historia y problemas de los limites de méxico

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HISTORIA Y PROBLEMAS
D E LOS LIMITES D E MÉXICO
(Continuación)
César
II. L A F R O N T E R A
i.
LÍMITES
SEPULVEDA
SUR
OON G U A T E M A L A
^ C o m p a r a d a s c o n las graves cuestiones de nuestra f r o n t e r a
Norte,
las relativas a los límites
m e r i d i o n a l e s de
México
p u e d e n considerarse c o m o asuntos b i e n sencillos.\ N o se enc u e n t r a ahí n i l a i n t e n s i d a d , n i e l d r a m a t i s m o dé los c o n f l i c tos q u e m a t i z a n e l caso de l a f r o n t e r a s e p t e n t r i o n a l , y e l afán
d e despojo de t e r r i t o r i o m e x i c a n o , a u n q u e presente, se r e v e l a
b i e n a t e n u a d o y concreto.
L a s disputas inherentes a
tales
límites m e r i d i o n a l e s se m o v i e r o n d e n t r o de cauces b i e n m a r cados: el p l e i t o p o r C h i a p a s y e l Soconusco es e l eje de l a discusión con G u a t e m a l a a l o l a r g o d e l siglo x i x , y l a g u e r r a de
castas, a u s p i c i a d a p o r los ingleses, y l a p e n e t r a c i ó n
hacia
Yucatán, f o r m a n el tema del conflicto fronterizo con S u M a jestad Británica en Belice en l a m i s m a centuria.
Desde
temprana época
de l a C o l o n i a ,
l a p r o v i n c i a de
C h i a p a s q u e d ó e n c l a v a d a e n t e r r i t o r i o de l a R e a l A u d i e n c i a
de G u a t e m a l a . U n c o n v e n i o d e l año de 1549, q u e señaló p o r
vez p r i m e r a e l l í m i t e a u s t r a l m e x i c a n o , estableció l a perten e n c i a de C h i a p a s a l a A u d i e n c i a guatemalteca.
Momentá-
neamente, e m p e r o , C h i a p a s y Soconusco v o l v i e r o n a depend e r de l a N u e v a España, p o r q u e l a A u d i e n c i a de G u a t e m a l a
se transfirió a P a n a m á , p o r r e a l cédula d e l 8 de s e p t i e m b r e
de 1563, p e r o o t r a c é d u l a d e l 28 de j u n i o de 1568 l a restab l e c i ó en G u a t e m a l a .
1
A p a r t i r d e l ú l t i m o de los años citados,
y h a s t a el de 1821, ambas p r o v i n c i a s e s t u v i e r o n e n e l d o m i n i o
de l a A u d i e n c i a de G u a t e m a l a . ^
/ L a p r o v i n c i a de C h i a p a s mostró, a l realizarse l a i n d e p e n d e n c i a de M é x i c o , u n a g r a n
i n q u i e t u d política.
E l 3 de
CÉSAR
146
SEPÚLVEDA
septiembre de 1821 declaró su autonomía, y j u r ó su i n c o r p o ración a l I m p e r i o M e x i c a n o , en d o n d e fue b i e n r e c i b i d a .
M á s tarde, el resto de las p r o v i n c i a s de C e n t r o a m é r i c a
se
agrega t a m b i é n a l M é x i c o i m p e r i a l , p o r invitación de I t u r x
U n a a g r e g a c i ó n c o m o ésa era l a más lógica y n o r m a l , porq u e todas
p r o v i n c i a s centroamericanas f o r m a b a n u n a
uni-
d a d geográfica, c u l t u r a l , económica e histórica c o n l a N u e v a
España.
L a f o r m a c i ó n étnica era l a m i s m a , y las gentes de
u n a y o t r a p a r t e tenían las mismas v i r t u d e s e idénticos defectos.
L a r e l i g i ó n y l a tradición política e r a n iguales e n to-
dos los t e r r i t o r i o s .
N a d a tenía
de
extraño,
pues,
que
se
r e a l i z a r a u n a a n e x i ó n : era l o n a t u r a l y l o p r e v i s i b l e .
L o s o r p r e n d e n t e es q u e esa adhesión n o h a y a c o n t i n u a d o ,
y que el cacicazgo y l a i n t r i g a política h a y a n desbaratado art i f i c i a l m e n t e , en pocos meses, l o q u e l a razón m i s m a de las
cosas h a b í a j u n t a d o .
; Después de q u e C h i a p a s decidió agregarse a l I m p e r i o , l a
R e g e n c i a e x p i d i ó u n decreto (10 de enero de 1822) q u e declar a b a a l a p r o v i n c i a " i n c o r p o r a d a p a r a siempre e n el I m p e rio".
3
desde
E s o p o r t u n o dejar
1797,
asentado
que
e l Soconusco
era,
u n o de los tres p a r t i d o s de l a i n t e n d e n c i a de
C h i a p a s , y, p o r l o m i s m o , le estaba a n e x o .
4
< E l P l a n de C a s a M a t a , que, d i r i g i d o c o n t r a I t u r b i d e , estableció l a r e p ú b l i c a en 1823, resultó ser u n i n s t r u m e n t o nefasto
e n c u a n t o a l a agregación de C e n t r o a m é r i c a a M é x i c o , pues
aquellas p r o v i n c i a s d e c i d i e r o n separarse, i m p u l s a d a s p o r u n a
a c t i v a p o l i t i q u e r í a y u n a i n t r i g a m u y c r i o l l a . C h i a p a s observó
u n a a c t i t u d expectante
frente a los sucesos: u n a j u n t a ge-
n e r a l de delegados se r e u n i ó el 8 de a b r i l de 1823 P
si estaba o n o d i s u e l t o el pacto de l a u n i ó n " .
a
r
a
"
v e r
5
P e r o e l g o b i e r n o c e n t r a l m e x i c a n o n o se dejó i m p r e s i o n a r
c o n l a e x u b e r a n c i a de esos balbuceos políticos, y o r d e n ó a los
m i l i t a r e s q u e se d i s o l v i e r a l a J u n t a S u p r e m a P r o v i s i o n a l de
C h i a p a s , e n septiembre de 1823.^
^ E n t r e t a n t o , las P r o v i n c i a s ^ U n i d a s de C e n t r o a m é r i c a
i n d e p e n d i z a b a n e l 2 de o c t u b r e de 1823. ^
s t a
se
separación fue
LOS LÍMITES
DE
MÉXICO
147
n o b l e m e n t e r e c o n o c i d a p o r l a naciente R e p ú b l i c a M e x i c a n a ,
p u e s a pesar de c o n t a r ahí c o n tropas suficientes — l a s de l a
e x p e d i c i ó n de F i l i s o l a — , prefirió respetar l a determinación
t o m a d a p o r a q u e l l o s pueblos, y l a c o n v a l i d ó a través d e l dec r e t o d e l Congreso G e n e r a l C o n s t i t u y e n t e de los Estados U n i d o s M e x i c a n o s , de 20 de agosto de 1824, ° i
u e
aclaraba e n su
parte final:
N o se comprende en ellas [las provincias centroamericanas] l a
de las Chiapas, respecto a l a cual subsiste el decreto de 26 de
mayo de este a ño.
<Como l a i n q u i e t u d i n t e s t i n a c h i a p a n e c a proseguía, y a ú n
n o se decidía n a d a en c u a n t o a su agregación d e f i n i t i v a , e l
7
m i n i s t r o de R e l a c i o n e s , L u c a s A l a m á n , p r o p u s o a l g o b i e r n o
d e G u a t e m a l a , en m a y o de 1824,
u
n
pl
a n
P
a
r
a
q
u
e
s e
realizara
l i b r e m e n t e l a d e t e r m i n a c i ó n de esa p r o v i n c i a , y se concedió
8
un
plazo de tres meses p a r a q u e l a S u p r e m a J u n t a
Provi-
s i o n a l c h i a p a n e c a —-restaurada en esos días p o r el C o n g r e s o
C o n s t i t u y e n t e — r e s o l v i e r a l i b r e m e n t e el destino de l a r e g i ó n . ^
9
C P e r o l a J u n t a , desde e l 3 de m a y o de ese año, y " p o r p l u r a l i d a d de votos", y a h a b í a resuelto q u e C h i a p a s c o n t i n u a r a
agregada a l a n a c i ó n m e x i c a n a ,
1 0
y en u n p l e b i s c i t o r e a l i z a d o
e l 12 de septiembre d e l m i s m o año, q u e mostró 96,829 votos
e n favor p o r 60,400 e n c o n t r a , l a p r o v i n c i a ratificó legítimam e n t e su u n i ó n a M é x i c o . A h o r a b i e n , el Soconusco, a través
d e todos estos acontecimientos, seguía s i e m p r e f o r m a n d o parte de C h i a p a s .
1 1
L a C o n s t i t u c i ó n federal de los Estados U n i d o s M e x i c a n o s ,
d e 4 de o c t u b r e de 1824, i n c l u í a y a a C h i a p a s como E s t a d o :
A r t . 5. Las partes de esta federación son los Estados y T e r r i t o rios siguientes: . . . el Estado de las C h i a p a s . . . 12
Pero
la
efímera
República
F e d e r a l de
Centroamérica
(1823-1839) tenía pretensiones, c i e r t a m e n t e i n f u n d a d a s , sobre
el t e r r i t o r i o de C h i a p a s y, según l o alegó después G u a t e m a l a ,
esgrimía c o m o título u n acta d e l 24 de j u l i o de 1824, de u n
g r u p o de revoltosos q u e se l a n z a r o n e n u n i n f r u c t u o s o p r o n u n -
CÉSAR
148
SEPÚLVEDA
c i a m i e n t o separatista l l a m a d o " d e
Chiapa Libre",
azuzado
p o r centroamericanos. C u a n d o se celebró e l p l e b i s c i t o m e n c i o n a d o antes, en e l c u a l l a v o l u n t a d c h i a p a n e c a n o dejó l u g a r a dudas, ellos c l a m a r o n q u e h a b í a h a b i d o presión.
La
R e p ú b l i c a de C e n t r o a m é r i c a , cuyos días y a estaban contados,
n o tuvo e m p a c h o en n o m b r a r u n a comisión especial p a r a i n v e s t i g a r l a l e g i t i m i d a d de l a agregación de C h i a p a s a México/;
\ E n 1832 se i m p r i m i ó en G u a t e m a l a s u d i c t a m e n ,
1 3
contrario,
desde luego, a l a a n e x i ó n ^ Y l a base de t o d a esa p o l i t i q u e r í a
n o era s i n o e l deseo de ejercer cacicazgo, p o r q u e n o podría
sostenerse q u e e l i d e a l de n a c i o n a l i d a d o l a c o m u n i d a d polít i c a fuera l o q u e a n i m a b a l a pretensión.
