec l a r a d a ”. - A r t. 2 5 4 del C ó di g o de com er ci o: “E l co misio nista que en el desemp eñ o de su ca rgo se suj ete a la s instruccio nes recib ida s del co mitente, queda rá ex ento de to da resp o nsa b ilida d p a ra co n é l” . -A r t. 2 5 5 del C ó di g o de com er ci o: ”E n lo no p rev isto y p resente ex p resa mente p o r el co mitente, deb erá el co misio nista co nsulta rle, siemp re que lo p ermita la na tura leza del nego cio . M a s si estuv iese a uto riza do p a ra o b ra r a su a rb itrio , o no f uere p o sib le la co nsulta , ha rá lo que dicte la p rudencia y sea má s co nf o rme a l uso del co mercio , cuida ndo del nego cio co mo p ro p io ”. -A r t. 2 5 8 del C ó di g o de com er ci o: “ E l co misio nista que sin a uto riza ció n ex p resa del co mitente, co ncerta re una o p era ció n a p recio s o co ndicio nes ma s o nero sa s que la s co rrientes en la p la za a la f echa en que se hizo , será resp o nsa b le a l co mitente del p erj uicio que p o r ello le ha y a irro ga do ” . -A r t. 2 6 0 del C ó di g o de com er ci o: “ E l co misio nista co munica rá f recuentemente a l co mitente la s no ticia s que interesen a l b uen é x ito de la nego cia ció n, p a rticip á ndo le p o r el co rreo del mismo dí a , o del siguiente, en que hub ieren tenido luga r, lo s co ntra to s que hub iese celeb ra do ”. -P ar á g r af o 6 6 5 del B G B A lem á n: “E l ma nda ta rio está a uto riza do a sep a ra rse de la s indica cio nes del ma nda nte. E l ma nda ta rio , a ntes de la sep a ra ció n, ha de a v isa r a l ma nda nte y esp era r la decisió n del mismo , si co n la esp era no v a unido un riesgo ” V . S oluci ó n p r op uesta N ota aclar ator i a S e d il u c id a en es t a p r á c t ic a l a v a l id ez d e u n c o nt r a t o d e m a nd a t o en d o nd e l a d ec l a r a c ió n d e v o l u nt a d d el m a nd a nt e o t o r ga u n a l t o gr a d o d e l iber t a d y d is c r ec io na l id a d a l m a nd a t a r io a l a h o r a d e a c t u a r p u d iend o s u r gir en c o ns ec u enc ia p o s ibl es ef ec t o s a d v er s o s o no d es ea d o s p o r el m a nd a nt e. I gu a l m ent e s e int ent a q u e s e a na l ic en l o s p r inc ip io s q u e s u s t ent a n l a s p o s ibl es s o l u c io nes en ba s e a l a s f u ent es r o m a na s y l a r egl a m ent a c ió n c o nt enid a en el C ó d igo c iv il y en el C ó d igo d e c o m er c io . L a c l a v e d e es t e s u p u es t o p r á c t ic o es t á en int er p r et a r t a nt o l a s f u ent es r o m a na s c o m o l a l egis l a c ió n a c t u a l a p o r t a d a a s í c o m o l a bibl io gr a f í a p r o p u es t a y u na v ez a na l iz a d a s es t a s f u ent es , r es p o nd er a l a s c u es t io nes p l a nt ea d a s . L a s r es p u es t a s s er á n el r es u l t a d o d e q u e el a l u m no d et ec t e u na s er ie d e p r inc ip io s j u r í d ic o s q u e s u s t ent a n l a s r es p ec t iv a s s o l u c io nes . S o m o s c o ns c ient es d e q u e s e p l a nt ea u na p r o bl em á t ic a m u y a bier t a , s u bj et iv a e int er p r et a bl e en d o nd e p u ed en ex is t ir r es p u es t a s v a r ia d a s y no c er r a d a s , l o q u e p u ed e p r o v o c a r el er r o r d el a l u m no . S in em ba r go es t e es el o bj et iv o d el ej er c ic io : h a c er a f l o r a r en el a l u m no h a bil id a d es y c o m p et enc ia s y l o gr a r q u e el a l u m no l l egu e p o r s í m is m o a s u s p r o p ia s c o nc l u s io nes a p es a r d e q u e s ea n d is c u t ibl es o inc l u s o eq u iv o c a d a s . S e t r a t a t a m bié n d e f o m ent a r l a c r í t ic a c ient í f ic a y q u e el a l u m no l l egu e a p ens a r p o r s í m is m o c u a l a u t é nt ic o j u r is t a en l a r es o l u c ió n d e u na p r o bl em á t ic a d e et é r ea na t u r a l ez a y d e d is c u t ibl e r es o l u c ió n. E s t e t ip o d e s u p u es t o p r á c t ic o es int er es a nt e en el m a r c o d el E E E S p u es s e t r a t a d e c o ns egu ir ent r ena r a l a l u m no en u na s er ie d e h a bil id a d es f o m ent a nd o l a c a p a c id a d c r í t ic a y a d em á s p u ed e s er v ir c o m o a nt es a l a d e u n p o s t er io r ej er c ic io p r á c t ic o d e d eba t e c ient í f ic o p r es enc ia l q u e f a v o r ez c a el int er c a m bio y l a t r a ns f er enc ia c ient í f ic a en r a z ó n d el a ná l is is c r í t ic o y t o d o gr a c ia s a l a r iq u ez a d el c a s u is m o r o m a no . 1 .- E x p oner y com entar los p r i nci p i os j ur í di cos ap li cab les al m andato si n i nstr ucci ones en b ase a las f uentes r om anas en cor r esp ondenci a con nuestr o C ó di g o ci v i l. E x p oner r esp ecto a cada p r i nci p i o j ur í di co los com entar i os q ue esti m e conv eni entes. 