DIRECTOR - Biblioteca Digital de la Comunidad de Madrid

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DIRECTOR
-
ENRIQUE CASAL
A
ñ
1
0
o
1-Nüm. 19
Juli
1920
0
PROPIETARIO:
(LEON-BOYD)
La juvenil belleza de mademoiselle
Tisseyre,
hija del agregado militar á la Embajada de
Francia en España, ha inspirado á Luis
Bea
uno de sus más afortunados dibujos. Merced
al acierto del notable artista, podemos
ahora
recrearnos de nuevo ante el rostro de la que
en breve será esposa feliz del Sr.
Villamil,
cuyo apellido nos dice bien claramente el origen español del caballero francés que lo lleva.
La duquesa de Dúrcal rodeada de sus eficaces
auxiliares.
SS. AA.
el Príncipe
Habla «Una Colegiala Desenvuelta»
D
U D A N D O he estado, m i señor D . E n r i q u e , si
darle á usted cuenta de una a v e n t u r i l l a
mía; una de las últimas, por supuesto...,
y, p o r supuesto, b i e n inocente, como todas las mías.
E l caso es que, al fin, me d e c i d o á contársela y
allá usted, porque, á lo peor, resulta trasnochada.
M e divertí de lo l i n d o el día de l a F i e s t a de la F l o r .
Y a sé lo que pensará usted inmediatamente: «¡Qué
loca de chica!»
Pues no, señor, nada de locuras; me divertí m u cho, pero sensatamente, porque f u i postulanta, y n i
un solo momento dejé de pensar en los verdaderos
fines de l a F i e s t a de l a F l o r , con lo cual dicho queda que no me olvidé un solo instante de los centenares de enfermos á quienes l a recaudación de este
día podrá a l i v i a r ó, quién sabe si curar.
P e n s a n d o a s í , claro es que no me dio jamás f a t i ga parar á t o d o el que veía y clavarle en l a solapa
una flor. A M e r c e d i t a s le d a b a una f a t i g a h o r r i b l e ,
porque, á veces, era un colmo y a .
— N o , á ese muchacho, no. M i r a cómo trae l a solapa de l l e n a . E s un jardín.
P e r o bueno, bueno. A l l á me i b a y o , y con l a mej o r de mis sonrisas, detenía á l a pobre víctima, que,
resignada, echaba unas cuantas monedas en l a h u cha que M e r c e d i t a s l l e v a b a . Y era M e r c e d i t a s la que
se ponía roja como un tomate. ¡Cuando yo le digo
que divertidísimo!...
Y o postulé p a r a l a mesa que presidía l a duquesa
de l a V i c t o r i a , en l a esquina de las calles de G o y a y
Serrano. ¡Buena recaudación hicimos! H a y que tener
en cuenta las simpatías de l a duquesa y l a c a r i d a d
de las familias d e l b a r r i o de Salamanca.
P o r l a tarde fué cuando sobrevino l a aventurilla.
Y fué que, s i n p e r m i s o de nadie, tomé calle de G o y a
abajo y luego C a s t e l l a n a a r r i b a , y, cuando quise re-
L a Fiesta de la Flor debía llamarse también
de las caras bonitas.
fiesta
cordar, me encontré delante del puesto de los d u ques de Dúrcal.
¿ S e acuerda usted del que otros años i n s t a l a r o n
los marqueses de U r q u i j o ? Bueno, pues una cosa así
de b o n i t a . E s a mezcla de granja campestre y pabellón elegante, que t a n artística resulta, fué i m p r o v i sada por los duques de Dúrcal, obteniendo un completo éxito.
Varios aspectos de la fiesta organizada
por los duques de Dúrcal
con
de Asturias y el Infante Don Jaime ante la
band» de
Parisiana.
«jaz-
C u a n d o yo llegué, los Boldí estaban tocando un
one step, que se me i b a n los pies detrás de l a música. D e buena gana h u b i e r a entrado, pero no me
atreví, p r i m e r o , porque P a l o m a M o n t e l l a n o , l a de
V i a n a y otras buenas amigas que allí estaban me
hubieran d i c h o , con razón, que me fuera á m i sitio,
que a q u e l l a no era m i demarcación, y, segundo, porque v i que dentro se h a l l a b a y a l a R e i n a Doña V i c t o r i a y me dio una vergüenza h o r r i b l e pensar que
podía encontrarme ante e l l a .
¡Qué guapa estaba l a Reina! ¿ Q u i e r e usted creer
que me pareció más g u a p a que nunca? E s t a b a tomando el te, y con e l l a las Infantitas Doña Beatriz
y D o ñ a C r i s t i n a . D e s d e m i observatorio, detrás de
la empalizada, pude a d v e r t i r cómo l a Soberana felic i t a b a á l a duquesa de Dúrcal y cómo le entregaba
un d o n a t i v o .
¡ Q u é de gente d i s t i n g u i d a había allí! Confieso
que con pena, y b i e n á m i pesar, me retiré de aquellos lugares. ¿ Y sabe usted p o r qué me retiré? Pues
p o r l a s e n c i l l a razón de que cuando más distraída
estaba m i r a n d o á l a R e i n a sentí una mano sobre m i
hombro y una voz, que b i e n pronto reconocí, que
me decía:
— M u y b o n i t o , muy b o n i t o , niña.
E r a nada más que m i padre. P e r o y o pude convencerle de que v i e r a y a d m i r a r a también á nuestra
hermosa Soberana... con lo cual el regaño que se
acercaba se esfumó como p o r encanto.
C u a n d o volví á m i puesto tuve una g r a n satisfacción: l a de encontrarme á un amigo de m i padre. Y
como éste no había dejado y a de acompañarme, su
a m i g o se creyó o b l i g a d o cuando yo le coloqué una
flor, y me dio—es decir, dio á los pobres tuberculos o s — u n b i l l e t i t o que me apresuré á depositar en l a
hucha de M e r c e d i t a s .
¡Bendita sea l a F i e s t a de l a F l o r !
¡A mí no se me o l v i d a l a cara de l a R e i n a en el
puesto de los Dúrcal!
motivo del día de la
U N A COLEGIALA
Flor.
DESENVUELTA.
F o t s . Marín y O r t i z .
^
0
t
F
UÉ en l a i g l e s i a de N u e s t r a S e ñ o r a
del P e r p e t u o S o c o r r o , fué á las
doce en punto de l a mañana y fué
delicioso ambiente perfumado p o r los
tibios aromas de blancas flores.
,
Se casaron l a bellísima señorita M a n a de
U l l o a y Fernández Duran, hija de l a condesa
viuda de A d a n e r o , y D . J u a n Ramírez de H a r o
V Chacón, marqués de C a m b i l , primogénito
¿ ]os condes de V i l l a m a r c i e l .
Y a sabéis quién es e l l a : una de las muchachas más bonitas y simpáticas de nuestra sociedad. Y ya podéis figuraros cómo la admiró
toda l a aristocrática concurrencia r e u n i d a en
el templo, al v e r l a realzando sus encantos
con primoroso traje de raso blanco brochado
en plata. D e su cabeza pendía un g r a n velo
de encaje de Bruselas. Magnífico collar de
gruesas perlas ornaba su cuello, luciendo,
además, pendientes de b r i l l a n t e s de extraordinario valor.
Su madre y m a d r i n a , l a condesa v i u d a de
Adanero, iba elegantemente v e s t i d a con t r a je azul, adornado de obscuro; lucía c o l l a r de
perlas y otras joyas de b r i l l a n t e s .
E l marqués de C a m b i l ostentaba el uniforme de la Real M a e s t r a n z a de S e v i l l a , así
como su padre y p a d r i n o , el m a y o r d o m o de
semana de S. M . conde de V i l l a m a r c i e l
Bendijo l a unión el obispo de M a d r i d - A l calá, señor Meló, quien pronunció luego sentida plática.
Actuaron de testigos, p o r parte de
la novia, su hermano el conde de A d a nero, su hermano político el conde de
Revillagigedo y sus t í o s los m a r q u e ses de Perales y C a s t e l a r y v i z c o n d e
de Roda, que ostentaban los u n i f o r mes de maestrante de G r a n a d a , coronel de Artillería y maestrantes de Sevilla y Zaragoza.
Por parte del n o v i o eran testigos
S . A . R. el Infante D . F e r n a n d o ; su
hermano el conde de V i l l a v e r d e , sus
tíos los condes de B o r n o s y A y b a r y
su primo el conde de C a m p o de A l a n ge, vistiendo, respectivamente, los u n i formes de coronel de l a R e a l E s c o l ta, maestrante de S e v i l l a , maestrante
de Valencia, coronel de E s t a d o M a y o r
y Orden m i l i t a r de C a l a t r a v a .
te, J u r a R e a l , Somosancho, C a y o d e l R e y ,
Baztán, E s p i n a r d o , C a s t r o m o n t e , S a n C a r los d e l P e d r o s o , C a s a Valdés, Cañada-Honda y V a l d e i g l e s i a s .
Condesas de V i l l a m a r c i e l , R e v i l l a g i g e d o ,
A d a n e r o , v i u d a de R e v i l l a g i g e d o , P u e r t o , V i llapaterna, B o r n o s , C a t r e s y v i u d a de C a t r e s ,
Montenuevo, Sástago, Alcubierre, Fontanar,
v i u d a de C a m p o G i r o , A y b a r , C a s a T a g l e y
S a n t a A n a de las T o r r e s .
V i z c o n d e s a de R o d a y señoras y señoritas
de C a s t r o , S a a v e d r a , F a l c ó y A l v a r e z de T o ledo, J o r d á n de Urríes y Patino, S a n M i g u e l ,
Martínez C a m p o s , Patino ( D . Francisco y d o n
J o a q u í n ) , Méndez de V i g o , Elío
Perales,
Gor, Escobar y Kirkpatrick, Escobar y B u i za, V i l l a p a t e r n a , C a v e r o , Ramírez de H a r o y
Chacón, Bustamante, A r c o s , R u i z de A r a n a ,
Núñez de P r a d o , Sanchiz, A r g u e l l e s , C a r v a j a l y Colón, C a r v a j a l y X i f r é , Lardizábal,
G o r , Narváez, X i f r é , C e b a l l o s y U l l o a , J o r dán de Urríes y U l l o a , v i u d a de C a v a n i l l a s ,
Canillejas, Mendo y Somera.
u n
e
Srta. María
UUoa y Fernández
viuda de
Duran, hija de la
Adanero.
condesa
E n el salón de entrada, cuyos m u ros decoran u n magnífico M u r i l l o , representando á S a n Lesmes, y dos v a liosos retratos, debidos al pincel de
Carreño, que son de Doña M a r g a r i t a
de A u s t r i a y d e l R e y C a r l o s II; en l a
c o n t i g u a estancia, en cuyas paredes
figuran alegorías musicales labradas
en bronce y se a d m i r a uno de los m e jores tapices góticos, de incalculable
valor, y en e l fumoir, de zócalo de
madera, en el que lucen varios cuadros
de l a escuela flamenca y dos v a l i o s o s
G u a r c h i n o s , había colocadas numerosas mesas de diverso número de a s i e n tos, que ocuparon los demás i n v i t a d o s .
Terminada la ceremonia, los nuevos esposos recibieron las f e l i c i t a c i o nes de sus amigos.
¿Quiénes eran? E n t r e otras d i s t i n guidas personas, figuraban l a duquesa
de 1 alavera, duquesas de S a n C a r l o s ,
Union de C u b a , V e g a y v i u d a de S o tomayor.
Marquesas d e l Castelar, S a n V i c e n -
a ropa blanca de la Srta. de
Después de l a b o d a los i n v i t a d o s se t r a s l a d a r o n a l magnífico palacio que en l a calle de
S a n t a E n g r a c i a posee l a condesa v i u d a de
A d a n e r o , en cuyo a m p l i o c o m e d o r — d o n d e se
destacan dos cuadros de Schneider—se sirvió
un espléndido almuerzo á los novios, sus p a drinos y testigos, S . A . l a duquesa de T a l a y e ra, l a condesa de V i l l a m a r c i e l y el marqués
de O q u e n d o .
Algunos
de los muchos regalos recibidos por la Srta. de
Adanero.
Exposición
Adanero.
L o s marqueses de C a m b i l s a l i e r o n
en automóvil p a r a E l E s c o r i a l , desde
donde marcharán primeramente á L i m pias y después á B i a r r i t z é Inglaterra.
C o n m o t i v o de esta b o d a estuvieron
expuestos durante varios días en e l
p a l a c i o de A d a n e r o los regalos r e c i bidos p o r l a b e l l a desposada. E n t r e
ellos merecen especial elogio los de familia.
Deseamos á los marqueses de C a m b i l t o d a suerte de felicidades.
de los trajes de la nueva marquesa
de
Cambil.
«CARDEN PARTY»
E N E L P A L A C I O DE MEDINACELI
X I T O grande; éxito que superó á todas
las esperanzas fué el que obtuvo el
festival que á beneficio de l a C r u z
R o j a del d i s t r i t o del H o s p i t a l se celebró en el palacio de los duques de
Medinaceli.
N a d i e i g n o r a que l a duquesa es
p r e s i d e n t a de l a J u n t a de damas de aquel d i s t r i t o ,
desde cuyo puesto secunda con g r a n acierto las generosas i n i c i a t i v a s de l a R e i n a Doña V i c t o r i a .
L a ilustre dama quiso esta vez que su fiesta t u viese alguna o r i g i n a l i d a d á fin de aumentar sus
atractivos y sus productos, y al efecto, ideó una
garden party en el b e l l o jardín de su palacio de l a
p l a z a de Colón.
L a i d e a de l a duquesa de M e d i n a c e l i tuvo felicís i m a realización, y, con ella, u n resultado t a n b r i llante que basta decir que pasó de 40.000 pesetas
la c a n t i d a d recaudada.
C o m o en fiestas anteriores de l a C r u z R o j a ,
los Reyes y l o s Infantes h o n r a r o n con su presencia
la garden party. P e r o D o ñ a V i c t o r i a no quiso l i m i tarse á p r e s t a r e l concurso de su presencia, sino
que actuó personalmente en ella, poniéndose a l
frente de l a t i e n d a de flores.
A l a R e i n a y á l a duquesa de M e d i n a c e l i correspondió, pues, en p r i m e r término el éxito d e l f e s t i v a l , y justo es hacer constar que en él p a r t i c i p a r o n
El marqués
La Reina D." Victoria
y la Duquesa
de
las restantes damas de l a J u n t a , que son: l a v i c e presidenta, condesa de Bulnes; l a tesorera, María
Martínez de Irujo; l a secretaria, señorita Isabel D a t o , y las vocales, condesa d e l Rincón, vizcondesa de
P o r t o c a i r e r o , María González de Castejón, P e t r o n i l a Escandón, marquesa de T o r r a l b a , marquesa de
F e r r e r a , duquesa de S a n t a E l e n a , J o s e f a C a r r i l l o ,
condesa de C a r t a y n a y doña C o n s u e l o C u b a s de
Pelizaeus.