Entre
tanto, l a c o n j u r a c e n t r o a m e r i c a n a p a r a cercenar
t e r r i t o r i o a M é x i c o logró mejores avances e n l o que se refiere a l Soconusco, pues l a posición p o l í t i c a de esta p r o v i n c i a
q u e d ó m o m e n t á n e a m e n t e i n d e c i s a c u a n d o , e n rebeldía a b i e r t a
a la prudente actitud asumida por Chiapas, u n grupo
de
facciosos, desconociendo e l p l e b i s c i t o de 1824, d e c i d i e r o n reu n i r el Soconusco c o n G u a t e m a l a , j u r a n d o o b e d i e n c i a a ésta.
E l g o b i e r n o de las P r o v i n c i a s U n i d a s de Centroamérica, con
m a l i c i o s a p r e m u r a , declaró i n m e d i a t a m e n t e q u e " l a p r o v i n c i a
de Soconusco q u e d a i n c o r p o r a d a a Centroamérica, en v i r t u d
de su p r o n u n c i a m i e n t o " .
1 4
<\Empero l a declaración resultó i n o p e r a n t e y n o alteró la
situación d e l t e r r i t o r i o d e l Soconusco, q u e siguió siendo mex i c a n o de h e c h o y de derecho)) C e n t r o a m é r i c a era i n c a p a z de
g o b e r n a r esa p r o v i n c i a , y a q u e e l l a m i s m a se e n c o n t r a b a aflig i d a c o n t i n u a m e n t e p o r l a asonada y e l m o t í n . Y esa m i s m a
i m p o t e n c i a y su p r o p i a i n t r i g a i n t e s t i n a h a c í a n q u e hubiese
u n a d o l o s a aprensión h a c i a l a R e p ú b l i c a
Mexicana. Pero,
además, n o es r e m o t o q u e anduviese ahí l a m a n o tenebrosa
de l a d i p l o m a c i a y a n q u i , pues p u e d e verse, p o r ejemplo, q u e
Poinsett, m i n i s t r o n o r t e a m e r i c a n o en M é x i c o , e n n o t a d i r i g i d a a l secretario de E s t a d o H e n r y C l a y e l 30 de d i c i e m b r e
de 1828, i n f o r m a b a que, según sus datos, " M é x i c o pretendía
ejercer h e g e m o n í a sobre C e n t r o a m é r i c a " . /
1 5
P o r eso, c u a n d o e n u n esfuerzo de a m a b l e c o n c o r d i a , años
más tarde, M é x i c o e n v i ó u n e m b a j a d o r a las P r o v i n c i a s U n i -
LOS LÍMITES
DE
MÉXICO
149
d a s de C e n t r o a m é r i c a — D i e z de B o n i l l a , designado el 25 de
m a y o de 1 8 3 1 — y se le d i e r o n i n s t r u c c i o n e s concretas p a r a
negociar u n límite,
fue,
16
l o lógico era esperar u n fracaso, y así
pues e l m i n i s t r o de R e l a c i o n e s guatemalteco,
l l e g ó a p e d i r que M é x i c o r e n u n c i a r a a C h i a p a s ,
un
1 7
Molina,
y a exigir
a r b i t r a j e p o r los Estados U n i d o s , c o n l o q u e se t e r m i n a r o n
las negociaciones de esa época p a r a señalar l a f r o n t e r a entre
a m b o s países, y
" N o t o r i a es l a excesiva m o d e r a c i ó n , l a c o n d u c t a d i g n a y
n o b l e d e l g o b i e r n o de M é x i c o c o n respecto de G u a t e m a l a " ,
1 8
d i j o Larraínzar, y a s o m b r a r e a l m e n t e q u e frente a l a reclam a c i ó n i n f u n d a d a e i n j u r i o s a se h a y a observado t a l abstenc i ó n , sobre t o d o en m o m e n t o s en q u e era i n m i n e n t e el fracaso
d e ese ensayo de f r a t e r n i d a d p o l í t i c a q u e fue l a R e p ú b l i c a
F e d e r a l de C e n t r o a m é r i c a , y más c u a n d o existían b i e n f u n d a das pretensiones yucatecas y tabasqueñas sobre el P e t e n guatemalteco.
19
C U A N D O L A M I O P Í A política y l a i n t r i g a t r o p i c a l desbarataron
la
fugaz R e p ú b l i c a de C e n t r o a m é r i c a y G u a t e m a l a salió de
a h í c o m o nación, en 1839, fue n a t u r a l q u e quisiese engrandec e r su t e r r i t o r i o a costa de los desamparados mexicanos de
Soconusco y de C h i a p a s , e h i z o esfuerzos p a r a hacerse de esas
p o r c i o n e s , exagerando su posición, y t r a t a n d o de f u n d a r sus
d e m a n d a s en bases t a n endebles c o m o el m a n i f i e s t o de C h i a pa
L i b r e y e l p r o n u n c i a m i e n t o de los revoltosos de T a p a c h u -
la.
P e r o ostensiblemente los vecinos de esas zonas e r a n reacios
a f o r m a r p a r t e de l a n a c i ó n guatemalteca.
H i c i e r o n abiertas
manifestaciones en este sentido, y c o n f i r m a r o n d e f i n i t i v a m e n t e
l a a n e x i ó n a l a R e p ú b l i c a M e x i c a n a , a través d e l acta de l a
J u n t a G e n e r a l C h i a p a n e c a d e l 15 de agosto de 1841;
2 0
y Soco-
n u s c o , a l q u e los guatemaltecos y a h a c í a n suyo, reiteró p o r
c o n d u c t o d e l a y u n t a m i e n t o de T a p a c h u l a su i n c o n d i c i o n a l
obediencia a l a nación mexicana/
C o r r e s p o n d i e n d o a estas muestras decisivas de apego a
M é x i c o , y ( p r e v i n i e n d o c o n sagacidad c u a l q u i e r i n t e n t o o m a n i o b r a g u a t e m a l t e c a , San t a - A r m a r e m i t i ó tropas e n n ú m e r o
s u f i c i e n t e p a r a proteger l a f r o n t e r a y decretó solemnemente
150
CÉSAR
SEPÚLVEDA
el 11 de s e p t i e m b r e de 1842: " E l D i s t r i t o de Soconusco q u e d a
i r r e v o c a b l e m e n t e u n i d o a l D e p a r t a m e n t o de C h i a p a s y consig u i e n t e m e n t e a l a N a c i ó n M e x i c a n a / ' % M á s tarde expresaría
2
L a f r a g u a e n su n o t a a l m i n i s t r o de (Guatemala, U r i a r t e , e l 9
de o c t u b r e de 1875: " P e r o c o m o en el m u n d o todo tiene su
término, l l e g ó a l f i n el de l a t o l e r a n c i a c o n respecto a l Soconusco, p o r q u e l a p r u d e n c i a de M é x i c o p o d r í a y a traducirse
en d e b i l i d a d . "
2 2
. Este g o l p e d e c i d i d o de S a n t a - A n n a ^ u e si nos h i z o p e r d e r
T e x a s r e i v i n d i c ó e n c a m b i o Soconusco p a r a México<Cacabó
c o n las i n t r i g a s políticas de G u a t e m a l a e n esos t e r r i t o r i o s ,
pero n o e x t i n g u i ó sus pretensiones, pues c o m o u n t e m a cotid i a n o l a cuestión de C h i a p a s y d e l Soconusco h a b r í a de ocup a r l a a t e n c i ó n de los diplomáticos de ambos países p o r más
de tres décadas, pese a que, según se observa, e l asunto qued a b a d e f i n i t i v a m e n t e l i q u i d a d o y n o existía m a r g e n l e g a l p a r a
ninguna pretensión.^
/ A ñ o s m á s tarde, en 1854, h u b o u n n u e v o i n t e n t o de parte
d e l g o b i e r n o m e x i c a n o p a r a f i n i q u i t a r e l asunto y establecer
d e f i n i t i v a m e n t e l a línea f r o n t e r i z a entre ambos países, y se
envió a u n p l e n i p o t e n c i a r i o , P e r e d a , q u i e n llegó casi a l i q u i d a r l a c o n t r o v e r s i a , pues entre él y el m i n i s t r o g u a t e m a l teco de R e l a c i o n e s , P a v ó n , f o r m u l a r o n u n proyecto de tratado, p e r o P a v ó n expuso u n a condición
que
desconcertó
al
e n v i a d o m e x i c a n o y q u e i m p i d i ó el a r r e g l o : " q u e M é x i c o se
c o m p r o m e t i e r a a saldar l a parte d e l crédito q u e corresponde
a las C h i a p a s " .
2 3
A q u e l l a vez G u a t e m a l a p r o p u s o , c o m o trans-
acción, l a s u m a de $ 450,000 p a r a ser pagados p o r M é x i c o ,
c o n q u i t a d e l 20 a l 25 '%.
(Se t r a t a b a de u n a o b l i g a c i ó n de
C h i a p a s h a c i a l a C o r o n a española, q u e G u a t e m a l a pretendía
hacer d e r i v a r en su favor.)/
\ P e r o c o m o h i z o ver P e r e d a , n o p r o c e d í a t a l d e u d a , p o r q u e
l a R e p ú b l i c a M e x i c a n a , e n v i r t u d d e l t r a t a d o c o n España de
1836, l a h a b í a r e c o n o c i d o ya, i n c l u y e n d o sus r é d i t o s ,
dudarse de l a v e r a c i d a d de P a v ó n , q u i e n afirmó:
24
y debe
"después
[de 1821] h a p a g a d o de c u a n d o en c u a n d o algunas c a n t i d a des",
25
pues n o existe c o n s t a n c i a en n i n g u n a p a r t e de q u e así
LOS LÍMITES
DE
MÉXICO
151
h a y a sido.) Se trataba, seguramente, de u n i n f u n d a d o regateo
d e G u a t e m a l a p a r a d i l a t a r e l arreglo, c o n l a esperanza de q u e
los Estados U n i d o s le h i c i e r a n e l juego.
M á s q u e u n argu-
m e n t o d i p l o m á t i c o , l a cuestión aparece c o m o u n a a r g u c i a desp r o v i s t a de seriedad.
P A S A R O N C A S I V E I N T E A Ñ O S antes q u e de n u e v o se d i e r a n p r o -
V i d e n c i a s de t e r m i n a r este enojoso asunto de límites. C o n
g r a n c o m e d i m i e n t o , e l g o b i e r n o m e x i c a n o i n v i t ó a l de G u a t e m a l a , e l 6 de octubre de 1873,
26
p e r o este ú l t i m o país n o se
d i g n ó d a r contestación, y fue sólo u n a c a s u a l i d a d q u e J . R u fino
B a r r i o s , e l d i c t a d o r guatemalteco,
decidiera enviar a
U r u a r t e a M é x i c o p a r a v e r de a r r e g l a r e l
impasse.
27
\ | J r i a r t e , q u i e n era " e l p r i m e r m i n i s t r o q u e a c r e d i t a b a
Guatemala en México",
2 8
y a l c u a l se p u e d e d e s c r i b i r c o m o
h o m b r e í n t e g r o y sincero, traía l a m i s i ó n de r e a l i z a r a l g ú n
c o n v e n i o q u e salvara e l excesivo o r g u l l o de los guatemaltecos,
a sabiendas de q u e n o existía o t r a a l t e r n a t i v a q u e aceptar
l a a n e x i ó n de C h i a p a s y S o c o n u s c o .