1 .1 E l p r im m a nd a t o h a y d ec l a r a c ió n m a nd a t a r io s er p r inc ip io q u e s egu ir d d e v o l u nt a d e ex t r a l im it a j u r í d ic o q u e d et ec t a m o s es el q u e d ef iend e q u e en el il igent em ent e l a s ins t r u c c io nes r ec ibid a s y c o nt enid a s en l a d el m a nd a nt e, en c a s o c o nt r a r io s e c o ns id er a q u e el . E s t e p r inc ip io f u nd a m ent a l d e c a r a a l a ej ec u c ió n d e l o s m a nd a t o s s e enc u ent r a r ec o gid o en D .1 7 , 1 , 5 q u e a f ir m a : “se ha n de seguir diligentemente la s instruccio nes recib ida s, p o rque el que se ex cede de ella s se co nsidera que se ex tra limita ” . E s t e p a s a j e d el D iges t o c o inc id e c o n nu es t r o C ó d igo c iv il a r t .1 7 1 9 q u e es t a bl ec e: “ E n la ej ecució n del ma nda to ha de a rregla rse el ma nda ta rio a la s instruccio nes recib ida s” . I gu a l m ent e t r a em o s a c o l a c ió n r es p ec t o a l a ej ec u c ió n d el m a nd a t o el C ó d igo c iv il q u e en s u a r t .1 7 1 4 es t a bl ec e: “ E l ma nda ta rio no p uede tra sp a sa r lo s lí mites del ma nda to ” . C om entar i o: D e l a s f u ent es a na l iz a d a s y d e l o s a r t s . 1 7 1 9 y 1 7 1 4 d el C ó d igo c iv il es t im a m o s q u e l o s l í m it es d el m a nd a t o es t á n f ij a d o s p o r l a d ec l a r a c ió n d e v o l u nt a d d el m a nd a nt e d e l a c u a l el m a nd a t a r io no p u ed e a p a r t a r s e. A d em á s d ebe s egu ir l a s ins t r u c c io nes r ec ibid a s c o n d il igenc ia . E s t a s s o n l o s p il a r es q u e s u s t ent a n y r igen a l m a nd a t o no r m a l . P er o t eniend o en c u ent a el c a s o p r á c t ic o q u e no s o c u p a en d o nd e no s e ind ic a el p r ec io d e c o m p r a d el f u nd o , no s p r egu nt a m o s : ¿ q u e s u c ed e c u a nd o el m a nd a t a r io c a r ec e d e l a s p er t inent es ins t r u c c io nes d a d a s p o r el m a nd a nt e o s u d ec l a r a c ió n d e v o l u nt a d es inc ier t a o v a ga ? E s t o s u p o nd r í a u na l iber t a d d e a c t u a c ió n p a r a el m a nd a t a r io m u y a l t a . E n es e c a s o , ¿ C u á l s er í a el l í m it e d e d is c r ec io na l id a d c o m o p a r a c o ns id er a r q u e el m a nd a t a r io no s e h a ex t r a l im it a d o ? E s t a s s o n a l gu na s d e l a s c u es t io nes q u e no s p l a nt ea m o s c o m o a nt es a l a d el m a nd a t o inc ier t o y q u e s e d il u c id a n en l o s s igu ient es p r inc ip io s q u e h em o s ex t r a í d o d e l a s f u ent es a p o r t a d a s p a r a es t a p r á c t ic a . 1 .2 .- E l s egu nd o p r inc ip io q u e enc o nt r a m o s es el q u e es t a bl ec e q u e c u a nd o el m a nd a t o es ind et er m ina d o , el m a nd a t a r io t iene l iber t a d p a r a ej ec u t a r l o inc l u s o a p a r t á nd o s e d e l a s ins t r u c c io nes r ec ibid a s , s iem p r e q u e c o nl l ev e v ent a j a p a r a el m a nd a nt e. E s t e p r inc ip io s e enc u ent r a r ec o gid o en D . 1 7 , 1 , 4 6 q u e es t a bl ec e: -“C ua ndo el ma nda to es determina do se deb en cump lir f ielmente la s instruccio nes recib ida s y el ma nda ta rio no p uede a p a rta rse de lo decla ra do p o r el ma nda nte” . E s t a p r im er a p a r t e d el p a s a j e c o inc id e c o n el p r inc ip io ex p u es t o a nt er io r m ent e a t eno r d e D .1 7 , 1 , 5 , y no no s s ir v e p a r a s u s t ent a r el p r inc ip io a l u d id o . S in em ba r go s igu e a f ir m a nd o es t e p a s a j e: -“P ero cua ndo el ma nda to es indetermina do o ta l que p ueda ser rea liza do de f o rma s distinta s, tiene el ma nda ta rio lib erta d p a ra ej ecuta rlo , incluso rea liza ndo una p resta ció n distinta de la co nceb ida en el ma nda to , siemp re que co nllev e v enta j a p a ra el ma nda nte” . A q u í es d e d o nd e h em o s r ec o gid o el s egu nd o p r inc ip io j u r í d ic o q u e a bo r d a m o s . E n el m is m o s ent id o s e m a nif ies t a nu es t r o C ó d igo c iv il q u e en s u a r t . 1 7 1 5 es t a bl ec e: “ N o se co nsidera n tra sp a sa do s lo s lí mites del ma nda to si f uese cump lido de una ma nera ma s v enta j o sa que la señ a la da p o r este” . C om entar i o: P a r a em p ez a r q u er em o s s eñ a l a r q u e es t e ú l t im o p a s a j e d el D iges t o y el a r t . 1 7 1 5 d el C ó d igo c iv il c o nt r a d ic en el p r inc ip io r o m a no r ec o gid o en D . 1 7 , 1 , 5 y a l a r t . 1 7 1 4 , c o m ent a d o en el p r im er p r inc ip io ex p u es t o , q u e es t a bl ec en q u e el m a nd a t a r io p a r a no ex t r a l im it a r s e t iene q u e s egu ir f iel m ent e l a s ins t r u c c io nes r ec ibid a s , p o r el c o nt r a r io en D .1 7 , 1 , 4 6 y en el a r t . 