P u n t u a l m e n t e acudieron á l a fiesta las personas
reales.
C o n los Reyes D . A l f o n s o y D o ñ a V i c t o r i a i b a n
l a r e i n a D o ñ a C r i s t i n a y los Infantes D o ñ a Isabel,
Doña Luisa y D . Carlos.
Acompañaban á las augustas personas l a duquesa de S a n C a r l o s , señoritas María Martínez de
Irujo y M a r g o t Bertrán de L i s y el marqués de
Viana.
S u s Majestades y A l t e z a s fueron r e c i b i d o s p o r el
duque de M e d i n a c e l i y su b e l l a esposa.
L a b a n d a d e l regimiento de León saludó á los
Reyes con l a M a r c h a R e a l , mientras e l público, y a
muy numeroso, les d e d i c a b a cariñosas manifestaciones.
P r o n t o comenzó el f e s t i v a l . A l a entrada del jardín se elevaba una caseta p i n t a d a de azul, sobre l a
cual campaba l a enseña de l a C r u z R o j a .
D e n t r o de l a caseta, en hermosos jarrones y a r tísticos cacharros de b a r r o , encontrábase g r a n v a r i e d a d de flores, así como lujosas cajas de dulces
destinadas á l a v e n t a .
A l frente de esa t i e n d a se colocó l a R e i n a Doña
de Viana y varias de las distinguidas
Medinaceli.
concurrentes
S. M. el Rey y el Sr.
á la fiesta de
V i c t o r i a , acompañada de varias damas aristocráticas.
E n bandejas de p l a t a repujada d e p o s i t a b a n sus
donativos los compradores de flores y dulces.
Después de esta caseta, e n l a que l a más b e l l a
de las Reinas prestaba su personal cooperación á l a
más noble de las empresas de c a r i d a d , hallábase un
inmenso tenderete adornado con tapices y banderas
en e l que aparecían expuestos los magníficos objetos que en l a tómbola habían de ser sorteados y que
pasaban de m i l . E s t o s premios, en su mayoría, preg o n a b a n l a g e n e r o s i d a d d e l comercio madrileño,
que atendiendo a l requerimiento de las damas había
enviado muchos y valiosos objetos.
L a s secciones de l a tómbola eran dos, vendiéndose las papeletas á cinco y á dos pesetas.
D e l a v e n t a de papeletas estaban encargadas l i n das muchachas de l a s o c i e d a d aristocrática. O t r a s
no menos bellas entregaban los regalos á los afortunados cuyos números resultaban favorecidos.
L a parte teatral fué también muy interesante. E n
uno de los salones d e l p a l a c i o se había i m p r o v i s a do u n t e a t r o a d o r n a d o c o n hermosos reposteros.
C e r r a b a n e l escenario elegantes cortinas de raso,
galoneadas de p l a t a .
L a s personas reales se colocaron en p r i m e r término y detrás los demás concurrentes.
S e v e r i f i c a r o n dos interesantes secciones de varietés,
comenzando l a p r i m e r a á las seis de l a
tarde.
E n el p r o g r a m a f i g u r a b a n los notabilísimos p e rros que en el C i r c o de P a r i s h han hecho las d e l i cias d e l público durante l a actual t e m p o r a d a ; l o s
bailes españoles de l a b a i l a r i n a l a C h e c a , y las t i ples d e l teatro R e i n a V i c t o r i a , que ejecutaron el
Dato.
Medinaceli.
coro de l o s arlequines de La Araña azul y e l minué
de El Duquesito.
T o d o s l o s números d e l p r o g r a m a a g r a d a r o n m u cho a l público, siendo justamente a p l a u d i d o s .
D e l a venta de billetes p a r a el teatro estaban encargadas l a duquesa de Arión y l a marquesa de S a lamanca.
E l buffet también constituyó un completo acierto.
E n una g r a n mesa se servía t o d a clase d e refrescos.
S e habían dispuesto también numerosas mesas
de á cuatro servicios, adornadas con grupos de flores, en las que el público tomó el t e .
L a marquesa de B e l v i s de las N a v a s tenía una
mesa donde vendía un delicioso gateau a la broche
y v i n o de Jerez.
D e l buffet estaban encargadas también l a marquesa de E s p i n a r d o , condesas de M u n t e r y Recuerdo, señoritas de C a m a r a s a (María Josefa), C a s a l ,
L i v i t a M i n a , S a n M i g u e l , Martínez C a m p o s , C h a v a r r i , López C h i c h e r i y otras muchas.
A d e m á s vendían c i g a r r i l l o s é h i c i e r o n una a d m i rable recaudación P a l o m a M o n t e l l a n o , C r i s t i n a
C a m a r a s a , María R o s a C a y o d e l Rey, C a r m e n M a r tínez de Irujo, A n g e l i t a Baztán, marquesa de V i l l a viciosa, condesa de T o r r e H e r m o s a , y las señoritas
de S a n t o D o m i n g o , C r e c e n t e , S a n t a C r i s t i n a , Bermejillo y Villaverde.
L a F a m i l i a R e a l tomó e l te en el comedor d e l
p a l a c i o d u c a l . Después hubo u n animadísimo baile
en e l g r a n salón d e l piso bajo, l l a m a d o de los J o r danes.
¿ L a concurrencia? F u é e x t r a o r d i n a r i a . D e e l l a recordamos los siguientes nombres:
P r i n c e s a s P í o de S a b o y a ;
Duquesas de M o n t e l l a n o , P l a s e n c i a , S a n t a E l i -
ocupó rojo reclinatorio, á la derecha d e l altar m a LUNES
DEL RITZ
yor, las Infantas Doña Isabel y D o ñ a L u i s a , l a d u - L O S
quesa de T a l a v e r a , los Infantes D . F e r n a n d o y d o n
¡Cómo siguen de animadas las noches de los l u C a r l o s y el Príncipe D . R a n i e r o .
nes en e l H o t e l R i t z ! C a d a c o m i d a de m o d a es u n a
Acompañaban á la S o b e r a n a l a camarera m a y o r
nueva demostración de l a predilección que t i e n e
de P a l a c i o , duquesa de S a n C a r l o s , l a dama de guarnuestra s o c i e d a d p o r e l aristocrático h o t e l .
d i a condesa de A g u i l a r de Inestrillas, los jefes marL a o t r a noche fueron muchas las personas c o n o c i queses de l a T o r r e c i l l a , V i a n a y Bendaña, el G r a n d e
das que a c u d i e r o n a l baile que se celebró después
de g u a r d i a duque de A l i a g a y el m a y o r d o m o de sede l a c o m i d a . E n uno y en otra, pues, l a concurrenmana D . F r a n c i s c o T r a v e s e d o .
cia a r i s t o c r á t i c a fué e x t r a o r d i n a r i a .
P r i m e r o l a R e i n a procedió al reparto de las c a r t i E l marqués de A l c e d o y su hija, l a señorita de
llas d e l M o n t e de P i e d a d , de 500 pesetas cada u n a ,
Quiñones de León, t u v i e r o n como i n v i t a d o s á l a
donadas p o r l a G r a n d e z a de España p a r a p r e m i a r á
princesa P í o de S a b o y a , duquesa y duque de P l a los diez servidores, cinco de cada sexo, que t e n i e n sencia, duquesa de M o n t e m a r , marquesas de A u l e n do más de t r e i n t a años de servicio, p o r su lealtad
c i a y M o h e r n a n d o , señoritas de Baztán y C a y o d e l
se hayan hecho acreedores á ello.
R e y , E m b a j a d o r de los E s t a d o s U n i d o s , marqueses
Se dijo después u n a m i s a cantada, t e r m i n a d a l a
del Baztán, M o h e r n a n d o , M o l i n a y C a s t e l l - B r a v o ,
cual S . M . entregó a l académico D . A d o l f o B o n i l l a
D
. J u a n C a r o y D . L u i s R o c a de T o g o r e s .
Aristocráticas
vendedoras.
S a n Martín el d i p l o m a en que consta que ha sido
C o n l a duquesa v i u d a de S o t o m a y o r y su b e l l a
agraciado c o n el p r e m i o de 10.000 pesetas l l a m a d o
hija, C a r m e n Martínez de Irujo, c o m i e r o n l a m a r de C e r v a n t e s , que l a G r a n d e z a de España creó p a r a
viuda de S o t o m a y o r , Tarancón, S o t o m a y o r , M e quesa y e l marqués de A r r i l u c e de Ibarra, l a señorip r e m i a r cada dos años a l escritor que en habla casdina de Rioseco, Noblejas, R i v a s , Parcent, A l i a g a ,
t a C r i s t i n a de Irujo, e l ex m i n i s t r o duque de A l m o t e l l a n a creara l a mejor o b r a .
Mandas y A h u m a d a ;
dóvar d e l V a l l e , conde de E l d a , D . N a r c i s o P é r e z
D e grandes de España asistieron muchísimos. E n
Marquesas de V i a n a , Bendaña, S a n t a C r i s t i n a ,
de Guzmán, D . E n r i q u e Sancho y D . J o a q u i n C a b e za de V a c a .
p r i m e r l u g a r se
V i l l a t o y a , V i l l a v i c i o s a , L l a n o de
hallaba la D i p u S a n Javier, Argüeso, C a s t r o m o n t e '
E n otras mesas estaban los marqueses de B e n i tación de l a G r a n Salamanca, A y g u a v i v e s , V i l l a m a n carló y su hija, M . y M m e . de V i e n n e , ex m i n i s t r o
deza con e l decarique, U r r e a , A l q u i b l a , S a n V i c e n conde de E s t e b a n C o l l a n t e s y sus hijos, marqueses
no, marqués de l a
te del Barco, S c a l a , A r r i l u c e de
de S a n C a r l o s d e l P e d r o s o , baronesa de W o e l m o n t ,
M i n a ; duque de
Ibarra, Benicarló, B o r g h e t t o , F t marquesa de B e l m o n t e , m i n i s t r o de l a G u e r r a y v i z [a V e g a , secretarrera, O l i v a r e s , C o r t i n a , S a n C a r condesa de E z a , m i n i s t r o de R u m a n i a , S r . C r e t z i a rio; duque de L u los del P e d r o s o , C a s a T o r r e s , O n no; M r . y M r s . P a l m e r , duque de Dúrcal, Sres. de
na, tesorero, y los
teiro, A t a l a y u e l a s , Santo D o m i n g o ,
Pelizaeus, marquesa de Ibarra, condesa d e l Recuervocales duques de
Moctezuma, V a l d e o l m o s , P u e b l a
do y muchos jóvenes conocidos.
M e d i n a de las
de Rocamora, V a l d e t e r r a z o , Salas,
E s t a b a n también los marqueses de T e n o r i o y A r Torres y AlmodóFaura, T o r r a l b a , M o r e t , V i l l a A n mendáriz, condes de l a V i n a z a , F r a n c o s Rodríguez,
v a r d e l V a l l e , martonia, F i g u e r o a y V i s t a A l e g r e ;
A l b a , C i e r v a , S a l v a t e l l a , conde de l a M a z a , G o i c o e queses de S a n V i Condesas de V í a M a n u e l , A l c u chea, M . y M m e . Z i a - B e y , el encargado de N e g o c i o s
cente,
Portago,
bierre, C a r t a y n a , L a s c o i t i , V i n a z a ,
de A l e m a n i a , v o n H o e c h s ; señores de M o r a l , IzaguiVelada y Cenia
Torrefiel, Clonard, Torre A r i a s ,
rre, L a t o r r e , conde de C a s a - V a l e n c i a , ex m i n i s t r o s
y conde de T o Agrela, San Luis, Buena Esperanseñores V e n t o s a y C a m b ó conde d e l Rincón y m u rrejón.
za, Recuerdo, T o r r e H e r m o s a , V e g a
chos más.
Los
demás
del Ren y C r e i x e l ; vizcondesas d e
G r a n d e s de E s E z a y C a s t i l l o de Genovés; ¡?T"T
El Rey en el festival.
paña eran los d u Baronesas de S a t r ú s t e g u i , C o v a ques de M e d i n a donga y las T o r r e s , y señoras y
celi, A l b a , M i r a n d a , B i v o n a , Híjar, M e d i n a - S i d o n i a ,
señoritas de D a t o , Bendaña, Borbón, A l o n s o G a REUNIONES
AGRADABLES
M o n t e l l a n o , S a n t a E l e n a , A r c o , V a l e n c i a , Sanlúcar
v i n a , Sánchez G u e r r a , Benicarló, C a s t r o , J u r a
la M a y o r y v i u d o de Nájera.
