oo< DRAMA HEROYCO EN UN ACTO, TITULADO: TELEMACO EN LA ISLA DE CALIPSO. P O R D. /. P. D. L. a CON l ic e n c ia : V A L E N C IA : EN LA ÍM P R E N T A AÑO D E M A R T IN P E R IS. 1 8 1 9 . Se bailar i en ¡a L ib rerit i t la Viuda de N a va rr» , calle de ¡a Lonja de la Seda', rnttmo uo gran surtido de Comediat antigua/ / tM dtntdJ» Tragedi/tit Siicréf Sajrnettí / Unipen»nalti, **■ H fî y . TELEMACO EN L A I S L A DE CALIPSO. PERSONAS. T e lé m a c o , Mentor. La n in fa E u c aris» Otras ninfas que no hablan« Calipso. ESCENA PRIMERA. Hermosa campiña con alguna fuente o arroyuelo de agua v i v a , varios grupos de árboles ^ entre los que se dexará ve r la entrada de una grutai ~á un lado del teatro habrá un asiento de piedra. Sale Mentor conduciendo de la mano á Telemaco ^ cuidadosos de que no los escuchen. Jü en t. V a r é e m e T e l é m a e o > y s ig u e an­ sio so m i s p a s o s , m i r a pues q u e y a n o es t ie m p o de d e t e n e rn o s m a s { c o r r e a l s o c o r r o de tu m a d r e P e n e l o p e « q u e han p u e s t o l o s D i o s e s á tu c a r g o $ de tu padre e i d e s t in o te m y e v a » p arte lu e g o en su busca s ig u ie n d o tu s ideas. M o in te rr u m p a n c u id a d o s tan fu n e s to s e l a m o r q u e á la P a t r ia s e l e debe. TeU m . M i buen a m i g o , m i m e j o r m a e s* tro» m i p ad re en fín ( q u e bie n m e r e c e un nom bre can d e l a l m a á q u ie n t o d o se l o d e b o ) p e r d o n a pues si te re sisto a c a s o s o la e s ta v e z , si n i e g o á tus p re ce p to s u n a c i e g a o b e d i e n c i a , y p re s t a o i d o á m i disculp a. M e n t. T o d o l o p e n e t r o , y n o h a y e x c u s a á m is r a z o n e s , y quieres q u e l o p e r d a m o s t o d o en un m om epco^ T e has o l v i d a d o y a d e tu h e roísm o s O q u é n u e v a im p r e s i ó n c u p o á tu pe ch o q u e d e te n e rte q u i e r e en esta Isla? T eitm . Y q u é o b s t á c u l o e n c u e n t r a s , ó qué empeño t e o b l i g a á l o c o n t r a r i o ? P u e s si ad­ viertes d e l d e s t in o de U l i s e s , s ie n d o m u e r to ( c o m o debo juzgar pru d entem ente) p o r q u é en s u b u s c a y a e m p e ñ a t m e debo} Si a l s o c o r r o m e g<iias de m i m ad re, q u é d u da pu e d e h a b e r en que no viendo v o l v e r á Su h i j o , h a y a s a b id o s o l a lib rars e c a u t e l o s a d e l in m e n s o n ú m e r o > q u e c o n a n s ia l a pretenden? A d e m á s d e 4Ue y a I c a r o m i a b u e lo l e h a b i á e le g id o e s p o s o p o r e s cu d o d e tu h o n o r , y q u ie n c e le s o b r e a q u e llo s : A n t e s y a n u e st r a v u e l t a es u o p re ­ sa g io T eU m dco f a t a l de nu e stra r u m i j pues hnb ieu uo e l re sistir c o n t o d a m i c o n s t a n c ia , lus I c j c i pc'rdi.io la m e m o r i a e x p o n e r m i v a l u r á q u a l q u i e r ricsgo> d e UlÍ!x;&i a a s p ica u m is d e s e o s! y dar la v i d a t n fin á t o d o t ra n c e : s í t-I q u e a c a s o . . . ft ijs p e r m i t e q u e d i g i , q u e t o d o e s t o M en t. N.» m a s 5 c a l l a , q u e no eres es nada para m i , c o m o no s a lg a tú T c l é a i i c o e l q u e h a b l a , es un ac­ de esta i s l a , h a y aq : i no iié q u e n u e v o ceso a l i c i e n t e q u e es i m p o s i b l e p u e d a d e cu c i e g a p a s ió n a fe m i n a d a . d c x . u l e . M e n t o r m i ó , en m i n o e n * P e r o nada me: a d m i r a , c o m a a li e n t o c u en cto y c o n ó c e t e á t í , d e s e c h i p r o n to f u e rz a s q u e m e s ep aren d e e stas tie r ra s e s o s l.izos q u e ce h acen m u y d i v e . s o aun de m is p a d r e s e l e s t a d o . d e aq uel hii'> de U l i s e s in v e n c i b l e . M en t, C i e g o T t lím . Q u é la z o s d i c e s ? mudanzas m o n s t i u o de un a p as ió n l a m a s Hana« teuga> Q u é c o n c e p t o has f o r m a d o ? V a m o s , quédate á D io s , q ue y a entregado vam os, d.cxo á tu d e l i r i o m i c u i d a d o t o d o . n o te d e t e n g a s m a ^ , p a r t a m o s íuego> p e r o n o , d é x a m e M e n t o r a m ig o s Y o m e p a rtiré s o l o , y tendre m e d io s ni e s t o y en m i , a i sé lo q u e p ro fie r c i p a r a s a l i r de can n o c i v o s itio . n o está en m i m a n o . . . Tetém . A h ! q u é p o c o a g r a d e c e s lo a ía» mensos A íe n f. T o d o de ti p e n d e , f.»vores de C a l i p ^ o , las p ro m e sas y m a s q u a n d o á l o s D i o s e s lo s de la i n m o r t a l i d a d , a c o g i m i e n t o ! c u e i it r o Y en fin t o d o l o q u e á e l