P e r o e l e n v i a d o de
29
G u a t e m a l a n o p o r e l l o dejó de hacer e l i n t e n t o de i m p r e s i o n a r a l g o b i e r n o m e x i c a n o c o n los m a n i d o s argumentos de
C h i a p a L i b r e y de l a d e u d a de C h i a p a s
3 0
e n su m e m o r á n d u m
d e l 21 de agosto de 1874, mas s i n é x i t o , pues e l m i n i s t r o de
R e l a c i o n e s , L a f r a g u a , i h i z o p o l v o sus alegaciones c o n su b i e n
f u n d a d a n o t a d e l 9-ide octubre de 1 8 7 5 .
31
Y L a f r a g u a reiteró
q u e n o se p e r m i t i r í a discusión a l g u n a sobre l a legítima perten e n c i a a M é x i c o d e l Soconusco y de C h i a p a s .
{ L a m u e r t e de L a f r a g u a ( n o v i e m b r e de 1875), p r i m e r o , y l a
r e v o l u c i ó n de T u x t e p e c , después, d i f i r i e r o n e l buscado pacto,
y f u e sólo c u a n d o se restableció e l g o b i e r n o e n 1877 y V a l l a r t a t o m ó e l puesto de secretario de R e l a c i o n e s , c u a n d o se
r e a n u d a r o n las conversaciones c o n U r i a r t e .
E l 7 de d i c i e m -
b r e de ese a ñ o p u d o darse término a u n a convención p a r a l a
c r e a c i ó n de u n a C o m i s i ó n M i x t a
3 2
encargada de obtener datos
q u e p e r m i t i e r a n l a fijación de l a línea limítrofe, y q u e ciert a m e n t e constituía u n b u e n f u n d a m e n t o p a r a t e r m i n a r las
d i f i c u l t a d e s fronterizas entre M é x i c o y G u a t e m a l a ^ S u proem i o decía s i g n i f i c a t i v a m e n t e :
CÉSAR
152
SEPÚLVEDA
Los Estados U n i d o s Mexicanos de u n a parte y l a República de
Guatemala de l a otra, deseando arreglar satisfactoriamente las d i ficultades que entre ambos países existen con motivo de l a antigua
cuestión de límites que tienen pendiente, y creyendo preparar sobre bases sólidas l a solución definitiva y conveniente de esta cuestión p o r medio del nombramiento de u n a comisión m i x t a que dé
a ambos Gobiernos los datos necesarios para poder entrar en m u tuos a r r e g l o s . . .
\ P e r o l a sana intención de U r i a r t e n o fue seguida en su
patria.
Pese a q u e este c o n v e n i o le p e r m i t í a a G u a t e m a l a
salvar su decoro, y s i g n i f i c a b a el a l e j a m i e n t o d e l p e l i g r o de
p e r d e r e l P e t e n — q u e siempre h a b í a d e m o s t r a d o más simpatías p o r M é x i c o q u e p o r l a n a c i ó n v e c i n a — , e l c a u d i l l i s m o
c r i o l l o , desoyendo l a sensatez, puso e n e n t r e d i c h o l a l a b o r d e l
e n v i a d o de G u a t e m a l a , y así trató de p o n e r obstáculos a l a
ratificación d e l pacto negociado, y más tarde evitó l a prórroga
necesaria d e l c o n v e n i o . ?
3 3
L a n a c i ó n v e c i n a c o n t i n u ó p r o p i c i a n d o las ilícitas v i o l a ciones de l a f r o n t e r a m e r i d i o n a l m e x i c a n a , q u e c o n el apoyo
o f i c i a l se v e n í a n sucediendo desde 1 8 7 3 ,
34
y que agravaron la
tensión entre ambas repúblicas h a c i a 1881.
E n efecto, h u b o
cruces a r m a d o s en 1874 y 1875, c u a n d o u n o s i n d i o s guatemaltecos d e s t r u y e r o n l a p l a n t a c i ó n de café de d o n Matías R o mero, s i t u a d a en t e r r i t o r i o m e x i c a n o , a l a vez q u e u n n ú m e r o
de facinerosos destruyó l a m a r c a f r o n t e r i z a e n P i n a b e t e ; en
1878, c u a n d o e l r u f i á n M a r g a r i t o B a r r i o s i n v a d i ó e l t e r r i t o r i o
de T o n i n t a n á ; en 1879 y en 1880, e n q u e a t a c a r o n T u x t l a el
C h i c o , y a fines de 1880, en q u e e l jefe p o l í t i c o de San M a r cos, G u a t e m a l a , penetró en t e r r i t o r i o m e x i c a n o c o n u n a partida armada^
C u a n d o n u e s t r a república, e n l e g í t i m a defensa de su viol a d o suelo, se decide a m e t e r u n p o c o de o r d e n , r e m i t i e n d o
contingentes m i l i t a r e s p a r a s a l v a g u a r d a r l a f r o n t e r a e i m p e d i r
futuras i r r u p c i o n e s , G u a t e m a l a p o n e e l g r i t o en e l cielo y
acusa a n u e s t r o país de p r e t e n d e r e n g u l l i r s e t e r r i t o r i o de
a q u e l l a r e p ú b l i c a . P e o r a ú n : s a b i e n d o q u e p o r esa época nuestro g o b i e r n o n o era b i e n visto p o r los Estados U n i d o s , s o l i c i t a
l a i n t e r v e n c i ó n de éstos p a r a r e p r i m i r a M é x i c o . >
LOS LÍMITES
DE MÉXICO
15 3
/ E m p i e z a así l a fase f i n a l de l a cuestión de los límites. E n
j u m o de 1881, e l m i n i s t r o guatemalteco de R e l a c i o n e s , L o r e n z o M o n t u f a r , s o l i c i t a l a m e d i a c i ó n de M r . B l a i n e , secretar i o de E s t a d o , l l a m a n d o m e l i f l u a m e n t e a los Estados U n i d o s
" g u a r d i a n e s tutelares d e l t e r r i t o r i o de l a A m é r i c a entera y
protectores n a t u r a l e s de l a i n t e g r i d a d d e l C o n t i n e n t e " ,
3 5
y ex-
p o n i e n d o e n u n gesto de g r a n t e a t r a l i d a d q u e e l g o b i e r n o de
G u a t e m a l a está d e t e r m i n a d o a ceder e l Soconusco a u n a potencia extranjera,
36
c o m o si fuera b a l d í o , y c o m o si c u a l q u i e r
p a í s estuviera dispuesto a r e c i b i r l o . E m p e r o , l a tortuosa d i p l o m a c i a g u a t e m a l t e c a l o g r ó i m p r e s i o n a r e n esta ocasión a
los n o r t e a m e r i c a n o s .
\
B l a i n e , a l a r m a d o p o r l a c a m p a ñ a de i n f u n d i o s q u e i n i c i ó
n u e s t r o v e c i n o sureño
(según l a c u a l M é x i c o b u s c a b a sólo
u n a p r o v o c a c i ó n p a r a l l e v a r l a g u e r r a a G u a t e m a l a ) , y emp a l a g a d o s i n d u d a p o r l a l i s o n j a de M o n t ú f a r , ofreció i n m e d i a t a m e n t e sus buenos oficios en n o t a a M a r i s c a l ,
3 7
p e r o nues-
t r a r e p ú b l i c a o b j e t ó j u s t i f i c a d a m e n t e c o n t r a semejante i n t r o misión.
38
D u r a n t e e l resto de 1881 h u b o escarceos d i p l o m á t i c o s tanto e n W a s h i n g t o n c o m o e n l a c i u d a d de M é x i c o . E l general
M a n u e l G o n z á l e z , e n su i n f o r m e p r e s i d e n c i a l de septiembre
de ese año, e x p r e s ó conceptos amenazadores p a r a G u a t e m a l a ,
y persistió l a i n q u i e t u d . F r e l i n g h u y s e n , sucesor de B l a i n e ,
r e i t e r ó sus b u e n o s oficios a p r i n c i p i o s de 1882, p e r o M a r i s c a l ,
c o n sobra de h a b i l i d a d , i n s i n u ó q u e n o estaba n i p o d r í a estar
a discusión l a cuestión de C h i a p a s y de Soconusco, y q u e si
G u a t e m a l a , c o m o debía, a b a n d o n a b a sus pretensiones a estos
t e r r i t o r i o s , l a cuestión p e n d i e n t e n o tendría i m p o r t a n c i a suf i c i e n t e p a r a ser a r b i t r a d a , o p o d í a ser fácilmente r e s u e l t a .
39
H i z o ver e l m i n i s t r o m e x i c a n o , además, q u e las p r o v i n c i a s
q u e G u a t e m a l a c o d i c i a b a h a b í a n sido s i e m p r e leales a Méx i c o , pues a u n q u e t u v i e r o n g r a n o p o r t u n i d a d de separarse en
1847 Y
e
n
x
865> p r e f i r i e r o n seguir todas nuestras
amargas
vicisitudes.
E n t r e t a n t o , y de u n a m a n e r a q u e n o deja de p r o v o c a r
sorpresa, í l e r r e r a , e l representante g u a t e m a l t e c o e n M é x i c o ,
hace en enero de 1882 u n a manifestación p o r l a q u e a q u e l l a
CÉSAR
154
SEPÚLVEDA
n a c i ó n r e n u n c i a a los derechos sobre e l Soconusco y C h i a p a s ,
r e m i t i e n d o u n p r o y e c t o de t r a t a d o de límites; p e r o
no lo acepta.
40
Mariscal
U n avance d e c i d i d o fue e l h e c h o d e q u e B a -
r r i o s , e l d i c t a d o r , solicitó y o b t u v o de l a A s a m b l e a de G u a t e m a l a , e n m a y o de 1882, p l e n o s poderes p a r a a r r e g l a r d e f i n i t i vamente l a frontera,
Unidos.
4 1
y se p u s o e n m a r c h a p a r a los E s t a d o s
P e r o G u a t e m a l a h a b í a p e r d i d o p o p u l a r i d a d , pues su
causa carecía de f u n d a m e n t o . A d e m á s , e n W a s h i n g t o n a c t u a ba
como ministro
de
México
n a d a menos
que el
brillante
estadista d o n M a t í a s R o m e r o .
T o d o e l l o , j u n t o c o n l a c i r c u n s t a n c i a de q u e R o m e r o con o c í a d e m a s i a d o b i e n a B a r r i o s , desde l a época e n q u e
aquél
se d e d i c ó a c u l t i v a r café, c o n t r i b u y ó a que^se o b t u v i e r a u n
entendimiento
e n l a c a p i t a l n o r t e a m e r i c a n a s (12
de
agosto
d e 1 8 8 2 ) , d e n o m i n a d o " P r e l i m i n a r e s de N e w Y o r k " .