Real, O l t r a , Fernández V i l l a v e r d e , Cañedo, O r C e r c a de Chamartín de l a R o s a poseen l o s m a r Marqueses de S a n t a C r u z , A l h u c e m a s , S a l a r , S o t o fila, Bernaldo de Quirós, S a n M i g u e l , O s m a , M a r queses de C o r t i n a una finca que d e n o m i n a r o n « L a
mayor, Argüeso,
tínez C a m p o s , B e r m e j i l l o , Martínez de Irujo, A g u i V e n t i l l a » . E s u n a finca s i n p r e t e n Peñaflor, R o m a lar de Inestrillas, P e l i z a e u s , M o r e n e s y A r t e a g a ,
siones; pero muy b o n i t a , muy a g r a na, Q u i n t a n ar,
Santo D o m i n g o , Fernández de H e n e s t r o s a , C a s a l ,
dable. Y los señores de G ó m e z
Quirós, GuadalMoreno O s o r i o , E s c o b a r y K i r k p a t r i c k , S a n t a
A c e b o ( D . M i g u e l ) — h i j o s de los
cazar, L a G u a r Cristina, Alcázar y M i t j a n s , H e r e d i a , B a y o , O l i marqueses—suelen reunir t o d o s
dia, Castromonte
va, M a r t o s , Perales (María), López C h i c h e r i , E s p i los años en esta época a l g u n a ó a l y Santa Cristina.
nos, Roca de T o g o r e s y Pérez d e l P u l g a r , L a f f i t e ,
gunas veces en « L a Ventilla» á
Escobar y B u i z a , V i l l a r y V i l l a t e , Beruete, A z a r a ,
C o n d e s de S u muchos de sus amigos, y que esta
Zapiola, Rózpide, Sant, Suárez, M i l l e , Bermúdez de
perunda, G u e n d u reunión era así como en honor de
Castro, G i m e n o , C o s t i , C a v e s t a n y , C a s a n o v a , G a r laín, R e v i l l a g i g e ese encanto de c r i a t u r a que se
cía San M i g u e l , S i l v e l a , B a r r i o , V a l l e j o , T r a u m a n n ,
do, H e r e d i a S p í l l a m a L u z P o m b o , s o b r i n a de l o s
Carvajal y Q u e s a d a , V i l l a r y V i l l a t e , L a m a r c a , L e nola, S á s t a g o , E l señores de Gómez A c e b o , que se
yún, L a s c o i t i , B a r r e n e c h e a , G o r d o n W a r d h o u s e ,
da, G l i m e s de
encuentra accidentalmente en M a Campomanes, Z u l u e t a y M a r t o s , S a n t a G e n o v e v a ,
Brabante, V i n a d r i d . S e s i r v i e r o n refrescos, helados,
Campo G i r o , H e r e d i a , A l c a l á G a l i a n o , Sánchez T i za, E r i l y A g u i l a r
muchas cosas más de m e r i e n d a y...
rado, Topete, Jaeger, B u e n a E s p e r a n z a , C a b a n i l l a s ,
de Inestrillas, y
vino de O p o r t o . P e r o l o esencial
Machimbarrena, Barroeta, Hornachuelos, Prado
los primogénitos
fué que se bailó hasta m u y e n t r a A m e n o , G o i c o e r r o t e a , Bustamante, Icaza, M o n j a r de G r a n d e s de E s d a l a noche. L a s muchachas pasaron
dín, Almodóvar, C a s t r o , S a a v e d r a , C a n d e l a , P o r t u
paña conde de
una tarde m u y d i v e r t i d a .
galete, Roca de T o g o r e s , M i l a n s d e l B o s c h , A l v a r e z
Montenuevo, vizTambién los señores de F e r n á n La Reina ante su caseta
de l a Rivera, D a b a n , A l b a , S a n t a C r u z y otras.
conde de M a m dez de A l c a l d e h a n reunido á sus
blas y D . J u a n
amigos en su elegante casa de l a
Fué, en suma, una brillantísima fiesta de c a r i d a d ,
A v e n i d a d e l C o n d e de Peñalver c o n m o t i v o d e h a Pérez d e l P u l g a r . E n sillones colocados á l a cabecuyo recuerdo perdurará en cuantos asistieron á
ella.
cera de los bancos ocupados p o r los G r a n d e s de E s - ber sido agraciado el notable doctor c o n l a condecoración p o r t u g u e s a de A v i z . L o s concurrentes fuepaña se h a l l a b a n el presidente d e l Consejo de M i nistros, D . E d u a r d o D a t o , en representación d e l G o ron obsequiados c o n u n espléndido refresco.
bierno;
e
l
ilustre
escritor
S
r
.
B
o
n
i
l
l
a
S
a
n
Martín,
y
L A FIESTA
el d i r e c t o r de l a R e a l A c a d e m i a de l a H i s t o r i a ,
DE L A G R A N D E Z A D E ESPAÑA marqués de Laurencín.
También asistieron distintas comisiones y muchas
d
i
s
t i n g u i d a s damas.
D i g n a de l a G r a n d e z a de E s p a ñ a resultó l a soT e r m i n a d a l a ceremonia, l a R e i n a regresó á P a l a lemne función r e l i g i o s a o r g a n i z a d a este año, como
cio, siendo d e s p e d i d a c o n los debidos honores.
los anteriores, en honor de S a n F r a n c i s c o de B o r j a ,
S . M . e l R e y no asistió p o r haber marchado á T o en la iglesia de l a calle de l a F l o r .
ledo con S . A . e l Príncipe de A s t u r i a s .
E l templo se h a l l a b a a d o r n a d o con magníficos reL a Diputación de l a G r a n d e z a de España se reposteros de las casas de Fernán Núñez, V e g a , R a f a l ,
unió en l a sacristía p a r a firmar el mensaje que,_con
y Veragua, y hermosas p l a n t a s .
m o t i v o de l a p r i m e r a peregrinación de España á
E n el retablo d e l altar mayor, i l u m i n a d o p o r m u l R o m a , elevan a l S u m o Pontífice l a G r a n d e z a y l a
titud de b o m b i l l a s eléctricas, se a d m i r a b a un tapiz
N o b l e z a española.
° n l a imagen de S a n F r a n c i s c o de B o r j a .
C o n l a función r e l i g i o s a en S a n F r r a n c i s c o de
A l a b a r d e r o s , c o n u n i f o r m e de gala, y servidores
B o r j a d e m o s t r a r o n una vez más los G r a n d e s de E s los duques de A l b a , M e d i n a c e l i y A l i a g a , d e l
paña que saben hacer patentes sus sentimientos de
marqués de l a M i n a y d e l conde de H e r e d i a Spínoamor á l a Religión, de l e a l t a d a l T r o n o y de protec> con libreas y pelucas empolvadas, prestaban
ción á q u i e n lo merece.
guardia de honor.
D e m o s t r a r o n ser G r a n d e s en grandeza de coraron.
¿Quién quiere una papeleta para la
tómbola?
A s i s t i e r o n a l acto l a R e i n a D o ñ a V i c t o r i a , que
n
a
:
c
d
e
la
F o t s . Marín y O r t i z .
ríe Biarritz.
E
E l c a r á c t e r franco y comunicati-
STE balneario encantador,
vo de españoles y franceses halla
que debe su fama á la
pronto campo propicio para la con-
Emperatriz Eugenia, ha
fraternidad.
sido desde que empezó á adqui-
Porque no es sólo la colonia es-
rirla el sitio predilecto de las fa-
pañola que en Biarritz vive, San
milias españolas más ilustres.
Juan de Luz, Guetarie, Bidart y
De los primeros fueron en construir a q u í
Hendaya contribuyen también, con
villas los duques de
sus colonias de veraneantes, á dar
Osuna, los de F r í a s , los de Tama-
animación
mes, la duquesa de la Torre, los de
Prim,
Yendo en el tren del Midi es fre-
conde de Bañuelos y el conde de
Sabraviel, cuya villa era quizás la
cuentísimo ver, al atravesar cual-
I
quier paso á nivel, doce, catorce
primera que fué edificada por un
español, pues su padre se había
automóviles detenidos, esperando
1
que el tren pase para continuar su
refugiado en Biarritz durante una
viaje á la linda y aristocrática pla-
guerra carlista en el año 1835: se
levantaba en el sitio que es hoy la
ya francesa.
I
La
plaza del mercado.
Desde entonces
(que pertenecieron al Sr. Sancho
¡
y á los marqueses de Monteagu-
I
de donde también acude á Biarritz
mucha gente.
E l « B á B » , ese simpático tranvía que une las dos poblaciones
do), Ugarte, Feria, marquesa viuda
Argudin,
El faro visto desde el puerto.
Samaniego, Ojijares, Trois - F o n taines (de los condes de la Vinaza), Bolaños, Alcedo, Casa-Arnao, Villarroya (que fué del barón de la
Torre), Sancho-Mata, Belmont (de la señorita Pereyra), Violette (de los señores Hurtado de A m é z a g a ) ,
Faura, Deux Soeurs (del doctor Abaytua), Zavala,
pes Pignatelli de A r a g ó n , la Princesa viuda Pignatelli (hoy propietaria de la villa L a Rochefoucault),
Peñalver, la villa Navarra (que p e r t e n e c i ó al ilustre
artista Sarasate y es hoy propiedad de la gran pianista Berta Marx-Goldscenuidt, que ha edificado en
el jardín una magnífica sala de conciertos que lleva
el nombre de Sarasate), la villa O'Brien, la villa la
Marinére, de la señora viuda de Marín; Folb Brise,
de Mme. de Cartassac (née Tamames); Soriano (don
Fernando). S i n contar los españoles que han adq ui
rido casas este año, como los condes de Velle, los
Puerto viejo y roca de la Virgen.
señores Le Molheuf-Banbaki, la condesa de CasaEguía, los marqueses de Bolaños, la Princesa Kotschoubey
queses
y los Sres. de G a r c í a O g a ñ a .
deville.
Otros viven en Biarritz desde hace mucho tiempo en vicomo los marqueses de San Carlos de
los duques de Amalfi, los marqueses de Casa-
Montalvo, los condes de P e ñ a l v e r y Santovenia, los mar-
En la plataforma de la roca de
La Gran Playa con sus dos casi-
la Virgen siempre hay gente que
nos, villas suntuosas, jardines y
viene á disfrutar del hermoso pa-
paseos es donde todos los vera-
norama y á respirar el aire puro en
neantes vienen á terminar el d í a .
no. ¡ Q u é agradable es la excursión
en este tranvía, al t r a v é s de un paraje verdaderamente encantador!
¡Las playas de Biarritz! ¡Difícilmente pueden hallarse otras con más atractivos!
No es sólo la hora del b a ñ o — e s a hora que nunca
Si el muelle e s t á atestado de
E l Atalaya también tiene vistas
gente sentada ó á pie, también es
al mar y á las playas, que resultan
imponente el número de automó-
preciosas, y domina el puerto de
viles que circulan ó están parados,
los pescadores, donde hay siempre
llenando la ancha avenida de T a -
movimiento.
marins.
Todo el paseo de la costa, tan
Los hoteles como el Regina, el
variado en sus aspectos, está plan-
Palais, e) Carlton, el Continental,
tado de hortensias estupendas que
el Victoria, el Gran Hotel domi-
alcanzan el tamaño de verdaderos
nan las villas de menor t a m a ñ o y
árboles y alegran l a s pendientes
forman un conjunto muy curioso
de césped con sus colores vivos:
por la variedad extraordinaria de
azul, rosa y malva.
sus construcciones.
de Prat de Vantouillet, el conde de M e n -
se sabe á punto fijo cuál es, porque todas son, ó lo
parecen, á p r o p ó s i t o — , es el paseo frente al mar,
frente á ese inmenso O c é a n o , que no cesa de parecer distinto cada vez que se le contempla; es el placer de ver los juegos de los niños, haciendo castillos de arena, que una r á f a g a de viento ó una ola
imprevista destruye en un momento, entre la gritería infantil; es el ambiente de elegancia que por
todas partes se respira...
Biarritz, la encantadora Biarritz, se ofrece á la
visita del extranjero con la m á s seductora de sus
sonrisas.
Playa del puerto viejo.
Y es en estos meses de verano, al sentir el beso
Si Biarritz atrae á la gente que le gusta divertir-
Entre las familias que vienen á Biarritz con fre-
que debe su fama a la Emperatriz Eugenia, atrae con sus
cines y varietés, sin contar el golf y el tennis, tie-
encantos m á s irresistibles.
ne también
ses de la Mina, duques de Montellano y de Arión,
independencia completa, y los que prefieren pasear-
duquesa de Montemar, marquesa de Aulencia,
se en coche ó en automóvil por los pinos, la barra,
mar-
quesa de Vistabella y sus hijas, condes de
la ventaja
que cada uno goza
Bayona y otros alrededores tienen
res de excursiones que hacer durante su es-
ritas de Mojarrieta, señora de Serrat, duques
tancia.
de Castrillo, con-
de Valmaseda, duques de Híjar,
A l anochecer,
mar-
la colonia española,
reunir en la plaza de la Mairie,
unos en los bancos y entrando otros en la pas-
de Botella y tantos m á s
inter-
bién van curioseando las tiendas que aumen-
No solamente Biarritz atrae á los españo-
tan cada año.
les por estar cerca de la frontera, sino tam-
Esta temporada
bién porque es un sitio muy pintoresco, y
acudido tantos españoles,
buenas tiendas.
estar
cuya estancia la
Algunas familias a r i s t o c r á t i c a s han llega-
d'Amour, es
do ya y es probable que la saison empiece
preciosa.
más pronto que en los años anteriores.
Puerto Viejo durante el verano es el
punto de reunión de la sociedad elegante por
promete
facilita mucho el cambio actual.
Toda la costa, desde la playa de los Vas-
la mañana á la hora del baño.
próxima
Biarritz brillantísimo y quizá nunca habrán
que ofrece además muchos recursos con sus
El
sentándose
telería Miremont ó en Royalty; muchos tam-
minable.
cos hasta el faro y la Chambre
MADRIZZY
cuyas
Prado,
cuya lista resultaría verdaderamente
Por algo Biarritz es la perla de la «costa de plata».
horas de comida suelen ser tardías, se suele
queses de Mohernando, señora de Núñez de
señores
de una
centena-
Torrejón, marqueses de Valdeterrazo, señode Plasencia, marqueses
del Sol en las arenas de sus playas, cuando el balneario
se acudiendo á los casinos y juegos, á los teatros»
cuencia y constancia se pueden citar á los marque-
des
Plaza de la Libertad.
francesas, va también siempre lle-
Puerto é Iglesia de Santa Eugenia.
medio del mar.
L a Vigíe (que era de los Sres. de Arcos), los Prínci-
Pedroso,
e s t á en estos
otro tanto le pasa á la de Bayona,
¡
(Sofía), Ayerbe, Graville y Baroja
llas arrendadas,
española
tiempos siempre concurridísima. Y
villas « L a R o m a n a » , Ruiz, Casa-
de Salamanca, Sanchís,
carretera de Biarritz á la
frontera
se hicieron las
Sedano, R e t o r t i l l o , Bellechasse
á las playas de Bia-
rritz.
los de Castro-Terreno, el
Volveremos, pues, á los tiempos en que,
El Casino ^
l
C
m
l
* la Gran
ya.
P l ia
paseando por la playa, es tan corriente oír
hablar francés como español.
La Gran Playa desde el Hotel Palais. Al fondo el casino de Bellevue.
Las
S
dificultades ferroviarias.
IEMPRE las dificultades ferroviarias. Y este
m a l que h o y p o r h o y es inevitable, y a que
todavía no h a n p o d i d o regularizarse después de l a guerra los transportes, lo s u fre resignado el m u n d o entero.
C o m o no hay m a l que p o r b i e n no venga, este
mal y todos estos inconvenientes son
los que h a n favorecido el d e s a r r o l l o de
los transportes p o r m e d i o de camiones
automóviles, y l a sustitución d e l ferroc a r r i l p o r el automóvil p a r a l a mayoría
de los viajes p o r los verdaderos aficionados a l sport. A s í estamos v i e n d o
continuamente representantes que se
d e c i d e n á traer sus vehículos p o r carretera y m u c h o s compradores que,
no teniendo paciencia p a r a esperar l a
l l e g a d a d e l último coche a d q u i r i d o , p r e fieren i r personalmente p o r él á l a fábrica, consiguiendo p o r este m e d i o , al prop i o t i e m p o que una entrega más rápida,
una v e r d a d e r a prueba de l a resistencia
y condiciones d e l vehículo.