1 7 1 5 s e es t a bl ec e q u e s i el m a nd a t a r io s e a p a r t a d e l a s ins t r u c c io nes r ec ibid a s ( c o n l o c u a l s e es t a r í a ex t r a l im it a nd o ) no s e c o ns id er a q u e s e ex t r a l im it a s iem p r e q u e ex is t a v ent a j a p a r a el m a nd a nt e. E s t a r egu l a c ió n d el C ó d igo c iv il es int el igent e en el s ent id o d e q u e l o r a z o na bl e es q u e el m a nd a nt e o bt enga benef ic io y m a r c a u na c l a r a f r o nt er a r es p ec t o h a s t a d o nd e p u ed e l l ega r el m a nd a t a r io a l a h o r a d e a p a r t a r s e d e l a s ins t r u c c io nes r ec ibid a s , p er o no o bs t a nt e r es u l t a d el t o d o im p r ec is a o inc l u s o c o nt r a d ic t o r ia p u es a nt e l a f a l t a d e ins t r u c c io nes , a u nq u e el m a nd a t a r io a c t u a s e c o n t o d a l a d il igenc ia p o s ibl e, p o d r í a s u c ed er q u e l o s ef ec t o s d e l a ges t ió n ej ec u t a d a no r es u l t a r a n v ent a j o s o s p a r a el m a nd a nt e y q u e p o r t a nt o é s t e inc l u s o c o ns id er a r a q u e el m a nd a t a r io no a c t u ó c o n l a s u f ic ient e d il igenc ia . P o r el c o nt r a r io u n m a nd a t a r io q u e a c t u a r a s in ningú n c el o o d il igenc ia , inc l u s o s in r es p et a r l a d ec l a r a c ió n d e v o l u nt a d d el m a nd a nt e y l a s ins t r u c c io nes r ec ibid a s p u ed e t ener el a z a r d e q u e s u s o p er a c io nes r es u l t en v ent a j o s a s p a r a el m a nd a nt e ( c o m o en el c a s o d e c o m p r a d e a c c io nes d is t int a s d e l a s ind ic a d a s p o r el m a nd a nt e p er o q u e r ep ent ina m ent e s u ben d e v a l o r ) y s in em ba r go s e es t im a q u e no s e h a ex t r a l im it a d o el m a nd a t a r io c u a nd o en v er d a d s i l o h iz o . P o r el l o c o nc l u im o s q u e el a r t . 1 7 1 5 y el 1 7 1 4 d el C ó d igo c iv il a d o l ec en d el s u f ic ient e r igo r y r ea l is m o y nec es it a r í a n d e u na d et enid a r ev is ió n. 1 .3 .- E l t er c er p r inc ip io y c u a r t o p r inc ip io q u e enc o nt r a m o s en l a s f u ent es a p o r t a d a s a es t e t r a ba j o s e r ef ier e a l a d et er m ina c ió n d el m a nd a t o y l a f o r m a d e a c t u a r el m a nd a t a r io en el m a nd a t o inc ier t o y s e enc u ent r a en B a s í l ic o s 1 4 , 1 , 4 8 s c h o l io 1 0 q u e es t a bl ec e: “ L a determina ció n del ma nda to incierto o sin instruccio nes se dej a en ma no s del ma nda ta rio , el cua l deb erá a ctua r b o ni v iri a rb itra tus” . I gu a l m ent e l a s egu nd a p a r t e d el a r t . 1 7 1 9 d el C ó d igo c iv il r ec o ge es t e im p o r t a nt e p r inc ip io r o m a no : “ a f a lta de ella s ( ins t r u c c io nes ) ha rá ( el m a nd a t a r io ) to do lo que, segú n la na tura leza del nego cio , ha rí a un b uen p a dre de f a milia ” . C om entar i o: E n es t e p a s a j e y en el a r t . 1 7 1 9 no s p a r ec e q u e s e s u s t ent a l a v a l id ez d el m a nd a t o s in ins t r u c c io nes , y d e a m ba s l egis l a c io nes , d ed u c im o s d o s a s p ec t o s f u nd a m ent a l es d el m a nd a t o inc ier t o . A s í , en nu es t r a o p inió n s e p l a nt ea el p r o bl em a d e l a d et er m ina c ió n d el o bj et o d el m a nd a t o y d e es t a f o r m a c o nc l u im o s q u e l a d et er m ina c ió n d el m a nd a t o s e d ej a en m a no s d el m a nd a t a r io y es t o s u p o ne u n p o d er d is c r ec io na l t a n a m p l io q u e im p l ic a u n m o d el o d e c o m p o r t a m ient o en el m a nd a t a r io es t o es , el a c t u a r c o n l a d il igenc ia d e u n bu en p a d r e d e f a m il ia o c o m o u n b o ni v iri a rb itra tus, m o d el o s d e c o m p o r t a m ient o q u e a s u v ez c o ns t it u y en el l í m it e d e a c t u a c ió n y d e l a d is c r ec io na l id a d d el m a nd a t a r io . 2 º . A l no i ndi car se el p r eci o p or el q ue ti ene Mar celo ti ene q ue com p r ar el p r edi o y teni endo en cuenta la ex cesi v a li b er tad de actuaci ó n q ue di ch a f alta de i nstr ucci ones conllev a, r esp onder si es v á li do este contr ato de m andato en b ase a la declar aci ó n de v oluntad del m andante y a la f alta de i nstr ucci ones o si el ob j eto del contr ato no está lo suf i ci entem ente deter m i nado. ( P a r a r es p o nd er a l a s p r egu nt a s es a c o ns ej a bl e q u e el a l u m no r ec u r r a ent r e o t r a s o br a s , a l a s p u bl ic a d a s p o r el p r o f es o r M u r il l o V il l a r y p o r el p r o f es o r C a m a c h o d e l o s R í o s , M . inc l u id a s en el a p a r t a d o d e bibl io gr a f í a .) C o ns id er a nd o l o s p r