Ante el problema de la pervivencia de las coblas de sardanas

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Ante el
problema de
la pervivencia
de las coblas
de sardanas
p o c a v o c a c i ó n entre
la j u v e n t u d p a r a l o s
e s t u d i o s de los
instrumentos de cobla
f!for 'foaquin
^ironetla
De u n t i e m p o a esta p a r t e , viene i m p e r a n d o
una c i e r t a i n q u i e t u d e n t r e los medios sardanísticos de esta p r o v i n c i a , en lo que hace referencia
a la supervivivencia de las actuales coblas de
sardanas, cuyo n ú m e r o de ellas no t a n sólo ha
d i s m i n u i d o en u n b u e n n ú m e r o en relación a las
que habían e x i s t i d o a n t a ñ o , sino q u e , actualmente más de una de ellas tiene que e n f r e n t a r s e
ante u n grave p r o b l e m a , llegada la hora de tener q u e s u s t i t u i r a l g u n o de sus elementos, q u e
p o r ley de v i d a , la m a y o r í a d e las veces y o t r a s ,
por diferentes c i r c u n s t a n c i a s , decide dejar su
a c t i v i d a d p r o f e s i o n a l d e n t r o de la cobla.
El p r i n c i p a l m o t i v o q u e ocasiona tal p r o b l e m a , es la poca a f i c i ó n q u e sienten los jóvenes
para cursar estudios d e i n s t r u m e n t o s de c c b l a
y es p o r ello, q u e la E x c m a . D i p u t a c i ó n P r o v i n c i a l , a través de su C o m i s i ó n de Educación, Deportes y T u r i s m o , recogiendo esta i n q u i e t u d a
Que nos referíamos antes e n t r e las Agrupaciones
Sardanistas y amantes d e la sardana en genera!,
i n i c i ó unos contactos con tales Agrupaciones,
músicos, c o m p o s i t o r e s y entusiastas de nuestra
danza p o p u l a r , al o b j e t o de conocer sus i m p r e siones sobre el f e n ó m e n o de referencia y poder
encauzar unos t r a b a j o s c o n el m a y o r interés de
buscarle posibles soluciones.
La p r i m e r a de las medidas tomadas p o r la
mencionada C o m i s i ó n , ha sido el de f a c i l i t a r los
i n s t r u m e n t o s de cobla adecuados a cada ioven
Qarañana
6S
t-oi-poración
niiisicul
de hi col¡la-f)rqiu^sta
"Rosamyuls"
q u e q u i e r a c u r s a r tales estudios, i n s t r u m e n t o s
que una vez superados aquellos, q u e d a r á n en
p r o p i e d a d del ¡oven a l u m n o . T a m b i é n a c o r d ó
elevar hasta la c a n t i d a d de diez m i l pesetas, la
subvención q u e la C o r p o r a c i ó n Provincial concede a los organizadores de los «aplecs de sardanes», q u e d u r a n t e el ano vienen o r g a n i z á n dose en la p r o v i n c i a y, por ú l t i m o , ha designado
una C o m i s i ó n , q u e c u i d a r á de recoger las sugerencias que les sean enviadas para estudiarlas
c o n v e n i e n t e m e n t e y darles el d e b i d o cauce.
atrás y a ú n menos, para a m e n i z a r u n día de
Fiesta M a y o r , algunas coblas y de categoría, no
p e r c i b í a n en t o t a l más de c i e n t o c i n c u e n t a pesetas y para tres días, no pasaban de las setecientas, estando obligados además a realizar un
p r o g r a m a e x h a u s t i v o , con sus c o r r e s p o n d i e n t e s
pasacalles, «Ilevants de t a u l a » , asistencia a los
actos religiosos, audiciones de sardanas e interminables sesiones de baile, además de los tradicionales c o n c i e r t o s .
Paso a paso l o g r ó reglamentarse la p r o f e s i ó n
y a c t u a l m e n t e las actividades del m ú s i c o están
c o m p l e t a m e n t e d e l i m i t a d a s , a la vez que los
e m o l u m e n t o s que percibe son m u y elevados,
p e r m i t i é n d o l e s a u n buen n ú m e r o de los mismos v i v i r h o l g a d a m e n t e tan sólo de su a c t i v i d a d
musical.
Resulta bastante c o m p l e j o analizar las posibles causas de este d e c r e c i m i e n t o del interés de
la j u v e n t u d , para el e s t u d i o de los i n s t r u m e n t o s
de cobla.