¿ Q u é h a resultado d e t o d o esto?
Pues que á despecho de las zozobras y
de las incertídumbres en que h o y se
v i v e , ha comenzado y a á reanudarse en
t o d o el mundo el t u r i s m o a u t o m o v i l i s t a . L a s v i s i t a s á aquellos lugares que
fueron trágico escenario de las horrorosas é i n o l v i d a b l e s escenas de l a guer r a sirven actualmente de finalidad de
largos viajes internacionales. E n automóviles se hacen todas ellas, pues es
el m e d i o de librarse de i t i n e r a r i o s y
paradas obligadas. C a d a cual ve aquello
que le interesa, deteniéndose allí donde
su curios i d a d se ve más atraída, haciendo el plan que más
les conviene.
V e r d u n , R e i m s , V e n e c i a y tantas otras bellas p o blaciones, víctimas de l a ráfaga de locura que sopló
durante más de cuatro años sobre l a humanidad, ven
a h o r a , entre l a desolación de sus ruinas, esas largas
caravanas a u t o m o v i l i s t a s que el turismo encauza y
la curiosidad impele.
También se v e n con frecuencia nobles y acaudaladas f a m i l i a s de aquí y allí que en sus autos m a g níficos v i s i t a n detenidamente todos los lugares de
la guerra, apreciando los destructores efectos de
las modernas máquinas infernales de campaña.
Torpedo
T o d o esto sería muy difícil, p o r no d e c i r i m p o s i ble, de hacer, s i no fuese p o r el auto s a l v a d o r .
Y a es h o r a de que se v a y a n reconociendo las i n mensas ventajas del a u t o m o v i l i s m o , sobre t o d o hoy
que y a se h a llegado á un grado de suma perfección en lo que á l a s e g u r i d a d de los coches se refiere.
Consecuencia de este unánime reconocimiento es
Agencia
«Fiat»,
en
Turín.
l a c a n t i d a d cada día m a y o r de personas que se dec i d e n á c o m p r a r coches modernos, aunque sea t r o pezando c o n las dificultades á que antes nos hemos
r e f e r i d o p a r a su importación.
E s t e verano, además, el éxodo a u t o m o v i l i s t a será
considerable, pues e l envío p o r f e r r o c a r r i l h a de ser
i m p o s i b l e p o r escasez de m a t e r i a l ó e x t r a o r d i n a r i a mente oneroso p o r l a cuantía de los aumentos que
sufrieron las tarifas más ó menos especiales.
D e ahí el interés que los raids a u t o m o v i l i s t a s desp i e r t a n a h o r a , no sólo entre los inteligentes y aficionados, sino entre t o d a persona que desee recorrer algunos puntos de España ó del extranjero. D e
los raids á que nos referimos ha sido s i n d u d a e l
501 ante una de las naves de la nueva fábrica
«Fiat»,
más interesante el viaje realizado, p o r carretera
p o r e l conocido d e p o r t i s t a D . J o s é T a r a m o n a , á c u yos entusiasmos p o r este hermoso sport une u n a
c u l t u r a p o c o común y un conocimiento técnico d e
los coches que le hace ser persona de r e c o n o c i d a
a u t o r i d a d y competencia.
A su característica a m a b i l i d a d acudimos p a r a conocer detalles d e l interesanse viaje. Y como e r a d e
esperar no nos v i m o s defraudados e n
nuestros de seos.
E l S r . T a r a m o n a se h a l l a b a l e g í t i m a mente satisfecho d e l resultado de s u
raid.
Se trató de u n viaje desde Turín á
M a d r i d , unos mil setecientos
kilómetros, c o n u n coche m o d e r n o que y a e s t á
llamando l a atención de los verdaderos
aficionados a l a u t o m o v i l i s m o : e l « F i a t
tipo 501».
S a b i d o es que l a casa «Fiat» h a const r u i d o en Turín un nuevo edificio d e dicado exclusivamente á l a fabricación
de automóviles, c o n l o que h a a m p l i a d o
sus grandes establecimientos; é s t e t i e ne cinco pisos, mide 500 metros de larg o p o r 80 de ancho, ofreciendo 16 hect á r e a s a l trabajo. D e este m o d o puede
m u l t i p l i c a r su producción cada vez m á s
requerida en el mercado m u n d i a l . V i e n do las a m p l i a s naves de este nuevo
edificio no se puede menos de pensar
en e l grado de perfección y progreso á
que h a llegado l a i n d u s t r i a i t a l i a n a .
P r u e b a evidente de este progreso es
el t i p o « F i a t 501» á que nos venimos
refiriendo. E l i t i n e r a r i o que en uno d e
estos coches s i g u i e r o n e l S r . T a r a m o n a
y las personas que le acompañaban en
l a interesante excursión fué el siguiente:
Turín - V i n t i m i g l i a - N i z a - C a n n e s - A i x - A r l e s - N i mes - Montpellier-Beziéres- N a r b o n n e - C a r c a s o n n e Tarbes-Pau-Bayonne-Irún-Burgos-Madrid.
N o puede ser más encantadora, n i más a t r a c t i v a ,
l a excursión; sobre t o d o cuando se hace, como nuestros amigos l a h i c i e r o n , c o n absoluta f e l i c i d a d , s i n
tener que detenerse p o r el menor c o n t r a t i e m p o .
E s curioso á este propósito recoger también l a
impresión de los excursionistas acerca d e l estado
de las carreteras p o r que h a n pasado.
P u e d e resumirse d e l siguiente m o d o : Italia, carreteras en r e g u l a r estado á excepción de l a ruta d e
V i n t i m i g l i a , que es excelente, F r a n c i a : e l r e c o r r i d o
de
Turín.
El «Fiat»
del Sr. Taramona,
en
Montecarlo.
p o r territorio francés tiene de t o d o . D e N i z a á A i x
les Bains, l a carretera es magnífica y bastante mediana de A i x á Carcasonne, p o r el enorme tránsito
de los grandes camiones que l a u t i l i z a n á todas horas. P o r el mismo estilo es l a de A r l e s á N i m e s , y
excelente l a de Carcasonne á B i a r r i t z .
E l S r . Taramona y sus acompañantes d i v i d i e r o n
el total de su viaje en seis jornadas, de á dos etapas
cada una, recorriendo a l r e d e d o r de 200 kilómetros
diarios.
Trátase de un coche de cuatro c i l i n d r o s 10-15 H P ,
cuatro asientos cómodos, c o n todos los adelantos
modernos y que reúne todas las condiciones necesarias para hacer de él el coche l i g e r o i d e a l .
E l que ha hecho el r e c o r r i d o desde Turín á M a d r i d ha soportado una carga excesiva (500 kgs.); y
el hecho de hacer un coche nuevo recién salido de
fábrica una prueba de esta índole y en estas c o n d i ciones es señal evidente de sus magníficas cualidades.
E l S r . T a r a m o n a , v i s i b l e m e n t e satisfecho de su
coche, terminó nuestra conversación invitándonos
á subir á su ( F i a t » , p a r a que pudiéramos apreciar
las condiciones del novísimo t i p o de l a célebre casa
italiana.
Descendimos d e l coche en l a G r a n V í a y t u v i m o s
ocasión de saludar á los representantes de l a céle-
El Sr. Taramona
bre m a r c a y recorrer con ellos l a magnífica i n s t a l a ción que en l a hermosa calle madrileña suscita á
diario l a admiración de t o d o e l que p o r allí d e l a n te pasa.
É l salón de exposición y el l o c a l de oficinas están puestos con elegancia y buen gusto e x t r a o r d i nario; será l a frase más a p r o p i a d a decir que t o d o
es d i g n o de l a casa « F i a t » .
L o que más nos llamó l a atención, y es seguramente l o más interesante p a r a los aficionados a l
automóvil y á t o d o el que l o piense tener ó t e n g a ,
son: e l completísimo almacén de piezas de recambio y e l salón de t u r i s m o en el p r i m e r o ; todo
p r o p i e t a r i o de u n coche « F i a t » puede encontrar en
c u a l q u i e r momento l a p i e z a ó el accesorio que necesite de su coche, y e n e l segundo, t o d o aficionado
al t u r i s m o hallará cuantos datos desee antes de
emprender su viaje sobre e l i t i n e r a r i o que piense
recorrer.
C u a n d o salimos de allí, verdaderamente encantados, no p u d i m o s menos de v o l v e r á pensar en el
actual florecimiento de l a i n d u s t r i a a u t o m o v i l i s t a
m u n d i a l , y en las f a c i l i d a d e s que existen, c a d a vez
m a y o r e s , p a r a l a difusión d e l t u r i s m o a u t o m o v i l i s t a ,
mucho más s i nos detenemos á observar que los
automóviles v a n poniéndose y a a l alcance de todas
las fortunas; y que a l m i s m o t i e m p o , cada v e z v a
El «Fiat
150» atravesando
los
Alpes.
en su «.Fiat 501», en
Tarbes.
h a b i e n d o más fortunas capaces de p o n e r bajo su
m a n d a t o un buen automóvil.
C o m o , además, los poseedores de esas fortunas
saben cada v e z mejor dónde han de encontrar l o
bueno, no dejándose engañar por apariencias falsas,
no tardará en darse e l caso de que España se v e a
llena de coches inmejorables que p r e g o n e n muy alto
hasta dónde puede l l e g a r en perfección u n a i n dustria.
N o s o t r o s hablamos así con l a s e g u r i d a d de perfectos convencidos; con l a s e g u r i d a d que d a haber
v i s t o de cerca progresos y perfecciones que antes
parecían i m p o s i b l e s de alcanzar.
THE
SPORTMAN
iiiiiiiiiuiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiinniiiiiiiiiiiiiiniiiiiiiiiiniiiiiiiiiiiniiiiiuiiniu
El «sport» oxigena los pulmones, tonifica el espíritu y alienta para el trabajo.
El «sport» hace los hombres fuertes. Y
los hombres fuertes, con inteligencias sanas
y corazones nobles, crean las naciones
grandes.
cuerpecitos que simulan las rosas de
A a m a b i l i d a d sin límites del
su ideado jardín. La música suave hace
amigo Casal hace que este ero
realzar los innumerables encantos de
J nista furtivo aparezca de nuevo
esas flores de la aristocracia donos
para reseñaros una fiesta notatiarra, que hoy tenemos la suerte de adble que acaba de celebrarse en Bilbao.
mirar.
Una vez más, la Cruz Roja de Bilbao,
Desarróllase la escena en medio de
esta patriótica entidad, ha sido bene
un silencio lleno de admiración hacia
ficiada con dos fiestas de arte, de ver
ese arte supremo de las distinguidas
dadero arte, proporcionadas por su
danseuses donostiarras. La aparición
ilustre presidenta, la noble y caritativa
en escena de Carmencita Caro corta
dama excelentísima condesa de Zubiría.
por unos instantes ese silencio, para
Recientemente celebróse en San Secoronar con una prolongada ovación
bastián una gran fiesta de caridad en la
la labor meritísima de esos aristócratas
que se reprisó una pequeña «suite» coy artistas que han sabido dar tanto
reográfica y se estrenó el mimodrama
realce á un simple «Jardín Misterioso.»
oriental «Amina», ambas música de
José María de Orue y coreografía de
Debido á una indisposición de ConJosé Caro. Pues bien; la condesa de
suelo Machimbarrena, que lamentamos
Zubiría puso todo su amor propio, para
de verdad, hubo que intercalar entre la
que esta fiesta tuviese su repetición en
primera y segunda parte del programa
Bilbao con iguales fines benéficos; y así
una pieza ideal. Manolita Ubarri y Juaha resultado, en efecto.
nito Caro dieron vida á una miniatura
de Dworak, siendo premiada su labor
Recientemente hemos podido admirar
por una meritísima ovación.
en el teatro de Arriaga dos fiestas de
arte supremo, interpretadas magistralLa coreografía masculina, á cargo de
mente por la Troup Orue-Caro (como
Manolo Gabarain, Antonio Orueta,José
la llaman sus intimidades.) Difícil en
Simón, Javier y Teodoro Gaitán de
Un aspecto de lafiestadada en honor de la compañía de bailes rusos
extremo es reseñar conforme es debido
Ayala, Federico Zappino, Manuel Roestas fiestas, llenas de encantos, que
mero y Sabas Navarro, fué coronada
acabamos de presenciar y cuyo recuerdo ha de quecon una salva de aplausos, muy merecida por cierto.
dar para siempre grabado en nuestra memoria.
Casi imposible es daros una perfecta idea de la
interpretación tan estupenda de conjunto dada á la
Figuraos al coliseo de Arriaga ocupado en su
«suite». Bien, José María Orue y Caro: habéis sabido
totalidad por nuestra buena sociedad, y haced el
aprovechar la musa que os inspiraron vuestras amifavor de leer conmigo el programa de la fiesta que
guitas, convertidas hoy en sencillas coristas mervamos á presenciar: dice así...
ced á la Caridad.
« E L J A R D Í N MISTERIOSO» Y EL M I M O D R A M A ORIENTAL « A M I N A » , MÚSICA Y ARGUMENTO D E J O S É M A R Í A
Todos, todos, rayaron á una altura inconmensuD E O R U E Y C O R E O G R A F Í A D E J. C A R O .
rable, pero justo es hacer un pequeño paréntesis
para colocar en él á Carmencita Caro y Manolita
Contemplad ese «Jardín Misterioso» adornado
Ubarri. Se nos revelaron como dos danzarinas ideacon las delicadas figuras de Blanquita Ubarri, Gales, rebosando arte, haciendo uso de sus extraordibriela y Marta Neut, Encanuta Ortiz de Echagüe,
narias facultades. No mentiría si os dijese que al
María Luisa Martín de la Peña, María Luisa Jordán
verlas moverse con aquella soltura me recordaron
de Urríes, Pepita Rezóla, Nadinne Potestad y Maá la célebre Pavlowa, la reina de los ballets rusos
ría Luisa y Carmen Masdeu, rodeando á aquella
que hoy aparece de nuevo, triunfante, en los escenarosa encantada del «Jardín Misterioso», Manolita
rios de Londres.
Ubarri.
Una delicada «suite» de José María Orue es la
Tras un breve descanso en el que los comentarios
encargada de hacer mover como por resorte esos
fueron muchos y todos ellos de lo más halagüeños,
-w-
Carmencita Ortiz de Echagüe
y
Carmencita Caro.
Manolita Ubarri, principal intérprete de «El jardín misterioso».
Srtas. de Machimbarrena y Potestad.