inc ip io s j u r í d ic o s a nt es a na l iz a d o s y nu es t r o C ó d igo c iv il p ens a m o s q u e es t e m a nd a t o s er í a v á l id o , p u es t o q u e a u nq u e el m a nd a t a r io t iene u na t o t a l d is c r ec io na l id a d r es p ec t o a l p r ec io d e c o m p r a d el f u nd o , el o bj et o y p r es t a c ió n d el c o nt r a t o es t á n c l a r a m ent e d et er m ina d o s , a s a ber : -Tip o d e nego c io a r ea l iz a r en l a ges t ió n enc o m end a d a : u na c o m p r a v ent a -M er c a nc í a a c o m p r a r : u n f u nd o . -D a t o s q u e id ent if iq u en c l a r a m ent e a l a f inc a o bj et o C o r nel ia no . d e c o m p r a v ent a : el f u nd o -E l p r ec io : “E l m ej o r p r ec io p o s ibl e”, l o q u e c o nv ier t e a es t e m a nd a t o en inc ier t o y o t o r ga l iber t a d d e a c t u a c ió n a l m a nd a t a r io . A p a r t ir d e es t a s p r em is a s y a s a bem o s c o m o d eber á a c t u a r el m a nd a t a r io en ba s e a l a l egis l a c ió n ex is t ent e. D eber á h a c er l a ges t ió n s igu iend o f iel m ent e l a d ec l a r a c ió n d e v o l u nt a d d el m a nd a nt e a c t u a nd o , d ebid o a l a f a l t a d e ins t r u c c io nes r es p ec t o a l p r ec io d e c o m p r a , c o n l a d il igenc ia d e u n bu en p a d r e d e f a m il ia . A d em á s t end r á c o m o l í m it e d e a c t u a c ió n l a v ent a j a d el m a nd a nt e l o q u e l e p er m it e inc l u s o a p a r t a r s e d e l a s ins t r u c c io nes r ec ibid a s p er o c o n el d eber d e ind a ga r s iem p r e en l a v o l u nt a d p r es u nt a d e s u m a nd a nt e. P er o en nu es t r a o p inió n no s e d ebe c o nf u nd ir v a gu ed a d , ins u f ic ienc ia o inex is t enc ia d e ins t r u c c io nes c o n ind et er m ina c ió n d e l a p r es t a c ió n a r ea l iz a r . ¿ S er í a v á l id o u n c o nt r a t o d e m a nd a t o en d o nd e el o bj et o d el c o nt r a t o o l a p r es t a c ió n a r ea l iz a r no es t u v ier a d et er m ina d a d ebid o a l a ins u f ic ienc ia d e ins t r u c c io nes o inc l u s o no f u er a d et er m ina bl e p o r u n t er c er o ? E n m i o p inió n c o ns id er o c o n t o t a l c o nv enc im ient o q u e no , a l igu a l q u e a f ir m a el p r o f es o r To r r ent q u e inc l u s o l l ega nd o m a s l ej o s no a d m it e l a v a l id ez d el m a nd a t o inc ier t o , a f ir m a c ió n é s t a ú l t im a c o n l a q u e no es t o y d e a c u er d o . E n t o d o c a s o , c o m o c o nc l u s ió n no v ed o s a nu nc a a nt es es gr im id a p o r l a d o c t r ina a f ir m o q u e c u a nd o el m a nd a nt e no d a l a s ins t r u c c io nes s u f ic ient es , s e ent iend e q u e a d em á s d e c o nf ia r en l a p er s o na d el m a nd a t a r io p o r r a z o nes v a r ia d a s c o m o l a a m is t a d , t a m bié n c o ns id er a q u e es t á c a p a c it a d o inc l u s o m á s q u e é l m is m o p a r a h a c er l a ges t ió n enc o m end a d a , p o r q u e s a be q u e es u na p er s o na c o n ex p er ienc ia en es e t ip o s d e nego c io s . P o r es o en c ier t o m o d o p o d r í a m o s a f ir m a r q u e el ma nda tum incertum p o d r í a s er u n a nt ec ed ent e d e l a a c t u a l c o m is ió n m er c a nt il , en d o nd e el c o m it ent e es u n p r o f es io na l ex p er t o en l a ges t ió n enc o m end a d a y p o r es o d is f r u t a d e c ier t a d is c r ec io na l id a d a l igu a l q u e el m a nd a t a r io en el ma nda tum incertum. E n es t e s ent id o p ens a m o s q u e l a c l a v e p u ed e es t a r en l a a c ep t a c ió n d el m a nd a t a r io q u e p er f ec c io na r í a el c o nt r a t o d e m a nd a t o . S i el m a nd a t a r io s a be m á s o t iene m á s ex p er ienc ia q u e el m a nd a nt e a c er c a d e l a ges t ió n enc o m end a d a , c u a nd o a c ep t a el m a nd a t o es t á r ec o no c iend o q u e l a p r es t a c ió n es t á l o s u f ic ient em ent e d et er m ina d a c o m o p a r a q u e el p u ed a a c t u a r en ba s e a s u s c o no c im ient o s y ex p er ienc ia , v ié nd o s e el m is m o p er f ec t a m ent e a p t o p a r a s a ber l o q u e t iene q u e h a c er y c o m o t iene q u e a c t u a r . E n c a s o c o nt r a r io no o t o r ga r í a s u a c ep t a c ió n a l m a nd a t o p a r a ev it a r s a l ir p er j u d ic a d o o p er j u d ic a r a s u m a nd a nt e. E n d ef init iv a , l a d o c t r ina d eber í a h a ber r ep a r a d o en l a id ea d e q u e l a a c ep t a c ió n d el c o nt r a t o d e m a nd a t o p o r p a r t e d e m a nd a t a r io s u p o ne a s u m ir p o r s u p a r t e el c o nt r o l d e l a d is c r ec io na l id a d en ba s e a l a f a l t a d e ins t r u c c io nes y d e l a s p o s ibl es c o ns ec u