RECENZE—REFERÂTY Roman Jah-lsm:- 7PRÀVY E s s a i s ' <• l i n g u i s t i q u e g f h e r n i e , P a r i s , L e s é d i t i o n s de m i n u i t , 1963, 260 p p . L a 'ii.0'1. ' . - i n HI i ï u n c c s de esta obra.es u n hecho plausible que h a dado l a p o s i b i l i d a d de corjoccr i a CAI-.J. uo J a k o b s o n a numerosos lectores de h a b l a francesa. A l presentar esta r e c e n s i ô n i ;\ castellano, quereruos 11.".mur \n i i t t n c i ô n de los hispanistas sobre esta o b r a del que sin d u d a es uno de los l i n g ù i s t a s modernes i n â s dest-acadoe. L a o b r a contiene once ensayos escritos en los anos de 1948 a 1962, de diferente extension e indole, que d o c u m e n t a n l a v a r i e d a d de intereses de su autor. E l l i b r o esta d i v i d i d o en .cuatro partes, llamadas Problemas générales, Fonologia, Oramàtica y Poética. E n el p r i m e r o de los cinco ensayos dedicados a los problemas g é n é r a l e s , t i t u l a d o El lenguaje comûn de los lingùistas y de los antropàlogos (1952), J a k o b s o n i n f o r m a sobre los p r o b l e m a s linguisticos mas i m p o r t a n t e s que a û n ahora, catorce anos mas tarde, conservan t o d a su a c t u a l i d a d . S o n l a r e l a c i ô n del i d i o m a a los d e m i s sistemas de simbolos, l a r e l a c i ô n del i d i o m a a l a teoria de l a c o m u n i c a c i ô n y a l a t e o r i a de l a i n f o r m a t i o n , los factores principales de l a c o m u n i c a o i ô n l i n g ù i s t i c a (el emisor, el receptor, el t e m a , el mensaje y el oôdigo u t i l i z a d o ) , l a i n t e r a c t i o n m u t u a del mensaje y del c ô d i g o , las leyes g é n é r a l e s de l a e s t r u c t u r a c i ô n de los i d i o m a s y l a c u e s t i ô n de signifieado. N a t u r a l m e n t e , J a k o b s o n no se l i m i t a a l a e n u m e r a c i ô n de diohos problemas; de u n a f o r m a p r é c i s a y concisa p r o c u r a llegar h a s t a el fondo del p r o b l e m a y f o r m u l a u s a s é r i e d e ideas originales y postulados actuales, de los que merecen ser mencionados especialmente dos: H a b l a n d o de l a diacronfa y s i n c r o n i a , advierte que l a u n a n o puede separarse de l a o t r a y que sinc r à n i c o no é q u i v a l e a e s t à t i e o . H a y problemas que a l m i s m o t i e m p o son e s t â t i c o s y d i a c r ô n i c o s ; en c a m b i o , d u r a n t e cierto t i e m p o coexisten e n el i d i o m a el p u n t ô i n i c i a l y final de u n c a m b i o l i n g ù i s t i c o , lô que significa que e n sus comienzos, el c a m b i o e s u n f e n ô m e n o s i n e r ô n i c o . E n cuanto a l a c u e s t i ô n de signifîcado, expresa su desacuerdo con aquellos l i n g ù i s t a s quienes „ h a n hecho t o d o lo posible p a r a e l i m i n a r e l singificado y oualquier referencia a l significado de l a l i n g ù i s t i c a " . E s t a s i t u a c i ô n debe ser c a m b i a d a : ,,Durante muchos anos luchamos por agregar los sonidos de l a p a l a b r a a l a l i n g ù i s t i c a , c o n s t i t u t y e n d o asi l a fonologia. A h o r a debemos a b r i r u n segundo frente: estamos frente a l a tare a de i n c o r p o r e r los significados linguisticos a l a ciencia del lenguaje." Dos aspectos del lenguaje y dos tipos de afasias (1956). E l doble c a r à c t e r del lenguaje consiste en l a selecciôn de ciertas unidades linguisticas y en su c o m