. . . P o r parte de los Estados U n i d o s Mexicanos, el señor d o n
Matías R o m e r o , enviado extraordinario y ministro plenipotenciario
de los Estados U n i d o s Mexicanos en Washington, autorizado p o r su
gobierno para tratar con los representantes de Guatemala; y p o r
parte de l a República de G u a t e m a l a el señor general d o n J . R u fino Barrios, presidente constitucional de l a República de Guatem a l a , ampliamente autorizado por l a Asamblea N a c i o n a l Guatemalteca. . . , manifestaron que, deseosos los gobiernos de México y
de G u a t e m a l a de terminar amistosamente las dificultades que h a n
existido entre ambas Repúblicas, y con l a m i r a de establecer bases
sólidas para las relaciones fraternales que deben ligarlos, convienen en los siguientes artículos preliminares a u n T r a t a d o D e f i n i t i v o
de Límites en l a parte de su frontera que comprende a l Estado de
Chiapas:
A r t . 1. L a República de Guatemala prescinde de l a discusión
que h a sostenido acerca de los derechos que l a asisten sobre e l
territorio d e l Estado de Chiapas y su Departamento de Soconusco.
A r t . 11. E l T r a t a d o definitivo de límites entre México y Guatem a l a se celebrará bajo l a base de considerar a Chiapas y a Soconusco partes integrantes de los Estados U n i d o s Mexicanos.
A r t . n i . L a República de Guatemala, satisfecha con el debido
aprecio que México hace de su conducta y con e l reconocimiento
de que son dignos y honrosos los elevados fines que inspiran l o
convenido en los artículos anteriores, no exigirá indemnización
pecuniaria n i otra compensación p o r motivo de las estipulaciones
precedentes... 42
LOS LÍMITES
DE
MÉXICO
155
L a patente h a b i l i d a d de R o m e r o h a b í a conseguido u n a
a v e n e n c i a e n u n p u n t o m u y d e l i c a d o . D e ahí a u n t r a t a d o
f o r m a l de límites y a n o h a b í a sino u n paso, y p u d o realizarse
éste cortos días después, el 27 de septiembre de
1882, e n
M é x i c o , entre M a r i s c a l y H e r r e r a , e l e n v i a d o guatemalteco.
L a C o n v e n c i ó n q u e p u s o e l p u n t o f i n a l a l a d i s p u t a entre
G u a t e m a l a y M é x i c o establece:
Artículo 1. L a República de Guatemala renuncia p a r a siempre
a los derechos que juzga tener a l territorio del Estado de Chiapas
y su distrito de Soconusco y, en consecuencia, considera dicho territorio como parte integrante de los Estados Unidos Mexicanos.
Artículo 11. L a República M e x i c a n a aprecia debidamente l a
conducta de Guatemala y reconoce que son tan dignos como honrosos los fines que le h a n inspirado l a anterior renuncia, declarando
que en i g u a l d a d de circunstancias México hubiera pactado i g u a l j
desistimiento. Guatemala, p o r su parte, satisfecha de este recono- ;
cimiento y esta declaración solemne, no exigirá indemnización de
ningún género con motivo de l a estipulación precedente.
Artículo n i . Los límites entre las dos naciones serán a perpetuidad los siguientes: i?) l a línea media del río Suchiate, desde
u n p u n t o situado en el mar a tres leguas de su desembocadura, río
arriba, p o r su canal más p r o f u n d o , hasta el p u n t o en que el mismo
río corte el p l a n o vertical que pase por el punto más alto del
volcán de T a c a n a , y diste veinticinco metros del p i l a r más austral
de l a garita de T l a q u i á n , de manera que esta garita quede en
territorio de Guatemala; 2?) l a línea determinada p o r el plano
vertical definido anteriormente, desde su encuentro con el río
Suchiate hasta su intersección con el p l a n o vertical que pase por
las cumbres de B u e n a V i s t a , fijada ya astronómicamente p o r l a
Comisión Científica M e x i c a n a , y l a cumbre del cerro de I x b u l ,
desde su intersección con l a anterior hasta u n punto a cuatro k i lómetros adelante d e l m i s m o c e r r o . . . ; 4?) el paralelo de l a t i t u d
que pasa por este último p u n t o , desde él r u m b o al Oriente, hasta
encontrar el canal más profundo del río Usumacinta, o el del
Chixoy en el caso de que el expresado paralelo no encuentre al
primero de estos ríos; 5?) l a línea media del canal másCprofundo
del U s u m a c i n t a , en su caso, o del C h i x o y y luego del U s u m a cinta, continuando p o r éste, en el otro, desde el encuentro de
uno u otro río en el paralelo anterior, hasta que el /Canal más
profundo d e l U s u m a c i n t a encuentre el paralelo situado a veinticinco kilómetros a l Sur de dicho pueblo; 6?) el paralelo de
l a t i t u d que acaba de referirse, desde su intersección con el canal
más p r o f u n d o del U s u m a c i n t a hasta encontrar l a m e r i d i a n a que
w
CÉSAR
156
SEPÚLVEDA
pasa a l a tercera parte de l a distancia que hay
entre los centros
de las plazas de T e n o s i q u e y Sacluc, contada d i c h a tercera parte
desde T e n o s i q u e ; 7?) esta m e r i d i a n a , desde su i n t e r s e c c i ó n con
el
paralelo anterior hasta l a l a t i t u d de diez y siete grados cuarenta y
nueve minutos
(17
9
49')
desde su i n t e r s e c c i ó n con
la
meridiana
anterior i n d e f i n i d a m e n t e hacia el E s t e . . .43
La
Convención
de
Límites
fue
debidamente ratificada
p o r ambos países, y los i n s t r u m e n t o s respectivos se i n t e r c a m b i a r o n e l 1? de m a y o de 1883. P e r o c o n t i n u a r o n las d i f i c u l tades e n l a tarea de fijación de l a línea d i v i s o r i a , y aparecier o n m u t u a s reclamaciones, hasta q u e p o r v i r t u d de u n arreglo
f i n a l , de i ? de a b r i l de 1895, se c i r c u n s c r i b i e r o n los p u n t o s
de d i f e r e n c i a
44
y acabó, p o r f i n , l a d i s p u t a de límites c o n
nuestra h e r m a n a d e l Sur. >
2.
L A CUESTIÓN DE B E L I C E
N o p u e d e dudarse q u e l a acción de sus filibusteros trajo
a I n g l a t e r r a excelentes resultados e n las I n d i a s O c c i d e n t a l e s .
L a s espléndidas posesiones británicas d e l C a r i b e s a l i e r o n d e l
arrojo de los bucaneros, quienes c o n desenfado e n s a n c h a r o n
las fronteras d e l i m p e r i o inglés a expensas de España,
víctima constante.
L a congénita d e b i l i d a d de esta
la
nación
p r o p i c i ó e l audaz despojo de J a m a i c a y de otros p u n t o s , y
p e r m i t i ó l a corrosión g r a d u a l de las posesiones españolas a l r e d e d o r d e l C a r i b e . L o s ingleses de los siglos x v n y x v m n o
necesitaban s i n o u n asidero e n t i e r r a f i r m e p a r a crear después
u n a a p a r i e n c i a de pretensión j u s t i f i c a d a y hacerse de buenas
porciones a expensas d e l i m p e r i o h i s p a n o .
E l e s t a b l e c i m i e n t o b r i t á n i c o e n l a costa de H o n d u r a s , e n
la desembocadura
167o,
46
del río
Wallis,
4 5
fincado
alrededor
de
p r o p o r c i o n ó a I n g l a t e r r a esa a n s i a d a o p o r t u n i d a d . L a
situación n a t u r a l de esos lugares, p o r o t r a parte, v o l v i ó difíc i l l a erradicación de los aventureros, quienes, además, r e a l i zaban l a o c u p a c i ó n c o n carácter b i e n f u r t i v o , p a r a n o despertar sospechas e n las a u t o r i d a d e s españolas.
Gracias a ello
p e d i e r o n p e r d u r a r tantas décadas y afianzarse u l t e r i o r m e n t e .
^ H u b o ocasiones e n q u e p u d i e r o n ser expulsados de ahí, t a l
LOS LÍMITES
DE
MÉXICO
157
c o m o en 1733, en q u e e l esforzado m a r i s c a l A n t o n i o de F i g u e r o a y S i l v a los b a t i ó en el p r o p i o B e l i c e ,
q u e L ó p e z de l a F l o r los d o m i n ó .
instalarse cómodamente.
4 8
4 7
y en 1748, e n
Pero a poco volvieron a
L o s i n t e n t o s p a r a echarlos después
d e esos lugares n o t u v i e r o n f o r t u n a , pues c u a n d o m u c h o se
l o g r a r o n resultados transitorios. H a c í a f a l t a u n b u e n p u e r t o
f o r t i f i c a d o q u e d o m i n a r a el acceso a l a costa de Y u c a t á n , y se
r e q u e r í a u n a política o p o r t u n a y c o n t i n u a d a de represión.
/
L a s pretensiones británicas se m a t e r i a l i z a r o n de a l g u n a
m a n e r a , a l g r a d o de ser reconocidas e n e l T r a t a d o de París
(10 de febrero de 1763) q u e p u s o f i n a l a G u e r r a de Siete A ñ o s ;
e n s u cláusula x v n , q u e d ó p a c t a d o :
Su Majestad Británica hará demoler todas las fortificaciones
que sus vasallos puedan haber construido en l a Bahía de H o n d u r a s
y otros lugares del territorio de España en aquella parte del m u n do, cuatro meses después de l a ratificación d e l presente tratado; y
Su Majestad Católica no permitirá que los vasallos de Su Majestad
Británica o sus trabajadores sean inquietados o molestados con
cualquier pretexto que sea en dichos parajes, en su ocupación de
cortar, cargar y transportar el palo de tinte de Campeche, y para
este objeto podrán fabricar sin i m p e d i m e n t o , y ocupar sin interrupción, las casas y almacenes que necesitaren para sí y para sus
familias y efectos; y su d i c h a Majestad Católica les asegura, en
v i r t u d de este artículo, el entero goce de las conveniencias y
facultades en las costas y territorios españoles como queda arriba
estipulado, inmediatamente después de l a ratificación de este tratado.49
M e n o s q u e este p e r m i s o era necesario p a r a q u e I n g l a t e r r a
alegase después u n a justificación de sus actos de expansión e n
Belice.
U t i l i z a n d o hasta e l m á x i m o l a autorización concedi-
d a p o r el T r a t a d o de París, los cortadores d e l p a l o de C a m p e c h e n o sólo c o r r i e r o n las fronteras de las zonas concedidas,
s i n o q u e e m p l e a r o n e l c o n t r a b a n d o y e l tráfico i l e g a l p a r a
asentarse allí más f i r m e m e n t e /
España, a l i a d a de n u e v o c o n F r a n c i a ^ c a l c u l ó e n 1779 q u e
p o d r í a d o m i n a r a l león inglés en m o m e n t o s en q u e éste ten í a las m a n o s llenas c o n e l p r o b l e m a de l a r e v o l u c i ó n de los
Estados U n i d o s , y n o a n d u v o m u y d e s c a m i n a d a ; pero p a r a
158
CÉSAR
SEPÚLVEDA
rescatar ambas F l o r i d a s h u b o de ceder en l o r e l a t i v o a Belice, a l f i r m a r s e l a paz el 20 de enero de 1783, en Versalles.