enc ia s nega t iv a s r es u l t a nt es en s u c a s o . E s t o im p l ic a a m i p a r ec er q u e l a p r o p ia a c ep t a c ió n d e u n m a nd a t o inc ier t o d eber í a s u p o ner u n gr a d o s u p er io r d e r es p o ns a bil id a d p a r a el m a nd a t a r io , a d if er enc ia d el m a nd a t o c ier t o en d o nd e el m a nd a t a r io es u n m er o ej ec u t o r d e l a v o l u nt a d ex p r es a e ineq u í v o c a d el m a nd a nt e. L l ev a nd o a l l í m it e l a ins u f ic ienc ia o v a gu ed a d d e l a s ins t r u c c io nes , es t im o no o bs t a nt e q u e s iem p r e t iene q u e ex is t ir l o q u e s e p o d r í a d eno m ina r u na inc er t id u m br e d ent r o d e l a c er t id u m br e, en es t e ú l t im o c a s o en r el a c ió n a l a d et er m ina c ió n d e l a p r es t a c ió n. D e c u a l q u ier f o r m a , l a d et er m ina c ió n d e l a p r es t a c ió n en el m a nd a t o inc ier t o q u ed a en m a no s d el m a nd a t a r io y s u p o ne u n p o d er d is c r ec io na l t a n a m p l io q u e im p l ic a u n m o d el o d e c o m p o r t a m ient o en el m a nd a t a r io ; el l o s e p u ed e d eber a q u e el m a nd a nt e l e c o nf í a l a ges t ió n d e s u nego c io p o r q u e c o no c e s u f o r m a d e a c t u a r c o m o a f ir m a el p r o f es o r M u r il l o . P er o ev id ent em ent e l a d is c r ec io na l id a d no p u ed e s er t a n a m p l ia q u e s u p o nga u na p r es t a c ió n a bs o l u t a m ent e im p r ec is a o ind et er m ina d a . E n el s u p u es t o q u e no s o c u p a no p o d em o s a f ir m a r q u e el o bj et o d el m a nd a t o o l a p r es t a c ió n a r ea l iz a r s ea n o bj et iv a m ent e ind et er m ina d a s y p o r t a nt o p r o v o q u en l a nu l id a d d el c o nt r a t o , p u es l a d et er m ina c ió n d e l a p r es t a c ió n s e d ej a en p a r t e en m a no s d el m a nd a t a r io p r es ent a d o c ier t o s l í m it es ( el m ej o r p r ec io p o s ibl e) ex p r es a m ent e d ec l a r a d o s p o r el m a nd a nt e y s u s c ep t ibl es d e v a l o r a c ió n p o r el m a nd a t a r io c o nf o r m e a l a b o na f ides. E s t im a el p r o f es o r M u r il l o q u e s i u n m a nd a nt e h a d a d o t o d a s l a s ins t r u c c io nes q u e l a ges t ió n r eq u ier e –ma nda tum certum- el m a nd a t a r io es u n m er o ej ec u t o r s i ningu na d is c r ec io na l id a d d e a c t u a c ió n. P o r el c o nt r a r io , s i el m a nd a t a r io p u ed e nego c ia r el p r ec io c o n el v end ed o r d el f u nd o C o r nel ia no , es ev id ent e q u e no s enc o nt r a m o s a nt e u n ma nda tum incertum. C o m p r o ba m o s c o m o l a c o nc r ec ió n d ep end e d el m a nd a t a r io , el c u a l d ep end iend o d e s u p er ic ia en es t e t ip o d e nego c io s y d e gu í a s d e a c t u a c ió n c o m o el v a l o r d e m er c a d o d e l o s f u nd o s d e p a r ec id a s c a r a c t er í s t ic a s , p o d r á a c t u a r c o m o u n b o ni v iri a rb itra tus. E n t o d o c a s o , el a rb itrium b o ni v iri no c o ns t it u y e el c r it er io d e d et er m ina c ió n d el o bj et o , s ino l a r egl a d el m o d o d e a c t u a r el m a nd a t a r io a l d et er m ina r el o bj et o . A s í en c a s o d e a bs o l u t a im p o s ibil id a d d e d et er m ina r el o bj et o p o r l a f a l t a d e ins t r u c c io nes el c o nt r a t o s er í a nu l o y no s u r gir í a o bl iga c ió n a l gu na , p er o p o r el c o nt r a r io , c u a nd o a l m a nd a t a r io s e l e p er m it e u n niv el m á s o m eno s a m p l io d e d is c r ec io na l id a d es o bv io q u e a m ba s p a r t es p u ed en ex igir s e r es p o ns a bil id a d es y q u e no s enc o nt r a m o s a nt e u n c o nt r a t o d e m a nd a t o inc ier t o c o n s u p r es t a c ió n s u f ic ient em ent e d et er m ina d a y d el t o d o v á l id o . 3 º C om entar las p osi b les v entaj as o desv entaj as de los ar tí culos 2 5 4 , 2 5 5 y 2 6 0 del C ó di g o de C om er ci o, el p ar á g r af o 6 6 5 del B G B alem á n y de C .5 , 1 3 .1 .5 con r esp ecto al C ó di g o ci v i l. E n nu es t r a o p inió n el a r t . 1 7 1 9 d el C ó d igo c iv il es t a bl ec e q u e a nt e l a f a l t a d e ins t r u c c io nes el m a nd a t o no es nu l o s ino q u e el m a nd a t a r io a nt e l a f a l t a d e l a s m is m a s a c t u a r á c o nf o r m e a l a na t u r a l ez a d el nego c io c o m o l a h a br í a h ec h o u n bu en p a d r e d e f a m il ia . E s t e a r t í c u l o p o r t a nt o a d m it e l a v a l id ez d el m a nd a t o inc ier t o es t a bl ec iend o q u e s i el m a nd a nt e l o gr a d em o s t r a r q u e el m a nd a t a r io no a c t u ó c o m o h u bier a o br a d o u n bu en p a d r e d e f a m il ia , p o d r á en es e c a s o ex igir l e l a s r es p o ns a bil id a d es p er t inent es . A s í a f a l t a d e ins t r u c c io nes p r ec is a s l a s f a c u l t a d es y l a l iber t a d d is c r ec io na l d el m a nd a t a r io t ienen c o m o l í m it e l a p r u d enc ia , l a bu ena f e, bu s c a nd o s iem p r e l a v ent a j a d el m a nd a nt e ( c o m o es t a bl ec e el a r t . 