Hay que c o n v e n i r , no obstante, que la evolución de la p r o f e s i ó n de músico ha sido e x t r a o r d i n a r i a desde hace ya bastantes años. A n t a ñ o ,
puede decirse que ningún m ú s i c o de cobla podía
v i v i r de los ingresos que le p r o p o r c i o n a b a esta
o c u p a c i ó n . La casi t o t a l i d a d de ellos tenían com o base e c o n ó m i c a el desarrollo de o t r a activ i d a d p r o f e s i o n a l , por ello, era f á c i l e n c o n t r a r
e n t r e los c o m p o n e n t e s de una cobla, a sastres,
zapateros, inclusa a g r i c u l t o r e s y en las zonas
c o r c h o t a p o n e r a s , un g r a n n ú m e r o de los dedicados a las m a n i p u l a c i o n e s del c o r c h o .
No o b s t a n t e existe un f e n ó m e n o en estos
t i e m p o s , que puede ser uno de los p r i n c i p a l e s
q u e influya n o t a b l e m e n t e a q u e los jóvenes no
sientan afición a integrarse en una cobla y son
estos pequeños c o n j u n t o s , i n t é r p r e t e s de la llamada música m o d e r n a o « p o p » , a base generalmente de un par de g u i t a r r a s eléctricas, u n
p i a n o e l e c t r ó n i c o o i n s t r u m e n t o s i m i l a r y una
batería, dándose la c i r c u n s t a n c i a q u e en tales
c o n j u n t o s f i g u r a n a veces elementos, casi siemp r e jóvenes, con escasos c o n o c i m i e n t o s musicales o por lo menos bastante r u d i m e n t a r i o s , p e r o
que, no obstante, perciben p o r sus contratas
cantidades por lo menos iguales, sino superiores
a los que vienen p e r c i b i e n d o los profesionales
de las cobi as-orquestas, que han t e n i d o en
Hemos de tener en cuenta q u e en aquellos
t i e m p o s antañosos, para i n t e r p r e t a r , por e j e m p l o , una a u d i c i ó n de sardanas — q u e nunca tenía un n ú m e r o f i j o — • , los músicos a c o s t u m b r a ban a c o b r a r e n t r e las ocho y las diez pesetas
solamente r e m o n t á n d o n o s a unos cuarenta años
6^
general que dedicar m u c h o más t i e m p o que
aquellos a su f o r m a c i ó n m u s i c a l . Y esto, i n d u d a b l e m e n t e puede ser una de las causas que
c o n t r i b u y a a esfa poca a f i c i ó n a la c o b l a , e incluso, que algún c o m p o n e n t e de alguna de éstas
pase a integrarse en tales c o n j u n t o s o sea el
creador de alguno de ellos.
De acuerdo con la i n f o r m a c i ó n que tenemos
referente a las coblas existentes a c t u a l m e n t e en
la p r o v i n c i a , aún con el riesgo de alguna pequeña o m i s i ó n , podemos relacionar las siguientes:
En A m e r , «La Amérense» y « F o n t e r s » ; en
Cassó de la Selva, «Selvatana» y «La P r i n c i p a l » ;
en Figueras, «La P r i n c i p a l » y «Río»; en Gerona,
« G i r o n a » , «La P r i n c i p a l de G í r o n a » , «Canigó» y
«River's»; en La Bisbal, «La P r i n c i p a l de La Bisb a l » ; en Llagostera, «La P r i n c i p a l » ; en O l o t , «La
P r i n c i p a l de O l o t » , «La P r i n c i p a l de la G a r r o t í a » y la « O l o t i n a » ; en Palafrugell, «Costa Brava»
y «La P r i n c i p a l » ; en Pelamos, «Balx E m p o r d á » ;
en Ripoll, la «Nova Ripollesa»; en Sait, la « I r i s » ;
en Santa Coloma de Farnés, «La Farnense», en
Torroella de M o n t g r f , « M o n t g r l n s » y «Caravana» y en V i d r e r a s , la «A.M.O.G.A.». Hemos esperado a señalar en ú l t i m o t é r m i n o , a la cobla
i n f a n t i l del Colegio de Santa M a r i ^ de Blanes,
A n t a ñ o , eran muchas las poblaciones de la
p r o v i n c i a , que c o n t a b a n con alguna cobla de
sardanas y a veces con más de una. Incluso, en
ciertas poblaciones rurales y de censo poco num e r o s o , habían e x i s t i d o . Y si bien se han e x t i n g u i d o algunas para dar paso a o t r a s f o r m a c i o n e s
s i m i l a r e s , son muchas las que han desaparecido
t o t a l m e n t e , incluso en localidades que c o n t a b a n
con una gran solera m u s i c a l , p u d i e n d o c i t a r de
e n t r e ellas, las de Peralada, Castelló d ' E m p ú r i e s ,
Tortellá, Bañólas, etc.