l a se d e b e tan d e cu p a r t e , en e sto q u i z á acaso c o n un a in g ra titu d q u ie re s q u e e l p e ­ d e U lis e s e l h a lla ;;g o c o n s i s ti e n d o cho d e su T e l é m .» c o . Q u é suspiras? la r e c o m p e n s e t a l e s beneficios^ Q u é m e d i c e tu l l a n t o ? T e has re ­ M en t. O t r o s m o t i v o s son l o s d e cu e x * s u e lt o ceso: á ha ce rte s o r d o , d i , a l f a v o r d i v i n o ? s o l o tu s in te re se s y tus g u s t o s N o q u ie re s dar d e b id o c u m p l i m i e n t o ce deticiven. E n fin , bastan te he h e c h o á sus p r o m e s a s ? C a l l a s ? Y tan s o l o p o r |M;rsuaditte á l o q u e m a s te i m « das por respuesta el c r i m i n a l s ile n c io? p orr» : T e c o m p r e h e n d o m u y b i e i i , n a d a se m e o f r e c í i ser tu p a d r e , t u m a e s t r o , ocu lta y tu m e j o r a m i g o : n o m e q u e d a á roí p e n e t r a c i ó n } d i , q u é s e han co s a á que c o m o t a l no m e h a y a e x ­ h e c h o tus c o m b a t e s , c o n q u is t a s y v i c puesto; to rijs? t e o b s t i n a s a h o ra p ues en t u d iccá A s í b o r r a j la f a m a d e tus hecho» m cn, c o n la a fe m i n a c i ó n ? Si y a n o e x is te n o m e q u ie re s cr e e r , y a e s t o y re­ en ci un h é ro e g l o r i o s o , y m e a v e r s u e lto girenao á p a r t i r s o l o : si s e g u i r m e q u ie re s d e haber f » ti e m p le a d o tan sin f r u t o p ié n s a lo , hasta m a ñ a n a cienes t ie m p o : t a m o s a ñ o s m is s a b io s d o cu m e n to s » e x á m i n a lo m u c h o q u e m e d e b e s , T elém . Y o . . . q u e eres de U l i s e s ú n ic o h e re d e r o , M tn t. S í , tú e r í s e l h o m b r e m a s c u l p a ­ e l ri g o r de l o s D i o s e s , sus p r o m e s a s , b le y en fin ... m í r a l o b i e n . . . g u á rd e t e e l s i te de x a s vcncer.^w C ie lo . V a¡t» 7 t lim . Y o ce p r o m e t o en la Isla de Calipso, ESCENA T elém ac9 , j IL dttpu es E u c a r it. sobiL-U cvar sab ría c o d o s estos o b s t á c u l o s si h ub ie se en tu c a i i ñ o coda s ^ g u i i d a d i si e s e tu afc cco fu e s e ig u a l con e l m í o ! P e ro codo» t o d o m e liace t e m b la r . 5 Tele'm. A g u a r d a , e s c u c h a z m i g o » p e ro Telém. Q iierido objeto a y c r is c e ! d e t o d a e l a l m a , no c r u e l c o n m i g o Q u é le p o d r é d e c i r ^ lo q u e n o p u e d o añ ad as a l d o l o r m a y o r f o m e n t o . e x e c u c a r} Q ue parca) que m e dexe, p r i m e r o es m i p as ió n > lib r e m e q u e d o V i v e s e g u r a de m i a m o r » y sabe q u á n t o m e d e b e s , q u e p o r ti f a l l e z c o : y e n tr e g a d o en l o s b razo s d e l d c le y c e . O q u á n t o E u c a r i s cardal Q u é in s o s i e g o m a s q u é m u e r te can d u l c e ! A quancas r e y n a eti m i c o r a z o n ! T o d o m e abace. g lo rias q u e lo s D i o s e s m e han d a d o l a pre« N i a u n y o m e r e c o n o z c o y a á m í m is ­ fieroí m o. n o t e m a s , no r e c e le s p r e n d a mia« S e abandona en u n a p eñ a i asiento d e p ie ­ d r a ) haciendo una b re v e p a u ta la m iífica t u y o es m i c o r a z o n . E u c a r . Y d e t o d o eso t r i s t e : despues te le v a n ta TeU m ac» con ¡a mayor in q u ietu d . q u ié n m e a s e g u r a ? T elém . Y o , q u e nunca supe D i c e s b ie n > y a no s o y h i j o de U l i s e s ; ni d e s m e n t ir n i e n g a ñ a r. m i h e r o ís m o perdí. T o d o rae encrego ai amor*, m as que m u c h o si esca l l a m a E S C E N A Iir. q u e a b rasa e l c o r a z o n > es un in c e n d i o c o n cantos a c r a c c i v o s l O v e n g a d o r a L o / d icb o i j j f C alipío a l ha/tidor» d e id a d I c ó m o se ce b a en m i <u c e ñ o , y c a s tig a la o f e n s a que h ic e en C h i p r e C alip. ( Q u é e s l o q u e v e o ? á a q u e llo s h o m e n a g e s q u e en cu ce m p lo A h E u c a r i s t r a y d o r a ! A h a l e v e ninfaí sacriiicab an t a n t o s co r a z o n e s l Q u é r i v a l d e c la r a d a á m is incent< si L o c o n o z c o m u y b i e n : m as pues ce M e has u su rp ad o lo m e j o r d;:l a l m a ! ofrezco M a s tu s o m b r a he de s e r , y p u e s pa« e l m i ó en v i v a s l l a m a s , d a le grata dczco , d i g n a a c o g i d a s haz q u e en m i so&iego c e l o s d e v o r a d o r e s p o r tu cau'^a, gu ste de las d e l i c i a s q u e repartes y o haré q u e m u e r a s tu cam b ie n d e á tus a d o r a d o r e s ) ó d e l p e c h o s a c a la im a g e n de E u c jiris p r e c i o s a i celo s, n o has de lo g r a r tu a m o r en d a ñ o m Í o i haz que la o l v i d e » s í , q u e s iga p re sto Ja s h u e lla s de M e n t o r , d ^ x a m e l i b r e . . . pero escucham os m a s ). E u c a r. Y si »Igun t ie m p o P e r o e lla sale aquí j ó q u é a lh a g ü e ñ o s alic ie n t e s reú ne para m i a lm a ! l le g a s e á m e re ce r C jÜ p s o « .