1 7 1 5 ) a l a c t u a r c o m o u n bu en p a d r e d e f a m il ia y c o r r iend o s iem p r e el r ies go d e ex t r a l im it a r s e. E n t o d o c a s o d e l a s ins t r u c c io nes r ec ibid a s , d ebe el m a nd a t a r io int er p r et a r l a v o l u nt a d p r es u m ibl e d el m a nd a nt e a c t u a nd o a d em á s s egú n l o s u s o s d el t r á f ic o . P er o c o m o a f ir m a el s egu nd o p á r r a f o d el a r t .1 7 1 9 ( “a f a l t a d e el l a s ”) no s p o d r í a m o s p r egu nt a r ¿ q u e s u c ed e c u a nd o no h a y ningu na ins t r u c c ió n? , a q u í es d o nd e c r eem o s q u e s e gener a el p r o bl em a . E l C ó d igo c iv il s e l im it a a es t a bl ec er q u e a f a l t a d e ins t r u c c io nes el m a nd a t a r io a c t ú e c o m o p u ed a p er o c o n l a d il igenc ia d e u n bu en p a d r e d e f a m il ia . E s t o en nu es t r a o p inió n c o ns t it u y e u na r ed a c c ió n p o c o a c er t a d a y r ea l is t a y q u e p u ed e gener a r m u c h o s p r o bl em a s m á s s i no s enc o nt r a m o s en el m a r c o d e l o s nego c io s d e c o nt r a t a c ió n en d o nd e s e p r o d u c en c a m bio s v er t igino s o s y d e p r ec io s en el m er c a d o q u e p u ed en p r o v o c a r l a c a d u c id a d d e l a s c o nd ic io nes m í nim a s p a r a r ea l iz a r l a ges t ió n enc o m end a d a . S i t enem o s en c u ent a q u e el m a nd a nt e no s e d es l iga d el m a nd a t o h a s t a q u e l e m a nd a t a r io l e p r es ent a l o s r es u l t a d o s d e s u s ges t io nes , l o m á s l ó gic o p a r ec e q u e es q u e t eniend o en c u ent a d ebid o a l a f a l t a d e ins t r u c c io nes q u e el m a nd a t a r io d ebe s u p l ir l a v o l u nt a d p r es u nt a d el m a nd a nt e, el m a nd a t a r io d eber í a c o m u nic a r a l m a nd a nt e l a m a r c h a d e s u s ges t io nes y c o ns u l t a r l e l a s nec es a r ia s ins t r u c c io nes q u e f u er a n s iend o nec es a r ia s p a r a ev it a r t o d o p o s ibl e s u bj et iv is m o d ent r o d e l a d is c r ec io na l id a d d e l a q u e d is f r u t a a t eno r d el es t á nd a r d e l a d il igenc ia , d eber es é s t o s q u e no s e c o nt em p l a n en nu es t r o C ó d igo c iv il . S in em ba r go el C ó d igo d e c o m er c io en s u s a r t í c u l o s 2 5 4 , 2 5 5 , 2 5 8 y 2 6 0 s i p r ev é es t a s o bl iga c io nes p a r a l a c o m is ió n m er c a nt il . A s í c l a r a m ent e es t a bl ec e el a r t . 2 5 5 q u e s i l a s ins t r u c c io nes no s o n l o s s u f ic ient em ent e c l a r a s , no p o d r á s u p l ir l a s el c o m is io nis t a p o r s u c u ent a , s ino q u e, s i l o p er m it e l a na t u r a l ez a d el nego c io , d eber á c o m u nic a r s e c o n el c o m it ent e a nt es d e a c t u a r . E n el c a s o d e q u e no f u er a p o s ibl e h a c er l a c o ns u l t a es t a bl ec e el C ó d igo d e c o m er c io q u e el m a nd a t a r io d eber á a c t u a r c o nf o r m e d ic t e l a p r u d enc ia y el u s o d el c o m er c io c o m o s i el nego c io f u er a p r o p io . S e c o m p r end en p o r t a nt o a h o r a l a s p a l a br a s d e L eó n A l o ns o c u a nd o c o m p a r a el m a nd a t o inc ier t o en nu es t r o C ó d igo c iv il c o n l a c o m is ió n m er c a nt il : “ co n la co misió n merca ntil se co nsigue do ta r a to do el p ro ceso gesto rio de una co herencia y utilida d sup erio res a la s que p ueda n esp era rse co n la simp le remisió n del C ó digo civ il a l está nda r de la diligencia ” . A t o d o l o d ic h o h a s t a a h o r a d ebem o s a ñ a d ir el a r t . 2 5 8 d el C ó d igo d e c o m er c io q u e es t a bl ec e: “ E l co misio nista que sin a uto riza ció n ex p resa del co mitente, co ncerta re una o p era ció n a p recio s o co ndicio nes ma s o nero sa s que la s co rrientes en la p la za a la f echa en que se hizo , será resp o nsa b le a l co mitente del p erj uicio que p o r ello le ha y a irro ga do ” . E s t e a r t í c u l o d el C ó d igo d e c o m er c io l o q u e int ent a es l im it a r l a ex c es iv a d is c r ec io na l id a d d el c o m is io nis t a p a r a q u e s u s a c t o s no p er j u d iq u en a l c o m it ent e en a r a s d e ev it a r u n p o s ibl e a bu s o d e l a l iber t a d d e a c t u a c ió n d e l a q u e d is f r u t a el c o m is io nis t a . P