Tres elegantes danzarinas
de «El jardín
misterioso
Señoritas
que bailaron
la «suite»
coreográfica
«El jardín
misterioso
I Ase de nuevo l a c o r t i n a p a r a presentar p o r seres de orgía, cuando de p r o n t o suenan las trompas
L a s esclavas N e v a , M a n o l i t a U b a r r i , y N u r e d d i n ,
j „ vez
, , P 7 al
gunaa
«« ypúblico
, la nueva creación, el m i m o que anuncian l a l l e g a d a d e l Sultán. E l t e r r o r se
C a r m e n C a r o . . . ¿qué podría decirlas sobre su labor?
¿rama oriental «Amina.»
apodera de todos...
L a s ovaciones que les t r i b u t a r o n durante t o d a l a
E l autor ideó su m ú s i c a en este argumento que
E l Sultán ve con sorpresa l a presencia de O r n a r
representación dicen bastante.
copio á continuación:
.
y desata su cólera contra el Príncipe r e b e l d e M u y b i e n en sus correspondientes papeles N a »E1 cuento ocurre en l a suntuosa m o r a d a de los
A m i n a se interpone... pero y a es tarde, porque
dinne P o t e s t a d , G a b r i e l a y María N e u t , María L u i s a
sultanes. A l levantarse el telón, l a escey Mercedes J o r d á n de Urríes, C a r m e n
na está solitaria. A l g u n o s esclavos de l a
G e a , P e p i t a Rezóla y B l a n q u i t a U b a r r i . . .
servidumbre i n t e r i o r de palacio t e r m i E l Príncipe O r n a r H a f s a , Pepe C a r o .
nan su relevo. H a y un momento de pausa
A l l l e g a r aquí, creo un deber hacer
que se interrumpe p o r l a ¡legada de
p u n t o y aparte.
A m i n a . V i e n e á su tocado r o d e a d a de
P e p e C a r o , á quien todos conocéis
algunas esclavas.
p o r su exquisito t r a t o y arte excepcional,
L a hija del Sultán está t r i s t e , p o r q u e
ha conseguido, tras no pocos esfuerzos,
desde hace algún tiempo el Príncipe
reunir esta compañía de aristócratas
Ornar H a f s a no v i s i t a su p a l a c i o . L a
donostiarras que hoy nos v i s i t a p o r
enemiga del Sultán contra los B e n i p r i m e r a vez. H a conseguido, con su toHabbas había p r o v o c a d o l a rebeldía,
cayo O r u e , ovaciones meritísimas que
el Príncipe Ornar, perteneciente á aqueel público de B i l b a o les ha t r i b u t a d o
l l a tribu, se batía, t a l vez c o n t r a las
durante su corta estancia en esta v i l l a .
huestes adictas al Sultán.
Q u i e r o y o , desde estas columnas, unir
A m i n a lo presiente, y l a f a v o r i t a
m i felicitación más entusiasta á las m u Neva trata una vez más de explorar el
chas que habéis r e c i b i d o , por e l triunfo
lejano horizonte, pero las deseadas noque p a r a vosotros representa, personalticias no llegan todavía. L a h i j a d e l
mente, este esfuerzo i n d e s c r i p t i b l e p a r a
Sultán busca en su distracción f a v o r i t a ,
l l e g a r á un final coronado p o r el éxito.
la danza, el l e n i t i v o de sus penas, y
D e l trabajo i n d i v i d u a l de Pepe C a r o ,
Meruddin, l a b e l l a danzarina, t r a t a de
mucho podría deciros: su nombre es
proporcionárselo.
p o r sí solo suficiente p a r a reconocer su
Pero el Sultán l l e g a acompañado d e l
v a l o r artístico.
Oran V i s i r . H a resuelto activar l a camE l Sultán, L u i s Gaitán; el V i s i r , F e paña y desea marchar a l campo de b a derico Z a p i n o ; el brujo, A l v a r o V a l l e ,
talla. A m i n a t i e m b l a p o r O r n a r é i m y los esclavos, A n t o n i o O r u e t a , M a n u e l
plora suplicante cese aquella guerra de
Romero, Manuel Gabarain, Juan Caro,
venganza que ha roto sus amores. E l
J a v i e r Gaitán de A y a l a , T e o d o r o G a i Pepe Caro y José María de Orue, autores de la coreografía
y música de
Sultán parece enternecerse, y, p a r a contán, F e r n a n d o V e l a s c o , J o s é C h a o s . . . ,
«El
jardín
misterioso»
y
del
mimodrama
oriental
«Amina».
solarla, demora l a p a r t i d a .
á vosotros, n a d a he de deciros, os debe
Algunas esclavas c o a d y u v a n á los
bastar el elogio dedicado á vuestras
deseos de A m i n a y l a f a v o r i t a N e v a luce sus d a n compañeras. Este es, en cuestión, el resumen de esas
O m a r H a f s a cae h e r i d o de muerte. A m i n a , desestas originales.
dos fiestas de c a r i d a d que han v e n i d o á animar
perada, convulsa, se a r r o j a sobre el cadáver de su
E l encanto dura aigún t i e m p o , pero un emisario
p o r unos días nuestra n o s t a l g i a pueblerina.
amado.»
llegado del campo de b a t a l l a , d o n d e no t o d o v a
E n c a r n i t a O r t i z de Echagüe, la p r i n c e s i t a A m i T a l vez le parezca al amigo C a s a l u n poco l a r g a
bien, decide l a p a r t i d a . E l Sultán, con los suyos,
na, se nos reveló como una consumada artista.
esta reseña, pero he creído que l a fiesta lo memarcha presuroso. A m i n a q u e d a a b a t i d a ; l a c o n t r a Conocíamos muchas cosas buenas en e l l a y hoy se
recía.
riedad, la duda, t a l vez l a desilusión, cual aves
nos c o m p l e t a con un corazón de a r t i s t a e n v i d i a b l e .
M i más c o r d i a l enhorabuena á organizadores y
fatídicas, han anidado en su a l m a , y sus
artistas, y que una vez aprendido el
fieles esclavas t r a t a n en vano de concamino, se acuerden de l a buena acogisolarla. L a escena va quedando quieta,
da que le dispensarán en sus futuras excasi dormida...
cursiones sus buenos amigos.
Pero el sonido de una flauta extraña
C o n ello podrán comprobar una vez
se deja oír. L a s mujeres acuden. E s el
más, que B i l b a o tiene un sentimiento
famoso mago E l B u d u r . G o z a de fama
artístico grande, que le permite apreciar
de adivino y es siempre escuchado en el
en todo lo que valen estas nobles m a palacio de los Sultanes. A m i n a le pernifestaciones de arte.
mite entrar. E l mago quema el incienso
B i l b a o , que cuenta entre sus glorias
y comienza sus invocaciones con gestos
musicales de l a a c t u a l i d a d con un G u r i d i
extraños. Pero cuando se h a percatado
que ha sido y a sancionado puede decirse
<*e que nadie hay que p u e d a c o m p r o m e que universalmente, tenía que r e n d i r el
terle, anuncia l a cercana presencia de
homenaje d e b i d o de su admiración y de
^rnar H a f s a , que furtivamente ha l l e g a su aplauso á los d i s t i n g u i d o s jóvenes
do a las cercanías de p a l a c i o .
de S a n S e b a s t i á n que, al acometer p o r
afición una empresa como la de estos
A m i n a desconfía, pero el a d i v i n o l a
difíciles y delicados ballets, demostraentrega un anillo que e l l a conoce muy
ban ser doblemente artistas.
» - A la s a l i d a del mago l a escena
se a l e g
, exaltada de júbilo, A m i n a
E l arte y la c a r i d a d . U n i d o s estos dos
e atavia con sus mejores joyas.
supremos símbolos en l a fiesta de la C r u z
R o j a bilbaína han dado el más halagador
Z i
,
> y en una escena
'J
g n a , las danzas y fiestas se
resultado conque pudo jamás soñarse.
ler
r a )
a r
s
u
c
c
a
e
y
n t r a
s u b i t o
a l e
q u e
l a
mentí
saltación d e l monto les p e r m i t a considerar su v e r d a a c i ó n . L a fiesta t o m a caracteS
a
S l t u
m
Otro grupo de la
«troupe* Caro-Orue
dado en su
celebrando
honor.
sus éxitos
en un baile
Luis DE LAZÚRTEGUI Y J O R D Á N DE URRÍES.
B i l b a o , 1920.
hijo d e l i l u s t r e capitán general de l a A r m a d a recientemente f a l l e c i d o .
L o s nuevos dignatarios agraciados con el c o l l a r
que es d i s t i n t i v o de l a más a l t a jerarquía seglar de
l a C o r t e P o n t i f i c i a están siendo muy f e l i c i t a d o s
p o r el señalado honor que les ha dispensado el
Santo Padre.
* * *
L a s órdenes m i l i t a r e s nos han ofrecido últimamente varios m o t i v o s de satisfacción.
E n l a Iglesia de las C o m e n d a d o r a s de S a n t i a g o
ha s i d o armado C a b a l l e r o de esta O r d e n D . J o s é
María Márquez, marqués de M o n t e f u e r t e , conde de
P a r a í s o . Presidió el Capítulo el Infante D . F e r n a n do, c o m e n d a d o r mayor de León, oficiando e l sacerdote S r . M o r a l e s de S e t i é n y actuando de maestro
de ceremonias el conde de C e d i l l o .
E l neófito fué a p a d r i n a d o p o r el vizconde de
B e l l v e r , calzándole las espuelas el conde de C a m p i l l o s y el general D u s m e t .
Además de los citados C a b a l l e r o s , constituían el
Capítulo los duques de B é j a r y O s u n a , marqués de
P i d a l , condes de Cerragería, R e v i l l a y T o r r e de
C e l a , barón de A d z a n e t a y señores M o r a l e s de los
Ríos, P r a d o y P a l a c i o , T u e r o , D u s m e t y F i g u e r o a
( D . Ignacio, D . R o d r i g o y D . A l f o n s o ) .
E l marqués de M o n t e f u e r t e fué muy f e l i c i t a d o .
También lo fué D . A n t o n i o de V i l l a t e y V a i l l a n t ,
primogénito de los condes de V a l m a s e d a , que h a
sido armado C a b a l l e r o de M o n t e s a en l a Iglesia de
las C a l a t r a v a s .
Apadrinó al neófito D . R i c a r d o Suárez G u a n e s
y le calzaron las espuelas el marqués de M o r a t a l l a
y el S r . M e l g a r e j o .
A d e m á s de los citados C a b a l l e r o s asistieron el
duque de M e d i n a de las T o r r e s , los marqueses de
P o r t a g o , S a n V i c e n t e , C a s t i l l o de J a r a , Laurencín,
C h i l o e c h e s y S a n t a A n a de las T o r r e s ; conde de
C a m p o de A l a n g e , y señores Cabanyes ( D . J o s é
A n t o n i o ) , Márquez, D i e z de R i v e r a ( D . F r a n c i s c o ) ;
C o e l l o de P o r t u g a l , Suárez Guanes, Acuña (don
¡ o s é ) , A l l e n d e s a l a z a r y Acuña ( D . A n t o n i o M a r í a ) .
L o s C a b a l l e r o s de l a O r d e n de S a n J u a n de M a l t a celebraron su función anual, bajo l a p r e s i d e n c i a
del Infante D . F e r n a n d o , en l a Iglesia de M o n j a s
Bernardas d e l Sacramento.
E n t r e los personajes extranjeros que a s i s t i e r o n
figuraban S . A . el Príncipe C a r l o s de Fürstenberg,
el S r . Escandón y el marqués de V i l l a v i e j a .
E n t r e los caballeros estaban los señores duques
de M e d i n a c e l i , Parcent, A r é v a l o d e l Rey, L u n a ,
B é j a r , T o v a r y T'Serclaes; marqueses de R a f a l , C e nia, Rocamora, Monteagudo, Mohernando, Quirós,
Ariañy, N a r r o s , R e a l D e f e n s a y N a v a s de N a v a r r a ;
condes de H e r e d i a Spínola, G u e n d u l a i n , V a l l e l l a no, D e l R e a l , V e l l e , P o z o A n c h o d e l Rey, R i u d o m s ,
M o n t e f u e r t e y V a d o ; señores de A v i l e s , M u r c i a de
Villalonga, Allendesalazar (D. Francisco Javier),
S á e n z de H e r e d i a , P a r d o y M a n u e l de V i l l e n a , M u ñoz, J a l ó n y otros.
T a m b i é n los C a b a l l e r o s H i j o s d a l g o del C u e r p o
C o l e g i a d o de l a nobleza de M a d r i d se reunieron en
el P a l a c i o d e l Infante D . F e r n a n d o , para t o m a r j u ramento a l c o r o n e l d e l r e g i m i e n t o de C u e n c a , d o n
L u i s N a v a r r o y A l o n s o de C e l a d a , y al comandante
d e l de M o n t e s a D . M a r i a n o de F o r o n d a , a p a d r i n a dos, respectivamente, p o r los señores N a v a r r o E n ciso y marqués de S a n t a C r i s t i n a .
A l acto a s i s t i e r o n los duques de l a Unión de
C u b a , Nájera; marquesas de C a s a A r n a o y S a n t a
Lucía de Cochán, conde de V a l de A g u i l a y señores de los Ríos, P a r r e l l a , R o c a de Togores, R i v e r o , Chávarri y T o r r e s T r a s i e r r a .
*
*
*
H a n sido agraciadas con l a G r a n C r u z de Beneficencia otras ilustres damas. L a condesa de T o r r e
A r i a s , l a señora de Pérez C a b a l l e r o y l a señora de
Q u e i p o son merecedoras de l a a l t a distinción p o r
las numerosas obras caritativas que constantemente r e a l i z a n , y especialmente p o r la g e n e r o s i d a d y el
t a l e n t o que á d i a r i o e v i d e n c i a n en el comedor de
C a r i d a d de María Inmaculada, una de las i n s t i t u ciones benéficas más simpática de M a d r i d .
L a s tres ilustres damas han r e c i b i d o muchas enhorabuenas. S e a l a nuestra una de las más efusivas.
*
*
*
i
t
S u S a n t i d a d B e n e d i c t o X V se ha d i g n a d o n o m b r a r sus C a m a r e r o s Secretos de C a p a y E s p a d a á
los marqueses de G u e r r a , V i l l a s i e r r a , y Cárdenas
d e M o n t e h e r m o s o , y á D . Ramón P i d a l y L o b a t ó n ,
D e varias elegantes reuniones queremos hacernos
eco. E n l a residencia d e l m i n i s t r o de C h i l e y l a señora de Fernández B l a n c o hubo una c o m i d a en h o nor del o b i s p o de Madrid-Alcalá, en l a que fueron
los comensales, además de las personas citadas, las
ilustres escritoras doña B l a n c a de los Ríos y doña
C o n c h a E s p i n a ; los condes de C a s a T a g l e , l a señor a y el señor de P o l a c k , l a señora y el señor de A l varez de l a R i b e r a y los señores E c h a u r r e z , L a serna, M a r f i l y otros.