* T elém . C a l l a E u c a r .V ü á c li b r a r m e de C a l i p s o , y v e n g o d i v i n a E u c a r i s , c a l l a ; son d i v e r s o s á tus b razo s b ie n m i ó , q u á n ta s penas tu s a t r a c t iv o s á l o s s u y o s . p o r a d o r a rt e p a s o ! Y o re c e l o C alip Q t ié o i g o ? á cada i n s t a n t e ; t o d o s se in teresan Y q u e h a y i d e s u frir ta le s desp''-ccioS en de stru ir a m o r tan v e r d a d e ro . por un a d v e n e d i z o ? R a b i o de ira I C a l i p s o o b se r v a to d a s m is a c c i o n e s , Q u i é n c o n o c i ó la f u i í a de lo s c c l o s m e e x a m in a o ñ c i o s a , y c o n a n h e lo tan á su co sta. s o l i c i t a p r i v a r m e de tu la d o . T tlém . A u n q u e c o n c i l í c t o d o s O quan d u lc e s serian l o s m o m e n t o s l o s a r d i d e s , aui q u e c o n ju r e e l C i e í o de m i p a s i ó n , y q u án t r a n q u i la m e n t e Teìèm'aco e n su f a v o r ) y c o n t r a n u e stra s arm as y nuescra u n ió n e m p l e e sus e s fu e r z o s , f io p o d r á n arr a n c a r de T e l é m a c o l a im a g e n c u y a ; n o > ce l o prom eto> e s m u c h o m as m i a m o r d e l q u e i m a g in a s . C a//^.Q u ¿ m a l o g r a d o l e v e r á s b ie n p re s to ! E u c a r . M i r a q u e ce i d o U c r a . T eitm . N a d a im p o r t a , aun m a y o r es la l l a m a de m i p e c h o p o r tu h e r m o s u r a . C a lip . Q u e e s t o e sc u c h e > ó rabia! Y n o c o n f u n d a .. . p e r o m u y d i v e r s o c a m i n o e le g ir é p o r si c o n s i g o g an ar su c o r a z o n s y á t o d o r i e s g o , p ara q u e n o se lo g r e n sus id eas h a r t o s a r b i t r io s m e d a r á e l in g e n io . S a le . Q u é h:<ces a q u í ? A E u c a rts , E u c é r. Señ o ra... C aiip. V e t e al p u n t o , n o a b an d o n e s j a m á s ( y a te l o a d ­ vierto ) t u s c o m p a ñ e r a s ? v e t e , n o m e o b lig u e s á que m i e n c o n o . . . v i l , y a te c o m p re h e n d o , A parte á eJIa. p e r o n o l o g r a i á s l o que deseas; y o sabré s o f o c a r á tu despech o esa l o c a pasión*, m ; has u s u :p a d o sin p ie d a d mi q u i e t u d . V e t e al m o m e n t o ' y n o á v e r v u e l v a n m is c e lo s o s o j o s d e n u e v o tu perfìd ia. £ u e a r. A d v ie rte ... O C ie lo ! A y s u e rte m a s c r u e l ! D u e ñ o queri> do. M ir a n d i á T elé m a tt. CaÜp Q u é p ie n s a s ? E u fa r . Y a , s e ñ o ra , te ob ed ezco. P e r o p o r qué r a z ó n . . . C aüp. A u n m as , ii if ím c ! E u c a r . V i e n d o quan s in m o t i v o . . . C añ p .' V e t e . E u ca r, T iem b lo » y p or t e m p la r tu e n o j o m e re t i r o . O quáu to á m i a m o r cu es ta tal p re ce p to ! ESCENA IV . T tlim a co y Caltpi^. T e lím . S e ñ o r a , e l C i e l o o s g u a r d e ; p c i * m iiid m e no in t e r r u m p a m i v í s t a . . . C a lip , D e t e n e o s , q u e m a s v in ^ i b u scaro s q u e a o tra cosa. D e c i d m e , qüé esperanzas m e p ro m e to de v u e s t r a í e ? resiste su d u r e z a á roí a rd ie n te p a s ió n ? s ie m p r e es e l m is m o tu corazon in g rato ? T elem . Y o , s e ñ o r a , p erm itid que os lo d i g a ; y o no puedo o í sé q u e r e r ; ( e s f a l s o ) m i h e r o i s * mo . Ap. s i e m p r e en id e a s d ig n a s de m i p e c h o n o d e s d ic e j a m á s de T e l é m a c o . C altp. M i e n t e s , c r u e l , m e n i e g a s cus a fe c to s p o r q u e y a tie n e n d u e ñ o ; l o sé t o d o , esa n in fa v i l l a n a . . . m a s y o in t e n t o h a c e r r e c o n v e n c io n e s á un in g ra t o q u e a c o g i ó m i p i e d a d ; á q u i e n h u­ yendo l l e g ó aq u í d e l n a u fr a g io q u e N e p t u n o y las d e m á s d e id a d e s d is p u s ie r o n , p o r v e n g a r sus d e l i t o s ? m a s q u é m u ­ cho! si s o n ta le s , q u e un n o b le a c o g i ­ m ien to, un a in m o r t a li d a d y a p r o m e t i d a . L a s m is e ii a s tro c a d a s en r e c re o s , y o b t e n e r un a m o r q u e n o s o l o l e s ir v e p a ra m as fu m e n t o D e sus v i l e s a s t u c i a s ? Y q u e su fran D i o s e s sin c a s t ig o ta l p r o t e r v o ! C o n o c í tu c a r á c t e r , m a s todo fu e m a y o r m í lo c u ra p r e t e n d ie n d o mi en e l q u e p u s o l l a m a m as a c t i v a . . . m e a r r e p ie n t o de q u e hasta a q u í . . . p e ro a h o r a . . . m a l q u e nunca te i d o l a t r o . M i b i e n , d i s c u lp a t e n g o ; p e rd o n a á v o c e s q u e m i a m o r inspUa» t u y a s o y y s e r é .. . pues sin a l i e n t o . . . a y de m i ! B a s t a y a de c r u e ld a d e s .. . q u a n d o .. . p o r t í . . . T e l é m a c o . . . f a l l e z ­ co. Se destnaya. V/«w. A h C a l i p s o i n f e l ¡ ¿ ! P e r o q u e aguar' do . . merece los cegar la 7 con cor.3Zon, en la Isla de Calipso^ q u a n d o l a s u e rte o f r e c e un os m o m e n > tos e n q u e á rei d a m a p u e d a v e r s in su sto ... T a n i n g r a t o he d e s e r , q u e en un em peño dexe á C a lip so t a l , abandonada ? S í , p r i m e r o es m i a m o r ; y o la a g r a ­ dezco co d o s sus b e n e f i c i o s , m as p ues qu ie re p t i v a r m e de m i a m o r , ah o ra a p r o v e ­ cho i n s t a n t e s q u e e l l a m is m a m e fr a n q u ea, p a r a e m p l e a r t r a n q u i lo e n s u s o b s e ­ quios. ESCEN A V. m i n e a fa t é t ic a que dem uestre e l m o /tr dolor tnientras d u ra el desma/o d e C alixto, Calipso y M entor. M en t. Si insiscird en su l e m a } M a s con fio en t o d a la eficacia de m i c e l o q u e p ie n s o c o n c i l i a r p or p e rs u a d irle . A y á q u á iit o s p e lig r o s está e xpue sto ■ e l j ó v e n im p r u d e n t e ! m as qué m ir o ! C d l i p s o a q u í ! será d e s m a y o ó s u e ñ o : q u i e r o lle g a r . Cal¡f>. A p a r t a de m i v i s t a S n tre j í . v i l c o c o d ' t l o , q u e d e l tra id o r se no d e l N i l o te c o n d u x o m i d e s g rac ia a d o n d e . . . O D i o s e s ! ce b es tú s a n g r ie n t o en in s a c ia b le fu r o r . . . h u y e a l e v o s o . M en t. C a l i p s o » v u e l v e en t í. C alip. D ó n d e m e e n c u e n tro l Y T e le r a c o , d im e... M en t. Q u é pesares s o n lo s t u y o s , s e ñ o r a , q u á l e l fu e g o de tus o j o s ? Si p ue do se rv ir de a l g o a q u í m e t i e n e s , habla s in r e c e l o , d i m e p ues q u ié n te aflige. C alip. T e l é m a c o . F u era da s í, M e n t. Q u á i v i e n e á ser tu m a l í C aiip. E i m as h o r r e n d o < q u e e l desden p u d o o c a s io n a r á u n a a lm a . Y o a m o a) h i j o de U l i s » c o n e s t r e m » f m e in sp ira la p as ió n m a s lo c a y t ris te. P e r o . . . A y de m i l Q u e s ie m p r e c o n d e s p re cio s m e c o r r e s p o n d e , y á una de m is n infas rin d e la fe q u e para m i deseo. P e r d o n a m i f l a q u e z a , y si has a m a d o c o n s t a n t e a lg u n a v e z d i s c u lp a te n g o . M en t. P o r c o n o c e r lo s m e d i o s de q u e astuta se v a l e esa d e i d a d , p o r q u e c o m p r e hendo i o s m a le s que a c a r r e a , he p r o c u r a d o h u i r de sus e n g a ñ o s . .. C o m p a d e z c o a l q u e c i e g o se e n tr eg a á s u s d e li c ia s . O nunca h u b ie r a c o n d u c i d o e l v i e n t a n u e st r a d e rroca a q u í , q u e ha s id o o r ig e n d e lo s m a le s d u r o s : q u ie r a e! C i e l o c o n v e n c e r á T e l é r a a c o en su lo c a t e n a cid ad . Si de E u c a r i s el c i e g o a m o r le o b l i g a h o y á despreciarte}) su in c li n a c i ó n m e c o n s t a : nada a d ­ quiero c o n las sabías y ju s t a s re fle xion e s, ni aun c o n m i a u t o r i d a d ; m a s s e rá e l m e d io q u e le s a q u e de a q u í la fu erza s o l a . D e p o n , C a l i p s o tu aflicción » co n fie s o que si te h a lla s e s de é l c o r re s p o n d id a t e s ir v i e r a de pe na m i p r o y e c t o : P e r o si atiendes á q u e in g ra t o s ie m p r e de p agar tus fa v o r e s se h a lla l e j o s , tú m is m a debes p ro c u r a r h u i r la . C a lip . D i c e s b re n ..: s á c a l e , s á c a le l u e g o de m is d o m i n i o s , s e p a n o m e re ce t a l h o s p i t a l i d a d : es un p e r v e r s o , b a b u rla d o m i f e ; pues q u é m e q u e d a q u e hacer en m i d o l o r í N o , n o l e quiero v e r mas. ¡ O tra id o r y c i e g o n i ñ o , ce ab rí m i c o r a z o n c o n e l in te n t o de ser fe li z al l a d o de un a m a n t e ; y a h o r a tan sin p ie d a d t o m a s un m e d i o . , e l m as b a x o ! T e s ir v e s de un a ninfa p a ra r i v a l ! D e s a p i a d a d a V é n u s , v é n g a m e de un i n j u s t o ; q u e p a d e z c a , - que s ie n t a e l m i s m o m a l p o r q u e - y