b i n a c i ô n en unidades fingùisticas de u n grado de c o m p l e j i d a d m â s alto. C a d a signo l i n g ù i s t i c o i m p l i c a dos modos de d i s p o s i c i â n : l a c o m b i n a c i ô n y l a s e l e c c i ô n . A n a l o g a m e n t e al doble c a r â o t e r del lenguaje, l a afasia puede ser d i v i d i d a en dos tipos fondamentales: defectos en l a selecciôn y defectos e n l a c o m b i n a c i ô n . L o s enfermos padecientes del p r i m e r t i p o de afasia conservan, mas o menos, l a capacidad de reaccionar al contexto l i n g ù i s t i c o o e x t r a l i n g ù i s t i c o i n m e d i a t o y las palabras sinsemantioas, pero no existe p a r a ellos signifioado fuera del c o n t e x t o , no saben formar u n a o r a c i ô n ecuacional, no son capaces de d e n o m i n a r u n objeto o de repertir u n a p a l a b r a . E n el segundo t i p o de afasia (llamado t a m b i é n agramatismo), los enfermos p i e r d e n l a c a p a c i d a d de formar oraciones y conservan t a n solo palabras a u t o s e m â n t i c a s , s u p r i m e n l a flexion y muestran u n a tendencia h a c i a oraciones de u n a sola p a l a b r a , siendo l a p a l a b r a l a û n i c a u n i d a d l i n g ù i s t i c a que conservan. B r e v e m e n t e d i c h o , el p r i m e r t i p o de afasia trae consigo u n a d é t é r i o r a t i o n de las operaciones m e t a l i n g ù i s t i c a s , el segundo a l t é r a l a c a p a c i d a d de mantener l a j e r a r q u i a de las unidades linguisticas. E l p r i m e r o hace i m p o s i b l e l a metafora, el segundo, l a m e t o n i m i a . L o s dos procesos — el m e t a f ô r i c o y el m e t o n i m i c o — son, s e g û n J a k o b s o n , las dos lineas s e m â n t i c a s mediante las ouales puede desenvolverse u n disourso. J a k o b s o n a n a l i z a ejemplos de estos dos procesos en l a p o e s î a y prosa, m e n c i o n a n d o su a p l i c a c i ô n t a m b i é n en otras artes ( p i n t u r a , oinematografia), y s u b r a y a l a necesidad de estudiar los dos tipoa de afasia en r e l a c i ô n c o n l a preponderancia del proceso m e t a f ô r i c o o m e t o n i m i c o e n distintos estilos, costumbres personales, m o d a s , e t c . U n m i n u c i o s o analisis y c o m p a r a c i ô n de dichos f e n ô m e n o s es u n a t a r e a urgente p a r a las investigaoiones conjunt&s de especialistas de l a psicop a t o l o g i a , psicologfa, l i n g ù i s t i c a , r e t ô r i c a y semiologfa. L o s restantes t r è s a r t i c u l o s de l a p r i m e r a parte son obras r e l a t i v a m e n t e cortas. E n Los estudioa tipologicos y su contribuciôn a la lingùistica historica comparada (1957) J a k o b s o n expone algunos p r i n c i p i o s en los que debe fundarse l a t i p o l o g î a m o d e m a . E s ante todo l a c o m p a r a c i ô n de sistemas del i d i o m a . U n a t i p o l o g i a de sistemas, gramaticales o fonolôgicos, es p o B i b l e solo si se defîne de nuevo el sistema con u n m â x i m o de economia, p o r u n a estricta e l i m i n a c i ô n de las redundancias. L a t i p o l o g i a descubre las leyes de i m p l i c a t i o n que rigen l a estructura fonolôgica y parece que 176 RECENZE t a m b i é n l a e s t r u c t u r a m o r f o l ô g i c a de los idiomas. D e esta manera se descubren en las lenguas del m u n d o regularidades o „ r e g u l a r i d a d e s a p r o x i m a t i v a s " , es d e t i