Puede que o t r o f a c t o r t a m b i é n haya c o n t r i b u i d o a hacer d i s m i n u i r tal a f i c i ó n a los i n s t r u m e n t o s de c o b l a , al no f i g u r a r estas en m u c h o s
pueblos r u r a l e s , la existencia de las cuales, además de m a n t e n e r una cierta i n c l i n a c i ó n e n t r e
la j u v e n t u d para tal p r o f e s i ó n , hacia q u e s i e m p r e había algún músico ya r e t i r a d o de tal activ i d a d , que venía d a n d o lecciones de música y
de ciertos i n s t r u m e n t o s , haciendo q u e los interesados en ello no t u v i e r a n que desplazarse
f u e r a de la localidad y al p r o p i o t i e m p o pudieran c o m p a g i n a r dichos estudios con su t r a b a j o
h a b i t u a l , por realizarlo en horas a p r o p i a d a s .
— que m e j o r sería ya llamarla j u v e n i l — , f u n dada p o r el P. Alqueza en s e p t i e m b r e del año
19Ó7, cuya edad de sus jóvenes c o m p o n e n t e s
está c o m p r e n d i d a e n t r e los catorce a los diec i o c h o años y q u e no o b s t a n t e el poco t i e m p o
de su existencia, cuenta ya con notables éxitos.
Por ú l t i m o , nos p e r m i t i m o s f i n a l i z a r este
modesto trabajo, dedicando un somero comeniL'rio a tres de las coblas históricas desaparecidas, las cuales a n t a ñ o se c o n t a b a n e n t r e las
coblas señeras de la p r o v i n c i a y ya no d i g a m o s
de la r e g i ó n : «Peps de Figueras»; «La P r i n c i p a l » ,
de Perelada y «Rossinyols», de Castelló de A m purias.
D i f í c i l resulta p o d e r relacionar las muchas
coblas a c t u a l m e n t e e x t i n g u i d a s , pero de e n t r e
ellas, podemos c i t a r las siguientes; «La P r i n c i p a l
U n i ó » y «La M o d e r n a » , de A m e r ; « U n i ó Anglesense» y «Els Rovires», de B o r d i i s ; «Els Calóng i n s » , de Calonge; <(Pirenenca», de C a m p r o d ó n ;
«Els Rossinyols» y «Els Rossinyolets» ( i n f a n t i l ) ,
de Castelló d ' E m p ú r i e s ; «Unió Cassanenca» y
«Els Unics», de Cassá de la Selva; «Romans»,
«La F i l a r m ó n i c a » , « L ' E m p o r d a n e s a » y «Pep Vent u r a » y «Antiga Pep», de Figueras; «La P r i n c i p a l » , de Las Planas; «La A n t i g a P r i n c i p a l » y «La
M o d e r n a » y «Nova A r m o n í a » , de La B i s b a l ;
« L ' A r t G i r o n í » y « M e d i t e r r á n i a » , de G e r o n a ;
«La M u n i c i p a l O l o t i n a » , «Unió O l o t i n a » , « M o d e r n a » , «La Lira» y «Els Petíts», de O l o t ; «La
P r i n c i p a l » , de La Escala; «La P r i n c i p a l » y «La
L i r a » de Palamós; «Unió A r t í s t i c a » , « M o d e r n a » ,
« P r i m a v e r a » y « L ' E m p o r d a n e s a » , de Palafrugell;
«L'Alianga» y «Els Serratins» y «La N o v a » , de
Ripoll; «La P r i n c i p a l » de San Felíu de Pallarols;
«Unió G u i x o l e n c a » , «La P r i n c i p a l » y «La Punyalada», de San Feliu de G u í x o l s ; «La P r i n c i p a l » ,
de Santa Coloma de Parnés; «La L i r a » y « M o n t g r i n e n c a » , de Torroella de M o n t g r í ; «La P r i n c i pal» de T o r t e l l á ; «La P r i n c i p a l » , de Verges;
«Unió A r t í s t i c a » , de V i d r e r a s ; «La P r i n c i p a l » y
«Els Juncans», de Bañólas, e i n d u d a b l e m e n t e
o t r a s muchas más, si bien para poder relacionarlas sería menester de un más p r o f u n d o estudio.
La cobla «d'en Pep», de Figueras
Difícil c e n t r a r la fecha de la f u n d a c i ó n de la
cobla «Antiga Pep», de Figueras, pues ella a r r a n ca ya de los tiempos de la r e f o r m a de la m i s m a
que realizó el genial «Pep V e n t u r a » . De todas
f o r m a s hay cierta constancia de que la cobla
«d'en Pep», llamada en p r i n c i p i o «Cobla de Figueras», además de sus actuaciones en muchos
pueblos y villas del A m p u r d á n y de la p r o v i n c i a
ya p o r allá los años 1860, en el año 1873 estuvo
presente en las fiestas de la M e r c e d , en Barcelona, i n t e r p r e t a n d o audiciones de sardanas en la
Plaza Palacio y en la N a c i o n a l , en un gran e n t o l d ^ d o en la plaza de Cataluña y en o t r a s partes
de la c i u d a d c o n d a l , con n o t a b l e é x i t o .