E l T r a t a d o consignaba, en efecto:
A r t . 6 C - S i e n d o l a intención de las dos altas partes contratantes
precaver en cuanto es posible todos los motivos de queja y discord i a a que anteriormente h a dado ocasión l a corta de palo de tinte
o de Campeche, habiéndose formado y esparcido con este pretexto
muchos establecimientos ingleses en el continente español; se h a
convenido expresamente que los subditos de S.M.B. tendrán facultad de cortar, cargar y transportar e l palo de tinte en el distrito que comprende entre los ríos " V a l i z " o "Bellese" y "río H o n d o " ,
quedando el curso de los dichos ríos por límites indelebles, de
m a n e r a que su navegación sea común a las dos naciones, a saber,
el río " V a l i z " o "Bellese" desde el mar, subiendo hasta el frente de
u n lago o brazo muerto que se introduce en el país y forma u n
istmo o garganta con otro brazo semejante que viene de hacia
"río N u e v o " o " N e w - R i v e r " ; de manera que l a línea divisoria
atravesará en derechura al citado istmo y llegará a otro lado que
f o r m a n las aguas de "río N u e v o " o " N e w - R i v e r " hasta su corriente;
y continuará después l a línea p o r el curso de "río N u e v o " , descendiendo hasta frente de u n riachuelo cuyo origen señala el mapa
entre "río N u e v o " y "río H o n d o " y va a descargar en "río H o n d o " ;
el c u a l riachuelo servirá también de límite común hasta su unión con
"río H o n d o " ; y desde allí lo será el "río H o n d o " descendiendo hasta
e l m a r en l a forma que todo se h a demarcado en el mapa de que los
plenipotenciarios de las dos coronas h a n tenido por conveniente hacer
uso p a r a fijar los puntos concertados, a f i n de que reine buena
correspondencia entre las dos naciones, y los obreros, cortadores y
trabajadores ingleses no puedan propasarse por l a incertidumbre
de límites. Los comisarios respectivos determinarán los parajes convenientes en el territorio arriba designado, para que los subditos
de S . M . B . empleados en beneficiar el palo puedan sin embarazo
fabricar allí las casas y almacenes que sean necesarios para ellos,
p a r a sus familias y para sus efectos; y S.M.C. les asegura el goce
de todo lo que expresa en el presente artículo, bien entendido que
estas estipulaciones no se considerarán como derogatorias en cosa
alguna de los derechos de soberanía. P o r consecuencia de esto, todos los ingleses que puedan hallarse dispersos en cualesquiera otras
partes, sea del continente español o sea de cualesquiera islas dependientes del sobredicho continente español, y por cualquiera razón que fuese sin excepción, se reunirán en el territorio arriba circunscrito en e l término de 18 meses contados desde el cambio de las
ratificaciones; para cuyo efecto se les expedirán las órdenes por
parte de S.M.B.; y por l a de S . M . C . se ordenará a sus gobernadores
LOS LÍMITES
DE
MÉXICO
159
que den a los dichos ingleses dispersos todas las facilidades posibles
para que puedan transferir al establecimiento convenido por el
presente artículo, o retirarse a donde mejor les parezca. Se estipula
también que si actualmente hubiere en l a parte designada fortificaciones erigidas anteriormente, S . M . B . las hará demoler todas, y
ordenará a sus subditos que no formen otras nuevas. Será permitido a los habitantes ingleses que se establecieren para l a corta
del palo ejercer libremente l a pesca para su subsistencia en las
costas del distrito convenido arriba o de las islas que se h a l l e n
frente d e l mismo territorio, sin que sean inquietados de ningún
modo p o r eso; con tal que ellos no se establezcan de manera alguna en dichas islas.50
x M u c h o se h a especulado sobre l a f ó r m u l a "bien
do que estas estipulaciones
rias en cosa alguna
no se considerarán
de los derechos
como
de soberanía",
entendiderogato-
l a c u a l pa-
rece asegurar p a r a siempre el r e c o n o c i m i e n t o de I n g l a t e r r a
d e l m e j o r título de España. P e r o debe verse más b i e n c o m o
u n a r t i f i c i o p a r a t r a n q u i l i z a r a S u M a j e s t a d Católica, y l a
p r u e b a de e l l o es q u e a l breve t i e m p o l o g r a r o n los británicos
u n a m a y o r extensión de los derechos de u s u f r u c t o d e l territ o r i o , y a l a vez u n a a m p l i a c i ó n de los t e r r i t o r i o s p a r a cortar
m a d e r a s . E n e f e c t o , % n 1786 se realizó u n tratado m u y venf
tajoso p a r a l a G r a n Bretaña, e n q u e p u e d e verse u n débil y
f i n a l i n t e n t o , p o r parte de España, p a r a i m p e d i r a I n g l a t e r r a
q u e d a r s e c o n esos t e r r i t o r i o s p o r otros métodos; representa l a
ú l t i m a esperanza, c o m o el tratado de O n í s l o fue en l a parte
N o r t e . L a política española era evidente: sacrificar algo p a r a
s a l v a r el resto. E l largo T r a t a d o de 1786,
51
q u e l l e v a el enga-
ñ o s o n o m b r e de ' ' C o n v e n c i ó n p a r a e x p l i c a r , a m p l i a r y hacer
efectivo l o e s t i p u l a d o en el artículo sexto d e l tratado d e f i n i t i v o
d e paz d e l a ñ o de 1783", t a n l l e n o de c i r c u n l o q u i o s , de recovecos y de fórmulas intrascendentes, e q u i v a l e , n o a u n a neg o c i a c i ó n b r i l l a n t e , c o m o se h a d i c h o ,
5 2
sino a u n a deserción,
y m u e s t r a i g n o r a n c i a c a p i t a l de los p r o b l e m a s q u e
podría
c r e a r I n g l a t e r r a en el N u e v o M u n d o . L a razón o c u l t a de esta
i n f o r t u n a d a gestión n o es o t r a q u e el sueño h i s p a n o de obten e r l a restitución de G i b r a l t a r .
5 3
L a h á b i l d i p l o m a c i a britá-
n i c a triunfó d e n u e v o sobre los i n g e n u o s consejeros españoles,
CÉSAR
SEPÚLVEDA
pues n o puede dudarse de q u e todas las nuevas ventajas obtenidas p o r l a G r a n B r e t a ñ a p a r a sus subditos de u l t r a m a r
f u e r o n e l resultado d e l s u t i l regateo inglés sobre l a i n t e r p r e tación de algunas frases d e l T r a t a d o de Versalles de 1783 sin
arriesgar n a d a en c a m b i o ,
5 4
y c o n s t i t u y e r o n l a base sobre l a
c u a l h a b r í a de reposar el p o s t e r i o r despojo de esa p r o v i n c i a .
T a m b i é n en ese T r a t a d o de 1786, c o m o en el de Versalles tres años antes, se e m p l e a r o n fórmulas m e l i f l u a s p a r a
a p l a c a r l a suspicacia h i s p a n a , q u e después se h a b r í a n de esg r i m i r i n ú t i l m e n t e p a r a tratar de e v i t a r l a expoliación.
se d i j o , p o r ejemplo: "incontestablemente
terrenos de que se trata pertenecen
corona
de España..(art.
guarán
los derechos
conservar
integra
admitido
Ahí
q u e los
todos en propiedad
a la
111); estas concesiones "jamás
men-
de la soberanía
la propiedad
española"
(ibid.),
de la soberanía
"para
de España
en
a q u e l p a í s " (art. v n ) , y otras parecidas, a c u a l más obsequiosas y p o r t a d o r a s de seguridades.
P e r o y a e l hecho m i s m o de
l a p r e s e n c i a de estas frases es p r u e b a de q u e algo a n d a b a m a l .
L a esperanza española de sacar de ahí a l g ú n día a los britán i c o s parecía b i e n l e j a n a desde entonces.
iZon
este pacto r e p l e t o de concesiones y de p o s i b i l i d a d e s ,
los ingleses t e r m i n a r o n de afianzarse e n el t e r r i t o r i o c o m p r e n d i d o entre los ríos H o n d o y S i b ú n , perteneciente, según se
verá más abajo, a l a C a p i t a n í a G e n e r a l de Y u c a t á n , esto es, a
l a N u e v a España.
N i s i q u i e r a l a g u e r r a entre I n g l a t e r r a y
E s p a ñ a de 1796 p u d o causar l a m e n o r m e l l a e n e l d e f i n i d o
p r o p ó s i t o de los intrusos, pues l a famosa G r a n B a t a l l a de San
J o r g e de 10 de septiembre de 1798,
55
a m é n de ser revés de las
armas españolas, sólo sirvió p a r a f u n d a r luego u n n e b u l o s o
título b r i t á n i c o de "posesión p o r c o n q u i s t a " ,
6 6
q u e se desva-
n e c i ó frente a l a razón m i s m a de las cosas.
/
( A L
L O G R A R S E l a i n d e p e n d e n c i a de las antiguas colonias espa-
ñ o l a s en esta parte de A m é r i c a , e n 1821, s u r g i e r o n n a t u r a l m e n t e cuestiones jurídicas m u y interesantes, c o m o l a de det e r m i n a r si a las nuevas naciones correspondían los derechos
d e E s p a ñ a sobre los t e r r i t o r i o s . L a d o c t r i n a i n t e r n a c i o n a l dom i n a n t e de l a época, q u e se a p o y a b a e n l a a u t o r i d a d de G r o -
LOS LÍMITES
DE
MÉXICO
161
c i ó , de P u f e n d o r f y de V a t t e l , favorecía l a l l a m a d a sucesión
u n i v e r s a l en tales casos, y p o r e l l o n o debe e x t r a ñ a r q u e los
ingleses r e c o n o c i e r a n a M é x i c o i n d e p e n d i e n t e c o m o e l t i t u l a r
sucesorio de los derechos q u e a España tocaban p o r v i r t u d de
los tratados de 1783 y
1786^
Pruebas de e l l o se a d v i e r t e n e n el tratado n o r a t i f i c a d o
d e 1825 ° L
Ue
*
a
G r a n B r e t a ñ a negoció c o n M é x i c o , e n cuyo
a r t í c u l o x v se lee:
Quedarán vigentes en todo su valor y fuerza entre Su Majestad
Británica y los Estados U n i d o s Mexicanos las condiciones convenidas en el artículo 6*? del T r a t a d o de Versalles de 3 de octubre
de 1783, y en l a Convención para explicar, a m p l i a r y hacer efectivo lo estipulado en dicho artículo, firmada en Londres el 14 de
j u l i o de 1786, p o r l o respectivo a l a parte que comprenden del
territorio de los Estados U n i d o s Mexicanos.^?