r , leyes universales. J a k o b s o n , a difeiencia de otros linguistes, esta convencido de l a u t i l i d a d de taies leyes universales y p r o c l a m a l a necesidad de s u f o r m u l a t i o n y estudio. L a tipologfa tiene u n a c o n s i d é r a b l e i m p o r t a n c i a t a m b i é n p a r a l a l i n g u i s t i c a h i s t ô r i c a c o m p a r a d a . L a s leyes g é n é r a l e s , desoubiertas p o r l a tipologf a, p e r m i t e n corregir algunas reconstrucciones h i s t ô r i c a s . Aspecloa lingùlsbicoa de la traduction (1959). E x i s t e n t r e s modos de interpretar u n signo l i n g û i s t i e o : l a i n t e r p r é t a t i o n d e l signo mediante otros signos d e l roiamo i d i o m a ( t r a d u c t i o n i n t r a l i n g u a l ) , l a i n t e r p r é t a t i o n d e l signo mediante signos de otro i d i o m a ( t r a d u c t i o n interlingual) y l a interp r é t a t i o n d e l signo mediante signos no l i n g û i s t i c o s ( t r a d u c t i o n i n t e r s e m i ô t i c a ) . L a t r a d u c t i o n i n t e r l i n g u a l i m p l i c a dos mensajes é q u i v a l e n t e s e n dos côdigoa distintos. A u n q u e n o suele baber u n a e q u i v a l e n c i a c o m p l é t a entre dos unidades de c ô d i g o s diferentes, es posible interpretar, de u n m o d o adecuado, u n mensaje de u n i d i o m a en o t r o i d i o m a . N o pueden i m p e d i r l o n i deficiencias e n el v o c a b u l a r i o d e l i d i o m a a que se traduce (en t a l caso se r e c u i r e a voces extranjeras, calcos, neologiamos, cambios de significado o oircunlocuciones), n i diferentias e n las estructuras gramaticales (el significado de u n a categorla g r a m a t i o a l no existent© e n el i d i o m a a que se traduce puede ser expresado por medios lexicales, por ejemplo el d u a l en ei ruso antiguo „brata" se t r a d u o i r â oomo „dos hermanos"). M â s diffcil es l a s i t u a t i o n cuando t r a d u c i m o s de u n i d i o m a que carecede determinada categoria g r a m a t i c a l a u n i d i o m a donde t a l categorla existe. A l traduoir, p o r ejemplo, l a o r a c i ô n inglesa I hired a worker a l ruso, necesitamos dos informaciones complementarias: si l a a c t i o n expresada por el verbo fue aoabada o no y si e l obrero era u n n o m b r e o u n a mujer. S i n embargo, cuanto mas a m p l i o es el contexte, t a n t o m â s p r é c i s a puede ser l a t r a d u o c i ô n . E n su f u n c i ô n cognoscitiva, el i d i o m a d é p e n d e m u y poco del sistema g r a m a t i c a l , pero e n l a poesia las categorias gramatioales tienen u n a g r a n i m p o r t a n c i a s e m â n t i c a . P o r ello l a poesia es i n t r a duoible. E s posible t a n solo u n a t r a n s p o s i t i o n creadora, sea a o t r a f o r m a p o é t i c a , a otro i d i o m a o a otro sistema s e m i ô t i c o — a l a m û s i c a , baile, p e l i c u l a o p i n t u r a — . La linguistica y la teoria de la comunicaciin (1961). D a d o que las dos disciplinas se o c u p a n de l a c o m u n i c a c i ô n v e r b a l , l a c o l a b o r a c i ô n entre ellas es m u y u t i l . A m e n u d o las dos ciencias llegan a conclusiones a n â l o g a s y su c o n f r o n t a t i o n m u t u a hace posible precisar conceptos y a c l a r a r problemas. Pertenece a ellos l a c u e s t i ô n de rasgos d i s t i n t i v o s , r e d u n d a n c i a , lengua y h a b l a ( c ô d i g o y mensaje) y