JUAN SOLÉ - Hemeroteca

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Año XVI ,
CariíJííe^KiSi (le Agosto'de 1923
Reglas del buen vivir
Tres pocos y tres mtich-s
f :
nestos ul hombr¿:
H a b ' r ^lojo y h i b r muoh •.
T o n s r pof'o y gaai.ir DIUSIIO,
Valnr poo3 y (IÍ-ÍM-U nh- miJohí>.
TreA muchos
reo
impensados
por otros
tres:
M u o h i e^tu til), «jiMhi oí :rHii<».
Muoha honri'.áitZ, mn-ha pa<.
Mu»ha refltxlóii, ííHioh» («bldu
IIH.
Tres buenos
médicos:
L o s ' í o o t ) « • a DÍ3t:i, A "gría y
Tr..hi j ..
T es cu'ilíl idespara
^er feliz:
Ls paolencía p a r a s 'i.'urtyj- l o s
males.
itól t e m o r da Uios pura e v i t a r
loa violof".
La oaima á".] f^ razón p i ^ a sop o r l u r las ÍÍ^LJU ZKÍ^ •ii:l p r o j í . ^ o
Para vivir oi paz:
í5t;euoh».. • bnesvn...
«sí c.
EvStudios Sociales
¡ABAJO L O S R l O !
¡ LA P R O ? I K D A U ¡< 8 UN ROBO!
froitinu2CÍón)
n
S u p o n , tii, o b n i r o , q u «
por
tu
itileligmioia., trab?.jo y t.hdrro.
« !ab ;sCdK pof tu ou«i)in uim m
(liiUfia o cumfticio, o mtij irss u n e
fino» E>-,o avo de tu trabajo d e
•H»
y
i!(i
'.iHÚli,
ílítgAH
.
.
Trafaajid nf-s, no cr-íáis q u e tio
h-íy mkñ t-i-abaj > q u e e! q u e h a 6» s u d a r y e n s u ü i a iss tn»no3.
Y-i no «u'b) .i;i ,vH.)(> aaomenlo, n )
t u n g o m a n o h ^ d a •: íns m a n o s c o rno no SOR O'in tiottt, y e.'íi'iy t r s b«j" ndií c :n la i m a g i o a c i ó n y mant-jando la p ' u m a , com'> vo<íotros
la p a h , o e! o h ' i z ) , o la s i e r r a ,
p a r a llevar m v u e s t r o ánindo el
convjf o¡n¡i;ii to (iy qiry t o d o í 80MOR o h-^m-oJ HJd . trisio-jadoren.
343
g e n t o s , laboriosos y a h o r r a d o r e s ,
y. por eso ha!, iíogailo <iuode h o y
ge e n c u e n t r a n . Ko c a m b i o , ¿cuan
tos hijos y n i e t o s de a n t i g u o s riCí»< h oies no a n d a n por ahí oliendo d o n d e guinao p o r q u e d e s p í l fíírraroQ en los vicio» y la oqioaidi>d Id q u e h e r e d a r o n d e aüa padres?
•
'
P a r c o n s i g u i e n t e , l o , q u e tú,
obrero, d e b e s h a c e r , an veT d e
odiar y a b o r r e c e r al rico q u e "se
h * l « v * n t a d j coo su t r a b a j o , As
imitarlo en t r a b » j í r por m e j o r a r
¿ P o J i i s n lorí obroros c o n s t r u i r tu :iu'^rle. Mira: en Rusia, por oír
HKoH poeole.s que Hon la a d m i r a - Ina d o c t r i n a s q u e a tí te p r e d i c a n ,
ción de! m u n d o , sí los i n g ^ n í n r o s h u) i l e g a d o t o d o s a la í'gualdaé;
!iO trabajarvu eti e'studiftr BU C IOS-- pero fíjftte bien: «'a i g u a l d a d e n
lamiüerí* porque todos están ratrucciÓ!^? ¿E< q u e no trabajan el
b i a n d o de h a m b r o y d e d e a e s p e m é d i c o en su c a r r e r a y en la v i ración».
'•
sita d« er-fertriOH? ¿No t r a b a j a el
Un Obrero Tipógrafo
,..