P e r o a p o c o se n o t a u n c a m b i o de frente, pues e n e l T r a t a d o de A m i s t a d , C o m e r c i o y N a v e g a c i ó n r e a l i z a d o
entre
a m b a s naciones e l 26 de d i c i e m b r e de 1826, se observa q u e
sólo se c o n s i g n a e n e l artículo x i v e l derecho de los beliceños
p a r a n o ser i n c o m o d a d o s n i molestados " e n c u a l e s q u i e r a derechos, p r i v i l e g i o s e i n m u n i d a d e s q u e en c u a l q u i e r a t i e m p o
h a y a n gozado d e n t r o de los límites descritos y fijados e n u n a
C o n v e n c i ó n f i r m a d a entre e l r e f e r i d o Soberano y e l R e y de
E s p a ñ a el 14 de j u l i o de 1 7 8 6 " . .
68
A u n c u a n d o l a i n t e l i g e n t e d i p l o m a c i a de C a n n i n g h i z o
e l i m i n a r l o r e l a t i v o a l a sucesión d e l estado español, u n h e c h o
p e r m a n e c e : si los británicos h u b i e s e n estado seguros de sus
derechos sobre B e l i c e , n o h a b r í a n t e n i d o p o r q u é p a c t a r q u e
n o se les molestase e n las ventajas q u e España les reconoció
e n 1 7 8 6 ^ era l i m p i o y c l a r o su título a l t e r r i t o r i o , p a r a n a d a
t e n í a n "que p e d i r q u e n o se les molestase en su pacífica posesión. E n otras p a l a b r a s , ahí se revela q u e c o n t i n u a b a l a prec a r i e d a d de los títulos ingleses sobre B e l i c e /
E s l a m e n t a b l e , p o r cierto, q u e e l estado de cosas q u e rein a b a en n u e s t r a r e p ú b l i c a p o r esas épocas n o h a y a p e r m i t i d o
e x p l o t a r p a r a M é x i c o l a c i r c u n s t a n c i a d e l deficiente
título
d e l a G r a n B r e t a ñ a , y q u e n o se h a y a n expresado p o r a q u e l
CÉSAR
i6z
SEPÚLVEDA
t i e m p o las reservas y aclaraciones o p o r t u n a s p a r a i m p e d i r
q u e l a n g u i d e c i e r a n nuestros derechos, pues l a ocasión era
conveniente. A q u í , c o m o e n m u c h o s otros episodios de nuest r a p o l í t i c a e x t e r i o r , se h i z o sentir l a f a l t a de u n a b u e n a técn i c a d i p l o m á t i c a , p a r a l a c u a l n o existe,
desgraciadamente,
n i n g ú n sustituto.
L a c a o b a de B e l i c e representaba p a r a I n g l a t e r r a u n a mercadería de prestigio y de r i q u e z a ,
59
que suponía u n a g r a n ac-
t i v i d a d económica, y p o r e l l o se lanzó a asegurar esta m a d e r a
a través de u n a i n t e l i g e n t e y o r i e n t a d a c o n d u c t a d i p l o m á t i c a ,
q u e sobrepasaba e n exceso l a i n c i p i e n t e práctica de nuestros
funcionarios.
E j e m p l o destacado de su eficaz técnica fue l o
q u e A l b i ó n realizó p a r a sanear su oscuro título sobre B e l i c e
y p a r a trastrocarlo p o r o t r o de aparente l e g i t i m i d a d . C o n
m a ñ a s i n g u l a r , entre 1826 y 1849, de s i m p l e u s u f r u c t u a r i a
q u e era se convirtió e n d u e ñ a soberana d e l t e r r i t o r i o de Belice, a u n q u e p a r a e l l o echara m a n o de subterfugios n o m u y
nobles.
. Dedicóse I n g l a t e r r a , desde 1847, a azuzar a los i n d i o s bravos d e l S u r de Y u c a t á n , e n c e n d i e n d o en l a p e n í n s u l a l a g u e r r a
de castas;
6 0
corrió sus posesiones h a c i a e l S u r , t o m a n d o e l
t e r r i t o r i o entre los ríos S i b ú n y Sarstún a costa de l a desprev e n i d a G u a t e m a l a , y se e m p e ñ ó , c o n l a sobresaliente h a b i l i d a d de L o r d P a l m e r s t o n , a crear formas de l e g a l i d a d p a r a
sus aviesas e x p o l i a c i o n e s a través de i n s t r u m e n t o s i n t e r n a c i o nales de tortuoso sentido.
D e esa m a n e r a consiguió el F o r e i g n O f f i c e u n tratado q u e
se l l a m ó C l a y t o n - B u l w e r ,
6 1
p o r el c u a l I n g l a t e r r a y los Esta-
dos U n i d o s , a despecho de l a l l a m a d a d o c t r i n a M o n r o e , se
r e p a r t i e r o n el derecho a u n c a n a l interoceánico en N i c a r a g u a .
C u a n d o los Estados U n i d o s q u i s i e r o n deshacerse de su asociad a , e x p r e s a r o n d u d a s en c u a n t o a l a l e g i t i m i d a d de l a posesión
británica,
62
dejando
entrever
que
Inglaterra
debería
a b a n d o n a r esos t e r r i t o r i o s , e i n t i m i d a n d o c o n e l fantasma de
M o n r o e . M a s a l corto t i e m p o se descubre l a o c u l t a i n t e n c i ó n
n o r t e a m e r i c a n a de estos manejos, pues c o n g r a n desparpajo
B u c h a n a n l e dice a C l a r e n d o n , en 1854, q u e " e l G o b i e r n o de
los E s t a d o s U n i d o s no insistirá
en que
la Gran
Bretaña
se
LOS LÍMITES
retire
de este establecimiento,
DE MÉXICO
163
s i e m p r e q u e se ajusten amis-
tosamente todas las otras cuestiones q u e están pendientes ent r e los dos gobiernos c o n respecto a l a A m é r i c a C e n t r a l . .
m
E n r e a l i d a d , l o q u e q u e r í a W a s h i n g t o n era s u p r i m i r l a
p o s i b i l i d a d de q u e l a G r a n B r e t a ñ a e x t e n d i e r a sus posesiones
e n C e n t r o a m é r i c a , p a r a i m p e d i r más tarde el m o n o p o l i o i n teroceánico q u e el D e p a r t a m e n t o de E s t a d o se había propuesto obtener p a r a los Estados U n i d o s .
D e ahí l a p r e o c u p a c i ó n
6 4
d e l secretario M a r c y , a l c o m u n i c a r l e a B u c h a n a n , p a r a transm i t i r l o a l F o r e i g n Office, q u e " l o s Estados U n i d o s t i e n e n e l
d e r e c h o de i n s i s t i r e i n s i s t e n e n que la posesión
británico
de Belice
cados en la concesión
se restrinja
española,
a los límites
del
y fines
gobierno
especifi-
y q u e se abandone todo aque-
l l o q u e se encuentre f u e r a de estos límites y dentro de los de
l a América C e n t r a l . . .".
65
E l T r a t a d o D a l l a s - C l a r e n d o n , de o c t u b r e
17 de
1856,
66
v i n o a t e r m i n a r las diferencias q u e sobre ese p u n t o estaban
o c u r r i e n d o entre I n g l a t e r r a y los Estados U n i d o s . A u n q u e n o
q u e d ó r a t i f i c a d o , pues e l Senado n o r t e a m e r i c a n o , e n e l curso
d e l a aprobación, presentó algunas e n m i e n d a s que a su vez y a
n o f u e r o n aceptadas p o r e l g o b i e r n o i n g l é s ,
67
eliminó el peli-
g r o s o obstáculo q u e s i g n i f i c a b a l a p e r t i n a z oposición nortea m e r i c a n a y p e r m i t i ó a l a G r a n Bretaña, c o n toda l i b e r t a d ,
i m p o n e r sus designios sobre los débiles países de C e n t r o a m é rica.
E n ese pacto se contenía l a r e c o m e n d a c i ó n a I n g l a t e r r a
d e concertar u n tratado de límites c o n G u a t e m a l a , d e n t r o de
un
término de dos años, p a r a f i j a r el l i n d e r o o c c i d e n t a l
d e Belice.
Se e x t i n g u i e r o n las ^pugnas anglo-yanquis en relación
a
C e n t r o a m é r i c a c u a n d o { I n g l a t e r r a f i r m ó varios convenios c o n
n a c i o n e s de esa zona. E n 1859 U g<>
e
a
u
n
arreglo c o n H o n d u -
ras, p o r el c u a l a b a n d o n ó a q u é l l a las islas de l a B a h í a
de
Fonseca, que o c u p a b a i l e g a l m e n t e desde 1841. E n 1860 p a c t ó
c o n N i c a r a g u a , p o r e l c u a l r e n u n c i ó a todas sus pretensiones
s o b r e l a M o s q u i t i a , y e l 18 de a b r i l de 1859 realizó c o n G u a t e m a l a u n t r a t a d o p a r a f i j a r los límites de ésta c o n B e l i c e y
asegurar el t e r r i t o r i o s i t u a d o entre los ríos Sibún y Sarstún,
q u e l a G r a n B r e t a ñ a estaba poseyendo s i n n i n g ú n
derecho
IÓ4
CÉSAR
SEPÚLVEDA
desde p r i n c i p i o s d e l siglo/^Este ú l t i m o tratado, p o r cierto,
h a generado u n a g r a n p o l é m i c a en G u a t e m a l a , l a c u a l cont e m p l a l a p o s i b i l i d a d de su a b r o g a c i ó n .
68
A S E G U R A D A S ASÍ SUS fronteras a l Oeste y a l S u r , y l e g a l i z a d o su
a p o d e r a m i e n t o d e l área s i t u a d a entre el Sarstún a l S u r y el
S i b ú n a l N o r t e , A l b i ó n a g u a r d ó l a ocasión p r o p i c i a p a r a leg i t i m a r su desposesión a M é x i c o .
L a g u e r r a de castas le d i o
l a o p o r t u n i d a d q u e buscaba. Se dedicó a a r m a r a los mayas
belicosos, p r e p a r a n d o a l a vez l a p o s i b i l i d a d de u l t e r i o r e s
avances h a c i a Y u c a t á n , c o n el i n t e n t o de i n c r e m e n t a r su desp o j o . / L o s años de 1872 y 1873 m a r c a n u n r e c r u d e c i m i e n t o
de las acciones de los i n d i o s hostiles de Y u c a t á n . \E1 g o b i e r n o
m e x i c a n o h i z o u n a ú l t i m a y enérgica representación, a u n q u e
i n f r u c t u o s a , t r a t a n d o de p o n e r a I n g l a t e r r a e n su l u g a r y c o n
l a esperanza de m e j o r a r l a situación j u r í d i c a d e l asunto.
La
v i r i l n o t a de V a l l a r ta d e l 23 de m a r z o de 1878 constituye u n
valioso esfuerzo p a r a l o g r a r el r e c o n o c i m i e n t o de los derechos
eminentes de l a R e p ú b l i c a M e x i c a n a a l t e r r i t o r i o de B e l i c e
entre los ríos H o n d o y S i b ú n ,
69
y seguramente, de haberse i n -
sistido e n ese c a m i n o , t a l vez se h u b i e r a l l e g a d o a u n b u e n
c o m p r o m i s o ; p e r o el país entró de p r o n t o e n u n a etapa de
necesarios ajustes i n t e r n o s , Y u c a t á n q u e d a b a m u y lejos, y hab í a el deseo de n o r m a l i z a r situaciones de ese t i p o .