Una de las f o r m a c i o n e s que m a y o r r e n o m b r e
d i o a la cobla en los t i e m p o s de «Pep V e r t i r á » ,
estaba c o n s t i n t u i d a de esta f o r m a : «Peo Vent u r a » , t e n o r a ; Pedro C o d i n a , c a r a m i l l o y t a m b o r i l ; José Basí, p r i m e r c o r n e t í n ; Ricardo Terrer o l , segundo c o r n e t í n ; V i c e n t e Al c i ñ a , p r i m e r
f i s c o r n o ; Francisco Ricart, segundo f i s c o r n o ;
José Badosa, p r i m e r t i p l e ; Salvador C o d i n a , segundo tiple; Domingo Terrerol, contrabajo.
Luego se p r o d u j o la d i s i d e n c i a y «Pep Vent u r a » , pasó a integrarse a la cobla de la Socie-
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Cohlo. Infantil
dad « E r a t o » ,
que entonces
do a dirigirla
t i n u a n d o su
1936.
tic F'hniv^í
«Els RoBsinyols», de Castelló de A m p u r i a s
que había f u n d a d o A l b e r t o C o t o ,
v i n o a llamarse «d'en Pep», pasana su m u e r t e , su h i j o Benito y conexistencia hasta por allá el año
Castelló tuvo a n t a ñ o un gran p r e s t i g i o m u s i cal, gracias a c o n t a r en el siglo X I X con una Capilla de Música en la iglesia p a r r o q u i a l y una
Escuela M u n i c i p a l de solfeo. De estas escuelas
salió una buena p r o m o c i ó n de músicos, de e n t r e
los cuales cabe destacar a A n t o n i o A g r a m o n t ,
creador de las sardanas «Revesses» y n o t a b l e
c o m p o s i t o r , q u e f u e el D i r e c t o r de la p r i m e r a
cobla de Castelló.
«La P r i n c i p a l » , de Perelada
La p r i m i t i v a cobla de Perelada, c o n o c i d a con
ei s o b r e n o m b r e de «la vella», estaba integrada
por a l u m n o s de la Escuela de Música que crear o n los condes de Perelada, Luego, en el año
1890, uno de sus más aventajados a l u m n o s , M i guel Serra Bonal, q u e más t a r d e fue el segundo
m a e s t r o de la referida Escuela, r e u n i e n d o algunos de sus más destacados c o n d i s c í p u l o s y disc í p u l o s , f u n d ó la q u e sería prestigiosa cobla «La
P r i n c i p a l » , que fue conocida con el n o m b r e de
«la nova», de la cual Miguel f u e su p r i m e r Director-presidente y su h e r m a n o José, su D i r e c t o r
artístico.
Fue en el año 1889, c u a n d o a raiz de unas
divergencias surgidas e n t r e el m a e s t r o A g r a m o n t
y su d i s c í p u l o p r e d i l e c t o , Pablo G u a n t e r , conoc i d o p o p u l a r m e n t e por «Rossinyol», h i z o c u e se
p r o d u j e r a una escisión en dicha c o b l a , casando
los que se separaron de aquella a f o r m a r o t r a
de nueva con el n o m b r e de «Els Rossinyols»,
que d i r i g i ó el c i t a d o Pablo G u a n t e r , consiguiend o t a m b i é n notables éxitos y q u e d a n d o e x t i n guida después de la guerra c i v i l .
Confiemos pues, que esta campaña e m p r e n dida p o r la D i p u t a c i ó n p r o v i n c i a l para la supervivencia de la cobla y de la sardana, logre desp e r t a r la a f i c i ó n en nuestros jóvenes para integrarse en las coblas de sardanas, haciendo que
cada día señoree más por las plazas de nuestros
p u e b l o s , villas y ciudades, esta danza q u e . . .
Son muchos los resonantes éxitos conseguidos por la cobla de Perelada, c o n t a n d o con una
serie de actuaciones y de t r i u n f o s en concursos
celebrados en Barcelona y en b u e n n ú m e r o de
ciudades de la vecina nación francesa. Cabe asim i s m o señalar, q u e en el año 1914, f u e contractada para a c o m p a ñ a r al « O r f e ó Cátala», en sus
salidas a París y L o n d r e s .
«és la dansa sensera d ' u n poblé
que estima i avanza donant-se les m a n s . . . »
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