otros. J a k o b s o n seiiala a s i m i s m o algunos peligros que surgen en l a colabor a c i ô n de especialistas de ambas disciplinas cientfficas e i n d i c a algunas de las tareas principales que deben ser solucionadas. E s , ante t o d o , l a c u e s t i ô n d e l sentido, rechazada d u r a n t e cierto t i e m p o p o r los r e p r é s e n t a n t e s de a m b a s d i s c i p l i n a s , e l p r o b l e m a de l a v a r i a b i l i d a d d e l c ô d i g o , l a t r a n s i t i o n de u n c ô d i g o a o t r o (code s w i t c h i n g ) , l a m e n s u r a t i o n de l a c a n t i d a d de i n f o r m a t i o n g r a m a t i c a l t a n t o e n el c ô d i g o c o m o e n u n determinado cuerpo de mensajes. L a segunda p a r t e del l i b r o , dedicada a l a fonologia, contiene dos estudios. E l p r i m e r a de ellos, Fonologia y jonética (1956), escrito e n c o l a b o r a c i ô n c o n M o r r i s H a l l e , es e l m à s extenso y creo que t a m b i é n el m â s i m p o r t a n t e de t o d o el l i b r o . D e s p u é s de u n a c o r t a i n t r o d u c t i o n , e n que e x p l i c a n algunos conceptos b â s i c o s (rasgos d i s t i n t i v o s , o p o s i c i ô n y contraste, mensaje y c ô d i g o ) , los autores exponen, en b r è v e s palabras, l a diferencia entre l a f o n é t i c a y l a fonologia p a r a hablar, en a d e l a n t ê , y a solo de problemas fonolôgicos. A n a l i z a n distintas oonoepeiones de l a r e l a t i o n entre el fonema y el sonido, que pueden d i v i d i r s e en dos tiases: l a c o n c e p t i o n interna, que localiza los rasgos d i s t i n t i v o s y los fonemas a l interior de los sonidos de l a p a l a b r a , y las concepeiones externas, que de diferentes maneras separan los fonemas de los sonidos concretos. J a k o b s o n se identifica c o n l a p r i m e r a c o n c e p c i ô n y r é f u t a las distintas formas de l a segunda. U n a parte consid é r a b l e del estudio esta dedicada a los rasgos d i s t i n t i v o s , que son las unidades de d i f e r e n c i a c i ô n m i n i m a s que se d i s t i n g u e n e n l a fonologia. L o s rasgos d i s t i n t i v o s Be a g r u p a n e n haces s i m u l t a n é e s que se l l a m a n fonemas. A d e m â s de los rasgos d i s t i n t i v o s existen t a m b i é n rasgos configurativos (que pueden ser c u l m i n a t i v o s o deraaroativos), rasgos expresivos (o e n f â t i c o s ) y redundantes. L o s m à s importantes, Bin embargo, s o n IOB rasgos d i s t i n t i v o s , que se d i v i d e n en p r o s ô d i o o s e i n h é r e n t e s . T o d o s los rasgos i n h é r e n t e s , desoubiertos hasta a h o r a e n las lenguas del m u n d o , f o r m a n doce oposiciones b i n a r i a s . L o s autores caracterizan estas oposiciones a base de analisis mediante el e s p e c t r ô g r a f o , pero franquean el abismo entre l a clasificaciôn t r a d i c i o n a l y l a n u e v a presentando, e n cada o p o s i c i ô n , t a n t o su d é f i n i t i o n a c ù s t i c a oomo l a g e n é t i c a . E s t e procedimiento es de especial u t i l i d a d p a r a aquellos lectores de su o b r a que n o h a n t e n i d o l a o p o r t u n i d a d de conocer e l analisis mediante e l e s p e o t r ô g r a f o . L a s oposiciones d i s t i n t i v a s p u e d e n ser especificadas respecto a cualquiera de las etapas d e l acto del h a b l a , desde l a a r t i c u l a c i ô n h a s t a l a p