E n el N u e v o C l u b obsequiaron los marqueses de
A r r i l u c e de Ibarra con una c o m i d a á los embajadores de los E s t a d o s U n i d o s ; á última h o r a M r s . W i l l a r d hubo de excusarse á causa de una l i g e r a enf e r m e d a d . L o s demás comensales fueron: l a duquesa v i u d a de S o t o m a y o r y su bellísima hija, C a r m e n
Martínez de Irujo; l a duquesa y el duque de l a
Unión de C u b a , l a condesa y el conde de R o m i l l a
y el secretario de l a embajada de Inglaterra,
Mr. Hewert.
E n el chalet d e l R e a l C l u b de P u e r t a de H i e r r o
se celebró un animado baile, que fué organizado
con mucho acierto por el duque del A r c o , el marqués de P o n s y D . O t t o J e n c q u e l .
* * *
C o n f e l i c i d a d ha dado á luz una niña—número
cuatro de sus h i j o s — l a duquesa de A l b u r q u e r q u e .
O t r a niña, en O v i e d o , ha dado á luz l a condesa
de A g ü e r o .
Y un niño—su hijo primogénito—, l a condesa de
F u e n r u b i a ( D o ñ a M a r i a T e r e s a de A b a r z u z a y R o bles), que se encuentra en sus posesiones de J a é n .
Se le ha impuesto al niño el nombre de F e r n a n d o y
ha sido m a d r i n a su abuela m a t e r n a l a marquesa v i u d a de Cüllar de B a z a .
* * *
S o n numerosas las bodas que se anuncian p o r
haberse v e r i f i c a d o y a las oportunas peticiones de
mano. E n plazo muy breve, pues, veremos f o r mando también felices m a t r i m o n i o s á María T e r e s a
V i l l a t e y V a i l l a n t , h i j a de los condes de V a l m a s e d a ,
con el capitán D . M a n u e l M a t u r a n a ; á María de l a
G l o r i a B e r n a l d o de Quirós y A c o s t a , hija de l a m a r quesa v i u d a de l a C i m a d a , con D . A n g e l de Santisteban, hijo de los marqueses de Pinares; á S o l e d a d
Olagüe y V i d e l a , h i j a de l a marquesa de C a s a L a i g l e s i a , con M . C a m i l l e B o n t a u d - L a c o m b e , perteneciente á ilustre f a m i l i a francesa; á A n t o n i a V e l a s c o
y A r a n a , h i j a de los marqueses de U n z a d e l V a l l e ,
con el teniente de n a v i o D . J e s ú s de Rotaeche; á
María L u i s a de V i g o y F a b r a , con D . J o s é María V i d a l C u a d r a s y V i l l a v e c c h i a ; á L u i s a Ibarguen y G ó mez A c e b o , con D . J o a q u í n S a r r i a ; á C a r m e n P i n t a do y C a r r a n z a , con el alto funcionario de F o m e n t o
D . J o s é G a r c í a M o n g e y de V e r a ; á A m e l i a Amézag a , de d i s t i n g u i d a f a m i l i a de B i l b a o , con el d o c t o r
D . C a r l o s Sáiz de los Terreros; á A d e l a i d a María
T o m é , con D . P í o Reniña Colón; á A n t o n i a Rosales,
de conocida f a m i l i a de C i u d a d R e a l , con D . M a n u e l
O r t e g a Gasset, hijo de los Sres. de O r t e g a M u n i l l a ,
y á Asunción A l v a r e z de S o t o m a y o r , con D . Ramón
Echagüe y G e r a r d , ingeniero de l a Compañía de
M . Z. A .
V a y a por a n t i c i p a d o nuestra felicitación.
*
*
*
V a r i a s notas tristes—¡ese es el m u n d o ! — h e m o s
de recoger a h o r a . E n esta corte ha f a l l e c i d o l a dist i n g u i d a señora doña Eloísa K e n n e d y , v i u d a de C a llejón, muy conocida y estimada en nuestra sociedad.
A sus hijos, l a señora v i u d a de P r o p p e r y los señores
de Monjardín, enviamos nuestro cariñoso pésame.
— V í c t i m a de u n accidente a u t o m o v i l i s t a ha muert o d o n J o s é María Bustamante, j o v e n apreciadísimo
en l a sociedad madrileña y á quien aguardaba b r i l l a n t e p o r v e n i r . Sus tíos los condes de P a r e d e s de
N a v a y el resto de su d i s t i n g u i d a f a m i l i a saben lo
muy sinceramente que los acompañamos en su d o l o r .
—Se ha c u m p l i d o ahora un año del f a l l e c i m i e n t o
de otro j o v e n estimadísimo. D o n A l e j a n d r o M o r e n o
de C a r l o s , bueno, estudioso, trabajador, v e r d a d e r a mente ejemplar, fué arrebatado de l a v i d a cuando
é s t a se le hacía más hermosa. A sus padres y á hermanos renovamos, muy de v e r d a d , nuestro pésame
en esta tristísima f e c h a .
S i g u e n las bodas. L a serie de novias bonitas es
i n t e r m i n a b l e . Forzosamente hemos de c o m p r i m i r n o s
al dar cuenta de ellas s i hemos de hablar de t o d a s
las que nos proponemos.
E n el oratorio de l a casa d e l senador v i t a l i c i o señor A m b l a r d se ha celebrado el enlace de su h i j a
política l a señorita María de l a Concepción D u
Q u e s n e , hermana del marqués de D u Q u e s n e , c o n
el m i n i s t r o residente, jefe de sección d e l m i n i s t e r i o
de E s t a d o , D . M a n u e l de F i g u e r o l a F e r r e t i . F u e r o n
p a d r i n o s e l S r . A m b l a r d y l a condesa viuda de F i guerola, representada p o r doña P i l a r M o n t e n e g r o
de B e r g é s .
A c t u a r o n como testigos, p o r parte de él, los señores marqués de L e m a y D . E m i l i o de P a l a c i o s ,
m i n i s t r o y subsecretario de E s t a d o , respectivamente, y en nombre d e l padre del contrayente, ausente
en B a r c e l o n a , el señor general de división D . L u i s
de E z p e l e t a y C o n t r e r a s ; y p o r p a r t e de e l l a , e l
conde de A g u i l a r de Inestrillas, marqués de M i r a valles, el m i n i s t r o p l e n i p o t e n c i a r i o de C u b a , don.
M a r i o G a r c í a Kohíy, y en nombre d e l marqués
de P i n a r d e l Río, el senador v i t a l i c i o D . C r e s c e n t e
García San Miguel.
E n l a i g l e s i a del C r i s t o de l a S a l u d , el rector, señor P o d a d e r a , bendijo l a unión de l a señorita María
L u i s a de G u a r d a m i n o y H o m p a n e r a y D . J o s é María
de C a s t r o y A r c o s . A p a d r i n a r o n á los contrayentes
la madre del n o v i o y D . Tomás B i r m i n g h a m , en representación de D . Tomás B a l b á s . F u e r o n testigos,
p o r parte de l a novia, sus tíos el marqués de las S a linas, D . G r e g o r i o Izar-Rey y D . M a n u e l de Cossío
y G ó m e z - A c e b o , abogado d e l E s t a d o ; su p r i m o d o n
A n g e l Piñán y el vicepresidente d e l C o n g r e s o , d o n
A n t o n i o A u r a B o r o n a t , y por parte d e l novio, su
hermano D . E n r i q u e , D . M o d e s t o R u i z de V e l a s c o ,
D . M a n u e l S a n Román, el marqués de C a s a J i m é nez y D . F r a n c i s c o X a v i e r D u s m e t , capitán del C u e r po jurídico.
E n l a m i s m a i g l e s i a se ha celebrado otra b o d a : l a
de l a señorita María C r u z B e r n a r d , hija de D . J u s t i t i n o , fiscal d e l T r i b u n a l de C u e n t a s d e l R e i n o , con
D . C a n c i a n o López Jiménez, de A l b a c e t e . ¿Padrinos? D o ñ a V i r g i n i a Méndez, m a d r e de l a novia, y
D . J u a n López Jiménez, hermano d e l n o v i o . ¿ T e s t i gos? E l m i n i s t r o de E s t a d o , marqués de L e m a ; e l
m i n i s t r o d e l T r i b u n a l de C u e n t a s D . P a b l o Martínez P a r d o , el magistrado d e l T r i b u n a l S u p r e m o d o n
M a r i a n o L u j a n y los Sres. D . A n t o n i o López J i m é nez, D . E m i l i o Ávizanda, D . F r a n c i s c o B e r n a r d P a r tagás, D . Enrique Rubio, D . Francisco Bernard G a llego, D . Francisco San Juan y D . P a b l o Bernard
Valenzuela.
E n l a i g l e s i a p a r r o q u i a l de l a Concepción ha h a b i d o dos bodas. L a p r i m e r a , que se celebró en f a m i l i a , p o r lutos recientes, fué de l a señorita María
F e y de A l b a , hija d e l e d i t o r y a f a l l e c i d o D . F e r n a n do, con D . G a b r i e l Rodríguez y García-Ciudad, d i s t i n g u i d o a b o g a d o de esta corte; siendo testigos d e l
acto el presidente d e l T r i b u n a l S u p r e m o , D . J o s é
C i u d a d A u r i o l e s ; el cónsul alemán, barón de Steng e l , y los Sres. C a l l e j a , F e , S a g r e r a , M o r a l e s y L e i rado, actuando de juez el del d i s t r i t o de l a U n i v e r s i d a d , D . E u g e n i o E l i c e s , hermado político d e l
novio.
L a segunda fué de l a señorita María del C a r m e n
A z p e i t i a y F l o r e n , hija del Ingeniero profesor de l a
E s c u e l a de M i n a s D . F l o r e n t i n o , con el gentilhombre de S . M . y catedrático D . F r a n c i s c o H u r t a d o
del V a l l e .
F u e r o n apadrinados p o r l a señora v i u d a de H u r tado, madre d e l novio, y el padre de l a novia, y "
t u a r o n como testigos, p o r parte de ella, sus tíos don
L u i s A z p e i t i a y D . V i c e n t e F l o r e n ; su p r i m o don
M a t e o A z p e i t i a y D . Ramón J i m e n o , y p o r l a del
n o v i o , su hermano D . M a n u e l , su hermano político
D . F e r n a n d o Berenguer y su p r i m o D . M a n u e l Benito-Chavarri.
P o r último, en l a Iglesia de S a n J o s é se casó la
señorita A n g e l e s Butragueño R u b i o , con el joven
d o c t o r en m e d i c i n a D . L u i s J i m é n e z Q u e s a d a ,
"'
do apadrinados p o r doña Mercedes R u b i o , madre
de l a n o v i a , y el ilustre doctor J i m é n e z E n c i n a , pa*
dre d e l novio. L o s nuevos esposos salieron para e
Norte.
Deseamos á todos los recién casados eternas
venturas.
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s i e
Sociedad Española de Artes Gráficas, Fuencarral, 137.
LA CASA DE CAMPO: EL CONFORT, NECESARIO A L HOGAR FAMILIAR
Qin duda deseamos poseer una morada de
^necto exterior agradable, pero también coda oor sus disposiciones, confortable por
«faeenciamiento y seductora por los arreglos
A corativos y el mobiliario de sus habitacioPS Importa igualmente que las dependencias
an bien comprendidas, para que cada una de
sus partes responda a su destino.
La casa debe, ante todo, ofrecer.un abrigo
sólido contra el frío, la lluvia y la humedad, y,
cuando el clima lo exige, contra el calor.
Es preciso no verla deteriorada rápidamente por la lluvia; importa que la techumbre
pueda soportar el peso de la nieve y resistir a
los empujones del viento. Los muros no deben dejar pasar la humedad ni el frío.
Debemos, desde el umbral, sentirnos en
nuestra casa, en un
lugar de .reposo en
donde no temamos las
corrientes...
En ella, ningún ruido exterior nos molestará. Parientes, h i jos, amigos y servidumbre están alojados según las necesidades y costumbres.
Las bodegas, destinadas a los vinos y
comestibles, aislan así
la p l a n t a .baja del
suelo.
El granero forma
colchón de aire y sirve de pieza para los
trastos viejos y para
secar la ropa blanca,
o, a veces, de despacho. También puede
constituir una amplia
sala para que-los niños jueguen. E n este
caso las ventanas estarán colocadas con
bastante altura para
impedir una desgracia y para que la madre pueda dejar a la gente menuda jugar l i bremente.
La casa para el ganado merece también su
estudio. Protegerá los animales y los manten?. .
temperatura necesaria a su buena
condición. Las ventanas tienen menos importancia que para el chalet: son menos numerosas y abiertas en la parte alta del muro. D e bemos preferir las puertas corredizas que no
estorban la circulación del ganado.
La parte para las recolecciones, granjas o
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todo, que asegurar el
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de los roedores, los habitansus rt v\ t a ñ a s tuvieron la idea de elevar
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de las varias ocupaciones del día, mientras que
afuera sopla el viento?...
¿Quién no halla recuerdos de la infancia de
esta dulce intimidad, momentos que nunca se
olvidan, pasados al escuchar un momento,
viendo llamear la leña?...
¿Quién no desea en su vejez estar ahí rodeado de seres queridos y verles felices y alegres en el ambiente confortable que les envuelve? Durante muchos años vamos a buscar
muy lejos lo que más tarde encontramos en
nuestra propia casa. Sencillamente el placer
de vivir juntos con seres que se entienden.
E l encanto de una casa bonita hace la alegría de la vida en familia e influye sobre el
carácter de cada uno.
L a biblioteca invita a la lectura: sillones
confortables y buena l u z .
E l comedor es atrayente, el salón alegre, el
dormitorio amplio e higiénico.
Desde esta ventana contempla usted el árbol centenario que se estremece al frío. Desde la otra ve usted llegar al amigo, que corre
para rufugiarse en casa...
Cuando regresamos después de una larga
ausencia apreciamos estas ventajas y se siente uno feliz de volver a encontrar una morada
construida según nuestros gustos. Entonces
estamos sorprendidos de ver los hoteles y los
cafés llenos de clientes, cuando.un gasto poco
más elevado podría proporcionarles otras satisfacciones más verdaderas.