o muero> 8 Tefemaco J I o r e !a a u s e n c ia de s u .. . ( r a b i o de ir a ) s ie n t a de sus ri g o r e s t o d o e l p e s o P e r o q u é he de h a c e r y o si é l m e aban­ dona? M e n t o r , d e t e n t e , q u e q u i z á a lg ú n t ie m p o l a s u e rte m e será m e n o s fu nesta: y o atra e r é su c a r iñ o hasca e l e x t r e m o q u e a lc a n c e n m is in sta n cias eficaces. M a s » s í ) é l p a r t e . .. C o n q u é e sp e r a n z \ p ue do p r o m e t e r m e este a li v i o ? N o , la m u e r te ( q u e m e es p r i v a d a ) fu era e l in s tr u ­ m e n to q u e apagara m i a r d o r » to d a m ¡ v i d a l l o r a r é . . . s í , é l se v a . . . d a m e e l c o n ­ s u e lo q u e te s u p li c o . M en t. V a n a s esperanzas s on las tu y a s C a l i p s o » d e x a y a esos d e s v a r i o s , y a t ie n d e á q u e este )óven> a u n q u e e s t u v i e r a aq u í s i g l o s e n te ro s n o m udará d e i d e a , es d e m a s ia d o v e h e m e n t e la p a s i ó n , q u e le euce n die ron d e E u c a r i s l o s a lh a g o s . C a lip . Y es m a s d i g n a q u e y o he de ser q u e r i d a ? Q u é , son m enos J o s m o t i v o s q u e p u e d e n in c li n a r l e h acia m í ? M c m . E l a m o r n u nca l o s o b je t o s prefiere p o r v a l o r . C a lip . Q u e m uera E u c a r i s . M e n t. Y con eso q u é lo g ia s ? nvayor t e d io , y q u e é l m i s m o a b a n d o n e tus estados. T o d o lo s é , no e n c u e n t r o o t r o r e m e ­ dio ! E s fo rz o s o q u e s a lg a . C al'p . P u es si ju z g a s n e ce s ario e l p a r t i r , v e t e at m o m e n to » c o n d ú c e le p o r fu erza si re s iste ^ á tus i í i s t A n c i a s » s á c a l e bie n l e j o s d o n d e j-imás espere v e r á E u c a r i s . N o ce d e t e n g a s , n o : para el e fe c t o da t e p r ie sa á a p ro n tar a q u e l l a n a v e q u e en m i co sta e s t á , y q u e q u i s o e l Ciw'lo r e s e r v a r á e s te c a s o » t o d o q u a n t o n e c e s it e s t e n d r á s ; s i , y a l o v e o s es f o r z o s o sufrir y a v e r g o n z a r m e de m i h e r m o s u r a ; q u e d o sin c o n s u e l o e n t r e g a d a a l d o l u r , y en e l esta do m as c r u e l , pues la v i d a que a b o r r e z c o y o no p u e d > s u f . i r y se m e n i e g a , la m uerte que term ine m i corm ento. M e n t. T e s o b r a l a r a z ó n p ara q u e ja r t e : pero vien d o que no hay o tr o rem edio q u e v e n c e r t e t ú m i s m a , e s n e c e s a r io t o m a r este p a r t i d o . ( A p r o v e c h e m o s Ap. l a n c e tan o p o r t u n o é im portante)« Y pues q u e tan g r a n s e r v i c i o has h e c h o á las d e i d a d e s , p e r m i t id m e v a y a á dar á tu s id eas c u m p l im ie n t o * ESCENA V I. Calipso to la. M ú tic a con algunos períodot de m a rc h a , C alip. Q u é s it u a c ió n tan t ris te I Q u i é n se ha v i s t o c o m o y o ! Q u i é n padece lo s < ie s p r e c io s ig u a le s á lo s m i o s ? O T e l é m a c o ! P e r o a y de m í» q u e en v a n o m e l a ­ mento! T o d o lo perdí y a p o r m i d e sgra c ia. C o n quánca e n v i d i a á lo s m o r ta l e s v e o ! Y a no h a y arb itrio ? N o : s o l o m i lla n t o e x p ia r á m i a m o r : ni e l v i v o f u e g o c o n s u m ir á m i v i d a , y s e rá s o l o e l p á b u lo c r u e l de m is a fe c t o s . T e l é m a c o se v a , y C a l i p s o q ueda en s it u a c ió n tan l a m e n t a b l e ! E t e r n o s D i o s e s que d e l O l i m p o e stáis m ir a n d o i n i d e s v e n t u r a , d a d m e a lgú n c o n s u e lo . Q u é he de hacer ? I n s p ir a d m e a lgú n ar­ b it r i o p ara t r a n q u i liz a r m i t ris te pe ch o. S i a cas o e l t i t m p o . . . p e ro qué lo c u r a ! L e a trax era h á cia m í . . . roas c ó m o p u e d o ... Si y o c o n tra m í m is m a di l^ s a rm a s pata q u e m as m e hieran m is d t s p r c h o s . Y a v a á p a i t i r y nunc9 v n e l v o á v e r l e . Y p o d i é t o l e r a r l o ? N o a p t c s ie m o s 'en la Isla de ar1:>ícrÍo$ q)tc descruyan m is pcunocsas. - A l l t e l q u e lo s d e m á s ... e s t o es p iim e ro » m ^ s tni p j l a b r i y a se h a l U e m p e ñ a d a ; y M e n t o r le h a b rá d ic h o q u e r e s u e l v o n o v e r l e m as, q u e q u i e r o a b a n d o u a r le j q u e es o d i o y i l o q u e a n t e s fu e d e s e o j q u e m and-‘ se a u s e n t a s e ... p e ro a cas o fu e la a l m a la q u e h ..b lo í P u d o m i pecho a b a n d o n a r la lu z p o r q u ie n respir o? E s m e n t i r a , es e r r o r , e i d c