e r c e p c i ô n y el desciframiento (decoding). H a s t a a h o r a , los rasgos d i s t i n t i v o s h a n sido descritos t a n solo e n t é r m i n o s a r t i c u l a torios y a c û s t i c o s , porque son los û n i c o s dos aspectos de los que tenemos informaciones suficientem e n t e detalladas. E n l a û t l i m a parte del t r a b a j a , dedicado a l a c o n s t i t u t i o n de sistemas fonema- 177 RECENZE 1 t i c o s , se fijan los autores e n la a d q u i s i c i ô n g r a d u a i d e l repertorio f o n e m â t i c o del i d i o m a p o r p a r t e d e l iuflo y e n los sistemas que v a n f o r m a n d o l o s fonemas a d q u i r i d o s . A c o n t i n u a t i o n defienden la t e o r i a d e la escala d i o o t ô m i c a e n la e s t r u c t u r a f o n e m â t i c a d e l i d i o m a (aplicada p o r ellos c o n seouentemente e n t o d a l a obra) y m e n c i o n a n brevemente las operaciones fonematicas e n el espacio (influenoias interdialectales e interlinguales) y e n e l t i e m p o (oambios f o n e m à t i c o s e n l a é v o l u t i o n del i d i o m a ) . E n este trabajo, J a k o b s o n h a sintetizado sus vastos oonocimientos d e l a fonologia y f o r m u l a d o u n a s é r i e de ideas p é n é t r a n t e s y originales. T a m b i é n el siguiente estudio, Tension y flojedad (1961) h a sido elaborado en o o l a b o r a c i ô n con M o r r i s H a l l e . E s t e oorto ensayo esta dedicado a u n p r o b l e m a estreohamente especializado, a l a o p o s i o i ô n fonolôgica tenso/flojo de los fonemas vocalicos. L o s autores concentran su a t e n c i ô n e n l a r e l a c i ô n entre l a o p o s i c i ô n i n h é r e n t e tenso/flojo y l a oposioiôn p r o s ô d i c a largo/breve, a s i c o m o e n l a r e l a o i ô n entre l a o p o s i c i ô n v o c a l i c a tenso/flojo y l a o p o s i c i ô n consonantica fortis/ lenis. L a s primeras dos oposiciones p e n n a n e c e n claramente separadas, mientras que las otras dos, oomo parece, p o d r i a n identificarse, t a l como lo propone de G r o o t . L a tercera parte del l i b r o , dedicada a l a gramatjca, contiene t r è s textos. E l primero, El aspeeto fonolàgico y el aspeeto gramatical del lenguaje en sus interrelaciones (1948), no h a perdido n a d a de BU v a l i d e z , a pesar de los d i e c i o c h o afios que h a n t r a n s c u r r i d o desde su origen. J a k o b s o n d o c u m e n t a las interrelaciones de dos planes l i n g ù l s t i c o s a u t ô n o m o s — el fonolôgico y el g r a m a t i c o — en ejemplos oonoretos: sefiala l a funoiôn d e m a r o a t i v a de las oposiciones fonolôgicas, el heoho de que algunas categorlas de fonemas se v e n l i m i t a d a s a determinadas f u n c î o n e s gramatioales, que algunas oposioiones f o n o l ô g i c a s estan suprimidas en determinadas oategorias gramaticales. T a m b i é n los cambios fonolôgicos pueden afectar e l sistema g r a m a t i c a l : pueden ocaeionar l a r e e s t r u c t u r a c i ô n de u n p a r a d i g m a o l a d e s a p a r i c i ô n de l a diferencia entre dos formas, p u e d e n i n t r o d u c i r u n a m a n e r a n u e v a de expresar u n a o p o s i c i ô n g r a m a t i c a l e x i s t e n t » o pueden i n c l u s i v e ocasionar el surgimiento de u n a n u e v a categoria g r a m a t i c a l . N o es posible estudiar el i n v e n t a r i o d e rasgos d i s t i n t i v o s y sus combinaciones s i n tener e n