E n u n a o p c i ó n difícil^ entre seguir l a c o n t i e n d a c o n e l
riesgo de p e r d e r más t e r r i t o r i o yucateco, y p o n e r f i n a esa
amenaza f i j a n d o u n límite d e f i n i t i v o , e l g o b i e r n o de
Díaz
escogió l a segunda solución. D e esa m a n e r a se l l e g ó a l T r a t a d o de L í m i t e s entre M é x i c o y H o n d u r a s Británica, de 8 de
j u l i o de
de
1893, y a l a C o n v e n c i ó n a d i c i o n a l de 7 de
abril
1897, i n s t r u m e n t o s p o r los cuales q u e d a r o n f i n a l m e n t e
d e t e r m i n a d a s las fronteras de M é x i c o e n esa área, de l a siguiente m a n e r a :
Comenzando en Boca de Bacalar C h i c a , estrecho que separa al
Estado de Yucatán del Cabo Ambergris y sus islas anexas, l a línea
divisoria corre en el centro del canal entre el referido Cayo y el
Continente con dirección Sudoeste hasta el paralelo de 180 9' N o r t e ,
y luego a l Noroeste a i g u a l distancia de dos cayos, como está mar-
LOS LÍMITES
DE
MÉXICO
165
cado en el mapa anexo, hasta el paralelo 180 i o ' Norte; torciendo
entonces hacia e l Poniente continúa por l a bahía vecina, p r i m e r o
en la misma dirección hasta el m e r i d i a n o 880 2' Oeste; entonces
sube al Norte, hasta el paralelo 180 25' N o r t e ; de nuevo corre hacia
el Poniente, hasta el m e r i d i a n o 880 18' Oeste, siguiendo el mismo
meridiano hasta l a l a t i t u d de 180 2S1/2' N o r t e , a l a que se encuentra l a embocadura del río H o n d o , a l c u a l sigue por su canal más
profundo, pasando a l Poniente de l a isla Albión y remontando el
arroyo A z u l hasta donde éste cruce e l meridiano del salto de
Gorbutt en u n p u n t o al N o r t e de l a intersección de las líneas d i v i sorias de México, Guatemala y H o n d u r a s Británica; y desde ese
punto corren hacia el sur hasta l a l a t i t u d 17 49' Norte, línea d i visoria entre l a República M e x i c a n a y Guatemala, dejando al
Norte, en territorio mexicano, el llamado río Snosha o X n o h h a . ^
o
L a crítica q u e h a r e c i b i d o I g n a c i o M a r i s c a l , e l m i n i s t r o
m e x i c a n o de R e l a c i o n e s q u e negoció ese c o n v e n i o de límites,
h a sido f o r m i d a b l e . Se le acusa de i g n o r a n t e y falto de p o n d e r a c i ó n , c u a n d o n o de terco, n e c i o y m a l i c i o s o ,
c o m p a r a c o n a q u e l nefasto
maldi.
71
y se le
m i n i s t r o español que fue G r i -
S i n o se le i m p u t a traición es p o r q u e sus actuaciones
e n otros campos l o r e v e l a n c o m o u n b u e n m e x i c a n o , a u n q u e
d e s p r o v i s t o de talento y p e r s p i c a c i a d i p l o m á t i c a . E s M a r i s c a l
u n patético e j e m p l o de l o q u e se d a frecuentemente dondeq u i e r a : u n diplomático improvisado.
E m p e r o , debe estimarse q u e e l c o m p r o m i s o a que se llegó
c o n l a G r a n B r e t a ñ a en 1893 fue bastante aceptable, dadas las
circunstancias.
S i a ú n h o y a q u e l l a s zonas están alejadas es-
p i r i t u a l y políticamente de M é x i c o , es fácil i m a g i n a r l o q u e
o c u r r í a en aquellas fechas. L o s yucatecos, p r i m e r a m e n t e afectados p o r l a p e l i g r o s a v e c i n d a d inglesa, v i e r o n en el pacto de
1893 l a salvación de males mayores, y l o d e f e n d i e r o n c o n ardor.
7 2
Y l a e x p e r i e n c i a m o s t r a b a , además, q u e I n g l a t e r r a po-
d í a sabiamente aprovecharse
d e l m e n o r r e s q u i c i o p a r a ex-
p a n d i r sus t e r r i t o r i o s . E l t i e m p o se encargó de dar l a razón: se
f r e n a r o n los avances de l a pérfida A l b i ó n
sobre t e r r i t o r i o
mexicano.
C i e r t o es q u e en su p e r t i n a z e m p e ñ o de defender ese trat a d o ante e l Senado de l a R e p ú b l i c a , M a r i s c a l recurrió a
i n e x a c t i t u d e s y exageraciones, q u e l u e g o h a n resultado ser los
CÉSAR
i66
SEPÚLVEDA
argumentos más escogidos de a q u e l l o s guatemaltecos q u e l u c h a n p o r q u e B e l i c e sea todo de G u a t e m a l a
7 3
y que n i e g a n
q u e fue de M é x i c o l a parte de B e l i c e s i t u a d a entre los ríos
H o n d o a l N o r t e y Sibún a l S u r ; p e r o n o p o r e l l o debe c o n siderarse q u e le g u i a b a u n i m p u l s o a n t i p a t r i o t a . L a e n o r m e
presión inglesa de esos años, y e l deseo de n o dejar v i v o u n
c o n f l i c t o q u e más tarde p u d i e r a degenerar, m o v i e r o n a ese
m i n i s t r o de R e l a c i o n e s a concertar el d i s c u t i d o tratado.
Su
c o n d u c t a debe disculparse e n razón de las condiciones q u e
existían en ese t i e m p o .
E l p r o b l e m a a c t u a l , a h o r a q u e aparece en l a lejanía l a
p o s i b i l i d a d de s u p r i m i r e l c o l o n i a j e en América y l a o p o r t u n i d a d p r o b a b l e de t e r m i n a r c o n e l d o m i n i o inglés en B e l i c e ,
es el de resolver si a q u e l t e r r i t o r i o h a de v o l v e r a sus a n t i g u o s
titulares, M é x i c o y G u a t e m a l a , o si debe a s u m i r u n a c o n d i ción l i b r e , pero m u y a m b i c i o s o resultaría este p e q u e ñ o ensayo
si se p r o p u s i e r a a q u í u n a respuesta a t a n grave cuestión.
L A L E C C I Ó N de nuestra h i s t o r i a de límites h a sido, según se ve,
d u r a m e n t e a p r e n d i d a , y n o d e b i e r a ser fácil o l v i d a r l a n u n c a .
H o y , q u e a l f i n están consolidadas nuestras fronteras h a c i a e l
N o r t e y h a c i a el S u r , debemos p r o p o n e r n o s reforzar los lazos
de n u e s t r a n a c i o n a l i d a d , p o r q u e las barreras mejores y más
sólidas de u n p u e b l o están c o n s t i t u i d a s p o r su paz i n t e r n a , e l
v a l o r de su p r o p i a tradición, y l a v o l u n t a d de v i v i r en paz c o n
los demás, y n o debe perderse a q u í de v i s t a el sabio refrán
español: " B u e n a s bardas h a c e n vecinos buenos."
NOTAS
1 M . M . de PERALTA, Jurisdiction
Costa-Rica,
2 " A c t a de anexión
ternacionales,
de
la, République
de
de Centro-América
a México", en Tratados
in-
Secretaría de Relaciones Exteriores, Tegucigalpa, 1954, p. 93;
M a n u e l LARRAÍNZAR, Chiapas
límites
territoriale
París, 1899, p p . 189-191.
entre México
y Soconusco,
y Guatemala,
con motivo
de la cuestión
Imprenta del Gobierno, México,
de
1882.
s LARRAÍNZAR, p. 6.
4 M a n u e l LARRAÍNZAR, Noticia
ción a la República
Mexicana,
histórica
México, 1843,
de Soconusco y su
possim.
incorpora-
LOS LÍMITES
o LARRAÍNZAR, Chiapas...,
6 £<z diplomacia
DE
167
MÉXICO
p. 7.
mexicana,
Secretaría de Relaciones Exteriores, Mé-
x i c o , 1912, tomo I I , p. 223.
7 R a f a e l H e l i o d o r o VALLE, La anexión
de Centro-América
a
México,
A r c h i v o Histórico Diplomático M e x i c a n o , Secretaría de Relaciones E x teriores, México, 1949, Segunda serie, núm. 7, tomo V I , p p . 45-49.
8 VALLE, La anexión,
documento xv, p p . 68-70.
9 VALLE, documentos x v y x x n , p p . 74 y 76.
10 LARRAÍNZAR, Chiapas, p . 12.
11 LARRAÍNZAR, p. 13.
12 Leyes
fundamentales
de México,
1808-1957, edición de F. T E N A
RAMÍREZ, México, 1957, p. 168.
13 VALLE, La anexión,
documento XLV, p p . 166-196.
14 T o r i b i o ESQUIVEL OBREGÓN, Apuntes
en México,
15 Diplomatic
of Latin
para la historia
del
derecho
tomo I V , p. 630.
correspondence
American
nations,
of the U.S. concerning
the
independence
N u e v a Y o r k , 1925, tomo I I I , p. 1612.
16 Andrés Clemente VÁZQUEZ, Bosquejo histórico diplomático
mexicano,
v o l . X X X V I , Secretaría de Relaciones Exteriores, 1932, p p . 4-6.
17 VÁZQUEZ, p. 186.
18 LARRAÍNZAR, Chiapas...,
p . 27.
19 Véase Lorenzo de ZAVALA, Las
p.
revoluciones
en México,
tomo I,
318.
20 LARRAÍNZAR, Chiapas . . . , p. 20.
21 LARRAÍNZAR, Chiapas...,
2.2 Cuestión
dum
de límites
p . 20.
entre México
y Guatemala,
N o t a y memorán-
que d i r i g i ó . . . , Imprenta del G o b i e r n o , México, 1875, p p . 6 y 48.
23 Cuestión
de límites,
p. 6 y p. 47.
24 LARRAÍNZAR, Chiapas...,
25 Cuestión
p . 69; Cuestión
de limites,
p . 50.
de límites, p . 100, núm. 89.
26 R a m ó n CRIARTE, La convención
tes para la, historia
de la cuestión
de 7 de diciembre
de limites
de i8yy,
entre Guatemala
Apun-
y México*
I m p r e n t a de G a b i n o Márquez, Oaxaca, 1882.
27 URIARTE, p . 53.
28 Ibid., p. 23.
29 Lbid., p . 19.
30 Cuestión
de límites,
p p . 4-7.
31 Ibid., p p . 8-72.
32 URIARTE, La convención,
33 Véase URIARTE, op. cit.,
34 Boundary
between
tatives, 48th. Congress,
p p . 93-98.
passim.
Mexico
1st.
and
Guatemala,
House of Represen-
Session, E x . Doc. n u m . 154, W a s h i n g t o n ,
1884, p p . 92-94.