V i n e o . C o r r o á b u s c a r l e , v o y á d cc e n e rle j y si n o l o e n c o n tra s e haré q u e fu e g o p o n g a n l u r g o á esa i;a v e q u e en m i daño e l a cas o ha d e x a d o en e s te p u e r t o . T e l é m a c o , m i b i e n , m i ún c o a l i v i o , m i p la c e r > m i d e li c ia , y m i c o n s u e l o , p a g a m i a m o r ó q u í t a m e esta v id .i, q u e es e l v i v i r s in ci v i v i r m u r ie u d o . ESCENA V II. S e lv a corta, T elém aco y M en tor, M en t. H ij-^ d e J s a b i o U l i s e s , tan a m a d o d e la s d e i d a d e s , q u e au u en e l e x c e s o d e s u f ii r v u e s t r o c r i m e n , se c o n o c e qu.il.t o o s e s t im a n á pesar d e l teo y d é b i l a*^andono de tu e s t a J o j l l e g ó la h o ra en fin de c o n o c e ro s ? F ü c d c aun m as e l a m o r de un a herm o» sura q u e e l d e un p ^ d r e , un a m a d r e , y t o d o un ReyiiO? D e s e n g á ñ a m e pues. TV/e»». E n tan to s m a le s g u a r e c e d m e M e n t o r , t o d o l o e s p ero d e tu s a b i d u r í a , p ues tal m e h a l l o , t a l es el c o m p r o m i s o en q u e m e v e o q u e ni p u e d o s e g u irt e ni d e x a r te . L í b r a m e , si es p o s i b l e , de m i m e s m o s S e a rro d illa ^ y le abrax.a le í p ie s , d a m e la m u e r t e , aquí m e t ie n es. M en t. A l z a . V e n á m is b r a r o s , hazre a lg ú n csfuer20> y sufxe c o m o q u e e ie s T e l é m a c o . C a lt p s o . _ ^ 9 N o cb t o d a v í a s a b i o a q u e l q j e c i e g o d e x a d e c o n o c e r s e en sus p i s i o n e s , p ues l o con fia t o d o de s u s h e ch o s . L o s a lto s D i o s e s , s í , t e han c o n d u ­ cido hasta l a b o c a m i s m a d e l a v e r n o ; p e ro n o han p e r m i t id o q u e c a y e s e s . Y q u é fu e ra de tí si s ie m p r e te rc o ce d e x a s e s g u i i r de un a l o c u r a in d ig n a de tu n o m b r e ? N o , y a es tielí^^o d e d e ih a c e r lo s n u dos e n g a ñ o so s q u e esa m u g e r a t ó , y en q u e tú n e c i o ce enredaste g u s t o s o . Q u é v e r g ü e n z a n o de b e o c a s io n a r á un n o b l e p e c h o e d u c a d o en c o n q u is t a s de m as nom bre» f^trinado p a ra em p re sas de m as p r e c i o , e l d e t e n e rle á c o n t e m p l a r las g r a c ia s d e un a m u g e r a s t u t a ? L o a lh a g ü e ñ o d e sus falsas c a r ic ia s » p o d r á n s o l o o b s c u r e c e r a fa m a de sus h e c h o s ? N o , h ij o m i ó ; tus padres y cu p a t r i a , d e q u e a l^ u n d i a serás R e y , m is r u é - 4 gosi y v e r en ñn que te h a b l o c o m o a m i g o c o n e x p e r i e n c i a , h a g a n d e x a r p re s t o e sas ideas. C a l l a s , y s o l l o z a s ? V e n á m is b r a z o s , q u e e l v i g o r y a li e n t o q u e pueden in s pira r te d a r á fuerzas á tu e sp ítitu a b a t i d o : y o m e e m p e ñ o ( c o m o v e r á s q u a n d o e n tu j u i c i o vu e lv a s) p o r tu f e l i c i d a d , y m e in te re s o en restaurarce libre á tu re p o s o . S i son p o c o eficaces m is c o n s e j o s S a b r é re g a r tu s p lan ta s c o n m i llan to» Tele'm . Q u é h a c e s , s e ñ o r ? N o m a s ab a ­ t im ie n t o s me o casio n es, M e n t o r , que así aver­ güences m i h u m i ld e c o r a z o n ? M en f- M ie n t r a s no e s p e r o s a c a r e d e tu e r r o r . . . T elém . L a s re fle xion e s de un s a b i o c o m o t ú , de un v e r d a d e r o a m i g o ; de m í p a d r e , y de m i guia» d c x a i á u de c a u s a r t o d o e l e fe c t o Telemaco ÍO en m i s e n s ib le c o r a z o n ? E a » v a m o s , M en t, S í , q u é d u d a s ? p o r m is v e n a s discurre, un v i v o f u e g o , T elérn. T o d o s a y c u y o y a , til e rc s p r i m e r o q u e m as q u e n u n ca a n i m a mi h e r o i s m o . q u e m i fe á u n a mugcr» M e n t. V a m o s a l p u n to . . V en ciste ya > M e n c o r } codo m e en­ trego S e le i l e v s corno por fueriím» á q u a n c o d is p u s ie re s » s o l o p i d o un a g r a c i a n o m a s . T e ltm . Q u á n á cokca d e l a l m a ce o b e ­ M en t. T e l a c o n c e d o , dezco ! c o n cal q u e n o d e s is t a s de t u o f e r t a , ESC EN A U L T IM A . y c o m o no sea e l p e l i g r o s o in te n to , d e v o l v e r o t r a v e z é v e r E .y ca ris , M u tación d e m a rin a ctn un n a v io i I0 T elém . P u es j u s t a m e n t e te ib a á p e d i r eso» c o ila y Calipso y E u c a rtt» y rodar la t n in en e l ú l t i m a á D i o s q u e y o l a d ie s e , s é q u e e n c o n t r a r ía c o d o m i c o n s u e l o : f t t que p u ed an lle g a r con b a t b a i encend id a t en la t m a n o /} y luego T elém ac» d é x a m e d e s p e d i r , y q u e l e d íg a y M en tor. q u ie n d e e l l a m e s e p a ra , q u e e s e l c e l o d e la s d e id a d e s , q u e e n m i p e c h o C a lip . Si es q u e e s cim a is a l excrangero» s ie m p re a m ig a s , su m e m o r i a , y su n o m b r e s e rá e t e r n o . aun e s t a is en l u g a r de d e ce n e r lo : E s o te p i d o , a m i g o > n o , n o te m a s ; y a v a á p a r t i r , si n o a b ra s ais la n a v e v o y á a b ra z a r la » y á b u s ca rte v u e l v o , q u e le c o n d u c e . E u c a r i s » c o r r e p t e s t o . q u e no q u i e r o h a b it a r en e stos c l i m a s V e s la p r i m e r a , e n c i e n d e en v i v a s d o n d e perdí la p a z . ^ i e r e ir te , llam as M en t. D e t e n , n o q u i e r o el b axel. q u e ce e x p o n g a s de n u e v o a ! p r e c i p i­ E u c a r. A h r r a y d o r ! a h h o m b r e p e r v e r s o !, cio. A s i o l v i d a s m i a m u r ? P e r o n o p ie n se s T a n c i e g a es tu p a s ió n , n o c o n o c i e n d o q u e q u e d e tu r i g o r sin e s c a r m i e n t o . q u e b uscas tu s o s ie g o c o n l o m i s m o V e n i d n i n f a s , v e n i d , sea en p ave zas q u e ce se p a ra de é l : d ic e s q u e c u e r d o r e d u c id o e l que s ir v e de in s tr u m e n to cr iu n fa s te d e l a m o r , y d e é l n o p u e ­ á la t r a i c i ó n d e l h o m b r e m i s v i l l a n o , des s o fo c a d e l m a s soe z de l o s p r o y e c t o s . p re s cin d ir? Y q u e r rá s q u e y o d é a s e n s o á l o q u e m e p r o m e t e s ? Son m u y t ib ia s S e g u id m e t o d a s . e sa s r e s o l u c i o n e s , n o la s c r e o . Corre con la t d e m ít n in fa t h íc ia , e l na^ E s t á s m u y p r o n t o á q u eb ran car tus v io que ponen fuego , expresan d o ¡a múvo to s, tie a e l enagenamsenio y aceleración é i n c li n a d o á v i v i r s ie m p r e en e l se no d e la escena» d e la d e s h o n r a , d e l d e l e y t e in s a n o . N o te h a b l o m as en tu f a v o r s u p u e s t o C alip. E s o s í , b u r l a d l e . q u e ce b u rla s d e todas m i s le c c i o n e s : p e r o n o , n o p o d r é d e x a r de h a c e r lo Y a ese v i e j o c a d u c o » c o n s e j e r o e l m a s in d ig n o : ve a n de una D i o s a q u a n d o á m i c a r g o p o n e n cu cu sc o d ia . e l e n o j o : que qu e d e n por de sp re cio H u i d de a q u í , q u e a m o r si n o es d e m i s o b e r b i a , y de m is n in fa s t o d a s . huyendo n o se p u e d e v e n c e r } y a nos e s p eta Y a la s lla m a s q u e s u b e n hasta e l C i e l o e n la co sta un n a v i o q u e d e b e m o s c o n s u m a r o n m i id e a q u e p royecté» á C a lip so . q u e piense o t r a v e z irse» qué c o n t e n t o T eU m . E l l a m i s m a .. * s e r á v e i l e a b a t id o > s o l o y tiisce! en la Isla de Calipsoi Q u e s u fra , q u e m a y o r f u e m i coi m c n i o . S e a de m is t 'u r o tes , d e m i saña e l la s t i m o s o b l a n c o : m a s q u é v e o ? A parecen ert lo a lto d e una p eñ a Telém aco / M entor, A l l í e s tá n l M ira v i l , d esco n o cid o , c o m o se log^^an t o d o s tus in te n tos. Y a no s a ld iá s de aq u í p a ra v e n g a r m e , de tus desdenes s o l o t e r e s e r v o : h a s d e ser e l o p r o b i o , e l e s c a rn io <de t o d a s , pues que y a te a b o r r e c e m o s . M i r a ' l a n a v e en q u e p a r t ir deseas g u i a d a de d o c t r in a s de este v i e j o q u e te ha p t i v a d o d e v i v i r d i c h o s o . Metft^ G a l l a , iie ia e n g a ñ o s a , pues t u s m e ­ dios son lo s que quedarán co n m a y o r b u rla. P i e n s a s tú q u e t o s D i o s e s n o dan p r e m i o a l n o b l e T t r l e m a c o ? Y t ú im a g in a s saVirte c o n la t u y a ? au n q u e e l in fíe rn o se c o n ju r a r a c o n t r a nu e stra ru in a , h ay poderes que tom an con em peño e l b ie n d e T e l é m a c o . C a lip . P u e s q u é a r b i t r io s te pueden s u g e r ir ? M en t. V e r á s l o p re s t o . A n i m o , h i j o d e U l i s e s , y n<y t e m a s . T elém . Q j é i n t e n t a s , d i m e ? M e n t. E l b a r c o , q u e á l o l e j o s s e d e s c u b r e . F e n i c i o nos s o c o r r a . P a r t a m o s e n su b u s c a así r o m p i e n d o f r e c i p i t a á T elém aco d e lo alto^ / í c e c b s a t m a r^ jigu ién d o le. l a s c r is t a lin a s o n d a s s y a ce s ig o * T tlé m , A y d e m í i 11 M en t: A D io s , C a itp so . S e tira . C a lip . . j Eucar^ S a n t o s C i e l o s I E u c a r it desm ayad a en bratio j d e o tra » ;« f a i Calipso qu ed a inm obily / despuet d e u n a p au sa que b a r í la m úsica y que in d iq u e e l d tlo r propio d e la esc en a, d irá Calipso con ¡a mayor expresión de despecho, C alip. D ó n d e e s t o y , ó de id ade s so b e r a n a s ! q u é es e sto q u e m e p asa! m u e rta q u e d o . T r i s t e d e m í I A h c r u e l i pértido ! C ó ­ m o ..? r a b i o d e p e n a l A s i . . . p ie r d o e l a l i e n t o ! M e a b a n d o n a s ? O C i e l o , q u é in justi« eia ! A d o n d e a p e la ré ? K o h a l l o c o n s u e lo * O N ú m e n d e l h o r r o r , c o n fu n d e p r o n t o en d o n d e p u e d a t e r m i n a r su in c e n d i o e s t a in f e li z m u g e r . R a b i a n d o espiro» s in p o d e r t e r m i n a r m i h ad o funesto» Y o fu i la c a u sa d e m i m is m a ru in a . P r e s t é o i d o s á e s te h o m b r e , y s e d u xeron m i co razo n sus v o c e s ... m e abandona! O m e m o r i a cr u e l D i o s e s e t e rn o s! r o m p e d l a t i e r r a , s o fo c a d p ia d o s o s en s u o b s c u ra m a n s ió n m is t ris t e s ecos» - a b rid a q u í un a b i s m o p o r m o r a d a d e m i i n m o r t a l ’ d a d ; d ad m e un in fierno pa ra descanso m i o , p u es abriga en sí m i c o r a z o n t o d o su f u e g o . V o s o t r a s fu r ia s p o r p ie d a d r o m p e d i n e l a e n tr a d a d e l h o r r ib le m o iig ib e lo > y p u e s p e r d í á T e l é m a c o » e sto s o l o e x p i e en su t o r m e n t o , m i torm cuco« ü i a d e í f > / sa e t t teloo» F I N * 1 C O M E D IA S Q U E SE H A t L A N D E V E N T A E N L A M ISM A L I B R E R I A PO R M AYO R Y S u e ñ o s h.iy q u e l e c c i o n e s son» L a Z orayda. L a C o n i e s a de C a stilla . Id o m e n c o . L a r e c o m p e n s a d j l arre p e n cim ie n co» E l V a lle dcl T o rre n te . A m o r y v i r t u d i un t i e m p o * C e i ) u v a l y F a u s t in a . Fa-.m ; y Selim a. L a s C á rc e le s de Lam b erg» E l M c i t c o 3 palo s. L o c i e i t o p o r l o d u d o so » E l P in to r fingido. E l D elin c u en te honrado. P o l i n i c e ó lo s h i j o s d e E d i p o » L a t o m a de S a n F e l i p e . E l S o r d o en la P o s a d a . E l m as h e r o y c o E s p a ñ o l . L a I n o c e n c i a triu n fan te * L a C ondesa G c n o v iiz . • O c e lo . L a R aq u el. L a s V íctim as del am or. L o s d o s m as finos E s p o s o s . L i s M o c e d a d e s de E n r i q u e Q u i n t o . E l Im p erio de la v e r d a d , 6 el Se p u l­ turero. P IE Z A S EN U N A C T O Y U N IP E R SO N A L E S I a j 4 E l Loco. E l D o m in g o ó el C och ero, E l fam oso R o m p eg alas. D o ñ a I n é s de C a s t r o , ó l a d e s ­ graciad a herm osura, Señ o rita d isp licen te. 6 D o n L íq u id o . 7 A r e o R e y de A r n i c n i í * ó l a E líccD e * 8 E l E sp lin . f Li f A n d r ó m a c t. l o P o lige n a . I I H ír c u le s y N cso C entauro. x2 L a R íq u el. 15 Las Hermanas generosas. A LA M EN U D A . 1 4 P igm a lio n . t f H a n ib a l. 16 M árco A n to n io y C Iro p atra. 1 7 L a C asta A m an te de T e ru e l. 18 E l A m o r con stan te. 19 L a s tr a m a s d e G a r u l l a . 2 0 L a F a m i l i a i n d ig e n t e . 2 1 L a V ie ja enam orada. 2 2 A r m i d a y R e y n a l d o , p r i m e r a paxte. 2 i I d e m , S e g u n d a parce. 2 4 Guzm an el bueno. 2 f F lo rin d a. 2 í E l P o e t a e s c r i b i e n d o un M o n ó l o g o . 2 7 Seneca y P au lin a. 2 8 L a Flo ren tin a. 29 L o s A m i n t e s d e T e r u e L J O A P i c a r o , P i c a r o y m e d io . j I P e r d e r e l R e y n o y p o d e r , la p é f * d i d a d e Esp:>ña. ) 2 L a R e s t a u r a c i ó n de España» 5 j E l V e l l ó n de o ro . J 4 L a M ú sic o -m an ía. i f D id o abandonada. 3 í E l A to lo n d ra d o . 3 7 L a buena Esposa. ; 8 P e r i c o e l de l o s P a lo r e s» 39 E l A rm esto. 40 M e ic a d e r ab u rrid o. 4 c E l C ó m i c o d e la L e g u a » 4 2 L a Escocesa Lam b ru n. 4 $ E l craydor T in ita s . 4 4 Idom enéo. 4 f L a Librería. 4 6 E l L i c e n c i a d o F a r f u lla » 4 7 L a m odesta Labradora» 48 E l h ijo reco n o cid o . 4 9 E l m a y o r R i v a l de R o m a , V i r i a t e » f o L o s C ria d o s em bu steios. f j L a p a s ió n c i e g a lo s h o m b r e s . f 2 T e l é m a c o en la I s l a de C a l i p s o . f 3 A n f r i s o y R e l a r d a , ó e l a m o r s e n c i­ d o H ércu les y D e y a r ir a . (lio . F jo v e n Pedro G uzm an. 24Í N e g r o s e n s ib le . £1 1 £1