c u e n t a s u a p l i c a c i ô n g r a m a t i c a l . L a s e s t m c t u r a s f o n o l ô g i c a s y gramaticales de u n i d i o m a se reajustan m u t u a m e n t e ; l a r e e s t r u c t u r a c i ô n d e l sistema fonolôgico puede p r o p o r c i o n a r a l sistema g r a m a t i c a l estimulos que este puede aceptar o rechazar. Los eoneetadores, las categorlas verbales y el verbo ruso (1957). L a c o m u n i c a c i ô n lingiilstica se e f c c t ù a m é d i a n te ol monsajc y el c ô d i g o subyacente: amboa pueden ser sca c l instrumento, sea e l objeto de l a c o m u n i c a c i ô n . P o r lo t a n t o , h a y que d i s t i n g u i r cuatro tipos dobles: el mensaje que remite a l mensaje (citaciones o cuasicitaciones); el c ô d i g o que remite a l c ô d i g o (nombres p r o p i o s ) ; el mensaje que remite a l c ô d i g o (cualquier i n t e r p r e t a o i ô n : oircunlocuciones, s i n ô n i m o s , t r a d u c t i o n ) y el c ô d i g o que remite a l mensaje (los llamados eoneetadores — „ s h i f t e r s " e n l a t e r m i n o l o g l a de J a k o b s o n — por ejemplo yo, madré). E l significado g ê n e r a i de los eoneetadores n o puede ser definido de o t r a m a n e r a que por'referencia a l mensaje. L o s coneotadores juegan u n papel i m p o r t a n t e e n la clasificaciôn de las oategorias gramaticales y , e n especial, de las verbales. E n su clasificaciôn de las categorlas verbales, basada e n el p r i n c i p i o de diootomfa, J a k o b s o n parte de dos distinciones b à s i c a s : entre l a e n u n c i a c i ô n m i s m a (») y l a materia enunoiada (°), y entre el proceso m i s m o (C) y sus protagonistas (T). (Los protagonistas del enunciado son el agente y el paciente del enunciado, los de l a e n u n c i a o i ô n son el destinador y el destinatario del mensaje.) L a s categorlas gramatioales del verbo pueden clasificarse de l a siguiente m a n e r a : el género y el numéro ( T ) caracterizan a los protagonistas d e l enunoiado; l a persona ( T « / T ) caracteriza a los protagonistas del enunciado respecto a los protagonistas de l a e n u n c i a c i ô n : elestatuto (afirmativo, negativo, interrogativo, etc.) y el aspecto ( O ) caracterizan el proceso del enunciado; el tiempo ( O / O ) caracteriza el proceso del enunoiado respecto a l proceso de l a e n u n c i a c i ô n ; l a voz ( T C ) c a r a c t e r i z a l a r e l a c i ô n entre el proceso del enunciado y sus protagonistas; el modo ( T O / T > ) caracteriza l a r e l a c i ô n entre el proceso d e l enunciado y sus protagonistas respecto a los p r o t a gonistas de l a e n u n c i a c i ô n ; el l l a m a d o orden o taxis ((M>) caracteriza l a r e l a c i ô n entre dos procesoe d e l enunciado y , p o r û l t i m o , lo que J a k o b s o n U a m a testimonial ( C C * / C * ) caracteriza l a r e l a c i ô n entre e l proceso del enunciado, e l proceso de l a e n u n c i a c i ô n y el „ p r o o e s o de l a e n u n c i a c i ô n e n u n c i a d a " . L a s oategorias que expresan u n a r e l a c i ô n entre el enunciado y l a e n u n o i a c i ô n s o n eoneetadores. D e s p u é s de estas explicaciones g é n é r a l e s , J a k o b s o n a n a l i z a las categorlas g r a m a t i cales d e l verbo ruso y sus relaciones m u t u a s ; a nuestro pareoer, t a l analisis d i c o t ô m i c o no solo es u t i l p a r a e l conocimiento d e l i d i o m a estudiado, sino que permite v e r c o