BiHp!e«do en su oficina, el a««erí •; "tinuará)
dota en «u miniytorio y el farmac é u t i c o p r e p a r a n d o las m e d i c i n a s
p a i a v u e s t r o s enfermoB?
Ut) ciísri'o para d e s p a c h o da Burd
e
r ? u n n i d á y orlstalea p i n t a d o s , .
Y s i tú, o b r e r o , en vez d e d e A p a r a t o s p a r a ¡^BS.
j a r t e e m b a u c a r por t a n t o farsan(íaler.ÍBH p a r a p o r t l a r s .
te, roíl xioüRraji por tu c u e n t a y
Míísa, bnstoneiH, d i v á n .
Uii;; eíuia'iíca d s oataool.
e s t u d i a r a s en la l e a l i d a d , obserVrtii t u n a s .
varías q u e el 9 0 por ciento d e ios
Dtiooracfonefi, eto, p i r a t e a t r o
r i c o s d e h o y pi-oceden d e los po- y d e s o c i e d a d y una mena dbbillaft
I n f o r i n a r á n ea !a oslle del A l f r .
f>obre« de otros t i e m p o s . M u c h o s
32, nstabiaoímienco d e ortstaleB,
ricos de ahora, s u s padre» o «ua
t;!ol ^uraüi V eatompdB.
abueloH, eran trab»j«d ¡ros ítiteliImp. K. Garrido
Se vende
<iT!%:
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AN0N1M.4
(Japi'íil ijrrníu'ii
S u s c r i t o y i;-ri's:f'bo:»;'iio,
F u ü l i O •Ar'. ;<JK ! V >
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No h o y p u e b l o en el m u n d o , ni
aún los nntropót'»go8 qu» »e c o men unos a otrose, q u e sosteriga
0888 d i a p a r a t a d a s i d e a s . Y, siu
e m b a r g o , «oi'orlái.i que o u t r e u
en. v u e s t r a s cassa poriódiovs q u e ,
eo refturaida» cut>ntaa, con niá«
ü m e n o s d i s i m u l o , esto e s ic q u e
e n s e ñ a , j vuHotro.'í soi.^ tan in:iceritKs q u e os d e j á i s c o m u l g u r
con esta» r u e d a » do molino.
Banco de Cartaireiia
SOCIEDAD
U
cor uf,:«í f írti.'U'i m a y o r o inHniír
y huv;/.) ttn l o . ú ' t i m o s mñus de tu
vida ÍM rfttirns a d e s c a n s a r ¡bum
lo noGMsita-í! ¿ Q u i é n te p u e d e ne
g a r wl der«chí> « disfrutar en ia
vej'íz \o q u e con t a n t o trí-.bnjo
ndquiriyte en la j u v e n t u d ? ¿N )
s e r í a la m»yor de es i ' j u í t i c i n »
ei n e g s i t e -1 d u r B o b j a (¡imponer
d« ¡o t u y o , d«i íriiii) d a tu truhajo honradíi, d» tu ¡ n f e ^ i g í n o í a ,
d e tu ahorro? ¿No serin « s t i 8,S<ÍDtar c o n t r a la l i b e r t a d individual
d e (,ue tanto se h^bia? El q u e tal
h i c i e r a seria un ticanOjun dó-ípot»,
un i««!vRJ«.
Núm.
.
Pt,-». y o 000 tXD
>
!ñ(HíO.ÜOO
»
i.noo.oo'i
Prrt»ii<iüt«:
Kx:-;o.:>, 8 ' . MARQ .'KS DK Vli,!, \M KJOK
Casa (Umtrait ÜIAIIRI»
8üCUiiSALES:
Varlagena, Murcia, Sevilla, Alicante^
Cádiz, íluelm,
Melilla horca,
La Unión, Águilas,
Orihuela,
Maearrón, Vifia, Gravaca, IlelUn, Biche, Yecla
y
Totana.