o r ú l t im o q u er em o s l l a m a r l a a t enc ió n s o br e el p a r á gr a f o 6 6 5 d el B G B A l em á n q u e a f ir m a : “E l ma nda ta rio está a uto riza do a sep a ra rse de la s indica cio nes del ma nda nte. E l ma nda ta rio , a ntes de la sep a ra ció n, ha de a v isa r a l ma nda nte y esp era r la decisió n del mismo , si co n la esp era no v a unido un riesgo ”. c a o c m s a r c r E s t e a r t í c u l o d el C ó d igo c iv il a l em á n no h a s id o nu nc a u t il iz a d o p o r l a d o c t r ina es p ec t o a l p r o bl em a q u e en es t e t r a ba j o t r a t a m o s y es c l a r iv id ent e p u es no s o nv enc e d e nu es t r a c o nc l u s ió n d e q u e el C ó d igo c iv il es p a ñ o l nec es it a u na r ef o r m a es p ec t o a l m a nd a t o s in ins t r u c c io nes . N o s p o ne d e m a nif ies t o el p a r á gr a f o 6 6 5 q u e v ec es el m a nd a t a r io p u ed e t ener p r o bl em a s p a r a a c t u a r , p u ed en gener a r s e d u d a s o br e l o q u e m a s c o nv iene p a r a el m a nd a nt e, o p u ed en s u r gir o bs t á c u l o s q u e h a ga n á s c o m p l ic a d a l a ges t ió n, o p u ed en p r o d u c ir s e c a m bio s en l a s c o nd ic io nes d e o nt r a t a c ió n d el m er c a d o , o p u ed en v a r ia r s u s t a nc ia l m ent e l o s p r ec io s d el m er c a d o , l a s ins t r u c c io nes r ec ibid a s p u ed en q u ed a r o bs o l et a s o ins u f ic ient es , el c a s o es q u e, l igu a l q u e nu es t r o C ó d igo d e c o m er c io , s e o bl iga en es t e c a s o a l m a nd a t a r io a o m u nic a r s e y es p er a r l a d ec is ió n d el m a nd a nt e a nt es d e a c t u a r . C o n es t o s u na ex c es iv a m a nd a t a r io . A d el nego c io a p u ed a n l l ev a r ex c es iv a s r es p j u r í d ic o , q u e e ev it a n t o d a s l a s p o s ibl es d es v ent a j a s q u e p u d ier a n d er iv a r s e d ebid o a o m a l ges t io na d a d is c r ec io na l id a d y l iber t a d d e f a c u l t a d es d el d em á s es u na f o r m a d e q u e el m a nd a nt e s iga a l f r ent e y c o n el c o nt r o l p o r t a nd o en el t r a ns c u r s o d el m is m o l a s c o nc r et a s ins t r u c c io nes q u e a l r es u l t a d o p o r el m is m o p er s egu id o . C o n el l o s e ev it a r í a n a d em á s l a s o ns a bil id a d es en l a s q u e p u d ier a inc u r r ir el m a nd a t a r io en u n nego c io p o r s u c a r á c t er gr a t u it o , no l e r ep o r t a na d a a l m is m o s ino , p o r el c o nt r a r io , ev ent u a l es c o ns ec u enc ia s nega t iv a s o inc l u s o l it igio s p o r p a r t e d e s u m a nd a nt e. R ec o r d em o s a h o r a l a s p a l a br a s d e M a r t í n R et o r t il l o c u a nd o a f ir m a ba : “ N uestro C ó digo civ il no esta b lece el a lca nce de la s instruccio nes del ma nda nte y nuestro s tra ta dista s ta mp o co ha n p untua liza do co n la deb ida ex a ctitud el a lca nce de la s misma s, lo cua l desp la za su determina ció n a l ca mp o p ro cesa l media nte el o p o rtuno litigio , en el que ha b rá que demo stra r el a lca nce de la s misma s, su inmuta b ilida d, su ef ica cia ca so de co ntra dicció n co n lo s té rmino s b á sico s del co ntra to . A l ensa ncha rse el á mb ito del ma nda to civ il a dquiere ma y o r reliev e la determina ció n del v a lo r y a lca nce que tenga n la s instruccio nes del ma nda nte p a ra ev ita r, el co nf licto que ho y se multip lica en la p rá ctica p ro f esio na l, en esp era de que una a ca b a da regula ció n de esta s cuestio nes ev ite la s duda s y v a cila cio nes que ho y suscita n lo s té rmino s y a a nticua do s e imp reciso s del C ó digo civ il” . E sta s l a s m is m nec es a r io a f ec t a n a r á p id o q u p a l a br a s f u er o n es c r it a s en el a ñ o 1 9 a s en el s ent id o d e d em a nd a r es s , c o n m a y o r a bu nd a m ient o s i t enem u na s o c ied a d c a d a v ez m á s c o m p l ej a e l a l egis l a c ió n d e l a q u e s e s ir v e. 5 3 o s o s y y d es d e ent o c a m bio s y en c u ent a l o s gl o ba l iz a d a q nc es na d ie h a r ep a r a d o r ef o r m a s t a n u r gent es v er t igino s o s c a m bio s q u e ev o l u c io na m u c h o m en y u e á s E n f in, c o n es t e s u p u es t o p r á c t ic o y t r a s el a ná l is is d et enid o d e l a c u es t ió n a bo r d a d a , c o nc l u im o s q u e nu es t r o C ó d igo c iv il a d o l ec e d el r igo r y r ea l is m o nec es a r io s c o m o p a r a a f r o nt a r c o n é x it o u na p r o bl em á t ic a t a n c o m p l ej a y et é r ea , r a z ó n p o r l a c u a l es t im a m o s q u e el m a nd a t o r ef o r m a d o . s in ins t r u c c io nes en nu es t r o X X I.