n mas c l a r i d a d las diferenoias existentes entre distintos i d i o m a s . E n l a û l t i m a parte, J a k o b s o n e x a m i n a cuales s o n los medios m o r f o l ô g i c o s que el ruso emplea p a r a expresar las categorlas verbales. E n el corto ensayo t i t u l a d o El significado gramatical segun Boas (1959) J a k o b s o n p r é s e n t a y desarrolla las ideas de F . B o a s , contenidas e n s u „ L a n g u a g e " . S e g û n B o a s , l a g r a m a t i c a escoge, clasiflea y expresa diferentes aspectos de l a experiencia y , a d e m â s . „ d e t e r m i n a cuales con los e a e e e e e 178 RECENZE aspectos de c a d a experiencia que deben ser expresados". E l c a r â c t e r obligatorio de las categorias gramaticales es el rasgo especlfico que las distingue de los significados lexicales. E l hecho de que algunos i d i o m a s n o necesitan expresar algunas categorias gramaticales obligatorias e n otros idiomas no c o n s t i t u y e u n o b s t â c u l o a l a c l a r i d a d del proceso de c o m u n i c a c i ô n ; si es necesario, e l i d i o m a puede r e c u r r i r a medios lexicales p a r a expresar los significados de las categorias g r a m a ticales no existentes e n é l . L o s i d i o m a s difieren substancialmente por lo que deben expresar, y n o p o r lo que pueden expresar. L a û l t i m a p a r t e d e l l i b r o consta de u n solo estudio, bastante extenso, que l l e v a e l t l t u l o Lingûistica y poética (1960). L a p o é t i c a , i g u a l que l a linguistica, atane dos grupos de problemas: los s i n c r ô n i c o s y los d i a c r à n i c o s . L a d e s c r i p c i ô n s i n c r ô n i c a debe estudiar no solo l a p r o d u c c i ô n l i t e r a r i a de l a é p o c a d a d a , sino t a m b i é n aquellas obras d e l pasado que e n e l l a s o b r e v i v e n o b a n sido resucitadas. L a p o é t i c a h i s t ô r i c a , igual que l a h i s t o r i a d e l lenguaje, debe ser concebida c o m o u n a superestructura, edificada a base de u n a série de descripoiones s i n c r ô n i c a s sucesivas. L a p o é t i c a es u n a p a r t e i n t é g r a n t e de l a l i n g u i s t i c a ; puede ser definida como a q u e l l a p a r t e s u y a que estudia l a f u n c i ô n p o é t i c a respeoto a las d e m â s funciones l i n g ù i s t i c a s . A los seis factores de l a c o m u n i c a c i ô n v e r b a l — destinador, contexto, mensaje, contacto, c ô d i g o y destinatario — corresponden seis funciones del lenguaje: la f u n c i ô n e m o t i v a , referencial, p o é t i c a , fatica, m e t a l i n g ù i n t i c a y c o n a t i v a . E n cada a c t i v i d a d v e r b a l suelen estar p r é s e n t e s mas funciones, p u d i e n d o ser d o m i n a n t e u n a u o t r a s e g û n l a clase de l a a c t i v i d a d . E n l a poesla es d o m i n a n t e l a f u n c i ô n p o é t i c a , que p r o y e e t a el p r i n c i p i o de e q u i v a l e n c i a del n i v e l de l a selecciôn a l n i v e l de l a c o m b i n a c i ô n . E l estudio linguistico de l a f u n c i ô n p o é t i c a no debe limitarse a l a poesia; p o r o t r a parte, el a n â l i s i s l i n g û i s t i c o de l a poesia no puede limitarse a l a f u n c i ô n p o é t i c a . D e s p u é s de establecer aquellos p r i n c i p i o s g é n é r a l e s , J a k o b s o n estudia detalladamente l a m é t r i c a y l a r i m a . A d v i e r t e que l a rima necesariamente i m