0
Efectúa toda clase de operaciones de banca, y
admite fondos en depósito con interés
Esi.eB.nco esU aft i;olu con ia cB^nque tí Igí p " T Ir.-iníí-r > c cii
Asia «SJCiété tíáiiérale de Belgiqu-t)» que tiene . .su" c-.s .eníral
Brusi-las y siicar»-.iei en Londres, P i r s , C '• >nri ¿i C.ÍI r alfl c
AianítrU, Tantán (Kgipto), Jihangliai Tientsin, Pelíln, (Ciii..a¡
Cristales, molduras, cuadros, estampas
y otros artículos
JUAN SOLÉ
Calle del Aire flúm. 32
SERVICÜO DE liXTRLMó ORIEI'TE
f'.i Tiip >r «Legizpi» s a ¡ vi r i rt c Coiuiu. el 28 de Agosto; para Vigo, Lisboa
y CAdiz, de donde s -idrá e i.'- de Septiembre, de CariagenTt el j , de Valencia el 3 y de Barcelo-iA el 6 pira PoríSni í, Suez, Colonibo, Singapore, Maeíla, Hong-Kong, Sanghay, Nagasaki, Kobe y Yokohíima; admitiendo p-saje y carga para dichos puertos y para otroi
punto» para ios cualn» íiüy establecidos servicios regulares desde los puertos de esca\antes indicados,
Ll«EA : A ANTILLAS, IVIEJíCG, NEW YORK Y COSTAFlRME
Vípcr € Antonio LópíZ» «atiirá el »s de Brtrcclon», el a6 de Vileocia, et s S d c M á
"Vr V *•' 30 de Cí'.Üz {l\'T^ ííew York, H.^hana y V.:racruz.
' , . • • •
F.i Vtpor «Alfoi!»,-:; Xfll» %»\úrl el 19 de Sniiüii^ei-, eí »o de Gijón y el si de Lor'ill* purf
Hubruia y Veracruz. Adnótiendo carga y pas.jí para t'oíi»firmc y Pacifico con transbordo
en H.Ti«)flna.
LINÍA DE CANARr S, PUERTO RI O, HABANA;. VENEZU ÍI<A,
'OLOMBIA Y PACIFICO
El va,>or fMíina-,1 í. alvo» .xa drá el dia o de Barre tu, el 11 dé Valencia y «•lig de Gá
diz ;>i,r.! L'.i Pa'.tnüs. S-inia Cruz deTsneriíe, Santa Cruz de la Palma, Puerto Rico, H».banB
— La Ciiíav-, Puerto 'sbeüo, :;macao, S.ibanida, facdtstivas—Colón, Canal, Guiyíquil
Caila-.,~-M .|:eodo, Arica, Yanique, AntofagasU, tacuitat'vas—y Vdparáiso. Admite carga
y p5S.ije con trisbord. jpara Veracuz.
'
LINStfi D£ BU NOS AIRKS
Vapor. tReiaa Victoria E'ig,,niaí gauiráel 4 <je iarcelon», c! 6 de Málaga y el 7 de
Cidiz v»»r« Ji.sati ;: juin (te rcnern'i-, Moatevldeo y Bocnos Aires.
'
'
'
LÍNEA DÉ FERNANDO POO
El v«pO' «Alloíxit .> fcailra do BH>rcelQiia ol 15; de Valencia el 16 á e A l i caofce y (Vs íígot-a. eí 17 y d e C á i i z «i 2 0 s d r a í t i e n d o ^ o s r g a y
pasaj'irr » para '"áciix, Tíi>g~r, OsafaUnca, Mizsgan, LJB Palmas', ^anta Cfui de TenerifeSaetí Cruz di" U P<im«. Rio de Oro, Sierra Lcora M.-"»/©*!» y Fernando Póo.
Adcoiá» de ios iixúc» Ki» servicio», !s fromwañÍ!» Tr-r:,» lí.nicn tiene establecidot los espcEiairs'dc s.j» í,.,»no.t -:..i M..,-;,.erróneo » Í*'ew-Y.jrk:, p.^er^o» Cantábrico a New-Yorlt. '
Ksto» vapores .sdmura cdiri¿« en SJis condicione» mi» (iworabics y pasa|«ros, a qliieflea-la
Comptiik da slojani'ento mv j cémodo y trwo esmerado COÍBO h« atreditado en tu 4iltts4q
S'srTitio. Todos ios vapores tienen Teiegrafi* sin hilos
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