Los reglamentos en vigor exigen, para una
habitación higiénica una superficie de nueve
metros—cuando el espacio es limitado, es ventajoso agrupar el salón y el comedor en una
sola sala. Baillie Scott ha logrado así en Inglaterra, resultados muy felices. L a colocación
de la «gran chimenea» es importante. N o debe
tener puertas en su proximidad. Allí encontraremos profundas butacasy cómodas banquetas
para la lectura. E n una palabra: debemos arreglar la casa para que sea confortable a cada
uno.
A la dueña, con la acertada distribución y
la proximidad de las habitaciones en donde tiene que estar con más frecuencia.
A l artesano, por su taller alegre y ventilado.
A l obrero al volver del trabajo, por ser un
rinconcito de reposo en donde tranquilamente
fumaría su p i p a . . .
A los niños, por su sala de juego en donde
puedan chillar y correr sin molestar a nadie.
L a elección del terreno es extraordinariamente importante. H a y que tener en cuenta
varios factores: Esta elección es determinada
por el clima, la naturaleza del suelo y la
presencia del agua o
su proximidad. Pensaremos en la orientación, las vistas, la
dirección de los vientos, y si no estamos
en una llanura, aprovecharemos la pendiente del terreno.
L a s edificaciones
antiguas están situadas en lugares privilegiados. Nada más
elocuente q u e l o s
e j e m p l o s ofrecidos
por algunos viejos
monasterios, particularmente en Italia.
R e c o r d a r e m o s los
«Camaldoli». S u panorama es seguramente uno de los más bellos del mundo. Desde
la terraza, l a vista
abarca todo el golfo
de Ñapóles. E n la lejanía, C a p r i e Ischia
irguiéndose del mar;
a la izquierda el V e subio... ¡Cuántas contemplaciones, cuántos
ejemplos de meditación ofrece este paisaje a
aquellos que se han retirado del mundo!
E n España abundan los lugares deliciosos
para seleccionar el terreno en que deban edificarse, con todas las comodidades modernas, las
casas de campo, en que al confort necesario
para el hogar, reúna una perspectiva que
haga olvidar la monotonía que por el momento
ofrece la ausencia de las grandes capitales.
L o s productos de perfumería F l o r a lia son los mejores y los preferidos
por las personas elegantes y de
buen gusto.
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m o s publicando los discursos p r o " ns oor los Grandes de España ante el
t n » e l reciente acto de su cubertura en
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Rey,
palacio.
El del duque de la M o t h e H o u d a n c o u r t .
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SEÑOR:
encuentro palabras para expresar a V u e s Maiestad mi imperecedero reconocimiento
PÍi honor insigne que hoy me Qispensa al
h r i r m e como Grande de España, en Vuestra
i nresencia, representando los deiechos üe
j
y prima isaoeí de Cossé Brissac, d u p s a di• la M o i h e Houdancourt.
F i é otorgaua dicha G r a n d e z a por Vuestro
•hítre antecesor e l Key D o n Felipe V a Carlos
ü la Mothe Houdancourt, marques de la M o t h e
Houdacourt, teniente general de los Ejércitos de
Majestad Cristianísima, Señor de la tierra
v ducado de F a y e l y de otros muchos estados,
gobernador de las villas, fortalezas y castellanías
° Pergues y Baylleul; sobrino de F e l i p e el p r i mer mariscal de Francia, de esta familia, y p r i mo de la duquesa de Ventadour, aya de los hijos
del Rey de Francia, p o r los eminentes servicios
aue en todas las batallas, sitios y defensas de
fortalezas, prestó a su Rey en Flandes desde 1702
a 1708.
Por ellos obtuvo dicha alta dignidad, unida al
título de conde, llevado ya por los L a Mothe
Houdancourt, desde 159o.
Pasó en 1751, a l a familia de los marqueses de
Rouault Gamaches, que ha dado un mariscal a>
Francia en el siglo x v , o sea la suprema d i g n i dad; a los marqueses D ' H e r e c y , una de las más
nobles familias de Normandía, y la de los marqueses W a l s h Serrant, rama paterna de mi
misma familia, que salió de Inglaterra en 1172,
con otros treinta y siete caballeros, a la conquista de irlanda, y continuó en e l l a , ocupando los
más elevados cargos, hasta l a época de la Reforma, en que perdió l a mayor parte de sus bienes,
y que ya se había distinguido por su fe y su v a lor, acompañando, de 1190 a 1192, en la tercera
Cruzada, a Ricardo Corazón de León, Rey de
Inglaterra, representada por Felipe W a l s h de
Castehore, sobrino de Rees ap G r i f f i t t e s , Príncipe de Gales del Sur.
Esta rama fué desterrada en 1690, de su país,
por su perseverancia en l a fe católica y lealtad a
la dinastía de los Estuardos, y fundó en Francia
el regimiento irlandés de W a l s h .
Luis, marqués de W a l s h Serrant, obtuvo en
1829 de Vuestro Bisabuelo el Rey D o n Fernando
VII, la conversión d e l título de conde de l a
Mothe Houdancourt, con G r a n d e z a , en el de
duque, qué le fué reconocido por L u i s F e l i p e ,
Rey de los franceses en 1836.
Su hija casó con Artús de Cossé B r i s s a c , hijo
del décimo duque de Brissac, chambelán de
S. M . la Emperatriz Eugenia, procedente de una
e las primeras familias de F r a n c i a , que entre
otras muchísimas ilustraciones, cuenta con cuatro
mariscales, de los cuales e l tercero fué primer
duque de Brissac, que abrió las puertas de París
ai Rey Enrique IV, una vez que éste se hubo
convertido a la fé católica.
Entre todos los honores otorgados a estas familias, aprecio, como el mayor, el que hoy me
dispensa Vuestra Majestad, porque la honra que
me confiere al poder hablar en V u e s t r a Real p r e civir
? .
Rey Que más ha hecho por la
tóliín
'
P Í r a c i ó n cristiana del Rey C a tosa d ,
d o los horrores de la más espanbret i , *
guerras y disipando las incertidumcomhíi?
mulares de
másTmT 6 8 ' e n t r e l o s u e encontraban los
afirmar «
P
s y amigos, como lo puedo
un ti/mr?01" P e n c i a personal, que entraña, a
P 0 , reconocimiento perpetuo.
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El del duque de Tamames.
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E l me o b l i g a , así como l a merced que en estos
instantes se me concede, a ofrecerme a Vuestra
M a j e s t a d , incondicionalmente, para en la pequeña parte que sea posible, trabajar, como hasta
hoy lo hice, por estrechar los lazos que unen a
esta noble Nación española, de quien honra
tanto recibo y a la que cuanto más conozco más
amo, con las de Inglaterra y Francia, a las que
me unen, con la primera, vínculos de nacimiento
y de sangre; con la segunda los del matrimonio
y los más caros afectos personales.
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SEÑOR:
E s el primero de mis deberes en este acto
solemne de cubrirme ante la Real presencia de
Vuestra M a j e s t a d , ofrecerle el testimonio de mi
lealtad y respetuoso cariño.
Permítame ahora V u e s t r a Majestad que con l a
invocación de mis apellidos Mesía Stuart G a y o s o
de los Cobos y Portocarrero, de las casas de
Tamames, A l b a , Camarasa y M o n t i j o , excuse
todo linaje de consideraciones para hacer r e s a l tar hechos de aquellos ilustres nombres, ligados
con l a h i s t o r i a de nuestra España y con el servicio de sus Reyes.
E l ducado de Tamames, título que ostento y
por cuya G r a n d e z a llego a cubrirme, ha dejado
huellas tan recientes al ser llevado por mi i n o l v i dable padre que con seguirlas e imitar sus ejemplos de fe y de fortaleza espero hacerme digno
de mi origen, consagrándome por esa norma
indeclinable ya trazada y p o r el honor del uniforme que visto, a cuanto demanden mi Patria y
mi Rey.
Señor: Hago votos por la prosperidad y la
gloria en e l reinado de Vuestra Majestad y de su
dinastía.
El del duque de Almodóvar del Valle.
SEÑOR:
F u e r o n los M a r t e l , apellido sobre el que recayó e l título por el que tengo el honor de
cubrirme ante V u e s t r a M a j e s t a d , hombres de
armas que figuran en la Historia, desde que
Carlos M a r t e l , en l a batalla de P o i t i e r s , conquistó
nombre para sus descendientes y honra para su
Patria, atajando e l avasallador empuje de un
pueblo joven, lleno de fe y de virtudes guerreras.
S i el destino no me ha deparado la suerte de
mis mayores en los campos de batalla, consagrado a la vida pública por herencia y por amor,
obligado estoy a s e r v i r a la P a t r i a y al T r o n o , y
al recordar en este acto ante Vuestra Majestad
cómo algún día esforzados capitanes, antepasados míos, sellaron con sangre sus juramentos de
lealtad a su pueblo y a su M o n a r c a , séale p e r mitido a este descendiente, a l dar las gracias a
V u e s t r a M a j e s t a d , ratificar, con la garantía de la
Historia, su firme propósito de servir y trabajar
por mi P a t r i a y por mi R e y .
E l del m a r q u é s de H e r e d i a .
SEÑOR:
E l título de marqués de Heredia fué concedido
con G r a n d e z a de España a uno de mis antepasados para premiar los grandes servicios que
prestó en beneficio de la Patria y del T r o n o ,
como embajador de España en París y en diversos puestos diplomáticos que desempeñó en
América. Sus personales méritos le hicieron
acreedor a tan apreciada recompensa; pero t a m bién por lo ilustre de su ascendencia, que era
digna de ella, como lo prueba que algunos gloriosos hechos de sus antepasados se remontan a
D o n P e d r o II de Aragón, con cuyo desgraciado
M o n a r c a pierden la vida catorce caballeros H e redia, que e l insigneJVlaestre de Roda, don Juan
Guillen
Fabricación suiza
U
-
SANCHO
Zurbano, 52 - Madrid.
CORSETS — SOUTIENS — CEINTURES
Caballero de Gracia, 18 y 20
MADRID
Teléfono 35-37
Fernández Heredia, legó a sus descendientes
títulos nobiliarios de una de las ocho casas
Grandes de Aragón, y que en las Indias, el A d e lantado don Pedro y su hermano don Alonso,
descubren importantes territorios, fundan ciudades y ciñen sus frentes con la aureola de la p e r secución y trágica muerte en el Océano.
A l recaer en mí, por muerte de su último
poseedor, no recae sin que también ostente e l
preciado título de marqués de Valbuena de
Duero, concedido igualmente para prem:ar e l
saber y la lealtad para con el Rey en defensa
de los intereses de nuestra querida Patria, por
el que asimismo llevo apellidos que fueron
ilustrados con gloriosos hechos de armas en las
conquistas de S e v i l l a , de Jerez de los Caballeros
y en la memorable batalla de las Navas de T o l o sa, donde un caballero de mi apellido acompañó
a don Diego López de Haro, señor de V i z c a y a ,
que fué el primero en romper e l cerco de l o s '
moros, seguido muy de cerca p o r mi antepasado.
Siendo así que el título de marqués de Heredia
con G r a n d e z a fué concedido a caballero ilustre
por su sangre pero para premiar grandes s e r v i cios a la Patria y al T r o n o con su lealtad y saber;,
esto, Señor, me obliga más a seguir la ruta que
siempre ha sido mi norma para ostentar con la
dignidad que se merece tan preciada merced,
cuyo lema dice más que cuanto yo pueda decir,
y que siempre será mi d i v i s a : Per legem et Regem,
si murimus vivimus.
E l d e l duque de
Nájera.
SEÑOR:
L a desgracia de haber perdido a mi inolvidable
y querida madre, última poseedora de los títulos
que ostento, es causa de presentarme ante Vuestra M a j e s t a d para tener el alto honor de cubrirme
en V u e s t r a Real presencia como vigésimotercero
duque de Nájera.
Fué este título concedido a don Pedro M a n rique en el año 1482 para premiar la defensa que
hizo de l a ciudad de Alhama, cuando, como conde
de Treviño, acudió a l i b e r t a r l a , con sus propios
medios, del grave asedio que la tenía puesta el
rey moro, siendo tal el servicio que prestó al
Rey Católico, que por primera v e z figura el p r i vilegio, no conocido hasta entonces, de ser concedido el título para su hijo y descendientes, sin
tener que obtener, nuevo permiso de los Reyes.
L o s apellidos que ostentaron los títulos que
hoy l l e v o , llenan con sus hechos páginas de la
Historia de nuestra querida España, encontrándose en la geneología de esta ilustre casa, lo
mismo sangre real, que sangre venerada en los
altares, como la de Santo Domingo de Guzmán y
San Ignacio de L o y o l a .
A m o r a la P a t r i a y lealtad al T r o n o ha sido lo
que siempre me enseñaron mis antepasados
como cimiento de mi casa, y no pasaré sin recordar aquel general Zavala, primer marqués de
Sierra Bullones, que vertiendo su sangre en los
campos de batalla, ganó dos laureadas para e l
estandarte del Regimiento cuyo uniforme tengoel honor de vestir; así como aquel marqués de
Aguilar de Campóo, mi ilustre abuelo, modelo d e
leales, que abandonó gustoso su carrera política
para dedicar sus servicios a Vuestra A u g u s t a
Madre, y, por último, sin tener un recuerdo para
la vigésimasegunda duquesa de Nájera, mi q u e rida madre, que con sus virtudes elevó aún más.
los timbres de nobleza que en su blasón l l e v a b a .
A l hacer uso de esta tan gran merced que
Vuestra M a g e s t a d me concede, no puedo menos
de recordar, como en todos los momentos, aquel
día, el más grande de mi vida, en que hice público
juramento de lealtad.ante el sagrado emblema de
la P a t r i a ; juré entonces como soldado, y hoy al
cubrirme como Grande ante Vuestra M a g e s t a d ,
repito el mismo juramento.
Casa Rebolledo
DECORACION D E INTERIORES
P A P E L E S PINTADOS
Arenal, 22.
—
MADRID.
—
Teléf. 2 . 6 1
El del m a r q u é s de Pacheco.
E l d e l m a r q u é s del N e r v i ó n .
•
SEÑOR:
A l tener la h o n r a que hoy V u e s t r a M a j e s t a d , me
c o n c e d e autorizándome a c u b r i r m e en su p r e s e n c i a , han de ser m i s p r i m e r a s p a l a b r a s para l a A u g u s t a M a d r e de V u e s t r a M a j e s t a d , que premió
con la G r a n d e z a , la fidelidad y l o s s e r v i c i o s de mi
a b u e l o político el marqués de P a c h e c o .