p l i c a u n a r e l a c i ô n s e m â n t i c a entre las unidades que une, y h a c e constar que l a r i m a es t a n solo u n a de las manifestaciones de u n f e n ô m e n o m u c h o m â s a m p l i o , del paralelismo, que comprende, a d e m â s , el r i t m o , m é t r i c a , a l i t e r a c i ô n , asonancia, metafora, c o m p a r a c i ô n , p a r â b o l a , etc. ; D e s t a c a r las altas cualidades de l a o b r a de J a k o b s o n é q u i v a l e a l l e v a r lefia al monte. E l l i b r o resenado contiene obras de c a r â c t e r t e ô r i c o , en las que J a k o b s o n estudia ouestioncs universales o, aunque a n a l i z a n d o problemas parciales, llega a conclusiones g é n é r a l e s , en su m a y o r i a m u y acertadas y justas. A veces, s i n embargo, e l c a m i n o seductor de l a g e n e r a l i z a c i ô n le l l e v a acaso demasiado lejos; asf es, a nuestro parecer, e n Fonologia y fonética, donde afirma que el lenguaje escrito es solo u n complemento del c ô d i g o h a b l a d o por medios auxiliares parasitarios, c o m p a r a n d o el lenguaje escrito y h a b l a d o c o n las notas y l a m ù s i c a , respectivamente. L a f o r m u l a c i ô n de J a k o b s o n i m p l i c a que lo d i c h o v a l e del i d i o m a e n g ê n e r a i , mientras que, e n r e a l i d a d , es aplicable solo a su p l a n fônico. L a s obras de J a k o b s o n no .son u n a l e c t u r a fâcil; sus formulaciones, p r é c i s a s y l a c ô n i c a s , c u e n t a n con u n lector versado en l a linguistica moderna. A veces s é r i a u t i l si las explicaciones fueran documentadas mas consecuentemente de ejemplos. S i n embargo, el lector que no c é d a ante esas dificnltadcs, se v e r â reoompensado por u n a r i q u e z a de ideas nuevas, originales y fecundas. Eva Spitzom Eric Buyssens: L i n g u i s t i q u e h i s t o r i q u e , B r u x e l l e s — P a r i s , Presses universitaires, 1965, 158 p . Ce l i v r e est i n t r o d u i t p a r une p r é f a c e b r è v e , mais r i c h e d ' i d é e s originales et fertiles sur l ' i m p o r tance et les rapports de l a synchronie et de l a diachronie dans les é t u d e s linguistiques. S u i v e n t quatre é t u d e s . Homonymie et principes sémiques dans les remaniements lexicaux commence par une revue des ouvrages t r a i t a n t de l ' é t y m o l o g i e populaire, revue c o m p l é t é e p a r des observations et des r é f l e x i o n s de l ' a u t e u r . A son avis, i l s'agit de remaniements q u i rendent c o m p l è t e o u p l u s grande l a s i m i l i t u d e : 1° de d e u x signifiants d o n t les signifiés ne r e p r é s e n t e n t a u c u n r a p p o r t , 2 ° de d e u x signifiants d o n t les signifiés p r é s e n t e n t u n r a p p o r t , 3 ° de deux signifiés d o n t les signifiants sont partiellement o u t o t a l e m e n t semblables. T o u t d ' a b o r d , i l e x a m i n e ce q u ' i l appelle h o m o n y m i s a t i o n . I l s'agit d ' u n p h é n o m è n e que nous avons a p p e l é a t t r a c t i o n lexicale (voir P h i l o l o g i c a pragensia 7, 1964, p . 65—76). D a n s l a p r e m i è r e partie, i l cite u n n o m b r e c o n s i d é r a b l e de mots q u i passent d ' u n e langue d a n s l'autre, o n t p r i s , sous l'influence de l a l o i d u m o i n d r e effort, l a forme d ' u n m o t t r a d i t i o n n e l d e l a
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