- C U E S T IO N A R IO C ó d igo c iv il d eber í a s er r ev is a d o o F IN A L A R E L L E N A R P O R E L A L U MN A D O : 1 2 3 4 5 IN D IC A D O R E S C la r id a d e n la e x p o s ic ió n D o m in io d e la m a t e r ia p o r p a r t e d e l p r o fe s o r O r g a n iz a c ió n d e la m a te r ia H a b ilid a d p a r a s u s c it a r d is c u s io n e s R e s p u e s ta s s a tis fa c to r ia s a p r e g u n ta s y c o m e n ta r io s d e l a lu m n o D is p o s ic ió n p a r a a c e p t a r o t r o s p u n t o s d e v is t a D is p o s ic ió n p a r a e l d ia lo g o C e r c a n ía h u m a n a c o n e l a lu m n o C o la b o r a c ió n c o n e l a lu m n o C o n fia n z a B ib lio g r a fía a d a t a d a , r e c ie n te M e to d o lo g ía a p r o p ia d a T e x to s y m a t e r ia le s in te r e s a n te s S e h a n a lc a n z a d o lo s o b je tiv o s p r o p u e s to s C r e o q u e e s m u y ú t il p a r a m i fu t u r a la b o r B a s a d a e n la s n e c e s id a d e s d e lo s a lu m n o s E l in te r é s p o r la a s ig n a tu r a h a r e s u lta d o M i a s is te n c ia a c la s e h a s id o M i d e d ic a c ió n a la a s ig n a tu r a h a s id o H e in c r e m e n t a d o m i c u r io s id a d p a r a in v e s tig a r y d e s c u b r ir c o s a s n u e v a s H e lo g r a d o m a y o r c o n fia n z a e n m í m is m o T e n g o u n a a c t it u d m á s p o s it iv a h a c ia e l p r o c e s o d e e n s e ñ a n z a –a p r e n d i z a j e H e a u m e n ta d o m i in te r é s p o r la c a r r e r a L o s o b je t iv o s d e e s te c u r s o n o e s t a b a n c la r o s E l c u r s o m a n tu v o m i in te r é s N o h e a p r o v e c h a d o m u c h o h a c ie n d o e s te c u r s o E l t e x t o e m p le a d o e n e s te c u r s o fu e d e g r a n a y u d a N o c o m p r e n d í e s te c u r s o R e c o m e n d a r ía e s te c u r s o a o tr o s E l m a t e r ia l d e l c u r s o e r a v a lio s o E s t e h a s id o e l m e jo r c u r s o q u e h e r e a liz a d o S e s e g u ía fá c ilm e n te e l m a te r ia l d e a p r e n d iz a je E l c u r s o e x ig ía d e m a s ia d a le c tu r a fu e r a d e c la s e E l r itm o d e l c u r s o fu e d e m a s ia d o r á p id o E l c u r s o t ie n e u n c o n te n id o e x c e le n te E l c u r s o h a s id o m u y v a lio s o p a r a m í E s t e c u r s o h a s id o u n a c o m p le t a p é r d id a d e tie m p o T o d o lo r e la c io n a d o c o n e s te c u r s o h a s id o b u e n o O t r o s c u r s o s d e l m is m o á r e a d e e s t u d io s fu e r o n m á s in te r e s a n te s p a r a m í E l p r o c e d im ie n to p a r a la a s ig n a c ió n d e n o t a s fu e ju s to L o s e x á m e n e s fu e r o n ju s t a s v a lo r a c io n e s d e l c o n te n id o d e l c u r s o S e p u s o d e m a s ia d o é n fa s is e n e l e x a m e n fin a l L o s e x á m e n e s fu e r o n d e m a s ia d o la r g o s p a r a e l tie m p o d is p o n ib le L o s e x á m e n e s fu e r o n d e m a s ia d o d ifíc ile s L o s e x á m e n e s fu e r o n in ju s to s E l p r o fe s o r e s t im u ló m i c u r io s id a d s o b r e la a s ig n a t u r a E l p r o fe s o r a n im a b a p u n t o s d e v is t a a lte r n a t iv o s E l p r o fe s o r fu e r e c e p tiv o a la e x p r e s ió n d e p u n t o s d e v is t a d e l e s tu d ia n te L a s s e s io n e s d e c la s e s fu e r o n v a lio s a s L a a y u d a d e l p r o fe s o r fu e r a d e c la s e fu e b u e n a S e a s ig n o d e m a s ia d o t r a b a jo p a r a h a c e r fu e r a d e c la s e P a r a e l p r o fe s o r r e s u lto u n a t a r e a r u tin a r ia d a r e s t a c la s e E s te c u r s o e s ta b a p o b r e m e n te o r g a n iz a d o E l p r o fe s o r m a n tu v o e l in te r é s d e la c la s e C r e o q u e e l c u r s o fu e im p a r tid o p o b r e m e n te M e g u s ta b a e s te m é to d o d e e n s e ñ a n z a L a s id e a s y lo s c o n c e p t o s fu e r o n d e s a r r o lla d o s d e fo r m a v a g a O t r o m é to d o d e in s t r u c c ió n h a b r ía s id o d e m a y o r a y u d a R e a liz a r ía o tr o c u r s o e n s e ñ a d o d e la m is m a m a n e r a L o s m é to d o s d e e n s e ñ a n z a e m p le a d o s n o h a n s id o a p r o p ia d o s p a r a e s te c u r s o E l p r o fe s o r p a r e c ía e s ta r in te r e s a d o e n lo s e s tu d ia n te s c o m o p e r s o n a s E l p r o fe s o r c o n o c ía la a s ig n a tu r a p e r o n o la s u p o c o m u n ic a r a lo s e s tu d ia n te s E l p r o fe s o r fr a c a s ó e n s in te t iz a r , r e s u m ir o in te g r a r d e fo r m a e fe c t iv a E l in s t r u c t o r fr u s t r ó e l d e s a r r o llo d e n u e v o s p u n to s d e v is t a L a p a r t ic ip a c ió n d e lo s e s t u d ia n te s fu e e s c a s a e n e s te c u r s o
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