H a b l a r podría, S e ñ o r , de los hechos de m i s
antepasados, pues e l a p e l l i d o F i g u e r o a v a
unido a h e c h o s g l o r i o s o s de l a H i s t o r i a de E s paña, y l o s O ' N e i l l r e i n a r o n en I r l a n d a en l o s
a ñ o s 376 a 490, y e x p u l s a r o n de e l l a a l o s r o m a nos; b i e n p r o b a d a tienen, S e ñ o r , unos y otros su
l e a l t a d al T r o n o .
E s t e uniforme de teniente de Artillería que
v i s t o , b i e n c l a r o d i c e que hice o f r e n d a de mi v i d a
a m i P a t r i a y a m i R e y ; h o y , S e ñ o r , os l a o f r e z c o
una v e z m á s .
E l del m a r q u é s de Argüeso.
SEÑOR:
N o es por m e r e c i m i e n t o s p e r s o n a l e s ni r e p r e s e n t a n d o d e r e c h o s c o n c e d i d o s a antecesores
míos, por l o que tengo hoy e l alto h o n o r de
c u b r i r m e ante V u e s t r a M a j e s t a d . H a g o uso
de e s t a p r e r r o g a t i v a p o r m i m a t r i m o n i o con
doña María de las M e r c e d e s de A r t e a g a y E c h a güe, m a r q u e s a de Campóo, c o n d e s a de B a ñ a r e s
y de V i l l a d a , y que p o r c e s i ó n de su s e ñ o r p a d r e ,
el g e n e r a l d o n Andrés de A r t e a g a y S i l v a , marqués de V a l m e d i a n o y d u q u e d e l Infantado,
o s t e n t a en l a a c t u a l i d a d el e s c l a r e c i d o título de
m a r q u e s a de A r g ü e s o .
E l señorío de Argüeso p e r t e n e c i ó a l a i l u s t r e
C a s a de los M e n d o z a desde e l s i g l o x m , s i e n d o
c o n f i r m a d a d i c h a p o s e s i ó n , en el año 1410, por l a
R e i n a de C a s t i l l a Doña C a t a l i n a de L a n c á s t e r ,
v i u d a d e l R e y D o n E n r i q u e III el Doliente, c o m o
T u t o r a y R e g i d o r a de los R e i n o s en n o m b r e de
su hijo e l R e y D o n j u á n II; l a c u a l ordenó fuera
e n t r e g a d o e l c a s t i l l o y señorío de Argüeso a
doña L e o n o r de l a V e ^ a , mujer d e l almirante de
C a s t i l l a don D i e g o H u r t a d o de M e n d o z a a q u i e n
de derecho p e r t e n e c í a .
E n 1475, l o s R e y e s C a t ó l i c o s e l e v a r o n e l s e ñ o río de A r g ü e s o a m a r q u e s a d o , a p a r e c i e n d o desde
entonces s i e m p r e u n i d o a l o s títulos de marqués
de S a n t i l l a n a , duque d e l Infantado y marqués de
Campóo.
C r e o inútil, S e ñ o r , hacer relación de los m e r e c i m i e n t o s de esta e s c l a r e c i d a C a s a de l o s M e n d o z a , pues sus h e c h o s s o n tan n o t o r i o s y c o n o c i d o s y e s t á n tan íntimamente'ligados a l a H i s t o r i a p a t r i a , que hacen i n n e c e s a r i o s t o d a evocación
y recuerdo.
P o r m i p a r t e , S e ñ o r , l l e v o e l título de marqués
de B a s s e c o u r t , y s o y e l hijo menor de l o s d i f u n t o s condes d e l A s a l t o , c u y o título creó C a r l o s III,
en 1763, e n conmemoración de la h e r o i c a defensa
d e l C a s t i l l o d e l M o r r o de l a H a b a n a , hecha p o r
mi insigne antepasado d o n V i n c e n t e González
de B a s s e c o u r t , marqués de G o n z á l e z de Quirós,
capitán de f r a g a t a , que murió allí g l o r i o s a m e n t e
a l frente de sus v a l i e n t e s marinos. D i c e P e z u e l a ,
-en s u Historia de la Isla de Cuba, a l relatar este
m e m o r a b l e s u c e s o , «que en e l a s a l t o de d i c h o ,
c a s t i l l o por l o s i n g l e s e s p e r e c i e r o n l a mayoría de
s u s h e r o i c o s defensores, y que de»los p o s t r e r o s
s a c r i f i c a d o s , pero e l más i l u s t r e , fué e l marqués
de G o n z á l e z de Quirós, que antes de q u e d a r s i n
v i d a dejó a l g u n o s e n e m i g o s sin la s u y a .
*
Y a había e x p i r a d o , y aún s e g u í a su cad á v e r empuñando e l h o n r a d o acero
c o n la d i e s t r a y e l a s t a d e l P e n d ó n n a cional con la siniestra».
A h o r a , S e ñ o r , sólo me r e s t a hacer
p r e s e n t e una v e z m á s a V u e s t r a M a j e s t a d mi i n m e n s a g r a t i t u d por haber
c o n c e d i d o l a G r a n d e z a de E s p a ñ a al
m a r q u e s a d o de Argüeso, y a que, s i
m u c h a es l a satisfación que e x p e r i mentan l a mayoría de los G r a n d e s que
se c u b r e n ante V u e s t r a M a j e s t a d por
d e r e c h o s a d q u i r i d o s p o r sus a n t e p a s a d o s , m a y o r es l a mía al p o d e r a g r a d e c e r tan alta m e r c e d al m i s m o R e y
que t u v o l a b o n d a d de o t o r g a r l a .
C o n l a e x p r e s i ó n de esa g r a t i t u d ,
acoja b e n é v o l o V u e s t r a M a j e s t a d la
de m i adhesión i n q u e b r a n t a b l e a su
A u g u s t a P e r s o n a , que a l s e r v i v i e n t e
símbolo de n u e s t r a secular Monarquía,
lo es también de l a P a t r i a e s p a ñ o l a .
SEÑOR:
O s o b e d e z c o , S e ñ o r , cubriéndome en este
s o l e m n e acto ante V u e s t r a R e a l p r e s e n c i a . C o n
mandato p a r a mí tan h o n r o s o , se d i g n a V u e s t r a
M a j e s t a d r e n o v a r o t r a v e z el p r e m i o o t o r g a d o
por l o s e m i n e n t e s s e r v i c i o s que p r e s t a r a a l a
Nación y a l T r o n o m i i l u s t r e a b u e l o el p r i m e r
marqués d e l Nervión, c u y o s insignes m e r e c i m i e n tos y g l o r i o s o s hechos p o r pertenecer a l a H i s t o ria c o n t e m p o r á n e a , p e r d u r a en l a m e m o r i a de la
g e n e r a c i ó n p r e s e n t e con l o s caracteres de una
hermosa y viviente realidad.
Corría p o r las venas d e l g e n e r a l A r m e r o sangre
i l u s t r e , la de a q u e l l o s e s f o r z a d o s v a r o n e s que
a y u d a r o n a sus M o n a r c a s en las g l o r i o s a s e m p r e sas de l a R e c o n q u i s t a , s e ñ a l a d a m e n t e en la de
T o l e d o , d o n d e perdió su v i d a don A l o n s o F e r n á n d e z , p r o g e n i t o r de l o s F e r n á n d e z de Peñaran •
da; en l a de J e r e z de l a F r o n t e r a , d o n d e encontró
g l o r i o s a muerte d o n A d o l f o de A r m e d o , y en l a . d e
G r a n a d a , en c u y o s E j é r c i t o s sirvió don Ignacio de
Almazán; y a estos t i m b r e s , que e s m a l t a b a n
y a la n o b l e c u n a en que se m e c i e r a s u niñez, t u v o
l a d i c h a de añadir n u e v o s laureles, ganados por
su p r o p i o e s f u e r z o , y a peleando en l o s mares y
en los c a m p o s de batalla, d o n d e luchó cien v e c e s
en defensa de su P a t r i a y de su Reina, f i n i e n d o c o n
su sangre en L u c h a n a las aguas d e l Nervión
m a n t e n i e n d o a l más alto n i v e l l o s prestigios' d e l
E j é r c i t o y de l a M a r i n a e s p a ñ o l a en todos los
grados de su jerarquía, desde el de alférez de n a v i o , que o s t e n t a b a c u a n d o h i z o sus p r i m e r a s armas en el mar P a c í f i c o c o a d y u v a n d o al l e v a n t a miento d e l b l o q u e de l a p l a z a d e l C a l l a o , hasta
los de capitán general de l a A r m a d a .
E s t o s f u e r o n , S e ñ o r , los m e r e c i m i e n t o s que rec o m p e n s ó pródigamente S. M . l a R e i n a Doña Isabel II e l 22 de M a r z o de 1864 c o n e l m a r q u e s a d o
del Nervión, a l c u a l v a a n e x a l a G r a n d e z a de E s paña, que ahora recae en mí, por s u c e s i ó n directa
de mi p a d r e d o n F r a n c i s c o A r m e r o y Díaz, s e g u n do marqués d e l m i s m o título, así c o m o p o r l a
línea m a t e r n a d e s c i e n d o de las i l u s t r e s Casas de
los marqueses de las C u e v a s d e l B e c e r r o , de
V i l l a v e r d e y de E s q u i v e l .
P o r l a m e r c e d señaladísima que hoy r e c i b o ,
doy a V u e s t r a M a j e s t a d las más r e n d i d a s gracias!
N o l a a l c a n z o por mis p r o p i o s méritos, sí por los
de mis a n t e p a s a d o s , y me he c o m p l a c i d o en r e c o r d a r l o s a h o r a , p a r a que no a p a r e z c a muy d e s m e d i d o e l galardón, c o m p a r a d o únicamente con
mi p e q u e n e z , y p a r a que ese r e c u e r d o me e s timule en l a imitación de tan altos e j e m p l o s , pues
aun c u a n d o en l a e s f e r a en que se d e s e n v u e l v e
mi a c t i v i d a d no me sea d a d o c o m o a mis p r o g e nitores frestar s e r v i c i o s eminentes a l a nación, en
a l g o p u e d o j a c t a r m e de i g u a l a r l o s , en el a m o r a
mi P a t r i a y a m i R e y , que durará en mí cuanto
dure m i e x i s t e n c i a , y d e l cual os o f r e z c o solemne
t e s t i m o n i o en e s t a o c a s i ó n , p i d i e n d o a D i o s p r o longue durante muchos años V u e s t r o g l o r i o s o
r e i n a d o p a r a b i e n de nuestra q u e r i d a E s p a ñ a .
y
a
E l d e l duque de S a n l ú c a r l a M a y o r .
SEÑOR:
Nicolás Martín
Proveedor de S. M. el Rey y AA. RR., de las Reales
Maestranzas de C a -
ballería de Zaragoza y Sevilla, y del Cuerpo Colegiado de la Nobleza de
Madrid.
ARENAL,
14
Efectos para uniformes, sables y espadas y condecoraciones.
D e b o l a i n e s t i m a b l e h o n r a , que en este solemne acto me dispensa V u e s t r a M a j e s t a d , no al
mérito p r o p i o , que necesari mente es nulo cuando son p o c o s l o s años, s i n o a la d i g n i d a d que
o s t e n t o de duque de Sanlúcar la M a y o r , c o n c e d i da por e l M o n a r c a F e l i p e IV a su p r i m e r m i n i s t r o
don G a s p a r de Guzmán y P i m e n t e l , conde de
Olivares.
N o m b r e i m p e r e c e d e r o d e j ó en la H i s t o r i a la
e g r e g i a e s t i r p e de l o s G u z m a n e s . E n l a z a d a repetidas v e c e s con P r í n c i p e s y Soberanos de C a s t i l l a y P o r t u g a l , cuenta entre sus i l u s t r e s varones
a S a n t o D o m i n g o de Guzmán,fundador de insigne
O r d e n ; a l héroe s u b l i m e que llegó a hacerse
i n m o r t a l en l a defensa de T a r i f a , y a un sinnúmero de e s f o r z a d o s c a m p e o n e s , que d e s d e los
p r i m e r o s días de la R e c o n q u i s t a hasta las guerras
de F l a n d e s y de Italia, s u p i e r o n hacer de sus
a p e l l i d o s c o m p e n d i o de la'? g l o r i a s n a c i o n a l e s .
E l c a s a m i e n t o de doña Inés M e s í a Felípez de
Guzmán y S p í n o ' a , s e x t a d u q u e s a de Sanlúcar la
M a y o r , m a r q u e s a de L e g a n é s , c o n don G a s p a r
O s o r i o de M o s c o s o , o c t a v o conde de A l t a m i r a ,
marqués de A r t o r g a , fundió el año 1711, en esta
i n m e m o r i a l y nobilísima C a s a , l o s títulos y señoríos de l o s d u q u e s de Sanlúcar l a M a y o r .
M á s t a r d e , el enlace de doña V e n t u r a María
Fernández de C ó r d o b a , o c t a v a n i e t a d e l G r a n
Capitán, d u q u e s a de S e s s a y de B a e n a , con d o n
B u e n a v e n t u r a O s o r i o de M o s c o s o Felípez de
G u z m á n , un décimo conde de A l t a m i r a , marqués
de A s t o r g a , duque de M e d i n a de las T o r r e s , de
Sanlúcar l a M a y o r y de A t r i s c o , Príncipe de A r a cena, trajo en 1731, a l a m i s m a c i t a d a C a s a de
Astorga y Altamira, los preclaros timbres d e l G r a n Capitán, c u y a r e p r e s e n tación tiene hoy l a C a s a de S e s s a y
B a e n a , de l a que directamente d e s ciendo.
F u e r o n , Señor, de eminente fama los
h e c h o s de mis a n t e p a s a d o s . S i n detenerme a m e n c i o n a r l o s , por ser c o n o c i dos en l a H i s t o r i a , e v o c o , no s i n e m o ción vivísima, l a m e m o r i a de m i padre,
d e c i m o t e r c e r o d u q u e de Sanlúcar la
M a y o r , muerto en e d a d t e m p r a n a , leg á n d o m e c r i s t i a n a s v i r t u d e s quje
i m i t a r , con v e n e r a d a s t r a d i c i o n e s que
s e g u i r , y recuerdo l a s i n g u l a r merced
que V u e s t r a M a j e s t a d , s i e m p r e magnán i m o , a c a b a de otorgar a m i amada
m a d r e . E l l o robustece, s i c a b e , mis prof u n d o s s e n t i m i e n t o s de l e a l t a d , respeto y adhesión a V u e s t r a M a j e s t a d ,
dándole e f u s i v a s g r a c i a s p o r e l alto
h o n o r que me c o n c e d e de cubrirme
ante su A u g u s t a p r e s e n c i a .
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