35 URIARTE, La convención,
36 Boundary,
p p . 9-10.
p. 8; L o g a n a B l a i n e , desp. n u m . 197, j u n i o 28 de 1881.
CÉSAR
i68
37 Boundary,
SEPÚLVEDA
p. 29.
38 Ibid., p . 32.
39 M a r i s c a l a M o r g a n , marzo 20 de 1882; Boundary,
40 Boundary,
p . 71.
p p . 158-162.
41 / f r f d , p . 45.
42 Boundary,
p p . 101-103.
43 Tratados
y convenciones,
44 Memoria
de la Comisión
México, 1930, tomo I, p p . 365-367.
de Límites
entre México
y
Guatemala...,
México, 1931, tomo I, p p . 432-433.
45 L a explicación más correcta parece ser l a de que el n o m b r e
como el de Belice,
Walis,
viene a ser l a corrupción del apellido de u n bucanero
llamado Peter Wallace, a q u i e n legendariamente se atribuye l a fundación
del puesto o r i g i n a l , a orillas del río Viejo. Véase Justo SIERRA, "Ojeada
histórica sobre el establecimiento británico en B e l i c e " , El
peche, núms. 48 y 51, 1849.
Wallix,
Bully,
Valiz, Bellese,
Fénix,
Cam-
T a m b i é n se h a pensado en los nombres
etc.
Véase l a lista de autores citados por
A n t o n i o CALDERÓN QUIJANO, Belice,
1663 (?)-i82i,
Consejo Superior de
Investigaciones Científicas, Sevilla, 1944, p . 60, nota 46.
46 CALDERÓN QUIJANO, op. cit., p p . 46 ss. Existe u n a gran disparidad
de opiniones en cuanto a l a fecha de l a fundación.
SIERRA, art. cit., se-
ñala los mediados d e l siglo x v i i ; H . H . BANCROFT, History
America,
of
San Francisco, 1883, tomo I I , p . 63, es de opinión
Central
semejante,
pero el hecho en sí carece de i m p o r t a n c i a .
47 M a n u e l PENICHE, " H i s t o r i a de las relaciones de España y México
con Inglaterra sobre el establecimiento de Belice", Boletín
de Geografía^ y Estadística,
de la
de 1717, pero las fuentes de Eligió ANCÓN A, Historia
de Yucatán,
l o n a , 1889, tomo I I , p p . 409-417, y J . F . MOLINA SOLÍS, Historia
catán
durante
la
Sociedad
México, 1869, p. 8. Peniche señala el año
dominación
española,
Mérida,
Barcede
Yu-
1904-1913, tomo
III,
p p . 184-187, que d a n l a fecha de 1733, son más de fiar.
43 CALDERÓN QUIJANO, op. cit., p . 138.
49 Tratados
y convenciones,
México, 1878, tomo I, p p . 463-488 (texto
francés); CALVO, op. cit., tomo I I , p p . 363-377
(versión española).
50 CALVO, op. cit., tomo I V , p p . 296-305, p a r a l a versión española, y
Tratados
y convenciones,
México, 1878, I, p . 499, p a r a e l texto francés.
51 Puede verse en CALVO, op. cit., tomo I I I , p p . 249-255, y en
y convenciones,
Tratados
1878, tomo I, p p . 509-524.
52 CALDERÓN QUIJANO, op. cit.
}
p . 287.
53 José L u i s MENDOZA, Inglaterra
y sus pactos sobre Belice,
Publica-
ciones de l a Secretaría de Relaciones Exteriores, G u a t e m a l a , 1942, p . 53,
lo confirma.
54 U n resumen de esas infortunadas negociaciones en CALDERÓN QUIJANO, cap. VIII, p p . 271-292.
55 Sir J o h n A l d e r BOURDON, Archives
1935, tomo I, p p . 261-263.
of British
Honduras,
Londres,
LOS LÍMITES
DE
169
MÉXICO
56 Véase, por ejemplo, MENDOZA, op. cit., p p . 71-78, y CALDERÓN QUIJANO, p p . 354-356, y l a nota inglesa a l gobierno mexicano de 8 de j u n i o
de 1878, en Correspondencia
diplomática
la República
y el de Su Majestad
mado Belice,
México, 1878, p . 40.
57 Tratados
blica
y convenciones
Mexicana,
portantes.
con
un
cambiada
Británica
celebrados
apéndice
que
entre el Gobierno
de
con relación al territorio
y no ratificados
contiene
por la
llaRepú-
varios documentos
im-
Edición oficial, México, 1878, tomo I I , p. 313.
58 Tratados
y convenciones,
México, 1878, tomo I, p p . 432-433.
59 Recuérdese que l a Honduras
mahogany
permitió construir los ex-
celentes muebles de C h i p p e n d a l e , de Sheraton y de H e p p l e w h i t e , sobre
los cuales se fundó a l f i n a l d e l siglo x v m l a mejor tradición aristocrática inglesa en esta materia.
60 Joaquín BARANDA, La cuestión
de Belice,
Campeche, 1875:
"Hace
veinticinco años que l a península de Yucatán está sufriendo las consecuencias funestas
de l a guerra de i n d i o s . . . ;
esa
guerra salvaje
hace
tiempo que h u b i e r a terminado sin l a c o m p l i c i d a d de los subditos de Su
Majestad Británica"
(oficio al M i n i s t r o de Relaciones Exteriores, 17 de
febrero de 1873).
61 D . H . MILLER, Treaties
and other international
acts of the
United
States, Washington, 1931-1948, tomo V , p p . 671-682.
62 Véase a este respecto
l a interesante
nota del Departamento
de
Estado al embajador norteamericano en Londres, del 2 de j u l i o de 1853,
en W . R . MANNING, Diplomatic
cerning
Latín
America,
correspondence
of the United
States con-
W a s h i n g t o n , 1936, tomo V I I , p p . 85-87.
63 Este interesante intercambio diplomático puede verse en MANNING,
op. cit., tomo V I I , p p . 85-101 y 515-529.
64 BAILEY, op. cit., p . 283; BARTLETT, op. cit., p. 253.
65 MANNING, op. cit., tomo V I I , p. 120.
66 L a negociación de ese convenio en MANNING, op. cit., tomo V I I ,
PP-
155-17 67 BAILEY, op. cit., p. 283.
1
68 Sobre este conflicto puede verse: Libro
Guatemala
asuntos
y la Gran
territoriales,
Bretaña
relativa
Blanco,
Controversia
a la Convención
de 1859
Secretaría de Relaciones Exteriores, 1938-40
entre
sobre
(5 to-
mos); Gustavo SANTISO GÁLVEZ, El caso de Belice a la luz de la historia y del
derecho internacional,
vista de la Facultad
G u a t e m a l a , 1942; D a v i d VELA, "Nuestro B e l i c e " , Rede Ciencias
Jurídicas
y Sociales, Guatemala, 1939.
69 Extractos de l a nota de V a l l a r t a en el documentado estudio de Isidro
FABELA, La cuestión
de Belice,
defensa de los derechos de México,
Mé-
x i c o , 1944, p p . 270-288. Véase también a l respecto José María LAFRAGUA
e Ignacio L . VALLARTA, Correspondencia
Gobierno
de la República
territorio
llamado
LÍS, Defensa
Belice,
del Tratado
diplomática
y el de Su Majestad
cambiada
Británica
entre
el
con relación
al
1872-1878, México, 1878; M a n u e l MOLINA SOde límites
entre Yucatán y Belice,
México, 1894;
170
CÉSAR
SEPÚLVEDA
y Alejandro VILLASEÑOR VILLASEÑOR, " L a cuestión de Belice y el inform e del señor Secretario de Relaciones", en El Tiempo,
70 Tratados y convenciones,
México, 1894.
México, 1930, p p . 289-290.
TI CALDERÓN QUIJANO, op. cit., p p . 11,
12, 16 y 19; FABELA, op
cit.,
p p . 296-299.
72 Cf., p o r ejemplo, MOLINA SOLÍS, op. cit.,
passim.
73 Véase, por ejemplo, SANTISO GÁLVEZ, VELA y MENDOZA, citados a r r i b a ; pero, en contra, CALDERÓN QUIJANO, op. cit., p p . 12, 16.
EFEMÉRIDES
a)
Guatemala
1549: Chiapas es asignada a l a A u d i e n c i a de Guatemala.
1563: Chiapas y Soconusco pasan a l a N u e v a España.
1568: Nuevamente Soconusco y Chiapas quedan asignados a Guatemala.
1797: E l Soconusco forma parte integrante de l a provincia de Chiapas.
1821: Chiapas declara su autonomía
(3 de septiembre).
1822: Las Provincias U n i d a s de Centroamérica se agregan a México
(5
de enero) .
1823: Se realiza l a independencia de las Provincias Unidas de Centroamérica (2 de octubre).
1824: P o r decreto de 20 de agosto, México reconoce la independencia de
Centroamérica.
1824: Se realiza el plebiscito que ratificó l a unión de Chiapas a l a R e pública M e x i c a n a (septiembre 12/14).
1841: L a J u n t a
G e n e r a l Chiapaneca confirma l a anexión
de
Chiapas
(15 de agosto).
1842: Decreto de 11 de septiembre, que declara al Soconusco u n i d o definitivamente a México.
1854: Negociaciones entre Pereda y Pavón, para u n tratado de límites.
1877: Convención para l a creación de u n a Comisión de Límites
(7 de
diciembre).
1882: Preliminares de N u e v a Y o r k (12 de agosto).
1882: Convención de límites
0
(27 de septiembre).
b)
Belice
1670: P r o b a b l e estacionamiento de los corsarios ingleses en l a Bahía de
H o n d u r a s (río W a l l i s ) .
1763: T r a t a d o de París (10 de febrero): permite España e l establecimiento pacífico de ingleses alrededor de Belice, para explotar madera de
tinte.
LOS LÍMITES
1783: T r a t a d o de Versalles
DE
MÉXICO
171
(20 de enero) entre Inglaterra y España; se
amplían facultades y territorio a los ingleses en Belice.
1786: T r a t a d o entre Inglaterra y España, para a m p l i a r el artículo 6<? d e l
tratado de 1783.
1789: B a t a l l a de San Jorge (Inglaterra pretendió invocarla para fincar u n
derecho de conquista).
1825: T r a t a d o de comercio (no ratificado) entre México e Inglaterra, p o r
el c u a l se confirma l a Convención de 1786.
1826: T r a t a d o de
G r a n Bretaña
amistad, comercio y navegación
entre México
y
la
(26 de d i c i e m b r e ) .
1854: T r a t a d o Clayton-Bulwer.
1856: T r a t a d o Dallas-Clarendon (17
de octubre).
1859: T r a t a d o entre l a G r a n Bretaña y H o n d u r a s .
1859: T r a t a d o de límites guatemalteco-inglés
1860:
(18 de abril).
T r a t a d o entre Nicaragua e Inglaterra.
1893: Convención
de límites
entre
México
y la Gran
Bretaña
(8 de
United
States,
de la guerra entre
México
julio).
1897: Convención adicional entre México e Inglaterra.
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